Meu filho, as punhetas dele e meu plano

As masturbações de um filho causam a insônia de uma mãe, e muitas perguntas sobre si mesma…

Sempre me perguntei por que as pessoas juntam o que é normal com o que é certo. Do meu ponto de vista, tem coisas "normais" que são bem "ruins" e coisas "anormais" que são "boas", ou pelo menos não têm nada de errado. Ou seja, as normas sociais nem sempre foram criadas com boas intenções pelos poderosos; muitas vezes foram feitas pra manter a população sob controle. Coisas como ser dócil quando abusam da gente socialmente, evitar conflito ou não fazer coisas que não machucam ninguém, sem motivo nenhum. Embora eu sempre tenha pensado nesses temas, a verdade é que ultimamente tenho refletido bem mais sobre eles, e tem um motivo: meu filho aprendeu a se masturbar.

Tipo, não é que eu ache errado, mas pelas convenções sociais, não devia puxar esse assunto com ele. Tá sendo difícil, pra ser sincera, já que tô há um bom tempo sem transar, fora as solitárias, digo.

Quando meu marido nos largou e sumiu, já faz uns anos, fiquei tão queimada que decidi que minha história com homens tinha acabado. Por pressão de conhecidas, que não amigas, porque larguei todas na minha cidade antiga, tive uns encontros e alguns relacionamentos de média duração. A verdade é que a simplicidade da maioria dos homens faz, paradoxalmente, os relacionamentos serem complicados. Não preciso de um homem de qualquer jeito, mas às vezes um pau cairia bem, sei lá se me entendo.

Como já falei, não é que eu ache errado, bom, na real acho muito bom e muito saudável, mas são as formas que me incomodam. Ele sempre espera até altas horas da noite, achando que já vou estar dormindo, e é verdade que na maioria das vezes tô. Sempre tive o sono muito leve, qualquer barulhinho me acorda. Os gemidos dele me acordam toda noite, e depois não consigo mais dormir. dormir. Sorte que não preciso ir trabalhar, graças a uma boa herança, porque, senão, não sei como ia fazer. É como estar do lado de uma pessoa que respira muito forte e ir ficando puto.

Acho que o fato de não termos trinco no banheiro faz ele descartar isso durante o dia. Mas à noite, enquanto vejo televisão, não é uma má hora. Com certeza daria pra ouvir menos do que no silêncio total da noite.

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Já faz uns dois meses que tô nessa situação. Tem que reconhecer que ele toma seus cuidados, só encontrei no quarto dele uns dois pedaços de papel que ele usou pra se limpar. Bom, e uma meia que eu uso pelo menos uma vez.

Apesar de tudo, o quarto "cheira" antes de eu arejar de manhã. Acho que é pelo tempo que tô sem um homem, mas a verdade é que me excita pra caralho o aroma. Algum dia até tô desejando que ele saia pra aula pra entrar no quarto dele.

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Mais duas semanas de sons noturnos. Pelo menos já encontrei um jeito de dormir: me masturbando também. Acho que por ser a mãe dele, tinha algo na minha cabeça que não me deixava perceber que a agitação que sentia ao acordar com os gemidos dele era excitação sexual.

O problema é que tenho que esperar ele dormir depois da sessão dele, não seja que ele me ouça como eu ouço ele. E considerando que às vezes ele passa até uma hora "batendo punheta", mais a meia hora que espero depois de um tempo prudencial pra ele dormir, continuo perdendo horas de sono.

Me pergunto como ele aprendeu, se os garotos de hoje em dia ainda passam o "grande segredo" em conversas baixas, ou se a Internet já faz esse papel. Na escola, alguns pais fizeram uma puta confusão quando propuseram aulas de educação sexual, então adiaram pra uma idade um par de anos maior. Que gente solta por aí, com certeza. que até se dão chicotadas quando falam um palavrão.

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Tem coisas que não fazem o menor sentido. Já faz quase um mês que tô na mesma rotina: escuto meu filho se masturbando, espero um pouco até achar que ele dormiu e me masturbo também. Não seria melhor fazer isso juntos?

Não que eu precise de um homem, mas um pouco de ação real não cairia mal. Por mais que seja meu filho, ter um homem na minha frente se masturbando já me ajudaria pra caralho enquanto eu faço o mesmo.

Não ia ser bom só pra mim. Também acho que não faria mal pra ele ver como uma mulher se estimula, acho que poderia ser bem benéfico pra ele.

Não é incesto nem nada. Pode ser pelo tesão que tô acumulando, mas quanto mais penso, mais idiota parece ficar fingindo que não percebo que ele se masturba toda noite a poucos metros e esconder que eu faço o mesmo depois dele. Sei lá, talvez entre todo esse tempo sozinha e a falta de sono que tô acumulando, umas ideias estranhas me vêm à cabeça.

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Decidi! Tenho que conseguir que a gente faça isso junto. Pelo ritmo que ele leva, não acho que vá resistir muito a ter um estímulo a mais. Além disso, o fato de ele se esconder tanto mostra que sente que tem algo de culpa nisso. Então, olha, vou libertar ele.

O melhor é que ele mesmo proponha. Vou estimulando ele, ver se ele se solta. Acho que vou começar a me mostrar mais: a porta do chuveiro um pouco aberta, o roupão mais aberto...

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Porra! Depois de vários dias, parece que minha tática não tá funcionando. É um fracasso. Bom, não um fracasso total. Dá pra notar os olhares furtivos dele, até na hora do banho, reparei que ele tenta entrar no banheiro nos momentos certos. Mas não fala nada.

Pode ser que funcionasse a longo prazo, mas por enquanto a única coisa que consegui foi que as sessões noturnas dele ficassem mais longas, e as minhas também. Adiem para mais tarde, com o que menos horas de sono ainda.

Uma vez tomada a decisão, não gosto de ter que esperar tanto para conseguir meu objetivo. Vou ser um pouco mais agressiva. Já que ele passa muitas vezes perto do cesto de roupa suja no caminho da cozinha, vamos ver se os "aromas" excitam ele tanto quanto a mim. Vou deixar umas calcinhas bem molhadas por mim sempre em cima, mesmo que tenha que colocar um par delas por dia.

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A mãe que o pariu! E olha que sou eu. Por que ele não tem confiança suficiente comigo? Sempre me contou todas as coisas dele.

Se eu vejo a ereção dele muitas vezes quando passa perto do cesto de roupa! Por esse tipo de coisa que os homens me deixam nervosa. Quantas vezes ele tinha encontrado antes umas calcinhas molhadas no cesto de roupa? Nenhuma!. E agora vê umas todos os dias, a toda hora, e vai achar que é coincidência... não pode ser.

Coitadinho, fica excitado e, por não falar, tem que aguentar até a noite assim. Tomara que ele se decida.

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Meu Deus!. Peguei ele com as calcinhas na mão, acho que estava cheirando elas e vi minha oportunidade. Mas ele foi muito rápido, assim que me ouviu já tinha colocado de volta no cesto de roupa. Mas a ansiedade tomou conta de mim e resolvi apertar um pouco o parafuso:

-Oi, querido, me pareceu ver que você tinha algo na mão.

-Ah, sim, é que tinham caído no chão...

-Pois essas têm um aroma especial, não acha?- falei com um sorriso safado.

-Não sei, mãe, não reparei. Vou indo, que tenho um compromisso.

E saiu disparado pela porta a toda velocidade. Como pode ser tão difícil? Era muito mais fácil na minha cabeça: eu apertava um pouco, ele comentava algo e a gente chegava a um acordo "punheteiro" entre nós dois. Me deixou com uma frustração danada, entre tesuda e puta da vida.

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Já fazem dois dias desde O incidente da calcinha, esperando que a cena se repita. Os franceses têm uma expressão muito curiosa: "o espírito da escada". Eles usam isso pra se referir a todas aquelas coisas que a gente gostaria de ter dito ou feito depois que algo acontece. Aquela resposta ou ação perfeita.

Meu "espírito da escada" particular é não ter deixado ele sair com alguma desculpa, ter sido um pouco mais explícita. Mas cheguei à conclusão de que ele teria escapado do mesmo jeito. Tenho a sensação de que estive tão perto...

Acabou! O melhor é pegar ele no meio da "tarefa", pra que não consiga evitar o assunto e, depois, puxando o fio...

Esta noite eu vou pra cima.

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Porra, porra, porra! Nesses meses não teve mais do que um par de dias em que ele não se dedicou à rotina dele. E justamente hoje tem que ser o terceiro!

Ele teve um jogo de futebol, suponho que deve estar bem cansado e caiu duro. Talvez ele tenha encontrado um jeito de fazer no colégio e já não tem vontade à noite. Pensando bem, espero que não. Isso me tiraria oportunidades de conseguir meu objetivo.

Nada, tô há horas olhando as letras vermelhas do despertador, vendo os dois pontos que separam os minutos das horas pulsarem cada vez mais devagar. São quatro horas, é tarde demais. É melhor eu dormir.

Amanhã é outro dia. Espero que meus medos sejam infundados e amanhã ele volte com vontade de bater uma.

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Essa deve ser a noite! Fomos cedo pra cama. Eu com a desculpa de que estava muito cansada e insistindo que ia cair no sono logo.

Vamos, vamos! Começa logo!

A espera tá me matando... tô com medo do pior.

Sim! Acho que tô ouvindo ele. Obrigada! Obrigada, meu Deus! Respira, respira fundo e vamos nessa. Devagar, sem fazer barulho pra pegar ele de surpresa.

Beleza, já levantei da cama e acho que não deu pra ouvir nada, e já tinha deixado a porta Bem aberta pra não precisar abrir. Vou pelo corredor bem devagar, quase na ponta dos pés. Sinto vertigem, e me sinto encharcada. Finalmente, depois de tantas semanas, vou conseguir.

Beleza, tô na frente da porta dele. Nem uma puta teria sido mais silenciosa. Beleza, respira fundo e entra rapidão.

Respiro, aproximo a mão bem devagar da maçaneta e... lá vou eu!

— Filho, você tá bem? Levantei e achei que ouvi barulhos.

— Tô sim, mãe. Devia ser algum pesadelo — ele disse com a voz meio trêmula. Fruto do susto e da surpresa, sem dúvida.

Porra! Ele tá coberto. Acho que ele bate punheta coberto e tira o papel quando vai gozar. Não ver os lençóis "estalando" me fez não considerar essa possibilidade. Tem que ser assim, entrei rapidão. Até parece que vi ele tirar a mão do pau debaixo do edredom. Bom, vou esgotar as chances desse plano, ver se tenho sorte mesmo assim.

Sento do lado da cama.

— Tem certeza, filho?

— Sim, mãe.

Ela acariciou a cabeça dele, passando pela testa.

— Nossa! Filho, você tá muito quente. Não tá doente, né?

— Não, não, é que tá calor.

— Sei não, além disso você tá numa idade de mudanças e...

— Mãe, por favor, preciso descansar.

— Se for pra conversar um pouco sobre...

— Amanhã, mãe, por favor, me deixa dormir.

E ele se vira meio bruscamente, me dando as costas. O tom não foi muito agradável. Não me resta outra opção senão recuar.

Porra, porra! Tive tão perto! Não é justo! Volto pro meu quarto mais puta que excitada. Por que as coisas não podem sair como a gente planeja e pronto? Como os homens são complicados, até os que a gente pariu.

Não ouço mais ele, acho que o susto baixou a tesão. Melhor eu dormir.

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Beleza! Já sei onde errei. Não sei como não percebi antes. Todas as minhas tentativas tinham uma certa invasão da privacidade dele.

Nos adolescentes... A proteção da privacidade dela é mais forte do que o ataque dos hormônios, inclusive.
Preciso de um plano. É complicado, as pessoas geralmente não sabem fazer planos. Chamam de "planos" a mesma coisa que eu mesma venho fazendo até agora: traçam uma linha do tempo como se a realidade fosse uma história. Pensam "faço isso e acontece isso e, depois, acontece aquilo outro". A realidade não funciona assim.

As coisas, na verdade, funcionam mais ou menos assim: "faço isso e pode acontecer isso ou aquilo; se acontecer o primeiro, podem acontecer essas outras coisas; e se acontecer o segundo, essas outras".

Um bom plano, um que mereça esse nome, consiste em botar as coisas pra rolar e depois ir reduzindo as alternativas pra que todas convirjam no resultado que você quer, ter uma previsão pra cada consequência pra que todas vão pro mesmo lugar.

É óbvio que ele quer, ou pra todos os efeitos é como se quisesse: safado, obediente, possibilidade de ter estímulo no conforto de casa, é inteligente... e não digo isso só porque sou a mãe dele. Tenho certeza de que vai fazer muito bem pra ele. Só precisa quebrar essa primeira barreira. Já tenho mais ou menos planejado.

O primeiro passo é criar um cenário onde o invasor da privacidade, mesmo que sem querer, seja ele.

Isso vai funcionar.

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Tô nervosíssima. Aqui, de pernas abertas na cama, com a buceta tão molhada que tenho que fazer um esforço danado pra não me masturbar, mas sei que se eu gozar não vou ter vontade de continuar. Ia me vestir e deixar o plano pra outro dia.

Confiro os detalhes: a porta está aberta o bastante pra incentivar a espiar e fechada o suficiente pra dar a falsa sensação de que dá pra espiar sem ser visto. O relógio mostra que ele vai chegar em casa em poucos minutos. Ele sempre é pontual.

Tento pensar em como quero que ele me veja: se completamente aberta ou com as pernas fazendo um V. Decido pela segunda opção. Também penso se vou gritar. Muito gemido. Tudo isso, em vez de fazer o tempo passar, faz ele passar mais devagar. Meu coração bate como se fosse um tambor e sinto um nó na garganta.

Vamos! Vem logo! Vem logo ou vou ficar com medo!

Ouço a porta da rua abrir. Olho para o teto e começo a me masturbar e gemer alto. Minha nossa, estou encharcadíssima. Vamos, vamos! Aparece! Se não se apressar, eu gozo.

Sim! Acho que ele está na porta. Deve ser a adrenalina, todos os meus sentidos estão aguçados. Existe a chance de ele ir embora depois de dar uma olhada. Não posso permitir. Tenho que ser rápida. Vou dar o meu melhor show. Levanto-me rapidamente e lá está ele. Estabeleço contato visual e ele arregala os olhos de surpresa. Ele sai correndo. Ok, tudo conforme o plano:

-Oscar! Oscar! Vem, vamos conversar!

Ele não vem, bom, era o mais provável. Para fingir improvisação, é importante que eu vá o mais rápido possível. Levanto e saio correndo do quarto. Estou completamente nua, como convém ao meu plano.

Ele está sentado no sofá, bom. Eu tinha previsto desde que ele entrasse no meu quarto, a melhor das possibilidades, mas a mais improvável, até ele se trancar no dele, o que me obrigaria a dizer que não iria embora até ele abrir, a pior possibilidade, porque exercer autoridade teria esfriado um pouco o clima. A sala não é o melhor nem o pior.

Ele ligou a televisão, acho que para se distrair um pouco do choque. Preferia que ele tivesse sorrido ao chegar para que o clima ficasse relaxado desde o início.

Aproximo-me por trás do sofá e passo a mão no cabelo dele:

-Você se assustou, meu anjo?

-Não, mãe, sem problemas. Desculpa ter te surpreendido, ouvi barulhos e...

Sorrio, contorno o sofá e sento ao lado dele. Estando nua, ele desvia o olhar tentando se concentrar na televisão, mas não consegue evitar dar olhadas rápidas a cada poucos segundos. Bom, a coisa vai bem.

-Bom, você sabe o que eu estava fazendo, —Não?
—Sim, mãe. Não sou idiota. Não tem problema, de verdade, deixa pra lá.
—Obrigada por não... sabe... fazer um escândalo, ou ficar histérico ou algo assim — falo com um sorrisão.
—Tudo bem, mãe.
—Vem, me dá um abraço.

Abraço ele, ele resiste um pouco e apoia a cabeça no meu peito. Peito é peito, mesmo sendo da mãe dele. E ainda por cima são bem postos. Sim! Já tão começando a fazer efeito, já tô vendo a ereção dele. Espero mais um pouco. Foda-se o controle e desligo a TV. Sem a tela, o estímulo dominante é meu corpo nu, ele tá olhando e tentando evitar, sem muito sucesso, ao mesmo tempo.

—Olha, sei que você é meio resistente, mas vamos conversar um pouco sobre o assunto.
—Não, mãe, já entend...
—Shhh! — sibilo enquanto coloco o dedo indicador na frente dele pra me deixar falar — Olha, masturbação é algo natural. Todo mundo tem necessidades e você sabe que desde que seu pai nos largou, não tive muitos rolos com homens. Por isso, de vez em quando, eu meto o dedo...

As expressões que vou usando tão fazendo efeito, vejo a ereção dele aumentar. Tenho que esperar pra dar o empurrão final.
—Não tem nada de vergonhoso nisso — continuo.

Espero, espero até ele não aguentar mais.
—Todo mundo faz quando precisa. Ou deveria fazer...

Ele leva a mão pro pacote pra ajeitar. Agora!
—Bom, porque tenho certeza que você também faz — rio e dou um tapinha com o dedo no queixo dele.
—Não, eu não...
—Ah, qual é, não tem nada de que se envergonhar.
—Não, eu...
—Mais ainda, tenho certeza que quando entrei outro dia no seu quarto, você tava fazendo isso — falo apertando o braço que passei por cima dos ombros dele e puxando ele pra perto.

Ele não fala nada e abaixa um pouco a cabeça. Tá ficando meio vermelho. Que difícil que é meu filho. Mais um empurrãozinho.
—É assim? Hein? — uso meu melhor tom de conforto.
—Sim...
—Isso é bom. Não tem nada de errado, pelo contrário.

Vejo que volta a ajeitar ela. Sinto muita tontura. Vamos pro passo crítico. Dirijo o olhar de forma exagerada pra virilha dele, mostrando surpresa.

—Pô! Ficou durinha, hein? Ainda chamam isso de "ficar de pau duro"? — falo rindo.

—É, às vezes...

—Quer bater uma punheta? — achava que tava nervosa, agora é que sinto que meu coração vai sair pela boca.

—Não... sim... sim...

—Fala, sei que você quer. Ou quer que eu faça pra você?

—Sim, quero sim, mas eu mesmo faço.

—Então não se acanha. Vem comigo.

Levanto, pego na mão dele e levo pro meu quarto. Ao deitar na cama, lembro que tava pelada, quase tinha esquecido, tô até mais molhada do que quando comecei. Passo um pensamento rápido: tomara que não tenha sujado muito o sofá.

—Na cama cabe nós dois se quiser, mas se quiser ver melhor como uma mulher faz, tem uma cadeira ali e pode sentar na ponta. Tenho lenço aqui na mesinha pra você se limpar.

Foda-se a cadeira, ele coloca ela de frente pra ponta da cama, chega na mesinha, pega uns lenços e volta pra cadeira. O jeito que ele se mexe me mostra que não tenho mais nada pra me preocupar, já tem inércia. Coitadinho, esquentei tanto ele que tá feito um zumbi. Vou compensar com um belo show.

Ele abaixa a calça e senta na cadeira.

—Nossa! Fazia anos que não te via pelado inteiro. É muito bom ver que você se desenvolveu tão bem... na ferramenta, claro — solto uma risada contida. Vejo ele ficar vermelho que nem tomate.

—Valeu, acho — ele sorri. — Tô meio sem graça.

Temo por um momento, mas ele pega na rola e começa a mexer.

—Tá me vendo bem?

—Tô, mãe.

—Vira um pouco pro lado pra eu te ver melhor.

Ele move a cadeira sem levantar, e sem soltar a rola.

—Cê vai muito rápido, né? Vai gozar cedo demais.

—Não sou expert, mas você também não tá muito devagar.

—É, me pegou no flagra. Fiz a cena e fiquei no meio do caminho — tento rir entre gemidos.

A verdade é que a gente se olhou mais nos olhos do que nas partes íntimas. Os gestos dele vão me fazer gozar rápido. Ele também não parece aguentar muito.

Sem parar de me encarar, ele diz:

— Tô go… tô gozandooo…

A expressão dele. Meu Deus, a expressão dele!

— Eu também…

A gente tá se contorcendo sem perder o contato visual. Acho que tô sentindo o melhor orgasmo da minha vida. Mas acaba. O dos dois. A gente fica em silêncio.

— Ufa! — assobio. — Foi bem… espetacular — caio na gargalhada.

— É. A verdade é que não esperava por isso.

Me levanto, sentando na cama. Dou uns tapinhas no meu lado pra indicar pro meu filho sentar do meu lado. Ele se levanta e vem. Quando senta, falo:

— Bom, já que a gente concorda que foi tão bom, você não precisa mais se esconder pra bater uma.

— Nem você — responde.

Quase esqueço, tem outro ponto fundamental no meu plano. Se eu não cumprir, pode desfazer tudo que consegui hoje.

— Olha, normal, normal, também não é isso. Mas também não é normal um filho pegar a mãe se dedando. Não ser normal não quer dizer que tenha nada de errado. E já que deu essa coincidência, vamos aproveitar. Você concorda?

— Sim, parece bom.

— E, ó, se você quiser que eu faça alguma pra você, dar um gostinho pro meu filho tá dentro das minhas responsabilidades — começo a rir — se estiver ao alcance da minha mão — completo com uma piscada e rindo ainda mais.

Meu filho ri junto comigo, e completa:

— O mesmo digo — fala, mas tem um tom na voz dele que é mais por cumprir tabela do que por convicção. Isso me deixa claro que preciso do “seguro” que tinha planejado.

— Além disso, tô curiosa, será que eu poderia te pedir pra fazer uma pra você alguma vez que eu tiver vontade?

Ele fica surpreso.

— Sim, acho que sim…

— Jura? — falo com um sorriso e apoiando o indicador no nariz dele.

— Sim.

Boa! Precisava do “seguro”.

Ele se levanta e sai do quarto. Coitadinho, tá todo Ele tá meio desorientado e atropelado pelos acontecimentos. Mas vai se divertir pra caralho.

Sabia! Ainda bem que consegui o "seguro". Já faz uma semana desde o grande acontecimento, e ele não falou nem um pio. Já imaginava que essas coisas que a gente vive como um sonho por causa da excitação, que não são vividas com a percepção normal da realidade, correm o risco de serem tratadas como devaneio.

O mais perto de um avanço foi um dia, que ao passar pelo banheiro, ouvi os gemidos já familiares. Claro que entrei, e não me enganei, mas ele parou. Sorrindo, incentivei:

- Continua, continua, já não lembra do nosso acordo em alguns dias?

- Tô com vergonha, mãe. Quando você sair.

Não quis apertar mais e fui embora.

Tenho pensado bastante. Achava que me bastava com alguma emoção mais leve. Mas assim como pro meu filho um peito é um peito, comigo é a mesma coisa com o pau dele. Depois de tanto tempo sem ter um por perto...

Também pensei em outras coisas mais inconfessáveis. Tipo que o tabu do incesto só existe por causa da procriação. É um tabu porque interessa à espécie, não necessariamente aos indivíduos. A maior probabilidade de más-formações é provavelmente o que tornou proibido o sexo dentro da família. Também me pergunto: será que é "errado" se as relações sexuais evitam a procriação? Talvez a excitação contínua que tenho há meses por causa da situação, junto com a falta de sono, esteja ajudando a quebrar esses preconceitos aos poucos.

Vou fazer umas compras.

Mais uma semana passou. Ontem acho que ele tava muito cansado e teve um dia de folga dos "trabalhos manuais". É o que espero, melhor pegá-lo com vontade hoje, que vou usar o "seguro" que me garantia a iniciativa quando eu quisesse, sem que fosse visto como uma invasão da privacidade dele. No fim das contas, a permissão foi ele quem deu.

Tamo terminando de jantar. Acho que é um bom momento. Também acho que deixei passar Muitos dias se passaram e, embora não esteja tão nervosa quanto no primeiro passo do meu plano, tranquila eu não estou.

— Oi, Oscar, já esqueceu do que a gente conversou faz duas semanas?

— Não, mãe.

— Bom, é que você não falou mais nada. Não gostou?

Vejo ele inspirar fundo. Acho que ele também andou pensando bastante.

— Gostei sim, já te falei.

— E então?

— Penso nisso direto. Mas é que me dá vergonha.

— Não seja bobo! — dou um sorriso pra ele. — Isso é só nas primeiras vezes. Além disso, esses nervosismos deixam tudo melhor.

Ele fica vermelho, acho que tá tendo uma ereção.

— Já que estamos nessa. Lembra que você me deu permissão pra te pedir algo se eu quisesse?

Agora sim, as bochechas dele estão pegando fogo, vermelho intenso.

— Lembro.

— Então, comprei umas coisas e queria testar. O que me diz?

— Eu adoraria.

— Então vamos pro meu quarto.

Levantamos e entramos no meu quarto. Peço pra ele se despir e sentar, enquanto isso, tiro uma bolsa de baixo da cama. De dentro dela, pego um gel lubrificante, de morango, pra ser mais exata.

Me ajoelho, tô nervosa e isso se entrega no sorriso que dou pro meu filho, levemente trêmulo nos cantos dos lábios. O sorriso dele é um reflexo do meu.

Derramo um jato do gel na benga dele e seguro, começo a mexer. É estranho, tudo que não tá bem na minha frente parece que tá girando. Minha visão periférica parece uma centrífuga de baixa velocidade.

Aguento mais um pouco, só mais um pouco. Vejo ele bufar e olhar pro teto. Agora!

Enfio na boca.

— Mãe! O que você tá faz... ufff.

Uns segundos a mais. Se ele não reclamar em mais alguns segundos, outra barreira vai ter caído. Capricho na língua no freio dele. Ele já não tira os olhos do teto, só pra me olhar nos olhos e sorrir. Tento mostrar um sorriso de volta enquanto mantenho a benga dele na minha boca.

É estranho, a tranquilidade que me dá ter Dando mais um passo, minha mente foca em outros detalhes, como se o sabor de morango tivesse sido a melhor escolha. Mas logo meus pensamentos se concentram no próximo desafio, ainda distante em minutos, depois do orgasmo dele.

Ele começa a bufar, fecha os olhos com força, coloca a mão na minha testa e empurra levemente:

— Vou gozar... uff

Resisto à leve tentativa de me afastar, nego com a cabeça de leve e, com a mão que não está segurando a base do pau dele, faço um sinal de positivo com o polegar, indicando que está tudo bem.

E ele explode na minha boca enquanto eu chupo com força. Ele geme como se fosse chorar. Não se mexe muito, mas se curva para frente, quase encostando o queixo na minha nuca.

Ele se endireita e inspira como quem tira a cabeça da água quando já não consegue respirar. Tiro o pau da boca e dou uma risadinha, passando a língua por ele inteiro, da base até a ponta. Depois dou uns beijinhos enquanto meu filho se recupera.

— Caralho!... nunca foi tão verdade — ele brinca.

Levanto, sento ao lado dele, passo um braço sobre os ombros dele, beijo o ombro mais próximo enquanto massajo o outro.

— Gostou? — pergunto.

— Sim. Na real, me surpreendeu quando... — ele move o punho repetidamente em direção à boca, no gesto universal de um boquete.

— É, bom, não foi premeditado — minto. — Tava ali e veio o impulso. Pensei em te dar o maior prazer possível, já que a gente faz isso. Sem machucar ninguém...

— Machucar a mim não machucou, com certeza — ele ri.

— Preciso te dizer que você tava bem carregado aqui — aproximo minha mão das bolas dele e começo a massageá-las com uma intenção dupla: brincar pra relaxar ele e excitá-lo de novo. A resistência dele deve estar baixa pro próximo passo.

— Eu sentia saindo e saindo...

Sinto ele começando a endurecer de novo. É hora de continuar.

— Agora eu tô com vontade. Cê podia me dar uma mão pra devolver o favor!

O rosto dele não mostra exatamente Duda, é mais como se ela estivesse ponderando a proposta. São só alguns décimos de segundo, mas o ritmo acelerado do meu coração dilata minha percepção do tempo.

- Claro! Mas me orienta, que não sei muito bem como...

Outra barreira cai.

Eu me deito na cama e indico que ela se posicione na altura da minha virilha.

- Olha, o botãozinho aqui é o clitóris, é melhor começar ao redor, mas se for tocar direto, sempre, sempre molha os dedos. Nunca toca com os dedos secos...

Ela vai seguindo minhas instruções. Não consigo evitar que minha respiração fique entrecortada.

- Depois, se quiser, pode ir introduzindo dois dedos. Melhor se curvar eles... ahh... ah... um pouco pra cima...

Tento controlar a respiração. Quero que dure. Vejo ela se virar pra ficar de lado. A ereção dela já tá incomodando pra ficar de bruços. Tenho que perguntar.

- Mãe, quer que eu faça com a boca?

Surpresa! Eu tinha planejado pedir com um tom sugestivo e, se falhasse, meio suplicante. Não esperava que ela tomasse a iniciativa. Assinto rapidamente. Ela aproxima a boca e faz círculos com a língua ao redor do meu clitóris enquanto continua com os dedos. Dava pra me contentar com isso, penso.

- Ufff... aahh... ah... mais devagar, filho, quero que dure mais.

Ela levanta a cabeça por um momento.

- Como você quiser. Mas eu vou me tocar também.

Vejo o pau dela e a cabecinha tá enorme e vermelha. Sinto coragem e um impulso.

- Para, para um momento.

Me sento, pego do chão, ao lado da cama, a sacola das compras. Meto a mão sem tirar nada.

- Preciso te dizer a verdade. Filho, sei que você não é bobo, e que sabe que em grande parte fui eu que fui induzindo esse jogo. Para todos os efeitos, te considero adulto e maduro pra sua idade. Por isso, quero que pense bem nisso, e só diga sim se estiver completamente convencido...

Remexo na sacola. Tiro uma caixa de camisinhas e coloco em cima da mesinha.

- ... isso não é normal, mas Também não acho que seja algo ruim. Do meu ponto de vista, nem considero isso pervertido, de jeito nenhum. Se a gente continuar com isso, quero que seja uma diversão boa pra você, mas não um substituto pra nada. Assim que você tiver chance de ficar com garotas da sua idade, quero que você fique, mas enquanto isso...

Paro de falar. Olho pra caixa de camisinhas e depois pra ele.

— O que você me diz? — pergunto.

Ele fica encarando a caixa de camisinhas. Morde o lábio inferior por uma eternidade, parece. Finalmente, ele acena que sim.

Com o sorriso mais sincero que já fiz na vida, agarro ele e derrubo de costas enquanto grito:

— Tô precisando tanto disso!

Enquanto pego uma camisinha, abro e vou colocando nele entre sorrisos e olhares cúmplices, me pergunto quanto pesou na decisão dele perceber minha puta necessidade. E com toda a pressa que a ansiedade me dá, monto nele com tudo. Sinto a carne da minha bunda balançar com o impulso.

— Não vai se arrepender — falo e beijo ele com tesão, entre gemidos.

Enquanto continuo cavalgando, quase ouço o som da última barreira caindo. Talvez a minha também estivesse caindo.

FIM

17 comentários - Meu filho, as punhetas dele e meu plano

🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 me mataste con ese final
Jmdp4
Ufffff tremendo. Estoy en el trabajo y super exitado jaja que difícil me la dejaste! Muchas gracias
Es super exitante 🤤 ❤️ 😁
Y ese final fue perfecto
PolG33 +1
muy bueno! exitante y tremenda forma de relatar! gracias por compartir!
Quiero tener una mamá asi 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
Me calentó mucho este relatooo♥ 🤤 🤤 realmente muy buenoo, van mis puntoss