Minha mãe virou minha mulher (15) (+18)

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Depois de dar uma pausa na escrita e também por causa do trampo, tô voltando a escrever novos capítulos das minhas aventuras, das da minha mãe e das outras mulheres que me proporcionaram uma época de ouro nos meus anos de juventude extrema.

Também acho que vou mudar um pouco o estilo de escrever, porque quero deixar a leitura mais dinâmica e também melhorar o jeito de escrever, consultando minhas anotações. Vocês vão dizer se melhorei ou não.O DIA QUE EU DESVIRGINEI A BUNDA DA SARAAquele dia forcei a ficar na casa do pai dela sabendo que ele estaria lá. Me dava tesão e uma certa sensação de regozijo em comer a filha do tio que queria pegar minha mãe, não por querer pegá-la, que eu já sei que a maioria dos pais do colégio já tinha comido ela em algum momento, desde que eu ia na creche que eles iam passando a rola na minha mãe, mas sim porque sim, já que ele queria fuder ela, então eu primeiro a filhinha dele. E meter no cu dela, igual na mãe dela.

Cheguei cedo na casa dele, Sara ainda não tinha chegado, me disse o pai dela.

- Espera ela aqui se quiser – notei um tom amigável que ele nunca teve comigo antes – quer uma cerveja?

- Sim, obrigado, é muito gentil – ele pegou outra e sentamos no sofá da sala.

- Então parece que suas aulas de matemática estão fazendo bem pra Sara. Ela não tirou mais nota baixa. E está mais feliz, acho que mais madura e segura, sei lá, mais mulher.

- É, ela melhorou muito, no colégio também falam isso – embora por razões diferentes, pensei, pra ele dizer mais mulher era que ela tinha passado de ele apalpar os peitos dela à noite, usando a posição dominante dele, como se fosse uma menininha, pra ela agora curtir dar boquetes no pau dele até engolir o leite do pai, como uma puta incestuosa. Mas também não ia falar isso assim.

- Acho que além da matemática, o relacionamento de vocês influenciou muito ela, e pra melhor – com certeza, pensei, passar de freira pra puta da noite pro dia, de virgem pra foder com a mãe e chupar o pai fez bem pra ela.

- Nosso relacionamento? – me fiz de surpreso, só pra encher o saco.

- Sim, cara, é óbvio que você não só ensina matemática pra ela, vocês estão juntos – que linguagem cheia de eufemismos ele usava.

- Bom, podemos dizer que a gente se diverte junto, não sei se juntos...

- Não me entenda mal, gosto que você saia com ela, ela está mais gostosa e melhor, e todo mundo sabe que na idade de vocês sair junto pode também significar transar. Não sou um puritano, eu gosto de Mulheres, eu também. — Não sabia onde queria chegar, mas algo me rondava — cada dia mais gostosa, aliás, falando em gostosas, faz tempo que não vejo sua mãe no Instituto — ah, porra, vai pegar minha mãe, quer comer ela.

— Não, ela não vai mais, já somos grandes, eu e meu irmão. Mas continua gostosa como sempre — resolvi provocar — um dia a gente passa na oficina de motos dela, quero convencê-la a me comprar uma.

— Quando quiserem, vou adorar, tenho várias que vão te servir bem. E te deixaria por um bom preço, e sendo pra sua mãe, preço melhor, quase de graça, hehehe.

— Vou com ela ver esse desconto que você dá — porra, que ideia boa!, pensei. Trocar uns amassos com minha mãe por uma moto, porra, cobrar pelos serviços sexuais da minha mãe, passar de puta vocacional a prostituta de oficina, deixar esse cara babar nas tetonas dela e montar na minha mãe pra eu ter uma moto — mas, sei lá, meu pai não quer me dar um puto pra uma moto e minha mãe não é que sobre dinheiro…

— Vai ver como vou tratar bem sua mãe, nem tudo é dinheiro… — ele tava sondando — traz ela na oficina e a gente convence.

— Já me vejo com uma moto.

— Acho que posso ser sincero com você, isso depende da sua linda mãe.

— Mas não do dinheiro que ela tem.

— Não. Ela vai dar um jeito de pagar a moto. — com a buceta e as tetonas dela, pensei, quando te fizer um boquete você vai saber o que é uma mulher. Tava excitado.

— Acho que ela tem o que o senhor precisa, só vai ser questão de ela aceitar… digamos… intimidade em particular com o senhor.

— Vejo que gosta de falar na lata. É isso, quero transar com sua mãe. E vejo que não se choca.

— Bom, eu transo com sua filha. É normal, minha mãe é gostosa e não é o único que quer comer ela. Por outro lado, ela não é caretice, a gente convence ela a dar pra você. Espero uma moto que valha o que minha mãe vai pagar — tava vendendo ela — mas eu escolho a moto.

— Porra, sim. Ela é uma gostosa. Você escolhe a moto. Mas depende de qual moto, são caras. Tem certeza que ela vai aceitar?

- Sim, acho que sim. Vou convencê-la, ela me ama muito. Mesmo que seja cara, minha mãe tem grana de sobra pra pagar o que ela pedir.

- Uffff, vem logo, não vejo a hora de foder sua mãe.

- E eu de foder a filha dela.

E claro que fomos ver motos na loja dela. Minha mãe, sexy como só ela sabe, um vestidinho leve e meio justo no quadril, com uma abertura no meio, na frente, se quisesse podia mostrar a calcinha sentadinha e de pernas abertas, com um belo decote, os peitos dela sempre chamaram atenção, por isso chamavam ela de "as melões" no colégio. E disposta a conseguir minha moto, já tinha falado com ela, ufff, que tesão que eu peguei conversando com minha mãe, quando falei que tinha vendido os favores sexuais dela, ela ficou me olhando,

- O que você vendeu, o meu corpo, filho?

- Sim, mãe, você abre as pernas, te comem e eu recebo. Minha própria puta.

- Não sei se tô ouvindo direito, filho, e sem me perguntar...

- Você é minha putinha, mãe, e vou tirar proveito desse corpo de vício que você tem. Você dorme com um cara e ele vai me pagar, vai fazer de vagabunda, vai esvaziar os ovos dele de porra por dinheiro pro seu filho. Ouviu bem, putinha.

- Prostituída pelo meu filho... – ela falava, mas não parecia nem um pouco arrependida.

- Você me pariu, mãe, pariu o seu próprio macho e é o que tem. Vou te prostituir, sim. Puta – como me excitava falar putaria pra minha própria mãe –, me aproximei, peguei as mãos dela e coloquei pra trás segurando, mordi os lábios dela – VAGABUNDA, PUTA, PROSTITUTA – enfiei o volume no ventre dela, tava dura.

- Ufff, pelo amor de deus, filho... ummm... sempre dura... tem razão, pari do meu ventre o meu melhor macho... vou ser sua puta, fodida por dinheiro pra você... – ela me beijou, toda quente – o que você mandar, ummm... mas não para de me foder, não para de foder sua mãe.

Ufff, fiquei tão excitado que comi o cu dela na mesa da cozinha, quase violentamente, só de baixar a calcinha dela. calcinhas.

- Nada como meter o pau no cu de uma mãe na mesma mesa onde a gente janta todo mundo, mamãe.

- AAAAAAAAAhhhhh que grande que você tem, filho… nada como meu filho me comer no cu nesta mesa…

- Até o talo, querida mamãe, até o talo.

- ummmmm sim, sim, meu filho, bem enfiado dentro da mamãe… uuuuuuuu… que prazer que sinto no cu… mmmmmm…. aaaaaaa.. que duro… que bruto você é… uuuufsiiiiiiii… gosto de ser sua, meu filho…

- Porra, como meu pau entra gostoso no seu cu… - ele dava umas enfiadas boas – Mamãe..

- Uff… que filho…

- puta.

- Filho de puta…

De qualquer forma, já vou explicando, agora eu tava na sala do pai da Sara.

Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, a Sara entrou feito um furacão, se desculpando comigo por chegar tarde. Ela tava espetacular, com um shortinho justo, marcando a bunda e a buceta, uma camiseta coladinha e decotada. Tanto eu quanto o pai dela demos uma olhada apreciativa, que mulher jovem, que mudança.

Ela foi até o pai, beijou ele e ao se inclinar mostrou todo o peitão, acho que de propósito, aqueles peitos que eu tanto tinha apalpado, e claro que ele olhou sem vergonha nenhuma e ela não teve pressa de se levantar, generosa com ele.

- Sem problemas, a gente tava tomando uma cervejinha eu e seu pai. Cervejinha interessante. Olha, te trouxe um presente.

Tinha comprado um conjunto de lingerie, meias e liga, e um vestidinho leve e sexy, curto e com um decote atrevido, daqueles que quase não escondem nada. A desvirginada do cu tem que ser bem feita, com uma imagem de puta gostosa, não de mocinha. E ainda batom vermelho e maquiagem nos olhos. Queria espetáculo.

Ela abriu e ficou vermelha na hora ao ver. Me olhou com reprovação.

- Isso, isso..

- Você vai ficar linda, não gostou?

- Não.. sim.. gostei, muito, mas ufff… - olhou pro pai, mas ele tava olhando as roupas com interesse.

- São bem bonitas, um detalhe, Roger. Experimenta, Sara, pra ver como fica em você – a atitude do pai acalmou ela.

- Hum, sim? Ok. Já volto.
Ela demorou, claro. O pai dela e eu continuamos conversando. Falei:

- Já que a Sara virou mulher, quero ver como ela se veste de mulher.

Sara me chamou e eu fui.

- Não sei como colocar isso – ela tinha vestido as meias, a cinta-liga, o vestido, se maquiou, mas não sabia como colocar a microtanga aberta. Claro, os peitos estavam de fora e foi a primeira coisa que fiz: peguei nos bicos dela, belisquei e puxei suavemente na minha direção. Ela deixou e gemeu.

- Aaaah, parceiro… você vai me deixar molhada antes do tempo.

- Porra, parceira, que gostosa você está, é você que me deixa duro. E se você reparou, seu pai também. – continuei apertando os bicos dela – Você tem que sair com os bicos bem durinhos. Acho que ele não teria muita dificuldade em meter o pau em você, mesmo sendo a filhinha dele.

- Tendo o seu pau, não quero outro – ela passou a mão na minha braguilha – porra, que duro… e também não curto muito a ideia de foder com meu pai.

- Sara, comprei isso porque você precisa estar bem vestida para a ocasião, nem sempre vão te desvirginar o cu. Isso é uma tanga de silicone. Coloca, a buceta fica entre os fios, é pra destacar, não pra esconder.

- Porra, parceiro, que pequena, aperta.

- É porque tem que apertar os lábios da buceta pra ficar inchada e pra fora, deixa comigo – peguei os lábios dela e puxei pelo buraco da tanga, eles ficaram bem salientes.

- Porra, parceiro, que putaria.

- Melhor, né?

- Umm, sim, gostei, uf, que sensação. Aperta minha vulva.

- Ainda precisa deixar os lábios mais pra fora, sabe como?

- Não.

- Abre as coxas, parceira – ela abriu, peguei os lábios e puxei.

- AAA, porra… uf – dei uns tapas – aaaaa…

- Assim eles ficam inchadinhos, mas o melhor é isso – me abaixei, meti a buceta dela na boca e comecei a chupar.

- Aaaah, porra, parceiro, ufffff, você vai me fazer gozar…

- Imagina que é sua mãe ou a namorada dela te chupando…

- UUUUmmmm, siiiim, continua, continua…

- Não. Você vai sair com tesão lá fora, e com tesão pra levar no cu, assim vai aproveitar mais. – Levantei – Viu? Assim dá pra ver bem o volume da sua buceta. Dá vontade de foder você.
Uff, parceiro, então me fode. Tô com tesão.
– Já te sinto toda molhada, mas depois, parceiro. Agora termina e sai pra gente te ver. –

Sara saiu e nos deixou sem palavras. Uma verdadeira mulher, jovem, gostosa, provocante. Não tinha costume de salto alto, mas andava devagar, e isso fazia ela rebolando a cintura. O vestidinho mal cobria as rendas da meia, que apareciam, as pernas enfiadas nas meias pretas eram espetaculares, e o vestido decotado mal cobria os bicos dos peitos, durinhos como pitões. Os lábios pintados de vermelho e o rosto todo bem maquiado.

– Tô bem? – Ela sabia que sim
– Espetacular, filha – disse o pai dela – Você tá linda.

Ela olhou pra mim.
– Demais, parceiro. Isso sim é uma mudança.
– Levanta a saia. – Sara olhou pro pai dela por um instante e não soube o que fazer – Só um momento pra ver como fica bem tudo que não aparece – Ela levantou a saia e a gente viu um espetáculo com a buceta dela pra fora, as coxas enfiadas nas meias e finalizadas com a renda e a cinta-liga – Vira de costas – Agora ela mostrava a bunda – Fica uma maravilha, né? – falei pro pai dela.

– Uma maravilha – ele disse baixinho. Ela deixou a saia cair, claramente excitada com a cena exibicionista.
– Adoro esse presente. Vamos pro meu quarto, parceiro – ela me disse. Eu me senti foda por levar ela na frente do pai.

Ao entrar no quarto dela e fechar a porta, ela suspirou.
– Bufff, que loucura, na frente do meu pai – foi andando rebolando a cintura – Mas adoro, nunca tinha me visto assim, tão sofisticada – me acho linda.
– Deixou ele de pau duro, parceiro. Você tá uma gostosa do caralho, tá aprendendo rápido.
– Você que me ensina bem. Cê acha que vou agradar a June?
– Ela não vai se segurar e vai te foder. E sua mãe também.
– Hummm, que Coisas que eu estava perdendo, nunca vou te agradecer o suficiente – ela se aproximou e se agarrou no meu pescoço – você me beija? – eu a beijei com força, puxando ela pra mim e esfregando o pau nela.

– Tô com tesão, parceiro, já quero aquela puta que você é.

– Ummm, você é um diabo, de qualquer outro eu ficaria puta, mas de você, eu gosto, me chama de puta.

– Você é uma puta, incestuosa e sapatão. Vou arrebentar esse seu cu como uma vagabunda qualquer. – segurei as mãos dela e prendi atrás com uma mão, a outra usei pra puxar o peito dela pra fora e chupei, sem dó e mordendo – boas tetas você tem, filha da puta, vai ter que agradecer ao seu pai por ter esfregado tanto – ela gemia e reclamava baixinho.

– Me come, filho da puta, aaaa – abri as pernas dela e meti a mão na buceta – aaaah porra, siiiim – enfiei dois dedos sem mais – pooooorra siiiim, fera, siiiim – eu fodia a buceta dela com os dedos enquanto mordia os peitos – AAAh… siiiim…

– Se olha no espelho, cara de puta que você tem.

– UUUUUuuuuh siiiiii… uma boa puta… siiiiiim… vou gozar… siiiiiim

– Sua puta, promíscua… puta, puta… chupa-pau… chupa-buceta…

– Tô gozandooooooooooo siiiiiiiiiiiiiim

Foi um orgasmo intenso e longo, ela se entregou nos meus braços, mole. Joguei ela na cama dela, ainda ofegante e arfando, de bruços, tirei o pau durasso e me preparei pra comer o cu dela. Tava excitado, levantei a saia dela, uma bundinha pequena, metade da da minha mãe que era bem mais voluptuosa, mas tinha um tesão indecente, parecia uma bunda de menina, outro cu pra desvirgar, minhas bolas se reviraram de prazer. Também não tava pra contemplações com o tesão que eu tava, mas é que ela queria uma enrabada igual a que eu dei na mãe dela, então não pensei muito e dei dois tapas bons.

– Essa bundinha de menina vai saber o que é um bom pau – levantei o cu dela pra cima e separei as pernas – vou foder você vestida pra ocasião.

Porém, a visão da bucetinha bem inchada me seduziu. demais, então primeiro enfiei o rabo na buceta dela até o talo. Adorava foder ela, tê-la assim e com a imagem do corpo dela e o da June se pegando uma com a outra, como a June chupava os peitos dela e aquela mesma buceta que eu tava fodendo e esse cuzinho que eu ia profanar.

- AAAAAAAAAAAAhh, que pica dura… ufff… deus… que delícia…
- Que delícia o quê, vai, fica Promíscua e vulgar, que você adora, se olha de quatro, vestida de puta, montada igual uma cadela no cio, sente minha pica entrando e saindo da sua boceta.
- Uffff você me excita… que Promíscua… siiiim, que delícia como você me fode… continua me dando pica, pica grossa… o que você mandar… igual uma cadela… siiiim… uuuuuummmm…
- Goza, cadela, pede pra eu meter a pica, sua puta no cio, que eu te ouça… bem alto… - tenho que confessar que o que mais me excita é ouvir mulheres falando obscenidades, uma voz feminina soltando putaria é o mais safado. – toma pica até o talo… - dito e feito, de uma vez, até o fundo – fodida, cadela, bem cheia de carne de pica… até você gozar igual uma porca
- siiiim, cadela… ummmm… fodida, cheia de… pica, uuuuufff… siiiim – tirei ela toda
- Mais alto, sua puta fodida, ou não te fodo com meu cacete de filho da puta. – deixei bem na entrada dos lábios da buceta, instintivamente ela se jogou pra trás pra enfiar, mas eu também recuei – puta no cio… fala alto
- DEUS, ME METE TEU CACETE DE FILHO DA PUTA, SOU UMA CADELA FODIDA, CHEIA DE PICA, ME METE A PICA ATÉ O TALO… - enfiei de uma vez, com certeza o - pai dela tinha ouvido, isso me deixava louco, ela saber como eu tava comendo a filhinha dele, e dei dois tapas bons na bundinha dela – AAAAAAAAAAAAAAHHH DEUSSSSSSSS SIIIIIIIIIIIII NÃO TIRA ELA, FILHO DA PUTA… que eu vou gozarooooooooo…….. aaaaarrfffffff gggggggggmm

Ela acabou se largando sem mais, minha pica fez um barulho gostoso ao sair, eu não tinha gozado e ainda tava duro. A Sara ainda tinha espasmos de um orgasmo animal. Isso me lembrou minha mãe quando gozava, falhando entre o pai dela e eu, quando metíamos as duas picas nela e dilatávamos a buceta dela de um jeito incrível. Pensei nela e que a gente devia voltar a foder ela assim, eu e meu avô, nenhuma das tias que eu comia tinha essa capacidade de buceta nem de obscenidade, claro que nenhuma era como ela, Catalina, a grande incestuosa, o pai e o filho, seus vícios preferidos, excitada pela perversão de ter o pai entre as coxas dela, sussurrando palavras contraditórias:

- Ummm, papai, como eu te amo, você é o melhor pai, - entre filha meiga com ele, beijando ele com carinho, e mulher fogosa gozando com o pai safado – não para de me foder, papai, me dá forte, monta com vontade na sua filha da alma.

E a perversão de me ter ali, o filho dela, esperando a vez pra copular com a mamãe querida.

- Ummmmmm chupem um peito cada um.....ummmmm me monta, filho meu....preciso de você dentro...

Enfim, uma boa obra.

Sara se recuperava aos poucos, se virou, os olhinhos brilhando, o corpo relaxado, logo passou a mão na minha pica e começou a acariciar, dura e molhada dos fluidos dela.

- Como eu gosto disso, parceira, que gozada, porra – ela se inclinou pra minha pica e beijou minha glande – obrigada pela foda, pica.

- Hahaha, e eu, o quê, parceira? – ela riu e, sem parar de me masturbar, me beijou na boca suavemente – você gosta de ser uma puta, hein?

- Uff e assim vestida, mais ainda. Um conjunto bonito. Valeu, parceira. Eu me comportei bem? Fui bem Promíscua? – ela não parava de me masturbar – porra, como eu gosto da sua...rola, que palavra Promíscua, ufff e que dura, só de pensar que tive ela dentro de mim já fico molhada.

- Mais Promíscua você vai ser, mas você gostou de ser obscena, não?

- Uf sim, parceira, mas foi difícil. E mais ainda me ouvir tão alto. Você tem que me ensinar a ser mais Promíscua.

- Me pede pra deixar você chupar minha rola.

- Ummmm, porra, parceira...você deixa eu chupar sua rola?

- E as bolas também, vai, chupa minhas bolas, puta fogosa, tô com elas duras. cheios de esperma pro teu cu.
Ela fez isso sem reclamar.
— Para já, puta — me estiquei de barriga pra cima — vem, enfia essas tetonas na minha boca. Gosto das tuas peras balançando, de quatro, putinha, tu gosta, hein?
— Chupa minhas peras, hummm uf…deus, como tu mama, parceiro.
— Vem, se estica de barriga pra baixo — peguei o potinho de vaselina e passei generosamente em dois dedos, coloquei no cu dela e comecei a massagear o buraco — vou te comer no cu. As putas levam no cu. — ela gemia baixinho e eu ia enfiando um dedo — tu gosta?
— Humm sim, gosto — passei mais vaselina e enfiei dois dedos — aa…hum sim, gosto…
— Ufff não aguento mais, me pede.
— Uff sim, me come no cu, me come no cu, me come no cu.
Apontei pro cu dela, separei bem as bundinhas, e empurrei, deusss que apertadinho que era — toma, foxy — empurrei mais e enfiei a glande.
— AAAAAAAAhhh…porraaa…hummmm…dói…uff — empurrava mais e ia entrando graças à vaselina, mas puxava a pele — aaaah….porraaaa…
— Puta lésbica, engole pica no cu… — ela gemia, suspirava e reclamava, mas aguentava o cu — tô te comendo no cu… — um espetáculo pra mim, a bundinha pequena dela fazia meu pau parecer muito maior, bem diferente de quando eu comia o cu da minha mãe. — vou te arrebentar com minha pica, Promíscua — não quis dar descanso e tirar, continuei empurrando, queria enfiar tudo de uma vez, ela gemia e gritava mais, era impossível o pai dela não ouvir lá fora, o que me excitava ainda mais. Dei dois tapas na bundinha dela, agarrei no cabelo e puxei — porra…entra logo, vagabunda… — dei uma estocada com o quadril e enfiei tudo, ela gritou — agora tu tá bem comida no cu.
— Arfff….porra, porra…siiiim como sinto teu pau…uffffff…gosto, dói…hummm
— Agora mexe a bunda que quero gozar gostoso — dei dois tapas e puxei o cabelo — mexe a bunda, égua, me dá prazer na pica…
— AAaaaaahhh sim sim — mexia a bunda — hummm gosto…siiiim — ela realmente gostava, então Eu chupei devagar, também tava doendo em mim a pica de tanto esticar a pele.

- Porra, sua sapatão promíscua, não aguento mais… quer gozar… fala… igual eu fiz com sua mãe… meu gozo no teu cu…

- Ah sim, me dá gozo, sim, me dá, porra… sinto ele dentro… parece maior pelo cu…

Descarreguei minhas bolas com um prazer intenso, vendo a bunda dela violentada pelo meu pauzão.

Quando finalmente tirei, tive que ir lavar ele, claro. Quando voltei, ela estava imóvel, de bruços, ainda suspirando.

- Nossa, mano, que delícia. Gostei. Valeu. Não é à toa que minha mãe ficou sem fala… hummm… uf… tô dolorida e acabada.

- Estreei teu cu, Sara. Arrombado e cheio de porra. Agora você é uma puta completa.

- Me beija, mano, você é um demônio.Nem preciso dizer que saí de lá encantado. E fui pra casa contar pra minha mãe que no dia seguinte a gente ia na loja de motos.

(CONTINUA...)

6 comentários - Minha mãe virou minha mulher (15) (+18)

Hoy he terminado de leerme todos los 15 relatos de esta ´´saga´´ y lo unico que puedo decir es EXIJO MAS!!! xD no puedes dejarnos con las ganas aun falta mucho por contar!! espero pronto actualizes la historia por favor!! simplemente es genial, me dulen las pelotas de tanto eyacular leyendo esto xDDD
Opino lo mismo, q Master, quiero por favor, q subas los q faltan !!!
Recomendé los 15 y te deje todos los puntos aquí !!!
Gracias !!!
hola loco aca van otros 10 puntos geniales tus relatos