Capítulo 1: Eu e a Laly numa noite de sexoSempre fui um cara tímido (deve ser porque me sentia feio), sempre tive dificuldade pra dar opinião ou me declarar pra uma mulher, e isso tornou o ensino médio muito difícil. Por ser calado e fã de anime, sempre fui alvo de piadas, mas eu sabia lidar com isso. E isso graças aos romances da Cris Brunette, que mostravam o cara menos popular, o feio que conquistava a garota mais linda da escola. Isso me fazia viver com esperança de que um dia eu seria como aquele personagem do livro, aquele cara que sofria, mas depois superava tudo e conquistava a garota mais gostosa. Só que eu não me parecia em nada com os personagens desses livros, porque nunca respondia, nunca me rebelava, só aceitava o que acontecia comigo e pronto.
Até que uma noite, assistindo "Quase Anjos", vi como a Laly e a Eugenia são realmente lindas. Comecei a me apaixonar pelas duas, mas sabia que era um amor impossível. Sempre me disseram que quando a gente ama uma mulher, tem que ir com tudo, não pensar no "não", pensar no "sim". Mas isso é muito difícil, e a verdade é que me sentia um idiota assistindo novelas adolescentes aos meus 18 anos. Mas eu assistia, e toda vez que as duas apareciam em cena, meu coração acelerava. Várias noites sonhei com as duas e fantasiava que as conhecia, virava amigo delas... e depois conquistava a Laly. E me separava e terminava com a Eugenia. Nunca sonhei que estava com as duas ao mesmo tempo. Na escola, eu não olhava mais pra nenhuma outra garota, só sonhava acordado com elas duas. Agora, pensando bem, parece até uma obsessão. Ninguém sabia que eu assistia "Quase Anjos", só sabiam que eu via anime e me zoavam por isso. E eu, como sempre, calado e sonhando com as duas. Sonhava e sonhava, até que um dia o sonho se tornou realidade.
Tudo começou quando descobri que os Teens iam fazer um show no Gran Rex. E foi muito difícil tomar a decisão de ir, porque pensava: "vou fazer o quê, um otário de 18 anos num show onde geralmente tem meninas de 9 a 12 anos? Parece estranho, mas mesmo assim fui ver o show e, sinceramente, curti pra caralho. Na saída, pensei em esperar o elenco sair só pra ver elas e dar um oi, mas com a multidão de gente, só consegui ver de longe. Então fui embora meio satisfeito porque pelo menos tinha visto elas de perto, mas não consegui falar. Saí da porta do teatro conformado, andei umas duas quadras dali pra pegar um táxi. Enquanto esperava, vi um carro parar perto de mim e uma mina descendo, xingando pra caramba porque o carro tinha morrido. Não dava pra ver direito, então cheguei mais perto, de curioso, e era a Laly. Não acreditei. Pensei: "essa é minha chance de falar com elas". Então, pela primeira vez, criei coragem pra falar com uma mulher sem pausa e sem pressa. Cheguei perto e falei:
— Oi, posso ajudar em alguma coisa?
Ela me olhou com cara de "te conheço" e respondeu:
— Se você manja de mecânica, sim.
A verdade é que eu não sabia porra nenhuma de mecânica, só tinha visto meu irmão consertando o carro dele umas poucas vezes, mas não podia perder essa oportunidade. Pela primeira vez, tava perto da mulher que eu amo.
— Sim, deixa eu dar uma olhada no motor — respondi, colocando uma cara séria pra não parecer um pilantra.
Ela se afastou e sorriu pra mim. Cheguei perto do motor e vi um monte de fios. Sinceramente, não entendi nada, então comecei a mexer em um monte de fios e falei pra ela:
— Tenta dar a partida aí.
E o milagre aconteceu: o carro ligou. Ela desceu, toda sorridente:
— Como é que eu posso te agradecer?
— Não é nada — falei. Ela me olhou e, sorrindo de novo, disse:
— Já sei. Que tal te convidar pra minha casa pra tomar um drink?
Não acreditei. Sério, aquilo tava acontecendo. A mulher com quem eu tinha sonhado tantas noites tava me convidando, um cara nada popular que sofria bullying, pra casa dela. Finalmente me senti o garoto da novela. Com timidez, respondi:
— Adoraria.
Então fomos a caminho da casa dela. Quando chegamos, eu ainda me perguntava se tudo aquilo era um sonho. Ela abriu a porta e me convidou pra entrar.
Já dentro de casa, ela me serviu um copo de... Uísque com dois cubos de gelo e brindamos. Passamos uma hora tomando uísque e falando da novela. Ela me contava como se dava com o elenco, os erros, e eu contava como assistia, minha opinião de telespectador. Até que chegou a hora de nos despedirmos. Meu sonho já tinha acabado e eu não tinha conseguido nada: não tirei o celular pra marcar outra chance, não beijei ela, só conheci a casa dela e mais nada.
Não dava pra ir embora assim sem ter beijado ela, então, quando a gente tava se despedindo, não me segurei e meti um beijo na boca dela. Ela me empurrou e me deu um tapa, gritando:
— Que porra você tá fazendo, idiota?! O que você pensa? Só porque te convidei pra minha casa já é porque eu gosto de você e vamos namorar?
Eu não sabia o que dizer, então só fechei o punho e comecei a chorar. Ela me olhou e disse:
— Me desculpa, é que não gosto que me beijem de surpresa. Não chora, por favor. Eu não sou a única garota do mundo. Você vai encontrar uma mulher que te ame e que queira ficar com você.
— Choro porque me sinto enganado por você, pela novela. Eles sempre vendem que tudo é possível, que o amor é forte, que o cara feio fica com a garota linda, mas vejo que é mentira. Agora percebo que vivi iludido.
— Sério que você gosta tanto assim de mim? — ela perguntou.
— Claro que sim. Sonho com você toda noite. Gosto de você desde a primeira vez que te vi na TV. Sei que é loucura, mas tô apaixonado por você e queria...
Antes que eu terminasse de falar, ela me abraçou e me beijou. A gente se beijou por cinco minutos. Ela afastou os lábios:
— Nunca um cara tinha se declarado pra mim desse jeito.
A gente continuou se beijando. O clima tenso e triste tinha virado um clima de paixão. Ela me convidou pro quarto dela e ali algo tomou conta de mim. Finalmente, eu tava com ela num quarto.
Beijei ela de um jeito apaixonado, quase safado, tava descontrolado. Minhas mãos desceram pras pernas dela, comecei a acariciar, puxando a minissaia pra cima. As mãos dela tiravam o último botão da minha camisa. Senti a suavidade das mãos dela percorrendo meu peito. Enquanto continuávamos nos beijando. Inclinando-se um pouco para trás, ela tirou o sutiã, deixando os seios nus, pegou-os com as mãos e me ofereceu, e eu coloquei minha boca neles como um bebê buscando alimento, beijei-os, minha língua percorreu e brincou com seus mamilos eretos. Uma das minhas mãos foi para sua buceta, já molhada e quente, esfregando por cima da calcinha branca de renda. Ela gemeu, se agarrou ao meu pescoço e me beijou com paixão.
Puxando a calcinha de lado, meus dedos começaram a esfregar o clitóris dela, minha boca continuava aproveitando a dureza dos seios dela. As mãos dela desceram o zíper da minha calça, puxaram meu pau duro, quente, ansioso, e esfregaram rápido. Ela levantou um pouco o quadril, seus dedos abriram os lábios da buceta dela e com a outra mão levou meu pau até a entrada ardente da sua buceta, passei a ponta do meu pau pelo clitóris dela e ela se deixou cair de um jeito que nós dois gememos de prazer. Ela começou a se mover para cima e para baixo, os seios dela esfregando no meu peito, minhas mãos na bunda dela fazendo ela subir e descer com mais intensidade. Inclinando-se para trás, minhas mãos serviram de apoio para ela, que ficou sentada no meu pau, se movendo em círculos, me matando de prazer. Beijei a barriga dela, os seios, até chegar na boca dela para que nossas línguas se fundissem em uma.
Em um momento, os braços dela se agarraram ao meu pescoço, eu ouvia os gemidos dela nos meus ouvidos, o peito dela se apoiou no meu, apertando a buceta e as pernas dela. Senti que ela gozou, aumentei a velocidade da penetração, até que nós dois explodimos como vulcões em erupção, misturando meu leite com o mel quente dela... aaaahhhhhh que delícia.... diminuindo aos poucos a intensidade, ficamos parados, ela ainda sentada nas minhas pernas. Afastando o cabelo dela, beijei ela... ela sorriu para mim. A partir daquele momento, entendi que minha vida tinha mudado, finalmente estava com a garota dos meus sonhos. Mais tarde contarei como foi meu encontro com ela. Eugênia
Até que uma noite, assistindo "Quase Anjos", vi como a Laly e a Eugenia são realmente lindas. Comecei a me apaixonar pelas duas, mas sabia que era um amor impossível. Sempre me disseram que quando a gente ama uma mulher, tem que ir com tudo, não pensar no "não", pensar no "sim". Mas isso é muito difícil, e a verdade é que me sentia um idiota assistindo novelas adolescentes aos meus 18 anos. Mas eu assistia, e toda vez que as duas apareciam em cena, meu coração acelerava. Várias noites sonhei com as duas e fantasiava que as conhecia, virava amigo delas... e depois conquistava a Laly. E me separava e terminava com a Eugenia. Nunca sonhei que estava com as duas ao mesmo tempo. Na escola, eu não olhava mais pra nenhuma outra garota, só sonhava acordado com elas duas. Agora, pensando bem, parece até uma obsessão. Ninguém sabia que eu assistia "Quase Anjos", só sabiam que eu via anime e me zoavam por isso. E eu, como sempre, calado e sonhando com as duas. Sonhava e sonhava, até que um dia o sonho se tornou realidade.
Tudo começou quando descobri que os Teens iam fazer um show no Gran Rex. E foi muito difícil tomar a decisão de ir, porque pensava: "vou fazer o quê, um otário de 18 anos num show onde geralmente tem meninas de 9 a 12 anos? Parece estranho, mas mesmo assim fui ver o show e, sinceramente, curti pra caralho. Na saída, pensei em esperar o elenco sair só pra ver elas e dar um oi, mas com a multidão de gente, só consegui ver de longe. Então fui embora meio satisfeito porque pelo menos tinha visto elas de perto, mas não consegui falar. Saí da porta do teatro conformado, andei umas duas quadras dali pra pegar um táxi. Enquanto esperava, vi um carro parar perto de mim e uma mina descendo, xingando pra caramba porque o carro tinha morrido. Não dava pra ver direito, então cheguei mais perto, de curioso, e era a Laly. Não acreditei. Pensei: "essa é minha chance de falar com elas". Então, pela primeira vez, criei coragem pra falar com uma mulher sem pausa e sem pressa. Cheguei perto e falei:
— Oi, posso ajudar em alguma coisa?
Ela me olhou com cara de "te conheço" e respondeu:
— Se você manja de mecânica, sim.
A verdade é que eu não sabia porra nenhuma de mecânica, só tinha visto meu irmão consertando o carro dele umas poucas vezes, mas não podia perder essa oportunidade. Pela primeira vez, tava perto da mulher que eu amo.
— Sim, deixa eu dar uma olhada no motor — respondi, colocando uma cara séria pra não parecer um pilantra.
Ela se afastou e sorriu pra mim. Cheguei perto do motor e vi um monte de fios. Sinceramente, não entendi nada, então comecei a mexer em um monte de fios e falei pra ela:
— Tenta dar a partida aí.
E o milagre aconteceu: o carro ligou. Ela desceu, toda sorridente:
— Como é que eu posso te agradecer?
— Não é nada — falei. Ela me olhou e, sorrindo de novo, disse:
— Já sei. Que tal te convidar pra minha casa pra tomar um drink?
Não acreditei. Sério, aquilo tava acontecendo. A mulher com quem eu tinha sonhado tantas noites tava me convidando, um cara nada popular que sofria bullying, pra casa dela. Finalmente me senti o garoto da novela. Com timidez, respondi:
— Adoraria.
Então fomos a caminho da casa dela. Quando chegamos, eu ainda me perguntava se tudo aquilo era um sonho. Ela abriu a porta e me convidou pra entrar.
Já dentro de casa, ela me serviu um copo de... Uísque com dois cubos de gelo e brindamos. Passamos uma hora tomando uísque e falando da novela. Ela me contava como se dava com o elenco, os erros, e eu contava como assistia, minha opinião de telespectador. Até que chegou a hora de nos despedirmos. Meu sonho já tinha acabado e eu não tinha conseguido nada: não tirei o celular pra marcar outra chance, não beijei ela, só conheci a casa dela e mais nada.
Não dava pra ir embora assim sem ter beijado ela, então, quando a gente tava se despedindo, não me segurei e meti um beijo na boca dela. Ela me empurrou e me deu um tapa, gritando:
— Que porra você tá fazendo, idiota?! O que você pensa? Só porque te convidei pra minha casa já é porque eu gosto de você e vamos namorar?
Eu não sabia o que dizer, então só fechei o punho e comecei a chorar. Ela me olhou e disse:
— Me desculpa, é que não gosto que me beijem de surpresa. Não chora, por favor. Eu não sou a única garota do mundo. Você vai encontrar uma mulher que te ame e que queira ficar com você.
— Choro porque me sinto enganado por você, pela novela. Eles sempre vendem que tudo é possível, que o amor é forte, que o cara feio fica com a garota linda, mas vejo que é mentira. Agora percebo que vivi iludido.
— Sério que você gosta tanto assim de mim? — ela perguntou.
— Claro que sim. Sonho com você toda noite. Gosto de você desde a primeira vez que te vi na TV. Sei que é loucura, mas tô apaixonado por você e queria...
Antes que eu terminasse de falar, ela me abraçou e me beijou. A gente se beijou por cinco minutos. Ela afastou os lábios:
— Nunca um cara tinha se declarado pra mim desse jeito.
A gente continuou se beijando. O clima tenso e triste tinha virado um clima de paixão. Ela me convidou pro quarto dela e ali algo tomou conta de mim. Finalmente, eu tava com ela num quarto.
Beijei ela de um jeito apaixonado, quase safado, tava descontrolado. Minhas mãos desceram pras pernas dela, comecei a acariciar, puxando a minissaia pra cima. As mãos dela tiravam o último botão da minha camisa. Senti a suavidade das mãos dela percorrendo meu peito. Enquanto continuávamos nos beijando. Inclinando-se um pouco para trás, ela tirou o sutiã, deixando os seios nus, pegou-os com as mãos e me ofereceu, e eu coloquei minha boca neles como um bebê buscando alimento, beijei-os, minha língua percorreu e brincou com seus mamilos eretos. Uma das minhas mãos foi para sua buceta, já molhada e quente, esfregando por cima da calcinha branca de renda. Ela gemeu, se agarrou ao meu pescoço e me beijou com paixão.
Puxando a calcinha de lado, meus dedos começaram a esfregar o clitóris dela, minha boca continuava aproveitando a dureza dos seios dela. As mãos dela desceram o zíper da minha calça, puxaram meu pau duro, quente, ansioso, e esfregaram rápido. Ela levantou um pouco o quadril, seus dedos abriram os lábios da buceta dela e com a outra mão levou meu pau até a entrada ardente da sua buceta, passei a ponta do meu pau pelo clitóris dela e ela se deixou cair de um jeito que nós dois gememos de prazer. Ela começou a se mover para cima e para baixo, os seios dela esfregando no meu peito, minhas mãos na bunda dela fazendo ela subir e descer com mais intensidade. Inclinando-se para trás, minhas mãos serviram de apoio para ela, que ficou sentada no meu pau, se movendo em círculos, me matando de prazer. Beijei a barriga dela, os seios, até chegar na boca dela para que nossas línguas se fundissem em uma.
Em um momento, os braços dela se agarraram ao meu pescoço, eu ouvia os gemidos dela nos meus ouvidos, o peito dela se apoiou no meu, apertando a buceta e as pernas dela. Senti que ela gozou, aumentei a velocidade da penetração, até que nós dois explodimos como vulcões em erupção, misturando meu leite com o mel quente dela... aaaahhhhhh que delícia.... diminuindo aos poucos a intensidade, ficamos parados, ela ainda sentada nas minhas pernas. Afastando o cabelo dela, beijei ela... ela sorriu para mim. A partir daquele momento, entendi que minha vida tinha mudado, finalmente estava com a garota dos meus sonhos. Mais tarde contarei como foi meu encontro com ela. Eugênia
8 comentários - laly y yo una noche de pasion