mi esposa calienta pijas (6)

Depois daquele encontro com R., passou um bom tempo até nossa próxima aventura. A rotina e os compromissos foram esfriando os estímulos sexuais, mas ela continuava esquentando paus, me contava e eu ficava excitado, a gente transava, mas começou a faltar algo mais pra mim. Não sabia o que era, mas não estava completo. Ela estava igual a mim, então propus irmos um fim de semana para a costa e ter um encontro mais ousado lá. Um amigo meu tem uma casa lá, que está reformando, e eu tinha pedido ela um tempo antes. Fui falar com o pessoal que estava fazendo os reparos. A ideia era ver minha puta transando com vários caras que a gente não conhecesse. Isso fechava bem. Eles toparam na hora. Quando propus pra ela, no começo ela hesitou, mas depois topou.

Enquanto a gente ia pra costa, não falamos do assunto, mas já tínhamos preparado roupa sexy que a gente tinha e comprado mais algumas coisas pra ocasião. Chegamos na casa do meu amigo e fomos jantar, depois demos umas voltas e fomos dormir. No outro dia, fomos pra praia. Ela estava usando um biquíni minúsculo que quase deixava os lábios dela escaparem, e os peitos saíam pela lateral do sutiã. Eu, louco pra comer ela na hora. Ela tem uma pele especial, pega bronzeado na hora. Depois da praia e do sol, ficou com as marcas do biquíni. Uff, me mata.

As horas passaram e a tarde começou a cair. A gente tomou banho e preparei algo pra beber e começar a entrar no clima, enquanto ela estava no quarto se arrumando. Nisso, ela me pergunta:

— Quantos vêm?

A verdade é que nem eu sabia. Pelo que o cara me disse, eram 5 ou 6, no máximo. Então falei que eram 4. Ela respondeu:

— Mmmm, vai me cuidar e não me deixar sozinha pra não me machucarem. Quero aproveitar. Essa é a ideia, amor: aproveitar. Vou ficar do teu lado o tempo todo.

A gente bebeu junto até baterem na porta. A excitação e a adrenalina estavam deixando nós dois muito excitados. Perguntei quem era. Combinei com o cara magro que tinha acertado tudo. Ela foi pro quarto terminar de se arrumar e eu mandei eles entrarem. Se apresentaram, eram 5, sentaram na mesa e a gente tomou um drink. Minha puta me chamou e fui ver, ela tava explodindo. Vestia um vestido branco quase transparente, uma tanguinha de rede preta e os peitos só cobertos pelo tecido fino do vestido, umas botas de salto agulha e pintada como uma verdadeira puta. Quis comer ela ali mesmo. Ela me pediu pra levar uma bebida e disse que saía depois. E foi assim, tomou um gole e logo saiu.

Quando viram ela, os caras pularam das cadeiras e fui apresentando. Ela só olhava pra eles de cima a baixo. Peguei ela pela cintura, beijei e apertei a bunda dela, como quem dá início ao festim. Aos poucos, os convidados foram se juntando. Primeiro, o magro com quem eu tinha falado se aproximou, pegou ela por trás, beijou o pescoço dela e as mãos foram direto pros peitos dela, que ele apalpou por um bom tempo. Ela começou a mudar de expressão e a se soltar. Um por um, os outros se aproximaram e começaram a passar a mão nela. Ela tava adorando. A roupa foi sumindo e ela começou a tocar os corpos nus deles. Perguntei como ela se sentia e ela respondeu entre gemidos: — MUITO puta. As mãos dos caras percorriam o corpo todo dela e as mãos dela começaram a pousar nas picas deles, que, igual a minha, estavam duras. Todos juntos tiraram o vestido dela e um puxou a tanguinha pra baixo e meteu o dedo na buceta dela, o que fez ela gemer de prazer. Vi que ela me procurava e me beijou. Depois, se abaixou e começou a saborear as picas que apareciam por todos os lados. Curtiu por um bom tempo, uma por uma e até duas juntas na boca. Um dos caras me pediu permissão pra meter nela e eu autorizei. Ele colocou uma camisinha e enfiou de uma vez. Ela se contorceu de prazer com o pau dentro e pediu mais. Eu me aproximei, abri a bunda dela e meti um dedo enquanto ela, com a boca ocupada, gemia. Todos meteram nela, um por um, e ela gozava e começou a pedir mais. Como que a gente mete um, tira, e na hora outro já queria curtir todas. Até que um quis gozar e ela me perguntou se podia engolir, eu falei que sim. Aí ele pediu pra ela acabar na boca dele. Todo mundo olhou como a putinha mostrou e depois engoliu. O resto dos caras imitou o primeiro. Num momento, ela pediu pra eu mostrar como eu metia no cu dela, e eu enfiei, enquanto ela chupava as picas de novo. Deitei ela de barriga pra cima com meu pau no cu, e os caras começaram a meter na buceta dela numa dupla que fazia ela gozar toda vez que trocava de pica. "Que puta que eu sou", ela falava e gozava. Assim foi boa parte da noite, até que ela caiu quase desmaiada no chão. Sem escrúpulos, um comeu ela de novo, e todo mundo jogou a porra no corpo dela pela última vez. Espero que curtam tanto quanto a gente. Desculpa se foi muito longo e valeu pelos comentários.

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Excelente relato, puedes subir fotos para complementar