Vou contar o que vem acontecendo comigo no último ano mais ou menos por causa da chegada de um vizinho novo no nosso prédio.
Com essa crise, quando a gente veio morar no apartamento novo, eu e minha mina, mais ou menos metade dos apartamentos tava vazia, mas ultimamente tava tudo enchendo.
Eu e minha mina ouvíamos barulhos no apartamento bem debaixo do nosso, que até então tava desabitado, mas não escutávamos vozes. Umas 3 semanas depois, numa sexta à noite, por volta da meia-noite, começamos a ouvir gemidos. Primeiro baixinho, mas depois cada vez mais alto. Putz, que sessão de sexo que os novos inquilinos tiveram. A gente tava no quarto bem em cima deles e dava pra ouvir clarinho os gemidos dela. Devem ter passado uma hora transando. A mina deve ter gozado umas três ou quatro vezes.
Então lá estava eu, uma da manhã, todo duro, enquanto minha namorada dormia tranquilona. Depois ouvi umas vozes, tipo se despedindo, e a porta do apartamento batendo.
Comecei a ficar curioso pra saber quem eram os novos vizinhos. Precisava botar um rosto naquela sessão de sexo tão foda. Um dia encontrei uma vizinha de sempre e perguntei se ela sabia algo sobre "os novos". Ela disse que não, que só tinha visto um senhor que devia ser pai de um dos novos, mas não soube me dizer mais nada.
Passaram mais umas duas semanas e nada. De novo, na sexta à noite, a mesma coisa. Lá pela uma da manhã, começo a ouvir os vizinhos de baixo transando. Claramente, os gemidos dela, os corpos se chocando, até umas palmadas. Dessa vez minha mina não tava dormindo, e eu, que fiquei de pau duro de novo ouvindo eles trepando, tava a fim de fazer algo com ela.
— Puta merda com os novos — disse minha mina —, tão tranquilos que a gente tava antes.
Eu passei a mão nela e levei até meu pau, que tava durasso.
— Você fica excitado ouvindo isso? — ela perguntou.
— O que você acha? Total que num momento a gente tava transando no ritmo dos vizinhos de baixo. Não demorei pra gozar dentro da minha mina enquanto os de baixo continuavam sem parar. Pelo menos ficaram mais meia hora transando. Porra, o cara era uma máquina de foder. Que resistência.
Cada vez me dava mais curiosidade de saber quem eram os de baixo. Uns dias depois, quando eu tava voltando com minha mina da academia, a gente encontrou um senhor esperando o elevador. Devia ter uns 55 anos. Uns 1,70, não muito alto, magro mas com uma barriguinha, rosto bonito, cabelo grisalho penteado com risca e tava voltando de passear com o cachorrinho. Ele se apresentou.
- Oi, tudo bem? Sou Miguel, moro no terceiro, acho que não conheço vocês.
- Sim, eu sou David e essa é minha namorada Raquel, a gente mora no quarto. Acho que somos seus vizinhos de cima.
- Bom, pra qualquer coisa já sabem onde moro, disse com um sorriso.
Eu apertei a mão dele e ele deu dois beijos na minha namorada. Bem na hora que o elevador chegou. Ele abriu a porta e deixou a gente passar. Primeiro minha mina e, bem na cara dura, o novo vizinho ficou olhando pra rabuda da Raquel, que tava apertada na legging da academia. Depois a gente se olhou e eu passei. Ele deve ter percebido na hora que eu tinha visto ele olhando pra bunda da minha mina, mas não ficou muito nervoso. Também não me importei muito. Eu também teria ficado olhando pra bunda de uma morena gostosa de 27 anos.
Uns dias depois, encontrei o novo vizinho Miguel de novo. Ele tava dando aula de padel na quadra do condomínio. Fiquei um tempinho olhando e depois fui pra casa. Poucos dias depois, era eu que tava jogando padel com uns amigos e vi que Miguel tava nos observando com o cachorrinho. Quando a gente terminou, ele se aproximou e disse que tava procurando uma dupla pra jogar um torneio, se eu queria jogar com ele, e eu aceitei.
Foi assim que a gente começou mais ou menos a se relacionar. Na noite antes do campeonato, ouvi ele transando com uma mina. Era a mesma de sempre. Imaginei que fosse a mulher dele. De novo ela devia ter gozado umas três ou quatro vezes. Ficaram mais de uma hora e meia.
No dia do campeonato, entre um jogo e outro, a gente tomou umas cervejas e ele me contou um pouco da vida dele.
Tinha casado e se separado duas vezes, tinha quatro filhos, dois com cada ex-mulher, e me disse que tinha se aposentado cedo. Agora tava solteiro, "vivendo a vida", falou. Que com uma graninha de uma herança e sem ter que pagar pensão, conseguiu comprar o apartamento. Agora, com o que sobrava da aposentadoria e o que tirava das aulas de pádel, vivia bem.
No clube onde a gente jogava, todo mundo conhecia ele. A verdade é que ele tinha um jeito com as pessoas e era muito cavalheiro com as minas. Dava pra perceber de longe que ele já tinha comido muita mulher. No torneio, não foi mal não. Apesar da idade, o Miguel jogava muito bem e a gente chegou até as semifinais.
No final, a gente tomou a última cerveja e ele disse que tava muito cansado, que já não tava mais pra esses torneios de um dia, que era muita canseira pra idade dele.
- É que ontem à noite você tinha que ter descansado - falei pra ele - porque dá pra ouvir tudo nesses apartamentos, as paredes parecem de papel.
- Ahhh, você me ouviu? É verdade que o quarto de vocês fica bem em cima do meu, hahaha.
- É que sua parceira é muito barulhenta - falei.
- Vamos deixar como amiga - ele disse. - Já tô fora de namoradas e mulheres. Tô melhor solteiro, pegando aqui e ali, você me entende - falou o Miguel. - Já tô muito escaldado com as minas.
E ficou por isso. A gente foi criando uma grande amizade. Por causa do meu trabalho em turnos, eu tinha muitas manhãs livres e comecei a fazer dupla de pádel com o Miguel. Toda semana a gente marcava de jogar três ou quatro vezes, quando eu podia.
Um dia à tarde, quando chego da academia, vejo ele dando aula de pádel na quadra do condomínio pra uma mina que eu conhecia de vista da região e pra filha dela. Fiquei um tempinho olhando. As duas estavam muito gostosas. A mãe, uns 45 anos, morena, cabelo na altura dos ombros, bem conservada, de saia curta e meia-calça, com uns peitões e um rabão de respeito. O rosto era normal. A filha, novinha, também morena, com uns peitos normais, mas já mostrando que iam crescer igual aos da mãe, e uma bunda bem apetitosa. Quando a aula acabou, ele se despediu delas e me disse: "Se você quiser treinar um pouco comigo, ainda tem meia hora de quadra." Subi rápido pra trocar de roupa e treinamos um pouco.
No final, Miguel me pergunta:
- Conhecia a que estava dando aula antes?
- Aquela senhora? Não, lembro de ver ela por aqui no condomínio, mas não conheço.
- Pois é, essa é a que você ouve às sextas-feiras – disse Miguel, rindo.
- Ah, é? – falei, incrédulo.
- Sim, essas separadas são as melhores, vão direto ao que interessa, hahaha.
Ele foi me contando. Não demorou nem duas aulas pra ele pegar ela. A mulher morava sozinha com a filha e ele disse que era uma ninfomaníaca de respeito, mesmo tendo cara de patricinha.
- Sexta-feira a gente vai se ver de novo. Ela fala pra filha que vai encontrar uma amiga e vem pra minha casa. Te garanto que não vem perder tempo – disse Miguel.
E pode crer que ela não gostava de perder tempo. Na sexta seguinte, mais uma sessão de sexo. Quase duas horas de orgasmos da morena. Pelo menos agora eu conseguia colocar um rosto naqueles gemidos. Só de saber que era aquela patricinha de peitões que eu ouvia, já fiquei muito excitado. Quando minha mina dormiu, bati uma ouvindo ela trepando com nosso vizinho Miguel.
Cada vez eu ficava mais à vontade com Miguel. As sessões de sexo de sexta-feira nunca falhavam com a morena de peitões, que se chama Mercedes, e eu ficava cada vez mais excitado ouvindo eles trepando. Minha mina não parecia gostar muito, mas às vezes a gente acabava transando ouvindo o Miguel e a amiga dele.
O verão estava chegando e ia começar um torneio de padel que a gente organizava no condomínio. Tinha várias categorias: masculino, feminino e misto. Eu joguei com Miguel na masculina e no misto com minha namorada Raquel, enquanto Miguel jogou o misto com a Mercedes.
Entre um jogo e outro, consegui conversar pela primeira vez com a Mercedes. Tenho que admitir que, para ter 45 anos, ela era muito gostosa. Era uma mulher bem educada e elegante, e não aparentava nem um pouco a idade que tinha. Muitas de 30 anos iam querer ter o corpo dela. Enquanto conversava com ela, não conseguia parar de pensar em como ela gemia, nos orgasmos dela, nas palmadas que levava na bunda e como deviam ser aqueles peitos balançando enquanto ela transava com o Miguel. Quando o torneio terminasse, ia ter que bater uma punheta pensando nela. Ela era bem simpática também, falava bastante e, na quadra, era agressiva — caralho, como ela devia foder! Dava para ver de longe que era uma boa ninfomaníaca.
Quando o torneio acabou, teve um pequeno lanche na área comum ao lado da quadra e da piscina. Lembro que estava conversando com o Miguel enquanto tomávamos uma cerveja, e passaram duas moreninhas de calça de beach tennis, deviam ter uns 20 anos. Que bundão as duas tinham!!!
— Isso é o que eu mais gosto no beach tennis — disse o Miguel, olhando pra bunda das duas garotas.
Naquele exato momento, minha namorada Raquel estava conversando com outra vizinha a uns 10 metros de nós. Ela estava de costas, usando uma calça cinza que marcava toda a bunda e a calcinha fio dental. Não deixava muito para a imaginação. Ela sabia do bundão que tinha e também sabia como mostrar. O Miguel olhou pra onde ela estava.
— Tem uns bundões muito bons por aqui, algumas parecem que estão pedindo uma trepada aos berros — disse ele, olhando pra minha mina e sorrindo pra mim...
Meu pau ficou duro debaixo do meu short de esporte. Nosso vizinho aposentado não tinha vergonha nenhuma de olhar pra bunda da Raquel.
Quando chegamos em casa, estava com muita vontade de foder com a minha mina. Falei pra Raquel que nosso vizinho tinha se esbaldado olhando pra bunda dela.
— E... É isso aí? Fica tão dura assim por causa disso??, disse minha mina.
- Vem cá que quero te foder bem gostoso, quero que o Miguel ouça como eu te como...
Raquel sentou no meu pau e eu agarrei bem as bundas dela, uma com cada mão. Ela começou a se mexer em cima de mim que nem uma louca. Nossos corpos batiam com força e ela começou a gemer bem alto. Enfiei meus 20 cm de pau dentro dela e, como de costume, gozei em só uns dois minutos.
Quando terminamos, os gemidos do andar de baixo tomaram conta, puta sessão de sexo. Pelo menos ficaram uma hora transando e a Mercedes gemendo que nem uma puta. Raquel se levantou pelada e abriu a janela do quarto enquanto acendia um cigarro. Eu olhava pra bunda nua dela e ouvia os gemidos lá de baixo.
Era uma sensação estranha, queria ficar duro de novo pra foder ela como Deus manda, mas quanto mais eu pensava nisso, mais mole meu pau ficava. No fundo, me sentia envergonhado e ao mesmo tempo excitado.
Tinha que admitir: meu vizinho de baixo, que quase tinha o dobro da minha idade, me dava um baile na cama...
Continua...
Com essa crise, quando a gente veio morar no apartamento novo, eu e minha mina, mais ou menos metade dos apartamentos tava vazia, mas ultimamente tava tudo enchendo.
Eu e minha mina ouvíamos barulhos no apartamento bem debaixo do nosso, que até então tava desabitado, mas não escutávamos vozes. Umas 3 semanas depois, numa sexta à noite, por volta da meia-noite, começamos a ouvir gemidos. Primeiro baixinho, mas depois cada vez mais alto. Putz, que sessão de sexo que os novos inquilinos tiveram. A gente tava no quarto bem em cima deles e dava pra ouvir clarinho os gemidos dela. Devem ter passado uma hora transando. A mina deve ter gozado umas três ou quatro vezes.
Então lá estava eu, uma da manhã, todo duro, enquanto minha namorada dormia tranquilona. Depois ouvi umas vozes, tipo se despedindo, e a porta do apartamento batendo.
Comecei a ficar curioso pra saber quem eram os novos vizinhos. Precisava botar um rosto naquela sessão de sexo tão foda. Um dia encontrei uma vizinha de sempre e perguntei se ela sabia algo sobre "os novos". Ela disse que não, que só tinha visto um senhor que devia ser pai de um dos novos, mas não soube me dizer mais nada.
Passaram mais umas duas semanas e nada. De novo, na sexta à noite, a mesma coisa. Lá pela uma da manhã, começo a ouvir os vizinhos de baixo transando. Claramente, os gemidos dela, os corpos se chocando, até umas palmadas. Dessa vez minha mina não tava dormindo, e eu, que fiquei de pau duro de novo ouvindo eles trepando, tava a fim de fazer algo com ela.
— Puta merda com os novos — disse minha mina —, tão tranquilos que a gente tava antes.
Eu passei a mão nela e levei até meu pau, que tava durasso.
— Você fica excitado ouvindo isso? — ela perguntou.
— O que você acha? Total que num momento a gente tava transando no ritmo dos vizinhos de baixo. Não demorei pra gozar dentro da minha mina enquanto os de baixo continuavam sem parar. Pelo menos ficaram mais meia hora transando. Porra, o cara era uma máquina de foder. Que resistência.
Cada vez me dava mais curiosidade de saber quem eram os de baixo. Uns dias depois, quando eu tava voltando com minha mina da academia, a gente encontrou um senhor esperando o elevador. Devia ter uns 55 anos. Uns 1,70, não muito alto, magro mas com uma barriguinha, rosto bonito, cabelo grisalho penteado com risca e tava voltando de passear com o cachorrinho. Ele se apresentou.
- Oi, tudo bem? Sou Miguel, moro no terceiro, acho que não conheço vocês.
- Sim, eu sou David e essa é minha namorada Raquel, a gente mora no quarto. Acho que somos seus vizinhos de cima.
- Bom, pra qualquer coisa já sabem onde moro, disse com um sorriso.
Eu apertei a mão dele e ele deu dois beijos na minha namorada. Bem na hora que o elevador chegou. Ele abriu a porta e deixou a gente passar. Primeiro minha mina e, bem na cara dura, o novo vizinho ficou olhando pra rabuda da Raquel, que tava apertada na legging da academia. Depois a gente se olhou e eu passei. Ele deve ter percebido na hora que eu tinha visto ele olhando pra bunda da minha mina, mas não ficou muito nervoso. Também não me importei muito. Eu também teria ficado olhando pra bunda de uma morena gostosa de 27 anos.
Uns dias depois, encontrei o novo vizinho Miguel de novo. Ele tava dando aula de padel na quadra do condomínio. Fiquei um tempinho olhando e depois fui pra casa. Poucos dias depois, era eu que tava jogando padel com uns amigos e vi que Miguel tava nos observando com o cachorrinho. Quando a gente terminou, ele se aproximou e disse que tava procurando uma dupla pra jogar um torneio, se eu queria jogar com ele, e eu aceitei.
Foi assim que a gente começou mais ou menos a se relacionar. Na noite antes do campeonato, ouvi ele transando com uma mina. Era a mesma de sempre. Imaginei que fosse a mulher dele. De novo ela devia ter gozado umas três ou quatro vezes. Ficaram mais de uma hora e meia.
No dia do campeonato, entre um jogo e outro, a gente tomou umas cervejas e ele me contou um pouco da vida dele.
Tinha casado e se separado duas vezes, tinha quatro filhos, dois com cada ex-mulher, e me disse que tinha se aposentado cedo. Agora tava solteiro, "vivendo a vida", falou. Que com uma graninha de uma herança e sem ter que pagar pensão, conseguiu comprar o apartamento. Agora, com o que sobrava da aposentadoria e o que tirava das aulas de pádel, vivia bem.
No clube onde a gente jogava, todo mundo conhecia ele. A verdade é que ele tinha um jeito com as pessoas e era muito cavalheiro com as minas. Dava pra perceber de longe que ele já tinha comido muita mulher. No torneio, não foi mal não. Apesar da idade, o Miguel jogava muito bem e a gente chegou até as semifinais.
No final, a gente tomou a última cerveja e ele disse que tava muito cansado, que já não tava mais pra esses torneios de um dia, que era muita canseira pra idade dele.
- É que ontem à noite você tinha que ter descansado - falei pra ele - porque dá pra ouvir tudo nesses apartamentos, as paredes parecem de papel.
- Ahhh, você me ouviu? É verdade que o quarto de vocês fica bem em cima do meu, hahaha.
- É que sua parceira é muito barulhenta - falei.
- Vamos deixar como amiga - ele disse. - Já tô fora de namoradas e mulheres. Tô melhor solteiro, pegando aqui e ali, você me entende - falou o Miguel. - Já tô muito escaldado com as minas.
E ficou por isso. A gente foi criando uma grande amizade. Por causa do meu trabalho em turnos, eu tinha muitas manhãs livres e comecei a fazer dupla de pádel com o Miguel. Toda semana a gente marcava de jogar três ou quatro vezes, quando eu podia.
Um dia à tarde, quando chego da academia, vejo ele dando aula de pádel na quadra do condomínio pra uma mina que eu conhecia de vista da região e pra filha dela. Fiquei um tempinho olhando. As duas estavam muito gostosas. A mãe, uns 45 anos, morena, cabelo na altura dos ombros, bem conservada, de saia curta e meia-calça, com uns peitões e um rabão de respeito. O rosto era normal. A filha, novinha, também morena, com uns peitos normais, mas já mostrando que iam crescer igual aos da mãe, e uma bunda bem apetitosa. Quando a aula acabou, ele se despediu delas e me disse: "Se você quiser treinar um pouco comigo, ainda tem meia hora de quadra." Subi rápido pra trocar de roupa e treinamos um pouco.
No final, Miguel me pergunta:
- Conhecia a que estava dando aula antes?
- Aquela senhora? Não, lembro de ver ela por aqui no condomínio, mas não conheço.
- Pois é, essa é a que você ouve às sextas-feiras – disse Miguel, rindo.
- Ah, é? – falei, incrédulo.
- Sim, essas separadas são as melhores, vão direto ao que interessa, hahaha.
Ele foi me contando. Não demorou nem duas aulas pra ele pegar ela. A mulher morava sozinha com a filha e ele disse que era uma ninfomaníaca de respeito, mesmo tendo cara de patricinha.
- Sexta-feira a gente vai se ver de novo. Ela fala pra filha que vai encontrar uma amiga e vem pra minha casa. Te garanto que não vem perder tempo – disse Miguel.
E pode crer que ela não gostava de perder tempo. Na sexta seguinte, mais uma sessão de sexo. Quase duas horas de orgasmos da morena. Pelo menos agora eu conseguia colocar um rosto naqueles gemidos. Só de saber que era aquela patricinha de peitões que eu ouvia, já fiquei muito excitado. Quando minha mina dormiu, bati uma ouvindo ela trepando com nosso vizinho Miguel.
Cada vez eu ficava mais à vontade com Miguel. As sessões de sexo de sexta-feira nunca falhavam com a morena de peitões, que se chama Mercedes, e eu ficava cada vez mais excitado ouvindo eles trepando. Minha mina não parecia gostar muito, mas às vezes a gente acabava transando ouvindo o Miguel e a amiga dele.
O verão estava chegando e ia começar um torneio de padel que a gente organizava no condomínio. Tinha várias categorias: masculino, feminino e misto. Eu joguei com Miguel na masculina e no misto com minha namorada Raquel, enquanto Miguel jogou o misto com a Mercedes.
Entre um jogo e outro, consegui conversar pela primeira vez com a Mercedes. Tenho que admitir que, para ter 45 anos, ela era muito gostosa. Era uma mulher bem educada e elegante, e não aparentava nem um pouco a idade que tinha. Muitas de 30 anos iam querer ter o corpo dela. Enquanto conversava com ela, não conseguia parar de pensar em como ela gemia, nos orgasmos dela, nas palmadas que levava na bunda e como deviam ser aqueles peitos balançando enquanto ela transava com o Miguel. Quando o torneio terminasse, ia ter que bater uma punheta pensando nela. Ela era bem simpática também, falava bastante e, na quadra, era agressiva — caralho, como ela devia foder! Dava para ver de longe que era uma boa ninfomaníaca.
Quando o torneio acabou, teve um pequeno lanche na área comum ao lado da quadra e da piscina. Lembro que estava conversando com o Miguel enquanto tomávamos uma cerveja, e passaram duas moreninhas de calça de beach tennis, deviam ter uns 20 anos. Que bundão as duas tinham!!!
— Isso é o que eu mais gosto no beach tennis — disse o Miguel, olhando pra bunda das duas garotas.
Naquele exato momento, minha namorada Raquel estava conversando com outra vizinha a uns 10 metros de nós. Ela estava de costas, usando uma calça cinza que marcava toda a bunda e a calcinha fio dental. Não deixava muito para a imaginação. Ela sabia do bundão que tinha e também sabia como mostrar. O Miguel olhou pra onde ela estava.
— Tem uns bundões muito bons por aqui, algumas parecem que estão pedindo uma trepada aos berros — disse ele, olhando pra minha mina e sorrindo pra mim...
Meu pau ficou duro debaixo do meu short de esporte. Nosso vizinho aposentado não tinha vergonha nenhuma de olhar pra bunda da Raquel.
Quando chegamos em casa, estava com muita vontade de foder com a minha mina. Falei pra Raquel que nosso vizinho tinha se esbaldado olhando pra bunda dela.
— E... É isso aí? Fica tão dura assim por causa disso??, disse minha mina.
- Vem cá que quero te foder bem gostoso, quero que o Miguel ouça como eu te como...
Raquel sentou no meu pau e eu agarrei bem as bundas dela, uma com cada mão. Ela começou a se mexer em cima de mim que nem uma louca. Nossos corpos batiam com força e ela começou a gemer bem alto. Enfiei meus 20 cm de pau dentro dela e, como de costume, gozei em só uns dois minutos.
Quando terminamos, os gemidos do andar de baixo tomaram conta, puta sessão de sexo. Pelo menos ficaram uma hora transando e a Mercedes gemendo que nem uma puta. Raquel se levantou pelada e abriu a janela do quarto enquanto acendia um cigarro. Eu olhava pra bunda nua dela e ouvia os gemidos lá de baixo.
Era uma sensação estranha, queria ficar duro de novo pra foder ela como Deus manda, mas quanto mais eu pensava nisso, mais mole meu pau ficava. No fundo, me sentia envergonhado e ao mesmo tempo excitado.
Tinha que admitir: meu vizinho de baixo, que quase tinha o dobro da minha idade, me dava um baile na cama...
Continua...
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