Escravo dos Cobradores (1)

Era noite e eu voltava pra casa de ônibus. Como tava muito cansado, nem percebi e acabei dormindo. Cheguei no ponto de ônibus dormindo. Obviamente tava longe pra caralho de casa e o motorista, que eu já conhecia de antes, me propôs que fizesse companhia pra ele um pouco e depois me levava de graça na próxima volta que ele ia dar em meia hora.

Todos os motoristas da linha sabiam que eu era gay, mas nunca tinha confirmado nada pra eles. Na real, eu adorava andar de ônibus mais pra poder ver eles. Tem algo nesses caras que me atrai pra caramba. Talvez seja a camisa azul que cai tão bem neles, os óculos escuros que usam pra não serem ofuscados pelo sol, ou o fato de que cada dia tão mais gostosos porque se preocupam em se arrumar, passar gel e ficar bem bonitinhos, principalmente os motoristas mais novos.

A gente ficou esperando no ônibus e, pra passar o tempo mais rápido, começamos a conversar com o Enrique, o motorista. E foi aí que o Quique não perdeu tempo e resolveu tirar a dúvida sobre minha orientação sexual. Então, sem hesitar, me perguntou na lata se eu era gay. Eu neguei por precaução, afinal de contas ele ainda era um estranho e eu não sabia como ia reagir.

Q: Que pena. A gente ia se divertir pra caramba.

Y: Divertir?

Nesse momento ele percebeu que eu tinha mentido. E quando começou a falar, colocou a mão na minha nuca e começou a me acariciar.

Q: Claro, você ia me fazer esquecer que faz tempo que não como minha esposa. Você não faz ideia de quanta porra eu tenho acumulada. – disse olhando nos meus olhos. Ficou me encarando por um tempo e, como eu não reagi ao fato de que ele tava me tocando e me olhando fixamente, ele aproveitou.

Q: Se não acredita em mim, confere você mesmo. – pegou minha mão e colocou em cima da virilha dele. Quando toquei, senti algo bem duro por baixo daquelas calças e de um tamanho bem bom, pelo que pude apalpar. – Viu? Tá durona. Sempre acontece comigo, será que é o movimento do ônibus? Sei lá, mas tô sempre assim. encarpado.

Depois de dizer isso, começou a rir. Não sabia por quê, mas percebi quando ele levantou as mãos e me disse.

Q: Eu tô com as mãos pra cima e você continua tocando meu volume. Não era hétero, não? O que houve? Bateu a fissura pela rola de repente? Pra mim tá de boa, pai, pode tocar à vontade.

Eu não sabia o que dizer, só curtia o momento. Meu sonho de ter a rola de um motorista nas minhas mãos estava se realizando. Quique começou a ficar à vontade e desabotoou a camisa, deixando o corpo à mostra. Tirou um maço de cigarros e acendeu um. Eu não perdi tempo e, ao ver os peitos dele, me joguei neles pra chupar e esquentar ainda mais.

Q: Ah, porra! O viado saiu de dentro de você. – disse Enrique entre risadas. Continuou fumando o cigarro e falou. – Continua que eu adoro quando você faz isso, promíscuo.

Fiquei um tempão chupando aqueles peitões peludos, até que Enrique me empurrou com o braço e começou a desabotoar o cinto. Passou pra fileira de assentos individuais e terminou de abrir a braguilha, puxou a rola e começou a bater uma. Deu umas tragadas no cigarro e soltou a fumaça pelo nariz. Com a mão que segurava o cigarro, fez sinal pra eu me aproximar.

Q: Vamos acelerar isso porque daqui a pouco tenho que sair de novo pra dar outra volta. Vem, ajoelha e chupa um pouco pra terminar o que você começou. – terminou de falar isso, encostou as costas na janela e esticou a virilha pra frente.

Eu, nem lento nem preguiçoso, me apressei pra ficar na frente daquele macho que me oferecia o sexo dele. Quando já estava ajoelhado aos pés dele, ele colocou uma mão na minha cabeça e com a outra segurou a base da rola. Aproximou meu rosto da rola dele e esfregou um pouco nas minhas bochechas e nos meus lábios, sem ainda meter na boca. Disse pra eu beijar primeiro, e foi o que fiz. Beijei a cabeça, dando pequenas lambidas, fiquei um tempão ali até que não aguentei mais e comecei a enfiar na minha boca.
Q: Siiim, assim promíscua! Engole inteira que é toda sua. – quando ele disse isso, segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a forçar. – Vai, engole até o fundo!

Eu continuava saboreando aquele pedaço de carne que tinha entre meus lábios, dentro da minha boca. Passava a língua nele e apertava com os lábios. Subia e descia rápido, de vez em quando parava na cabeça da piroca e só cobria aquela parte. Olhava nos olhos dele e saboreava a cabecinha da rola com a ponta da língua. Nos olhos dele dava pra ver que tava curtindo pra caralho. Ele me olhava de cima, me fazia sentir um lixo e eu adorava por isso.

Enquanto eu tava fazendo o boquete, ele se tocava, apertava os mamilos e gemia de prazer. Me xingava entre os dentes e eu respondia aumentando o ritmo do meu boquete. Num certo momento, ele cansou um pouco daquela posição. Tirou a piroca da minha boca, apoiou o pé no meu peito, me empurrou e fez eu cair no chão do ônibus. Ele se levantou e colocou o pé na minha garganta, como se fosse me sufocar, e segurando a rola disse:

Q: Viado, você é um lixo. Como você gosta de ser humilhado. – Sentou no meu peito, colocando as pernas dos dois lados da minha cara. Levantou minha cabeça com a mão e me fez chupar de novo. – Vai, que já vou gozar.

Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e agora era ele quem guiava o boquete. Não era uma posição confortável nem pra mim nem pra ele, então ele tirou a piroca da minha boca e começou a bater uma na minha frente, em cima da minha cara. Enquanto ele batia uma, eu comecei a chupar os ovos dele, que antes não tinha feito porque não tavam ao meu alcance. Quique ajeitou os ovos pra ficar mais fácil pra eu chupar. Eram grandes e bem peludos, eu adorava me engasgar com os pelos dele. Quando chupei os ovos, comecei a sentir o cheiro de homem que sai daquela área, eu tava no céu.
Q: Uhhhhhh... já vou gozar. Abre a Bocetinha que eu tenho teu prêmio. – parou de se punhetar e apoiou o pau nos meus lábios. – Abre a boca, viado! Engole tudo.

Eu abri a boca bem na hora pra receber o primeiro jato de porra que ele soltou. Ele tava gozando na minha boca. O leite encheu minha boca e escorria pelos cantos. Quique se jogou em cima de mim, enfiando o pau de novo até o fundo.

Q: Vai, viado, era isso que você queria, aproveita. Aaaaaaaah, viado do caralho! – Ele se contorcia de prazer e, mesmo depois de parar de gozar, manteve o pau dentro da minha boca por um bom tempo. De novo, sentou no meu peito e passou o pau nos meus lábios, como se quisesse me fazer reagir. – Limpa ele pra mim, não posso guardar assim, todo melado. Põe a língua pra trabalhar, papi, não quero nem um vestígio da minha porra.

Eu voltei a chupar o pau dele, agora pra limpar direitinho. Passei a língua em cada centímetro, deixei bem limpinho, brilhando. O pau dele foi murchando na minha boca, uma sensação única. Depois de tanta ação, ele pedia um descanso, mas me surpreendi quando começou a endurecer de novo, embora não completamente.

Q: Abre, abre, abre. – eu abri a boca – Tenho mais um presente pra você, mas você engole, não pensa, engole. – naquele momento, comecei a sentir algo quentinho descendo pela minha garganta. Ele tava mijando. Os olhos dele reviravam, era como uma segunda gozada, ele adorava esvaziar a bexiga na minha garganta. – Me desculpa, mas sempre dá vontade de mijar quando eu gozo. Deve ser pra limpar o pau de vez? Sei lá. – ele guardou o pau, subiu a cueca, fechou a braguilha e apertou o cinto.

Eu fiquei alucinado com o que tinha acabado de rolar e demorei pra reagir, ainda deitado no chão com os lábios cheios de uma mistura de porra e mijo. Daquela posição, eu olhava ele em pé, arrumando a calça, e adorava.

Q: Você parece uma puta satisfeita, largada no chão assim. Levanta, que tenho que dar a outra volta. Vai me acompanhar? Porque se for, tenho uma surpresinha pra você.

Y: Claro que vou te acompanhar. – Nesse momento eu reagi e me liguei, o resto da noite eu ia aproveitar. Tava ansioso esperando essa surpresa que ele tava me falando.

Ele sentou no banco do motorista e eu no banco individual que fica colado na porta por onde o pessoal entra, bem do lado do motorista. Foi uma volta curta, porque em uma hora eu tinha que estar de novo no ponto. Em cada semáforo que parava, o Quique aproveitava pra falar comigo e perguntar como eu tava. Eu respondia "Excelente" e piscava o olho pra ele. Ele respondia com um "Você não tem jeito mesmo. O que te espera".

Eu aproveitei pra observar cada detalhe dele, como ele dirigia, como me olhava, como olhava pros passageiros que subiam, escutava o tom de voz dele quando falava com alguém que perguntava alguma coisa, olhava ele de vários ângulos usando os espelhos que tem ao redor. Notei que ele dirigia com uma mão só, a direita, a outra mão tava apoiada na virilha dele, que já começava a desenhar um pacote generoso do qual eu não tirava os olhos. Num momento ele percebeu que eu tava olhando, sorriu e apertou o volume com força, mexendo a mão como se tivesse comendo alguém.

A viagem foi bem tranquila, até que numa esquina subiu outro motorista. O cara não percebeu que eu tava ali e ficou parado do lado do Quique falando besteira, nada de importante. Realmente não sabia o que fazer, então quando cheguei perto de casa pensei em descer, mas o Quique me segurou.

Q: Vai embora? Não vai me acompanhar até o ponto?

Y: Não sei.

Q: Te apresento o Marcelo, é um colega meu. Agora a gente tem que ficar os dois esperando um tempo no ponto. Não quer acompanhar a gente?

Y: Claro.

Quique fez um sinal pro Marcelo e falou alguma coisa no ouvido dele. Enquanto escutava o que o Quique tava dizendo, o Marcelo me olhava e começou a desenhar um sorrisinho safado no rosto dele. O ônibus já tava quase vazio quando o Marcelo sentou atrás de mim, mas continuava falando. Com o Enrique, ele não me dava atenção. Ele esticava as pernas fazendo contato com as minhas e eu percebia como eram bem torneadas. Quando o último passageiro desceu, ele se inclinou um pouco pra frente e começou a acariciar minha nuca.

M: Então você gosta de pica, hein? – Eu me virei pra olhar pra ele – Agora que te vejo bem, você tem cara de piranha. O Enrique me contou o que vocês fizeram há pouco. Você é uma puta, chupar a pica de um homem casado, que vergonha! ... O castigo pra putinhas como você é mais pica, e eu tenho uma pra você. – Ele terminou de falar isso e, fazendo força com a mão que tinha na minha nuca, me jogou pro banco onde ele estava, levando meu rosto até a virilha dele. Ele esfregou o volume e, me tirando do meu assento, me obrigou a ajoelhar na frente dele. As pernas dele agora estavam dos dois lados do meu corpo, eu estava entre as coxas dele com a cara no pau dele. O Enrique olhava pelo espelho retrovisor e fazia alguns comentários.

Q: Vai, trata ele assim que ele gosta. É uma puta barata.

M: Fica tranquilo que eu sei como tratar essas vadias. Quer pica, vai se cansar de comer pica.

Ele terminou de falar isso e começou a desabotoar a calça. Enquanto ele fazia isso, eu acariciava as panturrilhas dele, que eram muito musculosas. Passava minhas mãos por baixo da calça dele pra ver se tinha ou não pelos e, como era de se esperar, eram aquelas pernas típicas de homem, bem peludas. Eu me deliciei tocando as pernas dele até o Marcelo liberar completamente a pica dele, que era maior que a do Enrique. Quando vi aquele pedaço de carne, não hesitei em me jogar nele e começar a chupar, o que fez o Marcelo rir.

M: Acho que você deixou esse putinho com fome, olha como ele chupa.

Q: Não, eu dei comida pra ele direito, mas ele não se satisfaz com nada. É bem putinha essa.

M: É, tô sentindo. Como ele gosta de chupar, tá me deixando louco. – Enquanto falava isso, ele agarrou minha cabeça com as mãos e me obrigou a engolir tudo. – Come ela toda, porra! Não fica com a pontinha, que eu tenho muita pica que você ainda não tocou.

Q: Você vai engasgar assim.

M: Que merda eu ligo.

Marcelo continuou me forçando a comer toda a pica dele, o que me fazia engasgar e provocava risadas e prazer nele. Quando chegamos no ponto de ônibus, Quique parou o carro num lugar afastado, longe da vista de qualquer um que passasse por aquele lugar deserto. Eu continuei de joelhos chupando a pica do Marcelo quando Quique saiu do banco do motorista.

Q: Eu também quero, não seja pão-duro!

M: O boquete quem tá fazendo sou eu, se você quer comer ele, tá aí com o cu pra cima, aproveita. Certeza que ele aguenta de dois.

Enrique se apoiou na minha bunda e começou a bombar como se tivesse me comendo. Me usava de cavalinho, me galopava, metendo com força. Me dava tapas na bunda e eu, instintivamente, empinava cada vez mais a rabeta. Fazendo isso, senti o volume poderoso dele procurando meu buraquinho, cada vez enfiava mais fundo, com a única barreira das calças dos dois impedindo que me comesse, mas eu empinava mais e mais a bunda pra sentir ele mais perto de mim.

M: Viu... ela tá empinando a bundinha. Acho que esse aqui quer guerra.

Q: Eu não aguento, tenho que comer esse viado. Como tá o cu, papi? Tá dilatado ou precisa preparar?

Eu não consegui responder porque tinha a pica do Marcelo na boca e não queria parar de chupar. Mas essa atitude não agradou o Marcelo.

M: Responde pra ele! O Quique tá te fazendo uma pergunta. – Me puxou pelo cabelo e tirou a pica da minha boca.

Y: Nunca fizeram minha bundinha, sou virgem. – Terminei de falar minha verdade e Marcelo enfiou a pica dele de novo até o fundo na minha boca pra eu continuar fazendo o boquete que tava fazendo.

Q: Uuuh, vou desvirgar um viado. Isso vai doer, papi, porque olha, quando eu como, como forte, com vontade, porque eu curto pra caralho. – Enquanto falava isso, começou a baixar minha calça, deixando descoberto meu rabo minúsculo. – Você tem um bundão, hein, parece de novinha.

Quique enfiou um dedo na minha boca pra eu chupar e depois enfiou no meu cu. Os dedos dele eram grossos e abriam bem minha bunda. Começou a meter o dedo que nem um louco e, quando achou que já tava dilatado o suficiente, cuspiu no meu rabo e no pau dele. Espalhou a saliva com a mão e continuou enfiando o dedo por um tempo. Num determinado momento, sinto algo encostando na entrada do meu rabo, era o pau do Enrique prestes a entrar.

Q: Já tô na portinha. Toc, toc – Disse o Enrique depois de bater duas vezes na minha bunda com o pau dele – Tem alguém em casa? Kkkkkkk

M: Kkkkkkk. Para de encher o saco e come ele de uma vez, que a bucetinha dele já deve estar até babando.

Essas palavras foram o suficiente pro Quique me furar com aquele pedaço de carne. Sem piedade, enfiou o pau até o fundo, de uma vez só. A dor que senti foi imensa, até começou a escorrer um pouco de sangue.

Q: Uhhhh... olha só... arrebentei o cu dele. Kkkkkkk. – Ele falava se referindo ao sangue que saiu por causa daquela estocada violenta.

Assim ele começou a bombar com força. No começo, eu tava de joelhos, mas depois ele se levantou e apoiou o corpo todo no meu rabo. Nessa posição, as estocadas começaram a ficar cada vez mais violentas. Enquanto me penetrava, ele gemia, tava realmente se divertindo. Me excitava o som do corpo dele batendo na minha bunda.

Q: Ahhh... que cu gostoso que esse viado tem. Olha, Marce, olha como a garota come todo o meu pau com essa bunda gostosa.

M: Uhhh... que filho da puta. Que engolida boa que ele tem. Mete forte que esse aguenta.

Enquanto o Enrique continuava bombando meu cu e o Marcelo recebia um boquete de respeito, eles começaram a conversar.

M: Uhhh... quando a gente contar pros outros a joia que a gente encontrou.

Q: Vai ser foda. Todo mundo vai querer comer ele. A porrada de gozo que esse cu e essa boquinha de puta vão engolir. M: Ela vai ser a puta da fila.

Q: As putarias que a gente pode fazer, vamos meter de monte.

M: Igual como a gente tá metendo agora. Por trás e pela frente. Bem forte, do jeito que ela gosta.

Nesse momento, Marcelo pegou minha cabeça e me fez engasgar no pau dele. Segurou um tempão na minha garganta e ficou rindo de mim quando eu ficava sem ar.

M: A puta quer respirar... hahahaha. Ou chupa pau ou respira, papi. Melhor nem te deixar escolher, porque tô adorando como você tá chupando.

Q: E você não sabe como é aqui atrás, essa bunda apertadinha dá cãibra de tão apertada e tá super quentinha.

M: Deixa eu provar. Tô gostando de como ela chupa, mas quero comer o cu dela também.

Enrique tirou o pau do meu cu. Foi tirando devagar, pra eu sentir bem. Quando tirou, ficou um vazio enorme na minha bunda, que já tinha se acostumado a abrigar um falo daqueles. Marcelo continuava no lugar dele, sentado. Eu levantei e vi ele em todo o esplendor, com a calça e a cueca no joelho, a camisa aberta e o pau na mão, apontando pra cima. Enrique levantou e, me segurando pelos ombros, me obrigou a virar de costas pro Marcelo. Nisso, Marcelo pegou minha cintura e me fez sentar na ponta do pau dele.

M: Vamos ver como você engole meu pau, papi, com certeza vai gostar mais que o pau do viado do Quique... hahahaha.

Q: Cala a boca, cara de pau.

Marcelo começou a me apertar contra o pau dele, mas eu parei porque tava doendo muito.

Y: Espera, que eu enfio sozinho.

M: Como quiser.

Marcelo levantou as mãos e colocou na nuca. Eu peguei o pau dele com uma mão, apontei pra minha bunda e comecei a engolir com o cu. Quando tava tudo dentro, eu fiquei um pouco levantado e falei pra ele bombar daquela posição. Marcelo subia e descia, em cada subida enfiava até o estômago, mas depois saía pra me dar um pouco de ar. Eu adorava ver como, a cada esforço que ele fazia pra meter, as panturrilhas dele formavam, as pernas dela eram muito musculosas e isso me deixava com muito tesão. Comecei a gemer um pouco, mas não muito porque o Enrique estava na minha frente com a pica na mão, pelo visto não queria ficar de fora da festa. O Quique, que já tava sem calças há um tempão, apoiou o pé no banco onde o Marccelo estava sentado e, me segurando pela nuca, me ofereceu pra chupar toda a rola dele.

M: Cê tinha razão, Quique, que bunda gostosa esse filho da puta tem. Como aperta minha pica.

Q: Aproveita que somos os primeiros a abrir ele. – Marcelo tira a pica da minha bunda e começa a passar a mão em mim.

M: E como a gente abriu... é um buraco negro isso aqui.

Q: Ele foi feito especialmente pra gente comer as picas.

M: Nenhuma putinha comeu minha pica desse jeito.

Marcelo pegou a pica dele de novo e enfiou de uma vez só. A cena era excitante pra caralho. Eu tava agarrado na coxa do Enrique, chupando a pica dele, enquanto de olho via as panturrilhas musculosas do Marcelo que tava furando minha bunda. As estocadas do Marcelo começaram a aumentar, ele tava quase gozando.

M: Quique, já tô quase enchendo a bunda desse puto de porra. Vamos gozar juntos.

Q: Eu também... vou dar minha porra pra esse viadinho.

M: Ai, vou gozar... aaaahhhhh... ahhhhhh... toma, viado... toma porra.

Q: Já... já... chupa, chupa que eu já tô.

Enquanto o Marcelo enchia minha bunda com a porra dele entre xingamentos, o Enrique se masturbava e me dava a cabeça da pica pra eu continuar chupando. No vai e vem frenético da punheta violenta que ele tava batendo, ele me acertava a cara sem querer. O Marcelo manteve a pica enfiada até derramar a última gota de porra quente na minha bunda. Quando o Marcelo tirou a pica da minha bunda, foi a vez de receber minha dose de esperma do Enrique. O Quique parou de se masturbar e fez um sinal pra eu continuar chupando. Nem lerdo nem preguiçoso, comecei a chupar bem rápido. O Quique agarrava pela cabeça pra guiar o boquete, até que num determinado momento me empurrou pra eu engolir tudo.

Q: Ahhhhhhhh... toma teu gozo ahhhhh... engole tudo, viado!

Enrique começou a jorrar litros e litros de porra do pau dele, e olha que fazia só uma hora que ele tinha enchido minha boca com o leite dele. Fiquei com o pau dele na boca um bom tempo até ele terminar de soltar a última gotinha de esperma. Enquanto eu continuava chupando o pau do Quique pra limpar ele, Marcelo parou na nossa frente.

M: Olha como você deixou meu pau, pai! Tá uma bagunça, limpa ele, viado! Vai, chupa os dois juntos!

Foi assim que terminei de limpar o pau dos dois. Minha língua ia de um pau pro outro, eu olhava como eles curtiam e eu curtia também. Ficamos assim um bom tempo até que os dois tiveram que ir. Vestiram as calças, abotoaram as camisas, arrumaram as gravatas e apertaram os cintos. Marcelo foi pro ônibus dele e eu fiquei com Enrique, que me levou de graça pra casa. Quando desci, Quique se despediu:

Q: Até mais, pai. Aparece quando quiser no ponto – Ele disse enquanto colocava a mão no volume e me piscava o olho.

6 comentários - Escravo dos Cobradores (1)

parece que te gusta la carne cruda y en barra.... muy bueno..!!
GIEGUI
de que línea de colectivos don esos machos voy a quedarme dormidoas seguido en los colectivos