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Compêndio IMaldito obsessivo! Para de pensar besteira! Cai na real que eu te amo e volta pra cama comigo! Tão bonito escrevendo sobre mim. Tão inseguro pra não saber o quanto eu te amo. Eu rio quando me chama de seu rouxinolzinho, sendo que você sempre foi o meu. Faz teu trabalho e relaxa! As mulheres são fortes e mandam…
Decidi largar de mão. Marisol percebeu que esse fim de semana eu fiquei obcecado. Ela sabe que quero terminar os contos e, mesmo querendo que eu continue, respeita minha decisão.
Sempre que escrevo esse diário, deixo o título pronto pro próximo capítulo, pra não perder o ritmo. Imagino que Marisol aproveitou que deixei o notebook ligado pra escrever os pensamentos dela, salvou, desligou e aí começamos a transar, pra eu finalmente relaxar.
Provavelmente, ela achou que eu ia falar sobre o que ela fez e "minha chifrada forçada", já que nem ela nem eu queríamos de verdade que rolasse, ao ler as últimas linhas do capítulo anterior, mas ela esqueceu o que a gente tinha descoberto sobre a Fiona… ela pelos lábios do Kevin e eu, em primeira mão.
Eu ia chamar esse capítulo de "O segredo dos meus vizinhos", mas claramente a Marisol tinha outro título em mente.
Ela sabe que ainda me assusta deixar ela com o Kevin e, provavelmente, também deve suspeitar que eu fantasio (ou melhor, tenho pesadelos com) ela e a Diana fazendo um menage com ele, aproveitando que eu tô fora de casa, mas apesar de tudo e como ela diz, "as mulheres mandam".
Não tô dizendo que ela foi fiel e que quando voltei, todos os meus medos eram imaginários. Mas, felizmente, a realidade foi muito mais doce do que eu esperava.
Quando voltei pra casa, ela tava vazia. Era umas 10 da manhã. Tava bem arrumada e limpa. Eu revistei tudo com cuidado. Afinal, tinha certeza de que tava sendo corno e esperava que a cama estivesse coberta de porra, assim como o banheiro e a cozinha e, claro, roupa interior espalhado pela casa toda.
Mas nada disso se via por perto…
Pouco depois, a campainha tocou.
“Marco, you’re back!” Fiona me disse, me dando um abraço efusivo.
(Marco, você voltou!)
“Hi!... How have you been?” perguntei, sem me preocupar com os peitões dela se enterrando na minha barriga.
(Oi! Como você tem passado?)
“Great! I’ve been cooking a lot and everything is turning out delish…” ela me informou.
(Ótimo! Tenho cozinhado pra caramba e tudo tá saindo uma delícia…)
“Good! Have you seen my wife?” perguntei, minha maior preocupação.
(Que bom! Você viu minha esposa?)
“Not really… maybe she’s in class…” ela respondeu.
(Na verdade, não… talvez ela esteja na aula…)
“But is she all right?” perguntei, desesperado.
(Mas ela tá bem?)
Ela me deu um sorrisão.
“Geez! Relax!… you just got back here and start thinking that someone murdered or kidnapped your wife…” ela disse, num tom de zoação. “Yes, she is fine. Kevin came to check her up every night, like you said and found nothing wrong.”
(Poxa! Relaxa!… você acabou de chegar e já começa a achar que alguém matou ou sequestrou sua esposa… Sim, ela tá bem. O Kevin veio ver ela toda noite, como você pediu, e não encontrou nada de errado.)
Isso me aliviou um pouco, mas não me acalmou de vez.
“And how are you? How are things between you and Kevin?” perguntei, ainda pilhado.
(E você? Como tão as coisas entre você e o Kevin?)
“Why are you asking me that? Things between us are fine… better than ever…” ela respondeu, bem de boa.
(Por que você tá perguntando isso? As coisas entre a gente tão bem… melhor do que nunca…)
“But how is the sex? Did you have sex this week?” perguntei, desesperado.
(Mas e o sexo? Vocês transaram essa semana?)
Ela ficou vermelha ao ouvir minha pergunta.
“What’s wrong with you? Why are you asking me that? It’s… none of your business… right?” ela perguntou, meio intrigada.
(O que há com você? Por que tá perguntando isso? Não é… da sua conta… certo?)
Aí, eu me toquei.
“You’re Certo! Desculpa! Não é da minha conta! — respondi, tentando me desculpar.
Ela suspirou.
“Tá bom!... Acho que você merece saber, já que eu te contei que a gente ouvia vocês. Sim, eu transei… duas vezes por noite, na verdade…” — respondeu.
Foi um alívio. Se Fiona tinha dormido com Kevin, provavelmente não tinha feito o mesmo com a Marisol…
Mas aí pensei que o Kevin podia ter visitado a Marisol assim que voltasse do trabalho e transado com ela. Depois teria tempo de se recuperar e fazer o mesmo com a Fiona. Pelo menos, era o que eu faria.
“Por que você tá me perguntando isso? Por que tanto interesse na minha vida sexual?... pera aí… Talvez você seja o culpado disso!...” — exclamou Fiona, toda puta da vida.
“Culpado do quê?” — perguntei.
“Culpado do…” — ela ia falar, mas se arrependeu. “… do comportamento estranho do Kevin…”
“Que comportamento estranho?” — perguntei, cagado de medo que nem um bundão.
Ela ficou sem graça.
“Não sou louca! Não vou te contar!” — respondeu, irritada.
“Qual é! Me conta!” — falei, segurando ela pelos braços.
Ela resistiu, mas obedeceu.
“Tá bom!... mas você tem que me prometer… que não vai contar pra ninguém…” — disse, me olhando séria e vermelha que nem pimenta.
“Prometo…” — falei, me comprometendo.
Ela teve dificuldade pra falar, me encarando…
“O Kevin… tem tentado… enfiar os dedos no meu cu…” — revelou, vermelha de vergonha.
Eu respirei aliviado.
“Ah! Isso!” — respondi, suspirando. “Sim, ISSO!” ela disse, muito irritada. “Por que tenho a sensação de que você sabia sobre… ISSO?”
(Sim, ISSO!... Por que tenho o pressentimento de que você sabia sobre… ISSO?)
“Sim, eu sei! Me desculpa! Muito desculpa!” eu me desculpei.
Pedi pra ela sentar e comecei a explicar como o Kevin chegou naquela ideia…
“Você tá me dizendo… que meu marido… tá ficando entediado… de transar comigo?” ela disse, com olhos flamejantes.
(Você tá me dizendo… que meu marido… tá ficando entediado… de transar comigo?)
“Não!... Quer dizer… ele disse que você tem uma bunda gostosa… e bem… ele queria te dar um anal…” tentei me defender.
(Não!... digo… ele disse que você tem uma bunda gostosa… e bem… ele queria te dar um anal…)
“Mentiroso! Ele não tava me dando exame nenhum!” ela disse, com uns olhos que me faziam acreditar que eu ia virar churrasco.
(Mentiroso! Ele não tava me dando exame nenhum!)
Não sabia se ria ou me cagava de medo… era uma resposta muito estranha.
“Você já viu pornô?” perguntei, pensando na única explicação lógica que restava.
(Você já viu pornografia?)
Ela ficou vermelha de raiva.
“Não! É nojento!” respondeu, com vontade de me furar de faca.
(Não! É nojento!)
Eu tava chocado… nessa época, uma mulher como a Fiona e sem ver pornografia?
Parafraseando o Holmes. “Quando o impossível é eliminado, o improvável, por mais ridículo que pareça, deve ser a verdade.”
“Bem… você tem uma bunda gostosa… e ele me perguntou como fazer… então… eu mostrei pra ele…” respondi.
(Bem… você tem uma bunda gostosa… e ele me perguntou como fazer… então… eu mostrei pra ele…)
“E você mostrou pra ele?... pera aí… era pra eu me sentir bem com isso?” ela perguntou, muito confusa.
(E você mostrou pra ele?... pera aí… era pra eu me sentir bem com isso?)
“Bem… talvez… é só… difícil pra mim explicar isso pra você se você nunca viu pornô…” expliquei.
(Bem… talvez… é só… difícil pra mim explicar isso pra você se você nunca viu pornografia…)
“Me mostra!” ela disse, como se fosse me matar.
E então, instalei o notebook na cozinha, liguei e mostrei uma página que acho que todo mundo conhece bem… (P!), já que na minha vasta coleção de pornografia, prefiro peitos a cus.
Não foi difícil encontrar algo e ela achou horrível…
“I’m not going to let him do that to me!” me avisou. “I mean… it’s my ass… and well… no way I’m going to let him do that to me…”
(Não vou deixar ele fazer isso comigo!… quer dizer… é minha bunda… e bem… não vou deixar ele fazer isso comigo…)
“Well… I think you should…” sugeri.
(Bom… eu acho que você deveria…)
“What? Are you stupid? Have you seen his penus? It’s…” ela começou a dizer, mas peguei nas mãos dela.
(Quê? Você é burro? Viu o pinto dele? É desse tamanho…)
Não precisava saber disso. Muito menos agora, em primeira mão e sem ter conversado antes com a Marisol.
“At the beginning, it isn´t like that. Your asshole is too tiny and tight to put it all. That’s why you start with fingers, to start making room for the penus…” expliquei.
(No começo, não é assim. Seu cu é muito pequeno e apertado pra meter tudo. Por isso você começa com os dedos, pra ir abrindo espaço pro pinto.)
“How do you know these things?” ela perguntou, surpresa.
Era uma pergunta idiota, que nem merece ser traduzida. Só mostrei o computador…
“Does your wife knows you watch that?” ela perguntou, chocada.
(Sua esposa sabe que você vê isso?)
“Of course! We watch it together!… Really, Fiona, you’re not pulling my leg by saying you never saw porn before?” perguntei, já que tava começando a me preocupar.
(Claro! A gente vê junto!… Sério, Fiona, você não tá de sacanagem falando que nunca viu pornô antes?)
“No, I’m not joking. I was raised in a catholic family and they always told me that watching that was sin.” ela respondeu.
(Não, não tô brincando. Fui criada numa família católica e sempre me disseram que ver isso era pecado.)
Acho que ainda existem católicos dos bons no mundo…
“Well, it´s just a Que vergonha. Pelo seu jeito, achei que você sabia disso..." confessei.
(Bom, é uma pena. Pelo jeito que você se veste, pensei que sabia...)
"Pelo meu jeito? Tá dizendo que pareço uma puta, uma vagabunda?" ela perguntou, brava.
(Pelo meu jeito? Tá dizendo que pareço uma prostituta, uma biscate?)
Pelo vocabulário dela, eu já tava começando a acreditar na versão dela...
"Não, nada disso! Mas olha pra essas garotas!" ordenei, surpreso com a "inocência" dela (?)
(Não, de jeito nenhum! Mas olha essas minas!)
"Imagina, tarado!" ela disse, cobrindo o rosto.
"Tá bom!... Mas o que quero dizer é... bem... essas garotas costumam se parecer muito com você..." expliquei.
(Tá bom!... Mas o que quero dizer é... bem... essas minas tendem a se parecer com você...)
"Não, não se parecem!" respondeu, sem tirar a mão do rosto.
"Na verdade, se parecem sim... O que você fazia antes de conhecer o Kevin? Como foi que ficou com essa cara?" perguntei, começando a achar que tinha caído num episódio da "dimensão desconhecida".
(Na verdade, se parecem... O que você fazia antes de conhecer o Kevin? Como foi que ficou com essa aparência?)
"Com essa cara de quê?" ela perguntou, se cobrindo com a manga.
"De uma gostosa líder de torcida..." respondi.
"Como você soube?... Ah!... Qual é!... Fecha essa merda..." ordenou, baixando a guarda e vendo a tela.
Ela me contou que tinha sido capitã do time de líderes de torcida de um grupo de jovens cristãos. O Kevin tinha sido um deles e a história de sempre: se apaixonaram e casaram...
Mas claramente, só a Fiona ainda mantinha os votos religiosos...
"Então... você nunca ficou com outro homem?" perguntei.
(Então... você nunca esteve com outro homem?)
"Claro que não! Que pergunta é essa?" respondeu.
(Claro que não! Que tipo de pergunta é essa?)
"Então... você não sente nada por mim?... melhor ainda... você não pode sentir nada por mim, certo?" perguntei, me apoiando nas crenças dela.
(Então... você não sente nada por mim?... melhor ainda... você não pode sentir nada por mim, certo?) por mim, né?)
Ela ficou envergonhada.
“Bem… eu sinto algo por você… mas não acho que seja da mesma forma carnal que você tá procurando…” ela me confessou.
Ainda tava difícil processar. Podia ser que ela tivesse falando a verdade e que tudo que rolou antes foi uma confusão, e que eu e a Marisol estávamos errados. Ou então, podia estar mentindo e tentando conseguir algo mais da nossa relação de vizinhos…
Pelo menos, eu agradecia que, mesmo quando ficava brava, ela não me teletransportava pra um milharal infinito em outra dimensão…
De qualquer jeito, ela tinha todas as cartas na mão…
“Ok!... Vou acreditar que você tá me falando a verdade… e, bem, você é uma garota estranha que viveu debaixo de uma pedra…” eu falei, tomando uma decisão.
“Não, não sou!” ela respondeu, negando.
“Bem… isso vai ser bem mais difícil de você entender… e eu vou me sentir um merda se você estiver falando a verdade… mas… o Kevin tá te traindo…” eu falei, esperando qualquer reação.
“O quê?” ela exclamou, de um jeito convincente pra eu acreditar que não tava mentindo.
“É, pois é… e o motivo de eu ter perguntado aquelas coisas antes foi porque achei que ele tava tendo algo com a minha esposa também…” eu expliquei.
“Por quê? Por que ele faria isso comigo?” ela me perguntou, chorando pra caralho.
“Não sei!... talvez seja do jeito que você é…” eu falei.
“O quê?” ela perguntou e começou a chorar ainda mais.
Depois de vê-la chorando desconsolada por uma hora, percebi que ela não tava mentindo. Ela ama o Kevin. Ele é o namorado dela. da escola e blá-blá-blá, embora não saiba se ele merece.
"Look!... not everything is lost… there’s still a silver lining…" falei, tentando animá-la.
(Olha!... nem tudo está perdido… ainda tem esperança…)
Mas ela estava puta demais pra entender a verdade.
"What?... my husband doesn’t love me… and gets bored having sex with me…" respondeu, brava e chorando.
(O quê?... meu marido não me ama… e fica entediado de transar comigo…)
"But that’s the thing: he is, still, your husband, he is still having sex with you and wants to try these things with you. Also, like I said earlier, you look as appealing as those girls." Expliquei.
(Mas é isso: ele ainda é seu marido, ainda transa com você e quer tentar essas coisas com você. Além disso, como falei antes, você é tão gostosa quanto aquelas minas.)
"So what? I let him put fingers in my butt?" perguntou, soluçando.
(E daí? Deixo ele enfiar os dedos no meu cu?)
"Well… yeah! Would you prefer that he did it with another girl?" respondi, olhando nos olhos dela.
(Bom… sim! Preferia que ele fizesse isso com outra mulher?)
"No… but I don’t like it…" disse, emburrada feito criança.
(Não… mas não gosto…)
Peguei o rosto dela e olhei com carinho.
"Like I said before, this is just like cooking: it’s not about what you like. It’s about what the person you love likes." Esclareci.
(Como falei antes, isso é igual cozinhar: não é sobre o que você gosta. É sobre o que a pessoa que você ama gosta.)
Ao falar isso, ela se acalmou.
"So… if I learn those things… he will love me again?" perguntou.
(Então… se eu aprender essas coisas… ele vai me amar de novo?)
"I don’t think he stopped loving you… I was afraid he was going to try those things with my wife…" respondi, mostrando minha preocupação.
(Não acho que ele parou de te amar… eu tava com medo de ele tentar essas coisas com minha esposa…)
"What?" perguntou, brava de novo.
"Well, the first time we met… we started falando e contei pra ele o que eu fazia com minha esposa… fiquei surpreso, depois de te ver, que ele me disse que tinha uma amante na cidade… basicamente, contei o que te falei sobre cozinhar… que você curte mais fazer isso com quem ama… mas não fazia ideia de que tipo de sexo vocês tinham…” respondi, com honestidade e nervosismo.
(Bom, na primeira vez que nos conhecemos… começamos a conversar e eu contei o que fazia com minha esposa… fiquei surpreso, depois de te ver, que ele me disse que tinha uma namorada na cidade… basicamente, contei o que te falei sobre cozinhar… que você curte mais fazer isso com quem ama… mas não fazia ideia de que tipo de sexo vocês tinham…)
“Então… isso é tudo culpa sua!... Antes a gente transava pra ter filhos e formar uma família…” ela me disse, como se fossem tempos gloriosos.
(Então… isso é tudo culpa sua!... Antes, a gente transava pra ter bebês e começar uma família…)
“Eu sei, mas isso é outra coisa: pelo que ele disse, você tá pressionando demais…” expliquei.
(Eu sei, mas isso é outra coisa: pelo que ele disse, acho que você tá pressionando ele demais…)
“O quê?” exclamou de novo.
“Bom, sexo é pra aliviar o estresse do trabalho e, sabe, se divertir com outra pessoa… não é sempre sobre ter bebês… e além disso, se você tá pensando em ter filhos, tem que ser carinhosa e amorosa com o outro… essa é a diferença entre sexo e fazer amor…” expliquei.
(Bom, sexo é pra aliviar o estresse do trabalho e, sabe, se divertir com outra pessoa… não é sempre sobre fazer bebês… e além disso, se você tá pensando em ter filhos, tem que ser carinhosa e amorosa com o outro… essa é a diferença entre sexo e fazer amor…)
“É fácil pra você falar! Você já vai ter um!” ela disse, brava e com ciúmes.
(É fácil pra você falar! Vocês já vão ter um!)
“Na verdade, vamos ter 2… mas nunca planejamos… só aconteceu…” esclareci.
(Na verdade, vamos ter 2… mas nunca planejamos… só aconteceu…)
“Como?” ela me perguntou.
E eu contei sobre nosso relacionamento. com a Marisol… desde o começo até o noivado, mas pulando as partes que poderiam chatear ela (ou seja, meus outros 4 amores…).
Chamou a atenção dela que Marisol gostava de transar ao ar livre, igual quando contei que Marisol suspeitava que tinha sido estuprada, quando na real, a gravidez dela foi por minha culpa com a camisinha e por ela ter esquecido a pílula. Foi uma gravidez improvável, já que foi a primeira vez que a gente vacilou, mas foi o primeiro passo pra gente acabar casando.
“So… you had sex… before getting married?” ela me perguntou.
(Então… vocês transaram… antes de casar?)
A Fiona saiu de uma cápsula do tempo, de pelo menos uns 20 anos…
“The point is that you can learn these things now. Believe me, if he was me and you were my wife, I would have some twisted thoughts desires about you…” eu falei, sorrindo.
(A questão é que você pode aprender essas coisas agora. Acredita em mim, se ele fosse eu e você fosse minha esposa, eu teria uns desejos bem doentios sobre você…)
“So… you can teach me!” ela disse e de novo, aquele frio na espinha…
“¡No, I’m not! You’re not my wife and it’s not really my problem…” eu respondi, lutando que nem Édipo contra as malditas estrelas…
(Não, não vou! Você não é minha esposa e não é realmente meu problema…)
“Well… you know about these things… and you can teach me, just like cooking…” ela argumentou.
(Bom… você entende dessas coisas… e pode me ensinar, igualzinho cozinhar)
“Why don’t you ask Kevin to teach you?” eu perguntei, indo pela solução mais óbvia.
(Por que você não pede pro Kevin te ensinar?)
“Well… because Kevin´s penis is…” e ela mostrou o tamanho, com muita vergonha.
Eu engoli seco…
Ela tava certa. Se eu fizesse um anal com aquilo, ela não sentava por dias…
“But there’s the internet and things you can practice on your own…” eu respondi, tentando me livrar dessa nova enrascada.
(Mas tem a internet e coisas que você pode praticar sozinha…) Praticar por si mesma…)
“Sim, mas ainda acho nojento… além disso, você já fez isso com sua esposa…” ela insistiu.
(Si, pero aun lo encuentro asqueroso… además, lo has hecho con tu esposa…)
Suspirei. Pelo menos, ainda havia uma esperança de desviar dessa nova bala perdida…
“Tá bom! Vou te ensinar, desde que a gente não transe um com o outro…” eu me rendi.
(¡Está bien! Te enseñaré, mientras no tengamos sexo tú y yo…)
Deveria ter me expressado melhor… fechado todas as cláusulas possíveis… porque ainda acho que poderia ter desviado dessa bala.
“Não, a gente não vai! Eu juro!” ela disse, prometendo com a mão.
E, na real, ela cumpriu essa promessa… porque a gente acabou fazendo amor… pra ela engravidar.Próximo post
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