Estudar assim é uma delícia

Desculpa a demora, continuamos…
Quando a Ana terminou de me beijar, olhei de novo pra Maria com uma cara de poucos amigos e a May voltou pra perto da gente
M: Pronto, mas agora vocês vão vir comigo pra um lugar
A: Pra onde você quiser, gordinha, você não vai sentar? Tá doendo muito? O que aquela puta disse?
M: Nada, só me parabenizou, que ela podia ter quem ela quisesse, quando quisesse

Pra falar a verdade, isso me assustou, sabia que ia acabar cedendo de novo, mais cedo ou mais tarde, pros "encantos" da Maria. E não demorou muito pras consequências começarem a aparecer. Vi a Maria digitando no celular dela e, alguns segundos depois, o meu tocou

Maria: Então você gozou na bunda daquela mina? Que desperdício
Y: Hahaha, te incomodou tanto assim?
Maria: Óbvio, é um desperdício naquela bunda feia. Teria sido melhor na minha, ou nos meus peitos, ou na minha boca
Y: Tem mais de onde veio
Maria: Você tá brincando comigo, agora eu vou brincar com você, você já vai ver. Não te mando pra merda porque gosto muito do seu pau e admito que você chupa muito bem
Y: Hahaha, como você quiser, Mari. Não tenho medo de você

Vi que ela continuou fazendo algo no celular, mas, em vez do meu tocar, foi o da Ana. Ela começou a olhar alguma coisa e a cara dela primeiro foi de surpresa, depois de riso, e ela mostrou pra May e sorriu pra Maria, que tava olhando pra gente
Y: O que vocês tão aprontando?
A: Vendo como a gente se diverte com você
Y: Hã?
A: Olha

Dito e feito, era um vídeo na casa da Maria onde dava pra ver toda a nossa pequena orgia. A muito puta tinha filmado a gente, e a mensagem dizia pra não encher o saco dela porque ela tinha o vídeo completo e não tinha problema nenhum em mandar pra faculdade toda. Sem planejar, nós três olhamos pra ela e sorrimos
M: Isso me deixou com muito tesão de ver de novo, mas guardem pra depois. Vou levar vocês pra um lugar que vocês vão gostar

O resto da manhã passou em paz, eu morria de vontade de saber pra onde a May ia nos levar. Saímos da faculdade e fomos almoçar no Mc com mais 2 colegas, o Manu, gay assumido, 21 anos, e a Caro, uma mina mais gostosa que pão, 20 anos, a típica ruiva com sardas e cabelo cacheado, e a gente sempre conseguia deixá-la corada quando dizíamos que ela precisava se mostrar mais. Ela sempre usava camisetas fechadas com alguma jaqueta ou moletom por cima e calças cargo bem largas, tinha uma vibe skatista. Mas nós, que tínhamos compartilhado um fim de semana numa chácara, sabíamos que por baixo havia um corpo incrível: ela tinha dois peitões enormes e, embora fosse quadrada, a bunda era surreal. O problema é que esse mesmo estilo skatista fazia ela parecer muito machona normalmente. Sentamos todos à mesa com nossas comidas, e os caras perguntaram sobre nosso relacionamento, desde quando estávamos juntos e essas coisas, e começamos a contar, com cuidado. Até que a Caro perguntou se já tínhamos transado, e a May soltou a bomba.

M: Hahaha, se vocês soubessem todas as coisas que eles fizeram!
A: MAY!
Manu: Opa, agora conta, May.
C: Ai, Manu, deixa eles, é coisa deles (mais vermelha que o normal).
Manu: Que deixa nada, eu quero saber... Além do mais, se contaram pra May, podem contar pra gente também, somos amigos, né?
M: Eu não disse que me contaram.
C: E então?
Y: É complicado, gente.
Manu: Não entendo nada, o que é complicado?
A: Olha, nós somos namorados, mas não é um relacionamento de dois... Já incluímos a May várias vezes.
C: Tá de sacanagem? Vocês são um trisal? São namorados os três? — nós três começamos a rir — Aiii, não entendo nada, bando de idiotas.
M: Não, Caro, o Lau e a Ana são namorados. O negócio é que a primeira vez a gente ficou junto e foi muito bom, e bem, como a Ana me ama tanto, ela deixa eu curtir ele de vez em quando.
Manu: Agora entendi por que vocês foram embora hoje e voltaram do jeito que voltaram... Além do mais, você estava com a leggings toda molhada. Egoístas, e quando é que vão me convidar?
M: Você é gay, para de zoar, haha.
Manu: E daí? Não sou de pedra, já vi ele no banheiro várias vezes e é mais que interessante.
Y: Manu, desculpa, mas eu gosto de mulher.
Manu: Já sei, mas a gente não perde a esperança. Além do mais, agora vocês me deixaram com tesão.
M: Bom... Vem com a gente, agora vou levar vocês a um lugar onde vamos nos divertir muito e com certeza você também vai encontrar um jeito de curtir
Manu: Eu vou pra qualquer lugar
A: Pra onde você vai nos levar, putinha?
M: É surpresa
Y: Eu tô com medo hahaha
C: Desculpa… eu posso ir?
Todos viramos pra olhar pra ela surpresos, ninguém imaginaria a Caro numa situação dessas
M: Claro, ruivinha, mas não sei se você vai gostar
C: Talvez eu te surpreenda, vocês sabem muito pouco de mim
Y: Tá segura? Claramente a gente vai pra um lugar de putaria
C: Lau, eu transo há muito tempo, não tenho namorado não porque não goste, mas porque gosto de liberdade e porque me enjôo rápido, e não só com caras, podem ser minas também, ou caras que gostam de ser minas, né Manu?
Todos viramos agora surpresos pra olhar pro Manu
Manu: Sem comentários
E todos nós explodimos de rir
A: Bom, não se fala mais nisso, vamos pra sabe-se lá onde fazer sabe-se lá o que
C: Não sei, e não me importo se não me deixarem participar com vocês, mas pelo menos me deixem ver!
Y: A gente podia convidar a Maria haha
C: Se essa vadia for, eu não vou
Todos ficamos surpresos, sabíamos que Maria e Caro eram colegas de escola mas não eram amigas e só falavam o mínimo necessário, mas mesmo assim essa reação chamou nossa atenção. Aí a Caro contou que durante o 5º ano elas tinham sido tipo um casal, mas depois a Maria começou a sair com um cara e começou a evitá-la, acabou espalhando o boato (verdadeiro) de que ela era lésbica e que tinham brigado porque ela tinha tentado passar a mão nela.
Pra falar a verdade, eu fiquei meio surpresa, já tinha conhecido a Maria e claramente não era uma gatinha de confiança
A: Calma, essa mina não vai vir pra lugar nenhum, ruivinha, e agora que sei disso vou cortar ela totalmente da minha vida
No meio de tanta conversa já eram umas 6 da tarde e a May disse pra gente ir, a Caro falou que queria se trocar e a Ana disse pra irmos pra casa dela que a gente podia tomar banho todos lá se a gente queria e de quebra deram roupas mais apropriadas pra Caro
Às 8h já estávamos todos prontos, e realmente a Caro estava outra gostosa. Tinham dado um vestido preto que mal cobria a bunda dela, bem justinho no corpo, e que fazia os peitos parecerem que iam explotar, com as costas completamente à mostra e claramente sem sutiã, só o cabelo vermelho dela que depois de passar a chapinha chegava quase na cintura, ela tava linda mesmo.
Y: nossa, gata, você tá outra gostosa
A: kkkk fala com os olhos, idiota, não com os peitos
Y: hahaha é impossível! Olha, se me deixarem sozinho hoje não te perdôo, hein, Caro! kkkk
C: que bobão, mas eu quero pegar sua namorada também, então não sei se ela te deixa, talvez
A: pra mim? Essa vai ser uma noite divertida
Nessa hora prestei atenção e vi que as 3 minas estavam bem parecidas no visual. Subimos todos no carro e partimos pro lugar seguindo as indicações da May. Depois de quase meia hora de viagem chegamos numa casa linda em San Isidro, perto da beira do rio, estacionamos e fomos até a porta, um segurança abriu e entramos. Ao entrar, meus olhos (e acho que os de todo mundo menos os da May) não acreditaram no que viram: era tipo uma putaria gigante, tinha muita gente, muitos pelados, muitos seminus, mulheres de joelhos chupando paus e bocetas, trios transando, de tudo — a situação me deixou com tesão na hora. May cumprimentou umas pessoas e nos levou pra uma espécie de sala com uma janela que dava pro parque, onde dava pra ver mais gente na mesma situação, até dentro de uma piscina e de um jacuzzi.
Sentamos e veio uma mina totalmente pelada perguntar se a gente queria beber alguma coisa, todos pedimos e começamos a conversar no meio da música e dos gemidos.
M: e aí, gostaram?
Y: onde você nos trouxe, gata
M: O dono disso é um colega da escola, herdou do pai e como precisava de grana teve a ideia de fazer festas de sexo livre, aqui cada um pode ficar com quem quiser, as únicas 3 regras são: não se pode obrigar ninguém a fazer algo que não quer, não se pode usar drogas e não se pode filmar ou tirar fotos nas áreas comuns. Podem ficar vestidos ou pelados como preferirem, tem potes pela casa cheios de camisinhas caso queiram usar. Ah, e não pode cair nem uma gota de porra no chão, senão tem castigo: os envolvidos têm que pagar uma rodada pra festa toda haha
A: incrível, tô com um tesão da porra
Manu: você? Eu não consigo tirar o olho do pau daquele cara e o meu tá duríssimo
M: esse é meu amigo, vem vamos cumprimentá-lo haha
Eles se levantaram e ficamos Ana, Caro e eu na mesa
C: tenho que admitir que eu também tô com muito tesão e tô toda molhada
Y: meu pau já tá doendo dentro da calça
A: Caro, você quer transar comigo?
C: desde o primeiro dia que te conheci, não sabe quantas vezes me toquei pensando em você
A: bom, tudo bem, mas com uma condição
C: qualquer uma
A: quero ver você transando com o Lau, percebi que me dá muito tesão ver ele com outra. Só que você não pode usar camisinha
C: camisinha? O que é isso? E ainda como se fosse um sacrifício
Nesse momento Caro sentou no meu colo e começamos a nos beijar e a tocar seu corpo, aquele corpo que ressuscitaria qualquer morto, enquanto ela se movia esfregando minha pica na sua buceta. Num movimento rápido, levantei seu vestido e tirei completamente, e aquele par de peitos enormes apareceu na minha cara. Juro que eram maiores do que eu imaginava e comecei a chupá-los enquanto ela soltava pequenos gemidos. Fomos pro sofá onde a Ana estava, que era mais confortável, e aproveitei pra tirar minha camiseta e calça, ficando só de cueca. De novo ela sentou sobre mim e eu conseguia sentir a umidade da sua buceta molhando minha cueca. Minhas mãos agarrarem sua bunda enorme e ela começou a se mover de novo enquanto nos beijávamos. Nesse momento vi o Manu de joelhos chupando o pau do amigo da May e ela beijando o cara.
Levantei a Querida, fiz ela se levantar e vi que estava usando um fio-dental preto de renda completamente encharcado. Puxei para baixo, ela de costas para mim, e vi seu bumbum branco e sardento que me deixou ainda mais excitado. Olhei para Ana e ela estava de pernas abertas se tocando. Caro se virou e vi que tinha um bigodão vermelho como seu cabelo e uma bucetinha bem apertada. Ela se ajoelhou, puxou meu pau que estava duríssimo pra fora da cueca e começou a acariciá-lo, depois passou a língua das bolas até a ponta. Depois de repetir isso várias vezes, enfiou ele completamente na boca e começou a chupar. Ela era incrível, estava me comendo com a boca. Eu alternava minha visão entre seu rostinho me chupando, Ana se tocando e May e Manu que, nessa altura, estava sendo comido pelo amigo de May enquanto ela o chupava.

Parei Caro, aproximei ela de mim e chupei sua buceta algumas vezes. Depois a virei e fiz ela sentar em mim, ambos olhando para Ana. Aos poucos, meu pau começou a entrar na sua buceta, até chegar no fundo. Ficamos um bom tempo assim. Ana já estava completamente nua e, quando percebi, Manu e May tinham voltado e nos observavam com cara de surpresa. Manu estava em pé ao lado de Ana e, sem dar tempo para ela reagir, enfiou seu pau na boca dela enquanto me encarava. Diante disso, May se ajoelhou e começou a chupar a buceta de Ana. Estávamos na nossa própria orgia. Caro saltava no meu pau como uma louca, eu sentia a umidade dela nas minhas pernas. De repente, ela começou a arquear as costas e apertar meu pau. Pela primeira vez, seus gemidos eram silenciosos, a boca estava aberta. Eu alternava minhas mãos entre seus peitos e sua buceta enquanto beijava seu pescoço. Quando finalmente ela relaxou, se deixou cair meio sem força. Então, eu a sentei no sofá e comecei a comê-la com muita força até encher completamente sua buceta, enquanto ela gozava novamente, mais devagar. Naquele momento, Ana se soltou de Manu e May, ajoelhou-se na frente de Caro e começou a chupar sua buceta. Me surpreendeu o quanto Ana tinha ficado tarada.

Eu tinha me sentado para observar e vi que... Ana e Manu estavam conversando quando os dois se aproximaram de mim e Manu pediu para limpar meu pau. No começo, eu disse não, mas May me convenceu. Nunca tinha sido chupado por um cara e, pra ser sincero, a ideia me deixava com um pé atrás. Mas Manu se ajoelhou e começou a chupar meu pau de um jeito magistral. Em poucos minutos, May entrou no clima e começou a ajudá-lo. Eles me chuparam não só até deixar tudo limpinho, mas até deixar ele incrivelmente duro de novo. Nunca imaginei que um cara chupando me deixaria com tanto tesão.

Quando meu pau ficou bem duro, May sentou em cima de mim e começou a cavalgar. Manu ficou ao lado e colocou o pau dele na boca dela para que ela chupasse. Ele estava bem perto de mim, mas ainda não me sentia à vontade para ir além. Depois de um tempo nessa posição, Manu se posicionou atrás de May e começou a comê-la pelo cu. Eu sentia a pressão do pau do Manu, e era ainda melhor do que quando havíamos usado o consolo com Maria.

May gozou e ficou sem forças, saiu de cima de mim e, quando estava prestes a começar a me chupar, Manu a impediu. Ele me fez levantar, ficou de quatro, pegou meu pau e guiou até o seu cu. Meu pau entrou como se fosse uma buceta totalmente molhada. Ele começou a se mover enquanto May chupava o pau dele e chupava minhas bolas. Em poucos segundos, o tesão tomou conta e comecei a me mover também, metendo com força até que nós dois gozássemos. May engoliu toda a porra do Manu e lambeu a minha que escorria pelas bolas dele.

Quando me sentei relaxado, vi Ana e Caro se beijando como se fossem dois namorados.

O resto da noite continuou com nossa maratona de sexo, embora eu tenha me dedicado apenas a transar com Ana. May, Manu e Caro não só transaram entre eles, mas com mais de um que passou pela nossa mesa aquela noite. Para finalizar, todos ficamos na banheira de hidromassagem rindo do que tinha acontecido e prometendo que seria um segredo, mas que em algum momento teríamos que repetir.

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