Nunca pensei que matar aula ia me trazer tanta consequência. Só queria faltar mesmo, mas minha mãe não deixou, e não tive outra opção senão matar. A prova de matemática que a gente tinha naquele dia era o motivo. Não entendia nada, até porque não tinha estudado, então escolhi o caminho mais fácil. Já no carro com meu pai, fiquei pensando nisso, e quando chegamos na escola, me decidi. Dei tchau pro meu pai e desci; cumprimentei uns colegas na porta e esperei meu velho ir embora. Aí contei meu plano pros meus amigos, na esperança de algum deles entrar junto e ser meu cúmplice, mas não rolou. Ninguém quis me acompanhar, e tive que me virar sozinho. A primeira coisa que pensei foi pra onde ir; não tinha grana, então as opções eram poucas. O único lugar que me veio foi minha casa. Meus pais tinham ido trabalhar, e minha irmã, pra faculdade. Era perfeito. Então, sem pensar duas vezes, voltei andando pra casa.
Cheguei em uns 15 minutos, e quando ia entrar, ouvi umas vozes. Tão roubando, pensei; na hora, tentei aguçar a audição e reconheci a voz da minha irmã Florencia. Deve ser que a vagabunda aproveitou que não tinha ninguém e chamou o namorado, falei comigo mesmo. Como não queria que ela me visse, logo procurei minha entrada alternativa pra entrar e sair de casa. Já tinha usado ela várias vezes e ainda não tinham descoberto. Passei pela cerca baixa do vizinho e usei uns vasos pra subir no muro que separa o quintal. Olhei e não vi movimento, então pulei e corri até a janela do meu quarto, que eu sempre deixava um pouco aberta. De fora, abri ela completamente, e como não tinha grade, consegui entrar. Pronto, pensei. No meu quarto, tinha meu notebook e wi-fi, o necessário pra não ficar entediado. Liguei ele e entrei no Poringa pra me divertir um pouco. Tava bem entretido quando ouvi as vozes de novo. A voz masculina definitivamente não era do namorado da minha irmã, aí a curiosidade bateu forte e, mesmo correndo o risco de ser descoberto, Saí do quarto. Fui na ponta dos pés até a sala e fiquei escondido atrás de um pilar. Aí eu vi: minha irmã e meu vizinho estavam conversando sentados no sofá. Pensei em voltar pro meu quarto, mas alguma coisa me disse que eu devia ficar pra espiar. No começo, eles falavam de coisas bestas, tipo o tempo, a faculdade e essas paradas. Num momento, o celular da minha irmã tocou, e ela levantou pra atender. Tava em cima da mesa da cozinha, então ela foi até lá.
Aí pude ver a cara do meu vizinho, que seguiu minha irmã com o olhar. Ele tinha cara de tarado e tava olhando diretamente pra bunda dela. E não era pra menos, minha irmã Floppy, como chamamos em casa, desde pequena andava de patins, o que fez ela ter uma bunda bem redonda, dura e empinada, que mais de uma vez eu também tinha olhado com tesão. Ainda por cima, Flor tava com o pijama de algodão rosa clássico dela, que costumava usar sem sutiã e com uma calcinha fio dental que marcava na bunda por cima da calça. Ela continuava falando e, sem perceber, se mexia pra um lado e pro outro; passava a mão no cabelo, fazendo os peitos dela parecerem maiores do que eram, e apoiava os cotovelos na mesa, colocando a bunda em primeiro plano pro vizinho, que não perdia um detalhe. Vi que o vizinho, não lembro o nome dele, acho que era Héctor, se tocou na virilha várias vezes. Aí tenho que admitir que me deu um certo tesão ver minha irmãzinha sendo observada por um cara de 45 anos como meu vizinho. Florencia desligou o celular e voltou pra sala.
— Seus pais? — perguntou Héctor, puxando conversa.
— Não, meu namorado — disse Flor.
— Ah, tem namorado. É novinha pra ter namorado.
— Não sou novinha, tenho 19 anos.
Notei um brilho nos olhos de Héctor quando ouviu a idade.
— Ele vem pra cá? Quer que eu vá embora? — perguntou meu vizinho.
— Não, pelo contrário, me deu um bolo. Não pode vir.
— Que merda — ele disse.
— É, ainda mais que não fui pra facul por esperar ele; agora vou ficar entediar sozinha.
—Tô aqui, não precisa ficar entediada, ele disse.
Minha irmã deu um sorriso inocente, sem perceber a lascívia com que ele a olhava.
—E o que você me sugere pra não ficar entediada? — ela disse.
—Sei lá, podemos fazer uns drinks — disse Héctor, apontando pro minibar do meu pai.
—Você sabe fazer drinks?
—Sim, alguns. O que acha?
—Ok — disse Flor.
Eles se levantaram e foram até o minibar, onde começaram a pegar várias garrafas.
—O que vai pedir? — ele disse, como se fosse um barman.
—Um daiquiri — ela pediu.
—Daiquiri leva fruta, liquidificador, muita bagunça. Mas vou te fazer um drink que você vai gostar.
Dito isso, começou a misturar várias bebidas numa coqueteleira e bateu tudo. Depois, serviu o resultado da mistura num copo e deu pra Floppy provar.
—Gostoso, um pouco forte, mas gostoso — ela disse.
—Agora vou te fazer outro, que é o que eu faço melhor.
Héctor misturou de novo e serviu outro copo.
—Toma esse e depois prova esse aqui.
Flor foi tomando o primeiro drink em goles pequenos e depois foi pro outro.
—Uau!! É fortíssimo. O que tem?
—Vodca, gim… — e foi listando uma por uma as bebidas que tinha.
Claramente percebi que o cara queria embebedar ela.
Depois de alguns minutos, notei que minha irmã ria mais seguido e percebi que já tava bêbada. Héctor também se ligou, porque começou a falar coisas mais picantes.
—Então tava esperando seu namorado? Imagino o que iam fazer.
Floppy ria.
—Olha só a menina, os pais saem e ela faz a festinha com o namorado. Vem, vamos preparar um drink juntos.
Floppy se aproximou e Héctor tratou de se posicionar atrás dela. Eu não tinha uma boa visão porque a bancada do minibar tampava, mas adivinhava que ele tava se encostando nela. Colocou as mãos sobre as mãos dela e foi guiando com movimentos lentos. Serviram de novo várias garrafas na coqueteleira e se prepararam pra agitar. Aí vi como Héctor aproveitou e, com os braços, roçava os peitos de Flor. No final, serviram num copo e, como sempre, ele deu pra ela beber. Quando o Héctor saiu de trás do minibar, eu vi que ele tava com um puta tesão nas calças, com certeza provocado pelo contato com aquela bunda enorme que a Floppy tem, que continuava bebendo como se nada.
Nessa hora, o Héctor voltou pro sofá e sentou, acho que pra disfarçar a pica dura que tava; minha irmãzinha ficou de pé.
— Vem cá, não vai me deixar sozinho? — ele falou.
A Floppy se aproximou e ia sentar, quando ele pegou ela pela cintura e fez ela sentar em cima dele.
— O que cê tá fazendo? — disse a Flor, que ainda tava com o copo na mão.
— Por que a gente não brinca que eu sou seu namorado? Cê vai gostar — falou o Héctor.
A Flor tentava se levantar, mas cada tentativa era em vão, e ela caía de novo contra a pica dura do Héctor.
— Olha como cê me deixou, gostosa. Tá sentindo? Tô com a pica dura igual aço.
— Eu tenho namorado — ela disse, tentando se controlar.
— Não tô nem aí, não vou sair daqui sem te comer — falou ele, todo excitado.
A Flor tava assustada, dava pra ver nos olhos dela. O Héctor aproveitou que ela ficou parada e subiu as mãos da cintura pros peitos dela.
— Que peitão!!! Vou fazer um banquete.
Ele baixou as mãos de novo pra tirar a parte de cima do pijama dela, deixando ela de peitos de fora. Na hora, colocou as mãos nos dois peitos nus da Floppy. Apertava, apalpava do jeito que queria, confesso que também fiquei com vontade de tocar naqueles dois peitões. Depois de um tempo apalpando os seios dela, acho que minha irmã começou a ficar excitada. Não dava pra saber com certeza, mas os olhos dela fecharam e a língua molhava os lábios toda hora. A certeza veio quando ela começou a rebolar a bunda no pau do Héctor. Ela mexia a bunda em círculos, como se quisesse sentir mais a dureza da pica, que eu imaginava que já tava prestes a explodir.
— Cê tá com tesão, gostosa, né?
— Sim — falou a Floppy bem baixinho.
— Não Relaxa, que eu vou cuidar de você.
Héctor se levantou, fazendo Flor se levantar também.
— Eu tenho o que você precisa — ele disse.
Meu vizinho começou a desabotoar o cinto e deixou a calça cair, ficando só de cueca.
— Aqui tenho o que seu namorado não te dá — disse ele, segurando a pica por cima do slip.
Floppy olhava pra ele sem dizer nada. Héctor abaixou o slip e deixou à mostra uma pica grande, muito grande, eu diria, digna daquelas que se vê no pornô. Calculo que devia ter uns 20 centímetros fácil, pra não dizer mais. Meu pau tem 16 centímetros, e essa era bem mais longa, e além disso grossa, parecia deformada. Minha irmã também ficou impressionada, porque fez uma cara de surpresa danada. Héctor percebeu isso e na hora disse:
— Que carinha!!! Seu namoradinho não tem uma assim?
Flor não disse nada.
— O que tá esperando? Olha que eu não tirei ela pra respirar. Abaixa e chupa — ele apressou.
Floppy, bem submissa, obedeceu. Se ajoelhou e pegou aquele membro descomunal com as mãozinhas. Em seguida, abriu a boca, esticou a língua e começou a dar lambidas na cabeçona da pica do Héctor. Flor lambia a pica toda, desde os ovos até a cabeça, como se fosse um sorvete.
— Abre essa boquinha e chupa direito — ele disse.
Minha irmã obedeceu, e Héctor enfiou uma boa parte da pica pra dentro.
— Que boquinha mais gulosa você tem. Faz muitos boquetes no seu namorado? — ele perguntou.
Minha irmã confirmou com a cabeça. Meu vizinho segurou ela pela nuca e forçou ela a engolir a pica toda. Parecia incrível, mas os 20 centímetros tinham sumido na boca da Floppy, que começou a mamar devagar, se ajudando com as mãos. Héctor "ajudava" puxando e empurrando ela pela nuca. Depois de um tempo, acelerou o ritmo, a ponto de parecer que tava comendo ela pela boca. Antes de gozar, tirou a pica e "lavou" o rostinho todo da minha irmã com o leite dele.
— Agora vou te comer de verdade, vou arrebentar essa bunda empinada que você tem!!!
— Não, pelo... — Booty não — disse ela, assustada.
— Não me diga que você só dá pro seu namorado, não seja ruim — implorou ele.
— Não, pela Booty nunca…
— Não pode ser. Com a bunda que você tem, seu namorado nunca te arrombou.
— Não, meu namorado diz que pela Booty é coisa de viado — disse Flor.
— Ele é um idiota, se você fosse minha namorada, eu te levaria pendurada na pika. Acho que o viado é ele.
— Não, mesmo assim não, pela Booty não — disse ela, bem decidida, ou pelo menos foi o que pareceu.
— Calma, vamos começar normal, vem — disse ele, guiando ela até o sofá.
Héctor sentou e tirou a camiseta, depois foi tirando a calça do pijama de Flor, deixando ela só de uma calcinha fio dental branca.
— Tira a calcinha — disse ele.
Flor obedeceu.
— Hummm, que buceta mais linda, acho que precisa de uma linguadinha.
Imediatamente, ele deitou a Floppy no sofá e mandou ela abrir as pernas, colocando-as nos ombros dele. Foi descendo o rosto e enfiou a boca na buceta da minha irmã. Ficou ali um tempão. Flor já estava entregue e gemia desesperadamente.
— Seu namorado não chupa você assim?
— Não, não, ah ah.
— Você gosta?
— Sim, hummm hummm.
Héctor se reajeitou, levantando e sentando direito.
— Vem, gostosa, agora é sua vez de me montar.
Vocês não imaginam a rapidez com que Flor subiu em cima da pika do Héctor. Sentou em cima e começou a se mexer. Subia e descia, se enfiando sozinha. A cara dela era de prazer extremo, os olhos semicerrados, mordendo os lábios e cavalgando de forma selvagem. Aproveitando que ela estava entregue, Héctor agarrava as nádegas dela e tentava abri-las o máximo possível. Logo percebi pra quê, quando ele enfiou um dedo no cu dela. Flor não sentiu, ou não ligou, porque continuou cavalgando como se nada. Enquanto isso, Héctor metia e tirava o dedo, como se estivesse comendo ela. Num momento, Flor se abraçou no Héctor e acelerou ao máximo a foda. Vocês não imaginam os gemidos fortes que ela soltava. De repente, ela parou, e eu soube que tinha gozado, ou pelo menos ela, porque ele continuava. com o dedo dele penetrando o cu dela.
- Para, por favor, disse Flor, por aí não.
- Vai, deixa eu experimentar; você não sabe se não gosta se nunca tentou. Além disso, quem vai te comer, se seu namorado não curte por aí.
Flor se levantou meio nervosa.
- Não sei, disse ela.
O filho da puta do meu vizinho já tinha ela na mira. Flor tava prestes a entregar a bunda.
- Olha, vamos tentar, se você não gostar a gente para.
- Tá bom, ela falou, mas devagar, e se eu disser para, a gente para.
Vocês não têm ideia do sorriso que se abriu na cara dele. Ele já tava se tocando na pica de novo, dura.
- Por que a gente não vai pro seu quarto?, ele disse.
Quando ouvi isso, saí correndo pro meu quarto pra me esconder. Na hora, ouvi o barulho da porta ao lado do meu quarto. Saí devagar. Eles tinham fechado a porta, não dava pra ver nada; sem perceber, eu tava com um tesão do caralho, queria ver como iam arrebentar a bunda da minha irmã, então, arriscando tudo, coloquei a mão na maçaneta e, bem devagar, girei, abrindo a porta e deixando ela entreaberta. Por sorte, não me viram.
Flor já tava deitada na cama de bruços, e debaixo da barriga dela tinha o urso gigante que o corno do namorado dela tinha dado. O Héctor tava chupando a bundinha apertada dela, fazendo ela gemer de novo, e com o dedo ele ajudava a alargar o buraquinho virgem da minha irmã.
- Tá pronta?, ele perguntou.
- Tô, ela disse, bem pouco convencida.
Pouco importou pra ele, que rapidinho encaixou a pica no anelzinho traseiro apertado da Floppy e começou a empurrar.
- Devagar, ela reclamou.
Héctor continuou empurrando.
- Tá doendo, para!!!
- A cabecinha entrou, já passou, tenta se acalmar.
Meu vizinho continuou fazendo força.
- Tá doendo, tira, dizia Flor.
- Sh sh, falta pouco, ele falou, mentindo, porque da minha posição dava pra ver que ele tinha mais da metade da pica pra fora.
- Tira, tira, ela gritou e tentou se mexer.
Ao notar isso, Héctor, num ato muito cruel, deixou cair todo o peso dele, enfiando tudo na minha irmã até o talo. O grito que pegada foi terrível. Ele, enquanto isso, sorria de um jeito perverso.
—Tira, você tá me partindo — implorava Floppy, pedindo piedade.
—Nem fodendo, agora vou te comer.
Flor começou a espernear, tentando se soltar, mas era impossível; Héctor tinha 20 centímetros de carne cravados na bunda dela.
—Devagar, por favor — disse Flor, percebendo o que vinha pela frente.
Héctor começou a tirar o pau e, antes de soltar, enfiou de novo na raba da minha irmã, que gritou como se tivesse levado uma porrada. Esse movimento ele repetiu, e assim começou a bombar. Metia com tudo. Ploc-ploc-ploc, era o som que as bolas dele faziam batendo na bunda da Flor. Ele comeu o cu dela por mais de meia hora; nessa altura, Floppy já tinha parado de gritar, e não dizia nada, só se ouvia o som da respiração dela, ofegante. De repente, Héctor tirou o pau e eu vi o buraquinho da Flor. Tava bem alargado, com sangue e porra. Me deu uma certa pena. Mas aí olhei pra baixo e vi que eu tava com uma ereção enorme. Sem perceber, mexi na porta e Héctor virou a cabeça. Me viu. Corri pro meu quarto e me tranquei. Não passaram nem 2 minutos e eu ouvi a porta da rua bater.
Saí do meu quarto e fui direto pro da minha irmã, que tava na cama na mesma posição de antes. Fui pegar minha mochila e decidi sair de casa. O que eu tinha acabado de ver me deixou louco. O filho da puta do meu vizinho tinha comido minha irmã. Não cheguei a sair na rua quando ouvi alguém me chamar:
—O que cê tá fazendo? Mano, vem aqui um pouco.
Era o Héctor. Com muito medo, me aproximei e perguntei: “Aconteceu alguma coisa?”
—Sim. Acontece que você devia estar na escola — ele disse.
—E daí? — perguntei.
—Eu não falo nada, se você não falar nada do que viu.
—Ok — falei, pra vazar o mais rápido possível.
—O que você viu? — ele perguntou.
—Tudo — respondi.
—O que é tudo?
—Desde que começaram a fazer os drinks.
—Ah, beleza, mas que fofoqueiro que o menino é. Então você viu o quão puta sua irmã é.
Não falei nada.
—Vamos Fazer de conta que isso nunca aconteceu, você segue seu caminho e eu o meu, tá?
– Sim, eu disse, e saí andando o mais rápido que pude.
Caminhei sem rumo até que chegou a hora de voltar pra casa. Quando entrei, encontrei a Flor na cozinha tomando um suco. Cumprimentei e perguntei:
– Você não tinha que ir pra faculdade?
– Não tava me sentindo muito bem, tô naqueles “dias” das mulheres, sabe?, ela disse, mentindo pra mim. Qualquer coisa, tô no meu quarto deitada.
Olhei como ela andava e percebi que tava fazendo um esforço pra caminhar normal; mesmo assim, dava passos pequenos e mancava.
A dor na bunda continuou por dias, e nesse tempo ela não foi pra faculdade, não saiu de casa, nem quis sair com o namorado.
Quando eu tava começando a esquecer o que tinha visto, uma semana depois, encontro o Héctor perto de casa, e o filho da puta me dá uma carta pra minha irmã. Peguei e, antes de entregar, fiquei curioso e li; dizia o seguinte:
“Florencia, queria te pedir desculpas pelo que aconteceu. Não consegui me segurar. Você tem uma bunda linda e é um desperdício o idiota do seu namorado não aproveitar. Se você deixar, eu gostaria de ter o privilégio de te comer de novo. Se aceitar, é só vir até minha casa. Posso garantir que você vai gostar.”
Assim que terminei de ler, pensei em rasgar e não contar nada pra Floppy. Mas, no fim, era uma decisão dela, então quando cheguei em casa, entreguei:
– O vizinho me deu isso pra você, falei.
O rosto dela ficou pálido; arrancou a carta da minha mão e leu na hora.
– Você leu?, perguntou, muito nervosa.
– Não, menti. Por quê? O que diz?
– Nada, é sobre um trabalho; essa tarde tenho que ir vê-lo.
Não acreditei no que tava ouvindo.
– Você vai?, perguntei, surpreso.
– Vou, mas não sei se à tarde, acho que devia ir agora. Não se preocupa se eu demorar.
Fiquei mudo vendo minha irmãzinha ir pra casa do vizinho se deixar comer. Não consegui me segurar e, atrás dela, saí. Ei. Espera até eu entrar na casa do Héctor e procurar uma janela pra poder espiar. Encontrei. Uma janelona com as cortinas abertas, que dava pra ver tudo que rolava lá dentro. De novo vi ele macetando minha irmã e comendo ela de todos os jeitos; num dado momento, o Héctor olhou pra janela onde eu tava e me piscou um olho. O filho da puta tinha deixado ela aberta de propósito.
Desde aquele dia, a gente tem um acordo tácito, onde duas ou três vezes por semana que ele fode a Floppy, ele me deixa espiar eles. Assim, virei um voyeur da minha própria irmã.
Cheguei em uns 15 minutos, e quando ia entrar, ouvi umas vozes. Tão roubando, pensei; na hora, tentei aguçar a audição e reconheci a voz da minha irmã Florencia. Deve ser que a vagabunda aproveitou que não tinha ninguém e chamou o namorado, falei comigo mesmo. Como não queria que ela me visse, logo procurei minha entrada alternativa pra entrar e sair de casa. Já tinha usado ela várias vezes e ainda não tinham descoberto. Passei pela cerca baixa do vizinho e usei uns vasos pra subir no muro que separa o quintal. Olhei e não vi movimento, então pulei e corri até a janela do meu quarto, que eu sempre deixava um pouco aberta. De fora, abri ela completamente, e como não tinha grade, consegui entrar. Pronto, pensei. No meu quarto, tinha meu notebook e wi-fi, o necessário pra não ficar entediado. Liguei ele e entrei no Poringa pra me divertir um pouco. Tava bem entretido quando ouvi as vozes de novo. A voz masculina definitivamente não era do namorado da minha irmã, aí a curiosidade bateu forte e, mesmo correndo o risco de ser descoberto, Saí do quarto. Fui na ponta dos pés até a sala e fiquei escondido atrás de um pilar. Aí eu vi: minha irmã e meu vizinho estavam conversando sentados no sofá. Pensei em voltar pro meu quarto, mas alguma coisa me disse que eu devia ficar pra espiar. No começo, eles falavam de coisas bestas, tipo o tempo, a faculdade e essas paradas. Num momento, o celular da minha irmã tocou, e ela levantou pra atender. Tava em cima da mesa da cozinha, então ela foi até lá.
Aí pude ver a cara do meu vizinho, que seguiu minha irmã com o olhar. Ele tinha cara de tarado e tava olhando diretamente pra bunda dela. E não era pra menos, minha irmã Floppy, como chamamos em casa, desde pequena andava de patins, o que fez ela ter uma bunda bem redonda, dura e empinada, que mais de uma vez eu também tinha olhado com tesão. Ainda por cima, Flor tava com o pijama de algodão rosa clássico dela, que costumava usar sem sutiã e com uma calcinha fio dental que marcava na bunda por cima da calça. Ela continuava falando e, sem perceber, se mexia pra um lado e pro outro; passava a mão no cabelo, fazendo os peitos dela parecerem maiores do que eram, e apoiava os cotovelos na mesa, colocando a bunda em primeiro plano pro vizinho, que não perdia um detalhe. Vi que o vizinho, não lembro o nome dele, acho que era Héctor, se tocou na virilha várias vezes. Aí tenho que admitir que me deu um certo tesão ver minha irmãzinha sendo observada por um cara de 45 anos como meu vizinho. Florencia desligou o celular e voltou pra sala.
— Seus pais? — perguntou Héctor, puxando conversa.
— Não, meu namorado — disse Flor.
— Ah, tem namorado. É novinha pra ter namorado.
— Não sou novinha, tenho 19 anos.
Notei um brilho nos olhos de Héctor quando ouviu a idade.
— Ele vem pra cá? Quer que eu vá embora? — perguntou meu vizinho.
— Não, pelo contrário, me deu um bolo. Não pode vir.
— Que merda — ele disse.
— É, ainda mais que não fui pra facul por esperar ele; agora vou ficar entediar sozinha.
—Tô aqui, não precisa ficar entediada, ele disse.
Minha irmã deu um sorriso inocente, sem perceber a lascívia com que ele a olhava.
—E o que você me sugere pra não ficar entediada? — ela disse.
—Sei lá, podemos fazer uns drinks — disse Héctor, apontando pro minibar do meu pai.
—Você sabe fazer drinks?
—Sim, alguns. O que acha?
—Ok — disse Flor.
Eles se levantaram e foram até o minibar, onde começaram a pegar várias garrafas.
—O que vai pedir? — ele disse, como se fosse um barman.
—Um daiquiri — ela pediu.
—Daiquiri leva fruta, liquidificador, muita bagunça. Mas vou te fazer um drink que você vai gostar.
Dito isso, começou a misturar várias bebidas numa coqueteleira e bateu tudo. Depois, serviu o resultado da mistura num copo e deu pra Floppy provar.
—Gostoso, um pouco forte, mas gostoso — ela disse.
—Agora vou te fazer outro, que é o que eu faço melhor.
Héctor misturou de novo e serviu outro copo.
—Toma esse e depois prova esse aqui.
Flor foi tomando o primeiro drink em goles pequenos e depois foi pro outro.
—Uau!! É fortíssimo. O que tem?
—Vodca, gim… — e foi listando uma por uma as bebidas que tinha.
Claramente percebi que o cara queria embebedar ela.
Depois de alguns minutos, notei que minha irmã ria mais seguido e percebi que já tava bêbada. Héctor também se ligou, porque começou a falar coisas mais picantes.
—Então tava esperando seu namorado? Imagino o que iam fazer.
Floppy ria.
—Olha só a menina, os pais saem e ela faz a festinha com o namorado. Vem, vamos preparar um drink juntos.
Floppy se aproximou e Héctor tratou de se posicionar atrás dela. Eu não tinha uma boa visão porque a bancada do minibar tampava, mas adivinhava que ele tava se encostando nela. Colocou as mãos sobre as mãos dela e foi guiando com movimentos lentos. Serviram de novo várias garrafas na coqueteleira e se prepararam pra agitar. Aí vi como Héctor aproveitou e, com os braços, roçava os peitos de Flor. No final, serviram num copo e, como sempre, ele deu pra ela beber. Quando o Héctor saiu de trás do minibar, eu vi que ele tava com um puta tesão nas calças, com certeza provocado pelo contato com aquela bunda enorme que a Floppy tem, que continuava bebendo como se nada.
Nessa hora, o Héctor voltou pro sofá e sentou, acho que pra disfarçar a pica dura que tava; minha irmãzinha ficou de pé.
— Vem cá, não vai me deixar sozinho? — ele falou.
A Floppy se aproximou e ia sentar, quando ele pegou ela pela cintura e fez ela sentar em cima dele.
— O que cê tá fazendo? — disse a Flor, que ainda tava com o copo na mão.
— Por que a gente não brinca que eu sou seu namorado? Cê vai gostar — falou o Héctor.
A Flor tentava se levantar, mas cada tentativa era em vão, e ela caía de novo contra a pica dura do Héctor.
— Olha como cê me deixou, gostosa. Tá sentindo? Tô com a pica dura igual aço.
— Eu tenho namorado — ela disse, tentando se controlar.
— Não tô nem aí, não vou sair daqui sem te comer — falou ele, todo excitado.
A Flor tava assustada, dava pra ver nos olhos dela. O Héctor aproveitou que ela ficou parada e subiu as mãos da cintura pros peitos dela.
— Que peitão!!! Vou fazer um banquete.
Ele baixou as mãos de novo pra tirar a parte de cima do pijama dela, deixando ela de peitos de fora. Na hora, colocou as mãos nos dois peitos nus da Floppy. Apertava, apalpava do jeito que queria, confesso que também fiquei com vontade de tocar naqueles dois peitões. Depois de um tempo apalpando os seios dela, acho que minha irmã começou a ficar excitada. Não dava pra saber com certeza, mas os olhos dela fecharam e a língua molhava os lábios toda hora. A certeza veio quando ela começou a rebolar a bunda no pau do Héctor. Ela mexia a bunda em círculos, como se quisesse sentir mais a dureza da pica, que eu imaginava que já tava prestes a explodir.
— Cê tá com tesão, gostosa, né?
— Sim — falou a Floppy bem baixinho.
— Não Relaxa, que eu vou cuidar de você.
Héctor se levantou, fazendo Flor se levantar também.
— Eu tenho o que você precisa — ele disse.
Meu vizinho começou a desabotoar o cinto e deixou a calça cair, ficando só de cueca.
— Aqui tenho o que seu namorado não te dá — disse ele, segurando a pica por cima do slip.
Floppy olhava pra ele sem dizer nada. Héctor abaixou o slip e deixou à mostra uma pica grande, muito grande, eu diria, digna daquelas que se vê no pornô. Calculo que devia ter uns 20 centímetros fácil, pra não dizer mais. Meu pau tem 16 centímetros, e essa era bem mais longa, e além disso grossa, parecia deformada. Minha irmã também ficou impressionada, porque fez uma cara de surpresa danada. Héctor percebeu isso e na hora disse:
— Que carinha!!! Seu namoradinho não tem uma assim?
Flor não disse nada.
— O que tá esperando? Olha que eu não tirei ela pra respirar. Abaixa e chupa — ele apressou.
Floppy, bem submissa, obedeceu. Se ajoelhou e pegou aquele membro descomunal com as mãozinhas. Em seguida, abriu a boca, esticou a língua e começou a dar lambidas na cabeçona da pica do Héctor. Flor lambia a pica toda, desde os ovos até a cabeça, como se fosse um sorvete.
— Abre essa boquinha e chupa direito — ele disse.
Minha irmã obedeceu, e Héctor enfiou uma boa parte da pica pra dentro.
— Que boquinha mais gulosa você tem. Faz muitos boquetes no seu namorado? — ele perguntou.
Minha irmã confirmou com a cabeça. Meu vizinho segurou ela pela nuca e forçou ela a engolir a pica toda. Parecia incrível, mas os 20 centímetros tinham sumido na boca da Floppy, que começou a mamar devagar, se ajudando com as mãos. Héctor "ajudava" puxando e empurrando ela pela nuca. Depois de um tempo, acelerou o ritmo, a ponto de parecer que tava comendo ela pela boca. Antes de gozar, tirou a pica e "lavou" o rostinho todo da minha irmã com o leite dele.
— Agora vou te comer de verdade, vou arrebentar essa bunda empinada que você tem!!!
— Não, pelo... — Booty não — disse ela, assustada.
— Não me diga que você só dá pro seu namorado, não seja ruim — implorou ele.
— Não, pela Booty nunca…
— Não pode ser. Com a bunda que você tem, seu namorado nunca te arrombou.
— Não, meu namorado diz que pela Booty é coisa de viado — disse Flor.
— Ele é um idiota, se você fosse minha namorada, eu te levaria pendurada na pika. Acho que o viado é ele.
— Não, mesmo assim não, pela Booty não — disse ela, bem decidida, ou pelo menos foi o que pareceu.
— Calma, vamos começar normal, vem — disse ele, guiando ela até o sofá.
Héctor sentou e tirou a camiseta, depois foi tirando a calça do pijama de Flor, deixando ela só de uma calcinha fio dental branca.
— Tira a calcinha — disse ele.
Flor obedeceu.
— Hummm, que buceta mais linda, acho que precisa de uma linguadinha.
Imediatamente, ele deitou a Floppy no sofá e mandou ela abrir as pernas, colocando-as nos ombros dele. Foi descendo o rosto e enfiou a boca na buceta da minha irmã. Ficou ali um tempão. Flor já estava entregue e gemia desesperadamente.
— Seu namorado não chupa você assim?
— Não, não, ah ah.
— Você gosta?
— Sim, hummm hummm.
Héctor se reajeitou, levantando e sentando direito.
— Vem, gostosa, agora é sua vez de me montar.
Vocês não imaginam a rapidez com que Flor subiu em cima da pika do Héctor. Sentou em cima e começou a se mexer. Subia e descia, se enfiando sozinha. A cara dela era de prazer extremo, os olhos semicerrados, mordendo os lábios e cavalgando de forma selvagem. Aproveitando que ela estava entregue, Héctor agarrava as nádegas dela e tentava abri-las o máximo possível. Logo percebi pra quê, quando ele enfiou um dedo no cu dela. Flor não sentiu, ou não ligou, porque continuou cavalgando como se nada. Enquanto isso, Héctor metia e tirava o dedo, como se estivesse comendo ela. Num momento, Flor se abraçou no Héctor e acelerou ao máximo a foda. Vocês não imaginam os gemidos fortes que ela soltava. De repente, ela parou, e eu soube que tinha gozado, ou pelo menos ela, porque ele continuava. com o dedo dele penetrando o cu dela.
- Para, por favor, disse Flor, por aí não.
- Vai, deixa eu experimentar; você não sabe se não gosta se nunca tentou. Além disso, quem vai te comer, se seu namorado não curte por aí.
Flor se levantou meio nervosa.
- Não sei, disse ela.
O filho da puta do meu vizinho já tinha ela na mira. Flor tava prestes a entregar a bunda.
- Olha, vamos tentar, se você não gostar a gente para.
- Tá bom, ela falou, mas devagar, e se eu disser para, a gente para.
Vocês não têm ideia do sorriso que se abriu na cara dele. Ele já tava se tocando na pica de novo, dura.
- Por que a gente não vai pro seu quarto?, ele disse.
Quando ouvi isso, saí correndo pro meu quarto pra me esconder. Na hora, ouvi o barulho da porta ao lado do meu quarto. Saí devagar. Eles tinham fechado a porta, não dava pra ver nada; sem perceber, eu tava com um tesão do caralho, queria ver como iam arrebentar a bunda da minha irmã, então, arriscando tudo, coloquei a mão na maçaneta e, bem devagar, girei, abrindo a porta e deixando ela entreaberta. Por sorte, não me viram.
Flor já tava deitada na cama de bruços, e debaixo da barriga dela tinha o urso gigante que o corno do namorado dela tinha dado. O Héctor tava chupando a bundinha apertada dela, fazendo ela gemer de novo, e com o dedo ele ajudava a alargar o buraquinho virgem da minha irmã.
- Tá pronta?, ele perguntou.
- Tô, ela disse, bem pouco convencida.
Pouco importou pra ele, que rapidinho encaixou a pica no anelzinho traseiro apertado da Floppy e começou a empurrar.
- Devagar, ela reclamou.
Héctor continuou empurrando.
- Tá doendo, para!!!
- A cabecinha entrou, já passou, tenta se acalmar.
Meu vizinho continuou fazendo força.
- Tá doendo, tira, dizia Flor.
- Sh sh, falta pouco, ele falou, mentindo, porque da minha posição dava pra ver que ele tinha mais da metade da pica pra fora.
- Tira, tira, ela gritou e tentou se mexer.
Ao notar isso, Héctor, num ato muito cruel, deixou cair todo o peso dele, enfiando tudo na minha irmã até o talo. O grito que pegada foi terrível. Ele, enquanto isso, sorria de um jeito perverso.
—Tira, você tá me partindo — implorava Floppy, pedindo piedade.
—Nem fodendo, agora vou te comer.
Flor começou a espernear, tentando se soltar, mas era impossível; Héctor tinha 20 centímetros de carne cravados na bunda dela.
—Devagar, por favor — disse Flor, percebendo o que vinha pela frente.
Héctor começou a tirar o pau e, antes de soltar, enfiou de novo na raba da minha irmã, que gritou como se tivesse levado uma porrada. Esse movimento ele repetiu, e assim começou a bombar. Metia com tudo. Ploc-ploc-ploc, era o som que as bolas dele faziam batendo na bunda da Flor. Ele comeu o cu dela por mais de meia hora; nessa altura, Floppy já tinha parado de gritar, e não dizia nada, só se ouvia o som da respiração dela, ofegante. De repente, Héctor tirou o pau e eu vi o buraquinho da Flor. Tava bem alargado, com sangue e porra. Me deu uma certa pena. Mas aí olhei pra baixo e vi que eu tava com uma ereção enorme. Sem perceber, mexi na porta e Héctor virou a cabeça. Me viu. Corri pro meu quarto e me tranquei. Não passaram nem 2 minutos e eu ouvi a porta da rua bater.
Saí do meu quarto e fui direto pro da minha irmã, que tava na cama na mesma posição de antes. Fui pegar minha mochila e decidi sair de casa. O que eu tinha acabado de ver me deixou louco. O filho da puta do meu vizinho tinha comido minha irmã. Não cheguei a sair na rua quando ouvi alguém me chamar:
—O que cê tá fazendo? Mano, vem aqui um pouco.
Era o Héctor. Com muito medo, me aproximei e perguntei: “Aconteceu alguma coisa?”
—Sim. Acontece que você devia estar na escola — ele disse.
—E daí? — perguntei.
—Eu não falo nada, se você não falar nada do que viu.
—Ok — falei, pra vazar o mais rápido possível.
—O que você viu? — ele perguntou.
—Tudo — respondi.
—O que é tudo?
—Desde que começaram a fazer os drinks.
—Ah, beleza, mas que fofoqueiro que o menino é. Então você viu o quão puta sua irmã é.
Não falei nada.
—Vamos Fazer de conta que isso nunca aconteceu, você segue seu caminho e eu o meu, tá?
– Sim, eu disse, e saí andando o mais rápido que pude.
Caminhei sem rumo até que chegou a hora de voltar pra casa. Quando entrei, encontrei a Flor na cozinha tomando um suco. Cumprimentei e perguntei:
– Você não tinha que ir pra faculdade?
– Não tava me sentindo muito bem, tô naqueles “dias” das mulheres, sabe?, ela disse, mentindo pra mim. Qualquer coisa, tô no meu quarto deitada.
Olhei como ela andava e percebi que tava fazendo um esforço pra caminhar normal; mesmo assim, dava passos pequenos e mancava.
A dor na bunda continuou por dias, e nesse tempo ela não foi pra faculdade, não saiu de casa, nem quis sair com o namorado.
Quando eu tava começando a esquecer o que tinha visto, uma semana depois, encontro o Héctor perto de casa, e o filho da puta me dá uma carta pra minha irmã. Peguei e, antes de entregar, fiquei curioso e li; dizia o seguinte:
“Florencia, queria te pedir desculpas pelo que aconteceu. Não consegui me segurar. Você tem uma bunda linda e é um desperdício o idiota do seu namorado não aproveitar. Se você deixar, eu gostaria de ter o privilégio de te comer de novo. Se aceitar, é só vir até minha casa. Posso garantir que você vai gostar.”
Assim que terminei de ler, pensei em rasgar e não contar nada pra Floppy. Mas, no fim, era uma decisão dela, então quando cheguei em casa, entreguei:
– O vizinho me deu isso pra você, falei.
O rosto dela ficou pálido; arrancou a carta da minha mão e leu na hora.
– Você leu?, perguntou, muito nervosa.
– Não, menti. Por quê? O que diz?
– Nada, é sobre um trabalho; essa tarde tenho que ir vê-lo.
Não acreditei no que tava ouvindo.
– Você vai?, perguntei, surpreso.
– Vou, mas não sei se à tarde, acho que devia ir agora. Não se preocupa se eu demorar.
Fiquei mudo vendo minha irmãzinha ir pra casa do vizinho se deixar comer. Não consegui me segurar e, atrás dela, saí. Ei. Espera até eu entrar na casa do Héctor e procurar uma janela pra poder espiar. Encontrei. Uma janelona com as cortinas abertas, que dava pra ver tudo que rolava lá dentro. De novo vi ele macetando minha irmã e comendo ela de todos os jeitos; num dado momento, o Héctor olhou pra janela onde eu tava e me piscou um olho. O filho da puta tinha deixado ela aberta de propósito.
Desde aquele dia, a gente tem um acordo tácito, onde duas ou três vezes por semana que ele fode a Floppy, ele me deixa espiar eles. Assim, virei um voyeur da minha própria irmã.
13 comentários - Vi como mi vecino se garcha a mi hermana
Mañana t dejo todos mis puntos😉