Era um dia quente de verão, quando minha filha de 19 anos, Cari, trouxe uma amiga. O nome dela é Susi. Elas decidiram ir nadar na piscina grande. Susi mora num bairro pobre na parte mais afastada da cidade, então não tinha um jeito bom de se refrescar se não fosse pelo convite da Cari. Ela é bem baixinha, mal chega a 1,55 metro de altura, mas tem um corpo bem proporcionado, gostoso, com uns peitões grandes e durinhos pro tamanho dela. Por ser tão nova, era provavelmente ingênua e não percebeu o quanto eu tava excitado. Acho que nem imaginava que os shorts dela eram pequenos demais e mostravam as nádegas esculpidas da bunda dela, mesmo ela tendo que ficar puxando eles pra baixo o tempo todo. Ela também não percebia que, quando não usava sutiã, as camisetas deixavam claro aqueles mamilos durinhos que ficavam duros e moles enquanto ela ria e tal. Ela tem cabelo comprido e loiro que vai até depois da bunda, quase na metade das nádegas, e ela vivia passando a mão nele, cuidando bem de me seduzir indiretamente. Toda vez que eu via ela, ficava excitado na hora. Finalmente, ela decidiu tomar um banho e se trocou no banheiro perto da piscina. Quando saiu vestindo um biquíni florido azul, quase caí duro quando ela sorriu, prendeu o cabelo e se virou. Ela me pediu pra amarrar o biquíni pra ela. Quando ela se virou, percebi que a parte de cima do biquíni era pequena demais pra ela, então os peitos dela vazavam por todos os lados e os mamilos estavam tão durinhos quanto facas depois de colocar a parte de cima fria. A bunda dela era maravilhosa, e as laterais também estavam bem esticadas. Apertado contra a barriga dela, dava pra ver a "buceta" marcada, firme como uma corcova. Ela passou a mão na bunda perfeitamente formada, como se a qualquer momento pudesse estalar. Eu me sentei. ali, superexcitado com a fantasia de ver o corpo inteiro de uma gostosa de 19 anos. Me afastei pra não dar pra notar meu pau duro como pedra, grudado na parte de baixo do short. Dava pra sentir o ar frio na cabeça da minha rola, já que ela tava exposta. Por sorte, elas foram logo pra piscina. Depois de uns minutos, quis dar uma olhada nelas. Tavam brincando com uma bola e toda vez que pulavam de um lugar mais alto, adorava ver os peitos durinhos delas balançando quando aterrissavam. Quando uma deixou a bola cair fora da piscina, fiquei besta vendo elas terem que sair correndo pra pegar. Enquanto corriam, a bundinha apertada delas quicava no ritmo dos peitos firmes. Quase fui pego várias vezes, então decidi ir pro banheiro e espiar pela janela levemente aberta. Depois de ver, da segurança do banheiro, que podia mostrar meu pau e bater uma lentamente olhando pra elas. As meninas olhavam em volta pra ver se alguém tava olhando. A Cari até colocou a cabeça pra dentro de casa pra ver se eu tava lá. Naquele momento, eu era a única pessoa em casa. Ela provavelmente achou que eu tinha ido tirar um cochilo. Fiquei curioso sobre o que a amiga dela tava fazendo, mas, de repente, elas sentaram nos degraus da piscina, onde não dava pra ver da porta de vidro. A única coisa é que eu tinha uma vista perfeita delas. Me abaixei mais porque elas tavam procurando alguém que pudesse estar olhando. No começo, a Cari pegou a Susi por trás. Depois, ela se acomodou e se enrolou no corpo da Cari, acariciando os peitos dela. Isso foi meio estranho pra mim. Nessa hora, a Susi apareceu por cima da Cari, que a recebeu entre as pernas abertas. As duas se despindo na minha frente, eu via aqueles peitinhos jovens à mostra. Eram perfeitos. Ela parecia muito com a mãe quando era nova, mas tinha um erotismo a mais que a mãe. Susi esfregou as tetas e pegou as de Cari, e quando ela beliscou os mamilos dela, ela fechou os olhos e arqueou as costas, inclinando a cabeça pra trás pra beijar Susi devagar com a boca aberta e a língua deslizando pela boca dela. Nesse ponto, eu queria sair correndo pro ar livre e pular na ação. Infelizmente, me resignei a segurar a pica. Olho pra baixo e vejo a mobilização impressionante dessas jovens completamente excitadas. Peguei as calcinhas fio dental das garotas e cheirei. O cheiro é tão doce, o suco do cio delas. Quando lambo, o gosto é salgado com um toque amargo, maravilhoso. O suco delas vazando é de morrer. Agora sei por que tão molhadas. Provavelmente tavam esfregando os corpos ainda na piscina. Aí começo a cheirar a outra calcinha ao mesmo tempo. Era uma fragrância diferente, mais doce e amarga. Fico em êxtase por mais tempo do que consigo lembrar, então decidimos verificar de novo nas meninas. Pra meu espanto, minha filha tem o rosto enterrado na virilha da amiga. Ela tá chupando e lambendo com tanta ternura. Sinto ciúmes, porque queria meu rosto enterrado na buceta jovem dela. Depois, excitação, porque adoraria ter as duas usando a língua em mim desse jeito. O nariz dela esfregando o clitóris enquanto ela usa a língua como um instrumento musical. Aí me agarro na pica e não consigo evitar ver meu esperma voar pra longe delas enquanto Susi agarra a cabeça de Cari e a manda pro púbis dela, enquanto o corpo todo treme com a explosão do orgasmo. Enquanto elas entram em erupção, eu rosno alto. Essas mulheres não param de me surpreender, embora eu continue agachado antes que possam me ver. Elas voltam daqui a pouco pra se trocar, não sabiam que eu tava lá. Susi trocou de maiô, enchendo a calcinha fio dental de fluxo e os shorts apertados dela. Enquanto olho pro púbis delas, meu gozo escorre pelas minhas mãos.
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