La más buena de la ciudad. Episodio 3

Chegando em casa, antes de entrar, recebi uma mensagem dela. Isso me deixou com um sorriso de orelha a orelha, sabia que tudo estava indo perfeitamente. Então entrei e fui direto pra cama pra continuar a conversa.

Esmeralda: Obrigada pelo dia, me diverti pra caralho, mas ainda tô pensando no que aconteceu no seu quarto. Não quero que pense coisas ruins de mim, não sou assim.

Eu: Relaxa, só tô pensando em te ver de novo.

Esmeralda: Que fofo você. Você não tinha planejado aquilo, né?

Eu: Claro que não, você já me conhece, ou tá desconfiada de mim?

Esmeralda: Não, nada a ver. Só queria ouvir de você. Sei que você não é igual esses outros caras que só querem transar. Até agora não me senti assediada nem nada do tipo, mas não esperava que você fosse fazer todas aquelas coisas... mas gostei :3

Eu: O que eu tinha planejado mesmo era jogar e ver uns filmes juntos, mas acabou sendo melhor que isso hahaha

Esmeralda: Você é um brutamontes, sabia? HahahahaO mais perto de comer elaNo dia seguinte, a gente tinha planeado sair pra jantar juntos. Adiantei todo o trabalho possível pra me dedicar só a ela e chegar no meu objetivo. Até ajudei a limpar e arrumar a casa, só pra ninguém me encher o saco a noite toda, já que ela viria aqui de novo. Mas aconteceu uma coisa, algo que não planejei e não foi um erro, mas surgiu do nada. Minha mãe me disse que sairiam de emergência porque ligaram da casa dos meus avós e queriam ver o que tava acontecendo, que provavelmente só voltariam no outro dia, mas que tava de celular pra qualquer coisa. Eu tava pulando de alegria quando eles foram, dancei pela casa toda, não podia ser melhor.

Quando ela chegou, a gente subiu e ficou conversando e vendo um filme. Ela perguntou por que eu tava sozinho, contei da emergência e que tinha ficado pra tomar conta da casa. Depois de comer pipoca e tal, o tempo foi passando e deixei ela escolher outro filme. Ela me contou de um romance que tava com vontade de ver porque uma amiga tinha recomendado. Não lembro o título e não curto muito esse gênero, mas não podia falar nada sobre o filme, já que tava na fase de alcançar minhas metas. Depois de um tempo, eu ficaria tão feliz de não ter pedido pra trocar, porque de repente teve uma cena longa de sexo sem censura. Sério, foram mais de 30 minutos, algo estranho num filme assim. Pra mim, aquilo já era filme erótico, mais do que qualquer coisa. A Esmeralda não disse nada, não pediu pra tirar nem nada, tava olhando fixamente e eu observava as reações dela. Parece que ela esquentou um pouquinho pelos movimentos.

Eu: Bom, acho que o filme não é muito de romance, né?

Esmeralda: O quê? Ah, sim, já percebi. Mas deixa aí pra ver o que vem depois, quero ver o final. Ufa, que calor.

Eu: Deixa eu mexer o ventilador. Nossa, essa posição eu não conhecia, eita!

Esmeralda: Hahahaha nem eu, mas que gostoso como eles se beijam, olha!

Eu: Isso aí não é nada.

Esmeralda: Olha só, se já é um expert, então ensina como se faz.

Eu: Sei não... acho que ela não merece...

Esmeralda: Kkkkk se acha, né... aham... ummmfffjsak,aa,sa

A rua com um beijo bem molhado e quente, a única reação dela foi envolver meu pescoço e se deixar levar. Nesse momento eu estava em pé, inclinado sobre ela que estava sentada na cama. O que eu fiz nunca imaginei que aconteceria e eu teria coragem: peguei ela no colo sem nos desgrudar do beijo e, por reflexo, ela envolveu minha cintura com as pernas. Obviamente, meu pau estava mais duro que aço e aposto que ela sentiu isso em todo o esplendor. Foi uma delícia aquele momento. Nessa hora, eu já estava praticamente segurando ela pelas nádegas e pernas.

Depois de uns bons amassos já na cama, ela passou a ficar por cima de mim e eu por cima dela. Continuamos nos beijando, mas dessa vez ela mexia um pouco o quadril, e isso realmente me deixou tão excitado que pensei que poderia gozar. Então, entendi a mensagem: comecei a tirar a blusa dela. Ela usava um sutiã bem justo que destacava bastante aquele decote que antes só dava para ver. Ela fez o mesmo. Marcamos turnos sem pensar nem combinar, só queríamos continuar com o nosso lance.

Comecei a apertar os peitos dela e, para minha surpresa, ela começou a descer devagar para abrir meu cinto e baixar minha calça, ficando só de cueca. Depois, subiu para continuar com as massagens, mexendo o quadril. Eu também queria ver essa bunda de perto e tirei a calça dela. Aqui, pensei que não aguentaria e iria penetrar ela sem mais delongas, sem pedir, sem lubrificar, sem joguinhos e sem rodeios. Só abrir as pernas dela e soltar essa vontade de foder ela. Mas só de saber que, por essa besteira, eu poderia ficar sofrendo de vontade e não fazer nada, me segurou.

Ela estava usando uma calcinha de renda rosa, não tão erótica, mas sexy. O normal para uma garota da idade dela que quer provocar alguém sem ser descarada. Eu a tinha ali deitada e estava de novo por cima dela, apoiado nos braços. Desci, apoiando meu pau na... sua entrada onde a única coisa que evitava o contato direto era minha cueca e seu canzonsito, comecei com pequenas empurradas e esfregadas, só ouvia gemidos –uuuuuuummmmfffffff-, beijava partes de seus seios ainda não descobertos pelo sutiã da mesma cor, desci minha mão para masturbá-la um pouco por cima e ela mordia a mão para abafar um pouco os gemidos, ainda tão altos, -aaahhhh!!! David!! Siii!! Ummmmfffff!!!-, continuei com minha tarefa e realmente o quarto cheirava a puro sexo, ela entre gemidos pegou meu pau e o esfregou com gosto enquanto eu também fazia meu trabalho.

Ninguém ainda se atrevia a dar outro passo e despir o outro completamente, então pensei que dessa vez tinha que ser eu, coloquei minha mão em seu estômago para descer, chegando em seu pequeno punhado de pelos, ela pegou minha mão e parou tudo.

Esmeralda: Meu Deeeus!!! desculpa David, ainda não devemos fazer isso, não quero que seja tão fácil, você vai dizer depois que foi fácil, devemos esperar mais um tempo, talvez mais pra frente quando estivermos juntos há alguns meses e o relacionamento for mais sério.

Eu: Não se preocupa, respeito sua decisão, não vou fazer nada que você não queira até achar que é hora.

Esmeralda: Awww David, como é que não vou gostar de você, pensei que você ia ficar bravo comigo, você é um amor, se fosse outro, já teria me expulsado ou me pego à força.

Eu: Claro que não kkkk, o que acontece é que quero te respeitar.

Esmeralda: Prometo que vou te recompensar por isso, mas não agora.

Dito isso, ela pegou meu pau por dentro da cueca e deu algumas puxadas, pensei que ela ia descer para me chupar como prêmio de consolação mas não, só fez isso e começou a se vestir, eu fiquei babando vendo sua figura. Não é por nada mas ela estava deslumbrante. A bunda tão redonda e empinada, como se a gravidade fosse pra cima e não pra baixo, assim como seus peitos. Quando fui deixá-la e voltei, me dispus a me masturbar só para evitar a dor testicular que esses amassos intensos sem gozar geram. ------------------------------------------------------------------------------- Espero que vocês gostem mais dessa parte do que da anterior. Não quero me estender muito pra não entediar vocês com muita leitura onde não acontece nada tão interessante. Por favor, compartilhem com seus amigos e me sigam. Vou tentar publicar o mais rápido que puder, não só dessa série, mas de muitas outras baseadas em experiências.

0 comentários - La más buena de la ciudad. Episodio 3