Sou uma raposinha submissa - Ireee69

Durante minha vida, tive desejos reprimidos. Sempre gostei de jogos sexuais, ser dominada e até humilhada me excitava pra caralho.

Um dia, conheci um cara de quem gostei muito. Ele também adorava jogos BDSM. Assim que começamos a sair, nossas perversões começaram a aparecer.

No começo, nos tratávamos com respeito, mas depois ele começou a me tratar como sua putinha. Eu adorava ser tratada assim, porque já tinha definido, pelas minhas atitudes de submissa, que me considerava "a putinha dele". Ele tocava minha buceta e meus peitos sem esperar o menor consentimento, não importava o que eu estivesse fazendo. Ele não hesitava em brincar com minhas partes, e toda vez que estava com ele, eu molhava minha calcinha só de pensar em quando ele ia me tocar de novo.

Depois de um tempo, decidimos dar o próximo passo. Me tornei completamente a escrava sexual dele e passei a chamá-lo de "Amo". E como tal, tinha que cumprir suas perversões sem reclamar. Não demorou muito para ele começar a fazer coisas cada vez mais pervertidas. Uma vez, ele me mandou um SMS dizendo: "Quero que você me veja no shopping do centro às 19h. Vá com a minissaia que eu comprei e não coloque calcinha. Não se atrase." Só de ver a mensagem, me molhei toda e me masturbei até gozar. Quando eu gozo, sempre jorro muito, e isso o Amo adora.

Me vesti e saí para o centro. Decidi ir de transporte público.

Já estava no ônibus quando meu celular tocou com uma ligação do meu Amo. Ele fez algumas perguntas e, quando eu disse que estava de ônibus, ele deu uma pausa na conversa e disse que tinha uma tarefa para mim naquele momento. Mandou eu me masturbar com o celular no ônibus até chegar ao centro. Minha reação foi de excitação, mas ao mesmo tempo de medo, porque o ônibus estava lotado. Tentei explicar que não podia fazer aquilo porque tinha uma garota sentada bem do meu lado, mas ele respondeu: "Não estou te perguntando quem está do seu lado. Só te disse o que você tem que fazer. quero que você me mande uma foto da sua buceta toda molhada quando terminar" — desliguei a chamada. Depois disso, fiquei muito nervosa, na minha cabeça pensava como tinha caído tão baixo de querer obedecer uma ordem tão obscena e vulgar, mas por um lado, eu queria fazer ali mesmo, na frente de todo mundo no ônibus. Então criei coragem, esvaziei a mente, liguei o vibrador do meu celular e, com aquele sentimento de medo e tesão, ia começar a esfregar minha buceta, quando o ônibus freou. Meu alívio foi incrível ao ver que a garota que estava do meu lado desceu do ônibus. Feliz, comecei a me masturbar, agora sim com um pouco mais de tranquilidade, mas ainda muito nervosa com medo de alguém me ver. Já sentia que ia gozar, comecei a esfregar mais forte, segurando o máximo possível meus gemidos (não acreditava que ia gozar no ônibus). Ficava pensando: "já falta pouco... já falta pouco e consegui um orgasmo!!" Quando, de repente, um cara troca de assento sem aviso prévio para o meu lado — quase tive um infarto. Minha buceta começou a jorrar que nem uma louca com o orgasmo, enquanto eu tentava esconder do cara. Ele ficou todo vermelho e trocou de assento de novo ao me ver toda melada com meus fluidos. Tirei a foto da minha buceta como ele mandou e desci do ônibus, ainda envergonhada, mas excitada que nem uma puta.

No caminho para o shopping, já andando, percebi que minhas pernas estavam todas meladas, então procurei um banheiro para me secar um pouco. No lugar onde entrei, só tinha banheiro masculino porque o feminino estava em reforma. Decidi entrar no banheiro dos homens porque seria só um momento para me limpar, mas cometi um erro: comecei a secar minha buceta e não percebi que um grupo de caras entrou. Eles começaram a se insinuar para mim, eu queria ir embora, mas tenho um juramento com meu amo: "tanto minha buceta quanto meu cu, peitos e boca não me pertencem, primeiro são do meu amo e depois de todas as outras pessoas. Devo deixar quem for me tocar sem colocar nenhuma objeção." Os caras me Me enterraram e começaram a me tocar. Não demorou muito pra eles passarem a mão na minha buceta e perceberem que eu não tava de calcinha. O cara que me apalpou falou: "Olha que puta, nem calcinha tá usando. Aposto que tá procurando quem coma ela." Aí um outro disse: "Fica tranquila, putinha, a gente vai te comer bem gostoso, já já você vai ver." Eu não falava nada, mas tava toda molhada de impotência. Não disse uma palavra, tinha que deixar eles me usarem por ordem do meu dono. Me levaram pro banheiro, abriram minhas pernas. O primeiro cara reparou como eu tava molhada e falou: "Que puta você é, olha como tá excitada. Aposto que até gosta de ser estuprada e humilhada." (E ele tinha toda razão.) Passou os dedos na minha buceta e lambeu um monte dos meus fluidos com os dedos, depois colocou perto da minha boca pra eu lamber. Eu fiz isso. Ele disse: "Que puta, nem precisei mandar você fazer. Que porca você é." Depois disso, começaram a me penetrar um por um. Eram cinco. Ficamos quase 40 minutos ali, um depois do outro. Eu tava gemendo que nem uma puta de tanto prazer. Depois que ficaram satisfeitos, gozaram em cima da minha buceta de tão excitados. Eu pedia pra gozarem dentro da minha vagina, já que sou operada desde os 20 anos só porque gosto que gozem dentro de mim. Me senti humilhada, mas mais do que tudo, excitada. Tive uns 5 orgasmos, molhei três deles com meus jatos de suco vaginal. E de castigo, tiraram a saia que eu tava usando pra se secar. Depois disso, tiraram umas fotos minhas de pernas abertas com o sêmen deles na minha buceta e foram embora sem falar uma palavra. Fiquei ali, de pernas abertas e sem saia. Fiquei mais um tempo de pernas abertas, com a mente vazia por causa do transe dos orgasmos, mas depois comecei a me preocupar. Tava sem roupa, só com a blusa. Foi aí que entrou o dono do local. Envergonhada, pedi ajuda pra ele. Ele era um cara legal e me ajudou sem fazer muitas perguntas. Mas a única coisa que conseguiu me arrumar foi uma saia ainda menor do que a que eu tava usando, e olha que isso já é dizer muito. Mas não Tinha muita opção pra escolher, então aceitei e saí do lugar.

Já no shopping, recebi uma mensagem do meu dono respondendo a foto que mandei da minha punheta no ônibus. Ele respondeu: "Bem feito, sua puta. Você me mostrou de novo o quão safada você é, não tem limites, por isso gosto tanto de você, sua vadia. Me encontra no 3º andar, sobe como eu te ensinei." Ainda estava nervosa com o que tinha acontecido. Subir as escadas sem calcinha e de minissaia, mas pensar que iam ver minha buceta pelada, o povo subindo atrás de mim, me excitava cada vez mais. Consegui subir quando não tinha ninguém, mas a puta que tem dentro de mim pensava que não seria divertido subir tão fácil assim. Então, perdi um tempinho até começar a subir uma multidão pelas escadas. Naquele momento, tentei subir excitada e com medo da reação quando alguém me visse. Caminhei até as escadas, tinha um grupo de caras atrás de mim. Quase gozei quando ouvi eles comentando. Escutei um deles falar: "Olha aquela puta louca." Eles estavam me olhando, sem dúvida. Minha buceta começou a escorrer. Ia ficar louca de tesão. Olhei pra trás de novo, outro mini infarto quando vi um tirando uma foto minha com o celular. Na hora, me cobri o máximo que pude pra ele não conseguir tirar e saí correndo dali.

Já no terceiro andar, não conseguia achar meu dono, então decidi ligar pra ele quando vi alguém se aproximar por trás e senti dois dedos na minha buceta. Era meu dono. Falei que tava feliz em vê-lo, enquanto ele esfregava minha buceta suja.

Ele disse pra irmos comer primeiro. Chegamos num fast-food e lá ele me contou os planos dele comigo pra hoje. Me deu um vibrador e mandou eu segui-lo pra começar os planos dele pra mim.

5 comentários - Sou uma raposinha submissa - Ireee69

Muy bueno, te dejo puntos mañana (ya me los gaste hoy ^^) 😉