Esse relato é real e aconteceu há dois anos. Sempre fui um cara tímido com as mulheres e, por causa do meu físico (magro e baixinho), muitas vezes me senti com baixa autoestima. Tive poucas namoradas e um trabalho de merda que, por problemas na empresa, perdi e tive que me mudar pros meus pais. Tava decepcionado, sem vontade de fazer nada, não saía de casa. Meu primo morava perto com a esposa e duas filhas já fazia tempo, mas ele passava muito tempo fora de casa por causa do trabalho. Ela era amiga da minha mãe e sempre a visitava, chegava com aquela risada louca e piadas e conversas de duplo sentido. Era alta, olhos castanhos, cabelo tingido de loiro (sempre usa), peitos um pouco pequenos mas firmes e uma bunda linda, redonda, não muito firme. Eu prestava pouca atenção na labia dela, embora sempre tivesse olhado pra ela com uma certa morbidez (já tinha batido várias punhetas pensando nela) e ela parecia notar e começou a vir mais frequentemente, sendo muito gentil comigo, sentando perto, roçando nas minhas mãos, tocando nos meus joelhos, o que me deixava muito excitado e me obrigava a dar várias punhetas por dia, mas tinha medo de falar algo. Até que um dia ela chegou e meus pais não estavam. A gente começou a conversar e entramos numa intimidade, e ela me disse:
- "Você é bonito"
E eu respondi:
- "Você também é, se não morasse com meu primo, eu me apaixonaria por você, sempre gostei de você"
E ela me respondeu:
- "Moro com ele, mas ele não é meu dono"
Só consegui baixar a cabeça e sorrir timidamente. Num movimento intrépido, me levantei rápido da cadeira e, sem dar tempo pra nada, beijei ela na boca. Ela respondeu com um sorriso, e eu beijei de novo, com língua, e ela não recusou. Enquanto isso, acariciei um dos peitos dela, apertando o mamilo, o que provocou um gemido nela. Continuei assim por vários minutos, até que ela de repente se levantou da cadeira dizendo:
- "Chega, se acalma"
- "Como vou me acalmar se tô de pau duro?" eu disse, desabotoando a braguilha e tirando o pau pra fora, totalmente ereto. ela riu às gargalhadas e disse:
- "Já falei que chega, não mais" e se afastou de mim com os braços, ao que eu aceitei e guardei minha ferramenta, dizendo:
- "Você vai fazer eu me matar de punheta por você" ao que ela riu novamente. Dei meia-volta, fui à cozinha buscar um pouco de suco, ofereci a ela e ela aceitou, tomou e se despediu como se nada, mas não sem antes me beijar na boca enquanto apertava por cima da minha calça. Naquela noite, inundei o banheiro com o sêmen das minhas múltiplas punhetas em sua homenagem. Uma semana depois, batem na porta, digo à minha mãe:
- "Eu abro" era ela. Rapidamente, mando uma mão à sua virilha, roçando-a firmemente enquanto a beijava rapidamente:
- "Oi, como você está?"
- "Bem, entra" aquele dia os olhares foram constantes e minhas punhetas ainda mais. Assim seguimos por várias semanas, ela chegando e eu aproveitando qualquer instante para apalpá-la, até que um dia que ficamos sozinhos na sala, ela me diz:
- "Ainda bate punheta pensando em mim?"
- "Sim, claro, todos os dias, você sabe muito bem" digo.
- "Bom, vou te trazer um presentinho para você se entreter"
- "Pronto, espero ansioso" respondi. Dois dias depois, ela voltou e encontrou o momento certo para me entregar meu "presentinho" com uma piscadela de olho. Era um pequeno pacote de papel, ao abri-lo havia um fio-dental dentro e um bilhete que dizia: "Oi, meu amor, como sei que você gostaria de me ter nesses momentos, mas não pode, aqui te dejo isso. Fiz uma grande masturbação e me limpei com todos os meus líquidos, espero que aproveite" o que fiz ao pé da letra, dormindo com meu "presentinho" no rosto, mas depois tive que descartá-lo porque virou uma massa retorcida cheia de porra.
Quase tinha desistido das possibilidades de comer ela em casa, até que meus pais anunciaram que iam visitar uns parentes por vários dias e eu me ofereci para cuidar da casa. Parei de bater punheta. Dois dias depois de meus pais partirem, ela bateu na porta, abro e ela me diz:
- "Oi, vim ver se você me ajuda com um trabalho da escola da minha Filha" e ela me respondeu:
- "E sua filha?"
- "Ficou em casa, está se sentindo doentinha, mas trouxe os materiais e sei o que fazer" disse sorrindo.
- "Pode entrar" eu disse (estranhamente não a chamei de "moça").
Depois de um tempo começando a montar a maquete, ela me perguntou:
- "Gostou do meu presente?" Sim, respondi com voz trêmula, mas quero mais, disse rapidamente, levando minhas mãos até seus peitos. Ela respondeu com voz ofegante:
- "Você é um punheteiro de merda, mas vou fazer uma coisa que você nunca vai esquecer na vida. Quer meus peitos?" perguntou.
- "Sim, quero agora". Ela afastou minhas mãos, tirou a blusa e o sutiã rapidamente, e eu tive à vista aqueles peitos com mamilos escuros, grandes e muito duros, que chupei e apertei, enquanto ela respondia com pequenos gemidos.
Ela levou a mão à minha virilha e acariciou meu pau por cima da calça, desabotoando-a e tirando-o com meia ereção, dizendo:
- "Sempre imaginei como seria ter seu pau". Ela pegou ele todo e engoliu na boca junto com as bolas, encharcando tudo com sua saliva. Rindo, disse de uma vez: "Vou comer ele inteiro". Pegou o pau na cabecinha com três dedos, um sobre o freio, movendo suavemente mas aumentando o ritmo enquanto chupava minhas bolas violentamente – cheguei a pensar que ela ia arrancá-las.
Em poucos segundos, ele estava totalmente duro. Ela subiu lentamente com a boca das bolas até a base do pau, dando beijos e pequenas mordidinhas que aumentavam minha excitação, até chegar na cabeça, lambendo o líquido pré-gozo que já começava a escorrer. Engoliu tudo, chupando e lambendo cada centímetro, mantendo esse ritmo infernal por vários minutos, até que eu pedi para parar, senão ia gozar. Ela se levantou e me deu um beijo longo, dizendo:
- "Isso te acontece por ser punheteiro". Pegou meu membro com as duas mãos, com uma estrangulou a base do pau e com a outra começou a me masturbar com uma força e ritmo incríveis, que inesperadamente diminuíram para uma suavidade e lentidão. pasmosa me dizendo:
- "Agora vem o melhor", me deixando por um segundo e indo até a mesa, pegando um pote de vaselina que ela tinha trazido com os materiais da maquete, passando nos dedos. Não disse nada. Ela se ajeitou e continuou chupando meu pau, mas dessa vez foi descendo até chegar no meu cu, que beijou e lambeu intensamente, me encharcando de saliva enquanto com uma mão me masturbava lentamente. Conforme aumentava os movimentos no meu pau, aumentavam as investidas da língua no meu cu, dizendo:
- "Acho que você tá pronto". Apertando meu pau com força, começou a empurrar um dedo besuntado de vaselina no meu rabo, que não ofereceu resistência, e em seguida veio o outro dedo, a punheta forte no meu pau e um gemido de prazer que saiu do meu peito. Seus dedos começaram a entrar e sair ritmicamente enquanto o suor escorria pelo meu corpo e meu pau estava prestes a explodir com o boquete que ela tava me dando. Deixei isso claro, e ela aumentou o ritmo tanto no meu cu quanto no pau. Logo antes de gozar, ela tirou a boca e eu explodi monumentalmente (acho que nunca tinha ejaculado tanto) sobre seus ombros, com toda minha porra escorrendo até seus peitos e encharcando parte do cabelo dela. Fiquei extasiado, com os dedos dela ainda no meu cu, e ela me disse:
- "Agora sim acho que você merece beber meus líquidos e me foder pelo cu, mas hoje não será." Depois de se limpar, terminamos a maquete e ela se despediu como se nada tivesse acontecido, com um beijo e um tchau. Como eu comi ela é outra história que conto depois. Valeu.
- "Você é bonito"
E eu respondi:
- "Você também é, se não morasse com meu primo, eu me apaixonaria por você, sempre gostei de você"
E ela me respondeu:
- "Moro com ele, mas ele não é meu dono"
Só consegui baixar a cabeça e sorrir timidamente. Num movimento intrépido, me levantei rápido da cadeira e, sem dar tempo pra nada, beijei ela na boca. Ela respondeu com um sorriso, e eu beijei de novo, com língua, e ela não recusou. Enquanto isso, acariciei um dos peitos dela, apertando o mamilo, o que provocou um gemido nela. Continuei assim por vários minutos, até que ela de repente se levantou da cadeira dizendo:
- "Chega, se acalma"
- "Como vou me acalmar se tô de pau duro?" eu disse, desabotoando a braguilha e tirando o pau pra fora, totalmente ereto. ela riu às gargalhadas e disse:
- "Já falei que chega, não mais" e se afastou de mim com os braços, ao que eu aceitei e guardei minha ferramenta, dizendo:
- "Você vai fazer eu me matar de punheta por você" ao que ela riu novamente. Dei meia-volta, fui à cozinha buscar um pouco de suco, ofereci a ela e ela aceitou, tomou e se despediu como se nada, mas não sem antes me beijar na boca enquanto apertava por cima da minha calça. Naquela noite, inundei o banheiro com o sêmen das minhas múltiplas punhetas em sua homenagem. Uma semana depois, batem na porta, digo à minha mãe:
- "Eu abro" era ela. Rapidamente, mando uma mão à sua virilha, roçando-a firmemente enquanto a beijava rapidamente:
- "Oi, como você está?"
- "Bem, entra" aquele dia os olhares foram constantes e minhas punhetas ainda mais. Assim seguimos por várias semanas, ela chegando e eu aproveitando qualquer instante para apalpá-la, até que um dia que ficamos sozinhos na sala, ela me diz:
- "Ainda bate punheta pensando em mim?"
- "Sim, claro, todos os dias, você sabe muito bem" digo.
- "Bom, vou te trazer um presentinho para você se entreter"
- "Pronto, espero ansioso" respondi. Dois dias depois, ela voltou e encontrou o momento certo para me entregar meu "presentinho" com uma piscadela de olho. Era um pequeno pacote de papel, ao abri-lo havia um fio-dental dentro e um bilhete que dizia: "Oi, meu amor, como sei que você gostaria de me ter nesses momentos, mas não pode, aqui te dejo isso. Fiz uma grande masturbação e me limpei com todos os meus líquidos, espero que aproveite" o que fiz ao pé da letra, dormindo com meu "presentinho" no rosto, mas depois tive que descartá-lo porque virou uma massa retorcida cheia de porra.
Quase tinha desistido das possibilidades de comer ela em casa, até que meus pais anunciaram que iam visitar uns parentes por vários dias e eu me ofereci para cuidar da casa. Parei de bater punheta. Dois dias depois de meus pais partirem, ela bateu na porta, abro e ela me diz:
- "Oi, vim ver se você me ajuda com um trabalho da escola da minha Filha" e ela me respondeu:
- "E sua filha?"
- "Ficou em casa, está se sentindo doentinha, mas trouxe os materiais e sei o que fazer" disse sorrindo.
- "Pode entrar" eu disse (estranhamente não a chamei de "moça").
Depois de um tempo começando a montar a maquete, ela me perguntou:
- "Gostou do meu presente?" Sim, respondi com voz trêmula, mas quero mais, disse rapidamente, levando minhas mãos até seus peitos. Ela respondeu com voz ofegante:
- "Você é um punheteiro de merda, mas vou fazer uma coisa que você nunca vai esquecer na vida. Quer meus peitos?" perguntou.
- "Sim, quero agora". Ela afastou minhas mãos, tirou a blusa e o sutiã rapidamente, e eu tive à vista aqueles peitos com mamilos escuros, grandes e muito duros, que chupei e apertei, enquanto ela respondia com pequenos gemidos.
Ela levou a mão à minha virilha e acariciou meu pau por cima da calça, desabotoando-a e tirando-o com meia ereção, dizendo:
- "Sempre imaginei como seria ter seu pau". Ela pegou ele todo e engoliu na boca junto com as bolas, encharcando tudo com sua saliva. Rindo, disse de uma vez: "Vou comer ele inteiro". Pegou o pau na cabecinha com três dedos, um sobre o freio, movendo suavemente mas aumentando o ritmo enquanto chupava minhas bolas violentamente – cheguei a pensar que ela ia arrancá-las.
Em poucos segundos, ele estava totalmente duro. Ela subiu lentamente com a boca das bolas até a base do pau, dando beijos e pequenas mordidinhas que aumentavam minha excitação, até chegar na cabeça, lambendo o líquido pré-gozo que já começava a escorrer. Engoliu tudo, chupando e lambendo cada centímetro, mantendo esse ritmo infernal por vários minutos, até que eu pedi para parar, senão ia gozar. Ela se levantou e me deu um beijo longo, dizendo:
- "Isso te acontece por ser punheteiro". Pegou meu membro com as duas mãos, com uma estrangulou a base do pau e com a outra começou a me masturbar com uma força e ritmo incríveis, que inesperadamente diminuíram para uma suavidade e lentidão. pasmosa me dizendo:
- "Agora vem o melhor", me deixando por um segundo e indo até a mesa, pegando um pote de vaselina que ela tinha trazido com os materiais da maquete, passando nos dedos. Não disse nada. Ela se ajeitou e continuou chupando meu pau, mas dessa vez foi descendo até chegar no meu cu, que beijou e lambeu intensamente, me encharcando de saliva enquanto com uma mão me masturbava lentamente. Conforme aumentava os movimentos no meu pau, aumentavam as investidas da língua no meu cu, dizendo:
- "Acho que você tá pronto". Apertando meu pau com força, começou a empurrar um dedo besuntado de vaselina no meu rabo, que não ofereceu resistência, e em seguida veio o outro dedo, a punheta forte no meu pau e um gemido de prazer que saiu do meu peito. Seus dedos começaram a entrar e sair ritmicamente enquanto o suor escorria pelo meu corpo e meu pau estava prestes a explodir com o boquete que ela tava me dando. Deixei isso claro, e ela aumentou o ritmo tanto no meu cu quanto no pau. Logo antes de gozar, ela tirou a boca e eu explodi monumentalmente (acho que nunca tinha ejaculado tanto) sobre seus ombros, com toda minha porra escorrendo até seus peitos e encharcando parte do cabelo dela. Fiquei extasiado, com os dedos dela ainda no meu cu, e ela me disse:
- "Agora sim acho que você merece beber meus líquidos e me foder pelo cu, mas hoje não será." Depois de se limpar, terminamos a maquete e ela se despediu como se nada tivesse acontecido, com um beijo e um tchau. Como eu comi ela é outra história que conto depois. Valeu.
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