Desejo de filho, desejo de mãe: O diário (Parte 7)

Eva está prestes a se arriscar a dar o primeiro passo e foder com o filho, mas sempre fica só na intenção, o desespero vai fazer ela passar por várias situações constrangedoras....

Domingo não conseguiu ler. Pedro não saiu o dia inteiro. Foi uma tortura ter ele por perto. Os olhares agora eram intensos. Lá pela metade da manhã, ficaram sozinhos na sala enquanto o marido arrumava o guarda-roupa.

Eva olhava de soslaio para Pedro. A buceta ardia.

E se ela chegasse perto dele? E se sentasse do lado dele e colocasse a mão na pica?

Diria que sabia que ele a desejava. E que ela o desejava também. Ia abaixar a braguilha dele e puxar a pica pra fora.

— Meu amor, tô tão tesuda. Faz uma punheta pra mamãe — diria, abrindo as pernas e subindo e descendo a mão na pica dura dele.

Ele ia beijá-la, enfiar a mão por baixo da saia dela e acariciar a buceta. Entre beijos, iam se masturbar um ao outro até encher as mãos de porra.

— Sabe onde está a chave de fenda cinza? — perguntou o marido, tirando-a bruscamente das fantasias.

— Hã? E eu lá sei. Não mexo nas tuas coisas.

— Pois não está onde eu deixei.

— Perderia a cabeça se não fosse grudada no corpo.

Pedro levantou e foi pro quarto dele. Eva ficou sozinha.

Será que foi se masturbar? Tá deitado na cama dele, com a pica na mão esperando eu ir?

Vigiando a porta da sala, atenta a qualquer barulho, levou a mão na buceta e se masturbou, imaginando, fantasiando.

Ia pro quarto. Abria a porta fechada e lá estava ele, com a pica na mão. Se olhavam nos olhos. Ela entrava, fechava a porta e subia na cama. Montava nele, tirava a mão dele da pica, pegava ela, colocava de pé e sentava.

A pica de Pedro enfiava na buceta dela até o fundo. Ela se mexia... pra cima e pra baixo. Pra cima e pra baixo, olhando pro filho dela. Ele levava as mãos pros peitos dela e acariciava.

— Aaai, meu filho lindo. Como eu te desejo.

— E eu você, mãe.

Eva gozou. imaginando como Pedro enchia a buceta dela com uma descarga abundante e quente de porra. Mas ela não estava satisfeita. Queria mais, precisava de mais. Continuou com a fantasia.

- Mami... quero comer sua buceta.

- Mas meu amor... tá cheia do seu leite.

- Não me importa. Me dá. Coloca na minha boca.

Ela se levantou e fez isso. Colocou a buceta escorrendo ao alcance da boca dele e fechou os olhos quando sentiu a língua. Percebia a porra saindo aos poucos. Ele lambendo e chupando, sem se importar.

Eva gozou na boca do filho. Eva gozou no sofá, com os dentes apertados, os dedos travados. Ficou calma. Satisfeita. Pelo menos por enquanto.

Ao meio-dia, os três saíram pra comer fora. No restaurante, Pedro sentou na frente dela.

Os olhares despertaram seu desejo. Quando, como que por acaso, os pés deles se encontraram debaixo da mesa, ela não conseguiu evitar imaginar coisas. Coisas que a excitaram.

Coisas que naquela noite, na cama dela, ela reviveu.

Continua...

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