Olá, garota/gato Poringa, essa é uma história que me veio à mente, espero que vocês curtam.
Oi, sou a Verônica, tenho 25 anos e sou professora. Além disso, fisicamente posso dizer que tô bem gostosa, bom, é o que falam. Tenho 1,73m e minhas medidas são 100, 60, 90. Mesmo tendo os peitos um pouco grandes, não tenho complexo com isso, porque eles continuam firmes e durinhos.
Semana passada, minha irmã Paula me falou que ia mandar meu sobrinho Carlos pra cá, porque ela e o marido iam viajar por uns dias e o Carlos ia ficar comigo. Tenho que dizer que meu sobrinho é um amor, meio inocente, mas muito inteligente, sempre tira notas boas. Ele tem 16 anos e é bem brincalhão, vive querendo brincar com a titia Vero, que sou eu.
Chegamos depois de um dia de aula e ele, como sempre, tava afim de brincar.
— Titia, vamos brincar um pouco?
— Tá bom, do que você quer brincar?
— Vamos brincar de viagem de ônibus.
— Tá, combinado.
Esse é um jogo que meu sobrinho inventou. Então a gente entrou no armário, segurando na barra. De repente, sinto as mãos dele pousando na minha bunda e começando a apalpar (mas claro, são coisas que acontecem no ônibus, e o Carlinhos adora jogos realistas). Depois de um tempo, sinto que por trás tão apertando meus peitos e beliscando meus bicos. Não sei por quê, mas eles começam a ficar duros com tanta mexida. Daí, a mão que tava passando a mão na minha bunda desce por baixo da minha saia e começa a puxar minha calcinha pra baixo. Eu colaboro e desço até os joelhos (meu sobrinho é tão inocente que eu espero pra ver o que ele vai fazer).
De repente, a mão da frente entra por baixo da minha blusa e tenta levantar meu sutiã.
— Espera, Carlinhos, vou desabotoar, senão você não se vira (viu por que eu digo que ele é inocente?).
Então sinto nas minhas nádegas a piquitinha dele se enfiando entre elas. Bom, não tão pequena, porque deve ter uns 18 cm. Mas como ele é um menino, não tem problema, e deixo ele fazer. Tenho que admitir que eu estava bem molhada e meus mamilos estavam durinhos, mas podia ser por causa do frio, já que não tinha motivo pra isso, só estava brincando com meu sobrinho.
Ficamos um tempinho assim, ele esfregando a piroquinha dele entre minhas nádegas até que sinto algo molhado e pegajoso respingando na minha bunda (mas essas coisas às vezes acontecem no ônibus).
Bom Carlitos, é a nossa parada, já podemos descer do ônibus.
Tá bom tia, adoro essa brincadeira.
Beleza, mas agora vou tomar um banho.
Mas depois a gente vai brincar de polícia.
Tá bom, brincalhão, você é um brincalhão.
Fui pro chuveiro e não sei por que me deu uma vontade de me masturbar, coisa que fiz e tive um orgasmo bem forte.
Depois de tomar banho, coloquei uma calcinha fio dental e um sutiã de renda com o roupão por cima e fui pra sala onde o Carlitos estava.
Alto, polícia.
O que foi, agente?
Estamos verificando se ninguém tá passando droga por aqui, então vou ter que revistar você.
Tá bom, agente (o Carlitos tem uma imaginação danada com essas brincadeiras).
Fiquei de frente pra parede com os braços abertos e as pernas separadas. Ele começa a apalpar tudo e de repente diz:
Vamos tirar isso que atrapalha pra poder revistar direito.
Tá bom, agente (aí eu mesma tiro o roupão e fico só de lingerie na mesma posição).
Então sinto as mãos dele enfiando por baixo da minha calcinha, apalpando por trás, e depois ele me faz virar.
Vamos ver se tem algo escondido aqui dentro.
Sim, senhor agente, o que o senhor mandar (olha só como ele leva a sério).
Devagarzinho ele vai descendo minha calcinha e tira ela toda, deixando meu triângulo aparado à mostra. Aí ele começa a brigar com o fecho do sutiã sem conseguir soltar.
Espera, agente, eu mesma faço. (Ele é tão inocente que não se vira com um simples fecho.) fecho do sutiã e, como sempre, tenho que fazer eu mesma)
Já totalmente nua, ele começa a apalpar meus peitos pra ver se tem algo estranho (de novo meus mamilos ficam duros). Depois me diz:
— Vamos ver se a senhora tá escondendo alguma coisa dentro de você.
Como já sei, tenho a vaselina preparada. Ele passa num dedo e começa a empurrar no buraquinho da minha bunda até entrar tudo. Depois, passa em dois dedos e também enfia até o fundo. (Tenho que admitir que às vezes acho que tô tirando vantagem do garoto, porque sem ele saber, ele me esquenta tanto que, brincando, acabo deixando escapar um orgasmo ou outro, mas ele não percebe — é tão inocente!)
— Com isso não chego fundo o suficiente. Espera que vou tentar com outra coisa.
— Sim, senhor agente, mas vai ver que não tô escondendo nada.
Sem nada melhor, ele tira a piquitinha dele, que tá dura pra caralho, e passa vaselina nela. (Se não fosse porque é um menino, eu diria que a pica dele é mais de adulto, mas é só um guri, tem só 16 anos.)
Aí ele coloca o pau na entrada do meu buraquinho de trás e começa a empurrar. Como os dois dedinhos já tinham entrado, a rola vai entrando suave, até eu sentir as bolinhas dele encostando na minha bunda.
— Vamos ver se a gente chega mais fundo.
E ele começa a tirar e meter, tirar e meter.
Eu, como falei antes, fico toda molhada e desço meus dedos até tocar meu clitóris sem ele ver (não seria legal fazer isso na frente do meu sobrinho). Ele continua me comendo até que, sem querer, eu sinto um orgasmo forte que me deixa meio mole. Aí ele tira.
— Muito bem, parece que aí atrás não tem nada escondido. Vamos ver pela frente.
Então ele fica na minha frente e, ali mesmo, de pé, coloca a cabecinha da pica dele entre meus lábios grandes e empurra. Ela entra sem dificuldade nenhuma, porque eu tô bem molhada, e ele começa de novo o vai e vem. Nessa altura, eu gozo. uma vez após a outra, mas disfarço o melhor que consigo (É curioso, isso parece estar fodendo, mas como vou pensar isso, se é meu sobrinho e é só uma brincadeira, estamos apenas brincando, o que não impede que eu curta e às vezes me sinta culpada por abusar da inocência do meu sobrinho). Quando ele já está há um bom tempo mexendo, tira e diz:
Muito bem, parece que aí também não tem nada escondido, vamos fazer o teste do bafômetro.
Eu, já sabendo do que se trata, me ajoelho na frente dele e, pegando o bafômetro (que é a piroquinha dele, nossa, que imaginação ele tem), coloco na minha boca e começo a beijar e lamber. Ele, por sua vez, fica duro, e eu continuo chupando enquanto, mais uma vez e disfarçadamente, vou me acariciando o clitóris. De repente, sinto a piroquinha dele inchar ainda mais e ele começa a soltar o leite na minha boca, coincidindo com meu orgasmo. Vou engolindo tudo e escapam uns suspiros de prazer. Limpo ele totalmente com minha boca e sinto a piroquinha dele relaxando na minha boca. (Eu me sinto mais uma vez culpada por abusar da inocência do meu sobrinho, mas ele também adora brincar, e se eu o deixo feliz e ainda curto, o que tem de errado nisso?)
Muito bem, passou no teste do bafômetro, já pode se vestir.
Muito obrigada por tudo, agente.
Obrigado, titia, adorei brincar com você, você é minha tia favorita.
Eu também adorei, mas agora temos que ir dormir.
Amanhã vamos brincar de outras coisas?
Sim, querido, amanhã vamos brincar de outras coisas.
Oi, sou a Verônica, tenho 25 anos e sou professora. Além disso, fisicamente posso dizer que tô bem gostosa, bom, é o que falam. Tenho 1,73m e minhas medidas são 100, 60, 90. Mesmo tendo os peitos um pouco grandes, não tenho complexo com isso, porque eles continuam firmes e durinhos.
Semana passada, minha irmã Paula me falou que ia mandar meu sobrinho Carlos pra cá, porque ela e o marido iam viajar por uns dias e o Carlos ia ficar comigo. Tenho que dizer que meu sobrinho é um amor, meio inocente, mas muito inteligente, sempre tira notas boas. Ele tem 16 anos e é bem brincalhão, vive querendo brincar com a titia Vero, que sou eu.
Chegamos depois de um dia de aula e ele, como sempre, tava afim de brincar.
— Titia, vamos brincar um pouco?
— Tá bom, do que você quer brincar?
— Vamos brincar de viagem de ônibus.
— Tá, combinado.
Esse é um jogo que meu sobrinho inventou. Então a gente entrou no armário, segurando na barra. De repente, sinto as mãos dele pousando na minha bunda e começando a apalpar (mas claro, são coisas que acontecem no ônibus, e o Carlinhos adora jogos realistas). Depois de um tempo, sinto que por trás tão apertando meus peitos e beliscando meus bicos. Não sei por quê, mas eles começam a ficar duros com tanta mexida. Daí, a mão que tava passando a mão na minha bunda desce por baixo da minha saia e começa a puxar minha calcinha pra baixo. Eu colaboro e desço até os joelhos (meu sobrinho é tão inocente que eu espero pra ver o que ele vai fazer).
De repente, a mão da frente entra por baixo da minha blusa e tenta levantar meu sutiã.
— Espera, Carlinhos, vou desabotoar, senão você não se vira (viu por que eu digo que ele é inocente?).
Então sinto nas minhas nádegas a piquitinha dele se enfiando entre elas. Bom, não tão pequena, porque deve ter uns 18 cm. Mas como ele é um menino, não tem problema, e deixo ele fazer. Tenho que admitir que eu estava bem molhada e meus mamilos estavam durinhos, mas podia ser por causa do frio, já que não tinha motivo pra isso, só estava brincando com meu sobrinho.
Ficamos um tempinho assim, ele esfregando a piroquinha dele entre minhas nádegas até que sinto algo molhado e pegajoso respingando na minha bunda (mas essas coisas às vezes acontecem no ônibus).
Bom Carlitos, é a nossa parada, já podemos descer do ônibus.
Tá bom tia, adoro essa brincadeira.
Beleza, mas agora vou tomar um banho.
Mas depois a gente vai brincar de polícia.
Tá bom, brincalhão, você é um brincalhão.
Fui pro chuveiro e não sei por que me deu uma vontade de me masturbar, coisa que fiz e tive um orgasmo bem forte.
Depois de tomar banho, coloquei uma calcinha fio dental e um sutiã de renda com o roupão por cima e fui pra sala onde o Carlitos estava.
Alto, polícia.
O que foi, agente?
Estamos verificando se ninguém tá passando droga por aqui, então vou ter que revistar você.
Tá bom, agente (o Carlitos tem uma imaginação danada com essas brincadeiras).
Fiquei de frente pra parede com os braços abertos e as pernas separadas. Ele começa a apalpar tudo e de repente diz:
Vamos tirar isso que atrapalha pra poder revistar direito.
Tá bom, agente (aí eu mesma tiro o roupão e fico só de lingerie na mesma posição).
Então sinto as mãos dele enfiando por baixo da minha calcinha, apalpando por trás, e depois ele me faz virar.
Vamos ver se tem algo escondido aqui dentro.
Sim, senhor agente, o que o senhor mandar (olha só como ele leva a sério).
Devagarzinho ele vai descendo minha calcinha e tira ela toda, deixando meu triângulo aparado à mostra. Aí ele começa a brigar com o fecho do sutiã sem conseguir soltar.
Espera, agente, eu mesma faço. (Ele é tão inocente que não se vira com um simples fecho.) fecho do sutiã e, como sempre, tenho que fazer eu mesma)
Já totalmente nua, ele começa a apalpar meus peitos pra ver se tem algo estranho (de novo meus mamilos ficam duros). Depois me diz:
— Vamos ver se a senhora tá escondendo alguma coisa dentro de você.
Como já sei, tenho a vaselina preparada. Ele passa num dedo e começa a empurrar no buraquinho da minha bunda até entrar tudo. Depois, passa em dois dedos e também enfia até o fundo. (Tenho que admitir que às vezes acho que tô tirando vantagem do garoto, porque sem ele saber, ele me esquenta tanto que, brincando, acabo deixando escapar um orgasmo ou outro, mas ele não percebe — é tão inocente!)
— Com isso não chego fundo o suficiente. Espera que vou tentar com outra coisa.
— Sim, senhor agente, mas vai ver que não tô escondendo nada.
Sem nada melhor, ele tira a piquitinha dele, que tá dura pra caralho, e passa vaselina nela. (Se não fosse porque é um menino, eu diria que a pica dele é mais de adulto, mas é só um guri, tem só 16 anos.)
Aí ele coloca o pau na entrada do meu buraquinho de trás e começa a empurrar. Como os dois dedinhos já tinham entrado, a rola vai entrando suave, até eu sentir as bolinhas dele encostando na minha bunda.
— Vamos ver se a gente chega mais fundo.
E ele começa a tirar e meter, tirar e meter.
Eu, como falei antes, fico toda molhada e desço meus dedos até tocar meu clitóris sem ele ver (não seria legal fazer isso na frente do meu sobrinho). Ele continua me comendo até que, sem querer, eu sinto um orgasmo forte que me deixa meio mole. Aí ele tira.
— Muito bem, parece que aí atrás não tem nada escondido. Vamos ver pela frente.
Então ele fica na minha frente e, ali mesmo, de pé, coloca a cabecinha da pica dele entre meus lábios grandes e empurra. Ela entra sem dificuldade nenhuma, porque eu tô bem molhada, e ele começa de novo o vai e vem. Nessa altura, eu gozo. uma vez após a outra, mas disfarço o melhor que consigo (É curioso, isso parece estar fodendo, mas como vou pensar isso, se é meu sobrinho e é só uma brincadeira, estamos apenas brincando, o que não impede que eu curta e às vezes me sinta culpada por abusar da inocência do meu sobrinho). Quando ele já está há um bom tempo mexendo, tira e diz:
Muito bem, parece que aí também não tem nada escondido, vamos fazer o teste do bafômetro.
Eu, já sabendo do que se trata, me ajoelho na frente dele e, pegando o bafômetro (que é a piroquinha dele, nossa, que imaginação ele tem), coloco na minha boca e começo a beijar e lamber. Ele, por sua vez, fica duro, e eu continuo chupando enquanto, mais uma vez e disfarçadamente, vou me acariciando o clitóris. De repente, sinto a piroquinha dele inchar ainda mais e ele começa a soltar o leite na minha boca, coincidindo com meu orgasmo. Vou engolindo tudo e escapam uns suspiros de prazer. Limpo ele totalmente com minha boca e sinto a piroquinha dele relaxando na minha boca. (Eu me sinto mais uma vez culpada por abusar da inocência do meu sobrinho, mas ele também adora brincar, e se eu o deixo feliz e ainda curto, o que tem de errado nisso?)
Muito bem, passou no teste do bafômetro, já pode se vestir.
Muito obrigada por tudo, agente.
Obrigado, titia, adorei brincar com você, você é minha tia favorita.
Eu também adorei, mas agora temos que ir dormir.
Amanhã vamos brincar de outras coisas?
Sim, querido, amanhã vamos brincar de outras coisas.
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