seguindo a história, decidi fazer esse capítulo em duas partes. Tô ligado que fica meio longo, mas acho que dá pra aguentar. Espero que vocês gostem e comentem, e desde já valeu pelo tempo.
O MORBO DO PEDRO capítulo 2
Aí levantaram tudo e foram pros banheiros tomar uma ducha e trocar de roupa, não podiam deixar Clara perceber que o marido tava por dentro de tudo. Enquanto isso, Pedro e Juan voltaram pra churrasqueira. Dava pra ver que o Pedro tava andando meio duro, o cu tava arrombado e ele parecia feliz com isso. Quando chegaram, Juan foi direto pra barraca e se trocou, enquanto Pedro arrumou o fogo na grelha, que já tava aceso, e colocou a carne. Sabia que o resto do pessoal não ia demorar, mas também sabia que Clara ia chegar bem dolorida e mais que satisfeita com o pouco que conseguiu ver por causa da foda que o Juan deu nela. Juan saiu da barraca já trocado, foi até o cooler, pegou uma cerveja gelada, abriu e serviu dois copos. Chegou perto do Pedro e deu um pra ele.
— A gente tem que brindar, Pedrita. Tudo tá saindo como planejado.
PEDRO — Não tudo, Juan. Não tava nos planos você arrebentar meu cu.
— É que ainda falta muito, Pedro, e com certeza você vai curtir tanto ou mais que a Clara esse fim de semana.
— Nem louco, pensa que isso vai se repetir, Juan. Isso foi só mais uma experiência.
— Quê, vai me dizer que não gostou? Eu vi você gozar, Pedro, vi como você gozou sem nem se tocar.
— Sim, Juan, gostei pra caralho, mas daí a virar viado é um puta pulo.
— Qual é, Pedro, é só esse fim de semana, depois volta tudo ao normal. Experimentar com o Luis, o Fede e o Gus não vai te transformar em viado.
— De jeito nenhum, Juan, nem sonha.
— Tá bom, isso a gente vê depois, e o seu sonho ainda não acabou.
— Por quê? Pra mim já deu, já vi meus amigos arrombarem a buceta da Clara, agora é seguir o fim de semana como se nada tivesse acontecido.
— E eu, Pedro? Você viu como o Luis fez ela engolir porra, como o Gustavo fodia a buceta dela e como o Fede arrebentava o cu dela? Bunda linda que ela tem, mas e eu?
Tá bom, você tá faltando, mas você arrombou meu cu, né?
Sim, mas eu quero aproveitar aquela bunda linda da Clara Pedro, me entende.
Olha, vamos fazer o seguinte: depois do almoço você vai dar uma olhada nas varas de pescar, eu falo pra Dalma te acompanhar e aí eu pego a Clara. Enquanto isso, você vem e se esconde atrás daquelas árvores pra poder ver como eu como aquela bunda e curtir uma visão melhor.
Ok, mas vou levar a filmadora pra gravar.
Você trouxe a filmadora, Pedro?
Claro, Juan, trouxe sim.
Nossa, que merda.
Por quê?
Porque você não filmou eles comendo a Clara.
É verdade, não consegui filmar.
Claro, como ia conseguir se tava te comendo?
Tem razão, mas agora vai ser diferente.
Pedro, por que você não vira o churrasco?
Me diz, Juan, você quer fazer?
Não, Pedro, você é o churrasqueiro hoje.
Então cala a boca e serve mais cerveza, vai.
Clara e Dalma tomam um banho juntas, deixando pra Fede, Gus e Luis o outro banheiro pra tomarem banho juntos, assim sairiam rápido pra churrasqueira onde estavam Pedro e Juan.
Viu, burra, que você ia se dar bem?
Sim, Dalma, mas agora tô nervosa, não quero que o Pedro desconfie.
No final, quem gozou mesmo foi você, nem me deram bola.
Você vai ter chance de ficar com o Juan, Dalma.
E quem quer ficar com o Juan, Clara? Eu quero que me comam igual te comeram.
Tá bom, Dalma, mas de tarde você vai ter oportunidade, porque por hoje eu já falei chega.
Hahaha, é mesmo? Cê acha que eles não vão querer repetir?
Sinto muito por eles, mas por hoje já deu.
Já passou o tesão e pronto?
Claro, Dalma, embora pra continuar me falte o seu Juan. O Pedro me disse que ele tem menor, mas bem grossa, mas fica tranquila que não vai rolar nada.
Por mim não se preocupa, eu vou dar pra esses três sim, e se der chance, pro Pedro também, se você me deixar, claro.
Sem problema, Dalminha, você tem carta branca, mas por hoje já me deixaram bem cheia.
Você não sabe o que ainda te espera. Deixa eu te pegar, Juanzinho, e você vai ver como o desejo acorda de novo, você vai passar a tarde toda trepando.
Nem fudendo, Dalma, tenho que me cuidar do Pedro, se ele descobre, fode tudo.
Fica tranquila, Clara, pra mim isso tudo foi armado por ele.
Por quem, Dalma?
Pelo Pedro, por quem mais seria, Clara? Abre os olhos.
Não, Dalma, nada a ver, você não conhece o Pedro.
Vamos, meninas, que tá ficando tarde, gritou Gustavo, então elas apressaram o banho e se trocaram, saindo do banheiro e começando a volta pro acampamento.
GUSTAVO, vocês vão na frente pra continuar fofocando, mas mexam essas bundas que já perdemos muito tempo.
Assim, eles começaram a volta num passo rápido, mas não muito, todo mundo tava cansado apesar do banho, todo mundo menos a Dalma, claro. Chegaram no acampamento onde estavam Pedro e João, que já iam na segunda cerveja.
PEDRO, ah, bom, lembraram de vir? O que houve, se perderam?
Não, Pedro, mas aproveitamos pra olhar bem o caminho e de quebra cada um tomou um banho. Só que só tem dois banheiros, e você sabe o tempo que as mulheres demoram no banho, né?
Sim, Gustavo, imaginei que vocês estavam se ferrando, por isso tomei meu tempo. Agora vou virar os frangos e o churrasco, já preparei mais fogo pra adiantar um pouco, porque com certeza tão com fome, né?
Nada a ver, Pedro, mas agora a gente prepara a salada, disse Clara.
Perfeito, assim a gente faz uma de quatro, disse Luís.
PEDRO, mas somos cinco, seu burro, quem você quer deixar de fora?
Vamos tirar sorteio, Pedro, quem ficar de fora vigia o churrasco, disse Fede.
Nem fudendo, o churrasco é meu, hoje eu sou o churrasqueiro e não quero que estraguem, disse Pedro.
Ok, então a gente joga só nós quatro, respondeu Fede.
Joguem tranquilos, mas por que vão jogar?
Sei lá, a gente vê, disse João com um sorriso que Pedro entendeu na hora. Com certeza iam jogar pra ver quem seria o primeiro a continuar a pegada na Clara, que agora mostrava alegremente se abaixando pra lavar a alface, dando uma visão majestosa do que faz um enquanto dalma descascava as cebolas, eles já tinham comido um pouco, e um tempinho depois já estavam curtindo o churrasco que o pedro fez na mesa de camping
Muito bom o churrasco, pedro, você realmente mandou bem, disse luis
É, verdade, essa carne tá uma delícia, disse clara
Pedro levantou pra buscar mais carne, enquanto fede, que tava do lado de clara, pergunta
Me diz, gostosa, qual você curtiu mais, essa ou a do caminho pro banheiro?
Isso fez clara ficar vermelha, e com um olhar de raiva respondeu
Para com isso, fede, você quer que tudo vá pro caralho? Aquilo já era, acabou tudo, entendeu?
Calma, clarinha, tá tudo bem, respondeu fede
Nem fodendo que eu me separo do pedro de novo
DALMA, para com isso que o pedro vem aí
Pedro chegou com mais carne e deixou no centro da mesa, ele pegou um pedaço e se serviu, e depois ofereceu outro pra clara, mas ela recusou, o comentário do fede tinha acabado com o apetite dela, só dalma repetiu o churrasco, o que pedro reclamou dizendo
Mas como, não tava uma delícia o churrasco? O que houve, não comem mais?
É que se a gente continuar comendo, ninguém levanta daqui, pedro, melhor dar uma pausa e depois, quando baixar um pouco, a gente continua, disse juan
Boa ideia, juan, até porque fogo tem de sobra, entre carvão e lenha a gente tem pra semana toda, hahahaha, disse gustavo
Pedro terminou o churrasco e as mulheres levantaram a mesa, deixando eles sozinhos
Ei, pedro, você não vai dar uma olhada pra ver se pega alguma coisa? Quem sabe a gente tem peixe pra noite, disse luis
Claro, mas espera baixar um pouco enquanto tomo mais uma cervejinha que tá uma delícia
Claro, pedro, fica de boa, não dá bola pro luis que parece que tá com pressa e não sei por quê, disse fede com um sorrisinho sacana, pedro entendeu o recado mas queria continuar tomando cerveja, embora por dentro soubesse que ainda faltava ver clara gozar até o talo com os amigos dele, ver como eles destruíam a buceta da esposa dele o excitava pra caralho, embora não curtisse a ideia de também terem o cu dele arrombado como o juan fez, lentamente Levantou e disse:
"Bom, quem vai me dar uma mão?"
Todos se olharam, e Fede, sabendo que alguém teria que se sacrificar, falou: "VAMOS".
Deram meia-volta e seguiram em direção à margem do rio, que ficava uns 250 metros. Juan, Gus, Luis, Dalma e Clara ficaram no acampamento. Juan tomou a iniciativa. Clara estava lavando as tábuas na piscina improvisada, enquanto Dalma as secava. Isso deixava Clara vulnerável, e Juan não hesitou: agarrou-a pela cintura por trás.
"Espera, Juan, NÃO!"
"Qual é, Clara, larga tudo e vem pra barraca, não aguento mais."
"Não, Juan, já era. Fala pra sua namorada ir, se você tá tão afim, não é mesmo, Dalma?"
"DALMA, Clara, aproveita agora que ele tá quente, não deixa passar. Quando esse filho da puta fica excitado, é único."
Juan apertou a bunda de Clara contra o pau dele, que já estava bem duro. Clara sentiu a peça que sabia que logo ia comer e lembrou o que Pedro tinha dito sobre aquela pica: normal, mas MUITO GROSSA. Juan virou ela e, assim, apoiado na bunda dela, começou a andar em direção à barraca. Tudo isso era visto por Pedro, que já estava escondido entre as árvores, e Luis atrás dele, sabendo que teria que se contentar em comer a bunda de Pedro, que, pelo que Juan tinha contado, era bem gostosa. Pedro estava parado, encostado numa árvore, e sussurrou pra Luis:
"Que merda, não vou poder ver o Juancito comendo a bunda da Clara. Por que ele tá levando ela pra barraca? Não era isso que a gente combinou."
"Olha aqui, Pedrito", disse Luis, encostando o pau na bunda de Pedro. Este sentiu ele crescendo entre as nádegas, apesar do short, e sentiu o buraquinho do cu começar a pulsar.
"Você tem razão, Pedrito, eles vão pra dentro da barraca. E olha, atrás do Juan vão o Gus e o Fede. A putinha da Dalma ficou sozinha lá fora."
Enquanto Luis falava, esfregava a pica na bunda de Pedro, que já tinha esquentado e se animou a rebolá-la, dando a entender pra Luis que já estava entregue. O pau que ele sentia por cima do short era muito maior que o do Juan. Isso o excitava pra caralho. Pedro sabia que naquele sábado ia se formar como VIADO e resolveu aproveitar. Acelerou os movimentos e Luis começou a esfregar a pica nele sem pena nenhuma até ela ficar dura. Ele se virou e disse:
— Não aguento mais.
Na hora, puxou a pica pra fora e começou a mijar, apontando pro lado. Pedro fez o mesmo, mas diferente do Luis, abaixou o short por completo. Tava quente demais. Luis terminou de mijar e, olhando pra Pedro, falou:
— Tá gostando, Pedrito? Acho que sim, né?
Pedro respondeu se abaixando e enfiando a pica do Luis na boca. Sabia o que o esperava. Luis segurou a nuca de Pedro e marcou o ritmo de como queria que chupasse. Pedro já tinha se entregado completamente pro Luis, muito mais fácil do que pro Juan horas antes. A pica do Luis era quase o dobro da do Juan, mas mais fina, e chegava na garganta, quase o sufocava. Pedro tentou tirar um pouco, mas Luis não deixava. Dominava aquela mamada com as mãos na nuca de Pedro.
— Continua assim, Pedrita, continua assim. Engole ela toda que essa vai encher teu estômago de porra, meu viado. Continua assim, promíscua, que depois é a vez do teu cu. Vai ficar pior que o da tua esposa, Pedrita. Continua assim, assim, assim, chupa, puta, chupa.
Pedro sentiu Luis gozar na boca dele depois de enfiar a pica além da garganta. Luis tirou a pica da boca de Pedro, que, quase engasgado, tentava cuspir a porra recebida e controlar os ânsias.
— Nem pense em cuspir minha porra, puta.
Luis ficou atrás de Pedro, que já tinha começado a se punhetar. Abriu as nádegas dele e cuspiu no buraquinho que pulsava de tesão.
— Coloca devagar, Luisito — disse Pedro enquanto se punhetava.
— Claro, Pedro. Não quero que a Cláudia ouça teus gritos.
Assim, Pedro sentiu a cabeça da pica do Luis penetrar devagar o cu dele. Parou de se punhetar e abriu as nádegas o máximo que pôde com as próprias mãos. Em segundos, a cabeça já tava dentro. Pedro voava de tesão e começou a rebolar. Luis foi enfiando aos poucos. Pauzinho devagar até que Pedro começou a gemer pedindo:
"Devagar, Luisinho, devagar, que você tá me rasgando"
"Ainda não entrou nem metade e você já tá reclamando? Melhor é meter de uma vez, Pedrita"
Dito isso, Pedro levou uma estocada violenta que o fez soltar um grito bem alto. Depois disso, Luís deixou quieto por uns minutos, sabia que tinha arrebentado o cu de Pedro e esperava que ele se acostumasse com aquele tamanho.
"Você me partiu, filho da puta, me arrebentou o cu todo"
Luís começou a mexer o pau devagar.
"Assim, Pedrinho, assim você gosta? Devagar, Pedrinho, devagar"
Pedro sentiu o prazer de ser comido e montado, o pau dele estava explodindo.
"Me dá mais, Luís, me dá mais", ele disse, rebolando a bunda no ritmo.
"Como não, puta"
Luís começou a cavalgar sem controle, e Pedro só aproveitava cada metida, gemendo como a puta em que tinha se transformado, até sentir de novo o gozo de Luís, mas dessa vez entrando pelo cu. Luís tinha enchido ele de porra, e ele ainda não tinha gozado.
"Continua, Luisinho, continua, por favor, que eu ainda não acabei"
A tara de Luís disparou, e de uma vez ele tirou o pau do cu de Pedro.
"O que você tá fazendo, Luisinho?", disse Pedro, desesperado.
"Continua, Luís, continua, que eu não gozei, coloca de novo"
"Não, Pedrita, você vai ficar com vontade comigo. Assim você fica mais quentinha pro Fede e pro Gustavo, que também vão te comer, PUTÃO"
"Não, Luís, por favor, não. Se quiser, chama eles e deixa eles virem, mas por favor, me deixa gozar, mete de novo e me come mais um pouco", implorava Pedro.
"Agora sobe o short, Pedro, e limpa meu pau"
Pedro sabia que Luís não ia comer ele de novo, pelo menos por enquanto. Subiu o short, depois de ter tirado a cueca, e começou a limpar o pau de Luís com ele. Luís tirou a cueca da mão dele e ordenou:
"Com a boca se limpa, puta, aprende isso"
"Mas tem resto de merda, Luisinho"
"Sim, de merda, de sangue e de porra. Pra você, puta, esse é o sabor mais precioso. Vai, abre a boca, puta, abre bem e limpa meu pau"
Pedro fechou os olhos e abriu a boca. engolindo a porra suja do Luis, sentindo o gosto amargo daquela mistura que no começo a enojava, mas depois percebeu que nem tanto. Luis tinha humilhado ele ao extremo e o pior era que ele tinha gostado. Ao mesmo tempo, na barraca, já estavam Juan abraçado com Clara e, atrás, Fede e Gustavo. Fede ficou de frente e, suavemente, tirou a camiseta de Clara, acariciou um peito dela, e Clara soube naquele momento que seria novamente enfiada por eles três, e por dentro agora ela queria mesmo. No chão da barraca, estava estendido um colchão inflável, o que deixaria a festinha que fariam com ela muito mais confortável. Fede começou a chupar um peito dela enquanto, com a outra mão, acariciava o mamilo do outro. Juan a soltou e, de um puxão, baixou o short, deixando o corpo dela nu. Ela não estava usando calcinha.
— Devagar, Juan — reclamou Clara.
Juan a puxou suavemente e a deitou no colchão. Fede continuou se entretendo com os peitos de Clara, enquanto Juan abria as pernas dela e enfiava a cabeça na buceta para começar uma chupada que a fazia se contorcer e gemer. Gustavo aproximou o pau dele, e Clara abriu a boca como se sua vida dependesse disso. O pau de Gustavo entrava e saía da boca de Clara, que só gemia de prazer. Gustavo estava comendo ela pela boca, enquanto Juan continuava chupando a buceta dela e Fede, os peitos. Assim ficaram por um bom tempo, até que ela sentiu que Gustavo, com uma metida e tirada furiosa, estava prestes a encher a boca dela. Aí Clara tirou o pau dele e disse:
— Não goza, Gustavo, agora não.
Fede saiu dos peitos dela, e Juan parou de chupar a buceta dela.
— GUSTAVO, agora um por um, Clarita.
Gustavo se deitou em cima dela e apontou o pau para aquela buceta já toda molhada pela baba de Juan e pelos próprios fluidos dela. Novamente, Gustavo estava comendo ela com uma cavalgada doce e delicada. Ela só gemia até que Juan aproximou o pau dele para ela chupar. Aí Clara percebeu que o que Pedro tinha dito não era totalmente verdade, sim. Ela era bem gordinha, mas não era pequena não, era mais ou menos normal. Clara abriu a boca o máximo que conseguiu e começou um boquete delicioso. Fede também aproximou o pau dele pra ela se entreter com os dois, chupando um e outro alternadamente, enquanto curtia a metida e tirada do Gustavo. De repente, ouviram um grito que a Clara ignorou, mas eles não — sabiam que o Luis tinha arrombado o cu do Pedro. Aquele grito deixou eles mais animados, e o Gustavo, tirando o pau da Clara, virou ela de costas, deixando a rabeta dela livre. Ela entendeu o recado, sabia que o Gustavo ia meter no cu dela, mas não imaginou que seria com tanta vontade. Gustavo cuspiu no furinho e apontou o pau molhado pro cu da Clara, que ainda tava chupando. Enfiou a cabeça devagar pra, depois de entrar, enterrar o pau de uma vez só. Clara soltou um grito abafado por causa do pau que tava chupando. Gustavo meteu tudo até as bolas e começou uma metida e tirada violenta e rápida. O corpo da Clara parecia de boneca de pano, balançando pra todo lado.
— Mais devagar, besta! — gritou o Fede.
Os gemidos da Clara, mesmo com um pau na boca, enlouqueciam o Juan.
— Como você goza, hein, gostosa? Tá gozando mesmo. Daqui a pouco você vai gozar muito mais quando sentir o meu entrando.
Gustavo, depois de uns minutos, não aguentou mais e, com um empurrão, encheu o cu da Clarita de porra. Quando sentiu a porra quente dentro, ela tirou o pau do Fede da boca e gritou:
— Assim, filho da puta! Assiiiiim, que delícia, encheu meu cu de porraaaaahhhhhhh! Quero mais, quero maaaaaais!
Gustavo se jogou pro lado, e o Fede voou pro cu da Clara que o Gustavo tinha deixado livre. Se ajeitou e, de uma vez, meteu o pau naquele cu já dilatado, escorrendo a porra do Gustavo. Como os dois paus eram quase do mesmo tamanho, Clara quase nem notou a diferença. Só curtiu mais uma sentada de cu e continuou chupando o pau do Juan como dava, por causa da grossura. Fede montava nela devagar. fazendo o pau dele entrar e sair devagar, clara estava louca, gustavo tinha esquentado ela e ela queria continuar curtindo uma fodida bem forte, ela tirou o pau de joão da boca dela de novo
Me dá forte fede, ARREBENTA MEU CU, ARREBENTA FORTE PRA CARALHO, não fica com frescura que pra isso eu tenho o corno do pedroooo enfia forte em mim, ARREBENTA
João segurou a cabeça dela e enfiou o pau na boca dela, clara abria o máximo que podia pra caber mas não tinha jeito, mais que a cabeça não entrava, fede começou a meter com mais força que gustavo, dalma lá fora ouvia o CLAP, CLAP constante, lembrou que clara tinha comentado da filmadora que pedro trouxe, achou ela na hora e se espiando por uma das janelas da barraca começou a filmar eles, a cena parecia tirada de um filme pornô, fede metendo com tudo no cu de clara, joão querendo foder a boca dela e gustavo se recuperando do lado. Fede continua como se nada metendo com muita força no cu de clara que tava louca, num movimento fede coloca ela de quatro e continua metendo até que em uns minutos chega o inevitável, clara sente o cu dela inundado de porra de novo ouvindo fede gemer forte, fede deixa o pau dele no cu de clara que pede de novo aos gritos pra continuarem fodendo ela, clara já tava no quinto orgasmo e queria mais mas fede não dava espaço pra joão, mais de repente começa a se mexer de novo mesmo sem ter o pau duro, devagar começa a montar nela de novo enquanto o pau dele endurece
Dá fede deixa eu agora, já comeu ela velho não seja egoísta
Deixa ele joãozinho, deixa, ou não tá gostando da chupadinha que eu tô te dando?
Fede parece ter se recuperado e de novo começa a montar violentamente aquele cu lindo tantas vezes desejado, clara geme forte de novo e dessa vez fede precisa de muito mais tempo pra soltar a porra, já tavam há uma hora comendo o cu de clara e ela tava banhada em suor igual gustavo e fede, finalmente fede solta de novo Encher o cu da Clara, mas dessa vez com bem menos porra. Gustavo se levanta e aproxima o pau dele da Clara enquanto Juan vai atrás daquele cu já mais que bem dilatado e lambuzado de porra morna. Clara ainda estava de quatro. Juan apoia o pau dele na porta do cu e diz:
— Se aquilo te pareceu forte, com essa eu te parto igual um queijo.
De uma só vez, enfiou o pau até as bolas. Os olhos de Clara pareciam saltar das órbitas, as mãos dela se agarraram ao colchão enquanto lágrimas escorriam pela bochecha. O grito foi dilacerante. Isso estava sendo filmado por Dalma, que já tinha entrado na barraca.
— DEVAGAR, FILHO DA PUTAAAAA, ME ROMPEU TODINHAAAAA, A VADIA QUE TE PARIU! — gritou Clara.
Isso fez Juan começar a meter e tirar devagar, bem devagar. Ele não queria que Clara se irritasse e pedisse pra parar, queria ter ela só pra ele à noite. Muito lentamente, a dor passou e o tesão voltou mais forte. Enquanto Juan continuava metendo e tirando o pau devagarzinho, Gustavo e Fede ofereciam as picas deles.
— Vai, mano, vai, o que tá esperando? Já me rompeu, agora continua na pancada.
Essas palavras fizeram Juan começar a cavalgar mais rápido, fazendo Clara gemer sem parar, mas ele não queria arrebentar ela. Queria que à noite ela fizesse isso. Agora, só queria que ela se acostumasse com o pau dele, assim como ele se acostumou com o chifre do marido dela. Depois de um bom tempo, Juan também inundou o cu dela de porra. Os gemidos de Clara eram abafados pelo cansaço, e a garganta já estava dolorida demais de tanto gemer pra continuar. Ela tinha perdido a conta de quantas vezes gozou, enquanto Juan lentamente deixava o cu dela livre de pica, mas cheio até não poder mais de porra. Só aí perceberam que Dalma tinha filmado tudo e que o tempo tinha voado. Rapidamente, vestiram os shorts e foram pros banheiros, deixando Clara largada no colchão inflável com o cu arrebentado.
O MORBO DO PEDRO capítulo 2
Aí levantaram tudo e foram pros banheiros tomar uma ducha e trocar de roupa, não podiam deixar Clara perceber que o marido tava por dentro de tudo. Enquanto isso, Pedro e Juan voltaram pra churrasqueira. Dava pra ver que o Pedro tava andando meio duro, o cu tava arrombado e ele parecia feliz com isso. Quando chegaram, Juan foi direto pra barraca e se trocou, enquanto Pedro arrumou o fogo na grelha, que já tava aceso, e colocou a carne. Sabia que o resto do pessoal não ia demorar, mas também sabia que Clara ia chegar bem dolorida e mais que satisfeita com o pouco que conseguiu ver por causa da foda que o Juan deu nela. Juan saiu da barraca já trocado, foi até o cooler, pegou uma cerveja gelada, abriu e serviu dois copos. Chegou perto do Pedro e deu um pra ele.
— A gente tem que brindar, Pedrita. Tudo tá saindo como planejado.
PEDRO — Não tudo, Juan. Não tava nos planos você arrebentar meu cu.
— É que ainda falta muito, Pedro, e com certeza você vai curtir tanto ou mais que a Clara esse fim de semana.
— Nem louco, pensa que isso vai se repetir, Juan. Isso foi só mais uma experiência.
— Quê, vai me dizer que não gostou? Eu vi você gozar, Pedro, vi como você gozou sem nem se tocar.
— Sim, Juan, gostei pra caralho, mas daí a virar viado é um puta pulo.
— Qual é, Pedro, é só esse fim de semana, depois volta tudo ao normal. Experimentar com o Luis, o Fede e o Gus não vai te transformar em viado.
— De jeito nenhum, Juan, nem sonha.
— Tá bom, isso a gente vê depois, e o seu sonho ainda não acabou.
— Por quê? Pra mim já deu, já vi meus amigos arrombarem a buceta da Clara, agora é seguir o fim de semana como se nada tivesse acontecido.
— E eu, Pedro? Você viu como o Luis fez ela engolir porra, como o Gustavo fodia a buceta dela e como o Fede arrebentava o cu dela? Bunda linda que ela tem, mas e eu?
Tá bom, você tá faltando, mas você arrombou meu cu, né?
Sim, mas eu quero aproveitar aquela bunda linda da Clara Pedro, me entende.
Olha, vamos fazer o seguinte: depois do almoço você vai dar uma olhada nas varas de pescar, eu falo pra Dalma te acompanhar e aí eu pego a Clara. Enquanto isso, você vem e se esconde atrás daquelas árvores pra poder ver como eu como aquela bunda e curtir uma visão melhor.
Ok, mas vou levar a filmadora pra gravar.
Você trouxe a filmadora, Pedro?
Claro, Juan, trouxe sim.
Nossa, que merda.
Por quê?
Porque você não filmou eles comendo a Clara.
É verdade, não consegui filmar.
Claro, como ia conseguir se tava te comendo?
Tem razão, mas agora vai ser diferente.
Pedro, por que você não vira o churrasco?
Me diz, Juan, você quer fazer?
Não, Pedro, você é o churrasqueiro hoje.
Então cala a boca e serve mais cerveza, vai.
Clara e Dalma tomam um banho juntas, deixando pra Fede, Gus e Luis o outro banheiro pra tomarem banho juntos, assim sairiam rápido pra churrasqueira onde estavam Pedro e Juan.
Viu, burra, que você ia se dar bem?
Sim, Dalma, mas agora tô nervosa, não quero que o Pedro desconfie.
No final, quem gozou mesmo foi você, nem me deram bola.
Você vai ter chance de ficar com o Juan, Dalma.
E quem quer ficar com o Juan, Clara? Eu quero que me comam igual te comeram.
Tá bom, Dalma, mas de tarde você vai ter oportunidade, porque por hoje eu já falei chega.
Hahaha, é mesmo? Cê acha que eles não vão querer repetir?
Sinto muito por eles, mas por hoje já deu.
Já passou o tesão e pronto?
Claro, Dalma, embora pra continuar me falte o seu Juan. O Pedro me disse que ele tem menor, mas bem grossa, mas fica tranquila que não vai rolar nada.
Por mim não se preocupa, eu vou dar pra esses três sim, e se der chance, pro Pedro também, se você me deixar, claro.
Sem problema, Dalminha, você tem carta branca, mas por hoje já me deixaram bem cheia.
Você não sabe o que ainda te espera. Deixa eu te pegar, Juanzinho, e você vai ver como o desejo acorda de novo, você vai passar a tarde toda trepando.
Nem fudendo, Dalma, tenho que me cuidar do Pedro, se ele descobre, fode tudo.
Fica tranquila, Clara, pra mim isso tudo foi armado por ele.
Por quem, Dalma?
Pelo Pedro, por quem mais seria, Clara? Abre os olhos.
Não, Dalma, nada a ver, você não conhece o Pedro.
Vamos, meninas, que tá ficando tarde, gritou Gustavo, então elas apressaram o banho e se trocaram, saindo do banheiro e começando a volta pro acampamento.
GUSTAVO, vocês vão na frente pra continuar fofocando, mas mexam essas bundas que já perdemos muito tempo.
Assim, eles começaram a volta num passo rápido, mas não muito, todo mundo tava cansado apesar do banho, todo mundo menos a Dalma, claro. Chegaram no acampamento onde estavam Pedro e João, que já iam na segunda cerveja.
PEDRO, ah, bom, lembraram de vir? O que houve, se perderam?
Não, Pedro, mas aproveitamos pra olhar bem o caminho e de quebra cada um tomou um banho. Só que só tem dois banheiros, e você sabe o tempo que as mulheres demoram no banho, né?
Sim, Gustavo, imaginei que vocês estavam se ferrando, por isso tomei meu tempo. Agora vou virar os frangos e o churrasco, já preparei mais fogo pra adiantar um pouco, porque com certeza tão com fome, né?
Nada a ver, Pedro, mas agora a gente prepara a salada, disse Clara.
Perfeito, assim a gente faz uma de quatro, disse Luís.
PEDRO, mas somos cinco, seu burro, quem você quer deixar de fora?
Vamos tirar sorteio, Pedro, quem ficar de fora vigia o churrasco, disse Fede.
Nem fudendo, o churrasco é meu, hoje eu sou o churrasqueiro e não quero que estraguem, disse Pedro.
Ok, então a gente joga só nós quatro, respondeu Fede.
Joguem tranquilos, mas por que vão jogar?
Sei lá, a gente vê, disse João com um sorriso que Pedro entendeu na hora. Com certeza iam jogar pra ver quem seria o primeiro a continuar a pegada na Clara, que agora mostrava alegremente se abaixando pra lavar a alface, dando uma visão majestosa do que faz um enquanto dalma descascava as cebolas, eles já tinham comido um pouco, e um tempinho depois já estavam curtindo o churrasco que o pedro fez na mesa de camping
Muito bom o churrasco, pedro, você realmente mandou bem, disse luis
É, verdade, essa carne tá uma delícia, disse clara
Pedro levantou pra buscar mais carne, enquanto fede, que tava do lado de clara, pergunta
Me diz, gostosa, qual você curtiu mais, essa ou a do caminho pro banheiro?
Isso fez clara ficar vermelha, e com um olhar de raiva respondeu
Para com isso, fede, você quer que tudo vá pro caralho? Aquilo já era, acabou tudo, entendeu?
Calma, clarinha, tá tudo bem, respondeu fede
Nem fodendo que eu me separo do pedro de novo
DALMA, para com isso que o pedro vem aí
Pedro chegou com mais carne e deixou no centro da mesa, ele pegou um pedaço e se serviu, e depois ofereceu outro pra clara, mas ela recusou, o comentário do fede tinha acabado com o apetite dela, só dalma repetiu o churrasco, o que pedro reclamou dizendo
Mas como, não tava uma delícia o churrasco? O que houve, não comem mais?
É que se a gente continuar comendo, ninguém levanta daqui, pedro, melhor dar uma pausa e depois, quando baixar um pouco, a gente continua, disse juan
Boa ideia, juan, até porque fogo tem de sobra, entre carvão e lenha a gente tem pra semana toda, hahahaha, disse gustavo
Pedro terminou o churrasco e as mulheres levantaram a mesa, deixando eles sozinhos
Ei, pedro, você não vai dar uma olhada pra ver se pega alguma coisa? Quem sabe a gente tem peixe pra noite, disse luis
Claro, mas espera baixar um pouco enquanto tomo mais uma cervejinha que tá uma delícia
Claro, pedro, fica de boa, não dá bola pro luis que parece que tá com pressa e não sei por quê, disse fede com um sorrisinho sacana, pedro entendeu o recado mas queria continuar tomando cerveja, embora por dentro soubesse que ainda faltava ver clara gozar até o talo com os amigos dele, ver como eles destruíam a buceta da esposa dele o excitava pra caralho, embora não curtisse a ideia de também terem o cu dele arrombado como o juan fez, lentamente Levantou e disse:
"Bom, quem vai me dar uma mão?"
Todos se olharam, e Fede, sabendo que alguém teria que se sacrificar, falou: "VAMOS".
Deram meia-volta e seguiram em direção à margem do rio, que ficava uns 250 metros. Juan, Gus, Luis, Dalma e Clara ficaram no acampamento. Juan tomou a iniciativa. Clara estava lavando as tábuas na piscina improvisada, enquanto Dalma as secava. Isso deixava Clara vulnerável, e Juan não hesitou: agarrou-a pela cintura por trás.
"Espera, Juan, NÃO!"
"Qual é, Clara, larga tudo e vem pra barraca, não aguento mais."
"Não, Juan, já era. Fala pra sua namorada ir, se você tá tão afim, não é mesmo, Dalma?"
"DALMA, Clara, aproveita agora que ele tá quente, não deixa passar. Quando esse filho da puta fica excitado, é único."
Juan apertou a bunda de Clara contra o pau dele, que já estava bem duro. Clara sentiu a peça que sabia que logo ia comer e lembrou o que Pedro tinha dito sobre aquela pica: normal, mas MUITO GROSSA. Juan virou ela e, assim, apoiado na bunda dela, começou a andar em direção à barraca. Tudo isso era visto por Pedro, que já estava escondido entre as árvores, e Luis atrás dele, sabendo que teria que se contentar em comer a bunda de Pedro, que, pelo que Juan tinha contado, era bem gostosa. Pedro estava parado, encostado numa árvore, e sussurrou pra Luis:
"Que merda, não vou poder ver o Juancito comendo a bunda da Clara. Por que ele tá levando ela pra barraca? Não era isso que a gente combinou."
"Olha aqui, Pedrito", disse Luis, encostando o pau na bunda de Pedro. Este sentiu ele crescendo entre as nádegas, apesar do short, e sentiu o buraquinho do cu começar a pulsar.
"Você tem razão, Pedrito, eles vão pra dentro da barraca. E olha, atrás do Juan vão o Gus e o Fede. A putinha da Dalma ficou sozinha lá fora."
Enquanto Luis falava, esfregava a pica na bunda de Pedro, que já tinha esquentado e se animou a rebolá-la, dando a entender pra Luis que já estava entregue. O pau que ele sentia por cima do short era muito maior que o do Juan. Isso o excitava pra caralho. Pedro sabia que naquele sábado ia se formar como VIADO e resolveu aproveitar. Acelerou os movimentos e Luis começou a esfregar a pica nele sem pena nenhuma até ela ficar dura. Ele se virou e disse:
— Não aguento mais.
Na hora, puxou a pica pra fora e começou a mijar, apontando pro lado. Pedro fez o mesmo, mas diferente do Luis, abaixou o short por completo. Tava quente demais. Luis terminou de mijar e, olhando pra Pedro, falou:
— Tá gostando, Pedrito? Acho que sim, né?
Pedro respondeu se abaixando e enfiando a pica do Luis na boca. Sabia o que o esperava. Luis segurou a nuca de Pedro e marcou o ritmo de como queria que chupasse. Pedro já tinha se entregado completamente pro Luis, muito mais fácil do que pro Juan horas antes. A pica do Luis era quase o dobro da do Juan, mas mais fina, e chegava na garganta, quase o sufocava. Pedro tentou tirar um pouco, mas Luis não deixava. Dominava aquela mamada com as mãos na nuca de Pedro.
— Continua assim, Pedrita, continua assim. Engole ela toda que essa vai encher teu estômago de porra, meu viado. Continua assim, promíscua, que depois é a vez do teu cu. Vai ficar pior que o da tua esposa, Pedrita. Continua assim, assim, assim, chupa, puta, chupa.
Pedro sentiu Luis gozar na boca dele depois de enfiar a pica além da garganta. Luis tirou a pica da boca de Pedro, que, quase engasgado, tentava cuspir a porra recebida e controlar os ânsias.
— Nem pense em cuspir minha porra, puta.
Luis ficou atrás de Pedro, que já tinha começado a se punhetar. Abriu as nádegas dele e cuspiu no buraquinho que pulsava de tesão.
— Coloca devagar, Luisito — disse Pedro enquanto se punhetava.
— Claro, Pedro. Não quero que a Cláudia ouça teus gritos.
Assim, Pedro sentiu a cabeça da pica do Luis penetrar devagar o cu dele. Parou de se punhetar e abriu as nádegas o máximo que pôde com as próprias mãos. Em segundos, a cabeça já tava dentro. Pedro voava de tesão e começou a rebolar. Luis foi enfiando aos poucos. Pauzinho devagar até que Pedro começou a gemer pedindo:
"Devagar, Luisinho, devagar, que você tá me rasgando"
"Ainda não entrou nem metade e você já tá reclamando? Melhor é meter de uma vez, Pedrita"
Dito isso, Pedro levou uma estocada violenta que o fez soltar um grito bem alto. Depois disso, Luís deixou quieto por uns minutos, sabia que tinha arrebentado o cu de Pedro e esperava que ele se acostumasse com aquele tamanho.
"Você me partiu, filho da puta, me arrebentou o cu todo"
Luís começou a mexer o pau devagar.
"Assim, Pedrinho, assim você gosta? Devagar, Pedrinho, devagar"
Pedro sentiu o prazer de ser comido e montado, o pau dele estava explodindo.
"Me dá mais, Luís, me dá mais", ele disse, rebolando a bunda no ritmo.
"Como não, puta"
Luís começou a cavalgar sem controle, e Pedro só aproveitava cada metida, gemendo como a puta em que tinha se transformado, até sentir de novo o gozo de Luís, mas dessa vez entrando pelo cu. Luís tinha enchido ele de porra, e ele ainda não tinha gozado.
"Continua, Luisinho, continua, por favor, que eu ainda não acabei"
A tara de Luís disparou, e de uma vez ele tirou o pau do cu de Pedro.
"O que você tá fazendo, Luisinho?", disse Pedro, desesperado.
"Continua, Luís, continua, que eu não gozei, coloca de novo"
"Não, Pedrita, você vai ficar com vontade comigo. Assim você fica mais quentinha pro Fede e pro Gustavo, que também vão te comer, PUTÃO"
"Não, Luís, por favor, não. Se quiser, chama eles e deixa eles virem, mas por favor, me deixa gozar, mete de novo e me come mais um pouco", implorava Pedro.
"Agora sobe o short, Pedro, e limpa meu pau"
Pedro sabia que Luís não ia comer ele de novo, pelo menos por enquanto. Subiu o short, depois de ter tirado a cueca, e começou a limpar o pau de Luís com ele. Luís tirou a cueca da mão dele e ordenou:
"Com a boca se limpa, puta, aprende isso"
"Mas tem resto de merda, Luisinho"
"Sim, de merda, de sangue e de porra. Pra você, puta, esse é o sabor mais precioso. Vai, abre a boca, puta, abre bem e limpa meu pau"
Pedro fechou os olhos e abriu a boca. engolindo a porra suja do Luis, sentindo o gosto amargo daquela mistura que no começo a enojava, mas depois percebeu que nem tanto. Luis tinha humilhado ele ao extremo e o pior era que ele tinha gostado. Ao mesmo tempo, na barraca, já estavam Juan abraçado com Clara e, atrás, Fede e Gustavo. Fede ficou de frente e, suavemente, tirou a camiseta de Clara, acariciou um peito dela, e Clara soube naquele momento que seria novamente enfiada por eles três, e por dentro agora ela queria mesmo. No chão da barraca, estava estendido um colchão inflável, o que deixaria a festinha que fariam com ela muito mais confortável. Fede começou a chupar um peito dela enquanto, com a outra mão, acariciava o mamilo do outro. Juan a soltou e, de um puxão, baixou o short, deixando o corpo dela nu. Ela não estava usando calcinha.
— Devagar, Juan — reclamou Clara.
Juan a puxou suavemente e a deitou no colchão. Fede continuou se entretendo com os peitos de Clara, enquanto Juan abria as pernas dela e enfiava a cabeça na buceta para começar uma chupada que a fazia se contorcer e gemer. Gustavo aproximou o pau dele, e Clara abriu a boca como se sua vida dependesse disso. O pau de Gustavo entrava e saía da boca de Clara, que só gemia de prazer. Gustavo estava comendo ela pela boca, enquanto Juan continuava chupando a buceta dela e Fede, os peitos. Assim ficaram por um bom tempo, até que ela sentiu que Gustavo, com uma metida e tirada furiosa, estava prestes a encher a boca dela. Aí Clara tirou o pau dele e disse:
— Não goza, Gustavo, agora não.
Fede saiu dos peitos dela, e Juan parou de chupar a buceta dela.
— GUSTAVO, agora um por um, Clarita.
Gustavo se deitou em cima dela e apontou o pau para aquela buceta já toda molhada pela baba de Juan e pelos próprios fluidos dela. Novamente, Gustavo estava comendo ela com uma cavalgada doce e delicada. Ela só gemia até que Juan aproximou o pau dele para ela chupar. Aí Clara percebeu que o que Pedro tinha dito não era totalmente verdade, sim. Ela era bem gordinha, mas não era pequena não, era mais ou menos normal. Clara abriu a boca o máximo que conseguiu e começou um boquete delicioso. Fede também aproximou o pau dele pra ela se entreter com os dois, chupando um e outro alternadamente, enquanto curtia a metida e tirada do Gustavo. De repente, ouviram um grito que a Clara ignorou, mas eles não — sabiam que o Luis tinha arrombado o cu do Pedro. Aquele grito deixou eles mais animados, e o Gustavo, tirando o pau da Clara, virou ela de costas, deixando a rabeta dela livre. Ela entendeu o recado, sabia que o Gustavo ia meter no cu dela, mas não imaginou que seria com tanta vontade. Gustavo cuspiu no furinho e apontou o pau molhado pro cu da Clara, que ainda tava chupando. Enfiou a cabeça devagar pra, depois de entrar, enterrar o pau de uma vez só. Clara soltou um grito abafado por causa do pau que tava chupando. Gustavo meteu tudo até as bolas e começou uma metida e tirada violenta e rápida. O corpo da Clara parecia de boneca de pano, balançando pra todo lado.
— Mais devagar, besta! — gritou o Fede.
Os gemidos da Clara, mesmo com um pau na boca, enlouqueciam o Juan.
— Como você goza, hein, gostosa? Tá gozando mesmo. Daqui a pouco você vai gozar muito mais quando sentir o meu entrando.
Gustavo, depois de uns minutos, não aguentou mais e, com um empurrão, encheu o cu da Clarita de porra. Quando sentiu a porra quente dentro, ela tirou o pau do Fede da boca e gritou:
— Assim, filho da puta! Assiiiiim, que delícia, encheu meu cu de porraaaaahhhhhhh! Quero mais, quero maaaaaais!
Gustavo se jogou pro lado, e o Fede voou pro cu da Clara que o Gustavo tinha deixado livre. Se ajeitou e, de uma vez, meteu o pau naquele cu já dilatado, escorrendo a porra do Gustavo. Como os dois paus eram quase do mesmo tamanho, Clara quase nem notou a diferença. Só curtiu mais uma sentada de cu e continuou chupando o pau do Juan como dava, por causa da grossura. Fede montava nela devagar. fazendo o pau dele entrar e sair devagar, clara estava louca, gustavo tinha esquentado ela e ela queria continuar curtindo uma fodida bem forte, ela tirou o pau de joão da boca dela de novo
Me dá forte fede, ARREBENTA MEU CU, ARREBENTA FORTE PRA CARALHO, não fica com frescura que pra isso eu tenho o corno do pedroooo enfia forte em mim, ARREBENTA
João segurou a cabeça dela e enfiou o pau na boca dela, clara abria o máximo que podia pra caber mas não tinha jeito, mais que a cabeça não entrava, fede começou a meter com mais força que gustavo, dalma lá fora ouvia o CLAP, CLAP constante, lembrou que clara tinha comentado da filmadora que pedro trouxe, achou ela na hora e se espiando por uma das janelas da barraca começou a filmar eles, a cena parecia tirada de um filme pornô, fede metendo com tudo no cu de clara, joão querendo foder a boca dela e gustavo se recuperando do lado. Fede continua como se nada metendo com muita força no cu de clara que tava louca, num movimento fede coloca ela de quatro e continua metendo até que em uns minutos chega o inevitável, clara sente o cu dela inundado de porra de novo ouvindo fede gemer forte, fede deixa o pau dele no cu de clara que pede de novo aos gritos pra continuarem fodendo ela, clara já tava no quinto orgasmo e queria mais mas fede não dava espaço pra joão, mais de repente começa a se mexer de novo mesmo sem ter o pau duro, devagar começa a montar nela de novo enquanto o pau dele endurece
Dá fede deixa eu agora, já comeu ela velho não seja egoísta
Deixa ele joãozinho, deixa, ou não tá gostando da chupadinha que eu tô te dando?
Fede parece ter se recuperado e de novo começa a montar violentamente aquele cu lindo tantas vezes desejado, clara geme forte de novo e dessa vez fede precisa de muito mais tempo pra soltar a porra, já tavam há uma hora comendo o cu de clara e ela tava banhada em suor igual gustavo e fede, finalmente fede solta de novo Encher o cu da Clara, mas dessa vez com bem menos porra. Gustavo se levanta e aproxima o pau dele da Clara enquanto Juan vai atrás daquele cu já mais que bem dilatado e lambuzado de porra morna. Clara ainda estava de quatro. Juan apoia o pau dele na porta do cu e diz:
— Se aquilo te pareceu forte, com essa eu te parto igual um queijo.
De uma só vez, enfiou o pau até as bolas. Os olhos de Clara pareciam saltar das órbitas, as mãos dela se agarraram ao colchão enquanto lágrimas escorriam pela bochecha. O grito foi dilacerante. Isso estava sendo filmado por Dalma, que já tinha entrado na barraca.
— DEVAGAR, FILHO DA PUTAAAAA, ME ROMPEU TODINHAAAAA, A VADIA QUE TE PARIU! — gritou Clara.
Isso fez Juan começar a meter e tirar devagar, bem devagar. Ele não queria que Clara se irritasse e pedisse pra parar, queria ter ela só pra ele à noite. Muito lentamente, a dor passou e o tesão voltou mais forte. Enquanto Juan continuava metendo e tirando o pau devagarzinho, Gustavo e Fede ofereciam as picas deles.
— Vai, mano, vai, o que tá esperando? Já me rompeu, agora continua na pancada.
Essas palavras fizeram Juan começar a cavalgar mais rápido, fazendo Clara gemer sem parar, mas ele não queria arrebentar ela. Queria que à noite ela fizesse isso. Agora, só queria que ela se acostumasse com o pau dele, assim como ele se acostumou com o chifre do marido dela. Depois de um bom tempo, Juan também inundou o cu dela de porra. Os gemidos de Clara eram abafados pelo cansaço, e a garganta já estava dolorida demais de tanto gemer pra continuar. Ela tinha perdido a conta de quantas vezes gozou, enquanto Juan lentamente deixava o cu dela livre de pica, mas cheio até não poder mais de porra. Só aí perceberam que Dalma tinha filmado tudo e que o tempo tinha voado. Rapidamente, vestiram os shorts e foram pros banheiros, deixando Clara largada no colchão inflável com o cu arrebentado.
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