Confissões de uma Mãe: Finalmente, eu e meu filho transamos"
Ouvi a moça saindo da minha casa lá pelas 7 da manhã, o sol já tinha nascido e meu filho nem sequer a acompanhou até a porta. Devia ser mais uma daquelas garotas que ele procurava só por diversão.
Já era quase 1 da tarde, o almoço estava quase pronto e meu filho ainda não tinha saído do quarto. Entrei silenciosamente no quarto dele para acordá-lo, bem devagar, pra não irritá-lo.
Na cama, toda bagunçada, meu filho dormia, completamente nu, com as pernas abertas e todo o sexo à mostra. Meus olhos não acreditavam no que viam, o pau dele era realmente enorme!, mesmo estando mole. Ao ver o corpo dele ali nu, em todo o seu esplendor, fiquei excitada na hora e fiquei contemplando, parada na porta, aquele exemplar lindo de macho que eu tinha dentro de casa. Podia ter ficado horas e horas admirando cada parte do físico dele, mas um movimento dele me fez sair do quarto e fechar a porta bem de leve.
Nesse exato momento, tocam a campainha e era um dos amigos dele. Falei que o Eduardo ainda estava dormindo e que, se quisesse, podia entrar pra acordá-lo. E foi o que ele fez. Entrou no quarto e acordou meu filho. Tinha vindo buscar alguma coisa. Daí a pouco, sinto meu filho se levantar, saindo só de cueca, me cumprimenta e vai tomar banho. Entrei pra arrumar o quarto dele, correr as cortinas, abrir as janelas e fazer a cama. Como imaginei, encontrei umas manchas enormes de porra nos lençóis, que joguei na máquina de lavar na hora, mas não sem antes sentir o cheiro excitante delas.
Era sábado. O calor estava insuportável e o Eduardo só andando de bermuda pela casa, deixando o dia ainda mais quente.
Finalmente a noite chegou, mas o calor não foi embora. Enquanto eu via TV, o Eduardo saiu de casa, com certeza pra mais uma das noites de farra dele, se despedindo de mim com um beijo na bochecha. Ele estava todo um homem, muito arrumado, com as camisa branca que ela adorava usar, na qual eu dedicava mais tempo na hora de passar.
Fui me deitar, o calor da noite estava insuportável e mesmo com a janela aberta não conseguia pegar no sono. Era quase 3 da manhã quando ouço a porta do portão da rua se abrir. Espiei escondida pela cortina e vejo que meu filho novamente trazia uma de suas conquistas para casa.
Era uma moça bem magrinha, mas com boa figura, dava pra ver que era de boa situação financeira. Morria de ciúmes ao saber que ela seria a sortuda que receberia a pica do meu filho naquela noite, mas mesmo assim, me excitava a ideia de ouvir de novo como meu filho ia se aliviar com ela, enquanto eu, atrás da porta, imaginava que aquela jovem era eu.
Algo aconteceu e a moça resistia em entrar. No fim, meu filho, depois de muito insistir, falou uma grosseria e fechou a porta, deixando a moça na rua.
Ouvi ele entrar na cozinha e esquentar algo pra comer. Imaginava meu filho com a vontade de foder frustrada e pensei que talvez aquela noite fosse minha noite de sorte e eu finalmente receberia de novo a visita dele na minha cama.
Mas talvez já fosse hora de eu fazer minha parte pra incentivá-lo. Acendi a luz e rapidamente tirei meu short pijama de algodão, ficando completamente nua, me olhando no espelho.
Me sentia muito bem, toda uma mulherão, excitada, ardente, meus peitos grandes, redondos, com meus mamilos pretos bem marcados, ainda mantinham a dureza. Eu sabia muito bem que eles eram minha maior carta de apresentação.
Ainda mantinha minha cintura, com minhas ancas largas, e minha entreperna, quase sem pelos, que pulsava só de pensar no que podia rolar.
Era certeza que meu filho ia querer uma mulher assim pra saciar os instintos dele. Procurei na gaveta uma camisola bem fininha, curta e branca.
Rapidamente coloquei e ao me ver, me senti toda uma puta, me via linda, muito sensual, quase não Não escondia nada do meu corpo, já que o que não ficava exposto, a transparência faria notar. Mas um certo pudor em mim me disse que não podia ir com a buceta de fora e resolvi colocar uma calcinha, claro, a menor que tinha, também branca.
Entrei na cozinha e vi ele sentado, quase terminando de comer o que sobrou do almoço. Cumprimentei ele. Vi como os olhos dele ficaram grudados na figura da mãe dele, e com a voz embargada, ele mal conseguiu me responder. Feito uma gata, me aproximei da geladeira e me servi um copo de bebida. Sentia os olhos dele cravados na minha bunda, e até me curvei um pouco pra me abaixar e pegar a garrafa. Meus bicos estavam duríssimos, uma mistura da excitação com o frio que saiu da geladeira.
Sinto ele se levantar e, deixando o prato na pia, passa devagar por trás de mim.
— Bom, véia… vou me deitar (parando bem atrás de mim, apoiando a mão inteira na minha bunda quase nua, me dando um apertão danado)… e deixa eu te dizer que você tá muito gostosa assim
Minha mão tremia ao sentir o corpo dele atrás e a mão dele tocando diretamente minhas nádegas. Quis falar alguma coisa, mas as palavras não saíram da minha boca. Depois disso, ele me deixou sozinha na cozinha. Quase me virei pra beijar ele, mas minha timidez não deixou. Tive que voltar sozinha e ainda mais excitada pro meu quarto, muito puta comigo mesma por não ter sido um pouco mais ousada.
Minha buceta pedia aos berros pra ser tocada, mas ainda pensando que a qualquer momento meu filho entraria no meu quarto, me segurei de me masturbar. Deve ter passado umas meia hora, e eu não conseguia pegar no sono, tava ficando louca de tesão pelo meu filho, e ele não percebia que a mãe dele o desejava desesperadamente.
Queria ter ele junto de mim, queria beijar ele, tocar ele, me sentir tocada de novo por um homem, mas não por qualquer um, sim pelo Eduardo, fruto do meu ventre. Eram muitos anos sem sentir uma rola dentro de mim e quase enlouquecia. Louca de desejo. A calcinha só de pensar nele já tava molhada, e me fazia ainda mais mal sentir aquela pressão entre minhas pernas, então tirei ela.
Feito uma leoa enjaulada, eu andava de um lado pro outro no meu quarto, sem saber o que fazer, até que, sei lá por quê, saí e parei na frente da porta do meu filho. Lá dentro, eu ouvia os roncos fortes dele, e meu coração prestes a explodir. Não sabia o que fazer, só pensei em acordá-lo, dizendo que tinha ouvido uns barulhos no quintal. Entrei em silêncio, a janela tava aberta e a cortina corrida pra deixar entrar mais ar naquela noite quente. Quase que o coração sai pela boca quando vi, pela luz que vinha da rua, que meu filho tava de novo completamente pelado, com aquele membro gigante dele dormindo entre as pernas.
Era demais pra mim, como meu filho podia me fazer sofrer desse jeito. Com o coração batendo a mil por hora, devagar, tentando não tropeçar nas roupas jogadas no chão, me aproximei dele. Quase a um metro de distância, via aquele membro lindo dele descansando. Meus bicos endureceram na hora e, sem perceber, minha mão começou a acariciar meu corpo automaticamente. Eu ardia de desejo, e meu filho, dormindo, não percebia que a mãe dele tava ali parada do lado, como hipnotizada pelo corpo dele.
Não tive coragem de acordá-lo, queria ficar olhando ele com calma, enquanto minhas mãos, sem controle, buscavam cada pedaço do meu corpo. Mas um movimento da cabeça dele me fez sair de perto na hora, quase tropeçando na roupa dele. Parada perto da porta, vi que ele continuava dormindo e meu corpo ainda ardia de desejo. Com as mãos já sem controle, levantei meu camisolinho curto e deixei toda a minha buceta de fora, acariciando minhas nádegas, pensando nas mãos dele. O cheiro de macho que tinha naquele quarto era delicioso. Era um aroma muito gostoso que chegava até o fundo do meu ser. Com a mão acariciando meus pelinhos e minhas nádegas, me aproximei dele de novo, tentando sentir mais de perto o cheiro do corpo dele. corpo. Me ajoelhei ao lado da cama dele e o pau dele a centímetros de mim, exalava um cheiro que me deixava louca. Não sei de onde tirei forças para não pegar ele e levar à boca, para chupar desesperadamente. Só queria sentir o cheiro, cada vez mais perto, até que meu nariz chegou quase a um centímetro dele, se enchendo do seu odor.
Não podia acreditar no que estava fazendo, ajoelhada ao lado da cama, com meu rosto a poucos centímetros da buceta do meu filho, aspirando o cheiro dele. Foi tanta a proximidade com o membro dele que, num piscar de olhos, meu nariz roçou aquela pele deliciosa, me fazendo tremer. Vi que meu filho não se mexeu nada, e de novo me aventurei a repetir o contato, mas agora suavemente, bem suavemente com os lábios.
Sentir aquele pau monstruoso contra meus lábios me fez tremer de prazer. Meu coração estava prestes a explodir e minha respiração quase me sufocava.
Sabia que meu filho tinha um sono muito pesado e que, pelo horário, mais os drinks que ele tinha tomado, não acordaria. Isso, somado ao meu tesão, me levou a me aventurar um pouco mais e abrir a boca para colocar a rola do meu filho atravessada nos meus lábios.
O tamanho dele era realmente surpreendente e só abrindo a boca ao máximo consegui segurá-lo. Quis me afastar, mas não consegui, meu corpo não respondia. Olhava como ele dormia como uma pedra. Confiante no sono pesado dele, não sei em que momento tive coragem de pegar o pau dele com meus dedos e levantar um pouco para que, desta vez, fosse a ponta dele que entrasse. Minha ideia era colocar só dentro da minha boca, para depois ir para o meu quarto e me masturbar como uma louca.
Minha mão mal segurava aquele pedaço tremendo de carne, tentando não apertar muito, até que finalmente consegui levantá-lo e começar a introduzi-lo na minha boca, tentando não apertar, só colocar ele ali.
Era tremendo, eu dizia a mim mesma que já era suficiente e que largasse, mas minha boca não queria que aquele momento acabasse nunca. Com a boca toda aberta, e o pau do meu filho dentro dela. Eu tentava não encostar nele, mas minha saliva quase escorria e fui obrigada a fechar um pouco a boca pra evitar que caísse no meu filho. Com a boca fechada, apertando o mínimo possível o pau do meu filho, minha saliva foi se acumulando e não tive outra opção a não ser engolir.
Com isso, dei a primeira chupada no pau do meu filho, e com a sugada da saliva ele entrou um pouco mais na minha boca. A sensação foi divina e, já sem saliva, repeti devagar, uma... outra... mais uma vez, sempre pensando que era a última, mas sem me conter, dava mais uma, e depois outra.
O pau do meu filho, ao sentir essas chupadas, começou a acordar aos poucos, crescendo cada vez mais, o que aumentou ainda mais meu tesão e diminuiu minha vontade de tirá-lo da boca. Eu sabia que era uma loucura e que meu filho, se continuasse assim, iria acordar, mas o pau dele me hipnotizou e eu chupava cada vez mais forte, fazendo ele ficar mais e mais duro, crescendo de um jeito descomunal.
Minha mão já mal conseguia segurar aquele vergão preso, e minha cabeça tinha que se levantar mais pra conseguir colocar ele na boca. Senti meu filho se mexer, junto com um gemido baixinho, mas não tive coragem de soltar a presa que estava na minha boca e, já completamente entregue ao prazer, chupava o mais forte que podia. Nada mais importava, só saborear aquela presa uma e outra vez, coisa que não parava de fazer.
Outro gemido e uma mão na minha cabeça me fizeram perceber que meu filho começava a acordar.
Parecia que ele, ainda dormindo, não percebia que a mulher entre as pernas dele era a mãe dele.
— Ahhh... que gostoso você chupa... Mãe!... É você!
— Sim, filho... me desculpa... mas... não aguento mais!
— Ahhhhh, mas o que você tá fazendo, mãe!... ahh...
— Me perdoa, filho... (sem parar de fazer o que estava fazendo)
Meu filho tinha acordado e se encontrado com a mulher que chupava o pau dele desesperadamente, sendo a própria mãe.
Um gemido forte e a cabeça dele pra trás, eu... confirmaram que recebia a aprovação dele e agora, com ainda mais vontade, continuava chupando sem parar, agora segurando toda a rola dele só com a minha boca, já que minhas mãos acariciavam o peito e as pernas dele.
Já entregue completamente aos meus instintos, deixando toda a moral pra trás, subi na cama, sem soltar o que tinha na boca, me metendo entre as pernas abertas dele. A rola dele tinha crescido num tamanho descomunal e por mais que eu abrisse a boca ao máximo e enfiasse o mais fundo que podia, não entrava por completo. Eu imaginava sentir aquilo dentro de mim e ficava louca.
Meu filho acariciava suavemente meus cabelos, enquanto a mãe dele, com a boca cheia de carne, finalmente realizava o que tanto desejava.
Senti as mãos grandes dele me puxando pra cima, beijando o peito dele até chegar nos lábios e nos fundindo num beijo apaixonado, fiquei sentada em cima daquela coisa enorme dele, que quase queimava minha buceta, enquanto as mãos dele acariciavam descaradamente minha bunda, me fazendo tremer.
Ele começou a procurar meus peitos grandes, e eu, querendo me entregar completamente pra ele, me levantei e tirei minha camisola fina, ficando sentada em cima dele completamente nua.
As mãos dele se agarraram nas minhas tetas, apalpando elas de um jeito delicioso. Não aguentei mais e coloquei elas no rosto dele, sentindo um prazer indescritível ao sentir como meu bebê de 17 anos chupava elas com força, me fazendo tremer de prazer, esfregando o rosto delas, lambendo meus mamilos, deixando a cara dele presa entre elas.
Mesmo sem ser penetrada por ele, estar sentada em cima de um pedaço de carne daquele me deixava louca, e eu me mexia pra frente e pra trás, esfregando meu clitóris contra a rola dura dele.
Já não aguentava mais, queria sentir ele dentro de mim, então, levantando minha bunda, com uma mão agarrei aquela vara grossa e direcionei pra entrada da minha buceta.
Quase morri ao sentir aquela rola enorme entrando aos poucos dentro de mim. Não podia acreditar como minha buceta era capaz de se abrir tanto pra abrigar aquilo. perfeitamente seu pau que ocupava a totalidade da minha buceta molhada.
Centímetro por centímetro, entrava carne na minha buceta, descendo cada vez mais, tentando chegar ao fim, mas o pau dele era surpreendentemente grande. Sentia meu corpo inteiro cheio de pau e ainda faltava mais carne para enfiar. Sentia um pouco de dor ao ser penetrada por um pedaço desses, mas meu tesão era mais forte e eu não pararia até enfiar ele por completo.
Quase dava para sentir que chegava no meu estômago, até que finalmente fiquei completamente sentada em cima dele, com todo o meu corpo repleto do pênis dele. Me sentia no céu, e apertando minha buceta, senti perfeitamente tudo o que estava armazenado dentro dela. Devagar, fui subindo, tirando aquele monstro de dentro de mim, para depois sentar de novo em cima dele.
Já acostumada com o tamanho, quase sem dor, comecei a me mover para cima e para baixo, ficando sentada com tudo aquilo enfiado, enquanto meu filho, com suas mãos grandes e fortes nas minhas nádegas, me fazia balançar de um lado para o outro.
Novamente o beijei, ficando com meu corpo dobrado sobre o dele, com meus peitos apertados contra o peito dele e, sem me mexer, sentia como ele levantava a bunda, me penetrando de uma forma deliciosa. Me sentia completamente cheia e comecei a gemer no ouvido dele, fazendo com que ele ficasse ainda mais excitado, aumentando a força das suas estocadas de carne.
Depois, ele me fez sentar novamente. Dessa vez, apoiei meus pés na cama e, sentada como se estivesse mijando, com as mãos apoiadas nos joelhos, comecei a subir e descer, enterrando todo o membro dele. Meus peitos grandes subindo e descendo, batendo contra meu corpo, enquanto meu filho, com os olhos bem abertos, via como a mãe dele se enchia dele.
Minhas pernas começaram a cansar e, numa pausa que fiz, meu filho me deitou de costas e subiu em cima de mim, me beijando apaixonadamente com as mãos nas minhas nádegas.
Não podia acreditar que finalmente o tinha ali, nu, em cima de mim, me acariciando, me tocando. chupando meus peitos, com a pica tremenda dele, grossa e dura batendo nas minhas pernas. Ele se ajoelhou entre minhas pernas abertas e, com as mãos, levantou minhas pernas no ar, deixando toda minha bunda exposta.
Com apenas uma das mãos grandes dele, ele segurou meus dois tornozelos e me manteve nessa posição. Senti como, com a outra mão, ele acariciava minha buceta e a entrada do meu buraco. Eu era como uma menina diante da força enorme do meu filho. Entregue completamente a ele, com minhas pernas no ar, toda minha bunda à disposição dele, sentia os dedos dele brincando com minhas duas entradas.
Reconheço que senti medo de que ele me penetrasse com aquela coisa no cu, e pedi pra ele, por favor, não meter ali. Ele enfiou um dos dedos grossos dele na minha buceta e, quando estava bem molhado, levou até meu ânus, me penetrando devagar.
Nessa posição, com meu ânus completamente aberto, ele foi enfiando o dedo aos poucos. A sensação foi maravilhosa, mil vezes mais gostosa do que enfiar meu próprio dedo. Aí percebi que, nem em sonhos, eu conseguiria enfiar a pica dele por ali. Ele estava extasiado vendo como tinha a mãe dele, com o dedo remexendo o cu dela. Depois, ele tirou e, se posicionando, me penetrou de novo. Nunca me senti tão objeto. Eu era um brinquedo pro meu filho, com minhas pernas completamente no ar, ele me tinha servida de bandeja pra me penetrar onde quisesse. Mas me sentir tão vulnerável, até com um pouco de medo do que ele poderia fazer comigo, também me deixava louca de tesão. Sem soltar meus tornozelos, com toda minha bunda exposta, meu filho me enchia de pica uma vez atrás da outra, me fazendo gritar de prazer. Com que facilidade ele me segurava nessa posição, enquanto, com a mão livre, apertava meus peitos com força ou dava tapas na minha bunda.
Depois, ele me colocou de lado e me teve exatamente como na primeira noite que passamos juntos, só que agora estávamos nus. O corpo dele apoiado nas minhas costas, uma das mãos apertando meus peitos e com a outra se masturbando, mais a vara grossa dela entre minhas pernas.
―Como tuas tetas me excitam, mãe!
―Vai, continua, não para!
―Vou te foder a noite toda!
―Eduardo, me toma, por favor! Já não aguento mais… Sou toda sua!
―Você gosta de sentir seu filho te tocando
―OHhhhhh sim, mas vai, por favor, mete em mim que eu quero gozar!
―Tenho uma mãe muito gostosa… como eu gosto!
―Me dá, por favor, quero ter você dentro de mim!..
―Assim!
―Ahhhhhhhhhhhhh. Assim, Eduardo! … Sim, sou sua … sua putinha! … Mete em mim quando quiser!
―Olha como eu meto! ……… Sente como eu meto?
―Ahhhh, Eduardo … você me preenche completamente
―Diz que você gosta de sentir o pau do seu filho enterrado até o fundo
―Ahhhhhhh simiiiiiii … adoro sentir você dentro de mim, filho … te desejava … ahhhhhh … você tem um pau muito gostoso, meu filho … tava morrendo de vontade de estar assim com você
―Ahhhhhhhhhhhhh …… o que mais …..
―Queria sentir seu pau na minha boca … chupar ele como eu chupei … ahhhh
―Ahhhhhhh sim, você chupa muito gostoso… o que mais!
―Queria sentir suas mãos no meu corpo…. Apertando meus peitos
―Suas tetas, mãe! … Suas tetas! ….. Você queria que eu chupasse essas tetas!
―Ahhhhh sim …. Minhas tetas …. Me chupa as tetas! … Chupa minhas tetas, meu filho … Ahhhhh
―Mmmmm que gostosas que você tem, mãe … que grandes … deixa eu chupar elas!
―Sim … faz isso … mas não para de meter … adoro sentir você dentro! …ahhhhhhhh
―Você é muito gostosa, mãe … te foderia a noite toda!
―Ai, Eduardo! … Você me mata! …. Vai me fazer gozar … você me deixa fervendo!
―… me diz o que você sente … me excita te ouvir!
―Ahhhhhhhhh …… você me deixa muito molhada! …. Você me deixava muito molhada! … Eu me masturbava pensando em você! .. me tocava pensando em você
―Uhh! Continua… que me excita! … Onde você se masturbava..
―…. Enquanto tomava banho, me tocava pensando em você! …. Ahhhh …. Não para … mete mais fundo! …. Eu imaginava seu pau dentro de mim! …. Assim como agora! …..
―Ahhh …… você enfiava os dedos na sua buceta palavra: buceta ¡……você tocava nos seus peitos?.. me conta mais!
―Eu imaginava suas mãos me tocando …. filho, vou gozar¡….. ahhhhhhhhh sinto você inteiro dentro de mim ….
―¡Ahhhhhh! …Me conta mais! …. Vou te encher como você queria!
―Eu imaginava seu gozo no meu corpo! ….. ahh aaaa ¡como agora! … sinto seu gozo me enchendo, filho! …. Você tá gozando! . ahhhhh … ¡¡¡você me mata!!!
―Ahhhhh ¡¡¡¡¡¡mãe goza!!!!!!
―AAAAAAAAOhhhhhhhhhhhhhh eu tô gozandooooooooooo ahhhhhhhhhhhh …
―¡Mãe, que gostosa você se mexe! … sente como te encho de porra¡ ….
―Ahhh …. sente como eu gozo! .. todos esses fluidos são por você, filho! ahhhhhhhhh
―Ahhhhhhhhh
Meu filho me colocou de bruços e, apoiado nos braços ao meu lado, me penetrou uma e outra vez. Meu orgasmo não parava e eu me sentia com a buceta cheia de pau e gozo. Morria de prazer me sentir naquela posição com o pau do meu filho entrando e saindo rapidamente!. Mesmo depois de ter gozado, meu filho ainda o mantinha duro como pedra, e eu ainda continuava com tesão.
Não sei quanto tempo ele me fodeu naquela posição, mas foi muito, até que ele saiu de mim, deitando ao meu lado, só acariciando minhas nádegas com a mão. Me sentia morta de prazer, envolta num sonho, uma fantasia que não queria que terminasse nunca. Meu orgasmo tinha sido monstruoso e minhas fantasias com ele tinham ficado muito aquém de todo o prazer que senti.
O vi dormir por um bom tempo, ainda não conseguia acreditar no que acabávamos de fazer. Parecia incrível que aquele bebê que um dia esteve na minha barriga tivesse se transformado num homem feito, e eu, aquela mãe casta e pura, na mulher da vez naquela noite.
Ouvi a moça saindo da minha casa lá pelas 7 da manhã, o sol já tinha nascido e meu filho nem sequer a acompanhou até a porta. Devia ser mais uma daquelas garotas que ele procurava só por diversão.
Já era quase 1 da tarde, o almoço estava quase pronto e meu filho ainda não tinha saído do quarto. Entrei silenciosamente no quarto dele para acordá-lo, bem devagar, pra não irritá-lo.
Na cama, toda bagunçada, meu filho dormia, completamente nu, com as pernas abertas e todo o sexo à mostra. Meus olhos não acreditavam no que viam, o pau dele era realmente enorme!, mesmo estando mole. Ao ver o corpo dele ali nu, em todo o seu esplendor, fiquei excitada na hora e fiquei contemplando, parada na porta, aquele exemplar lindo de macho que eu tinha dentro de casa. Podia ter ficado horas e horas admirando cada parte do físico dele, mas um movimento dele me fez sair do quarto e fechar a porta bem de leve.
Nesse exato momento, tocam a campainha e era um dos amigos dele. Falei que o Eduardo ainda estava dormindo e que, se quisesse, podia entrar pra acordá-lo. E foi o que ele fez. Entrou no quarto e acordou meu filho. Tinha vindo buscar alguma coisa. Daí a pouco, sinto meu filho se levantar, saindo só de cueca, me cumprimenta e vai tomar banho. Entrei pra arrumar o quarto dele, correr as cortinas, abrir as janelas e fazer a cama. Como imaginei, encontrei umas manchas enormes de porra nos lençóis, que joguei na máquina de lavar na hora, mas não sem antes sentir o cheiro excitante delas.
Era sábado. O calor estava insuportável e o Eduardo só andando de bermuda pela casa, deixando o dia ainda mais quente.
Finalmente a noite chegou, mas o calor não foi embora. Enquanto eu via TV, o Eduardo saiu de casa, com certeza pra mais uma das noites de farra dele, se despedindo de mim com um beijo na bochecha. Ele estava todo um homem, muito arrumado, com as camisa branca que ela adorava usar, na qual eu dedicava mais tempo na hora de passar.
Fui me deitar, o calor da noite estava insuportável e mesmo com a janela aberta não conseguia pegar no sono. Era quase 3 da manhã quando ouço a porta do portão da rua se abrir. Espiei escondida pela cortina e vejo que meu filho novamente trazia uma de suas conquistas para casa.
Era uma moça bem magrinha, mas com boa figura, dava pra ver que era de boa situação financeira. Morria de ciúmes ao saber que ela seria a sortuda que receberia a pica do meu filho naquela noite, mas mesmo assim, me excitava a ideia de ouvir de novo como meu filho ia se aliviar com ela, enquanto eu, atrás da porta, imaginava que aquela jovem era eu.
Algo aconteceu e a moça resistia em entrar. No fim, meu filho, depois de muito insistir, falou uma grosseria e fechou a porta, deixando a moça na rua.
Ouvi ele entrar na cozinha e esquentar algo pra comer. Imaginava meu filho com a vontade de foder frustrada e pensei que talvez aquela noite fosse minha noite de sorte e eu finalmente receberia de novo a visita dele na minha cama.
Mas talvez já fosse hora de eu fazer minha parte pra incentivá-lo. Acendi a luz e rapidamente tirei meu short pijama de algodão, ficando completamente nua, me olhando no espelho.
Me sentia muito bem, toda uma mulherão, excitada, ardente, meus peitos grandes, redondos, com meus mamilos pretos bem marcados, ainda mantinham a dureza. Eu sabia muito bem que eles eram minha maior carta de apresentação.
Ainda mantinha minha cintura, com minhas ancas largas, e minha entreperna, quase sem pelos, que pulsava só de pensar no que podia rolar.
Era certeza que meu filho ia querer uma mulher assim pra saciar os instintos dele. Procurei na gaveta uma camisola bem fininha, curta e branca.
Rapidamente coloquei e ao me ver, me senti toda uma puta, me via linda, muito sensual, quase não Não escondia nada do meu corpo, já que o que não ficava exposto, a transparência faria notar. Mas um certo pudor em mim me disse que não podia ir com a buceta de fora e resolvi colocar uma calcinha, claro, a menor que tinha, também branca.
Entrei na cozinha e vi ele sentado, quase terminando de comer o que sobrou do almoço. Cumprimentei ele. Vi como os olhos dele ficaram grudados na figura da mãe dele, e com a voz embargada, ele mal conseguiu me responder. Feito uma gata, me aproximei da geladeira e me servi um copo de bebida. Sentia os olhos dele cravados na minha bunda, e até me curvei um pouco pra me abaixar e pegar a garrafa. Meus bicos estavam duríssimos, uma mistura da excitação com o frio que saiu da geladeira.
Sinto ele se levantar e, deixando o prato na pia, passa devagar por trás de mim.
— Bom, véia… vou me deitar (parando bem atrás de mim, apoiando a mão inteira na minha bunda quase nua, me dando um apertão danado)… e deixa eu te dizer que você tá muito gostosa assim
Minha mão tremia ao sentir o corpo dele atrás e a mão dele tocando diretamente minhas nádegas. Quis falar alguma coisa, mas as palavras não saíram da minha boca. Depois disso, ele me deixou sozinha na cozinha. Quase me virei pra beijar ele, mas minha timidez não deixou. Tive que voltar sozinha e ainda mais excitada pro meu quarto, muito puta comigo mesma por não ter sido um pouco mais ousada.
Minha buceta pedia aos berros pra ser tocada, mas ainda pensando que a qualquer momento meu filho entraria no meu quarto, me segurei de me masturbar. Deve ter passado umas meia hora, e eu não conseguia pegar no sono, tava ficando louca de tesão pelo meu filho, e ele não percebia que a mãe dele o desejava desesperadamente.
Queria ter ele junto de mim, queria beijar ele, tocar ele, me sentir tocada de novo por um homem, mas não por qualquer um, sim pelo Eduardo, fruto do meu ventre. Eram muitos anos sem sentir uma rola dentro de mim e quase enlouquecia. Louca de desejo. A calcinha só de pensar nele já tava molhada, e me fazia ainda mais mal sentir aquela pressão entre minhas pernas, então tirei ela.
Feito uma leoa enjaulada, eu andava de um lado pro outro no meu quarto, sem saber o que fazer, até que, sei lá por quê, saí e parei na frente da porta do meu filho. Lá dentro, eu ouvia os roncos fortes dele, e meu coração prestes a explodir. Não sabia o que fazer, só pensei em acordá-lo, dizendo que tinha ouvido uns barulhos no quintal. Entrei em silêncio, a janela tava aberta e a cortina corrida pra deixar entrar mais ar naquela noite quente. Quase que o coração sai pela boca quando vi, pela luz que vinha da rua, que meu filho tava de novo completamente pelado, com aquele membro gigante dele dormindo entre as pernas.
Era demais pra mim, como meu filho podia me fazer sofrer desse jeito. Com o coração batendo a mil por hora, devagar, tentando não tropeçar nas roupas jogadas no chão, me aproximei dele. Quase a um metro de distância, via aquele membro lindo dele descansando. Meus bicos endureceram na hora e, sem perceber, minha mão começou a acariciar meu corpo automaticamente. Eu ardia de desejo, e meu filho, dormindo, não percebia que a mãe dele tava ali parada do lado, como hipnotizada pelo corpo dele.
Não tive coragem de acordá-lo, queria ficar olhando ele com calma, enquanto minhas mãos, sem controle, buscavam cada pedaço do meu corpo. Mas um movimento da cabeça dele me fez sair de perto na hora, quase tropeçando na roupa dele. Parada perto da porta, vi que ele continuava dormindo e meu corpo ainda ardia de desejo. Com as mãos já sem controle, levantei meu camisolinho curto e deixei toda a minha buceta de fora, acariciando minhas nádegas, pensando nas mãos dele. O cheiro de macho que tinha naquele quarto era delicioso. Era um aroma muito gostoso que chegava até o fundo do meu ser. Com a mão acariciando meus pelinhos e minhas nádegas, me aproximei dele de novo, tentando sentir mais de perto o cheiro do corpo dele. corpo. Me ajoelhei ao lado da cama dele e o pau dele a centímetros de mim, exalava um cheiro que me deixava louca. Não sei de onde tirei forças para não pegar ele e levar à boca, para chupar desesperadamente. Só queria sentir o cheiro, cada vez mais perto, até que meu nariz chegou quase a um centímetro dele, se enchendo do seu odor.
Não podia acreditar no que estava fazendo, ajoelhada ao lado da cama, com meu rosto a poucos centímetros da buceta do meu filho, aspirando o cheiro dele. Foi tanta a proximidade com o membro dele que, num piscar de olhos, meu nariz roçou aquela pele deliciosa, me fazendo tremer. Vi que meu filho não se mexeu nada, e de novo me aventurei a repetir o contato, mas agora suavemente, bem suavemente com os lábios.
Sentir aquele pau monstruoso contra meus lábios me fez tremer de prazer. Meu coração estava prestes a explodir e minha respiração quase me sufocava.
Sabia que meu filho tinha um sono muito pesado e que, pelo horário, mais os drinks que ele tinha tomado, não acordaria. Isso, somado ao meu tesão, me levou a me aventurar um pouco mais e abrir a boca para colocar a rola do meu filho atravessada nos meus lábios.
O tamanho dele era realmente surpreendente e só abrindo a boca ao máximo consegui segurá-lo. Quis me afastar, mas não consegui, meu corpo não respondia. Olhava como ele dormia como uma pedra. Confiante no sono pesado dele, não sei em que momento tive coragem de pegar o pau dele com meus dedos e levantar um pouco para que, desta vez, fosse a ponta dele que entrasse. Minha ideia era colocar só dentro da minha boca, para depois ir para o meu quarto e me masturbar como uma louca.
Minha mão mal segurava aquele pedaço tremendo de carne, tentando não apertar muito, até que finalmente consegui levantá-lo e começar a introduzi-lo na minha boca, tentando não apertar, só colocar ele ali.
Era tremendo, eu dizia a mim mesma que já era suficiente e que largasse, mas minha boca não queria que aquele momento acabasse nunca. Com a boca toda aberta, e o pau do meu filho dentro dela. Eu tentava não encostar nele, mas minha saliva quase escorria e fui obrigada a fechar um pouco a boca pra evitar que caísse no meu filho. Com a boca fechada, apertando o mínimo possível o pau do meu filho, minha saliva foi se acumulando e não tive outra opção a não ser engolir.
Com isso, dei a primeira chupada no pau do meu filho, e com a sugada da saliva ele entrou um pouco mais na minha boca. A sensação foi divina e, já sem saliva, repeti devagar, uma... outra... mais uma vez, sempre pensando que era a última, mas sem me conter, dava mais uma, e depois outra.
O pau do meu filho, ao sentir essas chupadas, começou a acordar aos poucos, crescendo cada vez mais, o que aumentou ainda mais meu tesão e diminuiu minha vontade de tirá-lo da boca. Eu sabia que era uma loucura e que meu filho, se continuasse assim, iria acordar, mas o pau dele me hipnotizou e eu chupava cada vez mais forte, fazendo ele ficar mais e mais duro, crescendo de um jeito descomunal.
Minha mão já mal conseguia segurar aquele vergão preso, e minha cabeça tinha que se levantar mais pra conseguir colocar ele na boca. Senti meu filho se mexer, junto com um gemido baixinho, mas não tive coragem de soltar a presa que estava na minha boca e, já completamente entregue ao prazer, chupava o mais forte que podia. Nada mais importava, só saborear aquela presa uma e outra vez, coisa que não parava de fazer.
Outro gemido e uma mão na minha cabeça me fizeram perceber que meu filho começava a acordar.
Parecia que ele, ainda dormindo, não percebia que a mulher entre as pernas dele era a mãe dele.
— Ahhh... que gostoso você chupa... Mãe!... É você!
— Sim, filho... me desculpa... mas... não aguento mais!
— Ahhhhh, mas o que você tá fazendo, mãe!... ahh...
— Me perdoa, filho... (sem parar de fazer o que estava fazendo)
Meu filho tinha acordado e se encontrado com a mulher que chupava o pau dele desesperadamente, sendo a própria mãe.
Um gemido forte e a cabeça dele pra trás, eu... confirmaram que recebia a aprovação dele e agora, com ainda mais vontade, continuava chupando sem parar, agora segurando toda a rola dele só com a minha boca, já que minhas mãos acariciavam o peito e as pernas dele.
Já entregue completamente aos meus instintos, deixando toda a moral pra trás, subi na cama, sem soltar o que tinha na boca, me metendo entre as pernas abertas dele. A rola dele tinha crescido num tamanho descomunal e por mais que eu abrisse a boca ao máximo e enfiasse o mais fundo que podia, não entrava por completo. Eu imaginava sentir aquilo dentro de mim e ficava louca.
Meu filho acariciava suavemente meus cabelos, enquanto a mãe dele, com a boca cheia de carne, finalmente realizava o que tanto desejava.
Senti as mãos grandes dele me puxando pra cima, beijando o peito dele até chegar nos lábios e nos fundindo num beijo apaixonado, fiquei sentada em cima daquela coisa enorme dele, que quase queimava minha buceta, enquanto as mãos dele acariciavam descaradamente minha bunda, me fazendo tremer.
Ele começou a procurar meus peitos grandes, e eu, querendo me entregar completamente pra ele, me levantei e tirei minha camisola fina, ficando sentada em cima dele completamente nua.
As mãos dele se agarraram nas minhas tetas, apalpando elas de um jeito delicioso. Não aguentei mais e coloquei elas no rosto dele, sentindo um prazer indescritível ao sentir como meu bebê de 17 anos chupava elas com força, me fazendo tremer de prazer, esfregando o rosto delas, lambendo meus mamilos, deixando a cara dele presa entre elas.
Mesmo sem ser penetrada por ele, estar sentada em cima de um pedaço de carne daquele me deixava louca, e eu me mexia pra frente e pra trás, esfregando meu clitóris contra a rola dura dele.
Já não aguentava mais, queria sentir ele dentro de mim, então, levantando minha bunda, com uma mão agarrei aquela vara grossa e direcionei pra entrada da minha buceta.
Quase morri ao sentir aquela rola enorme entrando aos poucos dentro de mim. Não podia acreditar como minha buceta era capaz de se abrir tanto pra abrigar aquilo. perfeitamente seu pau que ocupava a totalidade da minha buceta molhada.
Centímetro por centímetro, entrava carne na minha buceta, descendo cada vez mais, tentando chegar ao fim, mas o pau dele era surpreendentemente grande. Sentia meu corpo inteiro cheio de pau e ainda faltava mais carne para enfiar. Sentia um pouco de dor ao ser penetrada por um pedaço desses, mas meu tesão era mais forte e eu não pararia até enfiar ele por completo.
Quase dava para sentir que chegava no meu estômago, até que finalmente fiquei completamente sentada em cima dele, com todo o meu corpo repleto do pênis dele. Me sentia no céu, e apertando minha buceta, senti perfeitamente tudo o que estava armazenado dentro dela. Devagar, fui subindo, tirando aquele monstro de dentro de mim, para depois sentar de novo em cima dele.
Já acostumada com o tamanho, quase sem dor, comecei a me mover para cima e para baixo, ficando sentada com tudo aquilo enfiado, enquanto meu filho, com suas mãos grandes e fortes nas minhas nádegas, me fazia balançar de um lado para o outro.
Novamente o beijei, ficando com meu corpo dobrado sobre o dele, com meus peitos apertados contra o peito dele e, sem me mexer, sentia como ele levantava a bunda, me penetrando de uma forma deliciosa. Me sentia completamente cheia e comecei a gemer no ouvido dele, fazendo com que ele ficasse ainda mais excitado, aumentando a força das suas estocadas de carne.
Depois, ele me fez sentar novamente. Dessa vez, apoiei meus pés na cama e, sentada como se estivesse mijando, com as mãos apoiadas nos joelhos, comecei a subir e descer, enterrando todo o membro dele. Meus peitos grandes subindo e descendo, batendo contra meu corpo, enquanto meu filho, com os olhos bem abertos, via como a mãe dele se enchia dele.
Minhas pernas começaram a cansar e, numa pausa que fiz, meu filho me deitou de costas e subiu em cima de mim, me beijando apaixonadamente com as mãos nas minhas nádegas.
Não podia acreditar que finalmente o tinha ali, nu, em cima de mim, me acariciando, me tocando. chupando meus peitos, com a pica tremenda dele, grossa e dura batendo nas minhas pernas. Ele se ajoelhou entre minhas pernas abertas e, com as mãos, levantou minhas pernas no ar, deixando toda minha bunda exposta.
Com apenas uma das mãos grandes dele, ele segurou meus dois tornozelos e me manteve nessa posição. Senti como, com a outra mão, ele acariciava minha buceta e a entrada do meu buraco. Eu era como uma menina diante da força enorme do meu filho. Entregue completamente a ele, com minhas pernas no ar, toda minha bunda à disposição dele, sentia os dedos dele brincando com minhas duas entradas.
Reconheço que senti medo de que ele me penetrasse com aquela coisa no cu, e pedi pra ele, por favor, não meter ali. Ele enfiou um dos dedos grossos dele na minha buceta e, quando estava bem molhado, levou até meu ânus, me penetrando devagar.
Nessa posição, com meu ânus completamente aberto, ele foi enfiando o dedo aos poucos. A sensação foi maravilhosa, mil vezes mais gostosa do que enfiar meu próprio dedo. Aí percebi que, nem em sonhos, eu conseguiria enfiar a pica dele por ali. Ele estava extasiado vendo como tinha a mãe dele, com o dedo remexendo o cu dela. Depois, ele tirou e, se posicionando, me penetrou de novo. Nunca me senti tão objeto. Eu era um brinquedo pro meu filho, com minhas pernas completamente no ar, ele me tinha servida de bandeja pra me penetrar onde quisesse. Mas me sentir tão vulnerável, até com um pouco de medo do que ele poderia fazer comigo, também me deixava louca de tesão. Sem soltar meus tornozelos, com toda minha bunda exposta, meu filho me enchia de pica uma vez atrás da outra, me fazendo gritar de prazer. Com que facilidade ele me segurava nessa posição, enquanto, com a mão livre, apertava meus peitos com força ou dava tapas na minha bunda.
Depois, ele me colocou de lado e me teve exatamente como na primeira noite que passamos juntos, só que agora estávamos nus. O corpo dele apoiado nas minhas costas, uma das mãos apertando meus peitos e com a outra se masturbando, mais a vara grossa dela entre minhas pernas.
―Como tuas tetas me excitam, mãe!
―Vai, continua, não para!
―Vou te foder a noite toda!
―Eduardo, me toma, por favor! Já não aguento mais… Sou toda sua!
―Você gosta de sentir seu filho te tocando
―OHhhhhh sim, mas vai, por favor, mete em mim que eu quero gozar!
―Tenho uma mãe muito gostosa… como eu gosto!
―Me dá, por favor, quero ter você dentro de mim!..
―Assim!
―Ahhhhhhhhhhhhh. Assim, Eduardo! … Sim, sou sua … sua putinha! … Mete em mim quando quiser!
―Olha como eu meto! ……… Sente como eu meto?
―Ahhhh, Eduardo … você me preenche completamente
―Diz que você gosta de sentir o pau do seu filho enterrado até o fundo
―Ahhhhhhh simiiiiiii … adoro sentir você dentro de mim, filho … te desejava … ahhhhhh … você tem um pau muito gostoso, meu filho … tava morrendo de vontade de estar assim com você
―Ahhhhhhhhhhhhh …… o que mais …..
―Queria sentir seu pau na minha boca … chupar ele como eu chupei … ahhhh
―Ahhhhhhh sim, você chupa muito gostoso… o que mais!
―Queria sentir suas mãos no meu corpo…. Apertando meus peitos
―Suas tetas, mãe! … Suas tetas! ….. Você queria que eu chupasse essas tetas!
―Ahhhhh sim …. Minhas tetas …. Me chupa as tetas! … Chupa minhas tetas, meu filho … Ahhhhh
―Mmmmm que gostosas que você tem, mãe … que grandes … deixa eu chupar elas!
―Sim … faz isso … mas não para de meter … adoro sentir você dentro! …ahhhhhhhh
―Você é muito gostosa, mãe … te foderia a noite toda!
―Ai, Eduardo! … Você me mata! …. Vai me fazer gozar … você me deixa fervendo!
―… me diz o que você sente … me excita te ouvir!
―Ahhhhhhhhh …… você me deixa muito molhada! …. Você me deixava muito molhada! … Eu me masturbava pensando em você! .. me tocava pensando em você
―Uhh! Continua… que me excita! … Onde você se masturbava..
―…. Enquanto tomava banho, me tocava pensando em você! …. Ahhhh …. Não para … mete mais fundo! …. Eu imaginava seu pau dentro de mim! …. Assim como agora! …..
―Ahhh …… você enfiava os dedos na sua buceta palavra: buceta ¡……você tocava nos seus peitos?.. me conta mais!
―Eu imaginava suas mãos me tocando …. filho, vou gozar¡….. ahhhhhhhhh sinto você inteiro dentro de mim ….
―¡Ahhhhhh! …Me conta mais! …. Vou te encher como você queria!
―Eu imaginava seu gozo no meu corpo! ….. ahh aaaa ¡como agora! … sinto seu gozo me enchendo, filho! …. Você tá gozando! . ahhhhh … ¡¡¡você me mata!!!
―Ahhhhh ¡¡¡¡¡¡mãe goza!!!!!!
―AAAAAAAAOhhhhhhhhhhhhhh eu tô gozandooooooooooo ahhhhhhhhhhhh …
―¡Mãe, que gostosa você se mexe! … sente como te encho de porra¡ ….
―Ahhh …. sente como eu gozo! .. todos esses fluidos são por você, filho! ahhhhhhhhh
―Ahhhhhhhhh
Meu filho me colocou de bruços e, apoiado nos braços ao meu lado, me penetrou uma e outra vez. Meu orgasmo não parava e eu me sentia com a buceta cheia de pau e gozo. Morria de prazer me sentir naquela posição com o pau do meu filho entrando e saindo rapidamente!. Mesmo depois de ter gozado, meu filho ainda o mantinha duro como pedra, e eu ainda continuava com tesão.
Não sei quanto tempo ele me fodeu naquela posição, mas foi muito, até que ele saiu de mim, deitando ao meu lado, só acariciando minhas nádegas com a mão. Me sentia morta de prazer, envolta num sonho, uma fantasia que não queria que terminasse nunca. Meu orgasmo tinha sido monstruoso e minhas fantasias com ele tinham ficado muito aquém de todo o prazer que senti.
O vi dormir por um bom tempo, ainda não conseguia acreditar no que acabávamos de fazer. Parecia incrível que aquele bebê que um dia esteve na minha barriga tivesse se transformado num homem feito, e eu, aquela mãe casta e pura, na mulher da vez naquela noite.
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