Agus é uma puta 2

Bom, vou continuar contando sobre essa verdadeira puta que hoje devem estar comendo como a boa vadia que é. Reforço que meu relato anterior, assim como este e os que virão, são 100% REAIS, é isso que me excita e me motiva a contar. Com a Agus já separada de vez do namorado, começamos a sair. Vou descrevê-la de novo: uns 1,60m, cabelo castanho claro, mina daquelas de corpo pequenininho, rostinho bonito, boca de profissional do boquete, piercing na língua, peitos normais mas com os bicos sempre durinhos como se fossem dois caramelos, cinturinha linda, buceta carnuda e sempre depilada, pernas bem definidas pela academia e A RABA MONSTRA! A arma de destruição dela. Eu sempre via ela na academia, foi lá que nos conhecemos, e adorava ver como ela se vestia. Sempre de leggings bem justas e enfiadas no meio da raba, o que fazia desenhar aquele cu gostoso e marcar o triangulinho da fio dental. Ela sempre soube que eu olhava, assim como todo mundo, e por isso adora empinar aquela bundinha. E ela já me disse que empina de propósito. "Toda mina gosta de provocar": puta! Várias vezes eu passava pra buscá-la na academia, ou íamos juntos, direto pro motel comer ela. Nessa vez que vou contar, lembro que passei pra pegá-la de carro na academia, ela entrou e fomos pra um motel perto. Quando vi ela vindo pro carro, não tava com aquelas leggings de puta que ela usa, mas sim com um desses shortinhos de tecido e uma regata. Me deixou doido. Ela entrou, nos beijamos e fomos direto pro sexo. Entramos super excitados. Tirei a regata e o short dela, deixando ela de sutiã preto e fio dental turquesa de tirinhas com um triangulinho atrás bem pequenininho. Era de partir. Apalpei ela toda, tirei o sutiã, deixei ela de peitos de fora — os peitos, segundo ela, são o ponto fraco dela, e pode ser porque sempre tem os bicos bem durinhos. Mandei ela se curvar pra começar a chupar minha pica. Ela ficou um tempão chupando até que não aguentei mais e comecei a comer ela com a fio dental ainda no lugar. Meti nela, ela de bruços. e eu por cima, de quatro, de pé e sentada num banquinho alto, mostrando aquela bunda enorme. Quando já sabia que eu ia gozar, lembro dessa frase: "você quer gozar na minha carinha ou na boquinha?". Escolhi a cara, abaixei ela, ajoelhei e mandei ela continuar chupando. Quando não aguentava mais, enchi a cara dela toda de porra, e ela, com um sorrisinho de putinha, recebia enquanto se acariciava os peitos. No fim, fomos pro chuveiro e, depois de uns amassos, fomos embora.

Passaram-se algumas semanas, a gente continuava se vendo e começando a sentir algo um pelo outro, mas eu pensava por dentro: essa gatinha é uma delícia, se faz de santinha e adora mais a pica do que doce de leite, tenho que aproveitar pra fazer de tudo com ela. E uma das coisas que me excita é transar e poder ser visto. Então comecei a encher o saco dela dizendo que queria comer ela na sacada de casa. Nessa altura, já tinha feito a booty nela e ela entregava de boa, enquanto eu preparava com beijos e carinhos pra não doer. Naquele dia, ela me recebeu com um conjuntinho de lingerie preto lindo e salto alto. Bestial! Tomamos uns drinks no sofá, eu vestido e ela de lingerie, e ela disse: "vamos pra sacada?". Minha pica não aguentava mais, levantamos e fomos. No começo, ela tava com medo, quase pelada, e eu louco pra que alguém visse ela. Saímos na sacada, meio pequena, de fundos, mas aberta pra outros prédios, encostei ela no parapeito, puxei o fio da calcinha fio dental (ela tinha daquelas que a parte que vai dentro da booty é só um fio) e meti. A gente tava voando. Tranquilamente, alguém podia nos ver, eu já muito excitado tirei o sutiã dela, no começo ela resistiu, depois não teve jeito, relaxou e curtiu a mão nos peitos dela. Ela gemia bem baixinho e isso me deixava louco, demorei quase nada e enchi ela de porra. Gozei pra caralho. Olhei pra todo lado e não vi ninguém que pudesse ter visto ela, curtido essa putinha linda. Entramos, ela se limpou e continuamos bebendo um rato. Ela só de fio dental e eu pelado. Já em outras oportunidades a gente se animou a transar na sacada durante o dia. Muitas coisas fiz com a Agus e muitas pretendo contar aqui. Uma pena que a nossa história acabou e não posso mais aproveitá-la, às vezes vejo ela na academia e tá uma gostosa. Devem estar comendo ela igual doida. Mesmo parecendo uma santinha, é uma puta safada. Sei que alguns conhecidos de lá já comeram ela, e em breve vou contar mais umas histórias, cada vez mais pesadas. Como adiantei no relato anterior, sobre as férias em Mardel, a praia de nudismo, a ideia de ir pra Anchorena, umas brincadeiras num bar e até como eu fazia ela se vestir em algumas ocasiões pra esquentar a gente.

(Se quiserem, podem pedir a próxima história das que eu mencionei acima)
Abraços.

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