Chegando em casa, antes de entrar, recebi uma mensagem dela. Isso me deixou com um sorriso de orelha a orelha, sabia que tudo estava indo perfeitamente. Então entrei e fui pra cama pra continuar a conversa.
Esmeralda: Valeu pelo dia, me diverti pra caramba, mesmo ainda pensando no que rolou no seu quarto. Não quero que você pense mal de mim, não sou assim.
Eu: Relaxa, só tô pensando em te ver de novo.
Esmeralda: Que fofo você é, não tinha planejado isso, né?
Eu: Claro que não, você me conhece, né? Ou tá desconfiando de mim?
Esmeralda: Não, de jeito nenhum, só queria ouvir de você. Sei que não é igual aos outros que só querem transar. Até agora não me senti assediada nem nada do tipo, mesmo não esperando que você fizesse tudo aquilo, mas gostei :3.
Eu: O que eu planejei mesmo foi jogar e ver filmes juntos, mas foi melhor do que isso, kkkk.
Esmeralda: Você é um bruto, sabia? Kkkkkk.O mais perto de comer elaNo dia seguinte, a gente tinha planejado sair pra jantar juntos. Adiantei todo o trabalho possível pra me dedicar só a ela e alcançar meu objetivo. Até ajudei a limpar e arrumar a casa, só pra ninguém me encher o saco durante a noite, já que ela ia vir aqui de novo. Mas aí aconteceu uma coisa, algo que não planejei e não foi um erro, mas surgiu do nada. Minha mãe me disse que ia sair de emergência porque ligaram da casa dos meus avós e queriam ver o que tava rolando, que provavelmente não voltariam até o dia seguinte, mas que eu sempre teria o celular pra qualquer aviso. Eu tava pulando de alegria quando elas foram embora, dancei pela casa inteira, não podia ser melhor.
Quando ela chegou, subimos e ficamos conversando e vendo um filme. Ela me perguntou por que eu tava sozinho, contei da emergência e que tinha ficado pra cuidar da casa. Depois de comer pipoca e tal, o tempo passou e deixei ela escolher outro filme. Ela me falou de um romance que tava afim de ver porque uma amiga recomendou. Não lembro o título e não curto esse gênero, mas não podia falar nada sobre o filme já que tava na fase de alcançar minhas metas. Depois de um tempo, fiquei tão feliz de não ter pedido pra trocar, porque de repente teve uma cena longa de sexo sem censura. Sério, foram mais de 30 minutos, algo estranho num filme assim. Pra mim, aquilo já era mais um filme erótico. Esmeralda não disse nada, não pediu pra tirar nem nada. Ela olhava fixamente e eu observava as reações dela. Parece que ela esquentou um pouco, pelos movimentos.
Eu: Bom, acho que não é tão romance assim o filme.
Esmeralda: Como? Já percebi, mas deixa aí pra ver o que vem, quero ver o final. Fiuuu, que calor.
Eu: Deixa eu mexer o ventilador. Uau, essa posição eu não conhecia, hein!
Esmeralda: Hahaha, nem eu, mas que gostoso eles se beijam, olha!
Eu: Isso não é nada.
Esmeralda: Olha ele, já é um expert, então ensina como se faz.
Eu: Sei não. acho que ela não merece…
Esmeralda: Kkkkk é, já se acha, de seg… ummmfffjsak,aa,sa
A rua com um beijo muito molhado e quente, a única reação dela foi rodear meu pescoço para se deixar levar. Nesse momento, eu estava de pé, inclinado sobre ela, que estava sentada na cama. O que fiz, nunca imaginei que aconteceria e que eu teria coragem: levantei ela pela cintura sem desgrudar do beijo, e ela, como reflexo, envolveu minha cintura com as pernas. Obviamente, eu tava com o pau mais duro que aço, e aposto que ela sentiu ele inteiro. Foi uma delícia aquele momento. Nessa altura, já tava segurando ela praticamente pela bunda e pelas pernas. Depois de uns amassos bons na cama, ela passou a ficar por cima de mim, e eu por cima dela. Continuamos nos beijando, mas dessa vez ela rebolava um pouco os quadris, e aquilo me excitou tanto que achei que ia gozar. Então, entendi o recado e comecei a tirar a camiseta dela. Ela tava usando um sutiã bem justo, que destacava forte aquele decote que já tinha mostrado antes. Ela fez o mesmo comigo. A gente tinha marcado os turnos sem pensar ou combinar, só queríamos continuar com o nosso rolo. Comecei a apalpar os peitos dela e, pra minha surpresa, ela começou a descer devagar pra desabotoar meu cinto e abaixar minha calça, ficando só de cueca. Depois subiu de novo pra continuar com os amassos, rebolando os quadris. Eu também queria ver aquela bunda de perto, então tirei a calça dela. Aí pensei que não ia aguentar e ia meter sem mais nem menos, sem permissão, sem lubrificar, sem brincadeira e sem rodeios, só abrir as pernas dela e dar vazão àquela vontade de foder ela. Mas só de saber que por essa merda eu podia ficar morrendo de vontade e não fazer nada, me segurei.
Ela tava usando uma calcinha de renda rosa, não tão erótica, mas sexy, o normal pra uma garota da idade dela que quer provocar alguém sem ser descarada. Eu tinha ela deitada ali, e de novo por cima dela, apoiado nos braços. Desci, encostando meu pau em… Minha entrada, onde a única coisa que evitava o contato direto era minha cueca e a calcinha dela, comecei com empurrõezinhos e roçadas, só ouvia gemidos –uuuuuuummmmmfffufff- , beijava partes dos peitos dela ainda escondidos pelo sutiã da mesma cor, desci minha mão pra masturbar ela um pouco por cima e ela mordia a mão pra abafar os gemidos, mesmo assim bem altos, -aaahhhh!!! David!! Isso!! Ummmmfffff!!!-, continuei na minha e, sério, meu quarto cheirava a puro sexo, ela entre gemidos pegou meu pau e passou a mão bem gostoso enquanto eu também fazia meu trabalho nela.
Ninguém ainda ousava dar o próximo passo e tirar tudo do outro, então pensei que dessa vez tinha que ser eu, coloquei minha mão na barriga dela pra descer, chegando naquele tufinho de pelos, ela segurou minha mão e parou tudo.
Esmeralda: Ai, meu Deus!!! Desculpa, David, ainda não devemos fazer isso, não quero fazer assim tão fácil, depois você vai falar que foi fácil demais, a gente precisa esperar mais um tempo, talvez mais pra frente quando tivermos alguns meses juntos, quando a relação for mais séria.
Eu: Não se preocupa, respeito sua decisão, não vou fazer nada que você não queira até você achar que é hora.
Esmeralda: Awww David, como você não vai me agradar, pensei que você fosse ficar bravo comigo, você é um amor, se fosse outro, já tinha me comido ou me forçado.
Eu: Claro que não hahaha, o que acontece é que quero te respeitar.
Esmeralda: Te prometo que vou te recompensar por isso, mas não agora.
Depois disso, ela pegou meu pau por dentro da cueca e deu umas punhetadas, pensei que fosse descer pra me chupar como prêmio de consolação, mas não, só fez isso e começou a se vestir, eu fiquei besta olhando o corpo dela. Não é por nada, mas ela tava deslumbrante. A bunda tão redonda e empinada, como se a gravidade fosse pra cima e não pra baixo, igual os peitos dela. Quando fui deixar ela em casa e voltei, me preparei pra bater uma só pra evitar aquela dor nos testículos que esses amassos intensos sem gozar causam. -------------------------------------------------------------------------------
Espero que essa parte agrade mais que a anterior, não quero esticar muito pra não encher o saco de vocês com muita leitura onde não rola nada tão interessante, por favor compartilha com seus amigos e me segue, vou tentar postar o mais rápido que puder, não só dessa série, mas de muitas outras baseadas em experiências.
Esmeralda: Valeu pelo dia, me diverti pra caramba, mesmo ainda pensando no que rolou no seu quarto. Não quero que você pense mal de mim, não sou assim.
Eu: Relaxa, só tô pensando em te ver de novo.
Esmeralda: Que fofo você é, não tinha planejado isso, né?
Eu: Claro que não, você me conhece, né? Ou tá desconfiando de mim?
Esmeralda: Não, de jeito nenhum, só queria ouvir de você. Sei que não é igual aos outros que só querem transar. Até agora não me senti assediada nem nada do tipo, mesmo não esperando que você fizesse tudo aquilo, mas gostei :3.
Eu: O que eu planejei mesmo foi jogar e ver filmes juntos, mas foi melhor do que isso, kkkk.
Esmeralda: Você é um bruto, sabia? Kkkkkk.O mais perto de comer elaNo dia seguinte, a gente tinha planejado sair pra jantar juntos. Adiantei todo o trabalho possível pra me dedicar só a ela e alcançar meu objetivo. Até ajudei a limpar e arrumar a casa, só pra ninguém me encher o saco durante a noite, já que ela ia vir aqui de novo. Mas aí aconteceu uma coisa, algo que não planejei e não foi um erro, mas surgiu do nada. Minha mãe me disse que ia sair de emergência porque ligaram da casa dos meus avós e queriam ver o que tava rolando, que provavelmente não voltariam até o dia seguinte, mas que eu sempre teria o celular pra qualquer aviso. Eu tava pulando de alegria quando elas foram embora, dancei pela casa inteira, não podia ser melhor.
Quando ela chegou, subimos e ficamos conversando e vendo um filme. Ela me perguntou por que eu tava sozinho, contei da emergência e que tinha ficado pra cuidar da casa. Depois de comer pipoca e tal, o tempo passou e deixei ela escolher outro filme. Ela me falou de um romance que tava afim de ver porque uma amiga recomendou. Não lembro o título e não curto esse gênero, mas não podia falar nada sobre o filme já que tava na fase de alcançar minhas metas. Depois de um tempo, fiquei tão feliz de não ter pedido pra trocar, porque de repente teve uma cena longa de sexo sem censura. Sério, foram mais de 30 minutos, algo estranho num filme assim. Pra mim, aquilo já era mais um filme erótico. Esmeralda não disse nada, não pediu pra tirar nem nada. Ela olhava fixamente e eu observava as reações dela. Parece que ela esquentou um pouco, pelos movimentos.
Eu: Bom, acho que não é tão romance assim o filme.
Esmeralda: Como? Já percebi, mas deixa aí pra ver o que vem, quero ver o final. Fiuuu, que calor.
Eu: Deixa eu mexer o ventilador. Uau, essa posição eu não conhecia, hein!
Esmeralda: Hahaha, nem eu, mas que gostoso eles se beijam, olha!
Eu: Isso não é nada.
Esmeralda: Olha ele, já é um expert, então ensina como se faz.
Eu: Sei não. acho que ela não merece…
Esmeralda: Kkkkk é, já se acha, de seg… ummmfffjsak,aa,sa
A rua com um beijo muito molhado e quente, a única reação dela foi rodear meu pescoço para se deixar levar. Nesse momento, eu estava de pé, inclinado sobre ela, que estava sentada na cama. O que fiz, nunca imaginei que aconteceria e que eu teria coragem: levantei ela pela cintura sem desgrudar do beijo, e ela, como reflexo, envolveu minha cintura com as pernas. Obviamente, eu tava com o pau mais duro que aço, e aposto que ela sentiu ele inteiro. Foi uma delícia aquele momento. Nessa altura, já tava segurando ela praticamente pela bunda e pelas pernas. Depois de uns amassos bons na cama, ela passou a ficar por cima de mim, e eu por cima dela. Continuamos nos beijando, mas dessa vez ela rebolava um pouco os quadris, e aquilo me excitou tanto que achei que ia gozar. Então, entendi o recado e comecei a tirar a camiseta dela. Ela tava usando um sutiã bem justo, que destacava forte aquele decote que já tinha mostrado antes. Ela fez o mesmo comigo. A gente tinha marcado os turnos sem pensar ou combinar, só queríamos continuar com o nosso rolo. Comecei a apalpar os peitos dela e, pra minha surpresa, ela começou a descer devagar pra desabotoar meu cinto e abaixar minha calça, ficando só de cueca. Depois subiu de novo pra continuar com os amassos, rebolando os quadris. Eu também queria ver aquela bunda de perto, então tirei a calça dela. Aí pensei que não ia aguentar e ia meter sem mais nem menos, sem permissão, sem lubrificar, sem brincadeira e sem rodeios, só abrir as pernas dela e dar vazão àquela vontade de foder ela. Mas só de saber que por essa merda eu podia ficar morrendo de vontade e não fazer nada, me segurei.
Ela tava usando uma calcinha de renda rosa, não tão erótica, mas sexy, o normal pra uma garota da idade dela que quer provocar alguém sem ser descarada. Eu tinha ela deitada ali, e de novo por cima dela, apoiado nos braços. Desci, encostando meu pau em… Minha entrada, onde a única coisa que evitava o contato direto era minha cueca e a calcinha dela, comecei com empurrõezinhos e roçadas, só ouvia gemidos –uuuuuuummmmmfffufff- , beijava partes dos peitos dela ainda escondidos pelo sutiã da mesma cor, desci minha mão pra masturbar ela um pouco por cima e ela mordia a mão pra abafar os gemidos, mesmo assim bem altos, -aaahhhh!!! David!! Isso!! Ummmmfffff!!!-, continuei na minha e, sério, meu quarto cheirava a puro sexo, ela entre gemidos pegou meu pau e passou a mão bem gostoso enquanto eu também fazia meu trabalho nela.
Ninguém ainda ousava dar o próximo passo e tirar tudo do outro, então pensei que dessa vez tinha que ser eu, coloquei minha mão na barriga dela pra descer, chegando naquele tufinho de pelos, ela segurou minha mão e parou tudo.
Esmeralda: Ai, meu Deus!!! Desculpa, David, ainda não devemos fazer isso, não quero fazer assim tão fácil, depois você vai falar que foi fácil demais, a gente precisa esperar mais um tempo, talvez mais pra frente quando tivermos alguns meses juntos, quando a relação for mais séria.
Eu: Não se preocupa, respeito sua decisão, não vou fazer nada que você não queira até você achar que é hora.
Esmeralda: Awww David, como você não vai me agradar, pensei que você fosse ficar bravo comigo, você é um amor, se fosse outro, já tinha me comido ou me forçado.
Eu: Claro que não hahaha, o que acontece é que quero te respeitar.
Esmeralda: Te prometo que vou te recompensar por isso, mas não agora.
Depois disso, ela pegou meu pau por dentro da cueca e deu umas punhetadas, pensei que fosse descer pra me chupar como prêmio de consolação, mas não, só fez isso e começou a se vestir, eu fiquei besta olhando o corpo dela. Não é por nada, mas ela tava deslumbrante. A bunda tão redonda e empinada, como se a gravidade fosse pra cima e não pra baixo, igual os peitos dela. Quando fui deixar ela em casa e voltei, me preparei pra bater uma só pra evitar aquela dor nos testículos que esses amassos intensos sem gozar causam. -------------------------------------------------------------------------------
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