Bom, vou continuar contando dessa verdadeira puta que hoje devem estar comendo como a boa vadia que ela é. Reforço que meu relato anterior, assim como este e os que virão, são 100% REAIS, é isso que me excita e me motiva a contar. Com a Agus já separada de vez do namorado, começamos a sair. Descrevo ela de novo: uns 1,60m, cabelo castanho claro, mina de corpo pequenininho, rostinho bonito, boca de profissional de boquete, piercing na língua, peitos normais mas com os bicos sempre durinhos como se fossem dois caramelos, cinturinha linda, buceta carnuda e sempre depilada, pernas bem trabalhadas na academia e A BUNDA SUPER! A arma de destruição dela. Eu sempre via ela na academia, foi lá que nos conhecemos, e adorava ver como ela se vestia. Sempre de leggings bem justas e enfiadas no meio da bunda, o que fazia desenhar aquele rabo gostoso e marcar o triangulinho da fio dental. Ela sempre soube que eu olhava, assim como todo mundo, por isso adora empinar aquela bundinha. E ela já me disse que empina de propósito. "Toda mina gosta de provocar": puta! Várias vezes eu passava para buscá-la na academia, ou íamos juntos, direto pro motel comer ela. Nessa vez que vou contar, lembro que passei para buscá-la de carro na academia, ela entrou e fomos para um motel perto. Quando vi ela vindo pro carro, não estava com aquelas leggings de puta que ela usa, mas sim com um desses shortinhos de tecido e uma regata. Me deixou louco. Ela entra, nos beijamos e direto pra transar. Entramos super excitados. Tiro a regata e o short dela, deixo ela de sutiã preto e fio dental turquesa de tirinhas e triangulinho atrás bem pequenininho. Era de partir. Apalpo ela toda, tiro o sutiã, deixo ela de peitos de fora, os peitos segundo ela são o ponto fraco, e pode ser porque sempre tem os bicos bem durinhos. Mando ela se abaixar pra começar a chupar minha pica. Ela ficou um tempão chupando até que não aguentei mais e comecei a comer ela com a fio dental ainda. Meti, ela de bruços. e eu por cima, de quatro, de pé e sentada num banco alto, mostrando aquela bunda enorme. Quando já sabia que eu tava perto de gozar, lembro dessa frase: "você quer gozar na minha carinha ou na boquinha?". Escolhi a cara, abaixei ela, coloquei de joelhos e mandei ela continuar chupando. Quando não aguentava mais, enchi a cara dela toda de porra, e ela, com um sorrisinho de putinha, recebia enquanto se acariciava nos peitos. No fim, fomos pro chuveiro e, depois de uns amassos, fomos embora.
Passaram-se algumas semanas, a gente continuava se vendo e começando a sentir algo um pelo outro, embora eu pensasse por dentro: essa gatinha é uma delícia, se faz de santinha e curte mais a pica do que doce de leite, tenho que aproveitar pra fazer de tudo com ela. E uma das coisas que me excita é transar e poder ser visto. Então comecei a encher o saco dela falando que queria comer ela na sacada de casa. Nessa altura, já tinha feito a booty nela e ela entregava de boa, enquanto eu preparava antes com beijos e carinhos pra não doer. Naquele dia, ela me recebeu com um conjuntinho de lingerie preto lindo e salto alto. Bestial! Tomamos uns drinks no sofá, eu vestido e ela de lingerie, e ela disse: "vamos pra sacada?". Minha pica não aguentava mais, levantamos e fomos. Ela, no começo, com medo, além de quase pelada, e eu louco pra que alguém visse ela. Saímos na sacada, meio pequena, de fundos, mas aberta pra outros prédios. Encostei ela no parapeito, puxei o fiozinho da calcinha fio dental (ela tinha uma daquelas que a parte que vai dentro da booty é só um fio) e meti. A gente tava voando. Tranquilamente, alguém podia nos ver. Eu, já muito excitado, tirei o sutiã dela; no começo ela resistiu, depois não teve jeito, teve que relaxar e curtir a mão nos peitos dela. Ela gemia bem baixinho e isso me deixava louco. Demorei quase nada e enchi ela de porra. Gozei pra caralho. Olhei pra todos os lados e não vi ninguém que pudesse ter visto ela, curtido essa putinha linda. Entramos, ela se limpou e continuamos bebendo um rato. Ela só de tanga e eu pelado. Já em outras oportunidades a gente se animou a transar na sacada durante o dia. Muitas coisas fiz com a Agus e muitas pretendo contar aqui. Uma pena que o nosso rolê acabou e não posso mais aproveitá-la, às vezes vejo ela na academia e tá uma gostosa do caralho. Devem estar comendo ela igual louco. Mesmo parecendo uma santinha, é uma puta de marca maior. Sei que alguns conhecidos de lá já comeram ela, e em breve vou contar mais histórias, cada vez mais pesadas. Como adiantei no relato anterior, sobre as férias em Mardel, a praia de nudismo, a ideia de ir pra Anchorena, umas brincadeiras num bar e até como eu mandava ela se vestir em algumas ocasiões pra esquentar nós dois.
(Se quiserem, podem pedir a próxima história das que mencionei acima)
Abraços.
Passaram-se algumas semanas, a gente continuava se vendo e começando a sentir algo um pelo outro, embora eu pensasse por dentro: essa gatinha é uma delícia, se faz de santinha e curte mais a pica do que doce de leite, tenho que aproveitar pra fazer de tudo com ela. E uma das coisas que me excita é transar e poder ser visto. Então comecei a encher o saco dela falando que queria comer ela na sacada de casa. Nessa altura, já tinha feito a booty nela e ela entregava de boa, enquanto eu preparava antes com beijos e carinhos pra não doer. Naquele dia, ela me recebeu com um conjuntinho de lingerie preto lindo e salto alto. Bestial! Tomamos uns drinks no sofá, eu vestido e ela de lingerie, e ela disse: "vamos pra sacada?". Minha pica não aguentava mais, levantamos e fomos. Ela, no começo, com medo, além de quase pelada, e eu louco pra que alguém visse ela. Saímos na sacada, meio pequena, de fundos, mas aberta pra outros prédios. Encostei ela no parapeito, puxei o fiozinho da calcinha fio dental (ela tinha uma daquelas que a parte que vai dentro da booty é só um fio) e meti. A gente tava voando. Tranquilamente, alguém podia nos ver. Eu, já muito excitado, tirei o sutiã dela; no começo ela resistiu, depois não teve jeito, teve que relaxar e curtir a mão nos peitos dela. Ela gemia bem baixinho e isso me deixava louco. Demorei quase nada e enchi ela de porra. Gozei pra caralho. Olhei pra todos os lados e não vi ninguém que pudesse ter visto ela, curtido essa putinha linda. Entramos, ela se limpou e continuamos bebendo um rato. Ela só de tanga e eu pelado. Já em outras oportunidades a gente se animou a transar na sacada durante o dia. Muitas coisas fiz com a Agus e muitas pretendo contar aqui. Uma pena que o nosso rolê acabou e não posso mais aproveitá-la, às vezes vejo ela na academia e tá uma gostosa do caralho. Devem estar comendo ela igual louco. Mesmo parecendo uma santinha, é uma puta de marca maior. Sei que alguns conhecidos de lá já comeram ela, e em breve vou contar mais histórias, cada vez mais pesadas. Como adiantei no relato anterior, sobre as férias em Mardel, a praia de nudismo, a ideia de ir pra Anchorena, umas brincadeiras num bar e até como eu mandava ela se vestir em algumas ocasiões pra esquentar nós dois.
(Se quiserem, podem pedir a próxima história das que mencionei acima)
Abraços.
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