Tenho 18 anos, filho único, sou meio tímido, tenho notas decentes na escola e uma grande obsessão: ver minha mãe sendo comida, que é uma mulher descomunal, embora eu saiba que é algo inapropriado pensar e querer ver minha mãe assim, além de sentir uma forte atração sexual por ela, mas a verdade é algo muito forte e excitante. Minha mãe se chama Andrea, tem 35 anos, o cabelo dela é um pouco curto, chega um pouco acima dos ombros, é meio liso, preto, os olhos são verdes, de um verde bem claro, a pele é branca mas não pálida, o rosto dela é muito lindo, não precisa de maquiagem pra ficar gostosa e quando se maquia, a cara dela fica espetacular. Os peitos dela são grandes, redondos e firmes, com auréolas de uns 4 cm de diâmetro, medem cerca de 110 cm, tem uma cintura fina porque faz muito exercício todo dia, tem umas cadeiras espetaculares que aparecem muito quando usa jeans na cintura e saias justas, a bunda dela é a mais espetacular que já vi, simplesmente impressionante, grande e firme, as pernas são lindas, é uma mulher alta, mede 1,74 m de altura sem salto, é mais alta que eu uns 7 ou 8 cm. Ela engravidou de mim muito nova, aos 17 anos, embora meu pai não tenha assumido a responsabilidade, minha mãe foi apoiada pela família e me criou, além de ter terminado os estudos, ela é engenheira de sistemas, o trabalho dela é estável e bem pago.
Minha mãe depois que me teve e me criou não arrumou mais parceiros, porque além dos estudos, depois o trabalho dela dominava o tempo dela. Até pouco tempo atrás, eu não via minha mãe como mulher, mas quando comecei a crescer e virar adolescente, minha visão sobre ela mudou, não a via mais como mãe, comecei a admirar e ficar excitado com o corpo dela. Pra ir trabalhar, ela se arruma muito, porque trabalha numa empresa importante onde a apresentação é indispensável, além de ocupar um cargo alto, sendo diretora de projetos dessa empresa, o que a coloca como o terceiro cargo mais importante da empresa, conquistado com base na inteligência e dedicação dela. Por ser uma mulher de sucesso e ter um cargo importante, a Engenheira Andrea, ou seja, minha mãe, tem um bom salário, pois ganha 54.000 pesos por mês mais benefícios, o que faz com que nossa situação financeira seja confortável. Minha mãe tem seu próprio carro, um Mercedes Benz cinza, nossa casa é ampla e bonita, moramos sozinhos. Como ela tem um bom salário, minha mãe me compra tudo que peço e sempre me dá dinheiro no fim de semana. Minha mãe é muito inteligente e nosso relacionamento é sempre bom. Por ser uma mãe jovem, conversamos sobre muitas coisas, saímos para comer, passear e viajar quando possível. Ela é uma mulher muito carinhosa e gentil, tem uma personalidade de líder, não precisa de severidade para que obedeçam suas ordens. Para ir trabalhar, ela se veste decentemente, mas sexy ao mesmo tempo. Na personalidade dela está implícito ser sexy, é algo natural. Ela geralmente usa conjuntos de duas peças com saias bem justas, na altura do joelho ou minissaias, às vezes usa calças também bem justas. No dia a dia, usa jeans na altura do quadril, bem apertados, que marcam superbamente a bunda dela, também usa leggings bem coladas ao corpo, além de shorts e saias, longas ou curtas, mas sempre justas.
Pra mim, ver minha mãe se vestir sexy, somado à sensualidade natural do comportamento dela, fez com que eu começasse a vê-la como uma mulher desejável, uma gostosa pra foder, como uma mulher sexy. A partir daí, passei a vê-la de outro jeito, com outros olhos, com olhos de sexo, de luxúria, de paixão, até de obsessão. Assim, desde então, comecei a bater punheta pensando nela, nas tetonas dela, na bunda imponente dela, no rosto lindo dela, nas pernas bonitas dela. Também comecei a me masturbar com a roupa íntima dela, com as tangas e calcinhas sujas e recém-tiradas, porque eu tinha elas à mão, embora sempre tentasse ser discreto e cuidadoso com esses objetos. Comecei a ficar obcecado e excitado com minha mãe cada vez mais, não fazia outra coisa senão Observar ela e desejar ela o tempo todo que estávamos juntos. Vê-la naquelas saias tão justas, naqueles jeans tão apertados era algo espetacular, minha mãe transbordava sensualidade e convidava a pensar em coisas muito sujas. Algo que também comecei a perceber era a grande admiração e excitação que minha mãe causava nos homens, por ser uma mulher tão espetacular nunca passava despercebida, ao passar andando ou chegar em algum lugar sempre provocava cantadas e olhares para a bunda e os peitos dela, no começo isso me irritava, mas com o tempo passou a me excitar muito e a sentir muito orgulho de ter uma mulher tão comível como mãe. Naquela época era tanta minha obsessão pela minha mãe que comecei a visitar na Internet vários sites sobre incesto e de contos eróticos com essa temática, comecei a ler histórias de incesto, de como filhos de mães putas se excitavam vendo elas foder, tudo isso começou a me chamar muita atenção e a me excitar muito.
A ideia de foder ela e ver minha mãe foder começou a tomar forma na minha mente e nas minhas fantasias eróticas, imaginava minha mãe chupando uma rola, fazendo um boquete espetacular, fazendo uma siririca cubana nos peitões enormes dela, sendo fodida pelo cu, sendo coberta de porra no seu lindo rosto, de imaginar isso minha excitação aumentava, começou a se tornar quase algo obsessivo e muito desejado por mim, ver aquela mulher espetacular foder era algo que imaginava todo dia. Minha mãe não tinha parceiro e até onde eu sabia depois do meu pai nunca mais teve parceiro, embora tivesse vários pretendentes por razões óbvias. Um deles talvez o mais ousado era o Seu Teodoro, um vizinho do nosso bairro, era um homem de 60 anos de idade, advogado de profissão e sempre pegava ele olhando a bunda da minha mãe, quando os dois se encontravam na rua ou em algum outro lugar, minha mãe sempre o tratava respeitosamente e agradecia os elogios que ele fazia, embora algumas vezes eu visse que ela também percebia os olhares lascivos do velho. sobre ela. Outro dos pretendentes da minha mãe era um vizinho chamado Ramon, um professor de 45 anos que uma vez eu peguei tirando fotos da bunda da minha mãe enquanto ela andava na calçada, esse ato me deu muito tesão e mais tarde eu peguei ele de novo. Minha mãe tem muitos pretendentes em todos os lugares que frequenta, mas nunca levou nenhum a sério, talvez nenhum atendia às expectativas dela, não sei, ou talvez ela pense que eu levaria a mal ela ter um parceiro, embora eu adorasse ver ela foder, não sei se aceitaria outro homem morando com a gente, na verdade acho que só queria ver ela foder mesmo.
Minha mãe é uma mulher muito carinhosa e compreensiva comigo, é uma mãe que muitos gostariam de ter pelo caráter e personalidade que tem, sempre obedeço ela e tiro boas notas na escola, então nossa relação é muito boa, raramente ela me grita ou chama atenção, nossa relação de mãe e filho é tranquila, como ela não tem parceiro, a gente sempre sai junto pra todo lugar, seja cinema, parque, comer, tomar sorvete, futebol, parque de diversões, passear em geral, sempre seguro ela pelo ombro ou às vezes pela mão, não gosto de me desgrudar dela, até quando vemos TV juntos eu abraço ela. A companhia dela é muito agradável, sempre conversamos sobre tudo, ela é minha professora e guia em muitas coisas e atividades. Ela me ajudava em tudo e dizia que eu podia sempre contar ou conversar com ela sobre qualquer coisa, várias vezes passou pela minha cabeça contar que ela me excitava como mulher, mas apesar do jeito dela, sabia que era demais, além disso não sabia como ela reagiria e muito menos poderia contar que fantasiava ver ela foder, ela ficaria muito brava. Quase todo dia eu me masturbava vendo ela, às vezes pegava as calcinhas sujas dela e enquanto cheirava eu gozava, também tirava fotos da bunda da minha mãe escondido, às vezes vídeo também, ficava louco vendo o movimento da bunda dela enquanto andava, minha coleção de fotos e vídeos voyeur gravados da minha mãe era grande, abrangia cerca de 20.000 fotos e quase 500 vídeos, fotografava minha mãe quase todo dia, a bunda dela de jeans, de legging, de saia, as pernas dela também e o decote, era bem discreto porque camuflava bem a câmera, essas fotos eu guardava bem escondidas porque se minha mãe visse, ela ia ficar puta comigo e me castigar. Ver minha mãe se vestir sexy todo dia me deixava muito excitado, sempre olhava como ela mexia a bunda quando ela não tava olhando, imaginava o que muitos homens que viam ela pensavam. Quando saíamos pra algum lugar, eu sempre ficava de olho nos olhares dos homens pra minha mãe, os peitos dela sempre causavam olhares, sem falar na bundona dela, sempre que minha mãe passava, via todo mundo virando pra olhar a bunda dela, minha mãe percebia mas nunca ligava porque acontecia muito.
Assim comecei a ficar tão obcecado pela minha mãe que comecei a escrever contos eróticos de incesto e de mães que transam, que eu postava em vários sites, embora também lesse os de outros usuários e guardasse na minha coleção pessoal, baixava todo conteúdo de incesto que achava, também via muita pornografia de todo tipo, mas comecei a me interessar pelo tema interracial, ver mulheres brancas devorando paus pretos enormes e depois vendo como gozavam como loucas na penetração, esse tema me chamou muita atenção e comecei a fantasiar pensando na minha mãe tentando enfiar um pau preto enorme na boca e depois sendo fodida e gozando como uma louca. Ficava muito tesudo imaginando situações assim, não só com situações interraciais eram as fantasias com minha mãe, mas também com outros temas, como dominação feminina, chantagens, table dance, orgias, etc. Minha mãe despertava e incitava com aquela beleza e aquele corpo a realizar milhares de fantasias, escrevia contos e guardava na minha coleção pra depois postar em sites de contos. Minha mãe sempre me dava inspiração. escrever contos, já tinha escrito cerca de 80 contos fantasiando com ela em diversas situações, desde sexo interracial passando por dançarina erótica até sexo mãe-filho, com vários subgêneros nos diferentes temas, em todos os contos descrevia minha mãe exatamente como ela era fisicamente e usava o nome real dela.
Em casa, sempre tentava ser discreto quando a via, mas ficava muito nervoso e excitado quando a via vestindo sexy, o que era quase todo dia, sempre tomava cuidado ao olhar a bunda e o decote dela, quase todo dia me masturbava pensando nela e às vezes olhando as fotos que tirava com meu celular. Mas um dia à tarde, minha mãe dormia no sofá da sala, eu subi pro meu quarto e coloquei um filme pornô, excitado, tinha esquecido de fechar bem a porta. A TV do meu quarto fica paralela à porta, se alguém entra, eu fico de costas e não vejo. Umas 15 minutos depois de estar me masturbando e quando na tela aparecia uma garota sendo fodida analmente, mostrando o cu bem dilatado enquanto o homem gozava naquele buraco e os gemidos da garota aumentavam, ouvi a voz da minha mãe que gelou meu sangue: — Por que você está vendo essas coisas?! Me responde! —, em seguida foi até o aparelho e tirou o disco. Eu estava com muita vergonha e medo do que ela fosse dizer. — Se arruma direito e quero que me entregue todos os filmes que você tem, anda logo. — Sim, sim, mãe, desculpa, me perdoa —, levantei a calça e abri uma gaveta onde guardava só uma parte dos filmes, apenas 8 dos mais de 400 que tinha, guardados em outro lugar. Minha mãe pegou, abriu as caixinhas e quebrou os discos, e junto com as caixinhas colocou tudo num saco de lixo. — Você está de castigo, não sai pra lugar nenhum e pra ir pra escola só vou te dar o necessário porque o resto você gasta em porcaria —, saiu brava e com o aparelho. Mas como ela me deixou no meio da punheta, eu tava com vontade de gozar. Ela vestia uma calça jeans sem Bolsas justas e uma blusa vermelha apertada e decotada, desci e fiquei parado no terraço do jardim. Eu fiquei na entrada e, vendo que ela não tinha percebido que eu estava lá, comecei a bater uma punheta olhando pra aquela bundona. Não aguentei muito e gozei. No fim, meio assustado, limpei o esperma e subi pro meu quarto. Nas semanas seguintes, o incidente foi esquecido, e minha mãe me disse que eu ainda era novo pra ver pornografia, mas entendia meus impulsos. Conversamos sobre sexo, porque ela era aberta e moderna, mas não era legal eu ver pornografia, pelo menos não agora.
Depois da conversa, continuei fazendo o que sempre fazia: me masturbar todo dia pensando nela, vendo pornô, escrevendo histórias com ela como protagonista e, claro, fantasiando em vê-la em ação. Passaram-se uns meses assim, e até virou costume me masturbar todo dia com as calcinhas sujas dela, aspirando aquele cheiro íntimo que eu amava. Costumava fazer isso de manhã, quando ela tirava a roupa íntima com que dormia e entrava no banho, ou quando via ela se trocando. Mesmo com o risco de ser pego, minha excitação e vontade de pegar aquelas peças eram maiores. Mas um dia, quando minha mãe voltou do trabalho e disse que ia tomar banho porque estava com calor e muito cansada, foi fácil pra mim ir pegar as roupas íntimas dela. Além disso, naquele dia ela vestia uma calça de conjunto formal azul-marinho, bem justa, que marcava sensual e provocadoramente a bunda dela, e pelo apertado dava pra ver a tanga. Isso me excitou ainda mais. Então esperei um pouco até ela se despir e entrar no banho. Depois de 10 minutos, entrei sem fazer muito barulho no quarto dela e logo vi as roupas íntimas: um sutiã sexy azul de renda e uma pequena tanga azul-céu. Peguei na hora, cheirei as taças do sutiã onde minutos antes estavam aquelas tetonas enormes. Cheiravam a perfume, ainda estavam quentes. Tirei meu pau e coloquei entre as taças, e com o sutiã comecei a bater punheta. Peguei a tanga dela e comecei a... Pô, tava tão concentrado que nem ouvi a porta do banheiro abrir, minha mãe saiu de roupão, me encarou surpresa com os olhos bem abertos e levantou a voz — Mas que porra você tá fazendo, por que você tá se masturbando com minha roupa íntima? Seu filho da puta tarado! — Larguei as peças, ela me deu um tapa, depois outro e um soco seco nas costas. — Mãe, me perdoa, não sei o que tô fazendo, me desculpa. — Agora você não sabe o que faz? Tá me achando com cara de otária? Some do meu quarto. Que merda de vício é esse que você tá pegando? Eu trabalho igual uma condenada pra te dar o melhor e você me aparece com essas palhaçadas? Vaza! — Saí correndo e me tranquei no meu quarto. Só saí na manhã seguinte. Minha mãe tava na sala, sentada, bem pensativa. Passei reto de cabeça baixa, ela falou — Vem aqui sentar, a gente precisa conversar sobre um monte de coisa — disse num tom calmo, mas sério. Voltei pra sala e sentei. — O que aconteceu ontem à noite é inaceitável pra mim, porque eu percebo que te atraio fisicamente e o que você fez foi um jeito de aliviar sua libido, não é? — Bem, mãe, tô envergonhado, muito envergonhado, quero que me desculpe. — Para de fugir do assunto e aceita a verdade — disse ela me olhando direto nos olhos. — Bem, então... então sim, aceito que te acho muito gostosa e aceito que gostei muito de ver sua lingerie. — Sou sua mãe e você tem que me respeitar, não pode fazer o que fez ontem à noite, é algo totalmente fora de lugar. Sou uma mulher jovem e atraente, mas antes de tudo sou sua mãe e te amo muito. O que aconteceu ontem não pode se repetir, senão vou ter que te mandar pra casa dos seus avós. — Sim, mãe, entendi. Peço desculpas e isso não vai acontecer de novo. — É o que espero, filho. Somos mãe e filho, não esquece disso. — Na sequência, ela me deu um abraço e, embora tudo tenha se acalmado, minha mãe passou a trancar o quarto dela todo dia.
Passou um tempo depois desse incidente, mas a verdade é que eu continuava me masturbando com as calcinhas sujas dela, porque consegui fazer um duplicado da chave dela. Mas era bem cuidadoso e fazia de vez em quando. Também continuava escrevendo minhas... fantasias de como eu imaginava ela em plena ação. Os contos que escrevia eu guardava no meu laptop, assim como as fotos que tirava da minha mãe, porque aquela máquina só eu usava, cada um tinha a sua, então eu confiava, até certo ponto, que os contos e as fotos estavam seguros, não me preocupava tanto com aquele material. Um dia, enquanto assistia a um filme pornô que era sobre um gangbang interracial, onde uma mulher branca era fodida de todas as formas por vários atores negros, me deu na cabeça escrever um conto onde minha mãe era a protagonista daquela situação. Era longo e deixei minha imaginação correr solta, escrevi que ela era viciada em paus pretos e grandes, desejando ter uma orgia interracial igual à do filme, descrevia ela como uma completa louca e viciada em prazer sexual. Terminei o conto e publiquei com várias montagens de fotos da minha mãe que fiz, onde colocava ela chupando paus e sendo penetrada, guardei na minha pasta de contos, onde já tinha muitos escritos. Quando terminei, deixei o laptop aberto, só minimizando a aba, fechei meu quarto e desci para a cozinha. Na sala, minha mãe estava trabalhando no laptop dela. Falei que ia sair para comprar na loja, demorei um pouco porque a loja mais perto estava fechada e tive que andar umas cinco quadras a mais para ir em outra. Voltei para casa, notei que minha mãe não estava mais trabalhando e o laptop dela estava fechado. Subi para meu quarto e estava tudo como eu tinha deixado. Coloquei um filme pornô e comecei a bater punheta, fiquei assim umas três horas até que minha mãe me chamou para jantar. Notei ela muito estranha, entre brava e distraída, mas não dei muita importância, achei que era por causa do trabalho, embora aquele comportamento fosse raro nela. Passaram-se dias e comecei a notar minha mãe mais distante, fria, brava e desapegada. Achei muito estranho, porque não era do feitio dela, nem mesmo quando tinham acontecido os incidentes anteriores.
Passaram-se quase duas semanas dessa mudança. Era fim de semana, saí para fazer um trabalho de Na escola com uns colegas, pouco antes de sair por volta das 10 da manhã, desci e vi que minha mãe não estava na cozinha, mas tinha deixado meu café da manhã pronto. Enquanto eu comia rápido, porque tava com pressa, minha mãe entrou na cozinha e me deixou pasmo. Ela tava espetacular, com uma minissaia preta bem justinha e mais curta do que as que ela costumava usar. A blusa branca dela era superdecotada, fazendo os peitos dela ficarem lindos. Ela calçava umas botas pretas sexy de uns 15 cm de salto, e tinha se maquiado mais do que de costume. Fiquei de boca aberta com a figura dela. — Oi, mãe, vai sair? Eu vou sair pra fazer um trabalho. — Ela sentou e cruzou as pernas gostosas. — Talvez, não sei. Que horas você volta? — Não sei direito, umas 8, no máximo. — Me despedi e saí todo excitado com tanta beleza.
Saí e fui com meus colegas, fizemos o trabalho. Enquanto fazia, ficava pensando nas curvas da minha mãe, no sexy que ela tava com aquela minissaia tão curtinha, e também pra onde ela iria sair vestida daquele jeito. Lá pelas seis e meia da tarde terminamos. Voltei pra casa perto das oito, porque o trânsito tava pesado. Entrei em casa e senti um cheiro forte de cigarro. Minha mãe fumava, mas achei estranho. Depois vi várias taças de conhaque na sala, fiquei mais surpreso ainda. De repente, ouvi um grito seguido de vários gemidos altos vindo de cima. Meu coração disparou ao ouvir aquilo. Subi, os gemidos ficavam mais fortes e claros. Era a voz da minha mãe, sem dúvida. O corredor tava escuro, mas do quarto entreaberto dela saía luz. Caminhei com cuidado, ouvindo os gemidos cada vez mais altos. Espiei e o que vi me deixou paralisado: 3 caras negros estavam comendo minha mãe, na cama dela! Não sabia o que fazer, um monte de coisas passaram pela minha cabeça. O que tava acontecendo com ela? Pensei em entrar, mas ia ser muito constrangedor. Comecei a pensar que os contos que eu escrevia estavam se tornando realidade. Comecei a prestar atenção na... Cena e vi que minha mãe tava sendo penetrada por três lados, um tava embaixo e ela montando, outro atrás cuidava do cu dela e o terceiro recebia um boquete. Minha mãe não parava de gemer, percebi que os três tinham pau grande, minha mãe não conseguia enfiar a rola inteira na boca. Depois de alguns minutos, trocaram de lugar, continuaram assim por mais um tempo, até que um começou a fazer uma siririca cubana com os peitões dela, enquanto ela cuidava dos outros dois de boca. Não acreditei na desenvoltura e maestria da minha mãe chupando.
Veio na minha cabeça que minha mãe tinha planejado eu encontrá-la assim, porque não tinha outra explicação praquela situação, já que ela sabia muito bem que eu voltaria naquele horário. Pensei em sair e voltar depois, mas a imagem da minha mãe sendo fodida foi mais forte e me fez ficar ali assistindo o espetáculo. Comecei a bater uma vendo como fodiavam ela, ela quem mandava. Aí o que tava fazendo a siririca cubana gozou nos peitos dela, os outros dois tavam perto e, depois de alguns minutos enquanto minha mãe masturbava eles, gozaram na cara dela. Minha mãe sorriu e foi pro banheiro, os negões começaram a se vestir, minha mãe voltou e também começou a se vestir com a mesma roupa da manhã. Decidi ir pro meu quarto, mas não acendi a luz. Sentei na cama pensando no que tinha acontecido, aí ouvi os negões saindo do quarto da minha mãe, pelo sotaque percebi que eram cubanos ou dominicanos. De repente, a porta do meu quarto abriu e minha mãe apareceu. Não sabia o que fazer, ela sabia que eu tinha visto. Sorrindo, altiva, se aproximou e se abaixou, colocando as mãos nos joelhos e mostrando o decote — Gostou do que viu? Cê gosta de ver como me fodem? Anda, me fala! — e me deu um tapa — Tava fantasiando escrevendo suas porcarias, pois agora viu ao vivo e a cores. Não acreditava como você imagina sua mãe, então agora bate uma com atos reais. — Mãe, desculpa, não sei... O que te dizer—, —continua com tuas porcarias, seu filho da puta depravado, já me viu fuck e vou continuar fazendo, quer me ver como uma puta? Então vai me ver assim—, saí do meu quarto e vi que os negros estavam lá embaixo, ela desceu e disse pra eles —Vamos, rapazes? Vamos pra um lugar mais animado—, apagou as luzes da casa, e saiu, mas trancou a porta me deixando preso. Os quatro saíram na caminhonete, eram 10 e meia da noite, verdade, não aguentava mais de tesão e bati uma punheta ali mesmo, não sabia o que mais ela ia tentar fazer.
Continua...
Minha mãe depois que me teve e me criou não arrumou mais parceiros, porque além dos estudos, depois o trabalho dela dominava o tempo dela. Até pouco tempo atrás, eu não via minha mãe como mulher, mas quando comecei a crescer e virar adolescente, minha visão sobre ela mudou, não a via mais como mãe, comecei a admirar e ficar excitado com o corpo dela. Pra ir trabalhar, ela se arruma muito, porque trabalha numa empresa importante onde a apresentação é indispensável, além de ocupar um cargo alto, sendo diretora de projetos dessa empresa, o que a coloca como o terceiro cargo mais importante da empresa, conquistado com base na inteligência e dedicação dela. Por ser uma mulher de sucesso e ter um cargo importante, a Engenheira Andrea, ou seja, minha mãe, tem um bom salário, pois ganha 54.000 pesos por mês mais benefícios, o que faz com que nossa situação financeira seja confortável. Minha mãe tem seu próprio carro, um Mercedes Benz cinza, nossa casa é ampla e bonita, moramos sozinhos. Como ela tem um bom salário, minha mãe me compra tudo que peço e sempre me dá dinheiro no fim de semana. Minha mãe é muito inteligente e nosso relacionamento é sempre bom. Por ser uma mãe jovem, conversamos sobre muitas coisas, saímos para comer, passear e viajar quando possível. Ela é uma mulher muito carinhosa e gentil, tem uma personalidade de líder, não precisa de severidade para que obedeçam suas ordens. Para ir trabalhar, ela se veste decentemente, mas sexy ao mesmo tempo. Na personalidade dela está implícito ser sexy, é algo natural. Ela geralmente usa conjuntos de duas peças com saias bem justas, na altura do joelho ou minissaias, às vezes usa calças também bem justas. No dia a dia, usa jeans na altura do quadril, bem apertados, que marcam superbamente a bunda dela, também usa leggings bem coladas ao corpo, além de shorts e saias, longas ou curtas, mas sempre justas.
Pra mim, ver minha mãe se vestir sexy, somado à sensualidade natural do comportamento dela, fez com que eu começasse a vê-la como uma mulher desejável, uma gostosa pra foder, como uma mulher sexy. A partir daí, passei a vê-la de outro jeito, com outros olhos, com olhos de sexo, de luxúria, de paixão, até de obsessão. Assim, desde então, comecei a bater punheta pensando nela, nas tetonas dela, na bunda imponente dela, no rosto lindo dela, nas pernas bonitas dela. Também comecei a me masturbar com a roupa íntima dela, com as tangas e calcinhas sujas e recém-tiradas, porque eu tinha elas à mão, embora sempre tentasse ser discreto e cuidadoso com esses objetos. Comecei a ficar obcecado e excitado com minha mãe cada vez mais, não fazia outra coisa senão Observar ela e desejar ela o tempo todo que estávamos juntos. Vê-la naquelas saias tão justas, naqueles jeans tão apertados era algo espetacular, minha mãe transbordava sensualidade e convidava a pensar em coisas muito sujas. Algo que também comecei a perceber era a grande admiração e excitação que minha mãe causava nos homens, por ser uma mulher tão espetacular nunca passava despercebida, ao passar andando ou chegar em algum lugar sempre provocava cantadas e olhares para a bunda e os peitos dela, no começo isso me irritava, mas com o tempo passou a me excitar muito e a sentir muito orgulho de ter uma mulher tão comível como mãe. Naquela época era tanta minha obsessão pela minha mãe que comecei a visitar na Internet vários sites sobre incesto e de contos eróticos com essa temática, comecei a ler histórias de incesto, de como filhos de mães putas se excitavam vendo elas foder, tudo isso começou a me chamar muita atenção e a me excitar muito.
A ideia de foder ela e ver minha mãe foder começou a tomar forma na minha mente e nas minhas fantasias eróticas, imaginava minha mãe chupando uma rola, fazendo um boquete espetacular, fazendo uma siririca cubana nos peitões enormes dela, sendo fodida pelo cu, sendo coberta de porra no seu lindo rosto, de imaginar isso minha excitação aumentava, começou a se tornar quase algo obsessivo e muito desejado por mim, ver aquela mulher espetacular foder era algo que imaginava todo dia. Minha mãe não tinha parceiro e até onde eu sabia depois do meu pai nunca mais teve parceiro, embora tivesse vários pretendentes por razões óbvias. Um deles talvez o mais ousado era o Seu Teodoro, um vizinho do nosso bairro, era um homem de 60 anos de idade, advogado de profissão e sempre pegava ele olhando a bunda da minha mãe, quando os dois se encontravam na rua ou em algum outro lugar, minha mãe sempre o tratava respeitosamente e agradecia os elogios que ele fazia, embora algumas vezes eu visse que ela também percebia os olhares lascivos do velho. sobre ela. Outro dos pretendentes da minha mãe era um vizinho chamado Ramon, um professor de 45 anos que uma vez eu peguei tirando fotos da bunda da minha mãe enquanto ela andava na calçada, esse ato me deu muito tesão e mais tarde eu peguei ele de novo. Minha mãe tem muitos pretendentes em todos os lugares que frequenta, mas nunca levou nenhum a sério, talvez nenhum atendia às expectativas dela, não sei, ou talvez ela pense que eu levaria a mal ela ter um parceiro, embora eu adorasse ver ela foder, não sei se aceitaria outro homem morando com a gente, na verdade acho que só queria ver ela foder mesmo.
Minha mãe é uma mulher muito carinhosa e compreensiva comigo, é uma mãe que muitos gostariam de ter pelo caráter e personalidade que tem, sempre obedeço ela e tiro boas notas na escola, então nossa relação é muito boa, raramente ela me grita ou chama atenção, nossa relação de mãe e filho é tranquila, como ela não tem parceiro, a gente sempre sai junto pra todo lugar, seja cinema, parque, comer, tomar sorvete, futebol, parque de diversões, passear em geral, sempre seguro ela pelo ombro ou às vezes pela mão, não gosto de me desgrudar dela, até quando vemos TV juntos eu abraço ela. A companhia dela é muito agradável, sempre conversamos sobre tudo, ela é minha professora e guia em muitas coisas e atividades. Ela me ajudava em tudo e dizia que eu podia sempre contar ou conversar com ela sobre qualquer coisa, várias vezes passou pela minha cabeça contar que ela me excitava como mulher, mas apesar do jeito dela, sabia que era demais, além disso não sabia como ela reagiria e muito menos poderia contar que fantasiava ver ela foder, ela ficaria muito brava. Quase todo dia eu me masturbava vendo ela, às vezes pegava as calcinhas sujas dela e enquanto cheirava eu gozava, também tirava fotos da bunda da minha mãe escondido, às vezes vídeo também, ficava louco vendo o movimento da bunda dela enquanto andava, minha coleção de fotos e vídeos voyeur gravados da minha mãe era grande, abrangia cerca de 20.000 fotos e quase 500 vídeos, fotografava minha mãe quase todo dia, a bunda dela de jeans, de legging, de saia, as pernas dela também e o decote, era bem discreto porque camuflava bem a câmera, essas fotos eu guardava bem escondidas porque se minha mãe visse, ela ia ficar puta comigo e me castigar. Ver minha mãe se vestir sexy todo dia me deixava muito excitado, sempre olhava como ela mexia a bunda quando ela não tava olhando, imaginava o que muitos homens que viam ela pensavam. Quando saíamos pra algum lugar, eu sempre ficava de olho nos olhares dos homens pra minha mãe, os peitos dela sempre causavam olhares, sem falar na bundona dela, sempre que minha mãe passava, via todo mundo virando pra olhar a bunda dela, minha mãe percebia mas nunca ligava porque acontecia muito.
Assim comecei a ficar tão obcecado pela minha mãe que comecei a escrever contos eróticos de incesto e de mães que transam, que eu postava em vários sites, embora também lesse os de outros usuários e guardasse na minha coleção pessoal, baixava todo conteúdo de incesto que achava, também via muita pornografia de todo tipo, mas comecei a me interessar pelo tema interracial, ver mulheres brancas devorando paus pretos enormes e depois vendo como gozavam como loucas na penetração, esse tema me chamou muita atenção e comecei a fantasiar pensando na minha mãe tentando enfiar um pau preto enorme na boca e depois sendo fodida e gozando como uma louca. Ficava muito tesudo imaginando situações assim, não só com situações interraciais eram as fantasias com minha mãe, mas também com outros temas, como dominação feminina, chantagens, table dance, orgias, etc. Minha mãe despertava e incitava com aquela beleza e aquele corpo a realizar milhares de fantasias, escrevia contos e guardava na minha coleção pra depois postar em sites de contos. Minha mãe sempre me dava inspiração. escrever contos, já tinha escrito cerca de 80 contos fantasiando com ela em diversas situações, desde sexo interracial passando por dançarina erótica até sexo mãe-filho, com vários subgêneros nos diferentes temas, em todos os contos descrevia minha mãe exatamente como ela era fisicamente e usava o nome real dela.
Em casa, sempre tentava ser discreto quando a via, mas ficava muito nervoso e excitado quando a via vestindo sexy, o que era quase todo dia, sempre tomava cuidado ao olhar a bunda e o decote dela, quase todo dia me masturbava pensando nela e às vezes olhando as fotos que tirava com meu celular. Mas um dia à tarde, minha mãe dormia no sofá da sala, eu subi pro meu quarto e coloquei um filme pornô, excitado, tinha esquecido de fechar bem a porta. A TV do meu quarto fica paralela à porta, se alguém entra, eu fico de costas e não vejo. Umas 15 minutos depois de estar me masturbando e quando na tela aparecia uma garota sendo fodida analmente, mostrando o cu bem dilatado enquanto o homem gozava naquele buraco e os gemidos da garota aumentavam, ouvi a voz da minha mãe que gelou meu sangue: — Por que você está vendo essas coisas?! Me responde! —, em seguida foi até o aparelho e tirou o disco. Eu estava com muita vergonha e medo do que ela fosse dizer. — Se arruma direito e quero que me entregue todos os filmes que você tem, anda logo. — Sim, sim, mãe, desculpa, me perdoa —, levantei a calça e abri uma gaveta onde guardava só uma parte dos filmes, apenas 8 dos mais de 400 que tinha, guardados em outro lugar. Minha mãe pegou, abriu as caixinhas e quebrou os discos, e junto com as caixinhas colocou tudo num saco de lixo. — Você está de castigo, não sai pra lugar nenhum e pra ir pra escola só vou te dar o necessário porque o resto você gasta em porcaria —, saiu brava e com o aparelho. Mas como ela me deixou no meio da punheta, eu tava com vontade de gozar. Ela vestia uma calça jeans sem Bolsas justas e uma blusa vermelha apertada e decotada, desci e fiquei parado no terraço do jardim. Eu fiquei na entrada e, vendo que ela não tinha percebido que eu estava lá, comecei a bater uma punheta olhando pra aquela bundona. Não aguentei muito e gozei. No fim, meio assustado, limpei o esperma e subi pro meu quarto. Nas semanas seguintes, o incidente foi esquecido, e minha mãe me disse que eu ainda era novo pra ver pornografia, mas entendia meus impulsos. Conversamos sobre sexo, porque ela era aberta e moderna, mas não era legal eu ver pornografia, pelo menos não agora.
Depois da conversa, continuei fazendo o que sempre fazia: me masturbar todo dia pensando nela, vendo pornô, escrevendo histórias com ela como protagonista e, claro, fantasiando em vê-la em ação. Passaram-se uns meses assim, e até virou costume me masturbar todo dia com as calcinhas sujas dela, aspirando aquele cheiro íntimo que eu amava. Costumava fazer isso de manhã, quando ela tirava a roupa íntima com que dormia e entrava no banho, ou quando via ela se trocando. Mesmo com o risco de ser pego, minha excitação e vontade de pegar aquelas peças eram maiores. Mas um dia, quando minha mãe voltou do trabalho e disse que ia tomar banho porque estava com calor e muito cansada, foi fácil pra mim ir pegar as roupas íntimas dela. Além disso, naquele dia ela vestia uma calça de conjunto formal azul-marinho, bem justa, que marcava sensual e provocadoramente a bunda dela, e pelo apertado dava pra ver a tanga. Isso me excitou ainda mais. Então esperei um pouco até ela se despir e entrar no banho. Depois de 10 minutos, entrei sem fazer muito barulho no quarto dela e logo vi as roupas íntimas: um sutiã sexy azul de renda e uma pequena tanga azul-céu. Peguei na hora, cheirei as taças do sutiã onde minutos antes estavam aquelas tetonas enormes. Cheiravam a perfume, ainda estavam quentes. Tirei meu pau e coloquei entre as taças, e com o sutiã comecei a bater punheta. Peguei a tanga dela e comecei a... Pô, tava tão concentrado que nem ouvi a porta do banheiro abrir, minha mãe saiu de roupão, me encarou surpresa com os olhos bem abertos e levantou a voz — Mas que porra você tá fazendo, por que você tá se masturbando com minha roupa íntima? Seu filho da puta tarado! — Larguei as peças, ela me deu um tapa, depois outro e um soco seco nas costas. — Mãe, me perdoa, não sei o que tô fazendo, me desculpa. — Agora você não sabe o que faz? Tá me achando com cara de otária? Some do meu quarto. Que merda de vício é esse que você tá pegando? Eu trabalho igual uma condenada pra te dar o melhor e você me aparece com essas palhaçadas? Vaza! — Saí correndo e me tranquei no meu quarto. Só saí na manhã seguinte. Minha mãe tava na sala, sentada, bem pensativa. Passei reto de cabeça baixa, ela falou — Vem aqui sentar, a gente precisa conversar sobre um monte de coisa — disse num tom calmo, mas sério. Voltei pra sala e sentei. — O que aconteceu ontem à noite é inaceitável pra mim, porque eu percebo que te atraio fisicamente e o que você fez foi um jeito de aliviar sua libido, não é? — Bem, mãe, tô envergonhado, muito envergonhado, quero que me desculpe. — Para de fugir do assunto e aceita a verdade — disse ela me olhando direto nos olhos. — Bem, então... então sim, aceito que te acho muito gostosa e aceito que gostei muito de ver sua lingerie. — Sou sua mãe e você tem que me respeitar, não pode fazer o que fez ontem à noite, é algo totalmente fora de lugar. Sou uma mulher jovem e atraente, mas antes de tudo sou sua mãe e te amo muito. O que aconteceu ontem não pode se repetir, senão vou ter que te mandar pra casa dos seus avós. — Sim, mãe, entendi. Peço desculpas e isso não vai acontecer de novo. — É o que espero, filho. Somos mãe e filho, não esquece disso. — Na sequência, ela me deu um abraço e, embora tudo tenha se acalmado, minha mãe passou a trancar o quarto dela todo dia.
Passou um tempo depois desse incidente, mas a verdade é que eu continuava me masturbando com as calcinhas sujas dela, porque consegui fazer um duplicado da chave dela. Mas era bem cuidadoso e fazia de vez em quando. Também continuava escrevendo minhas... fantasias de como eu imaginava ela em plena ação. Os contos que escrevia eu guardava no meu laptop, assim como as fotos que tirava da minha mãe, porque aquela máquina só eu usava, cada um tinha a sua, então eu confiava, até certo ponto, que os contos e as fotos estavam seguros, não me preocupava tanto com aquele material. Um dia, enquanto assistia a um filme pornô que era sobre um gangbang interracial, onde uma mulher branca era fodida de todas as formas por vários atores negros, me deu na cabeça escrever um conto onde minha mãe era a protagonista daquela situação. Era longo e deixei minha imaginação correr solta, escrevi que ela era viciada em paus pretos e grandes, desejando ter uma orgia interracial igual à do filme, descrevia ela como uma completa louca e viciada em prazer sexual. Terminei o conto e publiquei com várias montagens de fotos da minha mãe que fiz, onde colocava ela chupando paus e sendo penetrada, guardei na minha pasta de contos, onde já tinha muitos escritos. Quando terminei, deixei o laptop aberto, só minimizando a aba, fechei meu quarto e desci para a cozinha. Na sala, minha mãe estava trabalhando no laptop dela. Falei que ia sair para comprar na loja, demorei um pouco porque a loja mais perto estava fechada e tive que andar umas cinco quadras a mais para ir em outra. Voltei para casa, notei que minha mãe não estava mais trabalhando e o laptop dela estava fechado. Subi para meu quarto e estava tudo como eu tinha deixado. Coloquei um filme pornô e comecei a bater punheta, fiquei assim umas três horas até que minha mãe me chamou para jantar. Notei ela muito estranha, entre brava e distraída, mas não dei muita importância, achei que era por causa do trabalho, embora aquele comportamento fosse raro nela. Passaram-se dias e comecei a notar minha mãe mais distante, fria, brava e desapegada. Achei muito estranho, porque não era do feitio dela, nem mesmo quando tinham acontecido os incidentes anteriores.
Passaram-se quase duas semanas dessa mudança. Era fim de semana, saí para fazer um trabalho de Na escola com uns colegas, pouco antes de sair por volta das 10 da manhã, desci e vi que minha mãe não estava na cozinha, mas tinha deixado meu café da manhã pronto. Enquanto eu comia rápido, porque tava com pressa, minha mãe entrou na cozinha e me deixou pasmo. Ela tava espetacular, com uma minissaia preta bem justinha e mais curta do que as que ela costumava usar. A blusa branca dela era superdecotada, fazendo os peitos dela ficarem lindos. Ela calçava umas botas pretas sexy de uns 15 cm de salto, e tinha se maquiado mais do que de costume. Fiquei de boca aberta com a figura dela. — Oi, mãe, vai sair? Eu vou sair pra fazer um trabalho. — Ela sentou e cruzou as pernas gostosas. — Talvez, não sei. Que horas você volta? — Não sei direito, umas 8, no máximo. — Me despedi e saí todo excitado com tanta beleza.
Saí e fui com meus colegas, fizemos o trabalho. Enquanto fazia, ficava pensando nas curvas da minha mãe, no sexy que ela tava com aquela minissaia tão curtinha, e também pra onde ela iria sair vestida daquele jeito. Lá pelas seis e meia da tarde terminamos. Voltei pra casa perto das oito, porque o trânsito tava pesado. Entrei em casa e senti um cheiro forte de cigarro. Minha mãe fumava, mas achei estranho. Depois vi várias taças de conhaque na sala, fiquei mais surpreso ainda. De repente, ouvi um grito seguido de vários gemidos altos vindo de cima. Meu coração disparou ao ouvir aquilo. Subi, os gemidos ficavam mais fortes e claros. Era a voz da minha mãe, sem dúvida. O corredor tava escuro, mas do quarto entreaberto dela saía luz. Caminhei com cuidado, ouvindo os gemidos cada vez mais altos. Espiei e o que vi me deixou paralisado: 3 caras negros estavam comendo minha mãe, na cama dela! Não sabia o que fazer, um monte de coisas passaram pela minha cabeça. O que tava acontecendo com ela? Pensei em entrar, mas ia ser muito constrangedor. Comecei a pensar que os contos que eu escrevia estavam se tornando realidade. Comecei a prestar atenção na... Cena e vi que minha mãe tava sendo penetrada por três lados, um tava embaixo e ela montando, outro atrás cuidava do cu dela e o terceiro recebia um boquete. Minha mãe não parava de gemer, percebi que os três tinham pau grande, minha mãe não conseguia enfiar a rola inteira na boca. Depois de alguns minutos, trocaram de lugar, continuaram assim por mais um tempo, até que um começou a fazer uma siririca cubana com os peitões dela, enquanto ela cuidava dos outros dois de boca. Não acreditei na desenvoltura e maestria da minha mãe chupando.
Veio na minha cabeça que minha mãe tinha planejado eu encontrá-la assim, porque não tinha outra explicação praquela situação, já que ela sabia muito bem que eu voltaria naquele horário. Pensei em sair e voltar depois, mas a imagem da minha mãe sendo fodida foi mais forte e me fez ficar ali assistindo o espetáculo. Comecei a bater uma vendo como fodiavam ela, ela quem mandava. Aí o que tava fazendo a siririca cubana gozou nos peitos dela, os outros dois tavam perto e, depois de alguns minutos enquanto minha mãe masturbava eles, gozaram na cara dela. Minha mãe sorriu e foi pro banheiro, os negões começaram a se vestir, minha mãe voltou e também começou a se vestir com a mesma roupa da manhã. Decidi ir pro meu quarto, mas não acendi a luz. Sentei na cama pensando no que tinha acontecido, aí ouvi os negões saindo do quarto da minha mãe, pelo sotaque percebi que eram cubanos ou dominicanos. De repente, a porta do meu quarto abriu e minha mãe apareceu. Não sabia o que fazer, ela sabia que eu tinha visto. Sorrindo, altiva, se aproximou e se abaixou, colocando as mãos nos joelhos e mostrando o decote — Gostou do que viu? Cê gosta de ver como me fodem? Anda, me fala! — e me deu um tapa — Tava fantasiando escrevendo suas porcarias, pois agora viu ao vivo e a cores. Não acreditava como você imagina sua mãe, então agora bate uma com atos reais. — Mãe, desculpa, não sei... O que te dizer—, —continua com tuas porcarias, seu filho da puta depravado, já me viu fuck e vou continuar fazendo, quer me ver como uma puta? Então vai me ver assim—, saí do meu quarto e vi que os negros estavam lá embaixo, ela desceu e disse pra eles —Vamos, rapazes? Vamos pra um lugar mais animado—, apagou as luzes da casa, e saiu, mas trancou a porta me deixando preso. Os quatro saíram na caminhonete, eram 10 e meia da noite, verdade, não aguentava mais de tesão e bati uma punheta ali mesmo, não sabia o que mais ela ia tentar fazer.
Continua...
10 comentários - Mi madre descubre mis fantasias.