CAPÍTULO V
Meu primeiro encontro com a Bea me marcou tanto que posso dizer que, a partir dali, comecei a ser uma pessoa diferente. Embora a Bea fosse, como o tempo mostraria, mais um membro da família, pra mim ela representou a primeira experiência fora de casa e a descoberta de muitas coisas que até então eu desconhecia sobre o sexo oposto. Isso me permitiu encarar de uma perspectiva bem diferente a minha própria questão com a Viki.
Já que, segundo a Bea, uma mulher costuma se mostrar tanto mais inacessível quanto maior for o interesse que se demonstra por ela, meu primeiro passo foi adotar uma atitude de total indiferença. Não foi nada fácil, mas aos poucos fui conseguindo. Os conselhos da Bea me deram a força de espírito necessária pra amenizar a decepção que sentia por não notar nenhuma mudança significativa no comportamento da minha irmã mais velha. Já disse antes que sou uma pessoa que tende a desanimar rápido quando as coisas não saem como eu quero.
Claro que quem mais se beneficiava dos meus progressos era a Dori, sempre disposta a experimentar sensações novas. Ela era minha válvula de escape na mesma medida em que eu era a dela. Com a Barbi e a Cati, depois daquela sessão de sexo anal, não tinha tido mais aventuras e já estava com a pulga atrás da orelha pra repetir com elas, embora separadamente. Mas, como de costume, elas estavam na delas e não pareciam precisar de ninguém mais.
— Elas não são meio sapatão? — comentei com a Dori.
— Também já pensei nisso algumas vezes, mas nunca vi elas fazerem nada do tipo.
E assim, mais ou menos, estava a situação quando meu pai recebeu notícias da tia Marta, a irmã mais nova dele. Pelo visto, o casamento dela tava indo pro brejo, ela tinha optado pela separação e pedia ajuda do meu pai com os trâmites.
Marta, que era um ano mais nova que minha mãe, morava em Romedales, um povoado pequeno perdido no meio da serra, berço dos meus avós paternos, com cuja casa ela ficou na divisão da herança. Houve um tempo em que todo verão a gente passava uma semana ou duas com ela, mas as relações entre meu pai e Genaro, o marido de Marta, foram se deteriorando e aquelas visitas acabaram. Disso já fazia uns bons cinco ou seis anos. Tínhamos bastante parentes lá, mas menos próximos.
Eu guardava boas lembranças da minha tia e, principalmente, das duas filhas dela, Sara e Martita, com quem tinha passado ótimos momentos, nada relacionados com sexo, porque a gente ainda era muito pequeno pra pensar nessas coisas. Então, assim que meu pai falou em ir ver a irmã naquele fim de semana, automaticamente me ofereci pra acompanhá-lo, e a Dori fez o mesmo, que também tinha um carinho muito especial pelas duas primas.
Encontrei a tia Marta como sempre, porque ela praticamente não tinha mudado nada; mas a Sara e a Martita acho que não teria reconhecido se trompasse com elas na rua. A Sara tinha acabado de fazer 20 anos e, embora não fosse bonita de rosto, tinha um corpaço de tirar o fôlego; a Martita, da mesma idade que a Dori, tinha dado um estirão surpreendente e prometia muito; mas ainda era uma criança tanto mental quanto fisicamente. Eu já começava a me sentir um homem feito.
Imaginava encontrar uma tia Marta meio abalada pelas circunstâncias. Como não concebia minha mãe sem meu pai, achava que uma separação devia ser uma grande desgraça. Minha tia, no entanto, mostrava uma alegria típica de quem se vê livre de um peso enorme, e a única preocupação dela era que a casa continuasse sendo dela e que as filhas ficassem sob o teto dela. Quando meu pai a tranquilizou, garantindo que as duas coisas podia dar como certas, sabendo que ele nunca afirmava nada à toa, ela ficou mais feliz que pinto no lixo e soltou uma frase cujo significado, a princípio, eu não entendi. captar:
—E hoje vamos dar motivos pro idiota do meu marido pra que as suspeitas dele de todos esses anos tenham fundamento.
O mistério só se esclareceu pra mim já de noite, quando meu pai e a irmã dele se trancaram no quarto dela. Pelos gritos, Marta devia ter curtido como nunca na vida as safadezas do meu pai e, quando saiu do quarto, vestindo uma camisola ousada, o rosto dela tinha se transformado e até parecia ter rejuvenescido uns anos. A Martita, como era de se esperar, não percebeu nada e até achou que Sara e Dori estavam zoando ela quando, a cada grito da Marta, se olhavam e sorriam.
A partir daí, Marta pareceu determinada a virar a casa de pernas pro ar e, sem rodeios, aproveitou o jantar pra revelar pras filhas nossos costumes e o encanto especial que o sexo em família tinha.
—É, queridas — disse, entre outras coisas—, todos os meus problemas com o pai de vocês vinham porque ele achava que eu e o tio de vocês, aqui presente, aproveitávamos as ausências dele pra botar chifre nele. E isso nunca tinha acontecido até hoje, e bem que eu lamento. Porque o tio de vocês, aqui presente, me fez sentir o que o pai de vocês nunca me fez sentir nem de longe. Pela primeira vez na minha vida, hoje me sinto uma mulher realizada e, também a partir de hoje, quero que de uma vez por todas desapareçam dessa casa as falsas aparências. A única coisa que sinto — aqui ela me lançou um olhar arrepiante— é que Deus não me deu a sorte de trazer ao mundo um garanhão como o primo de vocês, que pudesse alegrar nossas vidas.
Os olhares de Sara e Martita convergiram automaticamente pra mim. A Martita mal sabia do que se tratava, mas os olhos de Sara foram mais que eloqüentes e já me vi naquela noite ocupado em dar satisfação a um corpo dos sonhos daqueles. E imaginei tantas e tão boas coisas que, no fim do jantar, minha ereção era a de um desses... garanhões com quem minha tia tinha me comparado, e ela não deixou passar batido o fato.
Não sei se ela imaginou que a causa da minha excitação era ela ou se, tendo curtido tanto o rala e rola com meu pai, queria provar também com o filho. Sem papas na língua, meteu a mão na minha braguilha, abriu e pôs pra fora o que estava escondido ali, chamando a atenção do resto da galera (coisa desnecessária, porque todo mundo já tava de olho na ação dela) pra "verem como o menino era bem dotado".
— Pô, priminho! — exclamou a Martita, arregalando os olhos —. Que pedaço de pau que você tem!
— Bom churrasco pra molhar no café — brincou a Sara.
— E você sabe usar direito? — me perguntou uma tia Marta que cada vez mais parecia tarada.
— Tento fazer o melhor que posso... quando me deixam.
— Gostaria de tentar comigo?
— Bom — respondi, dando de ombros.
Embora minha tia não fosse nada feia, eu já tinha ficado de olho na Sara e teria escolhido ela se tivesse opção; mas não tive nenhuma. Quando a Marta já tava me levando pro quarto dela, me pareceu que meu pai se inclinava pra falar algo no ouvido da Sara. Não deu tempo pra mais nada.
De porta fechada, porque os costumes da minha casa ainda não tinham sido totalmente adotados, minha tia começou se preocupando mais em me tirar a roupa do que em se livrar da dela. Meu pau era, sem dúvida, o foco principal da atenção dela e dedicou a ele as massagens iniciais, primeiro com a mão e pouco depois com a boca. Talvez esperasse que a coisa rendesse ainda mais e, vendo que não era o caso, desistiu depois de algumas lambidas e passou a se despir também.
Pelo volume que fazia debaixo da roupa, eu já imaginava que minha tia era bem servida de peitos, mas a realidade superou todas as minhas expectativas. Eram tão grandes que, prendendo meu pau entre eles, continuou a massagem interrompida, me revelando assim uma novidade que nem a Bea tinha me ensinado. a glande se destacava por entre aquelas massas carnudas, Marta aproveitava para dar novas lambidas na ponta.
O inesperado da situação me deixava meio confuso. Tudo estava saindo ao contrário do que eu tinha imaginado e eu não sabia bem qual estratégia seguir. Por enquanto, Marta monopolizava todo o protagonismo e me deixava pouca margem para aplicar meus recursos nela.
Na posição em que estávamos, mal dava para acariciar o rosto dela e, com dificuldade, o pescoço e os ombros; e era nisso que eu me dedicava, sem muito entusiasmo. A chupada que a cubana estava me dando era divina, ainda mais porque eu sabia que ela ia se cansar antes de eu chegar ao orgasmo. E embora tenha sido assim, não tive dúvida de que ela estava em ótima forma física, porque aguentou muito mais do que o esperado naquela posição tão desconfortável para ela e fazendo aqueles movimentos que a tornavam ainda mais cansativa.
— Puxa, como é duro o bichinho! — exclamou num tom que não sei se era mais de admiração do que de reprovação ou vice-versa —. Seu pai já teria gozado pelo menos duas vezes.
Ela se levantou fazendo uma careta de dor. Era lógico que as pernas dela estavam doendo por ter ficado tanto tempo de cócoras.
Considerei que tinha chegado a hora de começar a mostrar minhas habilidades e, pegando-a pela cintura, girei ela cento e oitenta graus, de modo que ficasse de costas para mim. E enquanto meu pau encontrava lugar entre suas bundas bem carnudas, buscando o contato quentinho da buceta dela, minhas mãos começaram a amassar aqueles peitos monumentais até sentir que os bicos estavam duros como pedra. Foi então que minha mão direita desceu até a buceta dela e, enfiando um dedo entre os lábios, esfreguei com vontade a fenda em busca daquele botãozinho tão especial que toda mulher esconde nessa região e que só se manifesta em ocasiões como a que estávamos vivendo.
Minha tia não demorou a soltar aqueles gritos de puro prazer assim que a ponta do meu dedo Finalmente, meu dedo entrou em contato com o clitóris dela. E, numa das vezes que ela jogou o torso pra frente, foi o suficiente pra que meu pau também tivesse livre acesso às profundezas da caverna mais íntima dela, que recebeu a intrusão com uma verdadeira saraivada de contrações espasmódicas.
—Tem muito cuidado, sobrinho —ela me alertou, na agonia gostosa dela—. Não vai me deixar grávida.
—Você não tem camisinha?
—A única que eu tinha foi seu pai que usou. Como eu ia imaginar que precisaria de duas?
Eu tinha tido a precaução de incluir na minha mochila leve uma caixa de preservativos, não porque esperasse fazer algo com minha tia ou minhas primas, mas porque, numa estadia que devia durar quase três dias, já contava que alguém usaria com minha irmã Dori. Mas a tal caixa tinha ficado no quarto que me deram pra dormir, e a gente já tava numa fase quente demais pra parar do nada. Condicionada pela ação dupla do meu dedo e do meu pau, minha tia já se debatia nos primeiros espasmos do orgasmo dela, e eu não tava muito longe de seguir o mesmo caminho.
—Como você se mexe bem, seu safado! Dá pra ver que você tem prática.
Pra agradecer o elogio, eu aumentei o ritmo do vai e vem já bem intenso, o que fez efeito na hora.
Marta mostrou que tinha recursos pra tudo e soube dar o final mais adequado pra situação complicada. Assim que atingiu o êxtase, com o corpo ainda tremendo de tanto tesão, ela se virou de novo pra ficar de frente pra mim, dobrou as pernas outra vez e a boca dela tomou conta do meu pau, engolindo quase ele inteiro e fazendo uma massagem frenética, que logo quebrou todas as minhas defesas e arrancou até a última gota de porra acumulada, que, não sendo pouca, foi toda parar direto no estômago dela, sem nenhum desperdício.
Embora longe de ser a melhor transa da minha vida, a verdade é que fiquei mais que satisfeito. levando em conta as circunstâncias.
—Amanhã não vamos ter o mesmo problema — me garantiu, sorrindo.
Mais do que um problema, a falta de camisinha me pareceu pouco mais que um pequeno inconveniente, e maior preocupação me causou a previsão dela para o dia seguinte, porque a verdade é que minhas esperanças estavam mais depositadas em Sara e tudo indicava que minha tia estava disposta a me usar exclusivamente.
E minhas suspeitas não foram em vão, pois minha tia, seja porque estava há muito tempo sem sexo ou porque era uma mulher muito fogosa, não me deu tempo nem folga para direcionar meus desejos para outro caminho que não fosse o da própria buceta dela, aparentemente insaciável, ou a boca tremenda, porque entre uma transa e outra ela ainda intercalou uns boquetes que me deixaram completamente esgotado. E tenho certeza de que, além do que eu dei e ela tomou, que não foi pouco, ela também tirou a porção devida do meu pai. Suponho que queria se abastecer bem pra encarar com melhor humor a seca que teria que aguentar depois que a gente fosse embora.
Pelo menos, nesse caso, fiquei com uma certa esperança de que com Sara não ia rolar o mesmo que com a Viki. Não digo por presunção, mas porque todos os sinais apontavam que ela tinha ficado com vontade de provar aquele tesão que a mãe monopolizou. E, se isso não bastasse, ainda tinha o que a Dori me disse no caminho de volta pra casa.
— Mês que vem — foram as palavras promissoras dela —, a Sara vai fazer exame pra tirar carteira de motorista e vai passar uns dias na nossa casa... E aí — completou com um sorriso malicioso —, a tia Marta não vai estar por perto.
Devo admitir que com a tia Marta não tinha ido nada mal. Melhor dizer que tinha ido muito bem. A experiência sempre conta, e minha tia me mostrou que tinha de sobra. Ela não me ensinou nada que eu já não soubesse, mas talvez eu, pra minha idade, já estivesse me tornando um aluno bem avançado de tanto praticar. Se não fosse a Sara, eu teria me considerado um sortudo; mas Sara era Sara e isso pesava muito.
— Tem certeza de que a Sara vai querer...?
— Isso, querido irmãozinho, é algo que vai depender exclusivamente de você.
— Quantas vezes ela fez isso com o papai nos últimos dias?
— Com o papai? Pelo que eu saiba, e acho que não estou enganada, não fez nenhuma vez.
Aquela revelação da minha irmã me surpreendeu e decepcionou ao mesmo tempo. Eu juraria que entre meu pai e minha prima tinha rolado alguma coisa; mas, agora que a Dori quase afirmava o contrário, pensei que também não tinha motivos concretos pra supor outra coisa. E talvez todo o resto fosse igualmente só imaginação minha.
O fantasma da Viki voltou a rondar minha cabeça. Será que eu tava condenado a receber só o que as outras quisessem me dar? Será que eu era tão inútil como conquistador? Nunca seria capaz de conseguir o que outras não pareciam dispostas a me facilitar?
Era preciso ter uma longa conversa com meu pai, que sempre teve fama de pegador, pra ele me revelar alguns dos segredos dele. Ia ter que esperar uma ocasião melhor, porque agora ele tava dirigindo e, quando dirigia, não queria que ninguém nem nada o distraísse.PRÓXIMO RELATOhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2600667/Una-peculiar-familia-6.html
Meu primeiro encontro com a Bea me marcou tanto que posso dizer que, a partir dali, comecei a ser uma pessoa diferente. Embora a Bea fosse, como o tempo mostraria, mais um membro da família, pra mim ela representou a primeira experiência fora de casa e a descoberta de muitas coisas que até então eu desconhecia sobre o sexo oposto. Isso me permitiu encarar de uma perspectiva bem diferente a minha própria questão com a Viki.
Já que, segundo a Bea, uma mulher costuma se mostrar tanto mais inacessível quanto maior for o interesse que se demonstra por ela, meu primeiro passo foi adotar uma atitude de total indiferença. Não foi nada fácil, mas aos poucos fui conseguindo. Os conselhos da Bea me deram a força de espírito necessária pra amenizar a decepção que sentia por não notar nenhuma mudança significativa no comportamento da minha irmã mais velha. Já disse antes que sou uma pessoa que tende a desanimar rápido quando as coisas não saem como eu quero.
Claro que quem mais se beneficiava dos meus progressos era a Dori, sempre disposta a experimentar sensações novas. Ela era minha válvula de escape na mesma medida em que eu era a dela. Com a Barbi e a Cati, depois daquela sessão de sexo anal, não tinha tido mais aventuras e já estava com a pulga atrás da orelha pra repetir com elas, embora separadamente. Mas, como de costume, elas estavam na delas e não pareciam precisar de ninguém mais.
— Elas não são meio sapatão? — comentei com a Dori.
— Também já pensei nisso algumas vezes, mas nunca vi elas fazerem nada do tipo.
E assim, mais ou menos, estava a situação quando meu pai recebeu notícias da tia Marta, a irmã mais nova dele. Pelo visto, o casamento dela tava indo pro brejo, ela tinha optado pela separação e pedia ajuda do meu pai com os trâmites.
Marta, que era um ano mais nova que minha mãe, morava em Romedales, um povoado pequeno perdido no meio da serra, berço dos meus avós paternos, com cuja casa ela ficou na divisão da herança. Houve um tempo em que todo verão a gente passava uma semana ou duas com ela, mas as relações entre meu pai e Genaro, o marido de Marta, foram se deteriorando e aquelas visitas acabaram. Disso já fazia uns bons cinco ou seis anos. Tínhamos bastante parentes lá, mas menos próximos.
Eu guardava boas lembranças da minha tia e, principalmente, das duas filhas dela, Sara e Martita, com quem tinha passado ótimos momentos, nada relacionados com sexo, porque a gente ainda era muito pequeno pra pensar nessas coisas. Então, assim que meu pai falou em ir ver a irmã naquele fim de semana, automaticamente me ofereci pra acompanhá-lo, e a Dori fez o mesmo, que também tinha um carinho muito especial pelas duas primas.
Encontrei a tia Marta como sempre, porque ela praticamente não tinha mudado nada; mas a Sara e a Martita acho que não teria reconhecido se trompasse com elas na rua. A Sara tinha acabado de fazer 20 anos e, embora não fosse bonita de rosto, tinha um corpaço de tirar o fôlego; a Martita, da mesma idade que a Dori, tinha dado um estirão surpreendente e prometia muito; mas ainda era uma criança tanto mental quanto fisicamente. Eu já começava a me sentir um homem feito.
Imaginava encontrar uma tia Marta meio abalada pelas circunstâncias. Como não concebia minha mãe sem meu pai, achava que uma separação devia ser uma grande desgraça. Minha tia, no entanto, mostrava uma alegria típica de quem se vê livre de um peso enorme, e a única preocupação dela era que a casa continuasse sendo dela e que as filhas ficassem sob o teto dela. Quando meu pai a tranquilizou, garantindo que as duas coisas podia dar como certas, sabendo que ele nunca afirmava nada à toa, ela ficou mais feliz que pinto no lixo e soltou uma frase cujo significado, a princípio, eu não entendi. captar:
—E hoje vamos dar motivos pro idiota do meu marido pra que as suspeitas dele de todos esses anos tenham fundamento.
O mistério só se esclareceu pra mim já de noite, quando meu pai e a irmã dele se trancaram no quarto dela. Pelos gritos, Marta devia ter curtido como nunca na vida as safadezas do meu pai e, quando saiu do quarto, vestindo uma camisola ousada, o rosto dela tinha se transformado e até parecia ter rejuvenescido uns anos. A Martita, como era de se esperar, não percebeu nada e até achou que Sara e Dori estavam zoando ela quando, a cada grito da Marta, se olhavam e sorriam.
A partir daí, Marta pareceu determinada a virar a casa de pernas pro ar e, sem rodeios, aproveitou o jantar pra revelar pras filhas nossos costumes e o encanto especial que o sexo em família tinha.
—É, queridas — disse, entre outras coisas—, todos os meus problemas com o pai de vocês vinham porque ele achava que eu e o tio de vocês, aqui presente, aproveitávamos as ausências dele pra botar chifre nele. E isso nunca tinha acontecido até hoje, e bem que eu lamento. Porque o tio de vocês, aqui presente, me fez sentir o que o pai de vocês nunca me fez sentir nem de longe. Pela primeira vez na minha vida, hoje me sinto uma mulher realizada e, também a partir de hoje, quero que de uma vez por todas desapareçam dessa casa as falsas aparências. A única coisa que sinto — aqui ela me lançou um olhar arrepiante— é que Deus não me deu a sorte de trazer ao mundo um garanhão como o primo de vocês, que pudesse alegrar nossas vidas.
Os olhares de Sara e Martita convergiram automaticamente pra mim. A Martita mal sabia do que se tratava, mas os olhos de Sara foram mais que eloqüentes e já me vi naquela noite ocupado em dar satisfação a um corpo dos sonhos daqueles. E imaginei tantas e tão boas coisas que, no fim do jantar, minha ereção era a de um desses... garanhões com quem minha tia tinha me comparado, e ela não deixou passar batido o fato.
Não sei se ela imaginou que a causa da minha excitação era ela ou se, tendo curtido tanto o rala e rola com meu pai, queria provar também com o filho. Sem papas na língua, meteu a mão na minha braguilha, abriu e pôs pra fora o que estava escondido ali, chamando a atenção do resto da galera (coisa desnecessária, porque todo mundo já tava de olho na ação dela) pra "verem como o menino era bem dotado".
— Pô, priminho! — exclamou a Martita, arregalando os olhos —. Que pedaço de pau que você tem!
— Bom churrasco pra molhar no café — brincou a Sara.
— E você sabe usar direito? — me perguntou uma tia Marta que cada vez mais parecia tarada.
— Tento fazer o melhor que posso... quando me deixam.
— Gostaria de tentar comigo?
— Bom — respondi, dando de ombros.
Embora minha tia não fosse nada feia, eu já tinha ficado de olho na Sara e teria escolhido ela se tivesse opção; mas não tive nenhuma. Quando a Marta já tava me levando pro quarto dela, me pareceu que meu pai se inclinava pra falar algo no ouvido da Sara. Não deu tempo pra mais nada.
De porta fechada, porque os costumes da minha casa ainda não tinham sido totalmente adotados, minha tia começou se preocupando mais em me tirar a roupa do que em se livrar da dela. Meu pau era, sem dúvida, o foco principal da atenção dela e dedicou a ele as massagens iniciais, primeiro com a mão e pouco depois com a boca. Talvez esperasse que a coisa rendesse ainda mais e, vendo que não era o caso, desistiu depois de algumas lambidas e passou a se despir também.
Pelo volume que fazia debaixo da roupa, eu já imaginava que minha tia era bem servida de peitos, mas a realidade superou todas as minhas expectativas. Eram tão grandes que, prendendo meu pau entre eles, continuou a massagem interrompida, me revelando assim uma novidade que nem a Bea tinha me ensinado. a glande se destacava por entre aquelas massas carnudas, Marta aproveitava para dar novas lambidas na ponta.
O inesperado da situação me deixava meio confuso. Tudo estava saindo ao contrário do que eu tinha imaginado e eu não sabia bem qual estratégia seguir. Por enquanto, Marta monopolizava todo o protagonismo e me deixava pouca margem para aplicar meus recursos nela.
Na posição em que estávamos, mal dava para acariciar o rosto dela e, com dificuldade, o pescoço e os ombros; e era nisso que eu me dedicava, sem muito entusiasmo. A chupada que a cubana estava me dando era divina, ainda mais porque eu sabia que ela ia se cansar antes de eu chegar ao orgasmo. E embora tenha sido assim, não tive dúvida de que ela estava em ótima forma física, porque aguentou muito mais do que o esperado naquela posição tão desconfortável para ela e fazendo aqueles movimentos que a tornavam ainda mais cansativa.
— Puxa, como é duro o bichinho! — exclamou num tom que não sei se era mais de admiração do que de reprovação ou vice-versa —. Seu pai já teria gozado pelo menos duas vezes.
Ela se levantou fazendo uma careta de dor. Era lógico que as pernas dela estavam doendo por ter ficado tanto tempo de cócoras.
Considerei que tinha chegado a hora de começar a mostrar minhas habilidades e, pegando-a pela cintura, girei ela cento e oitenta graus, de modo que ficasse de costas para mim. E enquanto meu pau encontrava lugar entre suas bundas bem carnudas, buscando o contato quentinho da buceta dela, minhas mãos começaram a amassar aqueles peitos monumentais até sentir que os bicos estavam duros como pedra. Foi então que minha mão direita desceu até a buceta dela e, enfiando um dedo entre os lábios, esfreguei com vontade a fenda em busca daquele botãozinho tão especial que toda mulher esconde nessa região e que só se manifesta em ocasiões como a que estávamos vivendo.
Minha tia não demorou a soltar aqueles gritos de puro prazer assim que a ponta do meu dedo Finalmente, meu dedo entrou em contato com o clitóris dela. E, numa das vezes que ela jogou o torso pra frente, foi o suficiente pra que meu pau também tivesse livre acesso às profundezas da caverna mais íntima dela, que recebeu a intrusão com uma verdadeira saraivada de contrações espasmódicas.
—Tem muito cuidado, sobrinho —ela me alertou, na agonia gostosa dela—. Não vai me deixar grávida.
—Você não tem camisinha?
—A única que eu tinha foi seu pai que usou. Como eu ia imaginar que precisaria de duas?
Eu tinha tido a precaução de incluir na minha mochila leve uma caixa de preservativos, não porque esperasse fazer algo com minha tia ou minhas primas, mas porque, numa estadia que devia durar quase três dias, já contava que alguém usaria com minha irmã Dori. Mas a tal caixa tinha ficado no quarto que me deram pra dormir, e a gente já tava numa fase quente demais pra parar do nada. Condicionada pela ação dupla do meu dedo e do meu pau, minha tia já se debatia nos primeiros espasmos do orgasmo dela, e eu não tava muito longe de seguir o mesmo caminho.
—Como você se mexe bem, seu safado! Dá pra ver que você tem prática.
Pra agradecer o elogio, eu aumentei o ritmo do vai e vem já bem intenso, o que fez efeito na hora.
Marta mostrou que tinha recursos pra tudo e soube dar o final mais adequado pra situação complicada. Assim que atingiu o êxtase, com o corpo ainda tremendo de tanto tesão, ela se virou de novo pra ficar de frente pra mim, dobrou as pernas outra vez e a boca dela tomou conta do meu pau, engolindo quase ele inteiro e fazendo uma massagem frenética, que logo quebrou todas as minhas defesas e arrancou até a última gota de porra acumulada, que, não sendo pouca, foi toda parar direto no estômago dela, sem nenhum desperdício.
Embora longe de ser a melhor transa da minha vida, a verdade é que fiquei mais que satisfeito. levando em conta as circunstâncias.
—Amanhã não vamos ter o mesmo problema — me garantiu, sorrindo.
Mais do que um problema, a falta de camisinha me pareceu pouco mais que um pequeno inconveniente, e maior preocupação me causou a previsão dela para o dia seguinte, porque a verdade é que minhas esperanças estavam mais depositadas em Sara e tudo indicava que minha tia estava disposta a me usar exclusivamente.
E minhas suspeitas não foram em vão, pois minha tia, seja porque estava há muito tempo sem sexo ou porque era uma mulher muito fogosa, não me deu tempo nem folga para direcionar meus desejos para outro caminho que não fosse o da própria buceta dela, aparentemente insaciável, ou a boca tremenda, porque entre uma transa e outra ela ainda intercalou uns boquetes que me deixaram completamente esgotado. E tenho certeza de que, além do que eu dei e ela tomou, que não foi pouco, ela também tirou a porção devida do meu pai. Suponho que queria se abastecer bem pra encarar com melhor humor a seca que teria que aguentar depois que a gente fosse embora.
Pelo menos, nesse caso, fiquei com uma certa esperança de que com Sara não ia rolar o mesmo que com a Viki. Não digo por presunção, mas porque todos os sinais apontavam que ela tinha ficado com vontade de provar aquele tesão que a mãe monopolizou. E, se isso não bastasse, ainda tinha o que a Dori me disse no caminho de volta pra casa.
— Mês que vem — foram as palavras promissoras dela —, a Sara vai fazer exame pra tirar carteira de motorista e vai passar uns dias na nossa casa... E aí — completou com um sorriso malicioso —, a tia Marta não vai estar por perto.
Devo admitir que com a tia Marta não tinha ido nada mal. Melhor dizer que tinha ido muito bem. A experiência sempre conta, e minha tia me mostrou que tinha de sobra. Ela não me ensinou nada que eu já não soubesse, mas talvez eu, pra minha idade, já estivesse me tornando um aluno bem avançado de tanto praticar. Se não fosse a Sara, eu teria me considerado um sortudo; mas Sara era Sara e isso pesava muito.
— Tem certeza de que a Sara vai querer...?
— Isso, querido irmãozinho, é algo que vai depender exclusivamente de você.
— Quantas vezes ela fez isso com o papai nos últimos dias?
— Com o papai? Pelo que eu saiba, e acho que não estou enganada, não fez nenhuma vez.
Aquela revelação da minha irmã me surpreendeu e decepcionou ao mesmo tempo. Eu juraria que entre meu pai e minha prima tinha rolado alguma coisa; mas, agora que a Dori quase afirmava o contrário, pensei que também não tinha motivos concretos pra supor outra coisa. E talvez todo o resto fosse igualmente só imaginação minha.
O fantasma da Viki voltou a rondar minha cabeça. Será que eu tava condenado a receber só o que as outras quisessem me dar? Será que eu era tão inútil como conquistador? Nunca seria capaz de conseguir o que outras não pareciam dispostas a me facilitar?
Era preciso ter uma longa conversa com meu pai, que sempre teve fama de pegador, pra ele me revelar alguns dos segredos dele. Ia ter que esperar uma ocasião melhor, porque agora ele tava dirigindo e, quando dirigia, não queria que ninguém nem nada o distraísse.PRÓXIMO RELATOhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2600667/Una-peculiar-familia-6.html
3 comentários - Una peculiar familia 5
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El relato esta bueno como todos
Me dejo con una gran ereccion