Fazia um mês desde que terminei com minha ex-namorada Marién. Até então, não sentia nenhum arrependimento por ter terminado com ela, mas tudo mudou na viagem de formatura que fizemos para uma cidade que não lembro direito. Na época, eu tinha uns vinte anos e ela um a mais que eu. Apesar de Marién ser baixinha, ela era muito gostosa, tinha um metro e sessenta, mas os peitos dela eram impressionantes. Por causa da altura dela, lembro que quando abraçava ela por trás, tinha que me segurar pra não pegar em nada em público. Ela era morena, cabelo escuro, traços delicados no rosto e mãos pequenas.
Voltando ao assunto, nessa viagem lembro que ela usou uma calça jeans colada, tão colada que eu queria muito que ela ainda fosse minha só pra poder agarrar tudo. Além disso, ela usou um decote que me deixava ver tudo... Foi aí que percebi que devia ter feito ela ser minha de novo, mesmo que fosse só mais uma vez. Pra conseguir isso, comecei a andar com os amigos dela na viagem... Ainda não sei se foi um erro, porque quando terminamos de visitar o lugar e subimos na parte de trás do ônibus (éramos 7: Marién, a melhor amiga dela, três amigos dela e eu), foi aí que Marién e a amiga começaram a se provocar e não sei como acabamos fazendo uma aposta pra ver quem tinha o pau maior... Não sabia se ia ganhar, mas com meus dezoito centímetros me sentia bem confiante. E se não ganhasse, com certeza a melhor amiga de Marién, que também era muito gostosa, ia ficar com vontade de um roçadinho. Então, como éramos duas mulheres e quatro homens, decidimos que cada uma ia medir dois caras. Eu pedi pra ser o último e foi assim... Marién ia me medir! Eu precisava preparar meu movimento.
A amiga de Marién começou com os outros dois e entraram e saíram tão rápido... Quinze e quatorze centímetros... Nada pra me preocupar. Assim que a amiga voltou do banheiro, Marién entrou nele junto com o outro cara que faltava. Também saiu rápido e eu fui pro banheiro. do caminhão, uma vez lá dentro, percebi a cara de nojo que a Marién fez por ter que me medir.
—Abaixa a calça e vamos logo.
Só tinha um problema... Eu tava nervoso e não subia, então não media mais que 4 centímetros... Abaixei a calça e ela pegou a régua, mediu os 4, e eu vi uma risadinha quando ela virou pra anotar. Assim que ela olhou de volta pra mim, eu me joguei nela, empurrei ela contra a parede e comecei a beijar ela sem parar, peguei a mão dela e guiei até meu pau, fazendo ela sentir ele crescendo. A gente continuou se beijando e eu comecei a apalpar os peitos dela, enfiando a mão no decote da blusa. Logo tirei a blusa dela e agora tava brincando com a bunda dela, ela sentia meu pau encostando na barriga dela enquanto a gente se beijava. Desabotoei a calça dela e, com um puxão forte, tirei. Virei ela de costas, abaixei a calcinha e enfiei. A gente começou a meter forte e eu percebi que ela ia gritar. Não queria que os outros colegas percebessem, então tirei minha camisa e, enquanto abafava os gemidos dela, desabotoei o sutiã dela. Meus movimentos ficavam cada vez mais rápidos. Parei, ela se apoiou na pia, deixando a bunda firme dela numa posição melhor pra eu penetrar ainda mais rápido, enquanto com a mão livre eu brincava com os peitos dela. Nossos movimentos acalmaram e eu tirei a camisa da boca dela... Ela ainda gemia baixinho. Sentei no vaso e ela sentou em mim e começou a pular, dava pra ver os peitos dela balançando. Não resisti e comecei a lamber os bicos dos peitos dela, e eu ficava mais excitado a cada pulo que, com o tempo, ficavam mais rápidos. Logo abracei ela e levantei ela na mesma posição, ela mordia os lábios pra não gritar e, enquanto a gente mexia as cadeiras, não aguentei mais e gozei dentro dela... Nós dois gemíamos baixinho e eu me deixei cair sentado...
—18 centímetros — falei, ofegante.
A gente se vestiu e saiu do banheiro, não falamos nada no resto da viagem nem quando nos vimos depois... Depois disso, não soube mais nada de certeza sobre ela... A única coisa que me arrependo daquela viagem foi de não termos repetido depois.
Se vocês gostaram da história, gostaria que me apoiassem pra deixá-la mais real. Poringas boys e girls, podem me mandar um e-mail pra escritoresrk@hotmail.com com fotos pra ajudar na história. Se tiverem alguma fantasia que eu possa escrever, não hesitem em me mandar um e-mail.
GIGORK
Voltando ao assunto, nessa viagem lembro que ela usou uma calça jeans colada, tão colada que eu queria muito que ela ainda fosse minha só pra poder agarrar tudo. Além disso, ela usou um decote que me deixava ver tudo... Foi aí que percebi que devia ter feito ela ser minha de novo, mesmo que fosse só mais uma vez. Pra conseguir isso, comecei a andar com os amigos dela na viagem... Ainda não sei se foi um erro, porque quando terminamos de visitar o lugar e subimos na parte de trás do ônibus (éramos 7: Marién, a melhor amiga dela, três amigos dela e eu), foi aí que Marién e a amiga começaram a se provocar e não sei como acabamos fazendo uma aposta pra ver quem tinha o pau maior... Não sabia se ia ganhar, mas com meus dezoito centímetros me sentia bem confiante. E se não ganhasse, com certeza a melhor amiga de Marién, que também era muito gostosa, ia ficar com vontade de um roçadinho. Então, como éramos duas mulheres e quatro homens, decidimos que cada uma ia medir dois caras. Eu pedi pra ser o último e foi assim... Marién ia me medir! Eu precisava preparar meu movimento.
A amiga de Marién começou com os outros dois e entraram e saíram tão rápido... Quinze e quatorze centímetros... Nada pra me preocupar. Assim que a amiga voltou do banheiro, Marién entrou nele junto com o outro cara que faltava. Também saiu rápido e eu fui pro banheiro. do caminhão, uma vez lá dentro, percebi a cara de nojo que a Marién fez por ter que me medir.
—Abaixa a calça e vamos logo.
Só tinha um problema... Eu tava nervoso e não subia, então não media mais que 4 centímetros... Abaixei a calça e ela pegou a régua, mediu os 4, e eu vi uma risadinha quando ela virou pra anotar. Assim que ela olhou de volta pra mim, eu me joguei nela, empurrei ela contra a parede e comecei a beijar ela sem parar, peguei a mão dela e guiei até meu pau, fazendo ela sentir ele crescendo. A gente continuou se beijando e eu comecei a apalpar os peitos dela, enfiando a mão no decote da blusa. Logo tirei a blusa dela e agora tava brincando com a bunda dela, ela sentia meu pau encostando na barriga dela enquanto a gente se beijava. Desabotoei a calça dela e, com um puxão forte, tirei. Virei ela de costas, abaixei a calcinha e enfiei. A gente começou a meter forte e eu percebi que ela ia gritar. Não queria que os outros colegas percebessem, então tirei minha camisa e, enquanto abafava os gemidos dela, desabotoei o sutiã dela. Meus movimentos ficavam cada vez mais rápidos. Parei, ela se apoiou na pia, deixando a bunda firme dela numa posição melhor pra eu penetrar ainda mais rápido, enquanto com a mão livre eu brincava com os peitos dela. Nossos movimentos acalmaram e eu tirei a camisa da boca dela... Ela ainda gemia baixinho. Sentei no vaso e ela sentou em mim e começou a pular, dava pra ver os peitos dela balançando. Não resisti e comecei a lamber os bicos dos peitos dela, e eu ficava mais excitado a cada pulo que, com o tempo, ficavam mais rápidos. Logo abracei ela e levantei ela na mesma posição, ela mordia os lábios pra não gritar e, enquanto a gente mexia as cadeiras, não aguentei mais e gozei dentro dela... Nós dois gemíamos baixinho e eu me deixei cair sentado...
—18 centímetros — falei, ofegante.
A gente se vestiu e saiu do banheiro, não falamos nada no resto da viagem nem quando nos vimos depois... Depois disso, não soube mais nada de certeza sobre ela... A única coisa que me arrependo daquela viagem foi de não termos repetido depois.
Se vocês gostaram da história, gostaria que me apoiassem pra deixá-la mais real. Poringas boys e girls, podem me mandar um e-mail pra escritoresrk@hotmail.com com fotos pra ajudar na história. Se tiverem alguma fantasia que eu possa escrever, não hesitem em me mandar um e-mail.
GIGORK
0 comentários - Reencontro no Busão