Ela não tinha bigode

Dizem que a namorada de um amigo tem bigode. Por mais que me doa, essa aqui não tinha.
Um amigo casou com uma gostosa que me tirava do sério desde o ensino médio. Como a gente fala aqui: eu tava no céu. Ela nunca percebeu minha existência, mas eu não conseguia parar de olhar pra ela, era magnética.
As voltas que a vida dá fizeram a gente se encontrar em algumas viagens e festas, situações em que eu me matava pra evitar que minha namorada e meu amigo percebessem que eu tava morrendo de vontade de devorar ela com os olhos. Eles (meu amigo e a esposa dele) tiveram um desentendimento, porque ela vive botando chifre nele. E na reconciliação, tentaram levar uma vida mais de casal, saindo com outros casais. Um deles, a gente. Nesses encontros, comecei a sentir que, às vezes, quando ela me pegava olhando, ficava um instante ali, até um dos dois desviar o olhar.
Numa despedida de ano, o álcool me fez não desviar o olhar. E ela também não. Me pareceu ver fogo nos olhos dela e um sorriso entre safado e perverso. Fiquei uns dias com a cabeça a mil, pensando em como arranjar um encontro, mas ficava repetindo aquela história de "a gostosa dos amigos tem bigode". Mas depois daquele olhar cruzado, precisava saber se o que eu senti era real. Consegui me acalmar um pouco lembrando que, nessas conversas tarde da noite com álcool de companhia, ela se mostrava conservadora no que diz respeito a sexo. Apesar do marido ter os mesmos gostos que eu por sexo intenso, ela questionava o uso de brinquedos e fantasias, dava a entender que sexo oral era algo que a mulher concedia, não que curtia, e quando o assunto era sexo anal, ela soltava aquele papo de "se eu vou dar a bunda, ele que dê a dele também, né?". Essas lembranças me ajudaram a tirar ela um pouco da cabeça.
Mas de repente, tudo se precipitou. Fiquei sabendo por um conhecido que eles tinham se separado de novo, e tava tentando acalmar a cabeça quando chega uma mensagem no Telefonou pra mim, perguntando se eu tava no escritório e se dava pra me ver. Claro que a resposta foi sim. Mas ela não aparecia. A tarde foi passando e nada. Aquela noite eu não consegui dormir. No dia seguinte de manhã, não me segurei e perguntei o que tinha rolado. Ela me explicou que tava mal, sem ânimo pra sair, que queria ficar trancada em casa. Quando parecia que ia acabar ali, ela completou: "se você quiser, e não for muito incômodo, passa aqui em casa e a gente conversa". Antes mesmo de eu mandar a mensagem falando "vou", eu já tinha chegado.

Quando me atendeu, tava de camisolinha curta, sem se arrumar. Tava linda pra caralho. Me pediu desculpa pela facha, mas disse que tava tão deprimida que não tinha vontade de se produzir. Perguntei o que tinha acontecido e como eu podia ajudar. Aí ela me contou que da última vez que tinham se separado, foi por causa do que ela achou que era uma traição do "teu amigo" (senti como se ela tivesse me cobrando), mas depois descobriu que não era UMA traição. Ela disse: "no fim, sou uma super corna. Teu amigo come tudo o que aparece pela frente, qualquer bicho, parece que a ideia é enfiar a pica em qualquer boceta, nem procura mina bonita". Como ela começou a ficar puta e mal, eu interrompi pra perguntar como eu podia ajudar. Fez um silêncio, e aquele olhar da outra noite apareceu de novo. Aí eu me joguei de cabeça. Me aproximei devagar, dando chance pra ela me rejeitar. Mas não. Ela só ficou parada e deixou eu chegar nos lábios dela. Meu deus, eram melhores do que eu tinha imaginado por tantos anos! Com a imagem que eu tinha dela de meio entediada, me surpreendeu a língua dela invadindo minha boca de um jeito que combinava perfeitamente decisão, tesão, ternura e intensidade. Não sei quanto tempo a gente ficou se beijando. Como raramente acontece, os beijos não foram um passo antes do sexo. Eu curti aquele beijo quase como um orgasmo cerebral. Foi a maciez da pele dela roçando na ponta dos meus dedos que me fez... conta que eu ia deslizando minha mão pelas coxas dela. As mãos dela não saíam do meu rosto, me seguravam pra eu continuar beijando ela. Meus dedos começaram a deslizar entre a pele dela e o tecido da camisola. A perna dela se afastou um pouco pro lado, abrindo caminho pra buceta dela. De novo, a embriaguez do tesão me embaralha as lembranças porque não sei em que momento eu puxei a calcinha dela, foi como se meu dedo deslizasse pra dentro dela sem nenhum obstáculo. Ela se agarrou em mim. Parou de me beijar e enterrou o rosto no meu ombro e gozou praticamente ao mesmo tempo.
Eu comecei a beijar o pescoço dela. Deslizei pra baixo, puxei a alça dela com a boca. Ela se inclinou pra trás no sofá e facilitou eu chegar no mamilo dela. Lembrar como ela arqueou quando peguei aquele mamilo entre meus lábios e acariciei com a língua me dá uma ereção na hora. Enquanto eu continuava penetrando ela com meu dedo, que entrava e saía, e quando passava sobre o clitóris, ela dava um pulo e segurava minha mão com força pelo pulso.
Sentir a buceta dela tão molhada alimentava minha obsessão de fazer oral nela. Puxei o tecido pra cima, amassando a roupa na cintura dela. Olhei nos olhos dela quando me preparei pra descer. Ela sustentou o olhar enquanto deslizou um pouco mais pra baixo no sofá, se deitou, atravessada, no braço do sofá, colocou uma das pernas no encosto e a outra abriu apoiando o pé no sofá. Acho que nunca foi tão bem usado "me joguei de cabeça".
Como eu estava enganado com a imagem que fiz dela! tenho certeza que ela gozou pelo menos duas vezes na minha boca, ela depois disse que mais, que não lembra. Só parei de chupar a buceta dela quando ela me pegou pela cabeça e me puxou pra beijar ela de novo enquanto me perguntava "vai me comer, vai?"
Quando fiz menção de começar a me despir ela me parou e disse "quero te aproveitar bem, vamos pra cama", demorei um instante porque não podia acreditar no que tava acontecendo e ela me trouxe de volta à realidade quando me disse "não pensa Qual é a cama do teu amigo, acha que vai me foder na cama do meu marido... ou não é isso que tu gosta?" minha cabeça explodiu.
Eu levantei ela de pernas abertas. Foi uma tempestade enquanto eu me despia e ela me despia. Da minha roupa não lembro. Só tenho a imagem dela tirando a camisola primeiro, depois a calcinha fio dental que ela apalpou, me olha e fala "me deixou toda molhada, vagabundo" e jogou a peça na minha cara.
Não sou de pauzão como dizem, então assim que montei nela, entrei até o fundo e tive a satisfação de ouvir ela gemer quando a ponta do meu pau bateu no fundo da buceta dela. Que prazer, curti cada centímetro de carne que entrava e saía do corpo dela. Cur ti quando ela falava "quero te arranhar, preciso que você sinta na sua pele o que eu sinto" e antes que eu reagisse implorando pra ela não fazer, me tranquilizou com um "mas fica tranquilo que não quero problema, não vou te deixar marcas, mas quero que saiba que tô com vontade e que te perdoo".
Fodemos assim até ela gozar. Eu tava um nó de tensão porque não queria gozar ainda, queria que durasse pra sempre. Ela de repente, entre suspiros, me fala "filho da puta, você comeu a gostosa do teu amigo sem camisinha". Não tinha percebido a camisinha! Em outra ocasião eu teria me assustado, desesperado, tanto pelo medo de uma gravidez quanto de pegar alguma doença, mas dessa vez tava curtindo tanto que mal atrasou um pouco minha gozada.
Ela fez um movimento que interpretei como se quisesse sair debaixo de mim. Eu saí e ela me virou, ficando por cima. Ela saiu de dentro de mim e começou a descer. Eu parei ela e falei "não curto que me façam favor, a gente tá se divertindo, não faz nada que não te dê prazer" e ela respondeu "tá bom", se levantou, deu uns passos, pegou o celular, entregou na minha mão e continuou "vou gostar que você me filme enquanto eu faço". De novo eu não reagia. Peguei o celular, liguei a câmera e deixei ela gravar a voz dela dizendo "quero que você me filme chupando pau". Eu não queria falar pra não ficar minha voz, mas ela já tinha meu pau na boca.
Ela enfiou até onde deu, tirou e olhou pra ele. Passou a língua. Enfiou de novo e ficou rodeando com a língua. Tira, olha fixo, estica a língua e deixa um fio de saliva cair nele. Pega com as duas mãos e me bate uma na parte de baixo, deixando sempre a cabeça fora das mãos pra lamber e segurar com os lábios. Solta uma mão e fica massageando minhas bolas. Fica segurando minhas bolas com uma mão, e diz pra câmera "sempre quis fazer isso" e enfia de novo devagar, até eu sentir a cabeça na garganta dela. Ela engasga, mas não tira. Tenta enfiar um pouco mais, mas começa a tossir. "que foi, não gostou que não sai nada" e sinto ela apertar minhas bolas com a mão que tá lá. E eu gozei. Caiu na minha barriga e na mão dela. Levou até a boca, segurou a cabeça, e começou a bater uma. Quando a boca dela transbordava de porra, percebi que ela não ia engolir. Então olha pra câmera, abre a boca e diz "ha, ha" e balança a cabeça pra mostrar a viscosidade branca misturada com a saliva dela, fecha a boca, engole e mostra a boca vazia e completa "viu fulano? já pode me beijar se você gosta de beijar puta com gosto de pau de macho na boca, agora eu também posso te dar beijo com gosto de porra, cuzão"
Desliguei a câmera e falo "tá maluca! para, burra! a gente tava se divertindo! assim não! você vai me meter não num, mas em dois b.o.!" – "amor, a gente tá matando dois coelhos numa cajadada só, você queria dividir a gostosa de outro, eu quero fazer ele de corno, claro que a gente vai curtir!, você não aparece na gravação, ou aparece?" – "não, mas não, sei lá" – "sei lá? certeza" e ela se abaixa e junta o leite que ficou na minha barriga. Tava irreconhecível. Passava a língua e limpava cada resto da minha porra.
A ereção nunca baixou, então quando ela mexia a carinha dela, às vezes, o pau batia na bochecha ou no nariz dela.
Ela se levantou. Pegou meu membro com a mão dele e guiou até a buceta dela enquanto eu montava. Pegou o celular de novo que tava em cima da cama, me entregou e falou "vai, filma eu e tenho uma surpresa que você vai gostar, vai, assim não aparece você".
Ela tava uma gostosa, radiante. Então realizei o desejo dela e filmei ela cavalgando. Filmei quando ela apoiava os pés na cama e se inclinava pra frente, olhando a penetração pra falar pra câmera "adoro ver como entra" e continuava olhando. Depois mudava de posição, levava os pés pra frente e se inclinava pra trás. Assim dava pra ver meu pau enfiado nela "gosta assim, né? Deixei sem pelinhos pra você".
Do nada, ela se inclina de novo pra frente, chega a centímetros da câmera e pergunta "vai encher minha buceta de porra?" Eu balançava a cabeça que não. "Enche minha buceta de porra, fica tranquilo, eu já fechei a fábrica" e algo tão extremo dito com a carinha dela era uma parada que não dá pra explicar. Sabia que podia engravidar a esposa do meu amigo, e nesse caso confiei nela. Levantei ela, virei, e decidi dar o que parecia que ela tava procurando: uma foda de puta desenfreada. Então coloquei ela de quatro, segurei as mãos dela por trás das costas e comecei a meter com tudo. Quando enfiava até as bolas, revolvia a buceta dela. Depois tirava completamente e metia de novo. Agarrei os peitos dela e levantei o tronco. Ela tapava a boca com uma mão e gritava. Não deu pra puxar o cabelo, mas quando soltei e segurei na cintura, vejo ela levantar uma mão e me passar o celular de novo, vira a cabeça e me olha "quero ver". Dessa vez não fiz questão, e filmei de perto como a buceta dela se dobrava pra dentro quando eu empurrava o pau, e saía pra fora quando eu tirava. Filmei também quando tirei ele completamente e a buceta não fechava, dava pra ver o interior rosa. Peguei em detalhe como ela Enfiei de volta. Quando não aguentou minha paixão e acariciei o cu dele que pulsava, ele disse algo que não entendi, então perguntei "que?" - "você gosta?" ele perguntou de novo - "é lindo!" - "se for aí, você se anima a me encher de porra" - "claro, mas não tô afim de te dar o cu hoje, e essa é sua condição" - "hoje minha condição é que você me faça gozar e me filme, vai fazer isso" Nem ia responder, saí da buceta dele e apontei pro cu. "Para!, nunca fiz isso assim! ou você acha que meu marido me deu o cu? vai devagar por favor, me mostra que eu tô errada e que vou gostar" Me chamaram pro jogo. Me posicionei num 69, e comecei a chupar o cu dele e usei a palavra: buceta ao mesmo tempo. Devagar, com um dedo, fui massageando o cu. Depois enfiava a língua e quando voltava a colocar o dedo, ele afundava um pouco mais, até que entrou a primeira falange. Aí deslizei pra buceta e me concentrei no clitóris dele. Chupei, lambi e mordi aquele clitóris até que meu dedo indicador entrou quase inteiro no cu dele. Tirei o dedo. Lambi o cu com bastante saliva. Voltei pro clitóris e comecei a penetração de novo, mas agora com dois dedos. Foi tranquilo. Os dois dedos entraram no cu dele sem nenhuma dificuldade e ainda gozou assim, com dois dedos enfiados no rabo. Saí, me posicionei atrás, e encostei a glande no cu. Só falei pra dizer "cumpri minha palavra" e ele me deu o celular. Liguei a câmera e comecei a empurrar. Metade da cabeça da pica entrou sem dificuldade, mas a partir daí, ela começou a dizer "devagar, devagar, por favor devagar". As nádegas se dobravam pro cu por causa da resistência, então saí. Lambi. Me levantei e enfiei na buceta. Tava encharcada. Até pareceu que fez aquele barulho dos sucos saindo quando o pau entrou. Tirei ele todo brilhante e recomecei. Entrou um pouco mais, mas faltavam uns milímetros pra glande inteira atravessar o cu. Dei umas palmadas. nas nádegas e anunciei: "vou te arrebentar o cu" – "eu quero", ela disse, e empurrei. Ela soltou um grito e afundou o rosto no colchão. Fiquei parado um instante e comecei a bombar. O jeito que ela gritava era uma coisa muito excitante. Ela fazia isso com a cara esmagada na cama. Fiquei assim por um tempo e, quando estava quase toda dentro, vi que ela mexia as mãos e se agarrava nos lençóis. Parei e ela parou de gritar para dizer: "não para agora, filho da puta". Então continuei e meti tudo. Levantei ela de novo pelos peitos e comecei a beijá-la (naquele momento esqueci que ela tinha tomado e lambido todo meu gozo instantes antes). Ela parou de me beijar, segurou meu rosto, olhou nos meus olhos e disse: "foi lindo, obrigada". Aí eu me recostei para trás, deixando ela sentada no meu pau, e falei: "me mostra o quanto você gosta, se quiser o gozo vai ter que tirar". Ela segurou minhas bolas e começou a se mexer, primeiro devagar, depois mais e mais forte, enquanto dizia: "goza, me dá gozo, gostoso, me dá tudo, me enche de porra". E eu gozei. Senti aquelas pontadas nos testículos a cada descarga. "Você gosta de gozo no cu? Gosta que eu encha sua bunda de porra?" – "Sim, gosto, queima tudo, eu gosto". Por sorte já era o fim quando ouvimos a porta, e ela me olhou e, com calma, disse: "minha filha chegou, fica aqui, não se mexe". Ela também não se mexia. "O que foi?" perguntei. "Ah, agora deu medo de você sair de dentro, tô com medo, sensações muito estranhas" – "Vai, não esquenta, quem gosta de pêssego tem que aturar a penugem, eu gostei de te foder o cu, não tô nem aí, vai". Ela saiu e tampou a bunda com a mão para correr pro banheiro. A menina a chamava. Tentei descer da cama e me colocar atrás da porta no momento em que ela se abria, mas ela conseguiu impedir e levou a menina para outro lado. Fiquei ali sozinho, sem saber o que fazer. De repente, ela volta, fecha a porta e começa a me beijar. "Se veste e espera eu avisar pra você ir embora" – "Te Gostou?" — "Me encantei" — "Então eu me lavo, me visto, espero pra ir embora, mas espero que você me ligue quando quiser que eu vá aí te dar uma surra de buceta até sair cocô" — "Você é um pervertido", me beijou e foi embora.
Mas nunca rolou nada além daquela vez. Foi incrível. Às vezes cruzo com ela na rua, como hoje, que me dá vontade de compartilhar a história.
Mas confirmo: a namorada desse amigo não tinha bigode.

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