Depois de me masturbar várias vezes pensando em como comiam minha mãe e no que ela estaria fazendo com os negões, voltei pro meu quarto e dormi, porque o trabalho da escola e a surpresa da minha mãe me deixaram muito exausto. No dia seguinte, acordei com um tapa na cara. Era minha mãe, com a voz alta e meio brava, dizendo: — Já são mais de 10 da manhã, seu vagabundo, levanta logo e faz algo útil. Ela estava radiante, com uma calça jeans justa sem bolsos e um top vermelho de barriga de fora, com um decote bem aberto. Me olhou com um ar de superioridade. Eu não sabia a que horas ela tinha chegado. Falei: — Mãe, me desculpa pelo que você leu antes, tô muito envergonhado, me perdoa, por favor. — Não vem pedir desculpas agora. Você se punhetava pensando em como me comiam, né? Já viu, não viu? Gostou, né? Me responde! — Mãe, me desculpa, por favor, não vou fazer mais, juro. — Ah, não, isso não. Você fica louco vendo como me comem, então vou te dar motivo pra você se punhetar. Agora aguenta por ter escrito essas porcarias. Agora se troca e desce pra tomar café, que a gente vai sair. Depois, minha mãe saiu batendo a porta. A atitude dela me deixou confuso, mas ao mesmo tempo eu ainda tava excitado, lembrando da comilança que os três negões deram nela ontem à noite. Mas não sabia que outras coisas minha mãe seria capaz de fazer.
Tomei banho e desci pra tomar café. Ela não estava lá embaixo, mas vi um envelope na mesa. Abri e encontrei um bilhete que dizia: "Faz uma boa punheta". Esvaziei o conteúdo e eram fotos da minha mãe transando com os caras de ontem à noite. Umas 80 fotos, parecia que tinham sido tiradas num motel. Minha mãe aparecia beijando aqueles três paus enormes, um por um, lambendo, chupando. Era uma excitação danada ver em fotos minha linda mãe mamando aqueles paus pretos. Em outras, ela estava com os três na cara dela. Tinha fotos onde eles comiam a bunda enorme dela, outras onde ela fazia siririca em cada negão, outras de quatro sendo fodida, e umas com o cu dilatado depois de... foder ela, por último umas com o rosto dela coberto de porra e sorrindo, eu tava muito excitado e com uma ereção firme, mas larguei as fotos e tomei café rápido, quando terminei peguei as fotos e comecei a me esfregar por cima da calça, nisso ouvi a voz da minha mãe: -puxa, vejo que você gostou muito das minhas fotos, né, seu safado?-, -mãe, eu, eu não-, ela me puxou pelo braço e me levou pro meu quarto, ficou brava, mas me surpreendeu com o que disse: -agora sim, seu safado, agora sim bate uma, bate uma na minha frente, olhando as fotos-, -não, não consigo, mãe, me desculpa-, -tô mandando você fazer, porra! faz isso olhando as fotos-, ela disse enquanto segurava e apertava minhas bochechas com as mãos, nisso minha mãe baixou minha calça e colocou na minha mão uma foto onde ela tava mamando uns paus pretos e colocou minha outra mão no meu pau, -faz isso, porra! você tá morrendo de vontade de fazer-, aquela situação aos poucos começou a me excitar, comecei a olhar pros peitões enormes dela naquele top vermelho sensual que ela tava usando e pra própria foto, comecei a bater uma, forte e rápido, não aguentei muito e gozei, minha mãe que tinha sentado na minha frente me olhava com muita raiva e seriedade, de repente ironicamente sorriu e levantou e brava disse: -que pervertido que você saiu, vou me trocar, se arruma que vamos sair e se apressa!-, tava muito confuso mas também excitado, me limpei e me troquei como ela mandou, depois desci pra sala.
Depois de 15 minutos minha mãe desceu, tava deslumbrante: ela tinha vestido uma minissaia bem curta vermelha, com meia calça preta e uns sapatos pretos de salto altíssimo, a blusa era sem manga preta com o decote mais aberto que já vi nela, tava maquiada e bem penteada, pegou a bolsa e com a mão me indicou pra sair, entrei no carro, no caminho perguntei pra onde a gente ia, -você vai ver na hora, agora cala a boca-, minha mãe continuou dirigindo, até que chegamos numa zona de prostituição conhecida da cidade, eu sabia porque tinha visto no jornal, onde tinha muitos motéis e nas Nos arredores, dezenas de mulheres com roupas mínimas e bem sensuais esperavam clientes. Ele estacionou a caminhonete naquele lugar. — Mãe, o que a gente tá fazendo aqui? Por que viemos pra cá? — Nisso, minha mãe tirou um papel da bolsa e jogou na minha cara. — Por isso, filho da puta. Então você fantasiava escrevendo que eu me prostituía numa zona dessas, né? Pois agora vai acontecer. Vou ser uma puta e você vai me ver fazendo isso. — Ela tinha jogado um conto meu, que escrevi imaginando ela como uma daquelas vagabundas. — Mãe, pelo amor de Deus, esquece tudo e vamos pra casa, por favor. — Agora aguenta, caralho! Você queria me ver assim, pois se realizou. Sou uma slut procurando cliente. — Em seguida, pegou a bolsa e desceu da caminhonete. Vi que ela andou pela calçada, rebolando aquele rabão de um jeito obsceno, bem provocante, e parou uns 15 metros do carro. Pra ser sincero, nenhuma das outras mulheres era tão gostosa ou sexy quanto ela.
As mulheres daquele lugar a trataram como mais uma. Vi que não passaram nem dois minutos e um homem se aproximou da minha mãe. Devia ter uns 50 anos, meio careca e não muito bonito. Conversaram pouco tempo e depois disso caminharam juntos pra um dos vários hotéis daquela zona. Senti o coração batendo a mil. De longe, vi o cara começar a apalpar a bunda dela de um jeito obsceno. Nisso, minha mãe virou pra onde estava a caminhonete e me deu um sorriso descarado. Entraram naquele hotel e eu perdi eles de vista. Não sabia o que fazer nem o que pensar. Nunca imaginei que minha mãe fosse descobrir meus contos, muito menos colocá-los em prática. Às vezes me sentia mal, outras vezes sentia uma excitação enorme que me fazia bater uma freneticamente. Naquele momento, imaginei minha mãe fodendo com aquele babaca e fiquei muito excitado. Tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar no carro. Quando terminei, me recostei no banco. Depois de quase uma hora, eles saíram. O cara parecia mais que satisfeito, minha mãe também, mas ela vivia virando e me dando um sorriso irônico. O cara foi embora e minha mãe voltou pra voltou pra onde tava, nisso em 5 minutos outros 2 homens chegaram com ela, tinham uns 35 anos, minha mãe falou com eles e de novo os 3 entraram no hotel, igual minha mãe me olhou quando entrou, tava excitadíssimo, de imaginar minha mãe naquele trio fiquei com muito tesão e me masturbei de novo, uma hora depois os 3 saíram juntos, minha mãe se despediu deles com beijo e eles foram embora, assim que minha mãe saiu outro cliente de uns 45 anos chegou nela, conversaram e entraram no hotel, minha mãe já parecia uma puta completa.
Passou mais uma hora e eles saíram, os 2 sorrindo, em 5 minutos de novo um cliente chegou na minha mãe, um cara de uns 50 anos, ela aceitou de novo e o cara entrando no hotel já começou a pegar na bunda dela igual o primeiro, do mesmo jeito passou uma hora e eles saíram, minha mãe andou até o carro, entrou e disse: -gostou de me ver me prostituindo?, gosta de ter uma mãe assim?-, -mãe para com isso já, desculpa-, -sou eu que decido quando acaba tudo entendeu pivete-, depois disso enfiou a mão no decote e tirou umas notas, me deu e disse -esse dinheiro é seu gasto pra escola, fruto da minha prostituição, daqui vai sair o dinheiro que vou te dar-, isso tava saindo do meu controle, ela tava me entregando o dinheiro que tinha ganhado se prostituindo, mas será que ia continuar fazendo isso?, não sabia o que pensar, ela começou a dirigir, voltamos pra casa já era quase noite, cada um jantou separado, depois fui dormir, minha mãe tomou banho e deitou na cama dela, parecia exausta, verdade que não sabia se ela tinha realmente gostado de transar com aqueles 5 homens, a única coisa que tinha certeza era a raiva da minha mãe de mim, ela fazia aquilo pra me dar uma lição pelo que tinha lido nos meus contos escritos, então tudo era pra me fazer sentir mal e repensar meu comportamento, mas a verdade é que mesmo me deixando confuso aquela atitude e ações tão pesadas, em mim tinha mais excitação do que incômodo, mas se ela percebesse isso talvez o joguinho acabasse, embora eu percebesse que talvez pra dar a lição, eu transformaria todas as histórias em realidade, e faltavam várias pra terminar. Cheguei à conclusão de fazer ela acreditar que a atitude dela me incomodava, porque ela queria me fazer sentir mal, não me dar prazer.
Ainda não conseguia pegar no sono, porque minha excitação não passava, ainda mais depois de viver a enorme excitação de vê-la como uma verdadeira prostituta. Naquele momento, vi as fotos da minha mãe com os caras negros que ela tinha deixado pra mim num envelope de manhã na sala de jantar, que tinham ficado lá no meu quarto. Peguei elas e comecei a me masturbar olhando. Que gostosa minha mãe parecia chupando pica, que gostosa parecia de quatro sendo fodida no cu, que cuzão enorme aparecia naquela posição, que tesão ver o rostinho lindo dela cheio de porra daqueles 3 caras. Aí me veio uma ideia: como minha mãe tava dormindo, deu vontade de ir no quarto dela e me masturbar na frente dela. Meu coração quase saiu pela boca de excitação. Peguei as fotos, saí do meu quarto e abri devagar o dela, que com o cansaço ela nem tinha fechado direito. A luz tava acesa, minha mãe dormia profundamente, tava realmente exausta. Como tinha tomado banho, vestia só uma camisola fina e uma fio dental, ambos brancos. Tava uma delícia, tava deitada de lado, então a bunda dela tava toda à mostra. Tirei a pica na hora e comecei a me masturbar olhando pra aquela rabetão. Não aguentei muito e gozei. Fiz mais uma vez, dessa vez me aproximando da bunda dela, observando como era grande e redonda, e vendo a fio dental sumir naquele cu incrível. Decidi que já era o suficiente e que eu poderia acordar ela, então saí com cuidado e fui dormir, porque no dia seguinte tinha que ir pra escola.
No dia seguinte, na escola, recebi uma ligação. Olhei o celular, era minha mãe. Atendi e comecei a ouvir gemidos. Eram fortes, sem dúvida era ela fodendo. Mas com quem, no trabalho? Depois ela começou a falar: - Mmmmm, que gostoso, me fode mais forte, empurra mais duro, me come bem, uuuhhhh... aaaahhh, uuuuuufffffff, aaaaahhhhhhhhhhhh, chupa minhas tetas, aah sim, oooooohhhhh sim-, nessa hora entrei no banheiro e comecei a me masturbar enquanto ouvia os gemidos da minha mãe, depois de 4 minutos a ligação acabou, não sabia com quem ela estava transando, será que era no trabalho dela na empresa? O resto do dia não pensei em outra coisa senão na minha mãe e em como ela gemia no telefone, dava pra ver que ela estava realmente excitada e aproveitando a foda, me deixou com muito tesão. No caminho pra casa recebi uma mensagem da minha mãe com uma foto dizendo: “filhinho, hoje a mamãe não vai chegar cedo, pede comida fora, tenho uma reunião ‘particular’ com o Samuel, meu colega dominicano, que acho que você conheceu outro dia em casa, te mando uma foto de como trabalhamos, beijos”, a imagem mostrava minha mãe no escritório dela beijando uma pica preta que quase ocupava o rosto inteiro dela, devia ter uns 20 cm de comprimento por 5 de largura, minha mãe na selfie aparecia com metade da cabeça da pica dentro dos lábios vermelhos dela, com um olhar entre sério e muito safado, ao receber isso minha excitação aumentou, assim que cheguei em casa me masturbei várias vezes imaginando minha mãe fodendo como uma louca. Pedi comida por telefone, umas 9:40 da noite minha mãe chegou, sentou na sala altiva com um sorriso irônico e com o olhar fixo me perguntou se eu tinha gostado da ligação e da foto, subi pro meu quarto sem responder, de qualquer jeito não sabia nem o que dizer pra ela.
O resto da semana passou sem grandes novidades, minha mãe continuava fria e altiva comigo, cada um tomava café e comia por conta própria, até sábado à tarde depois do almoço minha mãe me disse que a gente ia sair daqui a pouco e que eu não queria perguntas de nenhum tipo, obedeci e perto das 8 já estava pronto na sala, quando vi ela descendo arrumada, fiquei babando, ela estava incrivelmente fodível, vestia uma minissaia vermelha muito justa, sem meia, também uma blusa sem manga preta com decote largo em V, com uma maquiagem intensa e muito sensual, pegou uma bolsinha e me ordenou Subir no carro, depois de uns 15 minutos dirigindo, chegamos numa área de bares. Ele estacionou o carro, minha mãe mandou eu descer. Ver ela tão gostosa naquele lugar me deixou excitado pra caralho. Ela desceu e mandou eu caminhar com ela. Todos os olhares se voltavam pra minha mãe deslumbrante, eu via os caras cravando os olhos naquele rabão dela. Chegamos num lugar chamado "Donas da Noite". Minha mãe falou com o porteiro: "Esse moleque é maior de idade, eu respondo por ele, deixa entrar". Entramos os dois. Era um lugar grande, com um palco no centro e um tubo. A gente tava num table dance, cheio de homens que não tiravam os olhos da minha mãe. Falei irritado: "O que a gente tá fazendo aqui, que porra é essa?" Ela respondeu: "Ué, viemos realizar sua fantasia de ver sua mãe dançando sensual no tubo. Te falei que você ia aguentar." Quando ouvi isso, fiquei louco de tesão. Minha mãe pediu duas cervejas, ela só tomou uns goles e disse: "Vou indo, aproveita o show que sua mãe vai dar pra todo mundo." Vi ela subir umas escadas e entrar num quarto. No palco, uma mina tava dançando, era bonitinha, mas não chegava nem aos pés da minha mãe. Tava excitado e nervoso.
Depois de uns 20 minutos, uma voz anunciou uma mulher: "Senhores, tenho a honra de apresentar uma mulher com um corpo e uma beleza sem igual, com vocês a sensualíssima: Andrea!" A música começou, o palco se iluminou e minha mãe apareceu transformada, agora vestida como uma executiva gostosa, com um terno preto bem provocante. Ela caminhou sensual até o tubo, todos os homens assobiaram. Ao chegar no tubo, minha mãe agarrou ele e começou a rebolando sensual, com as mãos tirando o paletó aos poucos e jogando pro público. Ela dançava no ritmo da música, com harmonia e sintonia, se livrando das roupas. O jeito que ela mexia a cintura e aquele rabo era tão sensual que, aproveitando a escuridão, comecei a bater uma. Minha mãe tava só de sutiã e fio dental, aí ela desceu do cenário e começou a dançar para os homens mais próximos, enquanto dançava, colocava os peitões enormes perto deles, alguns enfiavam notas na tanga dela ou minha mãe dançou pra cada um, depois subiu no palco, a música mudou de ritmo e nessa minha mãe tirou o sutiã, os assobios aumentaram, minha mãe pegou nos peitos e começou a lamber eles, enquanto continuava rebolando a cintura sensual, segurou no tubo e se movia em volta dele, chegou a lamber ele de forma sensual, nisso virou de costas, se abaixou e desceu a tanga, os homens ficaram em êxtase, ela jogou a tanga e vi que o cara que pegou cheirou ela igual um louco, minha mãe completamente pelada continuou dançando no ritmo da música, passava as mãos por todas as curvas dela com uma sensualidade do caralho, não aguentei mais e gozei, ninguém percebia que eu tava batendo uma porque não tiravam os olhos da mulher gostosa que dançava.
Continuou dançando mais um pouco, quando saiu todo mundo aplaudiu, tavam doidos pela minha mãe, fiquei com a boca seca e terminei as 2 cervejas, uns 15 minutos depois recebi uma mensagem: "Sai e vem pro carro ou vou embora sem você", como ela já tinha pago as cervejas saí sem problema nenhum, no carro minha mãe me esperava fumando e com o som ligado, vestia a mesma roupa que tinha vindo, falei pra ela: -quando isso vai acabar mãe?-, ela arrogante e cortante respondeu: -isso quem decide sou eu mocinho, sua mãe vai se divertir pra caralho e vou decidir o que fazer, não me vem dizer que não gostou porque te vi batendo uma, comigo não tem esse joguinho-, nisso arrancou, quando chegamos bati mais uma bronha no meu quarto, não acreditava que o que tinha escrito naqueles contos tava virando realidade, minha mãe fazia exatamente o que eu fantasiava, nem mais nem menos, quando já ia dormir ouvi vozes lá embaixo, fui ver e vi um dos negros do outro dia na sala com minha mãe, pelo visto ela se preparava pra se divertir muito.
Tomei banho e desci pra tomar café. Ela não estava lá embaixo, mas vi um envelope na mesa. Abri e encontrei um bilhete que dizia: "Faz uma boa punheta". Esvaziei o conteúdo e eram fotos da minha mãe transando com os caras de ontem à noite. Umas 80 fotos, parecia que tinham sido tiradas num motel. Minha mãe aparecia beijando aqueles três paus enormes, um por um, lambendo, chupando. Era uma excitação danada ver em fotos minha linda mãe mamando aqueles paus pretos. Em outras, ela estava com os três na cara dela. Tinha fotos onde eles comiam a bunda enorme dela, outras onde ela fazia siririca em cada negão, outras de quatro sendo fodida, e umas com o cu dilatado depois de... foder ela, por último umas com o rosto dela coberto de porra e sorrindo, eu tava muito excitado e com uma ereção firme, mas larguei as fotos e tomei café rápido, quando terminei peguei as fotos e comecei a me esfregar por cima da calça, nisso ouvi a voz da minha mãe: -puxa, vejo que você gostou muito das minhas fotos, né, seu safado?-, -mãe, eu, eu não-, ela me puxou pelo braço e me levou pro meu quarto, ficou brava, mas me surpreendeu com o que disse: -agora sim, seu safado, agora sim bate uma, bate uma na minha frente, olhando as fotos-, -não, não consigo, mãe, me desculpa-, -tô mandando você fazer, porra! faz isso olhando as fotos-, ela disse enquanto segurava e apertava minhas bochechas com as mãos, nisso minha mãe baixou minha calça e colocou na minha mão uma foto onde ela tava mamando uns paus pretos e colocou minha outra mão no meu pau, -faz isso, porra! você tá morrendo de vontade de fazer-, aquela situação aos poucos começou a me excitar, comecei a olhar pros peitões enormes dela naquele top vermelho sensual que ela tava usando e pra própria foto, comecei a bater uma, forte e rápido, não aguentei muito e gozei, minha mãe que tinha sentado na minha frente me olhava com muita raiva e seriedade, de repente ironicamente sorriu e levantou e brava disse: -que pervertido que você saiu, vou me trocar, se arruma que vamos sair e se apressa!-, tava muito confuso mas também excitado, me limpei e me troquei como ela mandou, depois desci pra sala.
Depois de 15 minutos minha mãe desceu, tava deslumbrante: ela tinha vestido uma minissaia bem curta vermelha, com meia calça preta e uns sapatos pretos de salto altíssimo, a blusa era sem manga preta com o decote mais aberto que já vi nela, tava maquiada e bem penteada, pegou a bolsa e com a mão me indicou pra sair, entrei no carro, no caminho perguntei pra onde a gente ia, -você vai ver na hora, agora cala a boca-, minha mãe continuou dirigindo, até que chegamos numa zona de prostituição conhecida da cidade, eu sabia porque tinha visto no jornal, onde tinha muitos motéis e nas Nos arredores, dezenas de mulheres com roupas mínimas e bem sensuais esperavam clientes. Ele estacionou a caminhonete naquele lugar. — Mãe, o que a gente tá fazendo aqui? Por que viemos pra cá? — Nisso, minha mãe tirou um papel da bolsa e jogou na minha cara. — Por isso, filho da puta. Então você fantasiava escrevendo que eu me prostituía numa zona dessas, né? Pois agora vai acontecer. Vou ser uma puta e você vai me ver fazendo isso. — Ela tinha jogado um conto meu, que escrevi imaginando ela como uma daquelas vagabundas. — Mãe, pelo amor de Deus, esquece tudo e vamos pra casa, por favor. — Agora aguenta, caralho! Você queria me ver assim, pois se realizou. Sou uma slut procurando cliente. — Em seguida, pegou a bolsa e desceu da caminhonete. Vi que ela andou pela calçada, rebolando aquele rabão de um jeito obsceno, bem provocante, e parou uns 15 metros do carro. Pra ser sincero, nenhuma das outras mulheres era tão gostosa ou sexy quanto ela.
As mulheres daquele lugar a trataram como mais uma. Vi que não passaram nem dois minutos e um homem se aproximou da minha mãe. Devia ter uns 50 anos, meio careca e não muito bonito. Conversaram pouco tempo e depois disso caminharam juntos pra um dos vários hotéis daquela zona. Senti o coração batendo a mil. De longe, vi o cara começar a apalpar a bunda dela de um jeito obsceno. Nisso, minha mãe virou pra onde estava a caminhonete e me deu um sorriso descarado. Entraram naquele hotel e eu perdi eles de vista. Não sabia o que fazer nem o que pensar. Nunca imaginei que minha mãe fosse descobrir meus contos, muito menos colocá-los em prática. Às vezes me sentia mal, outras vezes sentia uma excitação enorme que me fazia bater uma freneticamente. Naquele momento, imaginei minha mãe fodendo com aquele babaca e fiquei muito excitado. Tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar no carro. Quando terminei, me recostei no banco. Depois de quase uma hora, eles saíram. O cara parecia mais que satisfeito, minha mãe também, mas ela vivia virando e me dando um sorriso irônico. O cara foi embora e minha mãe voltou pra voltou pra onde tava, nisso em 5 minutos outros 2 homens chegaram com ela, tinham uns 35 anos, minha mãe falou com eles e de novo os 3 entraram no hotel, igual minha mãe me olhou quando entrou, tava excitadíssimo, de imaginar minha mãe naquele trio fiquei com muito tesão e me masturbei de novo, uma hora depois os 3 saíram juntos, minha mãe se despediu deles com beijo e eles foram embora, assim que minha mãe saiu outro cliente de uns 45 anos chegou nela, conversaram e entraram no hotel, minha mãe já parecia uma puta completa.
Passou mais uma hora e eles saíram, os 2 sorrindo, em 5 minutos de novo um cliente chegou na minha mãe, um cara de uns 50 anos, ela aceitou de novo e o cara entrando no hotel já começou a pegar na bunda dela igual o primeiro, do mesmo jeito passou uma hora e eles saíram, minha mãe andou até o carro, entrou e disse: -gostou de me ver me prostituindo?, gosta de ter uma mãe assim?-, -mãe para com isso já, desculpa-, -sou eu que decido quando acaba tudo entendeu pivete-, depois disso enfiou a mão no decote e tirou umas notas, me deu e disse -esse dinheiro é seu gasto pra escola, fruto da minha prostituição, daqui vai sair o dinheiro que vou te dar-, isso tava saindo do meu controle, ela tava me entregando o dinheiro que tinha ganhado se prostituindo, mas será que ia continuar fazendo isso?, não sabia o que pensar, ela começou a dirigir, voltamos pra casa já era quase noite, cada um jantou separado, depois fui dormir, minha mãe tomou banho e deitou na cama dela, parecia exausta, verdade que não sabia se ela tinha realmente gostado de transar com aqueles 5 homens, a única coisa que tinha certeza era a raiva da minha mãe de mim, ela fazia aquilo pra me dar uma lição pelo que tinha lido nos meus contos escritos, então tudo era pra me fazer sentir mal e repensar meu comportamento, mas a verdade é que mesmo me deixando confuso aquela atitude e ações tão pesadas, em mim tinha mais excitação do que incômodo, mas se ela percebesse isso talvez o joguinho acabasse, embora eu percebesse que talvez pra dar a lição, eu transformaria todas as histórias em realidade, e faltavam várias pra terminar. Cheguei à conclusão de fazer ela acreditar que a atitude dela me incomodava, porque ela queria me fazer sentir mal, não me dar prazer.
Ainda não conseguia pegar no sono, porque minha excitação não passava, ainda mais depois de viver a enorme excitação de vê-la como uma verdadeira prostituta. Naquele momento, vi as fotos da minha mãe com os caras negros que ela tinha deixado pra mim num envelope de manhã na sala de jantar, que tinham ficado lá no meu quarto. Peguei elas e comecei a me masturbar olhando. Que gostosa minha mãe parecia chupando pica, que gostosa parecia de quatro sendo fodida no cu, que cuzão enorme aparecia naquela posição, que tesão ver o rostinho lindo dela cheio de porra daqueles 3 caras. Aí me veio uma ideia: como minha mãe tava dormindo, deu vontade de ir no quarto dela e me masturbar na frente dela. Meu coração quase saiu pela boca de excitação. Peguei as fotos, saí do meu quarto e abri devagar o dela, que com o cansaço ela nem tinha fechado direito. A luz tava acesa, minha mãe dormia profundamente, tava realmente exausta. Como tinha tomado banho, vestia só uma camisola fina e uma fio dental, ambos brancos. Tava uma delícia, tava deitada de lado, então a bunda dela tava toda à mostra. Tirei a pica na hora e comecei a me masturbar olhando pra aquela rabetão. Não aguentei muito e gozei. Fiz mais uma vez, dessa vez me aproximando da bunda dela, observando como era grande e redonda, e vendo a fio dental sumir naquele cu incrível. Decidi que já era o suficiente e que eu poderia acordar ela, então saí com cuidado e fui dormir, porque no dia seguinte tinha que ir pra escola.
No dia seguinte, na escola, recebi uma ligação. Olhei o celular, era minha mãe. Atendi e comecei a ouvir gemidos. Eram fortes, sem dúvida era ela fodendo. Mas com quem, no trabalho? Depois ela começou a falar: - Mmmmm, que gostoso, me fode mais forte, empurra mais duro, me come bem, uuuhhhh... aaaahhh, uuuuuufffffff, aaaaahhhhhhhhhhhh, chupa minhas tetas, aah sim, oooooohhhhh sim-, nessa hora entrei no banheiro e comecei a me masturbar enquanto ouvia os gemidos da minha mãe, depois de 4 minutos a ligação acabou, não sabia com quem ela estava transando, será que era no trabalho dela na empresa? O resto do dia não pensei em outra coisa senão na minha mãe e em como ela gemia no telefone, dava pra ver que ela estava realmente excitada e aproveitando a foda, me deixou com muito tesão. No caminho pra casa recebi uma mensagem da minha mãe com uma foto dizendo: “filhinho, hoje a mamãe não vai chegar cedo, pede comida fora, tenho uma reunião ‘particular’ com o Samuel, meu colega dominicano, que acho que você conheceu outro dia em casa, te mando uma foto de como trabalhamos, beijos”, a imagem mostrava minha mãe no escritório dela beijando uma pica preta que quase ocupava o rosto inteiro dela, devia ter uns 20 cm de comprimento por 5 de largura, minha mãe na selfie aparecia com metade da cabeça da pica dentro dos lábios vermelhos dela, com um olhar entre sério e muito safado, ao receber isso minha excitação aumentou, assim que cheguei em casa me masturbei várias vezes imaginando minha mãe fodendo como uma louca. Pedi comida por telefone, umas 9:40 da noite minha mãe chegou, sentou na sala altiva com um sorriso irônico e com o olhar fixo me perguntou se eu tinha gostado da ligação e da foto, subi pro meu quarto sem responder, de qualquer jeito não sabia nem o que dizer pra ela.
O resto da semana passou sem grandes novidades, minha mãe continuava fria e altiva comigo, cada um tomava café e comia por conta própria, até sábado à tarde depois do almoço minha mãe me disse que a gente ia sair daqui a pouco e que eu não queria perguntas de nenhum tipo, obedeci e perto das 8 já estava pronto na sala, quando vi ela descendo arrumada, fiquei babando, ela estava incrivelmente fodível, vestia uma minissaia vermelha muito justa, sem meia, também uma blusa sem manga preta com decote largo em V, com uma maquiagem intensa e muito sensual, pegou uma bolsinha e me ordenou Subir no carro, depois de uns 15 minutos dirigindo, chegamos numa área de bares. Ele estacionou o carro, minha mãe mandou eu descer. Ver ela tão gostosa naquele lugar me deixou excitado pra caralho. Ela desceu e mandou eu caminhar com ela. Todos os olhares se voltavam pra minha mãe deslumbrante, eu via os caras cravando os olhos naquele rabão dela. Chegamos num lugar chamado "Donas da Noite". Minha mãe falou com o porteiro: "Esse moleque é maior de idade, eu respondo por ele, deixa entrar". Entramos os dois. Era um lugar grande, com um palco no centro e um tubo. A gente tava num table dance, cheio de homens que não tiravam os olhos da minha mãe. Falei irritado: "O que a gente tá fazendo aqui, que porra é essa?" Ela respondeu: "Ué, viemos realizar sua fantasia de ver sua mãe dançando sensual no tubo. Te falei que você ia aguentar." Quando ouvi isso, fiquei louco de tesão. Minha mãe pediu duas cervejas, ela só tomou uns goles e disse: "Vou indo, aproveita o show que sua mãe vai dar pra todo mundo." Vi ela subir umas escadas e entrar num quarto. No palco, uma mina tava dançando, era bonitinha, mas não chegava nem aos pés da minha mãe. Tava excitado e nervoso.
Depois de uns 20 minutos, uma voz anunciou uma mulher: "Senhores, tenho a honra de apresentar uma mulher com um corpo e uma beleza sem igual, com vocês a sensualíssima: Andrea!" A música começou, o palco se iluminou e minha mãe apareceu transformada, agora vestida como uma executiva gostosa, com um terno preto bem provocante. Ela caminhou sensual até o tubo, todos os homens assobiaram. Ao chegar no tubo, minha mãe agarrou ele e começou a rebolando sensual, com as mãos tirando o paletó aos poucos e jogando pro público. Ela dançava no ritmo da música, com harmonia e sintonia, se livrando das roupas. O jeito que ela mexia a cintura e aquele rabo era tão sensual que, aproveitando a escuridão, comecei a bater uma. Minha mãe tava só de sutiã e fio dental, aí ela desceu do cenário e começou a dançar para os homens mais próximos, enquanto dançava, colocava os peitões enormes perto deles, alguns enfiavam notas na tanga dela ou minha mãe dançou pra cada um, depois subiu no palco, a música mudou de ritmo e nessa minha mãe tirou o sutiã, os assobios aumentaram, minha mãe pegou nos peitos e começou a lamber eles, enquanto continuava rebolando a cintura sensual, segurou no tubo e se movia em volta dele, chegou a lamber ele de forma sensual, nisso virou de costas, se abaixou e desceu a tanga, os homens ficaram em êxtase, ela jogou a tanga e vi que o cara que pegou cheirou ela igual um louco, minha mãe completamente pelada continuou dançando no ritmo da música, passava as mãos por todas as curvas dela com uma sensualidade do caralho, não aguentei mais e gozei, ninguém percebia que eu tava batendo uma porque não tiravam os olhos da mulher gostosa que dançava.
Continuou dançando mais um pouco, quando saiu todo mundo aplaudiu, tavam doidos pela minha mãe, fiquei com a boca seca e terminei as 2 cervejas, uns 15 minutos depois recebi uma mensagem: "Sai e vem pro carro ou vou embora sem você", como ela já tinha pago as cervejas saí sem problema nenhum, no carro minha mãe me esperava fumando e com o som ligado, vestia a mesma roupa que tinha vindo, falei pra ela: -quando isso vai acabar mãe?-, ela arrogante e cortante respondeu: -isso quem decide sou eu mocinho, sua mãe vai se divertir pra caralho e vou decidir o que fazer, não me vem dizer que não gostou porque te vi batendo uma, comigo não tem esse joguinho-, nisso arrancou, quando chegamos bati mais uma bronha no meu quarto, não acreditava que o que tinha escrito naqueles contos tava virando realidade, minha mãe fazia exatamente o que eu fantasiava, nem mais nem menos, quando já ia dormir ouvi vozes lá embaixo, fui ver e vi um dos negros do outro dia na sala com minha mãe, pelo visto ela se preparava pra se divertir muito.
6 comentários - Mi madre descubre mis fantasías sexuales 2
Quizás es de otro idioma y lo tradujeron?