Mi mejor verano y mi hermana

Oi galera, hoje vou contar o que aconteceu quando eu tinha acabado de fazer 18 anos.

Naquela época, eu estudava durante o inverno e, quando chegava o verão nas férias, eu me mudava para o litoral para trabalhar. Durante esses períodos de trabalho, eu morava na casa da minha irmã, que era mais velha que eu. A gente tem uma diferença de idade de 10 anos, ela era casada e o marido dela trabalhava na região.

Como eu disse, eu trabalhava como garçom e as oportunidades de ir pra cama com alguma turista não faltavam. Eu era um cara jovem, bonitão, e as gringas principalmente não perdiam a chance de arrumar um ficante.

Minha irmã tinha um relacionamento normal com o marido, não era nada de explodir foguetes, mas acho que eles se davam bem. O caso é que ele estava o tempo todo trabalhando, e eu também, embora meu horário fosse mais no final da tarde até altas horas da madrugada.

Num desses dias voltando do trabalho, quando entrei no apartamento, como era tarde, entrei em silêncio e, ao passar na frente da porta do quarto da minha irmã, ouvi um barulho. Não pude evitar dar uma espiadinha dentro do quarto, e o que vi me excitou demais.

Vi minha irmã de joelhos em cima do marido, sentando na pica dele, dando as costas enquanto acariciava os peitos. Ela tinha os olhos fechados e uma carinha de quem estava curtindo pra valer. Ela subia e descia na pica do marido, de vez em quando acariciando o clitóris. Os gemidos iam aumentando. Eu, vendo aquilo, fiquei com o pau duro igual uma pedra. Então, sem vergonha nenhuma, tirei ele pra fora da calça e comecei a me masturbar. Quanto mais os gemidos dela aumentavam, mais rápido eu batia uma. Assim, minha irmã e eu gozamos juntos. Quando me dei conta e olhei pro rosto dela, vi que ela estava me encarando nos olhos.

Fiquei pálido, não sabia o que fazer. Ela, pelo contrário, estava com um sorrisão de orelha a orelha. Fechei a porta e, sem fazer barulho, fui pro meu quarto. Depois de me limpar da gozada... Fui pra cama, mas a imagem da minha irmã pelada, fodendo daquele jeito, me excitou e não pude evitar me masturbar de novo. Quando acabei, peguei no sono.

Quando acordei, a primeira coisa que veio à mente foram as imagens da noite anterior. Depois, pensei em como encararia ver minha irmã naquela mesma manhã. A dúvida se resolveu na hora, porque minha irmã bateu na porta:

— Luis, posso entrar? — ela perguntou.

— Sim, um momento — me cobri com o lençol, já que dormia pelado —, pode entrar.

Meu pau ficou duro de novo feito pedra. O lençol mal conseguia disfarçar minha ereção quando ela entrou no meu quarto com um roupão que deixava as tetas e o corpo bem delineados à mostra. Ela não estava de calcinha, então, sem mostrar tudo claramente, dava pra adivinhar seu corpo perfeitamente.

Ela se aproximou da cama e, sem tirar os olhos do montinho que meu pau fazia debaixo do lençol, sentou na beirada:

— Luis, queria falar com você sobre o que aconteceu ontem à noite.

— Me perdoa — eu a interrompi —, não vai acontecer de novo. Não sei o que deu em mim, mas quando cheguei em casa ouvi barulhos e, quando olhei, não pude evitar me excitar e me masturbar vendo você.

— Agradeço sua sinceridade. Na verdade, a culpa foi minha por não trancar a porta. Então, tudo esquecido, aqui não aconteceu nada.

— Por mim, tudo bem. Já vou levantar.

— Tá bom, te espero na cozinha e tomamos um café.

Ela se levantou, me deu um beijo — ou melhor, um selinho — nos lábios, ao mesmo tempo que passou a mão no meu pau e, virando-se, se preparou para sair do quarto. Já na porta, ela se virou, me olhou e disse:

— De qualquer forma, espero que tenha gostado do que viu. — E saiu, fechando a porta atrás de si.

Aquilo me deixou confuso. O que ela quis dizer com tudo aquilo? Que ela tinha feito de propósito? Que queria algo mais comigo? Veríamos mais pra frente. Naquele momento, com a tesão que estava, só pensava em fazer uma boa punheta em homenagem a ela. Quando terminei, tomei um banho frio e, depois de me vestir, fui para a cozinha. Lá estava ela me esperando para tomar o café prometido: — Você demorou muito, o que aconteceu? — Tenho que ser sincero: entre o que rolou ontem à noite e como você está vestida agora, precisei me “aliviar”, como você deve entender — um homem não é de pedra, e mesmo você sendo minha irmã, a verdade é que você está muito gostosa e não sei o que eu teria feito. — Fico feliz que você seja tão sincero, e, sinceridade por sinceridade, meu relacionamento com meu marido, embora seja bom, falta um pouco de “picante”, não sei se me entende. — Acho que sim, me parece que você precisa de mais sexo na sua vida. — É, poderíamos dizer que sim, e a verdade é que fora de casa não quero procurar — acho que meu marido não merece isso. — Bom, a verdade é que se não fôssemos irmãos, eu te dava, mas essa barreira não consigo pular. Houve um longo silêncio, tempo necessário para me arrepender do que tinha dito, mas era algo que tentaria consertar com um pouco de tempo, e comecei naquele mesmo momento: — Bom, tenho que ir trabalhar, adorei conversar tão abertamente com você, e que fique claro que, da minha parte, sempre acreditei que barreiras existem para serem derrubadas. Me levantei e dei um beijo nos lábios dela, mais longo que o dela, e deixei minha língua tocar seus lábios quando ela ia abrir a boca para retribuir o beijo. Me afastei dela, olhei para ela, acariciei um seio e fui embora. Naquele dia no trabalho, tive a “sorte” de pegar uma francesinha loira de olhos azuis que estava de férias e que conseguiu tirar minha irmã da minha cabeça por alguns dias. O sexo com ela não foi espetacular, mas foi muito bom. Naquele fim de semana, eu juraria que vi minha irmã e o marido dela na varanda de uma cafeteria perto de casa, vigiando meus movimentos — ou foi o que me pareceu. A questão é que parecia que tudo estava voltando ao normal, mas estava longe da realidade. Quando a francesinha foi embora na manhã seguinte, na cozinha, voltei a falar com minha irmã: — E aí, Luís? Parece que você anda muito ocupado ultimamente. — A verdade é que sim, mas... Hoje estou de folga e se você quiser, a gente podia ir pra praia. -Achei ótimo, a gente se arruma e vai. -Então bora, não vamos perder mais tempo. Fomos pra uma praiazinha nudista que ela conhecia e já tinha ido outras vezes. Como íamos ficar só um tempinho, levamos só as toalhas e cada um seu maiô. Quando deitamos na areia, ela tirou o sutiã, mostrando esses peitos deliciosos, e como não queria queimar no sol, começou a passar protetor. -Se quiser, eu passo o protetor em você. -Você só quer é meter a mão. -Claro, por acaso tá duvidando? Você é a mina mais gostosa da praia e não quero perder a oportunidade. -Ah, para de puxar saco, passa o protetor e me dá. Peguei o pote e comecei pelas costas dela, fui descendo pela coluna até o início da bunda. Aí parei de repente e falei: -Já que a gente tá numa praia nudista, por que você não tira a parte de baixo e eu continuo passando o protetor? -Sabe, não é uma má ideia. Deitada como estava, ela tirou a calcinha do maiô e, de bruços, me disse: -Agora continua passando o protetor. Nem tímido nem preguiçoso, joguei protetor na bunda dela e fui espalhando com meus dedos. De vez em quando acariciava o ânus dela e chegava até os lábios da buceta, deixando meus dedos massagearem. De repente, ela se virou: -Agora pela frente. Lá estava ela, de barriga pra cima, em todo seu esplendor. Podia vê-la completamente nua. Com minhas mãos tremendo de excitação, comecei a passar protetor nos ombros, desci devagar até os peitos, onde fiquei um tempinho. Os mamilos dela ficaram duros, assim como meu pau, que já estava vazando líquido pré-gozo e tinha deixado minha sunga molhada. Continuei com o protetor pela barriga e desci devagar até o monte de Vênus, que estava totalmente depilado. Com meus dedos, acariciei de novo os lábios da buceta, que dessa vez encontrei completamente encharcados dos seus fluidos. Terminei nas pernas e disse: -Pronto, vou dar um mergulho. -Mas tira a sunga, é uma praia nudista. -Tá bom. mas tô com um pau duro que parece um cavalo e assim não sei o que as pessoas iam pensar.

- Ah, para com isso, não seja careta.

Tirei minha sunga e ela não tirava os olhos de mim:

- Caralho, Luís, você cresceu mesmo, que pau mais lindo você tem, tô ficando com água na boca só de olhar. Entre o que você me mostrou e a massagem que me deu, não sei como me seguro e não te chupo aqui mesmo.

- Vamos lá na água e ver se esse fogo baixa.

Fomos até a água e quando estávamos nela, ela ficou atrás de mim, se agarrou em mim e cruzando as pernas sobre a minha cintura, me fez uma aguadilha. Consegui me soltar, peguei ela pela frente e ela cruzou as pernas sobre mim de novo, agora meu pau estava esfregando na sua buceta. Ficamos assim um momento, e olhando nos seus olhos, dei um beijo na sua boca onde, pela primeira vez, nossas línguas se encontraram, nossas salivas se misturando de uma boca para a outra. Quando nos separamos, eu disse:

- O que você acha de irmos para casa e terminarmos o que começamos aqui?

- Bom, eu queria que você enfiasse esse pau agora, já que minha buceta está bem aqui em cima.

- É muito tentador, mas tenho mais coisas em mente para fazer com seu corpo. Vamos lá.

- Tá bom, vamos.

Pegamos tudo rapidamente e fomos para casa. Quando chegamos, ela disse:

- Vou tomar um banho rápido.

- Tá.

Quando ela estava no chuveiro, entrei, tirei minha sunga e, entrando no chuveiro com ela, a abracei e nos fundimos em um beijo eterno. Meu pau estava latejando, ela percebeu, levantou a perna e, pegando meu pau, levou até a entrada da sua xota e, do mesmo jeito, eu enfiei de uma vez. Ela gemeu e nós dois começamos com um vai e vem feroz. O tesão que estávamos sentindo era muito forte e quando eu disse:

- Vou gozar, não consigo segurar.

- Eu também quero, os dois juntos. Goza dentro, quero sentir o calor da sua porra aaghhhhh… jáaaaaa.

- Isso, toma todo o meu leiteeee aaaghhhhhhh…

Nós dois gozamos, o tesão era tão forte que não conseguimos aguentar muito. Terminamos de tomar banho entre carícias e beijos, depois de nos secarmos fomos para o quarto dela e nos deitamos na cama, lá percorremos nossos corpos com as mãos:

- Adorei foder com você, já queria isso há tempos.

- Bom, isso é só o começo, porque eu quero mais de você.

Beijei sua boca e devagar fui descendo com minha língua até seus peitos, coloquei seu mamilo na minha boca e chupei com ansiedade, ele ficou bem duro, depois fiz o mesmo com o outro para então continuar descendo por sua barriga até chegar em seus lábios vaginais, onde comecei a brincar com minha língua, procurei seu clitóris e comecei a brincar com ele.

Ela se derretia em gemidos e, agarrando meu pau, começou a chupá-lo com uma maestria digna de uma amante assim, enquanto eu, na sua buceta, estava prestes a fazê-la gozar na minha boca:

- Luis, quem te ensinou a fazer isso com a língua? Eu vou gozar aaaaggghhhh……..

- Sim, goza, quero beber seus sucos.

No momento em que ela gozou, enfiei um dedo no seu cu, o que acabou de deixá-la louca, mas ela não soltou meu pau e continuou a comê-lo até que não aguentei mais e gozei, ela não deixou escapar nem uma gota e, deitando-se em cima de mim, me deu um beijo na boca, nossos líquidos se misturaram em nossas bocas, isso e a juventude fizeram meu pau continuar igualmente duro.

- Que maravilha, Luis, você é um amante esplêndido, sabia que não me decepcionaria, como vou aproveitar essa joia.

Ela agarrava meu pau e dava umas mexidas.

- Você tem todo o mérito, além do fato de sermos irmãos me deixa louco.

- Sim, mas você já sabe que tem que ser um segredo, ninguém, e repito, ninguém nunca deve saber disso.

- Sim, isso eu tenho muito claro, mas agora eu gostaria que você cavalgasse em mim.

- Você é um safado encantador, sabe o que quer.

- Sim, que você seja minha puta pessoal, que não me diga "não" a nada do que eu pedir.

- Tudo bem, o que você quiser, se eu vou ser sua puta, quero que você seja meu "gostoso".

Ela subiu em cima de mim, abriu suas pernas, Olhando nos meus olhos, ela pegou meu pau e foi enfiando na sua buceta até desaparecer dentro dela, enquanto eu acariciava seus peitos. Ela começou a se mover pra frente e pra trás com meu pau dentro, eu me levantei e comecei a chupar seus peitos, de vez em quando agarrava sua bunda e empurrava ela contra mim, fazendo a penetração mais profunda. Ficamos assim um tempo, os gemidos dela cada vez mais altos.

- Você vai acabar com minha buceta, mal termino de gozar e já vem outra, você é um animal, não para, continua, faz minha buceta virar água.

- Vou arrebentar esse seu grelo delicioso, agora fica de quatro que vou te foder por trás.

- O que você quiser, meu amor, sou sua puta, faz o que quiser comigo.

Ela ficou de quatro e eu enfiei meu pau por trás de uma só vez, fazendo ela gozar. Eu, com a proximidade do gozo anterior, conseguia segurar um pouco mais. Enquanto fodia ela por trás, massageei seu ânus e ele se dilatou na hora:

- Vejo que seu cu já foi penetrado outras vezes.

- Sim, adoro levar pau no cu.

- Então se prepara que vou enfiar meu pau até minhas bolas baterem na sua buceta.

- Sim, por favor, mete no meu cu, quero que seja dono de todos meus buracos.

Dito e feito, tirei da buceta e coloquei no seu cu, comecei a empurrar devagar e minha cabeça desapareceu num piscar de olhos. Continuei empurrando até minhas bolas baterem na sua buceta, comecei a meter e sacar devagar para aproveitar mais seu cu, mas não demorou para ficar mais rápido.

- Isso, meu amor, continua perfurando meu cu assim, você está me deixando louca de prazer.

- Vou inundar seu cu com minha porra, vai sair pela sua boca.

Nesse momento, com uma mão agarrei um peito e com a outra massageei seu clitóris.

- Aaghhhh… Isso, continua, filho da puta, que orgasmo animal você está me fazendo ter, não para.

- Isso, puta, eu também estou chegando, toma minha com a bucetinha quentinha, aaaghhhh…

Nós dois explodimos num orgasmo sublime, esse cuzinho apertado foi o detonador pra uma gozada soberba, caímos exaustos na cama e nos fundimos num abraço e num beijo de cinema.

- Luis, não sabia que você fosse um amante tão bom, acho que este verão vai ser inesquecível pelo menos pra mim.

- Acho que você tem razão, este verão vai ser inesquecível pros dois, com esse corpão que você tem e a putaria de poder foder minha irmã mais velha, não vou dar descanso pra sua xota, acho que você não vai passar mais fome de pica.

- Isso com certeza, com meu irmãozinho vou foder de dia e com meu marido de noite, vou ficar bem saciada, além disso você pode gozar dentro de mim à vontade porque decidimos ter filhos e se eu engravidar ninguém vai desconfiar e pra mim não importa quem seja o pai, eu amo vocês dois.

- Eu também te amo e estou disposto a saborear cada centímetro do seu corpo.

- Tá bom, mas agora vamos tomar um banho e arrumar tudo isso porque meu marido não vai demorar e não quero que ele descubra.

- Combinado, aliás, espero que não tenha se incomodado com a linguagem que usei com você, a verdade é que saiu pela excitação do momento.

- Eu sei, se você reparou, comigo acontece a mesma coisa, no auge da excitação me deixa muito tarada falar essas palavras.

Entre beijos e carícias arrumamos tudo e fomos tomar banho juntos, onde demos outra foda antológica, quando o marido dela chegou parecia que nada tinha acontecido, nessa mesma noite ouvi eles fazendo amor no quarto.

Minha irmã tinha razão, foi um verão inesquecível no qual eu não precisei mais pegar nenhuma turista, aliás, com o tempo eles tiveram uma filha e até hoje não sei se pode ser minha filha ou não, a verdade é que não me importo, porque com ela também me relacionei mas isso é outra história.

Se vocês gostaram dessa história, conto outras aventuras com minha irmã e o que aconteceu com a filha dela. Até logo. Comparto porque gostei da história, obrigado.

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