...QUE TE ARREBENTEM O CUZINHO IGUAL A MIM...
Semifinal contra Holanda, aproveitando o feriado a gente vai pra San Justo, na casa dos meus pais, pra ver todo mundo junto o jogo. Churrasco ao meio-dia, uma longa resenha e às cinco em ponto todo mundo na frente da TV torcendo pra seleção. Chimarrão vai, chimarrão vem, os minutos passam e os nervos aumentam, pelo menos entre meu pai, meu marido e meus irmãos, eu não sou muito de futebol, pra ser sincera, mas é foda ver os jogadores dando tudo pela camisa.
Passa o primeiro tempo, o segundo e vem a prorrogação. Por causa do chimarrão, tô voltando do banheiro quando o Romero pega o primeiro pênalti, perco até o replay, mas chego bem na hora que o Messi converte o primeiro nosso. Depois vocês já sabem, o goleiro pega outro, o Maxi Rodríguez faz o dele, o decisivo, e a vaga na final garantida. Assim que a bola entra no gol nesse último pênalti, a gente pula de alegria, se abraça, se beija, grita na cara um do outro:
-Tamo na final… tamo na final!!!-
Dá pra ouvir as cornetas e os gritos nas casas vizinhas, as buzinas dos carros na rua. Um dos meus irmãos é quem sugere ir pra praça comemorar. Do jeito que a gente tá, vestido de albiceleste, com bonés e vuvuzelas, a gente sobe na caminhonete. Vai todo mundo, até minhas cunhadas, a única que fica é minha mãe cuidando do Ro.
-ARGENTINA… ARGENTINA… ARGENTINA!!!- a gente grita eufórica pela janela, balançando bandeiras e camisetas.
Também o hit dessa Copa:
-BRASIL, DIZ MEU O QUE QUE SE SENTE…!!-
Umas quadras antes da praça a gente tem que parar por causa da multidão que segue o mesmo caminho, todo mundo com a euforia típica de um jogo desse porte. Deixamos a caminhonete e seguimos a pé. No caminho a gente vai encontrando vários conhecidos, com quem a gente se abraça e segue a caravana até o centro estratégico de San Justo. Já na praça, a alegria é total e os cantos se multiplicam, contra Brasil, contra os ingleses, contra os alemães, contra qualquer um que não seja argentino. Eu continuo pulando, balançando um pano celeste e branco, repetindo o que os outros cantam, até que sinto uma mão na bunda, não uma mão que apoia, mas uma apalpada de rabo completa. Me viro indignada, pronta pra enfrentar o sem-noção e não é que não sei com quem me encontro: sim, com o Cholo. Ele tá vestido com uma camiseta da Argentina e um gorrinho do Almirante Brown, e com os olhos tão vermelhos que parece estar bêbado ou virado.
—O que cê tá fazendo, idiota? Meus irmãos podem te ver — reclamo em voz baixa.
Também não quero fazer uma cena, depois das putas lapadas que ele me deu, uma mão na bunda era o de menos. O que me preocupava era que meus irmãos vissem, já que eles não se suportam nem em figurinha.
Sem nem me ouvir, ele me abraça e começa a pular comigo. Sei que não é uma ocasião propícia e que eu devia ter recusado na mesma hora, mas mal senti o contato dele, meus bicos endureceram, e quando eles ficam duros… a buceta pega fogo e a umidade escorre, escorre e escorre, a putaria jorra de todos os lados. Alheios a tudo isso, meu marido e meus irmãos continuam cantando enlouquecidos:
—¡¡¡Volveremo volveremo, volveremos otra vez…!!!—
Nenhum parece perceber o que rola a poucos passos, a galera, todo mundo cantando e pulando, balançando bandeiras e camisetas pros quatro ventos, nos protege de qualquer reação brusca. E é que se algum dos meus irmãos visse nem um roçadinho do Cholo em mim, podia rolar uma puta confusão. Então, pra evitar qualquer desgraça, pego o Cholo pelo braço, arrasto ele pro lado e falo:
—A gente continua na sua casa?—
Uma trepada com o Cholo é o melhor jeito de comemorar a vaga pra final, penso, porra. o que, sem pensar muito, me perco com ele no meio da multidão. A casa dele fica só a algumas quadras da praça, então chegamos rapidinho. Como ele tá bêbado, não acha as chaves, então enfio a mão no bolso da calça dele e procuro. O que encontro me promete uma festa mais do que à altura da importância daquele momento.
Comemorar na praça cantando e balançando a bandeira? Sorry, não é minha praia, prefiro festejar do meu jeito... transando, dando uma trepada daquelas que te deixam falando merda por uma semana, e o Cholo era o cara certo pra isso.
Enfio a mão no outro bolso e acho a chave. Tiro e abro a porta, tenho que arrastar ele quase pra dentro, mas mesmo estando num estado avançado de bebedeira, ele tá de pau duro, muito duro, que é o que realmente importa. Ele estar bêbado é detalhe; se não tiver lucidez suficiente pra me comer, eu mesma fodo ele e pronto.
Como já conheço a casa, levo ele direto pra cama. Deixo ele cair de costas, quase como desmaiado, e, parando na frente dele, começo a me despir. Tiro tudo, a camiseta da seleção e até a calcinha com as cores azul e branco. Já pelada, subo em cima dele e começo a despir ele, beijando aqui e ali, provocando uns arrepios gostosos. Tiro a camisa, a calça, os sapatos, tiro tudo, deixando ele completamente pelado, com aquela ereção foda que parece me apontar o tempo todo. Minha boca enche d'água diante de tanta testosterona, mas antes de tudo, ligo pro meu marido e tranquilizo ele, dizendo que voltei pra casa, que não se preocupe, que continue festejando, que a gente se vê mais tarde… ele nem imagina que tô prestes a chupar o pau do cara com a maior ficha criminal de San Justo.
Depois de montar minha álibi, deixo o celular e faço o que tô com vontade há um tempão: chupar ele. Junto bastante saliva e cuspo em cima, espalhando com a língua por todo toda a cabeça, formando uma coroinha de espuma que vai escorrendo pra baixo, seguro ele com uma mão, firme, apertando pra destacar ainda mais as veias grossas e roxas. Chupo com vontade, tentando engolir tudo mesmo que ele atravesse minha garganta, os engasgos são o de menos, o importante é sentir ele ali, pulsando, queimando minha traqueia, me sufocando com aquela carne.
Tiro da boca e chupo as bolas, babo tudo, mordo, mastigo, encho a boca com esses ovos duros e grandes que já parecem prestes a estourar. Aí ele parece acordar do devaneio da bebedeira, levanta a cabeça, me olha e sorri safado. Ele mesmo pega a pica e bate na minha cara com ela, de um lado pro outro, fazendo eu sentir a dureza em cada bochecha.
— Vadia… vadia… como você gosta da pica…! — ele fala com a voz ainda pastosa.
— Eu gosto da *sua* pica! — corrijo, voltando a chupar, com gula, devoção, ansiedade…
Quando ele tá bem duro e ereto, levanto, subo em cima dele e encaixo entre os lábios, o calor da cabeça me dá um arrepio gostoso, fico ali sentindo, saboreando o momento antes da enfiada, depois, devagar, vou descendo, me deixando preencher por aquela carne quente e suculenta que parece derreter dentro de mim.
Me mexo devagar, deslizando por todo o comprimento e largura da pica dele, sentindo ela bater contra meu útero. O Cholo me segura pela cintura e também se move por baixo, metendo até o talo, fazendo eu sentir toda a força e energia da virilidade dele. Mesmo com o bafo de cerveja, beijo ele na boca, enrosco minha língua na dele, mordo os lábios, me desmanchando em suspiros cada vez mais intensos e excitantes.
— Você é uma vadia…! — ele fala enquanto me vira sem dificuldade nenhuma e, montando em cima de mim, começa a me furar como se tivesse um martelo no lugar da pica.
Entra e sai, entra e sai, eu mete tudo, até os pelos, mexendo comigo até a alma a cada estocada. Enlaço minhas pernas na cintura dele e me movo junto, me deixando arrasar por essas penetrações cada vez mais fundas e aceleradas. Ele não me dá trégua nem respiro, e eu também não peço, só quero que me coma, que me arrebente, que me destrua. Meus gemidos e suspiros são só pra ele, pra essa cock maravilhosa que ele manuseia com tanta habilidade e maestria. Não é tanto o tamanho que me atrai, mas como ele mete, como desliza e ressoa naquela parte do meu corpo que sabe tão bem receber. Lá ele é um hóspede de honra, um convidado VIP, a cock que melhor se encaixa na minha pussy pra me sentir cheia, feliz, satisfeita…
—Me dá no cu… arrebenta bem meu ass…! — peço entre gritos roucos e excitados.
Disposto a me dar o gosto, ele tira a cock da minha pussy e ataca o outro buraco, enfiando quase até a metade de uma só estocada, o resto eu mesma enfio, empurrando pra frente, buscando me sentir deliciosamente empalada. Com as próprias mãos, ele separa bem minhas nádegas e mete com tudo, decidido a cumprir o pedido, ou seja… arrebentar meu ass. Levanta minhas pernas e as mantém no alto enquanto me come gloriosamente.
É assim que se comemora uma vitória da Seleção, penso comigo mesma, ofegando no ritmo dessas enfiadas profundas e repetitivas que parecem perfurar até meus intestinos.
É gostoso sentir a cock entrando até os pelos no butt, não é qualquer uma que aguenta tanta carne naquela área, mas eu adoro, jamais me privaria de uma boa fuck, realmente curto quando me possuem desse jeito, tão brutal, tão primitivo. Levar no cu é aceitar a supremacia do homem, do male sobre nossa feminilidade, entregando o cu entregamos tudo, e no meu caso particular, estou entregando uma parte do meu corpo por onde meu marido nunca passou. Acho que isso tem mérito duplo. Claro que pro Cholo Ele não tava nem aí pra quem já tinha passado ou não pelo meu "buraquinho sem fundo", só se limitava a me foder, arrombando meus esfíncteres na base da porrada. Até que não aguentou mais e, tirando com tudo, se esvaziou no meu corpo, disparando gozada atrás de gozada sem dó.
"O brinde da vitória", pensei enquanto chupava ele de novo, saboreando aquele caldo viscoso e salgado que continuava jorrando com uma violência do caralho.
Tirei a pica da boca e me lambi, gostosa e satisfeita.
— Maneira bonita de comemorar, né? — falo com um sorriso.
— Nem quero imaginar se a gente for campeão — ele ri.
— Se prepara! — rio também, e, comendo a boca dele, começo a acariciar a porra da pica dele.
Ainda tá dura, quente e grossa. Mesmo com a porrada de gozo que deu, ela não quer baixar, e a verdade é que seria um desperdício deixar ela assim, ainda no gás. E como não gosto de desperdiçar nada... chupo ele de novo, aproveitando aquela dureza deliciosa que me deixa louca. Fico de quatro e dou uns tapinhas na minha bunda, provocando ele pra vir. E claro que ele vem, passa a mão no meu rabo inteiro, coloca a ponta da pica bem na entrada da buceta e me presenteia de novo com aquele volume cheio de vigor, me enchendo até o último cantinho disponível.
— Ahhh... siiiim... como você me come bem... mmmmm...!!! — me arrepio ao sentir ele bombando por trás.
Ele me fode um tempo pela buceta e depois troca, me arromba o cu de novo daquele jeito bruto, agressivo, como se quisesse tirar petróleo do meu rabo.
PLAF... PLAF... PLAF... O barulho do corpo dele batendo na minha bunda fica mais repetitivo e ensurdecedor a cada segundo. Enquanto ele me bombeia forte e no ritmo, eu me acaricio o clitóris, esfrego, passo, belisco... ele tá completamente duro e vermelho, molhado, quente... me molho uma vez atrás da outra, me afogando nos meus próprios orgasmos, curtindo aquela arrombada fudida de cu que me deixa quase sem fôlego.
—Goza dentro de mim, por favor... enche meu cu de porra... — peço, ansiosa e suplicante.
Não precisei insistir, óbvio. Mais algumas enfiadas e a porra jorra violenta e incontrolável, preenchendo cada cantinho do meu cu aberto e arrebentado.
— Aaaahhhh... aaaahhhh...!!! — ruge o Cholo no meio da esporrada, que nem um neandertal enlouquecido.
Ele deixa a pica bem cravada no meu cu até não sobrar uma gota pra me dar, aí tira ela pedaço por pedaço, até que se ouve um FLOP forte... o barulho do vazio que a pica dele deixa no meu cu.
Entre gemidos e suspiros, ele se deita ao meu lado.
— Ainda tá com o otário do teu marido? — ele pergunta.
— Não seja mau, não fala assim dele — respondo.
— Qual é, larga ele e vem morar comigo, pica não vai te faltar.
— E quem disse que me falta pica? — retruco com um sorriso cúmplice.
Levanto e começo a me vestir, enquanto ele fica lá, largado na cama depois das duas fodas que acabou de dar em mim.
— Vai na final? — ele pergunta antes de eu ir.
Minha resposta não demora:
— Cê acha que vou perder?
Semifinal contra Holanda, aproveitando o feriado a gente vai pra San Justo, na casa dos meus pais, pra ver todo mundo junto o jogo. Churrasco ao meio-dia, uma longa resenha e às cinco em ponto todo mundo na frente da TV torcendo pra seleção. Chimarrão vai, chimarrão vem, os minutos passam e os nervos aumentam, pelo menos entre meu pai, meu marido e meus irmãos, eu não sou muito de futebol, pra ser sincera, mas é foda ver os jogadores dando tudo pela camisa.
Passa o primeiro tempo, o segundo e vem a prorrogação. Por causa do chimarrão, tô voltando do banheiro quando o Romero pega o primeiro pênalti, perco até o replay, mas chego bem na hora que o Messi converte o primeiro nosso. Depois vocês já sabem, o goleiro pega outro, o Maxi Rodríguez faz o dele, o decisivo, e a vaga na final garantida. Assim que a bola entra no gol nesse último pênalti, a gente pula de alegria, se abraça, se beija, grita na cara um do outro:
-Tamo na final… tamo na final!!!-
Dá pra ouvir as cornetas e os gritos nas casas vizinhas, as buzinas dos carros na rua. Um dos meus irmãos é quem sugere ir pra praça comemorar. Do jeito que a gente tá, vestido de albiceleste, com bonés e vuvuzelas, a gente sobe na caminhonete. Vai todo mundo, até minhas cunhadas, a única que fica é minha mãe cuidando do Ro.
-ARGENTINA… ARGENTINA… ARGENTINA!!!- a gente grita eufórica pela janela, balançando bandeiras e camisetas.
Também o hit dessa Copa:
-BRASIL, DIZ MEU O QUE QUE SE SENTE…!!-
Umas quadras antes da praça a gente tem que parar por causa da multidão que segue o mesmo caminho, todo mundo com a euforia típica de um jogo desse porte. Deixamos a caminhonete e seguimos a pé. No caminho a gente vai encontrando vários conhecidos, com quem a gente se abraça e segue a caravana até o centro estratégico de San Justo. Já na praça, a alegria é total e os cantos se multiplicam, contra Brasil, contra os ingleses, contra os alemães, contra qualquer um que não seja argentino. Eu continuo pulando, balançando um pano celeste e branco, repetindo o que os outros cantam, até que sinto uma mão na bunda, não uma mão que apoia, mas uma apalpada de rabo completa. Me viro indignada, pronta pra enfrentar o sem-noção e não é que não sei com quem me encontro: sim, com o Cholo. Ele tá vestido com uma camiseta da Argentina e um gorrinho do Almirante Brown, e com os olhos tão vermelhos que parece estar bêbado ou virado.
—O que cê tá fazendo, idiota? Meus irmãos podem te ver — reclamo em voz baixa.
Também não quero fazer uma cena, depois das putas lapadas que ele me deu, uma mão na bunda era o de menos. O que me preocupava era que meus irmãos vissem, já que eles não se suportam nem em figurinha.
Sem nem me ouvir, ele me abraça e começa a pular comigo. Sei que não é uma ocasião propícia e que eu devia ter recusado na mesma hora, mas mal senti o contato dele, meus bicos endureceram, e quando eles ficam duros… a buceta pega fogo e a umidade escorre, escorre e escorre, a putaria jorra de todos os lados. Alheios a tudo isso, meu marido e meus irmãos continuam cantando enlouquecidos:
—¡¡¡Volveremo volveremo, volveremos otra vez…!!!—
Nenhum parece perceber o que rola a poucos passos, a galera, todo mundo cantando e pulando, balançando bandeiras e camisetas pros quatro ventos, nos protege de qualquer reação brusca. E é que se algum dos meus irmãos visse nem um roçadinho do Cholo em mim, podia rolar uma puta confusão. Então, pra evitar qualquer desgraça, pego o Cholo pelo braço, arrasto ele pro lado e falo:
—A gente continua na sua casa?—
Uma trepada com o Cholo é o melhor jeito de comemorar a vaga pra final, penso, porra. o que, sem pensar muito, me perco com ele no meio da multidão. A casa dele fica só a algumas quadras da praça, então chegamos rapidinho. Como ele tá bêbado, não acha as chaves, então enfio a mão no bolso da calça dele e procuro. O que encontro me promete uma festa mais do que à altura da importância daquele momento.
Comemorar na praça cantando e balançando a bandeira? Sorry, não é minha praia, prefiro festejar do meu jeito... transando, dando uma trepada daquelas que te deixam falando merda por uma semana, e o Cholo era o cara certo pra isso.
Enfio a mão no outro bolso e acho a chave. Tiro e abro a porta, tenho que arrastar ele quase pra dentro, mas mesmo estando num estado avançado de bebedeira, ele tá de pau duro, muito duro, que é o que realmente importa. Ele estar bêbado é detalhe; se não tiver lucidez suficiente pra me comer, eu mesma fodo ele e pronto.
Como já conheço a casa, levo ele direto pra cama. Deixo ele cair de costas, quase como desmaiado, e, parando na frente dele, começo a me despir. Tiro tudo, a camiseta da seleção e até a calcinha com as cores azul e branco. Já pelada, subo em cima dele e começo a despir ele, beijando aqui e ali, provocando uns arrepios gostosos. Tiro a camisa, a calça, os sapatos, tiro tudo, deixando ele completamente pelado, com aquela ereção foda que parece me apontar o tempo todo. Minha boca enche d'água diante de tanta testosterona, mas antes de tudo, ligo pro meu marido e tranquilizo ele, dizendo que voltei pra casa, que não se preocupe, que continue festejando, que a gente se vê mais tarde… ele nem imagina que tô prestes a chupar o pau do cara com a maior ficha criminal de San Justo.
Depois de montar minha álibi, deixo o celular e faço o que tô com vontade há um tempão: chupar ele. Junto bastante saliva e cuspo em cima, espalhando com a língua por todo toda a cabeça, formando uma coroinha de espuma que vai escorrendo pra baixo, seguro ele com uma mão, firme, apertando pra destacar ainda mais as veias grossas e roxas. Chupo com vontade, tentando engolir tudo mesmo que ele atravesse minha garganta, os engasgos são o de menos, o importante é sentir ele ali, pulsando, queimando minha traqueia, me sufocando com aquela carne.
Tiro da boca e chupo as bolas, babo tudo, mordo, mastigo, encho a boca com esses ovos duros e grandes que já parecem prestes a estourar. Aí ele parece acordar do devaneio da bebedeira, levanta a cabeça, me olha e sorri safado. Ele mesmo pega a pica e bate na minha cara com ela, de um lado pro outro, fazendo eu sentir a dureza em cada bochecha.
— Vadia… vadia… como você gosta da pica…! — ele fala com a voz ainda pastosa.
— Eu gosto da *sua* pica! — corrijo, voltando a chupar, com gula, devoção, ansiedade…
Quando ele tá bem duro e ereto, levanto, subo em cima dele e encaixo entre os lábios, o calor da cabeça me dá um arrepio gostoso, fico ali sentindo, saboreando o momento antes da enfiada, depois, devagar, vou descendo, me deixando preencher por aquela carne quente e suculenta que parece derreter dentro de mim.
Me mexo devagar, deslizando por todo o comprimento e largura da pica dele, sentindo ela bater contra meu útero. O Cholo me segura pela cintura e também se move por baixo, metendo até o talo, fazendo eu sentir toda a força e energia da virilidade dele. Mesmo com o bafo de cerveja, beijo ele na boca, enrosco minha língua na dele, mordo os lábios, me desmanchando em suspiros cada vez mais intensos e excitantes.
— Você é uma vadia…! — ele fala enquanto me vira sem dificuldade nenhuma e, montando em cima de mim, começa a me furar como se tivesse um martelo no lugar da pica.
Entra e sai, entra e sai, eu mete tudo, até os pelos, mexendo comigo até a alma a cada estocada. Enlaço minhas pernas na cintura dele e me movo junto, me deixando arrasar por essas penetrações cada vez mais fundas e aceleradas. Ele não me dá trégua nem respiro, e eu também não peço, só quero que me coma, que me arrebente, que me destrua. Meus gemidos e suspiros são só pra ele, pra essa cock maravilhosa que ele manuseia com tanta habilidade e maestria. Não é tanto o tamanho que me atrai, mas como ele mete, como desliza e ressoa naquela parte do meu corpo que sabe tão bem receber. Lá ele é um hóspede de honra, um convidado VIP, a cock que melhor se encaixa na minha pussy pra me sentir cheia, feliz, satisfeita…
—Me dá no cu… arrebenta bem meu ass…! — peço entre gritos roucos e excitados.
Disposto a me dar o gosto, ele tira a cock da minha pussy e ataca o outro buraco, enfiando quase até a metade de uma só estocada, o resto eu mesma enfio, empurrando pra frente, buscando me sentir deliciosamente empalada. Com as próprias mãos, ele separa bem minhas nádegas e mete com tudo, decidido a cumprir o pedido, ou seja… arrebentar meu ass. Levanta minhas pernas e as mantém no alto enquanto me come gloriosamente.
É assim que se comemora uma vitória da Seleção, penso comigo mesma, ofegando no ritmo dessas enfiadas profundas e repetitivas que parecem perfurar até meus intestinos.
É gostoso sentir a cock entrando até os pelos no butt, não é qualquer uma que aguenta tanta carne naquela área, mas eu adoro, jamais me privaria de uma boa fuck, realmente curto quando me possuem desse jeito, tão brutal, tão primitivo. Levar no cu é aceitar a supremacia do homem, do male sobre nossa feminilidade, entregando o cu entregamos tudo, e no meu caso particular, estou entregando uma parte do meu corpo por onde meu marido nunca passou. Acho que isso tem mérito duplo. Claro que pro Cholo Ele não tava nem aí pra quem já tinha passado ou não pelo meu "buraquinho sem fundo", só se limitava a me foder, arrombando meus esfíncteres na base da porrada. Até que não aguentou mais e, tirando com tudo, se esvaziou no meu corpo, disparando gozada atrás de gozada sem dó.
"O brinde da vitória", pensei enquanto chupava ele de novo, saboreando aquele caldo viscoso e salgado que continuava jorrando com uma violência do caralho.
Tirei a pica da boca e me lambi, gostosa e satisfeita.
— Maneira bonita de comemorar, né? — falo com um sorriso.
— Nem quero imaginar se a gente for campeão — ele ri.
— Se prepara! — rio também, e, comendo a boca dele, começo a acariciar a porra da pica dele.
Ainda tá dura, quente e grossa. Mesmo com a porrada de gozo que deu, ela não quer baixar, e a verdade é que seria um desperdício deixar ela assim, ainda no gás. E como não gosto de desperdiçar nada... chupo ele de novo, aproveitando aquela dureza deliciosa que me deixa louca. Fico de quatro e dou uns tapinhas na minha bunda, provocando ele pra vir. E claro que ele vem, passa a mão no meu rabo inteiro, coloca a ponta da pica bem na entrada da buceta e me presenteia de novo com aquele volume cheio de vigor, me enchendo até o último cantinho disponível.
— Ahhh... siiiim... como você me come bem... mmmmm...!!! — me arrepio ao sentir ele bombando por trás.
Ele me fode um tempo pela buceta e depois troca, me arromba o cu de novo daquele jeito bruto, agressivo, como se quisesse tirar petróleo do meu rabo.
PLAF... PLAF... PLAF... O barulho do corpo dele batendo na minha bunda fica mais repetitivo e ensurdecedor a cada segundo. Enquanto ele me bombeia forte e no ritmo, eu me acaricio o clitóris, esfrego, passo, belisco... ele tá completamente duro e vermelho, molhado, quente... me molho uma vez atrás da outra, me afogando nos meus próprios orgasmos, curtindo aquela arrombada fudida de cu que me deixa quase sem fôlego.
—Goza dentro de mim, por favor... enche meu cu de porra... — peço, ansiosa e suplicante.
Não precisei insistir, óbvio. Mais algumas enfiadas e a porra jorra violenta e incontrolável, preenchendo cada cantinho do meu cu aberto e arrebentado.
— Aaaahhhh... aaaahhhh...!!! — ruge o Cholo no meio da esporrada, que nem um neandertal enlouquecido.
Ele deixa a pica bem cravada no meu cu até não sobrar uma gota pra me dar, aí tira ela pedaço por pedaço, até que se ouve um FLOP forte... o barulho do vazio que a pica dele deixa no meu cu.
Entre gemidos e suspiros, ele se deita ao meu lado.
— Ainda tá com o otário do teu marido? — ele pergunta.
— Não seja mau, não fala assim dele — respondo.
— Qual é, larga ele e vem morar comigo, pica não vai te faltar.
— E quem disse que me falta pica? — retruco com um sorriso cúmplice.
Levanto e começo a me vestir, enquanto ele fica lá, largado na cama depois das duas fodas que acabou de dar em mim.
— Vai na final? — ele pergunta antes de eu ir.
Minha resposta não demora:
— Cê acha que vou perder?
34 comentários - Brasil, me diz como é que é...
Que te hagan el culo es aceptar la supremacía del macho por sobre nuestra femeneidad, entregándoles el culo le entregamos todo...
Hay varias personas acá en P! que escriben relatos eróticos muy buenos, y me gustan mucho, pero los tuyos para mi son sin duda los mejores, tienes una capacidad especial, según yo, de ir matizando la historia y los detalles eróticos de tal manera, que a mi me revienta la cabeza de calentura!!
Te felicito por la forma tan increiblemente calentona que tienes de armar tus relatos, a mi me encantan, y me dejan por la nubes, y esperando con ansias tu próximo relato!! 👏 👏 👏 👏 👏
Gracias por compartir!! 👍
Te dejo mis últimos puntos, muy merecidos y a favoritos!! 😘
saludos 😉
Fotos tuyas
un besito te dejo mis puntos
Muy lindo relato amiga...!!!
Volveré...
Me dejaste con la pija al palo
Muuy calinte historia!!
Graciaspor compartir
Gracias
Tambie te la qisiera rempujar