Vale e eu tínhamos decidido explorar nossas fantasias e tentar levá-las ao limite. A gente viajava em qualquer possibilidade, como se fosse uma cena sexual em potencial, vivíamos com tesão o tempo todo, a relação nunca tinha estado tão boa.
Ela me confessou que tinha um vizinho duas casas depois da dela que sempre dava em cima dela, ela nunca respondia, mas no fundo sentia um tesão em ficar com um senhor mais velho, já que o tal vizinho tinha mais de 60 anos. Aproveitamos a oportunidade um dia que os pais dela não estavam em casa. Vale decidiu se vestir para a ocasião: vestiu uma calça jeans bem justinha que marcava toda a raba, e uma camisetinha branca, sem sutiã por baixo, o que deixava os biquinhos durinhos bem à mostra por causa da excitação da situação. Eu decidi me esconder e observar tudo do primeiro andar. Ela foi buscá-lo e demorou só uns 5 minutos para trazê-lo pra casa, dizendo que a luz tinha caído e que ela tinha medo de ficar no escuro. Eram 20h e já tinha escurecido. Ele veio com uma lanterna, procurou os disjuntores e simplesmente ligou de novo, tinha desarmado o quadro, nada complicado, mas Vale, como agradecimento, decidiu convidá-lo pra tomar alguma coisa. No começo ele recusou, parecia desconcertado, era um homem de 1,80m, traços fortes, mãos grandes, bigode, cabelo todo grisalho, vestia uma calça jeans, sapatos e uma camisa polo amarela. No fim, ele aceitou. Vale serviu um copo de cerveja pra ele enquanto ela bebia direto da garrafa, era uma long neck. Sutilmente, deixou um pouco escorrer dos lábios dela, descendo pelo pescoço até a camiseta. O homem, Osvaldo, percebeu isso e aproximou um guardanapo pra ela se limpar. Eu podia ver como, enquanto conversavam, quando Vale olhava pro lado, ele se ajeitava o volume, parecia estar ficando excitado. Conforme a conversa avançava, ele parecia se aproximar mais, enquanto ela, sem perceber, já tinha aberto a terceira long neck de cerveja. Dava pra notar no olhar dela que estava um pouco tonta e bem animada. Ele decidiu aproveitar a situação, começou a passar as mãos suavemente pela cintura da Vale, ela se deixava, pouco se importava, enquanto a conversa seguia por caminhos mais quentes. Ela perguntou se fazia muito tempo que ele não ficava com uma mulher, ao que ele respondeu que fazia muito tempo que não ficava com uma mulher sem ter pagado.
Osvaldo – mas não reclamo, adoro pagar e comer uma boa puta.
Vale aproximou o rosto do dele, passou a língua nos lábios dele e disse – aqui tem uma e você não precisa pagar.
Osvaldo – mas olha que eu gostava que a puta se entregasse de tudo, hein!
Vale – aqui me tem, velhinho – enquanto levanta a camiseta, ficando de peitos de fora e com a calça jeans vestida, foi se afastando dele, sentando num sofá bem grande que tem na sala. Ele se aproximou do sofá e começou a chupar os peitos dela, sugava com muita pressão, o roçar do bigode tinha deixado eles vermelhos, mas não ligava e sugava cada vez mais forte. Por momentos Vale fazia caretas de dor, enquanto segurava a cabeça do homem fazendo subir e descer, da barriga dela até os peitinhos. Não demorou pra ele querer desabotoar a calça jeans, ao fazer isso, descobriu uma calcinha azul celeste bem infantil. Ele olhou pra ela e com voz morbidona perguntou – você é uma nenenzinha?? Que tá usando essa calcinha?
Vale com um tom bem infantil – sim sim papai, sou sua nenenzinha, o que você vai fazer comigo??
Osvaldo mandou ela levantar e abaixar a calça na frente dele, começou a girar ela enquanto tirava a camisa – deixa eu ver a buceta, docinho, mostra pra mim.
Ela concordou e abaixou a calcinha, estava totalmente depilada, isso acendeu mais o tesão nele, que com um dos dedos começou a abrir caminho entre os lábios enquanto com a outra mão acariciava as bundinhas – que buceta linda, bebê, quero provar.
Ela disse que sim, mas que primeiro precisava ir ao banheiro, já que tinha tomado muita cerveja e deu vontade de fazer xixi. Eu pensei que foi estúpido ela falar isso, achei que tinha cortado o clima. O clima bom que tinha se criado, mas foi totalmente o contrário. O homem se recostou no sofá, pegou ela pelas pernas e fez com que ela sentasse na cara dele, começou a chupar a buceta dela com muita força, ela pediu pra ele parar porque ia fazer xixi nas calças, ele disse que não ligava, que ela podia mijar nele. A Vale tentou segurar, mas não conseguiu e começou a mijar na boca dele. Pra minha surpresa, a cara dele era de puro prazer, o cara tava com o rosto todo molhado, mas mesmo assim continuava chupando a buceta dela, enquanto com uma mão tentava abrir o zíper da calça jeans. Ele não parava de lamber a buceta mijada da Vale, tinha sujado o sofá inteiro mas ninguém ligava, ele segurava ela firme pela cintura, puxando a pélvis dela pra boca. A Vale, inclinando o corpo pra trás, ajudou ele a abrir o zíper da calça e puxar a cueca pra baixo, o pau dele era normal, parecido com o meu, mas bem mais cheio de veias. Ela levou a mão à boca, passou saliva e começou a passar suavemente no tronco do pau dele enquanto ele continuava enfiando a língua na buceta. Não demorou muito até ele decidir parar de chupar pra querer comer ela — "Não aguento mais, gata, quero te comer agora!" — Minha namorada, super submissa, decidiu deslizar a buceta da boca do Osvaldo, passando pelo peito dele, até chegar na pélvis. Com a mão direita, tentou encaixar o pau dentro dela e começou a se mover devagar, ele tava adorando a situação enquanto com as mãos acariciava e apertava os peitos da Vale — "Vamos ver como você se mexe, bebê, quero que você tire todo o meu leite, sua puta" — Ela começou a se mover cada vez mais rápido, às vezes aproximava a boca dele pra beijar e depois voltava pra posição, sentadinha em cima. Ficaram um bom tempo assim, até que mudaram de posição, ele deitou ela no sofá de barriga pra cima com as pernas abertas, se deitou sobre ela e começou a penetrar de novo… — "Não vai chamar seu namorado? Vai deixar ele lá se masturbando sozinho?" — a A cara de surpresa da Vale era inegável, a minha também, não sei como, mas ela tinha me visto, decidi me levantar, ele pediu que eu me aproximasse, enquanto continuava comendo ela, eu estava só de camiseta, a calça e a cueca já tinha tirado – tira a roupa! – ele ordenou, – dá um beijo bem gostoso na sua namorada, enquanto eu meto nela – me aproximei, ela estava com a boca cheia de saliva dele – espera! – ela disse, tirou o pau da buceta, e rapidamente se virou pra Vale e enfiou o pau na boca dela, foram umas metidas bem fortes, até o fundo, fazendo ela engasgar – pronto! – ele falou – agora pode beijar ela –, e logo colocou o pau de volta na buceta pra continuar comendo ela. Agora a boquinha dela estava realmente cheia de saliva, mas me aproximei e comecei a beijar ela, enfiando minha língua bem fundo, realmente tinha gosto de pau, mas eu estava tão tesudo que nem liguei que não era o gosto do meu. Enquanto eu comia a boca dela, estava de cócoras do lado, ela me masturbava com a mão, até que Osvaldo ordenou – chupa ele, putinha – me levantei e enfiei o pau na boca dela, enquanto ele comia ela com mais força, Vale gemia com meu pau na boca, eu segurava a cabeça dela com as mãos e fazia ela se mover num ritmo cada vez mais forte, mais violento, o velho não parava de olhar pra gente, se lambia, começou a chupar o pescoço da Vale, e depois a bochecha, cada vez mais perto da boca dela, com uma mão empurrou minha pélvis pra tirar meu pau da boca dela, e começou a beijar ela, estava saboreando ela, eu não conseguia parar de me masturbar – quanto gosto de pau tem nessa boca, putinha! – ele disse me dando passagem pra continuar enfiando meu pau – já não aguento mais, princesinha, vai engolir tudo! – ele me empurrou pro lado e começou a meter forte o pau na boquinha dela, que já parecia doer de tanto chupar, olhou pra mim e disse – come ela, vamos encher ela de porra os dois – eu também estava quase gozando, então me ajeitei e Comecei a meter nela bem forte, enquanto ele ia cada vez mais rápido e potente, os engasgos da Vale eram cada vez maiores, mas ele continuava, ela quase chorava, mas adorava, olhava nos olhos dele enquanto ele pegava a boca dela, a pica entrava e saía, brilhava de saliva e dava pra ver bem as veias até que inchou e começou a encher a boquinha da Vale de porra, eu comecei a meter cada vez mais forte, a porra escorria pelos lábios dela até o queixo, ela olhava pra ele e mordia os lábios (muito puta!). Ele disse – faz tempo que não comia uma puta tão puta quanto você, bebê, beija seu namorado, deixa ele provar a porra que você tá tomando! – Ela me olhou, a cara dela era de puro prazer, eu recusei enquanto continuava metendo nela, até que chegou minha vez, e gozei, foi um prazer imenso, ela aproveitou aquele momento de fraqueza minha, pegou meu rosto e começou a me beijar, enquanto eu enchia a buceta dela de porra, senti todo o sêmen do amante dela na minha boca, ela fez questão de passar na minha cara toda, pouco me importava naquela altura, tava muito tesudo, então não liguei, passei minha língua pelos lábios dela e por dentro da boquinha dela, ficamos um bom tempo nos beijando, até que o homem começou a se trocar, nos cumprimentar e se despedir, dizendo pra gente convidar ele quando quiséssemos...
Ela me confessou que tinha um vizinho duas casas depois da dela que sempre dava em cima dela, ela nunca respondia, mas no fundo sentia um tesão em ficar com um senhor mais velho, já que o tal vizinho tinha mais de 60 anos. Aproveitamos a oportunidade um dia que os pais dela não estavam em casa. Vale decidiu se vestir para a ocasião: vestiu uma calça jeans bem justinha que marcava toda a raba, e uma camisetinha branca, sem sutiã por baixo, o que deixava os biquinhos durinhos bem à mostra por causa da excitação da situação. Eu decidi me esconder e observar tudo do primeiro andar. Ela foi buscá-lo e demorou só uns 5 minutos para trazê-lo pra casa, dizendo que a luz tinha caído e que ela tinha medo de ficar no escuro. Eram 20h e já tinha escurecido. Ele veio com uma lanterna, procurou os disjuntores e simplesmente ligou de novo, tinha desarmado o quadro, nada complicado, mas Vale, como agradecimento, decidiu convidá-lo pra tomar alguma coisa. No começo ele recusou, parecia desconcertado, era um homem de 1,80m, traços fortes, mãos grandes, bigode, cabelo todo grisalho, vestia uma calça jeans, sapatos e uma camisa polo amarela. No fim, ele aceitou. Vale serviu um copo de cerveja pra ele enquanto ela bebia direto da garrafa, era uma long neck. Sutilmente, deixou um pouco escorrer dos lábios dela, descendo pelo pescoço até a camiseta. O homem, Osvaldo, percebeu isso e aproximou um guardanapo pra ela se limpar. Eu podia ver como, enquanto conversavam, quando Vale olhava pro lado, ele se ajeitava o volume, parecia estar ficando excitado. Conforme a conversa avançava, ele parecia se aproximar mais, enquanto ela, sem perceber, já tinha aberto a terceira long neck de cerveja. Dava pra notar no olhar dela que estava um pouco tonta e bem animada. Ele decidiu aproveitar a situação, começou a passar as mãos suavemente pela cintura da Vale, ela se deixava, pouco se importava, enquanto a conversa seguia por caminhos mais quentes. Ela perguntou se fazia muito tempo que ele não ficava com uma mulher, ao que ele respondeu que fazia muito tempo que não ficava com uma mulher sem ter pagado.
Osvaldo – mas não reclamo, adoro pagar e comer uma boa puta.
Vale aproximou o rosto do dele, passou a língua nos lábios dele e disse – aqui tem uma e você não precisa pagar.
Osvaldo – mas olha que eu gostava que a puta se entregasse de tudo, hein!
Vale – aqui me tem, velhinho – enquanto levanta a camiseta, ficando de peitos de fora e com a calça jeans vestida, foi se afastando dele, sentando num sofá bem grande que tem na sala. Ele se aproximou do sofá e começou a chupar os peitos dela, sugava com muita pressão, o roçar do bigode tinha deixado eles vermelhos, mas não ligava e sugava cada vez mais forte. Por momentos Vale fazia caretas de dor, enquanto segurava a cabeça do homem fazendo subir e descer, da barriga dela até os peitinhos. Não demorou pra ele querer desabotoar a calça jeans, ao fazer isso, descobriu uma calcinha azul celeste bem infantil. Ele olhou pra ela e com voz morbidona perguntou – você é uma nenenzinha?? Que tá usando essa calcinha?
Vale com um tom bem infantil – sim sim papai, sou sua nenenzinha, o que você vai fazer comigo??
Osvaldo mandou ela levantar e abaixar a calça na frente dele, começou a girar ela enquanto tirava a camisa – deixa eu ver a buceta, docinho, mostra pra mim.
Ela concordou e abaixou a calcinha, estava totalmente depilada, isso acendeu mais o tesão nele, que com um dos dedos começou a abrir caminho entre os lábios enquanto com a outra mão acariciava as bundinhas – que buceta linda, bebê, quero provar.
Ela disse que sim, mas que primeiro precisava ir ao banheiro, já que tinha tomado muita cerveja e deu vontade de fazer xixi. Eu pensei que foi estúpido ela falar isso, achei que tinha cortado o clima. O clima bom que tinha se criado, mas foi totalmente o contrário. O homem se recostou no sofá, pegou ela pelas pernas e fez com que ela sentasse na cara dele, começou a chupar a buceta dela com muita força, ela pediu pra ele parar porque ia fazer xixi nas calças, ele disse que não ligava, que ela podia mijar nele. A Vale tentou segurar, mas não conseguiu e começou a mijar na boca dele. Pra minha surpresa, a cara dele era de puro prazer, o cara tava com o rosto todo molhado, mas mesmo assim continuava chupando a buceta dela, enquanto com uma mão tentava abrir o zíper da calça jeans. Ele não parava de lamber a buceta mijada da Vale, tinha sujado o sofá inteiro mas ninguém ligava, ele segurava ela firme pela cintura, puxando a pélvis dela pra boca. A Vale, inclinando o corpo pra trás, ajudou ele a abrir o zíper da calça e puxar a cueca pra baixo, o pau dele era normal, parecido com o meu, mas bem mais cheio de veias. Ela levou a mão à boca, passou saliva e começou a passar suavemente no tronco do pau dele enquanto ele continuava enfiando a língua na buceta. Não demorou muito até ele decidir parar de chupar pra querer comer ela — "Não aguento mais, gata, quero te comer agora!" — Minha namorada, super submissa, decidiu deslizar a buceta da boca do Osvaldo, passando pelo peito dele, até chegar na pélvis. Com a mão direita, tentou encaixar o pau dentro dela e começou a se mover devagar, ele tava adorando a situação enquanto com as mãos acariciava e apertava os peitos da Vale — "Vamos ver como você se mexe, bebê, quero que você tire todo o meu leite, sua puta" — Ela começou a se mover cada vez mais rápido, às vezes aproximava a boca dele pra beijar e depois voltava pra posição, sentadinha em cima. Ficaram um bom tempo assim, até que mudaram de posição, ele deitou ela no sofá de barriga pra cima com as pernas abertas, se deitou sobre ela e começou a penetrar de novo… — "Não vai chamar seu namorado? Vai deixar ele lá se masturbando sozinho?" — a A cara de surpresa da Vale era inegável, a minha também, não sei como, mas ela tinha me visto, decidi me levantar, ele pediu que eu me aproximasse, enquanto continuava comendo ela, eu estava só de camiseta, a calça e a cueca já tinha tirado – tira a roupa! – ele ordenou, – dá um beijo bem gostoso na sua namorada, enquanto eu meto nela – me aproximei, ela estava com a boca cheia de saliva dele – espera! – ela disse, tirou o pau da buceta, e rapidamente se virou pra Vale e enfiou o pau na boca dela, foram umas metidas bem fortes, até o fundo, fazendo ela engasgar – pronto! – ele falou – agora pode beijar ela –, e logo colocou o pau de volta na buceta pra continuar comendo ela. Agora a boquinha dela estava realmente cheia de saliva, mas me aproximei e comecei a beijar ela, enfiando minha língua bem fundo, realmente tinha gosto de pau, mas eu estava tão tesudo que nem liguei que não era o gosto do meu. Enquanto eu comia a boca dela, estava de cócoras do lado, ela me masturbava com a mão, até que Osvaldo ordenou – chupa ele, putinha – me levantei e enfiei o pau na boca dela, enquanto ele comia ela com mais força, Vale gemia com meu pau na boca, eu segurava a cabeça dela com as mãos e fazia ela se mover num ritmo cada vez mais forte, mais violento, o velho não parava de olhar pra gente, se lambia, começou a chupar o pescoço da Vale, e depois a bochecha, cada vez mais perto da boca dela, com uma mão empurrou minha pélvis pra tirar meu pau da boca dela, e começou a beijar ela, estava saboreando ela, eu não conseguia parar de me masturbar – quanto gosto de pau tem nessa boca, putinha! – ele disse me dando passagem pra continuar enfiando meu pau – já não aguento mais, princesinha, vai engolir tudo! – ele me empurrou pro lado e começou a meter forte o pau na boquinha dela, que já parecia doer de tanto chupar, olhou pra mim e disse – come ela, vamos encher ela de porra os dois – eu também estava quase gozando, então me ajeitei e Comecei a meter nela bem forte, enquanto ele ia cada vez mais rápido e potente, os engasgos da Vale eram cada vez maiores, mas ele continuava, ela quase chorava, mas adorava, olhava nos olhos dele enquanto ele pegava a boca dela, a pica entrava e saía, brilhava de saliva e dava pra ver bem as veias até que inchou e começou a encher a boquinha da Vale de porra, eu comecei a meter cada vez mais forte, a porra escorria pelos lábios dela até o queixo, ela olhava pra ele e mordia os lábios (muito puta!). Ele disse – faz tempo que não comia uma puta tão puta quanto você, bebê, beija seu namorado, deixa ele provar a porra que você tá tomando! – Ela me olhou, a cara dela era de puro prazer, eu recusei enquanto continuava metendo nela, até que chegou minha vez, e gozei, foi um prazer imenso, ela aproveitou aquele momento de fraqueza minha, pegou meu rosto e começou a me beijar, enquanto eu enchia a buceta dela de porra, senti todo o sêmen do amante dela na minha boca, ela fez questão de passar na minha cara toda, pouco me importava naquela altura, tava muito tesudo, então não liguei, passei minha língua pelos lábios dela e por dentro da boquinha dela, ficamos um bom tempo nos beijando, até que o homem começou a se trocar, nos cumprimentar e se despedir, dizendo pra gente convidar ele quando quiséssemos...
2 comentários - Sabores nuevos
buen relato!