O MORBO DO PEDRO continuação
Clara depois do último banho dela se deita de lado abraçando o Pedro e apoiando os peitos nele, caindo num sono profundo. Na manhã seguinte, Pedro acorda cansado e, enquanto Clara continua dormindo, ele toma um café da manhã rápido e vai pra fábrica, antes de dar um beijo na bunda da Clara como despedida. Ele trabalhava com o Juan e, num momento, Juan disse:
— Que cara é essa, Pedro, hein? Parece que ontem à noite teve guerra até morrer, não?
— É, cala a boca, tô moído e é por ter desafiado ela.
— Bom, o que mais você quer, véio? Cansado, mas feliz, ou não?
— Sim, e com o cu dolorido, kkkk.
— Por quê? Me conta.
— Sabe o que acontece, Juancito? Dá pra ver que você é novato nisso e ainda não tem um relacionamento estável, por isso não entende.
— O que eu não entendo, Pedro?
— Olha, vou te contar. Com a Clara, a gente tem sexo livre. Na cama, tudo é permitido pra paixão nunca morrer e evitar aquela coisa de um se cansar de comer sempre a mesma coisa.
— Isso eu entendo, mas o que eu não entendo é o que isso tem a ver com teu cu, véio.
— Olha, vou te contar uma coisa bem íntima, Juan, e isso fica entre nós, tá bom?
— Claro, Pedro, você sabe que sou um túmulo com você, me conhece.
— Por isso tô te contando. Fui eu que ensinei sexo pra Clara, eu ensinei ela a curtir de todas as maneiras possíveis. Ela adora quando eu chupo os bicos dos peitos dela enquanto acaricio a buceta, ou quando meto na buceta e ao mesmo tempo enfio os dedos no cu dela — ela fica louca.
— Até aí tudo bem, Pedro.
— Deixa eu continuar, Juan. Acontece que o que mais deixa ela doida é enfiar os dedos finos dela no meu cu.
— Não acredito, e você deixa?
— Claro que deixo, senão ela nega a bunda divina dela, que é a inveja de todo mundo, e você não sabe como eu gozo fazendo isso com ela.
— Olha, Pedro, me desculpa, mas eu nem fodendo deixo enfiar um dedo no meu cu.
— Por isso que eu digo que você ainda tem muito o que aprender. Dá pra ver que você não tem uma parceira fixa e anos de sexo só com ela. Se você não inovar, inevitavelmente chega o tédio e depois... Chifres até terminar do lado dela só por costume, nada mais
Tá, tudo bem, mas pelo menos eu acho que nunca deixaria isso acontecer
Nunca diga nunca, Juan
Olha como você ficou, hoje tá com a bunda toda dolorida
Mas um prazer imenso de ter feito aquela bundinha linda que justifica tudo, te juro
Em uma palavra: ele te comeu pelo cu e você deixou, sei lá, gosto é gosto, Pedro, mas repito, eu nem fodendo
Continuaram trabalhando e mudaram o assunto de sexo pra futebol até o fim do expediente, se despediram e Pedro foi pra casa. Quando chegou, Clara já estava esperando ele como sempre, com o mate pronto
Oi, amor, hoje você foi embora sem me cumprimentar, o que houve?
Claro que te cumprimentei, você tava apagada, Clara, parece que ontem à noite te deixei de cama
Nem me fale, Pedro, parece que você tava com muita vontade, tava bem tarado ontem à noite
E por aqui, como estamos? Você me deu com tudo, tô com a bunda ardendo até agora
Hahahaha, sério? Que fraco você foi, então o que eu diria, que aguentei seu pau por um bom tempo?
Sabe, Clara, no próximo fim de semana vamos pescar com a galera?
Ah, que legal, não me falou nada
Fica tranquila, Clara, não vamos sozinhos
Ah é? E com quem vocês vão?
Com as mulheres, Clara, vamos aproveitar pra passar um fim de semana juntos
Pode me tirar dessa, Pedro
Vai, Clara, não seja chata, vamos nos divertir
Mas eu não conheço ninguém, Pedro
Clara, as outras mulheres também não conhecem ninguém e mesmo assim vão, a gente faz isso pra fortalecer a amizade que temos, há anos compartilhamos trabalho e futebol, tá na hora de nos conhecermos um pouco mais, não acha?
Bom, se não tem outro jeito
Vai, Clara, pensa, você só conhece os nomes pelo que eu conto, mas não faz ideia de como eles são, se são divertidos, se são gente boa, como são com as esposas, eles também não te conhecem e sei que adorariam, por isso todo mundo topou
E seria legal saber com quem meu marido sai às sextas Então, posso contar com você? Você vai, né?
Vamos ver.
Olha, Clara, se você não for, eu também não vou.
Por quê?
Porque somos um casal, Clara, e não vou te deixar sozinha, entediada em casa no fim de semana enquanto eu pesco e me divirto.
Mas você faz isso toda sexta.
É diferente, Clara. As sextas são só três ou quatro horas, mais que isso eu não aguento.
Mas assim você está me obrigando, Pedro.
Não, Clara, não estou te obrigando. Se você não quiser ir, eu digo pra eles que não contem comigo e pronto.
Deixa eu pensar, sua buceta.
Assim passaram os dias, que transcorriam tranquilamente. Sexta era dia de pagamento, e Pedro, como todo mundo, estava bem apertado. Naquela sexta, Pedro não conseguiu se levantar pra ir trabalhar; o fígado dele parece que explodiu. De manhã bem cedo, avisou a fábrica explicando por que não iria e pediu ao capataz se Clara podia passar pra receber o pagamento da quinzena, já que eles estavam sem um puto. O capataz disse que sim, mas Clara precisava levar uma autorização assinada por ele. Foi assim que Clara se vestiu como de costume: uma regatinha não muito decotada, mas que deixava ver uns peitos enormes, e sua clássica legging preta que marcava a fogo sua bunda linda pra caralho. Com a autorização na bolsa, foi pra fábrica receber a quinzena, enquanto Pedro ficava sozinho na cama tentando se recuperar do ataque no fígado. Clara chegou na fábrica, tocou a campainha e se anunciou pelo porteiro, que na hora a levou até o capataz. Estela a fez entrar no escritório e, cordialmente, entregou o envelope de Pedro, que Clara guardou direitinho na bolsa. Nesse momento, ouviram umas batidas na porta do escritório do capataz: eram Juan, Gustavo, Fede e Luís, os amigos do Pedro com quem iriam pescar no próximo fim de semana e com quem ele jogava futebol nas sextas. Os quatro entraram juntos e a primeira coisa que fizeram foi perguntar pra Clara sobre o amigo Pedro: como ele estava, se era grave, já que Pedro raramente faltava ao trabalho e, menos ainda, numa sexta. Ela lhes Ele disse que foi um ataque no fígado que, além de dar uma dor do caralho, quase não deixava ele sair da cama por causa da diarreia constante. Clara, por dentro, se sentiu muito satisfeita que os amigos de Pedro a tratassem com respeito e se interessassem tanto por ele. Mais ainda, até o capataz estava amigável e, quando ela decidiu ir embora, ele se desculpou por sair, mas disse que Pedro estava sozinho em casa e ela precisava ir cuidar dele. Cada um deles se despediu carinhosamente e, um por um, mandaram lembranças para Pedro. O capataz disse pra ela falar pro Pedro tirar os dias que fossem necessários, que ele descansasse e obedecesse o médico. Clara saiu daquela sala com um sentimento de orgulho por ver como o marido dela era querido pelos colegas. Ao chegar em casa, Clara contou tudo pro Pedro, e ele perguntou sobre cada um dos amigos.
— Então te trataram bem? Viu que são gente boa?
— Sim, verdade, Pedro.
— Então tá decidido. Você veio pescar, não veio?
— E você tá melhor, sim, Pedro. São umas pessoas boas, todos eles.
Continua...
Clara depois do último banho dela se deita de lado abraçando o Pedro e apoiando os peitos nele, caindo num sono profundo. Na manhã seguinte, Pedro acorda cansado e, enquanto Clara continua dormindo, ele toma um café da manhã rápido e vai pra fábrica, antes de dar um beijo na bunda da Clara como despedida. Ele trabalhava com o Juan e, num momento, Juan disse:
— Que cara é essa, Pedro, hein? Parece que ontem à noite teve guerra até morrer, não?
— É, cala a boca, tô moído e é por ter desafiado ela.
— Bom, o que mais você quer, véio? Cansado, mas feliz, ou não?
— Sim, e com o cu dolorido, kkkk.
— Por quê? Me conta.
— Sabe o que acontece, Juancito? Dá pra ver que você é novato nisso e ainda não tem um relacionamento estável, por isso não entende.
— O que eu não entendo, Pedro?
— Olha, vou te contar. Com a Clara, a gente tem sexo livre. Na cama, tudo é permitido pra paixão nunca morrer e evitar aquela coisa de um se cansar de comer sempre a mesma coisa.
— Isso eu entendo, mas o que eu não entendo é o que isso tem a ver com teu cu, véio.
— Olha, vou te contar uma coisa bem íntima, Juan, e isso fica entre nós, tá bom?
— Claro, Pedro, você sabe que sou um túmulo com você, me conhece.
— Por isso tô te contando. Fui eu que ensinei sexo pra Clara, eu ensinei ela a curtir de todas as maneiras possíveis. Ela adora quando eu chupo os bicos dos peitos dela enquanto acaricio a buceta, ou quando meto na buceta e ao mesmo tempo enfio os dedos no cu dela — ela fica louca.
— Até aí tudo bem, Pedro.
— Deixa eu continuar, Juan. Acontece que o que mais deixa ela doida é enfiar os dedos finos dela no meu cu.
— Não acredito, e você deixa?
— Claro que deixo, senão ela nega a bunda divina dela, que é a inveja de todo mundo, e você não sabe como eu gozo fazendo isso com ela.
— Olha, Pedro, me desculpa, mas eu nem fodendo deixo enfiar um dedo no meu cu.
— Por isso que eu digo que você ainda tem muito o que aprender. Dá pra ver que você não tem uma parceira fixa e anos de sexo só com ela. Se você não inovar, inevitavelmente chega o tédio e depois... Chifres até terminar do lado dela só por costume, nada mais
Tá, tudo bem, mas pelo menos eu acho que nunca deixaria isso acontecer
Nunca diga nunca, Juan
Olha como você ficou, hoje tá com a bunda toda dolorida
Mas um prazer imenso de ter feito aquela bundinha linda que justifica tudo, te juro
Em uma palavra: ele te comeu pelo cu e você deixou, sei lá, gosto é gosto, Pedro, mas repito, eu nem fodendo
Continuaram trabalhando e mudaram o assunto de sexo pra futebol até o fim do expediente, se despediram e Pedro foi pra casa. Quando chegou, Clara já estava esperando ele como sempre, com o mate pronto
Oi, amor, hoje você foi embora sem me cumprimentar, o que houve?
Claro que te cumprimentei, você tava apagada, Clara, parece que ontem à noite te deixei de cama
Nem me fale, Pedro, parece que você tava com muita vontade, tava bem tarado ontem à noite
E por aqui, como estamos? Você me deu com tudo, tô com a bunda ardendo até agora
Hahahaha, sério? Que fraco você foi, então o que eu diria, que aguentei seu pau por um bom tempo?
Sabe, Clara, no próximo fim de semana vamos pescar com a galera?
Ah, que legal, não me falou nada
Fica tranquila, Clara, não vamos sozinhos
Ah é? E com quem vocês vão?
Com as mulheres, Clara, vamos aproveitar pra passar um fim de semana juntos
Pode me tirar dessa, Pedro
Vai, Clara, não seja chata, vamos nos divertir
Mas eu não conheço ninguém, Pedro
Clara, as outras mulheres também não conhecem ninguém e mesmo assim vão, a gente faz isso pra fortalecer a amizade que temos, há anos compartilhamos trabalho e futebol, tá na hora de nos conhecermos um pouco mais, não acha?
Bom, se não tem outro jeito
Vai, Clara, pensa, você só conhece os nomes pelo que eu conto, mas não faz ideia de como eles são, se são divertidos, se são gente boa, como são com as esposas, eles também não te conhecem e sei que adorariam, por isso todo mundo topou
E seria legal saber com quem meu marido sai às sextas Então, posso contar com você? Você vai, né?
Vamos ver.
Olha, Clara, se você não for, eu também não vou.
Por quê?
Porque somos um casal, Clara, e não vou te deixar sozinha, entediada em casa no fim de semana enquanto eu pesco e me divirto.
Mas você faz isso toda sexta.
É diferente, Clara. As sextas são só três ou quatro horas, mais que isso eu não aguento.
Mas assim você está me obrigando, Pedro.
Não, Clara, não estou te obrigando. Se você não quiser ir, eu digo pra eles que não contem comigo e pronto.
Deixa eu pensar, sua buceta.
Assim passaram os dias, que transcorriam tranquilamente. Sexta era dia de pagamento, e Pedro, como todo mundo, estava bem apertado. Naquela sexta, Pedro não conseguiu se levantar pra ir trabalhar; o fígado dele parece que explodiu. De manhã bem cedo, avisou a fábrica explicando por que não iria e pediu ao capataz se Clara podia passar pra receber o pagamento da quinzena, já que eles estavam sem um puto. O capataz disse que sim, mas Clara precisava levar uma autorização assinada por ele. Foi assim que Clara se vestiu como de costume: uma regatinha não muito decotada, mas que deixava ver uns peitos enormes, e sua clássica legging preta que marcava a fogo sua bunda linda pra caralho. Com a autorização na bolsa, foi pra fábrica receber a quinzena, enquanto Pedro ficava sozinho na cama tentando se recuperar do ataque no fígado. Clara chegou na fábrica, tocou a campainha e se anunciou pelo porteiro, que na hora a levou até o capataz. Estela a fez entrar no escritório e, cordialmente, entregou o envelope de Pedro, que Clara guardou direitinho na bolsa. Nesse momento, ouviram umas batidas na porta do escritório do capataz: eram Juan, Gustavo, Fede e Luís, os amigos do Pedro com quem iriam pescar no próximo fim de semana e com quem ele jogava futebol nas sextas. Os quatro entraram juntos e a primeira coisa que fizeram foi perguntar pra Clara sobre o amigo Pedro: como ele estava, se era grave, já que Pedro raramente faltava ao trabalho e, menos ainda, numa sexta. Ela lhes Ele disse que foi um ataque no fígado que, além de dar uma dor do caralho, quase não deixava ele sair da cama por causa da diarreia constante. Clara, por dentro, se sentiu muito satisfeita que os amigos de Pedro a tratassem com respeito e se interessassem tanto por ele. Mais ainda, até o capataz estava amigável e, quando ela decidiu ir embora, ele se desculpou por sair, mas disse que Pedro estava sozinho em casa e ela precisava ir cuidar dele. Cada um deles se despediu carinhosamente e, um por um, mandaram lembranças para Pedro. O capataz disse pra ela falar pro Pedro tirar os dias que fossem necessários, que ele descansasse e obedecesse o médico. Clara saiu daquela sala com um sentimento de orgulho por ver como o marido dela era querido pelos colegas. Ao chegar em casa, Clara contou tudo pro Pedro, e ele perguntou sobre cada um dos amigos.
— Então te trataram bem? Viu que são gente boa?
— Sim, verdade, Pedro.
— Então tá decidido. Você veio pescar, não veio?
— E você tá melhor, sim, Pedro. São umas pessoas boas, todos eles.
Continua...
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