Bem-vindos de novo 😎
Dessa vez é pra continuar minhas histórias, então bora começar.
Depois de ter aquele orgasmo e a Rossi gozar na minha cara, ela se deitou do meu lado com uma cara de felicidade que nem o palhaço Ronaldinho tem nos comerciais dele.
– Isso foi maravilhoso, Tony
Mal recuperando o fôlego, eu consigo balançar a cabeça concordando.
E logo em seguida, a Rossi começa a descer direto pro meu pau, que ainda tá durinho como uma pedra.
– Ah, mas olha só quem ainda tá de pé, vejo que não vai desistir, né?
Então, num instante, meu pau já tava dentro da boca dela.
Tenho que admitir que chupar não era o forte dela, porque só fazia barulho e eu sentia meu sabre cheio de saliva, mas ver aquela carinha linda me devorando era um orgasmo visual completo.
Isso durou uns 5 minutos até eu implorar:
– Rossi, por favor, me come, monta em mim, vamos, mesmo que seja só a pontinha.
– Hummm, não sei, Tony, isso pode me meter numa encrenca com sua mãe
– Não vai sair nada da minha boca, juro pra você, Rossi
Aà ela só me olhou e subiu em cima de mim, colocando a buceta molhada e meio peluda no meu pau.
Descendo devagar, eu pude sentir um monte de coisas: o calor, a textura, apertava gostoso pra caralho.
Aos poucos, ela foi aumentando o ritmo até ficar tipo doida me montando.
Eu segurava aquela bundona enorme com as duas mãos, e de vez em quando, cada vez que ela acelerava a rebolada, eu dava uns tapas na bunda dela e falava pra não parar.
Rebolando em cÃrculos e pra cima e pra baixo, a Rossi se agarrou no meu cabelo e me ofereceu os peitos dela, que, verdade seja dita, não me chamavam muita atenção porque eram bem pequenos 😢.
Não dava pra fazer muita coisa com eles além de dar uns beijinhos e umas mordidas que, pelo visto, ela adorava, porque começou a falar um monte de putaria.
Mas isso não bastava pra mim, eu tava esquecendo uma coisa: ver aquela bundona enorme devorando meu pau. Então parei, joguei a Rossi de lado e, o mais rápido que pude, fui no banheiro e trouxe um espelho enorme pra poder ver como aquele rabão quicava. Naquele dia, a sorte tava mais que Do meu lado, também encontrei no caminho uma garrafa de óleo e passei na bunda dela.
A bunda branca da Rossi, agora mais pra um tom vermelho de tanta palmada, tava show de bola, toda oleada.
— Agora sim, mamãe. Podemos continuar.
— Ai, Tony, você é um caliente mesmo — afirmou a Rossi, na maior segurança.
Pedi pra ela montar em mim de novo, mas bem devagar, pra ver cada centÃmetro do meu pau sendo engolido lentamente. Só aguentei uns 3 minutos, porque tava muito excitado, e gozei dentro da buceta dela. A Rossi ficou meio chateada.
Mas isso não valia nada pra mim. Segurei ela pela cintura, deitei de barriga pra baixo e coloquei um travesseiro na barriga dela.
O espetáculo era incrÃvel. Aquele cuzinho rosado tava lá, meio suado de tanta ação. Enfiei meu nariz nele pra sentir aquele cheiro de mulher e uau, senti aquele aroma chegar no fundo da minha alma. Dei uma fungada só e já tava com uma ereção foda.
— Ai, Tony, para com isso, é muito sujo aà — reclamou a Rossi.
Mas eu não tava nem aÃ. De tão excitado, comecei a chupar a bunda dela, que, verdade seja dita, tinha um gosto delicioso. Aquele prazer proibido é algo indescritÃvel.
A Rossi rapidamente se entregou ao tesão e ficou uns 15 minutos assim, aspirando e chupando a bunda dela, até que finalmente teve um orgasmo que molhou o sofá inteiro.
O saldo final desse encontro foi que o quarto dela ainda cheirava a bunda depois de várias horas, porque eu fiz ela trabalhar como nunca.
Valeu.
Dessa vez é pra continuar minhas histórias, então bora começar.
Depois de ter aquele orgasmo e a Rossi gozar na minha cara, ela se deitou do meu lado com uma cara de felicidade que nem o palhaço Ronaldinho tem nos comerciais dele.
– Isso foi maravilhoso, Tony
Mal recuperando o fôlego, eu consigo balançar a cabeça concordando.
E logo em seguida, a Rossi começa a descer direto pro meu pau, que ainda tá durinho como uma pedra.
– Ah, mas olha só quem ainda tá de pé, vejo que não vai desistir, né?
Então, num instante, meu pau já tava dentro da boca dela.
Tenho que admitir que chupar não era o forte dela, porque só fazia barulho e eu sentia meu sabre cheio de saliva, mas ver aquela carinha linda me devorando era um orgasmo visual completo.
Isso durou uns 5 minutos até eu implorar:
– Rossi, por favor, me come, monta em mim, vamos, mesmo que seja só a pontinha.
– Hummm, não sei, Tony, isso pode me meter numa encrenca com sua mãe
– Não vai sair nada da minha boca, juro pra você, Rossi
Aà ela só me olhou e subiu em cima de mim, colocando a buceta molhada e meio peluda no meu pau.
Descendo devagar, eu pude sentir um monte de coisas: o calor, a textura, apertava gostoso pra caralho.
Aos poucos, ela foi aumentando o ritmo até ficar tipo doida me montando.
Eu segurava aquela bundona enorme com as duas mãos, e de vez em quando, cada vez que ela acelerava a rebolada, eu dava uns tapas na bunda dela e falava pra não parar.
Rebolando em cÃrculos e pra cima e pra baixo, a Rossi se agarrou no meu cabelo e me ofereceu os peitos dela, que, verdade seja dita, não me chamavam muita atenção porque eram bem pequenos 😢.
Não dava pra fazer muita coisa com eles além de dar uns beijinhos e umas mordidas que, pelo visto, ela adorava, porque começou a falar um monte de putaria.
Mas isso não bastava pra mim, eu tava esquecendo uma coisa: ver aquela bundona enorme devorando meu pau. Então parei, joguei a Rossi de lado e, o mais rápido que pude, fui no banheiro e trouxe um espelho enorme pra poder ver como aquele rabão quicava. Naquele dia, a sorte tava mais que Do meu lado, também encontrei no caminho uma garrafa de óleo e passei na bunda dela.
A bunda branca da Rossi, agora mais pra um tom vermelho de tanta palmada, tava show de bola, toda oleada.
— Agora sim, mamãe. Podemos continuar.
— Ai, Tony, você é um caliente mesmo — afirmou a Rossi, na maior segurança.
Pedi pra ela montar em mim de novo, mas bem devagar, pra ver cada centÃmetro do meu pau sendo engolido lentamente. Só aguentei uns 3 minutos, porque tava muito excitado, e gozei dentro da buceta dela. A Rossi ficou meio chateada.
Mas isso não valia nada pra mim. Segurei ela pela cintura, deitei de barriga pra baixo e coloquei um travesseiro na barriga dela.
O espetáculo era incrÃvel. Aquele cuzinho rosado tava lá, meio suado de tanta ação. Enfiei meu nariz nele pra sentir aquele cheiro de mulher e uau, senti aquele aroma chegar no fundo da minha alma. Dei uma fungada só e já tava com uma ereção foda.
— Ai, Tony, para com isso, é muito sujo aà — reclamou a Rossi.
Mas eu não tava nem aÃ. De tão excitado, comecei a chupar a bunda dela, que, verdade seja dita, tinha um gosto delicioso. Aquele prazer proibido é algo indescritÃvel.
A Rossi rapidamente se entregou ao tesão e ficou uns 15 minutos assim, aspirando e chupando a bunda dela, até que finalmente teve um orgasmo que molhou o sofá inteiro.
O saldo final desse encontro foi que o quarto dela ainda cheirava a bunda depois de várias horas, porque eu fiz ela trabalhar como nunca.
Valeu.
0 comentários - Aventuras de un fetichista III