Do campo à cidade, minha estreia gostosa

Do campo pra cidadeOlá, me chamo Maximiliano, tive uma infância bem tranquila, filho único de um casal mais velho (meu pai tinha 50 anos quando nasci e minha mãe 42), cheguei quando ninguém mais esperava. Minha infância e boa parte da adolescência foi no campo, com meus pais, poucos vizinhos, poucas vizinhas, e menos ainda da minha idade.
Fiz o ensino fundamental numa escolinha rural, e o médio também. Aos 17 anos me formei, e fiquei um ano trabalhando com meu pai até decidir ir estudar engenharia agronômica. Minha mãe falou com o irmão dela, que tinha uma filha estudando e morando sozinha, a ideia era a gente dividir o mesmo apartamento pra ratear as despesas.
Finalmente chegou o dia tão esperado, subi no ônibus com uns malotes, alguns sonhos e muitas ansiedades e dúvidas.
Quando cheguei na cidade onde ficava a universidade, na rodoviária estava me esperando Careen, minha prima. Uma morena gostosa de 25 anos, cabelo bem liso, um olhar que chamava atenção, uma bunda boa, e uns peitos que não eram nada mal.
Desci do busão e ela me recebeu com um abraço, fazia tempo que não a via, e ela tinha mudado pra caramba, além de estar com uma roupa justa que eu nunca tinha visto nela.
Ao me ver com os malotes, ela fala:
C: O apê fica a 7 quadras, mas os malotes tão pesados, pegamos um táxi?
M: Não, pra mim de boa, não são tão pesados, e tô acostumado.
C: Beleza, vamos andando, assim você conhece um pouco e vai se situando.
M: Fechou, tô na sua cola.
Começamos a caminhar e falar de tudo um pouco, entre outras coisas, o quanto a gente tinha mudado, os estudos, os comércios perto da casa dela e outras paradas.
Quando chegamos, ela abriu a porta e puxou uma cadeira pra eu apoiar os malotes.
C: Essa é a cozinha com sala de jantar, quem bagunça arruma.
M: Sim, sem problema, ajudo em casa a organizar, e não sou muito bagunceiro.
C: Ali é o banheiro, nada de se trancar por uma hora… pelo menos se eu tiver em casa…
M: Pode ficar tranquila com isso. Essa é mandona!
C: hahaha, não, é só o primeiro dia, a gente fala tudo, entra num acordo, e depois vive em paz.
M: sim, haha, tava brincando.
C: Esse é o quarto, vem, entra.

Entrei e não era muito grande, perto da janela tinha uma cama de casal, e na parede oposta um beliche.

C: "Aquela é minha" (disse apontando pra de casal), "você escolhe qualquer uma das outras duas."
M: Beleza, fico com a de baixo, não tô acostumado a dormir em cima, não vá que eu esqueça e caia.
C: Se quiser, ocupa as duas, só não usa a minha, e muito menos pra transar.

Senti o rosto queimar. E um arrepio me percorreu. Ela percebeu, talvez porque fiquei vermelho, e continuou.

C: Não seja tímido comigo, priminho, aqui nada de ficar calado, sei que vai trazer sua namorada se tiver, ou uma putinha, que com o corpo que você tem, aqui vão se oferecer. Não quero sentir cheiro ou coisa estranha na minha cama.
M: Não tenho namorada, e não sou de ficar com gatinhas, seja lá o que você chama disso.
C: Sei lá, só por precaução, tem mais uma coisa: se for fazer algo, coloca uma meia na maçaneta, não quero entrar no quarto e te pegar no flagra, e se ver uma meia, não preciso de plateia, então não entra.
M: Repito, não faço essas coisas...

Ela murmurou algo baixo que não entendi direito, mas soou como "que desperdício de macho".

Os dias passaram, conversamos sobre tudo, mas o assunto sexo não voltou a ser tocado.
Uma tarde cheguei mais cedo das minhas aulas introdutórias e vi uma meia na porta do quarto. Fiquei com vergonha (não sei por quê) e fui dar uma volta. Quando voltei, Careen estava sozinha. Não dissemos nada, jantamos falando de outras coisas e depois fomos dormir.
Dois dias depois, o mesmo professor tinha faltado de novo, cheguei cedo novamente e vi uma meia na maçaneta. Dessa vez, a curiosidade foi mais forte que a vergonha e fiquei lendo na mesa. Uns 15 ou 20 minutos depois, a porta do quarto se abre e Careen sai com uma garota, ela já estava com a mochila no ombro, dá um tchau rápido e vai embora.
Começamos a preparar o jantar, e eu não me segurei.

M: você não me disse que a meia era pra quando você estivesse…..
C: sim, pra quando eu não quiser que você entre, ou você não quiser que eu entre…..
M: mas você tava com uma garota…..
C: Sim, Roxy, é uma colega de escola, a gente tava estudando e não queria interrupções

Ele sorriu, servimos a comida e mudamos de assunto.
Na sexta terminei minhas aulas, voltei pra casa, arrumei as malas e peguei o ônibus pra passar o fim de semana na minha casa, com meus pais, que eu não via há 3 semanas.
Domingo à noite voltei, pra ter tempo de estudar. Quando cheguei de novo, vi a meia na porta. Arrastei um pouco as cadeiras pra fazer barulho e anunciar minha presença. Depois de 5 minutos, minha prima e um cara saíram do quarto. Ele deu um oi de cabeça baixa e foi embora.

M: Outro colega de estudos?
C: Kkkkk, você não tem ideia do que me atrapalhou!
M: desculpa, não sabia de nada, senão vinha amanhã.
C: tô te zoando, não tem problema, a gente “estudou” a tarde toda, preciso de um descanso.

Ele sorriu, pegou roupa no armário e foi tomar banho. Eu tava com uns sentimentos estranhos, por um lado ciúmes, mas não sei se era da minha prima, se era porque eu não tinha essa sorte, ou o quê. E por outro lado, culpa por ter interrompido ela.
Essa semana passou normal. Na sexta, ele me diz:

C: se não te incomodar, à noite vem a Roxy, minha colega de estudos, a gente vai tomar um negócio.
M: não, sem problema, não me incomodam
C: esse “a gente” te inclui se você quiser
M: não, não esquenta, não quero atrapalhar.
C: não, não atrapalha, tô te chamando, bobinho.
M: Beleza, mas olha que eu não sou de beber muito (na real, nunca bebia nada, só um gole de sidra nas festas de Natal ou Ano Novo pra brindar)

Quando voltei de estudar, as meninas já estavam sentadas na mesa, com 2 refrigerantes de limão, um fernet e uma garrafa de licor de menta. Deixei minhas coisas no quarto e quando voltei, já Tinha uma cadeira separada e um copo naquele lugar. Comprimentei como devia e sentei. Provei o drinque e era muito tasty.
A gente começou a papear sobre tudo, Roxy pediu desculpa por não ter me cumprimentado na primeira vez que vi ela, conversamos sobre estudos, trabalho, minha infância no campo e muito mais. O primeiro copo acabou e Roxy me preparou outro. As conversas começaram a ficar mais interessantes e as duas ficaram de boca aberta quando eu disse que nunca tinha tido namorada, nem meu primeiro beijo. Depois disso, não lembro de mais nada. Como eu disse, não era de beber, e pelo visto me embebedei.

Quando caí na real, sentia uma enxaqueca do caralho, tava deitado na cama da Careen, com uma cueca que não era a minha, sem mais nada vestido, e na minha frente minha prima de calcinha e sutiã. Pulei da cama e entrei em pânico!

M: Que que houve?
C: Você se embebedou toda, priminho, cê é fraquinho!
M: Fraquinho?
C: Fraquinho mesmo
M: Mas o que aconteceu?
C: Com o quê?
M: Tô com outra cueca, na sua cama, deitado com você, o que houve? A gente fez alguma coisa?
C: hahaha, não, não fizemos nada, fica tranquilo.

Ela levantou, preparou o mate, e começou a me contar que eu comecei a falar besteira, vomitei no banheiro, elas me mandaram tomar banho, entrei e saí só de cueca, sentei na mesa, dormi, me acordaram e me mandaram deitar. Quando Careen foi se deitar, eu já tava dormindo, como não conseguiu me acordar, deitou do meu lado e não rolou mais nada. Eu tava morrendo de vergonha.

Ela preparou uma carne assada com batata pro almoço. Quando nossos olhares se cruzavam, ela sorria e seguia com o que tava fazendo.

M: Fala a verdade, aconteceu alguma coisa?
C: Não
M: Então por que você me olha e ri?
C: Na real, aconteceu sim, quando você foi tomar banho e saiu meio molhado e só de cueca, a Roxy ficou toda excitada, e você teve seu primeiro beijo, mas nada além disso, quase te pegou pra levar pro quarto, mas preferimos não te mexer muito pra você não vomitar de novo.

Naquela hora, eu queria que o chão se abrisse e me engolisse. terra.
Deitei pra tirar um cochilo pra passar a dor de cabeça, mas só de pensar que uma mina tinha me beijado, tinha tentado me estuprar, e que dormi de cueca, com a raba da minha prima encostada no meu pau, me atormentava e eu não conseguia dormir.
Naquela noite, a Careen saiu e eu fiquei sozinho em casa… O tempo todo pensando e com mil ideias rodando na cabeça. Como não acontecia há muito tempo, senti necessidade de bater uma, e não conseguia tirar a imagem da minha prima da cabeça.
Quando acordei, ela tava dormindo, de novo de cueca, e eu fiquei excitado de novo.

Saímos pra caminhar naquela tarde, passear e tomar mate. Não falamos mais do assunto, mas muitas perguntas vinham na minha mente. À noite, a Roxy chegou em casa pra comer, e de novo com um fernet.
Começamos a beber, conversar, mas dessa vez tomei só um copo e parei. As conversas foram desviando, elas continuavam bebendo e se soltando. Eu, com só uns goles, já tava com a língua solta e não consegui segurar algumas perguntas.

M: Aquela vez que vocês saíram do quarto, tavam mesmo estudando?
C: Não se faz de inocente, priminho.
R: Não somos sapatão, mas… de vez em quando tem que variar.
M: Como assim?
C: Assim, olha (chegou perto da Roxy e comeu a boca dela).
M: Foi assim que você me beijou, Roxy?
C: Não, assim… A Careen chegou, começou a beijar meu pescoço, mordiscar minha orelha, seguiu pela bochecha, o canto da boca e depois a boca.
R: (meio corada pela minha pergunta inesperada) Não, assim… e repetiu a mesma coisa do outro lado.
C: Tá, tá… vai tudo pro caralho, e ainda por cima amanhã é segunda… Se a gente se empolgar, pode terminar mal.

Roxy se afastou ainda mais corada do que tinha chegado, beberam mais um pouco, e daí a pouco ela foi embora. Careen pegou roupa e entrou no chuveiro. Enquanto isso, eu fiquei arrumando e limpando.
Ela saiu do banho com um conjunto vermelho, muito sexy, e bem pequeno que não deixava muito pra imaginação.
Ela pega na minha mão e fala:

C: vamos dormir, se quiser, a gente deita igual na outra noite, você me deu muita ternura.
M: Beleza, sem problema, vou tomar um banho e deitar.

Como prometi, tomei banho e deitei do lado dela.

C: Tá calor, e eu já te conheço de cueca, não seja tímido, tira esse short, sem problema.

Com vergonha, tirei e começamos a conversar. Quando chegou a vez do que tinha acontecido, nenhum dos dois sabia como começar, então resolvi tomar a palavra.

M: Desculpa pelas perguntas, não sei por que abri a boca.
C: Não, priminho, sem problema (encostando a bunda em mim, fazendo colherinha).
M: Desculpa pelo beijo, parece que você não gostou que eu fiquei parado com a Roxy.
C: Não se desculpa, não me incomodou.
M: Sua cara mudou.
C: Bom, sim, deu um pouco de ciúme, mas não tem problema.
M: É coisa sua?
C: Amiga.
M: E o beijo?
C: A gente é bi, quando dá vontade, a gente trepa, mas só isso, não conta pra ninguém, só nós três sabemos. Não é nada sério nem nada demais, é só questão de ter a mente aberta.
M: Fica tranquila, não conto pra ninguém, mas como é que vocês transam?
C: Pelo que eu tô vendo, você tá interessado no assunto. (Ela mexeu a bunda, e naquele momento minha mente percebeu que a ereção que eu tinha tava encostando nela.)
M: Mil desculpas, priminha (me afastando pra trás), não quero te ofender.
C: Não me ofende.
M: Desculpa, não sei o que deu em mim.
C: O que deu em você se chama excitação, bobinho.
M: Não, eu sei, mas desculpa, não sei por que fiquei excitado, não devia, desculpa.
C: Não se preocupa, sem problema, não me incomoda… muito pelo contrário, me lisonjeia, alguém repara em mim.
M: Desculpa, você é minha prima e eu sei que é errado.
C: Só falta você pedir desculpa pelo beijo de um tempo atrás.

Antes que eu pudesse responder alguma coisa, ela se virou e me beijou de novo, sem me deixar falar nada.

C: Quando você chegou, achei um desperdício você ser tão gostoso e ninguém ter te aproveitado, e não sei se não comecei a sentir vontade de você desde aquele dia, sexta-feira. quando você saiu do banheiro e te vi pela primeira vez de cueca, me excitou só de olhar, e quando a Ro te beijou, morri de ciúmes. hoje de novo, percebo que você fica duro comigo, ou seja, a vontade é mútua.

M: não, mas…
C: não, mas nada… relaxa que você vai se divertir, guy!

Ela se virou, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, me beijou de novo e só se afastou pra me mandar fechar os olhos, não resistir e não falar. Obedeci, e senti ela sair da cama, voltar, levantar minhas mãos e amarrá-las na cabeceira da cama, acendeu a luz do criado-mudo e subiu em cima de mim.

C: disso você nunca vai esquecer, você não fala nada… só sente.

Ela beijou meu pescoço, percorreu ele mordiscando, fez o mesmo com as duas orelhas. Eu sentia que a pica ia explodir. Continuou beijando o peito e desceu até o elástico da cueca.

C: parece interessante… mas o desejo é mais tentador.

Subiu beijando, até chegar na minha boca, me deu um beijo curto, se afastou, tirou o sutiã e falou no meu ouvido com uma voz bem sensual: “conhece o que é um peito”. Pressionou o peito na minha boca e comecei a chupar como se fosse uma mamadeira. Ela desceu a mão e colocou dentro da calcinha fio dental, notei como ela se agitava cada vez mais e começava a gemer. Se afastou só um pouco, o suficiente pra virar e aproximar o outro peito, onde repeti a mesma coisa.

Se levantando, e ficando de pé na frente da cama, virou de costas e começou a tirar bem devagarinho a calcinha fio dental minúscula, fazendo o desejo me enlouquecer. Eu seguia os movimentos de vai e vem com o olhar, atônito, sem acreditar, mudo. De costas, andou até os pés da cama, se abaixou e terminou de tirar aquela calcinha divina. Se cobrindo, se virou e bem aos poucos tirou as mãos, me deixando ver uma buceta bem depiladinha, perfeita!

Apoiando primeiro as mãos na cama, e depois os joelhos, começou a beijar meus pés, depois por dentro das pernas, engatinhando pra cima, beijando bem devagar até a beirada da elástico da cueca. Ela me olhou com maldade e continuou beijando minha barriga, pescoço e boca. Apoiou a buceta molhada no meu pau, ainda coberto pela cueca, e disse:

C: hummm... O que você tem aí? Parece promissor!
M: Você tá me deixando louco, priminha, já nem sei se isso é certo ou errado, mas quero que continue!
C: Assim que eu gosto... Porque vou tirar essa vontade!

De quatro, ela se virou, passou uma perna pro outro lado da minha cabeça e comentou:

C: Olha como minha buceta tá, toda molhadinha! Você gosta?
M: Sim, priminha!
C: Você gosta da minha bundinha pequena?
M: Adoro!
C: Se comporta direito que você vai encher ela de porra!

Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela apoiou a virilha na minha boca e pediu pra eu chupar...

C: Vai, cara... Chupa, lambe meu clitóris, me faz gemer!

Ela puxou minha cueca pra baixo de uma vez, segurou meu pau com a mão e começou a beijar tudo em volta, a beijar a base, lamber o comprimento inteiro, a cabecinha, até meter na boca. Eu sentia ela gemer cada vez mais agitada, se mexendo, até que chegou um momento em que o corpo todo dela ficou tenso, segundos depois ela começou a chupar mais forte e com mais ritmo, eu não aguentei muito até ter meu primeiro orgasmo compartilhado! Ela tomou toda a porra e continuou até eu me contorcer de prazer!

Ela se levantou, foi até a cozinha e voltou cinco minutos depois, escrevendo no celular e com um copo de fernet na mão. Tirou uma foto minha e riu.

C: Roxy mandou lembranças... Ela também quer.
M: O quê? Você contou pra ela?
C: Sim... hahaha, relaxa, ela sabia que um dia isso ia acontecer, hoje ela quis me ganhar!
M: Depois apaga essa foto!
C: E a Roxy também?
M: Você já mandou pra ela?
C: Sim, não se preocupa, você vai mostrar pra ela pessoalmente... Se se comportar direito.

Ela deixou o copo de fernet na mesinha de cabeceira, voltou a ficar de quatro na cama, me beijar na boca, descer, me tocar, chupar meu pau e me olhar com um sorriso maroto...

C: Pronto pra segunda parte?
M: Já nem sei o que te dizer!
C: Relaxa, ele fala por você!

Em menos tempo do que Um galo cantou, ela já estava em cima de mim com minha pica na mão, e roçando o clitóris dela com a cabecinha, bem devagar foi aproximando até começar a entrar.

M: Não devíamos usar camisinha?
C: Para de ser tão certinho… camisinha se diz, e não, tomo pílula, então não se preocupa que não vou engravidar! E isso eu não faço sem camisinha com qualquer um, então pelo resto também não se preocupa!

Ela começou a acelerar o ritmo bem devagar, dessa vez eu aguentei mais, até sentir as contrações dela de novo e isso me fez explodir! A gente tinha gozado junto!
Ela se deitou de lado, do meu lado, me desamarrou e sussurrou no meu ouvido

C: Descansa, priminho, que já foi demais pra sua primeira vez,
M: Me sinto estranho
C: haha, vai se acostumando
M: Vai se repetir?
C: Pode crer, você tem muito potencial. Dorme, e nem pense em se vestir hoje!

Apagou a luz, me abraçou e a gente dormiu.

Mais pra frente vou contar como a história continua.
Dr Pchs

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