Aos 22 anos comecei a frequentar uma casa de swing, onde conheci muitos casais que me ensinaram um monte de coisas. Entre eles estavam o Dr. e a Dra.
Ele era médico cirurgião, 55 anos, um senhor bonitão, grandalhão com uma barriga, ela 57, neurocirurgiã, toda tunada mas uma coroa muito gostosa. Nos conhecemos na casa de swing, e depois rolou uma amizade que fez com que uma vez por mês me convidassem pra casa deles pra um "encontro privado". A verdade é que aprendi um monte com eles, sobre o meio, sobre sexo, sobre tudo, digamos que tinha uma sintonia muito boa, uma confiança tão grande que eles me contavam (e mais de uma vez) a gente costumava ver os vídeos privados deles, sabendo que eu adorava ver a Dra em ação (talvez aí tenha começado meu lado voyeur, assunto pra outro dia). Isso me esquentava e rolavam umas transas muito boas, às vezes o Dr filmava, ou tirava fotos da gente, ou nem participava, sentava pra assistir com seu copinho de uísque. A verdade é que eu me divertia pra caramba.
Numa dessas conversas, me perguntaram sobre BDSM, falei que sabia quase nada do assunto, eles comentaram sutilmente e eu não achei ruim, pensei que podia ver no que dava. A gente conversou sobre o tema, de vez em quando me mostravam algum vídeo na internet, contavam da experiência deles e a coisa foi rolando (ou eles foram me levando), um tapinha aqui, uma cordinha ali, um beliscão acolá, fui gostando e entre uma coisa e outra um dia a gente combinou de começar a praticar entre nós três, já que eu queria aprender e eles eram amantes dessa disciplina. Vou contar o que pra mim foi a melhor sessão.
Chego na casa dos Doutores e o Dr me recebe, de jeans e camisa, a gente se cumprimenta, ele me faz entrar e comenta que dessa vez, em vez do quarto, tinha preparado o churrasqueiro. Quando entro, vejo a Dra, com sapato de salto alto, meia preta de liga, tanguinha preta e o cabelo preso com um rabo de cavalo, e os olhos vendados com um lenço de seda branco, realmente excitante, realmente linda, ela estava de pé na frente de uma mesa de madeira, com as duas pernas abertas e amarradas a cada pata, o peito dela apoiado na mesa, os braços dela esticados pra cada lado do outro lado da mesa, amarradas pelos pulsos a cada pata da mesa. Entrar e ver aquilo, fico excitado em menos de 5 segundos. O Dr tirou a camisa e tirou a calça jeans, ficando só com uma cueca slip de couro preto bem pequenininha, e pediu pra eu tirar a roupa e sentar “pra ver como se trata uma submissa”. O Dr se aproximou, acariciou a perna direita dela suavemente, passou a mão na bunda dela e deu um tapa de média intensidade que fez ecoar no quarto, mas foi mais barulho do que dor porque a Dra nem se mexeu, repetiu na outra nádega, repetiu umas 4 ou 5 vezes alternando, parou, acariciou a bunda dela e os dedos foram pra pussy, tocou por cima do pano, e as pernas da Dra se mexiam limitadas, o doc deve ter notado que ela tava molhada porque puxou a calcinha dela pro lado, enfiou um dedo e tirou mais que molhado, veio até mim e mostrou, “agora vão dois” falou e enfiou dois dedos, ela gemeu e sem dizer nada mais 6 tapas mas dessa vez mais fortes, as nádegas começaram a ficar vermelhas, voltou de novo a tocar a pussy dela, pediu pra eu chegar perto e mandou eu abrir as nádegas dela, o doc se ajoelhou e começou a fazer um beijo negro, minhas mãos segurando as nádegas abertas me deixando ver a eminência com a língua penetrando analmente a sua senhora submissa. “Vai e coloca a cock na boca dela” ordenou, me aproximei da submissa, ele continuava com a língua e como pude me arrumei numa posição desconfortável entre a mesa, uma cadeira e a boca da doutora que bem obediente começou a lamber. Sem parar de olhar pro doc, ele se levantou e bateu nela de novo, mas dessa vez com mais força e mais vezes. Ouvir o som dos tapas me excitava muito e o doc percebeu, ele tava extasiado e ela também porque a intensidade com que ela me chupava era frenética. Ele viu minha excitação, por isso me ordenou Vem... agora você vai açoitar ela" e me indicou que não tivesse pena, que ele já tinha preparado ela e que se eu fizesse com suavidade ela perderia a excitação, então dei minha primeira palmada com força (tinha praticado um pouco antes com eles, mas dessa era a vez de mostrar o que tinha aprendido). Dei a segunda, dei a terceira, ela continuava excitada, ele segurava as mãos dela e acariciava a cabeça, de vez em quando se abaixava e beijava ela, alternando a rola na boca dela, enquanto isso eu açoitava ela, acariciava as bundinhas dela. Um olhar bastou pra entender a ordem do doutor. Puxei a tanga dela pra baixo e penetrei ela segurando pelos quadris, com movimentos suaves, enquanto o doc colocava a rola na boca dela. Ele pediu que de vez em quando eu parasse de foder ela e açoitasse, o cu dela tava bem vermelho. Num momento a doc começou a tremer, as pernas dela ficavam tensas e relaxavam, e a umidade dela escorreu pela entreperna. O doc fez sinal pra eu parar, pediu que eu desamarrasse as duas pernas enquanto ele desamarrava as mãos dela, a doc imóvel. Ele levantou ela, tirou a venda, ela olhou pra baixo, ele pegou na mão dela, colocou ela na minha frente e mandou eu tirar a tanga. Ele sentou numa cadeira, bateu uma pra ficar mais duro e passou gel, "traz ela aqui" ele disse, virou ela de costas e açoitou duas vezes de cada lado, segurou pelo quadril e fez ela sentar na rola dele com as pernas fechadas, a doc mantinha o olhar pra baixo. Ela subia e descia, eu olhava, num momento ele para de bombar e faz ela abrir as pernas e é aí que eu vejo que ele tinha metido a rola no cu dela. Ele mandou eu me ajoelhar e chupar a buceta dela, levantando as pernas dela enquanto ele se reclinava levando as pernas dela junto, era uma posição muito de consultório ginecológico, não liguei, só queria chupar aquela buceta, e foi o que fiz. Digamos que foi estranho chupar uma buceta a centímetros de uma rola que comia um cu. Ele se levantou, fez ela se ajoelhar com as mãos pra trás, colocou a Pau na boca dela e começou a foder a boca dela com as mãos apoiadas na cabeça dela. A Doutora nunca tirou os olhos do chão, nunca falou nem soltou mais que um gemido leve. Entre uma enfiada e outra, dava um tapa na cara dela, metia até a garganta, a ponto de enfiar tudo até o fundo e segurar por uns segundos. Ela fechava os olhos, mas não reclamava. Repetiu até gozar dentro da boca dela, e ela engoliu tudo sem nem piscar. "Experimenta", ele me disse, e eu tive que repetir. Apoiei minhas mãos na cabeça dela e comecei a me mover como se estivesse fodendo ela, sem ela dizer nada. Dei um tapa nela e voltei a meter... "Dá outro, mais forte", ela me disse, e eu fiz, e meti com mais vontade, mas dessa vez não gozei dentro da boca dela como ele fez; tirei o pau e gozei na cara toda dela. Ela nunca levantou o olhar. Ele gritava eufórico ao ver aquilo, e ficou ainda mais eufórico quando minha mão começou a espalhar a porra pelo rosto dela, levando o que meus dedos conseguiam juntar até a boca dela pra ela lamber. Fiz ela chupar meus dedos, e o Doutor ficava mais excitado ainda. "Que filho da puta você é...", ele me disse, e sorriu enquanto dava um gole no uísque. Parte da minha gozada tinha caído no peito dela, então aproveitei pra espalhar e apalpar os peitos, algo que queria fazer mas não tinha achado oportunidade. Brincar com minha porra nos peitos e mamilos dela fez eu continuar duro, e só parei quando secou. Depois disso, o Doutor mandou ela parar, levou ela até a mesa e fez ela se deitar nela, mas dessa vez de barriga pra cima. Levantou os dois braços dela acima da cabeça e amarrou de novo nas pernas da mesa. As pernas dela, ele dobrou de um jeito que as solas dos pés ficassem apoiadas na mesa, e também amarrou.
Dessa vez, em vez de colocar a venda de novo, ele colocou uma gagball (aquelas bolinhas de borracha, essa era rosa, na boca) e começou a apalpar os peitos dela, massagear, apertar, beliscar os mamilos, pular neles. Com uma mão, apertou um peito deixando a Mamilo bem ereto enquanto com a outra mão dava tapas nele, pediu pra eu fazer o mesmo com o outro peito. Me excitou fazer aquilo, e depois pediu pra eu fazer sozinho com os dois enquanto ele se aproximava da entreperna dela pra dar tapas no clitóris dela. A doutora nunca olhou pra cima, nunca soltou mais que um gemido leve ou uma respiração entrecortada. Ele penetrou ela e eu continuei massageando e batendo nos peitos dela. Esticava os mamilos dela, que ficavam roxos, e meu pau tava prestes a explodir de tesão, doía, todo o sangue tava concentrado ali. O doutor pediu pra eu comer ela mas sem gozar, eu fui, ele verificou a dureza dos mamilos dela e colocou pinzinhos com correntes. A cada estocada que eu dava, ele puxava a corrente e os mamilos dela esticavam. Me deu muito tesão ver aquilo, mas não queria perder o foco pra não gozar, tentei, mas a situação me dominou, não aguentava mais, não conseguia controlar e parei. O doutor percebeu, então ele tratou de desamarrar rápido a submissa, eu não entendia o que tava rolando, fiz o mesmo com as pernas. Ele levantou ela e a colocou de joelhos. Se posicionou na frente dela, bateu uma e gozou na cara dela com uma porrada de leite que sujou o cabelo dela, boa parte do rosto e o peito. A doutora continuava com o olhar no chão. Fiz o mesmo, não com a quantidade do doutor, mas foi suficiente pra doutora ter bastante sêmen na cara e nos peitos (e ainda tinha a bolinha na boca dela). Uma imagem muito excitante. O doutor sentou, pediu pra eu sentar do lado dele e olhar. Ele deu a ordem, ela começou a se tocar com as duas mãos no rosto, a brincar com toda a porra, a acariciar os peitos, a barriga, a pussy, começou a se mexer e foi aí que ela começou a olhar fixo pra nós dois, pela primeira vez na noite, ela nos olhou. Se agarrou toda, se lambuzou de porra e se tocava, se deitou de pernas abertas apontando pra nós enquanto com uma mão se tocava e a outra percorria o corpo em busca dos últimos restos de sêmen que faltavam pra continuar jogando. Num momento ela fechou os olhos, a mão ficou frenética, o corpo arqueou, a respiração ofegante relaxou, a mão parou e ela se deitou de novo. Tinha acabado de aproveitar o orgasmo dela. Depois de uns segundos, ela se levantou, olhou pra gente e tirou a gagball, nos dando um sorrisão lindo, fez sinal pra gente se separar e sentou no sofá no meio de nós dois pra relaxar, enquanto sorria de satisfação, dando a noite por encerrada…
Ele era médico cirurgião, 55 anos, um senhor bonitão, grandalhão com uma barriga, ela 57, neurocirurgiã, toda tunada mas uma coroa muito gostosa. Nos conhecemos na casa de swing, e depois rolou uma amizade que fez com que uma vez por mês me convidassem pra casa deles pra um "encontro privado". A verdade é que aprendi um monte com eles, sobre o meio, sobre sexo, sobre tudo, digamos que tinha uma sintonia muito boa, uma confiança tão grande que eles me contavam (e mais de uma vez) a gente costumava ver os vídeos privados deles, sabendo que eu adorava ver a Dra em ação (talvez aí tenha começado meu lado voyeur, assunto pra outro dia). Isso me esquentava e rolavam umas transas muito boas, às vezes o Dr filmava, ou tirava fotos da gente, ou nem participava, sentava pra assistir com seu copinho de uísque. A verdade é que eu me divertia pra caramba.
Numa dessas conversas, me perguntaram sobre BDSM, falei que sabia quase nada do assunto, eles comentaram sutilmente e eu não achei ruim, pensei que podia ver no que dava. A gente conversou sobre o tema, de vez em quando me mostravam algum vídeo na internet, contavam da experiência deles e a coisa foi rolando (ou eles foram me levando), um tapinha aqui, uma cordinha ali, um beliscão acolá, fui gostando e entre uma coisa e outra um dia a gente combinou de começar a praticar entre nós três, já que eu queria aprender e eles eram amantes dessa disciplina. Vou contar o que pra mim foi a melhor sessão.
Chego na casa dos Doutores e o Dr me recebe, de jeans e camisa, a gente se cumprimenta, ele me faz entrar e comenta que dessa vez, em vez do quarto, tinha preparado o churrasqueiro. Quando entro, vejo a Dra, com sapato de salto alto, meia preta de liga, tanguinha preta e o cabelo preso com um rabo de cavalo, e os olhos vendados com um lenço de seda branco, realmente excitante, realmente linda, ela estava de pé na frente de uma mesa de madeira, com as duas pernas abertas e amarradas a cada pata, o peito dela apoiado na mesa, os braços dela esticados pra cada lado do outro lado da mesa, amarradas pelos pulsos a cada pata da mesa. Entrar e ver aquilo, fico excitado em menos de 5 segundos. O Dr tirou a camisa e tirou a calça jeans, ficando só com uma cueca slip de couro preto bem pequenininha, e pediu pra eu tirar a roupa e sentar “pra ver como se trata uma submissa”. O Dr se aproximou, acariciou a perna direita dela suavemente, passou a mão na bunda dela e deu um tapa de média intensidade que fez ecoar no quarto, mas foi mais barulho do que dor porque a Dra nem se mexeu, repetiu na outra nádega, repetiu umas 4 ou 5 vezes alternando, parou, acariciou a bunda dela e os dedos foram pra pussy, tocou por cima do pano, e as pernas da Dra se mexiam limitadas, o doc deve ter notado que ela tava molhada porque puxou a calcinha dela pro lado, enfiou um dedo e tirou mais que molhado, veio até mim e mostrou, “agora vão dois” falou e enfiou dois dedos, ela gemeu e sem dizer nada mais 6 tapas mas dessa vez mais fortes, as nádegas começaram a ficar vermelhas, voltou de novo a tocar a pussy dela, pediu pra eu chegar perto e mandou eu abrir as nádegas dela, o doc se ajoelhou e começou a fazer um beijo negro, minhas mãos segurando as nádegas abertas me deixando ver a eminência com a língua penetrando analmente a sua senhora submissa. “Vai e coloca a cock na boca dela” ordenou, me aproximei da submissa, ele continuava com a língua e como pude me arrumei numa posição desconfortável entre a mesa, uma cadeira e a boca da doutora que bem obediente começou a lamber. Sem parar de olhar pro doc, ele se levantou e bateu nela de novo, mas dessa vez com mais força e mais vezes. Ouvir o som dos tapas me excitava muito e o doc percebeu, ele tava extasiado e ela também porque a intensidade com que ela me chupava era frenética. Ele viu minha excitação, por isso me ordenou Vem... agora você vai açoitar ela" e me indicou que não tivesse pena, que ele já tinha preparado ela e que se eu fizesse com suavidade ela perderia a excitação, então dei minha primeira palmada com força (tinha praticado um pouco antes com eles, mas dessa era a vez de mostrar o que tinha aprendido). Dei a segunda, dei a terceira, ela continuava excitada, ele segurava as mãos dela e acariciava a cabeça, de vez em quando se abaixava e beijava ela, alternando a rola na boca dela, enquanto isso eu açoitava ela, acariciava as bundinhas dela. Um olhar bastou pra entender a ordem do doutor. Puxei a tanga dela pra baixo e penetrei ela segurando pelos quadris, com movimentos suaves, enquanto o doc colocava a rola na boca dela. Ele pediu que de vez em quando eu parasse de foder ela e açoitasse, o cu dela tava bem vermelho. Num momento a doc começou a tremer, as pernas dela ficavam tensas e relaxavam, e a umidade dela escorreu pela entreperna. O doc fez sinal pra eu parar, pediu que eu desamarrasse as duas pernas enquanto ele desamarrava as mãos dela, a doc imóvel. Ele levantou ela, tirou a venda, ela olhou pra baixo, ele pegou na mão dela, colocou ela na minha frente e mandou eu tirar a tanga. Ele sentou numa cadeira, bateu uma pra ficar mais duro e passou gel, "traz ela aqui" ele disse, virou ela de costas e açoitou duas vezes de cada lado, segurou pelo quadril e fez ela sentar na rola dele com as pernas fechadas, a doc mantinha o olhar pra baixo. Ela subia e descia, eu olhava, num momento ele para de bombar e faz ela abrir as pernas e é aí que eu vejo que ele tinha metido a rola no cu dela. Ele mandou eu me ajoelhar e chupar a buceta dela, levantando as pernas dela enquanto ele se reclinava levando as pernas dela junto, era uma posição muito de consultório ginecológico, não liguei, só queria chupar aquela buceta, e foi o que fiz. Digamos que foi estranho chupar uma buceta a centímetros de uma rola que comia um cu. Ele se levantou, fez ela se ajoelhar com as mãos pra trás, colocou a Pau na boca dela e começou a foder a boca dela com as mãos apoiadas na cabeça dela. A Doutora nunca tirou os olhos do chão, nunca falou nem soltou mais que um gemido leve. Entre uma enfiada e outra, dava um tapa na cara dela, metia até a garganta, a ponto de enfiar tudo até o fundo e segurar por uns segundos. Ela fechava os olhos, mas não reclamava. Repetiu até gozar dentro da boca dela, e ela engoliu tudo sem nem piscar. "Experimenta", ele me disse, e eu tive que repetir. Apoiei minhas mãos na cabeça dela e comecei a me mover como se estivesse fodendo ela, sem ela dizer nada. Dei um tapa nela e voltei a meter... "Dá outro, mais forte", ela me disse, e eu fiz, e meti com mais vontade, mas dessa vez não gozei dentro da boca dela como ele fez; tirei o pau e gozei na cara toda dela. Ela nunca levantou o olhar. Ele gritava eufórico ao ver aquilo, e ficou ainda mais eufórico quando minha mão começou a espalhar a porra pelo rosto dela, levando o que meus dedos conseguiam juntar até a boca dela pra ela lamber. Fiz ela chupar meus dedos, e o Doutor ficava mais excitado ainda. "Que filho da puta você é...", ele me disse, e sorriu enquanto dava um gole no uísque. Parte da minha gozada tinha caído no peito dela, então aproveitei pra espalhar e apalpar os peitos, algo que queria fazer mas não tinha achado oportunidade. Brincar com minha porra nos peitos e mamilos dela fez eu continuar duro, e só parei quando secou. Depois disso, o Doutor mandou ela parar, levou ela até a mesa e fez ela se deitar nela, mas dessa vez de barriga pra cima. Levantou os dois braços dela acima da cabeça e amarrou de novo nas pernas da mesa. As pernas dela, ele dobrou de um jeito que as solas dos pés ficassem apoiadas na mesa, e também amarrou.
Dessa vez, em vez de colocar a venda de novo, ele colocou uma gagball (aquelas bolinhas de borracha, essa era rosa, na boca) e começou a apalpar os peitos dela, massagear, apertar, beliscar os mamilos, pular neles. Com uma mão, apertou um peito deixando a Mamilo bem ereto enquanto com a outra mão dava tapas nele, pediu pra eu fazer o mesmo com o outro peito. Me excitou fazer aquilo, e depois pediu pra eu fazer sozinho com os dois enquanto ele se aproximava da entreperna dela pra dar tapas no clitóris dela. A doutora nunca olhou pra cima, nunca soltou mais que um gemido leve ou uma respiração entrecortada. Ele penetrou ela e eu continuei massageando e batendo nos peitos dela. Esticava os mamilos dela, que ficavam roxos, e meu pau tava prestes a explodir de tesão, doía, todo o sangue tava concentrado ali. O doutor pediu pra eu comer ela mas sem gozar, eu fui, ele verificou a dureza dos mamilos dela e colocou pinzinhos com correntes. A cada estocada que eu dava, ele puxava a corrente e os mamilos dela esticavam. Me deu muito tesão ver aquilo, mas não queria perder o foco pra não gozar, tentei, mas a situação me dominou, não aguentava mais, não conseguia controlar e parei. O doutor percebeu, então ele tratou de desamarrar rápido a submissa, eu não entendia o que tava rolando, fiz o mesmo com as pernas. Ele levantou ela e a colocou de joelhos. Se posicionou na frente dela, bateu uma e gozou na cara dela com uma porrada de leite que sujou o cabelo dela, boa parte do rosto e o peito. A doutora continuava com o olhar no chão. Fiz o mesmo, não com a quantidade do doutor, mas foi suficiente pra doutora ter bastante sêmen na cara e nos peitos (e ainda tinha a bolinha na boca dela). Uma imagem muito excitante. O doutor sentou, pediu pra eu sentar do lado dele e olhar. Ele deu a ordem, ela começou a se tocar com as duas mãos no rosto, a brincar com toda a porra, a acariciar os peitos, a barriga, a pussy, começou a se mexer e foi aí que ela começou a olhar fixo pra nós dois, pela primeira vez na noite, ela nos olhou. Se agarrou toda, se lambuzou de porra e se tocava, se deitou de pernas abertas apontando pra nós enquanto com uma mão se tocava e a outra percorria o corpo em busca dos últimos restos de sêmen que faltavam pra continuar jogando. Num momento ela fechou os olhos, a mão ficou frenética, o corpo arqueou, a respiração ofegante relaxou, a mão parou e ela se deitou de novo. Tinha acabado de aproveitar o orgasmo dela. Depois de uns segundos, ela se levantou, olhou pra gente e tirou a gagball, nos dando um sorrisão lindo, fez sinal pra gente se separar e sentou no sofá no meio de nós dois pra relaxar, enquanto sorria de satisfação, dando a noite por encerrada…
2 comentários - Minha melhor sessão de BDSM
Saludos