Beleza, galera, essa é a segunda parte da história "Meu Nome é Sarah". Espero que vocês gostem. Talvez eu faça um diário da Sarah ou algo assim, porque sou bom escrevendo 😛 Beijos pra todo mundo, espero que curtam!!!
Já eram 23h e eu no ônibus... "Em casa vou morrer", pensava enquanto tentava me pentear com os dedos.
O que foi que aconteceu? Em que momento rolou?... Como foi que eu sucumbi tão fácil aos meus instintos mais baixos?
Não nego que me diverti pra caralho, mas... a que custo? Podia ter rolado qualquer coisa naquela mansão, com aquela mulher e os seguranças dela que pareciam gorilas de terno... Voltava na mente aquele momento em que ela chupou meus peitos com a boca aberta... Eu ia no último banco do ônibus e sentia meus mamilos endurecerem... Não tinha ninguém além do motorista e eu, o estereótipo do motorista de ônibus perfeitamente imperfeito: barrigudo, grisalho, cinquentão, bigodudo e com uns pés de galinha que apareciam por baixo dos óculos que ele usava...
Conforme as ruas passavam, aquele desejo incontrolável voltava, minhas pernas tremiam levemente e, mesmo parada, sentia meu coração batendo rápido, como se eu estivesse correndo... quase ofegante. O que está acontecendo comigo?, pensava comigo mesma. De repente, sem querer, fiz um movimento brusco no banco e aconteceu de novo... Minha calcinha estava encharcada, me senti realmente quente e meio desconfortável... Enfiei a mão por baixo da saia pra confirmar o que já sabia, mas o desejo foi mais forte que eu... Comecei a roçar meus lábios molhados com os dedos, levantei o olhar, o motorista continuava como se nada estivesse rolando... Aproveitei a chance e meu dedo indicador entrou fácil entre meus lábios totalmente encharcados, aos poucos fui me animando mais e mais até que baixei o olhar, fechei os olhos e me entreguei ao prazer... Meus dedos entravam e saíam da minha buceta, sentia meu fluido escorrendo até molhar meu relógio... pulseira, eu tava no paraíso... até que um pequeno orgasmo interrompeu minha viagem gostosa... levantei o olhar
apressadamente e olhei no retrovisor do ônibus, e lá estava aquele olhar penetrante, sem prestar atenção na
estrada, com os olhos cravados em mim, curtindo a vista quase tanto quanto eu curtia meu toque. Me senti sem graça e
fiquei vermelha, não sabia o que fazer — esse homem que bem podia ser meu avô me olhava com aquela perversão nojenta e eu aqui com
essa vontade que me domina, sentindo meu coração acelerado pela situação vergonhosa.
De repente, sinto que o bus acelera, olho pela janela, o motorista não parava pra pegar nenhum passageiro
daqueles que faziam sinal... comecei a viajar na minha cabeça: "sexo é sexo, não importa com quem, é totalmente humano e eu
sou dona do meu corpo, posso fazer com quem quiser quantas vezes me der na telha", volto a olhar pela janela, estou a
três paradas da minha casa, levanto e espero minha vez. Faltam três quadras pra minha parada, aperto a campainha, o bus não reduz
a velocidade, faltam duas quadras pra minha parada, aperto a campainha de novo, e o bus continua sem reduzir, falta uma quadra pra
minha parada e o bus acelera... e eu parada ali esperando as portas abrirem, com aquele fogo que
percorria meu corpo da cabeça aos pés, toda sensível, o motorista passa da minha parada, uma, duas, três quadras e eu ali sem saber
o que fazer, me desespero e fico pendurada na campainha até ele frear, o motorista, de tanto me olhar pelo retrovisor, não olha na frente
dele que tem um buraco na rua e passa por cima, o ônibus faz um movimento brusco pros lados, o que
faz eu me molhar de novo, minhas pernas perdem um pouco a estabilidade... nesse momento o instinto
ninfomaníaco sai de mim, olho pra ele, levanto minha blusa e mostro meus peitos nus. Automaticamente o motorista pisa no
freio e eu caio no chão... ele levanta do banco, caminha até no fundo e me ajuda a levantar com um sorriso no rosto. Levanto e ele levanta minha blusa, e com a mão enorme dele toca meus peitos... sem dizer uma palavra, tentou me beijar na boca, mas eu desviei... talvez por causa do bigode grosso que ele tinha. Não satisfeito com minha reação, me sentou no último banco onde eu estava e começou a percorrer meus peitos com a língua. Senti aquele fogo que me elevava e meus mamilos mais duros do que nunca me fizeram seguir o fluxo... o que eu podia fazer se a solução pro meu problema se apresentava tão fácil? Ele mordia meus mamilos e me fazia gemer baixinho... uma voz de menina saía de dentro de mim quase sem querer. O motorista me segurou firme pela cintura e começou a devorar meus peitos selvagemente. Peguei as mãos dele e fiz descerem até minha bunda. Ele me olhou e, com meu mamilo na boca, sorriu... com a mão direita começou a percorrer os arredores do meu buraquinho, podia sentir os dedos dele entre minhas nádegas rondando aquele lugar tão gostoso, tão sensível que acelerava minha respiração... ele se levanta, me olha nos olhos, dá uma olhada nos meus peitos enormes e nus e, com o olhar, me diz tudo... a braguilha dele ficou a centímetros do meu rosto... eu sentada, ele ali esperando o momento e eu quase desesperada, sem perder um segundo, abaixo a braguilha dele, a cueca e olho nos olhos dele... aquele pau ereto tão selvagem sai da cueca, ele faz um coque no meu cabelo com a mão e me puxa pra perto daqueles 25 cm de glória... abro minha boca, a cabeça dele macia e lisa é uma delícia pra minha boca, começo a lamber como se fosse um pirulito enquanto meus dedos penetram minha buceta que escorre líquido sem parar. Ele me puxa selvagemente pelo coque que ele mesmo fez e começa a enfiar aos poucos aquele pau enorme dentro da minha boca, até chegar no meu céu da boca... sinto ânsia quando chega lá e ele sorri... consigo ouvir "vai, puta, você deve adorar essa pica". Aquele momento me transformou por completo. completo, senti aquele fogo me queimando e comecei a enfiar aquela pica enorme mais e mais, abro a boca o máximo que consigo, aquela pedaço enorme de carne desvia do meu céu da boca e sinto como se abrisse caminho pela minha garganta, tiro ele... respiro fundo e tento de novo.... 1, 2, 3, 4... pronto, até aí cheguei, não conseguia segurar a respiração por muito mais tempo, o motorista me segura com força e consegue enfiar a pica um pouco mais, e tira... entra e sai, entra e sai, sinto como vai endurecendo cada vez mais, até que pego o ritmo certo, me animo e entra um pouco mais pela minha garganta, uma e outra e outra vez... ele me diz "quero gozar" olho pra ele e respondo "quero saber até onde vou" peguei a pica dele, lambi tudo até os ovos e de novo enfiei na minha boca, ia e vinha pela minha garganta até que cheguei a encostar os ovos dele no meu queixo, me senti no paraíso naquele momento, senti que dava pra mais, quase violentamente a pica dele entrava por completo até minha garganta, os ovos dele tocavam meu queixo e voltavam, uma, duas, três, quatro vezes e assim continuei até ele me dizer de novo "ai! vou gozar dentro de você", naquele momento enfiei o pau dele o mais fundo que pude... foi o momento em que senti a pica dele começando a pulsar na minha língua e garganta e como o néctar dele corria dentro de mim... um prazer indescritível, a pica dele bombeava contra minha boca e eu não impedia, senti desde a primeira até a última gota de porra que entrou pela minha garganta e até ele acabar tudo não tirei da boca... o motorista me levantou pelos braços e eu quase timidamente sorri pra ele... aos poucos a porrada da realidade voltava e mil perguntas ecoavam na minha cabeça... tomei consciência do que estava fazendo e quase com culpa peguei minhas coisas do chão e pedi por favor que abrisse a porta quase desesperadamente... ele abriu, mas não sem antes perguntar se eu passava meu whatsapp, que queria falar comigo e queria me conhecer... pra evitar rodeios sobre o número do meu WhatsApp,
falei "223533139# se você abrir a porta agora, fuck you o número que falta".
ela anotou meu número e abriu as portas...
saí correndo quase com sentimento de culpa... olhei o relógio, 1:22...
ia ensaiando a desculpa da minha vida pra chegar em casa,
o que eu não ia conseguir disfarçar de jeito nenhum era o cheiro de sexo na minha boca e nas minhas mãos...
o que será que minha mãe diria se me visse?...
Já eram 23h e eu no ônibus... "Em casa vou morrer", pensava enquanto tentava me pentear com os dedos.
O que foi que aconteceu? Em que momento rolou?... Como foi que eu sucumbi tão fácil aos meus instintos mais baixos?
Não nego que me diverti pra caralho, mas... a que custo? Podia ter rolado qualquer coisa naquela mansão, com aquela mulher e os seguranças dela que pareciam gorilas de terno... Voltava na mente aquele momento em que ela chupou meus peitos com a boca aberta... Eu ia no último banco do ônibus e sentia meus mamilos endurecerem... Não tinha ninguém além do motorista e eu, o estereótipo do motorista de ônibus perfeitamente imperfeito: barrigudo, grisalho, cinquentão, bigodudo e com uns pés de galinha que apareciam por baixo dos óculos que ele usava...
Conforme as ruas passavam, aquele desejo incontrolável voltava, minhas pernas tremiam levemente e, mesmo parada, sentia meu coração batendo rápido, como se eu estivesse correndo... quase ofegante. O que está acontecendo comigo?, pensava comigo mesma. De repente, sem querer, fiz um movimento brusco no banco e aconteceu de novo... Minha calcinha estava encharcada, me senti realmente quente e meio desconfortável... Enfiei a mão por baixo da saia pra confirmar o que já sabia, mas o desejo foi mais forte que eu... Comecei a roçar meus lábios molhados com os dedos, levantei o olhar, o motorista continuava como se nada estivesse rolando... Aproveitei a chance e meu dedo indicador entrou fácil entre meus lábios totalmente encharcados, aos poucos fui me animando mais e mais até que baixei o olhar, fechei os olhos e me entreguei ao prazer... Meus dedos entravam e saíam da minha buceta, sentia meu fluido escorrendo até molhar meu relógio... pulseira, eu tava no paraíso... até que um pequeno orgasmo interrompeu minha viagem gostosa... levantei o olhar
apressadamente e olhei no retrovisor do ônibus, e lá estava aquele olhar penetrante, sem prestar atenção na
estrada, com os olhos cravados em mim, curtindo a vista quase tanto quanto eu curtia meu toque. Me senti sem graça e
fiquei vermelha, não sabia o que fazer — esse homem que bem podia ser meu avô me olhava com aquela perversão nojenta e eu aqui com
essa vontade que me domina, sentindo meu coração acelerado pela situação vergonhosa.
De repente, sinto que o bus acelera, olho pela janela, o motorista não parava pra pegar nenhum passageiro
daqueles que faziam sinal... comecei a viajar na minha cabeça: "sexo é sexo, não importa com quem, é totalmente humano e eu
sou dona do meu corpo, posso fazer com quem quiser quantas vezes me der na telha", volto a olhar pela janela, estou a
três paradas da minha casa, levanto e espero minha vez. Faltam três quadras pra minha parada, aperto a campainha, o bus não reduz
a velocidade, faltam duas quadras pra minha parada, aperto a campainha de novo, e o bus continua sem reduzir, falta uma quadra pra
minha parada e o bus acelera... e eu parada ali esperando as portas abrirem, com aquele fogo que
percorria meu corpo da cabeça aos pés, toda sensível, o motorista passa da minha parada, uma, duas, três quadras e eu ali sem saber
o que fazer, me desespero e fico pendurada na campainha até ele frear, o motorista, de tanto me olhar pelo retrovisor, não olha na frente
dele que tem um buraco na rua e passa por cima, o ônibus faz um movimento brusco pros lados, o que
faz eu me molhar de novo, minhas pernas perdem um pouco a estabilidade... nesse momento o instinto
ninfomaníaco sai de mim, olho pra ele, levanto minha blusa e mostro meus peitos nus. Automaticamente o motorista pisa no
freio e eu caio no chão... ele levanta do banco, caminha até no fundo e me ajuda a levantar com um sorriso no rosto. Levanto e ele levanta minha blusa, e com a mão enorme dele toca meus peitos... sem dizer uma palavra, tentou me beijar na boca, mas eu desviei... talvez por causa do bigode grosso que ele tinha. Não satisfeito com minha reação, me sentou no último banco onde eu estava e começou a percorrer meus peitos com a língua. Senti aquele fogo que me elevava e meus mamilos mais duros do que nunca me fizeram seguir o fluxo... o que eu podia fazer se a solução pro meu problema se apresentava tão fácil? Ele mordia meus mamilos e me fazia gemer baixinho... uma voz de menina saía de dentro de mim quase sem querer. O motorista me segurou firme pela cintura e começou a devorar meus peitos selvagemente. Peguei as mãos dele e fiz descerem até minha bunda. Ele me olhou e, com meu mamilo na boca, sorriu... com a mão direita começou a percorrer os arredores do meu buraquinho, podia sentir os dedos dele entre minhas nádegas rondando aquele lugar tão gostoso, tão sensível que acelerava minha respiração... ele se levanta, me olha nos olhos, dá uma olhada nos meus peitos enormes e nus e, com o olhar, me diz tudo... a braguilha dele ficou a centímetros do meu rosto... eu sentada, ele ali esperando o momento e eu quase desesperada, sem perder um segundo, abaixo a braguilha dele, a cueca e olho nos olhos dele... aquele pau ereto tão selvagem sai da cueca, ele faz um coque no meu cabelo com a mão e me puxa pra perto daqueles 25 cm de glória... abro minha boca, a cabeça dele macia e lisa é uma delícia pra minha boca, começo a lamber como se fosse um pirulito enquanto meus dedos penetram minha buceta que escorre líquido sem parar. Ele me puxa selvagemente pelo coque que ele mesmo fez e começa a enfiar aos poucos aquele pau enorme dentro da minha boca, até chegar no meu céu da boca... sinto ânsia quando chega lá e ele sorri... consigo ouvir "vai, puta, você deve adorar essa pica". Aquele momento me transformou por completo. completo, senti aquele fogo me queimando e comecei a enfiar aquela pica enorme mais e mais, abro a boca o máximo que consigo, aquela pedaço enorme de carne desvia do meu céu da boca e sinto como se abrisse caminho pela minha garganta, tiro ele... respiro fundo e tento de novo.... 1, 2, 3, 4... pronto, até aí cheguei, não conseguia segurar a respiração por muito mais tempo, o motorista me segura com força e consegue enfiar a pica um pouco mais, e tira... entra e sai, entra e sai, sinto como vai endurecendo cada vez mais, até que pego o ritmo certo, me animo e entra um pouco mais pela minha garganta, uma e outra e outra vez... ele me diz "quero gozar" olho pra ele e respondo "quero saber até onde vou" peguei a pica dele, lambi tudo até os ovos e de novo enfiei na minha boca, ia e vinha pela minha garganta até que cheguei a encostar os ovos dele no meu queixo, me senti no paraíso naquele momento, senti que dava pra mais, quase violentamente a pica dele entrava por completo até minha garganta, os ovos dele tocavam meu queixo e voltavam, uma, duas, três, quatro vezes e assim continuei até ele me dizer de novo "ai! vou gozar dentro de você", naquele momento enfiei o pau dele o mais fundo que pude... foi o momento em que senti a pica dele começando a pulsar na minha língua e garganta e como o néctar dele corria dentro de mim... um prazer indescritível, a pica dele bombeava contra minha boca e eu não impedia, senti desde a primeira até a última gota de porra que entrou pela minha garganta e até ele acabar tudo não tirei da boca... o motorista me levantou pelos braços e eu quase timidamente sorri pra ele... aos poucos a porrada da realidade voltava e mil perguntas ecoavam na minha cabeça... tomei consciência do que estava fazendo e quase com culpa peguei minhas coisas do chão e pedi por favor que abrisse a porta quase desesperadamente... ele abriu, mas não sem antes perguntar se eu passava meu whatsapp, que queria falar comigo e queria me conhecer... pra evitar rodeios sobre o número do meu WhatsApp,
falei "223533139# se você abrir a porta agora, fuck you o número que falta".
ela anotou meu número e abriu as portas...
saí correndo quase com sentimento de culpa... olhei o relógio, 1:22...
ia ensaiando a desculpa da minha vida pra chegar em casa,
o que eu não ia conseguir disfarçar de jeito nenhum era o cheiro de sexo na minha boca e nas minhas mãos...
o que será que minha mãe diria se me visse?...
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