E aí chegou o sábado. Já tinha me recuperado da última surra de pica que o pintor me deu, então tinha que cumprir o que prometi: dar pra ele e pros ajudantes dele, tudo junto e misturado... nem mais, nem menos.
Saí da empresa uma hora em ponto, pra ir direto pro apartamento do lado. Não subi de elevador, fui pela escada, descalça, com os sapatos na mão, pra não fazer barulho, andando na ponta dos pés pelo corredor igual uma espiã prestes a descobrir o inimigo. Já tinha mandado uma mensagem pra ele deixar a porta entreaberta.
"Já tô chegando, se preparem" mandei de pós-escrito.
"Já estamos preparados" ele respondeu.
Esse "estamos" me fez acelerar ainda mais o passo.
Se de repente aparecesse meu marido, ia dizer que meus pés estavam doendo, por isso tinha tirado os sapatos. Mas ele não apareceu, por sorte. Ele também sai à uma, e às vezes a gente se encontra no caminho, mas já tinha avisado que ia tomar umas com as minhas amigas.
— A Maria tá fazendo aniversário — falei pra ele naquela manhã — e convidou a gente pra um brinde depois do trampo.
Mentira total, a Maria já tinha feito aniversário mês passado e o brinde eu ia fazer, sim, mas com porra e no apartamento do lado.
Entrei como um raio e fechei a porta devagar, sem bater, pra não chamar atenção. Já lá dentro, no meio da sala, estavam os três pintores, dois deles fumando com uma impaciência visível. Mesmo sem terem me visto ainda, dava pra notar uma certa "tensão" por baixo das calças deles. Acho que saber que iam participar de uma orgia (comigo) motivava eles de um jeito especial.
Assim que entrei, me olharam como uma matilha de machos no cio olha pra uma puta no calor, prontos pra pular em cima de mim e cravar os dentes da luxúria deles. Mas foi meu pintor quem veio primeiro, me pegou nos braços e me beijou com paixão, como se realmente sentisse algo por mim. parecido ao amor e não uma simples esquentação.
—Vem, vou te apresentar meus ajudantes— ele me diz, pegando na minha mão e me puxando para perto dos outros, me comendo (ou me fodendo, melhor dizendo) com os olhos.
—Rapaziada, conheçam a vizinha do lado— me surpreendeu ele não ter dito: "a puta do lado", como ele me reconhecia. —Ela veio se despedir, então vamos tratá-la como a gostosa que ela merece—
Cumprimentei os dois com um beijo na bochecha, mesmo sabendo que logo estaria de joelhos chupando o pau deles. Fico de frente pra eles, enquanto o pintor se coloca atrás de mim e começa a passar a mão na minha bunda.
—Vamos, não sejam tímidos, aproveitem que ela tá em promoção— ele diz, convidando eles a também me apalparem.
Eles não se fazem de rogados, na hora os dois avançam e começam a me bolinar sem controle nem cerimônia. Igual com o pintor, também não tem nomes, são só "os ajudantes". O ajudante 1 é o mais novo, um moreno de uns vinte anos, talvez menos, imagino que deve ser o aprendiz, é o primeiro a meter a mão por baixo da saia do meu uniforme e achar o caminho pra felicidade. Ele enfia os dedos e me explora por dentro, fuçando com entusiasmo os cantinhos mais acessíveis e os menos acessíveis também.
O ajudante 2 é o mais velho dos três, uns 50 talvez, grisalho, sem barbear, de físico desengonçado e rosto magro, parece um catador de lixo. Obviamente não me atrai nem um pouco, não é o tipo de cara que eu procuraria pra dar uma trepada, mas já que tô na dança... recebo os beijos dele como se fosse ambrosia pros meus lábios. Ele pode ser feio e desleixado, mas beija muito bem, isso tem que admitir, então enquanto os outros dois se dividem no meu corpo, fecho os olhos e fico me pegando com ele de um jeito bem ávido e louco. Não damos trégua um pro outro, assim como não me dão trégua as mãos dos companheiros dele. Mordemos os lábios, chupamos as línguas, saboreamos a saliva um do outro, até chega a lambendo minha cara de tão doida que ela tá.
Então, numa verdadeira demonstração de cooperativismo sexual, eles começam a me despir, um tira meu paletó, outro desabotoa minha camisa (fazendo os botões voarem pra tudo que é lado), e o terceiro arranca meu sutiã, fazendo meus peitos pularem inchados e pulsantes, recebendo um monte de mãos que tentam agarrar toda essa exibição mamária enorme. Por sorte tenho peitos grandes, então dá pra todo mundo, pra me tocarem, acariciarem, apertarem, chuparem, beijarem, morderem, e fazerem tudo que der na telha.
Num dado momento, o pintor se afasta, deixando os outros dois cuidarem de mim, e fica contemplando de outra perspectiva esse espetáculo que ele mesmo montou.
O mais velho (o velho feio) cospe na minha teta e espalha a saliva com a língua por todo o meu peito. O outro chupa o mamilo da outra teta, e torce ele entre os dentes, arrancando gemidos suaves de dor e prazer de mim. Enquanto me chupam e sugam, as mãos deles não param, percorrendo todo o meu corpo como se fosse uma zona liberada. Com uns poucos movimentos, eles tiram o resto da minha roupa, me deixando completamente pelada no meio dos dois. Cada um fica de um lado, intimidantes, safados, perversos, não falam nada, mas já sei o que tenho que fazer: ficar de joelhos.
Cada um parado de um lado, abrem suas respectivas calças, puxando ao mesmo tempo umas ereções vibrantes que me impressionam não só pela forma, tamanho e volume, mas também pelo cheiro que exalam, intenso, penetrante, afrodisíaco. Quem mais me surpreende é o velho, o que parece mendigo, porque apesar do físico magricela, ele tem uma piroca que nem dormida passa despercebida. Com certeza é muito maior que a do ajudante 1, e até supera de longe a do pintor, o que já é muito dizer. É a primeira que começo a chupar, claro, me agarrando nela com as duas mãos, como um náufrago faria com Uma tábua de salvação. Minhas mãos estão uma na frente da outra, e ainda assim sobra um bom pedaço, pedaço que saboreio com uma avidez incontrolável, enchendo a boca com aquela carne deliciosa em formato de tubo que ameaça criar bolhas nos meus lábios. O outro ajudante me pede um pouco de atenção tocando no meu ombro, me viro, dou uma chupadinha nele, e volto para o do velho, embora mantendo o outro satisfeito com uma boa punheta. De um canto próximo, meu pintor observa fascinado a cena, ele também de calças arriadas, balançando a rola num ritmo lento mas constante, dá pra ver na cara dele que está adorando o espetáculo.
Deixo a do velho de lado por um tempo e começo a chupar a do jovem, que também não é nada mal, devo dizer, só que num pódio imaginário de picas, fica em terceiro e longe. Mesmo assim, chupo ela como se fosse a mais gostosa, a melhor, enfiando quase todo o volume dela até quase a garganta. A dele eu consigo comer inteira, a outra rasgaria minha goela. Embora tenham suas diferenças, não quero desprezar nenhuma, então vou de uma para a outra com o mesmo entusiasmo, chupo a do velho e volto para a do jovem, chupo a do jovem e volto para a do velho, assim uma e outra vez, misturando os dois sabores na minha boca. Adoraria chupar a do meu pintor também, mas ele fica afastado, como se fosse o espectador privilegiado de um filme pornô que está sendo filmado só para ele.
Depois de um tempo, os dois se entendem e, puxando meus braços, me levantam e me levam para um dos quartos. Enquanto atravessamos o corredor, não perdem a chance de acariciar minha bunda, nem eu de passar a mão nas picas deles, andando agarrada nelas como se meu equilíbrio dependesse de segurá-las.
O pintor nos segue atrás, se virando sozinho, satisfeito com o que vê pela retaguarda. No quarto em questão, eles prepararam uma espécie de cama de papelão, onde o ajudante 1 se deita de costas, me convidando a continuar aproveitando a textura e a rigidez de a porra dele. Como negar? Fico de quatro, deitada sobre as pernas dele, e começo a lamber o escroto, sentindo com a língua a firmeza dos ovos inchados e duros. Por um momento esqueço os outros dois e foco em saborear toda aquela testosterona exposta na minha frente. Desço com a língua até o cu e dou uma leve provocada, só o bastante pra fazer ele dar um pulo. Volto pra cima e devoro os ovos, enfio tudo na boca, mastigando aquela fervura excitante que parece derreter no meu paladar.
Nisso sinto alguém me segurar pelo quadril, é o velho, o que parece catador de lixo, que se posiciona atrás de mim. Por um momento acho que ele já vai me comer, então me preparo pra receber o pau dele, mas o que sinto é a língua dele deslizando por toda a minha racha. Com uma habilidade inesperada, ele chupa meu cu e minha buceta ao mesmo tempo, cuspi várias vezes e espalha a saliva pra misturar com o suco gostoso que jorra de dentro de mim. A barba de dias que cobre quase toda a cara dele me dá uma cócega deliciosa, e eu sou obrigada a soltar os ovos do Ajudante 1 e dar risada. Então ele se afasta, e por um momento fico sem saber pra onde ele foi, então volto pra degustação testicular que tinha deixado pela metade, até que me arrepiar ao sentir a cabeça do pau dele encostando na porta da minha buceta. Mesmo com camisinha, sinto ele quente e fervendo. Largo o que tô mastigando e foco nas sensações que ele me transmite através daquele cano poderoso. Ele mete e não consigo evitar um gemido fundo e excitado quando sinto ele lá dentro. Ele me segura de novo pelo quadril, com as duas mãos, firme, e começa a me comer, fazendo cada estocada ecoar até nos cantos mais profundos da minha buceta satisfeita.
— Ahhhhh... ahhhhh... ahhhhh...! — meus gemidos acompanham cada metida e Saca, delatando como esses bombados me caem bem.
O Ajudante 2 é uma surpresa completa, do jeito que é, desengonçado, magricela, com mais cara de mendigo do que de ajudante de pintor, me fode divinamente, alternando os ritmos e até os ângulos por onde enfia a pica.
- Ahhhh... siiiim... siiiiiim... ahhhhhh... ahhhhhhhh...! - exclamo, sem conseguir evitar que meu corpo inteiro trema e vibre em torno dessa ferramenta trepanadora que me perfura até o infinito e além.
Eu queria me dedicar só a esse pintor, ficar a sós com ele e aproveitar com todos os sentidos, mas a rola que se ergue na minha frente também precisa de atenção, então volto a chupá-la com toda a vontade, segurando agora uma na frente e outra atrás, ambas no auge da dureza e ereção.
De vez em quando tenho que soltar a que está na boca para soltar um "Ahhhh..." ou um "Ohhhh..." que a que está enfiada na buceta arranca de mim, mas logo volto a comê-la com ainda mais ênfase, batendo a ponta na garganta cada vez que o velho me empurra com toda força por trás. Ficamos um tempo assim, gemendo, ofegando, aproveitando, até que o velho sai de dentro de mim com um barulho como se destampasse um cano, me levanta de um puxão e me beija de novo na boca, com língua e tudo. A buceta está escorrendo, então olho pro Ajudante 1, que já está colocando a camisinha, e ainda deitado de costas sobre os papelões, espera ansioso por mim. Sento em cima dele, de costas pra ele, mas de frente pro pintor, meu pintor, que continua teimosamente afastado, sem nem ameaçar participar. Enfio a pica do aprendiz na buceta e, de cócoras, começo a me mover pra cima e pra baixo, fazendo as tetas balançarem no ritmo da cavalgada, agora são dois que ficam na expectativa enquanto eu deslizo ao longo desse tronco nervudo que me faz suar de puro tesão. prazer. Olho pro pau do ajudante mais velho, ainda com a camisinha, e fico com água na boca. Com o dedo indicador da mão direita, mando ele chegar mais perto. Ele obedece, parando na minha frente com a ereção no limite do rasgo. Tiro a camisinha e, sem parar de rebolando no pau do parceiro dele, chupo ele como se quisesse dar um polimento.
— Mmmm... ahhhh... mmmm... ahhhh...! — Por baixo e por cima, aproveito dois suculentos portentos viris que me enchem de sensações gloriosas.
Mas ainda quero mais, muito mais. Minha buceta lateja, pulsa de vontade. Mesmo com o pau do mais novo bem enfiado dentro de mim, quero o do velho, quero ele em mim. Então, coloco o do aprendiz no meu cu e, me recostando no peito dele, abro as pernas, deixando bem exposta minha ferida natural, molhada e avermelhada, com os lábios inchados e esticados como se fossem as orelhas do Topo Gigio.
Chupo meus dedos e com eles acaricio meu clitóris, que já está prestes a explodir. Olho pro velho e sorrio. Nem preciso dizer o que estou querendo. Ele coloca outra camisinha e, com uma cara de pervertido total, vem na minha direção. Cospe na mão e espalha a saliva por todo o pau. Acho que não precisa de lubrificação, já que estou tão molhada que até o de um burro entraria, mas mesmo assim o gesto é excitante pra caralho.
A sensação de meterem outro pau em você, já tendo um dentro, é algo indescritível. Não sei como transmitir o que se sente quando você é comida por dois ao mesmo tempo. Não é algo tão comum pra mim, já que estava aproveitando apenas a segunda experiência desse tipo. Antes, com dois caras na casa da vizinha da minha mãe em San Justo, e agora com esses ajudantes de pintor... e ainda tinha um terceiro esperando na coxia... haha.
Quando o velho mete e começa a se mexer, o aprendiz também se mexe. (Aprendiz na pintura, hein, porque na hora do fuck ele é todo um formado.) Os dois me atravessam cu e buceta. com uma sincronia perfeita, os dois entram, os dois saem, e meus buracos felizes, aproveitando ao máximo aquele excesso de testosterona que me mergulha num limbo extático do qual já não quero sair. Até esqueço do pintor naquele momento, só existem pra mim aqueles dois serradores que me enchem de carne de barra, que me comem e me macetam em uníssono, arrebentando-me por trás e pela frente com uma força animal e primitiva. Eu explodo entre os dois, me desmancho num gozo cheio de suspiros e exclamações, mas eles continuam e continuam, eu tremo e até convulsiono entre seus corpos, mas mesmo assim não me dão trégua.
Me manejando como um peso morto, eles me viram, ou pelo menos é o que imagino, já que não tenho consciência de ter me virado sozinha, quando me dei conta estava montada no aprendiz, recebendo agora o veterano pelo cu, com tudo o que isso significa, dado o tamanho que ele manda. A bunda se abre como num bocejo cada vez que ele enfia até o fundo, se pela boca e pela buceta já parecia grande, pelo cu ele me parece gigantesco, mas entra, e entra inteiro, o que por si só já é bem meritório da minha parte.
O aprendiz é o primeiro a gozar, praticamente transbordando a camisinha com uma descarga mais que abundante, enquanto o velho continua me macetando, agora no seu próprio ritmo, martelando meu cu de forma impiedosa e enlouquecida. A deserção do parceiro me deixou à mercê dele, o que me estimula ainda mais... e pelo visto (e sentido) ele também.
Me tendo ainda de quatro, ele me agarra pelos braços e puxa pra trás, fazendo-me arquear as costas, de modo que o pau (pauzão!) parece encontrar uma profundidade maior pra continuar percorrendo.
Ele arremete com tudo, sacudindo-me até o ossinho doce, tanto que as tetas balançam de um lado pro outro, o cabelo fica bagunçado, e os olhinhos pulam como bolinhas... eu Enfiou por trás e não pretende me soltar, eu também não quero que me largue, devo admitir, por isso empurro pra trás como se quisesse enfiar as bolas dele também. PLAP... PLAP... PLAP... o choque dos corpos é escandaloso e ensurdecedor, não quero nem imaginar a quantidade de marcas e hematomas que já devo ter na pele nessa altura.
— Ahhhhhh... assim, putinha... ahhhhhh... sim... que buceta gostosa você tem, vai me arrancar pela raiz...! — ele diz enquanto enterra até o fundo e deixa ali guardadinha, gozando numa explosão cacofônica de gemidos e suspiros.
Sinto o jorro de porra batendo no látex, testando a capacidade de contenção da camisinha.
"Espero que aguente", penso, "porque senão esse cara me engravida de trigêmeos".
Quando ele tira e me deixa largada ali, me sinto mais exposta do que nunca. Recontra comida, recontra fudida, abusada em todos os sentidos, pela primeira vez em muito tempo sinto vergonha de mim mesma, ainda mais quando o pintor se aproxima e, entre exclamações grosseiras, goza em cima de mim, provocando uma gargalhada geral.
— Toma, putinha, você mereceu...! — ele diz, soltando leitada atrás de leitada, e me agarrando bruscamente pelo queixo com uma mão, me obriga a abrir a boca pra engolir boa parte da ejaculação dele.
Me pega de surpresa, então me engasgo e até tenho ânsia, o que provoca ainda mais risadas. Não sou de ser pudica nesses momentos, mas os olhares deles, os comentários desprezíveis que trocam entre si, os sorrisos debochados, tudo me sensibiliza de um jeito especial. De repente, dá vontade de ir ao banheiro, e é que tanta rola no cu é impossível de aguentar sem as consequências depois. Tenho o buraco do cu tão aberto, tão dilatado, que o que faço sai como se fosse por um cano.
Ainda dolorida e com as pernas bambas, levanto do vaso, lavo o rosto, enxáguo a boca e volto pro quarto, onde os três continuam pelados, com intenções claras de continuar. com a festa. O pintor e o aprendiz ainda tão se recuperando, mas o veterano, aquele que tinha me surpreendido tão gostosamente, já tá armado e pronto, se masturbando descaradamente.
—Pô, nem cinco minutos que você terminou! — falo entre surpresa e admirada.
—Acho que nem em mil anos vou pegar uma gostosa que nem você de novo, então quero aproveitar cada momento — ele confessa.
Aquilo foi um puta elogio, então me aproximo, fico na ponta dos pés pra alcançar ele, e dou um beijo molhado e cheio de tesão, enquanto seguro o pau dele com uma mão e começo a bater uma, segurando com todos os dedos aquele pedaço de concreto que pulsa como se tivesse vida própria. Desgrudo dos lábios dele só pra descer e me ajoelhar na frente dele, beijando a cabeça toda, inchada, molhada, quente, molhando meus lábios no néctar doce que escorre do furinho da ponta.
—Aaaaahhhhhhh...! — ele treme quando aperto meus lábios em volta daquela porra grossa.
Chupo ele com vontade, com prazer, apertando os ovos dele, sentindo a fervura gostosa crepitando lá dentro.
—Mmmmm... mmmmm... mmmmm...! — chupo, beijo, lambo, relambo, até mordo, deslizando várias vezes por dentro daquela fruta divina, saboreando ela toda.
Faço bochechos com a mistura salgada do líquido pré-gozo dele e minha saliva, cuspo em cima e espalho por todo o corpo do pau dele. Como e continuo chupando, mamando de tudo, me engasgando de carne, sem parar nem um segundo. Um monte de baba e porra escorre pelo canto da boca e do queixo, mas continuo, CHUP-CHUP-CHUP, a carne venosa e macerada incha minhas bochechas toda vez que enfio até o fundo da garganta. Tiro ele da boca, todo babado e dormente, dou uma última lambida e mando ele deitar de costas nos papelões que eles mesmos amontoaram no chão. O pau dele ferve de tesão, eu mesma Coloco a camisinha sentindo como vibra e estremece entre meus dedos. Estico o látex por todo o comprimento e subo em cima dele, levanto primeiro uma perna, passando por cima do corpo dele, e encaixo a cock bem na entrada da minha pussy, entre meus lábios inchados, sentando devagar, aproveitando pedaço por pedaço dessa porção de hombridade que parece me preencher até o último cantinho do corpo.
— Ahhhhhhhhh...! — gemo, me estremeço ao tê-lo todo dentro, vivo, pulsante, carregado de testosterona.
Fecho os olhos, abro a boca e aguento as investidas que ele começa a aplicar de baixo. Bem segurando minhas nádegas, empurra com ferocidade, metendo até o talo, me sacudindo toda na base do fuck. Nisso, sinto um dedo entrando no meu cu, não é ele porque as mãos dele estão bem firmes na minha bunda, me movendo em volta da ferramenta útil dele. É meu pintor, que, de novo na corrida, decide entrar na ação. Tira o dedo e mete a cock, um grito furioso de prazer explode na minha garganta, ter essas duas picas dentro é... TOO MUCH... Quero gritar, uivar, expressar livremente o que sinto, mas... não consigo, uma terceira cock, a do aprendiz, enche minha boca, talvez não seja tão grande quanto a dos companheiros de orgia, mas o suficiente pra me manter calada enquanto os outros dois me comem e fodem à vontade. Tô cheia até o limite, abarrotada de cocks, com todos os buracos transbordando de carne. Embora tenha entrado só no final, o aprendiz é o primeiro a cum, enchendo minha garganta com o esperma dele. Tô engolindo a porra do aprendiz ainda, quando o pintor segue entre gemidos excitados, sinto o cum dele escorrendo pelas minhas costas e parte do meu Booty, fico só com o Ajudante 2, o velho, o veterano, mas mesmo assim, o que melhor fuck dos três. Ensopada de cum como tô, me mexo em cima dele, balançando meus quadris em volta dessa supremacia viril que repercute até nos meus interiores mais profundos.
— Ahhhh... sim... sim... aaaaaahhh...! — a glória feita carne, é isso que sinto dentro de mim, me perfurando, me furando, me enchendo de uma satisfação gostosa.
Gozamos juntos, nos desmanchando ao mesmo tempo numa cachoeira de gemidos e suspiros, sinto a explosão, o impacto mal contido pelo látex da camisinha e me desmorono nos braços dele. Ficamos um tempão assim, recuperando o fôlego aos poucos, aí a gente se olha e cai na risada. Os outros dois também riem, não sei do quê, mas por um momento, depois dos gemidos, suspiros e até gritos de prazer, tudo é risada no apartamento.
Vou de novo ao banheiro, me olho no espelho e... tô um bagaço, parece que um caminhão passou por cima de mim... bom, não um caminhão, falo comigo mesma, mas **3 caminhões!!!**, com reboque e tudo. Me arrumo do jeito que dá, afinal não posso chegar em casa com essa cara. Vou pra sala, onde minha roupa tá espalhada por todo lado. Recolho tudo e começo a me vestir, os pintores vão aparecendo um por um, ainda pelados, mostrando entre as pernas as marcas da batalha recente.
— Já vai? — pergunta o mais velho.
— Quê? Ainda aguenta mais? — respondo rindo.
— Aquela buceta, mami, eu daria até o Natal, mas do ano que vem — ele retruca.
Tiro o celular da bolsa e vejo as horas.
— É uma oferta tentadora, mas... tenho que ir, já são quase seis, em casa devem estar preocupados — falo.
Termino de dar o último retoque e me despeço deles dando um beijinho em cada um.
— Vai embora bem fudidinha, né? — diz o pintor.
— ...e bem macetada — confirmo da porta, dando um tapinha na minha própria raba.
Saio do apartamento e do corredor ouço as risadas deles e um: "Que puta danada que a vizinha era".
Tentando parecer o mais natural possível, entro em casa e cumprimento meu marido e minha sogra, que estão na sala.
— E aí? Como foi o aniversário? — pergunta meu marido.
— Foi só um brinde, mas... já Sabe, quando a gente, mulher, começa a conversar, não tem quem nos pare – eu digo.
– Você tá bem? Tá meio pra baixo – interfere minha queridíssima sogra.
– A senhora acha, sogrinha? Bom, considerando que acabei de ser comida por três caras, é um milagre eu não estar em coma 4 –
Claro que não falo isso, mas sim:
– É, verdade, tô me sentindo meio mal, por isso vim mais cedo, deve ser que tô pegando uma gripe –
– Deita, bebê – fala o docinho do meu marido, me beijando a testa – Não se preocupa que eu cuido do Ro, descansa que mais tarde te levo um chazinho –
– É, vai ser melhor – concordo – Valeu, você é um amor –
Não me deito, eu desabo na cama. Não só tô exausta, como até minhas juntas tão doendo, de ficar tanto tempo de joelhos, de quatro, ou com as pernas abertas, mas nada disso se compara à ardença no meu cu. Um cara meter, vá lá, mas três caras fazerem aquele estrago no rabo, óbvio que deixa sequelas. Antes de dormir, passo uma creminha, pelo menos pra aliviar um pouco esse incômodo. Amanhã é outro dia.
Saí da empresa uma hora em ponto, pra ir direto pro apartamento do lado. Não subi de elevador, fui pela escada, descalça, com os sapatos na mão, pra não fazer barulho, andando na ponta dos pés pelo corredor igual uma espiã prestes a descobrir o inimigo. Já tinha mandado uma mensagem pra ele deixar a porta entreaberta.
"Já tô chegando, se preparem" mandei de pós-escrito.
"Já estamos preparados" ele respondeu.
Esse "estamos" me fez acelerar ainda mais o passo.
Se de repente aparecesse meu marido, ia dizer que meus pés estavam doendo, por isso tinha tirado os sapatos. Mas ele não apareceu, por sorte. Ele também sai à uma, e às vezes a gente se encontra no caminho, mas já tinha avisado que ia tomar umas com as minhas amigas.
— A Maria tá fazendo aniversário — falei pra ele naquela manhã — e convidou a gente pra um brinde depois do trampo.
Mentira total, a Maria já tinha feito aniversário mês passado e o brinde eu ia fazer, sim, mas com porra e no apartamento do lado.
Entrei como um raio e fechei a porta devagar, sem bater, pra não chamar atenção. Já lá dentro, no meio da sala, estavam os três pintores, dois deles fumando com uma impaciência visível. Mesmo sem terem me visto ainda, dava pra notar uma certa "tensão" por baixo das calças deles. Acho que saber que iam participar de uma orgia (comigo) motivava eles de um jeito especial.
Assim que entrei, me olharam como uma matilha de machos no cio olha pra uma puta no calor, prontos pra pular em cima de mim e cravar os dentes da luxúria deles. Mas foi meu pintor quem veio primeiro, me pegou nos braços e me beijou com paixão, como se realmente sentisse algo por mim. parecido ao amor e não uma simples esquentação.
—Vem, vou te apresentar meus ajudantes— ele me diz, pegando na minha mão e me puxando para perto dos outros, me comendo (ou me fodendo, melhor dizendo) com os olhos.
—Rapaziada, conheçam a vizinha do lado— me surpreendeu ele não ter dito: "a puta do lado", como ele me reconhecia. —Ela veio se despedir, então vamos tratá-la como a gostosa que ela merece—
Cumprimentei os dois com um beijo na bochecha, mesmo sabendo que logo estaria de joelhos chupando o pau deles. Fico de frente pra eles, enquanto o pintor se coloca atrás de mim e começa a passar a mão na minha bunda.
—Vamos, não sejam tímidos, aproveitem que ela tá em promoção— ele diz, convidando eles a também me apalparem.
Eles não se fazem de rogados, na hora os dois avançam e começam a me bolinar sem controle nem cerimônia. Igual com o pintor, também não tem nomes, são só "os ajudantes". O ajudante 1 é o mais novo, um moreno de uns vinte anos, talvez menos, imagino que deve ser o aprendiz, é o primeiro a meter a mão por baixo da saia do meu uniforme e achar o caminho pra felicidade. Ele enfia os dedos e me explora por dentro, fuçando com entusiasmo os cantinhos mais acessíveis e os menos acessíveis também.
O ajudante 2 é o mais velho dos três, uns 50 talvez, grisalho, sem barbear, de físico desengonçado e rosto magro, parece um catador de lixo. Obviamente não me atrai nem um pouco, não é o tipo de cara que eu procuraria pra dar uma trepada, mas já que tô na dança... recebo os beijos dele como se fosse ambrosia pros meus lábios. Ele pode ser feio e desleixado, mas beija muito bem, isso tem que admitir, então enquanto os outros dois se dividem no meu corpo, fecho os olhos e fico me pegando com ele de um jeito bem ávido e louco. Não damos trégua um pro outro, assim como não me dão trégua as mãos dos companheiros dele. Mordemos os lábios, chupamos as línguas, saboreamos a saliva um do outro, até chega a lambendo minha cara de tão doida que ela tá.
Então, numa verdadeira demonstração de cooperativismo sexual, eles começam a me despir, um tira meu paletó, outro desabotoa minha camisa (fazendo os botões voarem pra tudo que é lado), e o terceiro arranca meu sutiã, fazendo meus peitos pularem inchados e pulsantes, recebendo um monte de mãos que tentam agarrar toda essa exibição mamária enorme. Por sorte tenho peitos grandes, então dá pra todo mundo, pra me tocarem, acariciarem, apertarem, chuparem, beijarem, morderem, e fazerem tudo que der na telha.
Num dado momento, o pintor se afasta, deixando os outros dois cuidarem de mim, e fica contemplando de outra perspectiva esse espetáculo que ele mesmo montou.
O mais velho (o velho feio) cospe na minha teta e espalha a saliva com a língua por todo o meu peito. O outro chupa o mamilo da outra teta, e torce ele entre os dentes, arrancando gemidos suaves de dor e prazer de mim. Enquanto me chupam e sugam, as mãos deles não param, percorrendo todo o meu corpo como se fosse uma zona liberada. Com uns poucos movimentos, eles tiram o resto da minha roupa, me deixando completamente pelada no meio dos dois. Cada um fica de um lado, intimidantes, safados, perversos, não falam nada, mas já sei o que tenho que fazer: ficar de joelhos.
Cada um parado de um lado, abrem suas respectivas calças, puxando ao mesmo tempo umas ereções vibrantes que me impressionam não só pela forma, tamanho e volume, mas também pelo cheiro que exalam, intenso, penetrante, afrodisíaco. Quem mais me surpreende é o velho, o que parece mendigo, porque apesar do físico magricela, ele tem uma piroca que nem dormida passa despercebida. Com certeza é muito maior que a do ajudante 1, e até supera de longe a do pintor, o que já é muito dizer. É a primeira que começo a chupar, claro, me agarrando nela com as duas mãos, como um náufrago faria com Uma tábua de salvação. Minhas mãos estão uma na frente da outra, e ainda assim sobra um bom pedaço, pedaço que saboreio com uma avidez incontrolável, enchendo a boca com aquela carne deliciosa em formato de tubo que ameaça criar bolhas nos meus lábios. O outro ajudante me pede um pouco de atenção tocando no meu ombro, me viro, dou uma chupadinha nele, e volto para o do velho, embora mantendo o outro satisfeito com uma boa punheta. De um canto próximo, meu pintor observa fascinado a cena, ele também de calças arriadas, balançando a rola num ritmo lento mas constante, dá pra ver na cara dele que está adorando o espetáculo.
Deixo a do velho de lado por um tempo e começo a chupar a do jovem, que também não é nada mal, devo dizer, só que num pódio imaginário de picas, fica em terceiro e longe. Mesmo assim, chupo ela como se fosse a mais gostosa, a melhor, enfiando quase todo o volume dela até quase a garganta. A dele eu consigo comer inteira, a outra rasgaria minha goela. Embora tenham suas diferenças, não quero desprezar nenhuma, então vou de uma para a outra com o mesmo entusiasmo, chupo a do velho e volto para a do jovem, chupo a do jovem e volto para a do velho, assim uma e outra vez, misturando os dois sabores na minha boca. Adoraria chupar a do meu pintor também, mas ele fica afastado, como se fosse o espectador privilegiado de um filme pornô que está sendo filmado só para ele.
Depois de um tempo, os dois se entendem e, puxando meus braços, me levantam e me levam para um dos quartos. Enquanto atravessamos o corredor, não perdem a chance de acariciar minha bunda, nem eu de passar a mão nas picas deles, andando agarrada nelas como se meu equilíbrio dependesse de segurá-las.
O pintor nos segue atrás, se virando sozinho, satisfeito com o que vê pela retaguarda. No quarto em questão, eles prepararam uma espécie de cama de papelão, onde o ajudante 1 se deita de costas, me convidando a continuar aproveitando a textura e a rigidez de a porra dele. Como negar? Fico de quatro, deitada sobre as pernas dele, e começo a lamber o escroto, sentindo com a língua a firmeza dos ovos inchados e duros. Por um momento esqueço os outros dois e foco em saborear toda aquela testosterona exposta na minha frente. Desço com a língua até o cu e dou uma leve provocada, só o bastante pra fazer ele dar um pulo. Volto pra cima e devoro os ovos, enfio tudo na boca, mastigando aquela fervura excitante que parece derreter no meu paladar.
Nisso sinto alguém me segurar pelo quadril, é o velho, o que parece catador de lixo, que se posiciona atrás de mim. Por um momento acho que ele já vai me comer, então me preparo pra receber o pau dele, mas o que sinto é a língua dele deslizando por toda a minha racha. Com uma habilidade inesperada, ele chupa meu cu e minha buceta ao mesmo tempo, cuspi várias vezes e espalha a saliva pra misturar com o suco gostoso que jorra de dentro de mim. A barba de dias que cobre quase toda a cara dele me dá uma cócega deliciosa, e eu sou obrigada a soltar os ovos do Ajudante 1 e dar risada. Então ele se afasta, e por um momento fico sem saber pra onde ele foi, então volto pra degustação testicular que tinha deixado pela metade, até que me arrepiar ao sentir a cabeça do pau dele encostando na porta da minha buceta. Mesmo com camisinha, sinto ele quente e fervendo. Largo o que tô mastigando e foco nas sensações que ele me transmite através daquele cano poderoso. Ele mete e não consigo evitar um gemido fundo e excitado quando sinto ele lá dentro. Ele me segura de novo pelo quadril, com as duas mãos, firme, e começa a me comer, fazendo cada estocada ecoar até nos cantos mais profundos da minha buceta satisfeita.
— Ahhhhh... ahhhhh... ahhhhh...! — meus gemidos acompanham cada metida e Saca, delatando como esses bombados me caem bem.
O Ajudante 2 é uma surpresa completa, do jeito que é, desengonçado, magricela, com mais cara de mendigo do que de ajudante de pintor, me fode divinamente, alternando os ritmos e até os ângulos por onde enfia a pica.
- Ahhhh... siiiim... siiiiiim... ahhhhhh... ahhhhhhhh...! - exclamo, sem conseguir evitar que meu corpo inteiro trema e vibre em torno dessa ferramenta trepanadora que me perfura até o infinito e além.
Eu queria me dedicar só a esse pintor, ficar a sós com ele e aproveitar com todos os sentidos, mas a rola que se ergue na minha frente também precisa de atenção, então volto a chupá-la com toda a vontade, segurando agora uma na frente e outra atrás, ambas no auge da dureza e ereção.
De vez em quando tenho que soltar a que está na boca para soltar um "Ahhhh..." ou um "Ohhhh..." que a que está enfiada na buceta arranca de mim, mas logo volto a comê-la com ainda mais ênfase, batendo a ponta na garganta cada vez que o velho me empurra com toda força por trás. Ficamos um tempo assim, gemendo, ofegando, aproveitando, até que o velho sai de dentro de mim com um barulho como se destampasse um cano, me levanta de um puxão e me beija de novo na boca, com língua e tudo. A buceta está escorrendo, então olho pro Ajudante 1, que já está colocando a camisinha, e ainda deitado de costas sobre os papelões, espera ansioso por mim. Sento em cima dele, de costas pra ele, mas de frente pro pintor, meu pintor, que continua teimosamente afastado, sem nem ameaçar participar. Enfio a pica do aprendiz na buceta e, de cócoras, começo a me mover pra cima e pra baixo, fazendo as tetas balançarem no ritmo da cavalgada, agora são dois que ficam na expectativa enquanto eu deslizo ao longo desse tronco nervudo que me faz suar de puro tesão. prazer. Olho pro pau do ajudante mais velho, ainda com a camisinha, e fico com água na boca. Com o dedo indicador da mão direita, mando ele chegar mais perto. Ele obedece, parando na minha frente com a ereção no limite do rasgo. Tiro a camisinha e, sem parar de rebolando no pau do parceiro dele, chupo ele como se quisesse dar um polimento.
— Mmmm... ahhhh... mmmm... ahhhh...! — Por baixo e por cima, aproveito dois suculentos portentos viris que me enchem de sensações gloriosas.
Mas ainda quero mais, muito mais. Minha buceta lateja, pulsa de vontade. Mesmo com o pau do mais novo bem enfiado dentro de mim, quero o do velho, quero ele em mim. Então, coloco o do aprendiz no meu cu e, me recostando no peito dele, abro as pernas, deixando bem exposta minha ferida natural, molhada e avermelhada, com os lábios inchados e esticados como se fossem as orelhas do Topo Gigio.
Chupo meus dedos e com eles acaricio meu clitóris, que já está prestes a explodir. Olho pro velho e sorrio. Nem preciso dizer o que estou querendo. Ele coloca outra camisinha e, com uma cara de pervertido total, vem na minha direção. Cospe na mão e espalha a saliva por todo o pau. Acho que não precisa de lubrificação, já que estou tão molhada que até o de um burro entraria, mas mesmo assim o gesto é excitante pra caralho.
A sensação de meterem outro pau em você, já tendo um dentro, é algo indescritível. Não sei como transmitir o que se sente quando você é comida por dois ao mesmo tempo. Não é algo tão comum pra mim, já que estava aproveitando apenas a segunda experiência desse tipo. Antes, com dois caras na casa da vizinha da minha mãe em San Justo, e agora com esses ajudantes de pintor... e ainda tinha um terceiro esperando na coxia... haha.
Quando o velho mete e começa a se mexer, o aprendiz também se mexe. (Aprendiz na pintura, hein, porque na hora do fuck ele é todo um formado.) Os dois me atravessam cu e buceta. com uma sincronia perfeita, os dois entram, os dois saem, e meus buracos felizes, aproveitando ao máximo aquele excesso de testosterona que me mergulha num limbo extático do qual já não quero sair. Até esqueço do pintor naquele momento, só existem pra mim aqueles dois serradores que me enchem de carne de barra, que me comem e me macetam em uníssono, arrebentando-me por trás e pela frente com uma força animal e primitiva. Eu explodo entre os dois, me desmancho num gozo cheio de suspiros e exclamações, mas eles continuam e continuam, eu tremo e até convulsiono entre seus corpos, mas mesmo assim não me dão trégua.
Me manejando como um peso morto, eles me viram, ou pelo menos é o que imagino, já que não tenho consciência de ter me virado sozinha, quando me dei conta estava montada no aprendiz, recebendo agora o veterano pelo cu, com tudo o que isso significa, dado o tamanho que ele manda. A bunda se abre como num bocejo cada vez que ele enfia até o fundo, se pela boca e pela buceta já parecia grande, pelo cu ele me parece gigantesco, mas entra, e entra inteiro, o que por si só já é bem meritório da minha parte.
O aprendiz é o primeiro a gozar, praticamente transbordando a camisinha com uma descarga mais que abundante, enquanto o velho continua me macetando, agora no seu próprio ritmo, martelando meu cu de forma impiedosa e enlouquecida. A deserção do parceiro me deixou à mercê dele, o que me estimula ainda mais... e pelo visto (e sentido) ele também.
Me tendo ainda de quatro, ele me agarra pelos braços e puxa pra trás, fazendo-me arquear as costas, de modo que o pau (pauzão!) parece encontrar uma profundidade maior pra continuar percorrendo.
Ele arremete com tudo, sacudindo-me até o ossinho doce, tanto que as tetas balançam de um lado pro outro, o cabelo fica bagunçado, e os olhinhos pulam como bolinhas... eu Enfiou por trás e não pretende me soltar, eu também não quero que me largue, devo admitir, por isso empurro pra trás como se quisesse enfiar as bolas dele também. PLAP... PLAP... PLAP... o choque dos corpos é escandaloso e ensurdecedor, não quero nem imaginar a quantidade de marcas e hematomas que já devo ter na pele nessa altura.
— Ahhhhhh... assim, putinha... ahhhhhh... sim... que buceta gostosa você tem, vai me arrancar pela raiz...! — ele diz enquanto enterra até o fundo e deixa ali guardadinha, gozando numa explosão cacofônica de gemidos e suspiros.
Sinto o jorro de porra batendo no látex, testando a capacidade de contenção da camisinha.
"Espero que aguente", penso, "porque senão esse cara me engravida de trigêmeos".
Quando ele tira e me deixa largada ali, me sinto mais exposta do que nunca. Recontra comida, recontra fudida, abusada em todos os sentidos, pela primeira vez em muito tempo sinto vergonha de mim mesma, ainda mais quando o pintor se aproxima e, entre exclamações grosseiras, goza em cima de mim, provocando uma gargalhada geral.
— Toma, putinha, você mereceu...! — ele diz, soltando leitada atrás de leitada, e me agarrando bruscamente pelo queixo com uma mão, me obriga a abrir a boca pra engolir boa parte da ejaculação dele.
Me pega de surpresa, então me engasgo e até tenho ânsia, o que provoca ainda mais risadas. Não sou de ser pudica nesses momentos, mas os olhares deles, os comentários desprezíveis que trocam entre si, os sorrisos debochados, tudo me sensibiliza de um jeito especial. De repente, dá vontade de ir ao banheiro, e é que tanta rola no cu é impossível de aguentar sem as consequências depois. Tenho o buraco do cu tão aberto, tão dilatado, que o que faço sai como se fosse por um cano.
Ainda dolorida e com as pernas bambas, levanto do vaso, lavo o rosto, enxáguo a boca e volto pro quarto, onde os três continuam pelados, com intenções claras de continuar. com a festa. O pintor e o aprendiz ainda tão se recuperando, mas o veterano, aquele que tinha me surpreendido tão gostosamente, já tá armado e pronto, se masturbando descaradamente.
—Pô, nem cinco minutos que você terminou! — falo entre surpresa e admirada.
—Acho que nem em mil anos vou pegar uma gostosa que nem você de novo, então quero aproveitar cada momento — ele confessa.
Aquilo foi um puta elogio, então me aproximo, fico na ponta dos pés pra alcançar ele, e dou um beijo molhado e cheio de tesão, enquanto seguro o pau dele com uma mão e começo a bater uma, segurando com todos os dedos aquele pedaço de concreto que pulsa como se tivesse vida própria. Desgrudo dos lábios dele só pra descer e me ajoelhar na frente dele, beijando a cabeça toda, inchada, molhada, quente, molhando meus lábios no néctar doce que escorre do furinho da ponta.
—Aaaaahhhhhhh...! — ele treme quando aperto meus lábios em volta daquela porra grossa.
Chupo ele com vontade, com prazer, apertando os ovos dele, sentindo a fervura gostosa crepitando lá dentro.
—Mmmmm... mmmmm... mmmmm...! — chupo, beijo, lambo, relambo, até mordo, deslizando várias vezes por dentro daquela fruta divina, saboreando ela toda.
Faço bochechos com a mistura salgada do líquido pré-gozo dele e minha saliva, cuspo em cima e espalho por todo o corpo do pau dele. Como e continuo chupando, mamando de tudo, me engasgando de carne, sem parar nem um segundo. Um monte de baba e porra escorre pelo canto da boca e do queixo, mas continuo, CHUP-CHUP-CHUP, a carne venosa e macerada incha minhas bochechas toda vez que enfio até o fundo da garganta. Tiro ele da boca, todo babado e dormente, dou uma última lambida e mando ele deitar de costas nos papelões que eles mesmos amontoaram no chão. O pau dele ferve de tesão, eu mesma Coloco a camisinha sentindo como vibra e estremece entre meus dedos. Estico o látex por todo o comprimento e subo em cima dele, levanto primeiro uma perna, passando por cima do corpo dele, e encaixo a cock bem na entrada da minha pussy, entre meus lábios inchados, sentando devagar, aproveitando pedaço por pedaço dessa porção de hombridade que parece me preencher até o último cantinho do corpo.
— Ahhhhhhhhh...! — gemo, me estremeço ao tê-lo todo dentro, vivo, pulsante, carregado de testosterona.
Fecho os olhos, abro a boca e aguento as investidas que ele começa a aplicar de baixo. Bem segurando minhas nádegas, empurra com ferocidade, metendo até o talo, me sacudindo toda na base do fuck. Nisso, sinto um dedo entrando no meu cu, não é ele porque as mãos dele estão bem firmes na minha bunda, me movendo em volta da ferramenta útil dele. É meu pintor, que, de novo na corrida, decide entrar na ação. Tira o dedo e mete a cock, um grito furioso de prazer explode na minha garganta, ter essas duas picas dentro é... TOO MUCH... Quero gritar, uivar, expressar livremente o que sinto, mas... não consigo, uma terceira cock, a do aprendiz, enche minha boca, talvez não seja tão grande quanto a dos companheiros de orgia, mas o suficiente pra me manter calada enquanto os outros dois me comem e fodem à vontade. Tô cheia até o limite, abarrotada de cocks, com todos os buracos transbordando de carne. Embora tenha entrado só no final, o aprendiz é o primeiro a cum, enchendo minha garganta com o esperma dele. Tô engolindo a porra do aprendiz ainda, quando o pintor segue entre gemidos excitados, sinto o cum dele escorrendo pelas minhas costas e parte do meu Booty, fico só com o Ajudante 2, o velho, o veterano, mas mesmo assim, o que melhor fuck dos três. Ensopada de cum como tô, me mexo em cima dele, balançando meus quadris em volta dessa supremacia viril que repercute até nos meus interiores mais profundos.
— Ahhhh... sim... sim... aaaaaahhh...! — a glória feita carne, é isso que sinto dentro de mim, me perfurando, me furando, me enchendo de uma satisfação gostosa.
Gozamos juntos, nos desmanchando ao mesmo tempo numa cachoeira de gemidos e suspiros, sinto a explosão, o impacto mal contido pelo látex da camisinha e me desmorono nos braços dele. Ficamos um tempão assim, recuperando o fôlego aos poucos, aí a gente se olha e cai na risada. Os outros dois também riem, não sei do quê, mas por um momento, depois dos gemidos, suspiros e até gritos de prazer, tudo é risada no apartamento.
Vou de novo ao banheiro, me olho no espelho e... tô um bagaço, parece que um caminhão passou por cima de mim... bom, não um caminhão, falo comigo mesma, mas **3 caminhões!!!**, com reboque e tudo. Me arrumo do jeito que dá, afinal não posso chegar em casa com essa cara. Vou pra sala, onde minha roupa tá espalhada por todo lado. Recolho tudo e começo a me vestir, os pintores vão aparecendo um por um, ainda pelados, mostrando entre as pernas as marcas da batalha recente.
— Já vai? — pergunta o mais velho.
— Quê? Ainda aguenta mais? — respondo rindo.
— Aquela buceta, mami, eu daria até o Natal, mas do ano que vem — ele retruca.
Tiro o celular da bolsa e vejo as horas.
— É uma oferta tentadora, mas... tenho que ir, já são quase seis, em casa devem estar preocupados — falo.
Termino de dar o último retoque e me despeço deles dando um beijinho em cada um.
— Vai embora bem fudidinha, né? — diz o pintor.
— ...e bem macetada — confirmo da porta, dando um tapinha na minha própria raba.
Saio do apartamento e do corredor ouço as risadas deles e um: "Que puta danada que a vizinha era".
Tentando parecer o mais natural possível, entro em casa e cumprimento meu marido e minha sogra, que estão na sala.
— E aí? Como foi o aniversário? — pergunta meu marido.
— Foi só um brinde, mas... já Sabe, quando a gente, mulher, começa a conversar, não tem quem nos pare – eu digo.
– Você tá bem? Tá meio pra baixo – interfere minha queridíssima sogra.
– A senhora acha, sogrinha? Bom, considerando que acabei de ser comida por três caras, é um milagre eu não estar em coma 4 –
Claro que não falo isso, mas sim:
– É, verdade, tô me sentindo meio mal, por isso vim mais cedo, deve ser que tô pegando uma gripe –
– Deita, bebê – fala o docinho do meu marido, me beijando a testa – Não se preocupa que eu cuido do Ro, descansa que mais tarde te levo um chazinho –
– É, vai ser melhor – concordo – Valeu, você é um amor –
Não me deito, eu desabo na cama. Não só tô exausta, como até minhas juntas tão doendo, de ficar tanto tempo de joelhos, de quatro, ou com as pernas abertas, mas nada disso se compara à ardença no meu cu. Um cara meter, vá lá, mas três caras fazerem aquele estrago no rabo, óbvio que deixa sequelas. Antes de dormir, passo uma creminha, pelo menos pra aliviar um pouco esse incômodo. Amanhã é outro dia.
46 comentários - O pintor e suas ajudantes gostosas
muy bueno me hisiste terminar leyendo tu relato
Creo que desde que te seguimos, este debe ser el relato más esperado. Detallaste todo tan bien, como si uno lo estaría viendo como un espectador.
Que lindo regalo de cumpleaños me diste, no sabes como me la dejaste al leer! jaja
Muuuuy caliente!!
Gracias por compartir
Sos una genia, por un momento me imagine en esa habitación mirando como te ensartaban como brochet!
gracias.. puntos
dejo 10 puntos y sale reco
Y esas frases tuyas que me matan, y que me hacen ser más adicto aún a leerte linda:
"...vuelvo a la degustación testicular..."
"...me abro de piernas, dejando bien expuesta mi herida natural..."
"...aquel exceso de testosterona que me sumerge en un limbo extático..."
"El ojete se me abre como en un bostezo..."
"...y me taladra hasta el infinito y más allá" (Al más puro estilo de Buzz Lightyear...jajaja)[/i]
Que manera más cachonda y entretenida tienes de escribir querida, GENIAL...ME ENCANTA!!
Un postazo linda, mis más sinceras FELICITACIONES y unos muy merecidos puntines. +10
10+....