Final dessa história escrita com @Lady_GodivaII, espero que vocês gostem tanto quanto a gente gostou de escrever!
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http://www.poringa.net/posts/relatos/2559708/Senuelos-Cap-II-relato-conjunto-con-Invisiblet.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2560277/Senuelos-cap-lll-relato-con-Lady-GodivaII.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2561987/Senuelos-Cap-IV-relato-conjunto-con-InvisibleT.html
Casa do Gustavo, Laura
Sentada no meio dos dois, senti uma corrente de excitação que ia e vinha de um lado pro outro do sofá, me atravessava das duas direções e explodia na minha pele, no meu corpo, que já começava a pedir ação, desejando que finalmente acontecesse o que tinha que acontecer.
— Olha, Ibarra, você teria feito a mesma coisa que eu, não vem com historinha nem moralismo barato. Somos todos gente de negócio, gente grande, vamos parar de joguinho e resolver isso na boa.
— Essa brincadeira vai te sair cara, gatinha (ele respondeu com um tom debochado, enquanto me devorava com os olhos).
Gustavo continuava calado, como um espectador, a tensão do corpo dele dava pra sentir no ombro que roçava o meu, na respiração pesada.
Me estiquei até a mesinha de centro, larguei meu copo lá e me afundei mais no assento, abrindo um pouco as pernas. Coloquei a mão direita no joelho do Gustavo, a esquerda no do Ibarra e acariciei as coxas deles, chegando até as duas braguilhas, apalpei os dois contendores e, enquanto começava a masturbá-los por cima da roupa, com o tom mais lascivo perguntei:
— Vamos ver quem tá mais a fim de resolver essa parada?
Nenhum dos dois pareceu se surpreender com o rumo que o encontro tomou. Foi como se com minhas palavras eu tivesse soltado a coleira de dois cães de briga. Gustavo enfiou uma mão na minha entreperna e soltou um som gutural ao descobrir que eu não tava de calcinha. Sorri pra ele e abri mais as pernas pra facilitar o serviço, enquanto minha língua percorria o pescoço dele.
Ibarra atacou meu decote, quase rasgando a regata, deixou meus peitos à mostra, com uma mão amassava um deles brutalmente, com a boca se agarrava no mamilo do outro.
Meus gemidos e suspiros enchiam a sala, de fundo dava pra ouvir o estalo babado da língua do Ibarra nos meus peitos e a música inconfundível das dobras da pele encharcadas, minha buceta parecia um instrumento que o Gustavo tocava com maestria.
Quando perceberam que eu tava prestes a gozar, como se tivessem combinado uma coreografia ensaiada, Gustavo me levantou no colo dele, me sentando na perna dele, enquanto continuava trabalhando no meu clitóris que tava prestes a explodir. Ibarra chegou mais perto e, enquanto observava a cena, enfiou dois dedos no meu centro ardente. Não aguentei muito tempo essa dupla investida e gozei quase na hora, com um grito que nem tentei abafar. Em vez de me relaxar, aquele orgasmo só aumentou minha excitação, algo dentro de mim tinha se soltado.
- olha que lindo como a putinha goza, Ibarra - foram as primeiras palavras de Gustavo.
- ainda não tamo convencidos de nada, certo, dude? - disse Ibarra, enquanto me empurrava até eu cair de joelhos no chão. Os dois ficaram de pé ao meu lado e finalmente eu tive os paus duros, cheios de veias, ansiosos pra me deliciar.
Peguei um com cada mão e os aproximei do meu rosto, enquanto passava minha língua e lábios num, esfregava o outro na minha cara, depois trocava de lugar, uma e outra vez, perdida num ponto entre a realidade e a embriaguez de duas texturas, dois sabores que na minha boca já eram um só...
Casa do Gustavo - Gustavo
Laura é muito... muito experiente, a sensação de que não é a primeira vez que faz isso me desconcentra, olho pro Ibarra e tenho a mesma suspeita, quem tá brincando com quem aqui? Ela me tira dos pensamentos chupando minhas bolas enquanto os dedos dela me levam pro paraíso, penso de novo... é demais... desabo no sofá, ela continua trabalhando minhas bolas e me batendo uma punheta, o Ibarra penetra ela por trás, ela suspira e se masturba com a mão livre, a temperatura e a velocidade aumentam, agora ela chupa meu pau inteiro enfiando tudo na boca... tenho que parar ela ou vou gozar...
Levanto, tento clarear a cabeça tomando outro gole, vejo os dois transando, ele penetra ela com força, mãos nos ombros, Laura me olha com uma expressão que não consigo decifrar:
- me come também - ela exige - vamos pro sofá - pede pro Ibarra, que levanta ela sem parar de penetrar e senta, ela fica me encarando - me enche toda
Me aproximo, ela abre as pernas, consigo ver como ele a penetra, tento beijar ela mas a língua dela entra na minha boca de forma pornográfica, algo mudou, ela tá muito quente? ou sou eu? me sinto enganado, meu pau começa a murchar, pego ela pelos cabelos e enfio brutalmente até a garganta...
- Chupa, puta desgraçada - pro Ibarra a situação é excitante e ele também empurra a cabeça dela pra entrar até as bolas, Laura geme e tenta segurar os engasgos que o choque do meu pau na campainha provoca, quando fico duro de novo, ordeno:
- levanta ela que vamos arrebentar essa buceta - pelos cabelos ele puxa ela pra perto e a Laurita fica à minha mercê, apoio meu pau no do Ibarra e abrindo ela ao máximo entramos na buceta dela, ela grita tentando frear minhas estocadas:
- vocês tão me partindo no meio, filhos da puta - levanto as pernas dela pra deixar ainda mais exposta, detonamos ela de porrada, Ibarra bate uma punheta nela e Laura se contorce entre nós dois, sinto que ela se mijou toda, ficamos encharcados três…
—vou arrebentar essa sua bunda, safada— sai da buceta e sem mais delongas encosta na rabeta dessa boneca de carne que virou a Laura, ela enfia sozinha com meu pau ainda dentro, agora tem mais espaço e eu me mexo mais rápido, o Ibarra também acelera, ela mal consegue respirar ocupada em nos receber, em aguentar nossos sexos que enchem todos os buracos dela, brilha de suor, a maquiagem borrada, os peitos pulando e batendo um no outro como se tivessem vida própria…
Laura arqueia pra trás uivando e outra enxurrada no meu pau… depois cai como se tivesse se entregado e nem se mexe mais, somos nós que a controlamos pra ela receber as estocadas mais longas e profundas ao mesmo tempo…
Casa do Gustavo, Laura
Caí num torpor quase inconsciente, onde só sentia aqueles dois caras se mexendo dentro de mim. No último instante da batalha, eles se esvaziaram completamente no meu corpo trêmulo e exausto.
Depois de um tempo, abri os olhos e vi eles. O Ibarra, já vestido e falando no telefone, avisou que precisava ir e, antes de sair, disse: — Agora você explica pra ele, Laurinha? Concordei sem palavras e olhei pro Gustavo.
Ele me encarava fixamente com uma expressão misturada de raiva e perplexidade. Antes que ele reagisse de vez, pedi licença pra usar o chuveiro dele e me tranquei no banheiro pra aproveitar a água morna na minha pele. Por dentro, ainda ardia até a alma...
Quando saí, o Gustavo tava sentado na frente do computador, onde as imagens do encontro apareciam em alta qualidade.
— O que você tem que me explicar? — ele falou seco, sem tirar os olhos da tela.
— Antes de você se irritar, me escuta... a verdade é que eu e o Ibarra somos amantes há um tempão... e de vez em quando a gente inclui alguém nas nossas brincadeiras, às vezes uma gatinha, às vezes um cara... e bom, ele tinha te marcado, achou que você ia me agradar e acertou (falei enquanto acariciava o ombro dele, tentando acalmá-lo)... por isso ele montou toda a história.
— Que filhos da puta!!!! — ele gritou (a cara dele ficou vermelha e ele bateu na mesa com o punho).
— Calma, calma, deixa eu explicar. O Ibarra achou que, como você é tão sério e quieto no trabalho, não ia dar bola pra gente. Na real, eu nem sabia quem você era... por isso a gente bolou toda a história...
— E o da outra noite, foi o quê? Testar a mercadoria? — ele gritou pra mim.
— O da outra noite... a ideia era fazer você se envolver comigo, se interessar, mas as coisas rolaram do jeito que rolaram e acho que você não se divertiu, né? Também não é como se você tivesse saído prejudicado... e ainda temos o vídeo, você faz uma cópia pra cada um e todo mundo feliz.
Ele se levantou e começou a andar pela sala, nervoso...
Chegou perto, com os olhos fixos nos meus.
— Sua puta de merda... — foi a última coisa que ouvi. enquanto as mãos dele apertavam minha garganta até me sufocar
Casa do Gustavo - Gustavo
Reagi a tempo, consegui segurar minha fúria, apesar de tudo eu amava ela, abracei até ela voltar a si.
- Quase me mata, Gustavo - ela disse chorando.
- Você já me matou, não percebeu? Vai embora, por favor, vai com o idiota do Ibarra e vão pra pussy da mãe de vocês!!
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Casa do Gustavo, Laura
Sentada no meio dos dois, senti uma corrente de excitação que ia e vinha de um lado pro outro do sofá, me atravessava das duas direções e explodia na minha pele, no meu corpo, que já começava a pedir ação, desejando que finalmente acontecesse o que tinha que acontecer.
— Olha, Ibarra, você teria feito a mesma coisa que eu, não vem com historinha nem moralismo barato. Somos todos gente de negócio, gente grande, vamos parar de joguinho e resolver isso na boa.
— Essa brincadeira vai te sair cara, gatinha (ele respondeu com um tom debochado, enquanto me devorava com os olhos).
Gustavo continuava calado, como um espectador, a tensão do corpo dele dava pra sentir no ombro que roçava o meu, na respiração pesada.
Me estiquei até a mesinha de centro, larguei meu copo lá e me afundei mais no assento, abrindo um pouco as pernas. Coloquei a mão direita no joelho do Gustavo, a esquerda no do Ibarra e acariciei as coxas deles, chegando até as duas braguilhas, apalpei os dois contendores e, enquanto começava a masturbá-los por cima da roupa, com o tom mais lascivo perguntei:
— Vamos ver quem tá mais a fim de resolver essa parada?
Nenhum dos dois pareceu se surpreender com o rumo que o encontro tomou. Foi como se com minhas palavras eu tivesse soltado a coleira de dois cães de briga. Gustavo enfiou uma mão na minha entreperna e soltou um som gutural ao descobrir que eu não tava de calcinha. Sorri pra ele e abri mais as pernas pra facilitar o serviço, enquanto minha língua percorria o pescoço dele.
Ibarra atacou meu decote, quase rasgando a regata, deixou meus peitos à mostra, com uma mão amassava um deles brutalmente, com a boca se agarrava no mamilo do outro.
Meus gemidos e suspiros enchiam a sala, de fundo dava pra ouvir o estalo babado da língua do Ibarra nos meus peitos e a música inconfundível das dobras da pele encharcadas, minha buceta parecia um instrumento que o Gustavo tocava com maestria.
Quando perceberam que eu tava prestes a gozar, como se tivessem combinado uma coreografia ensaiada, Gustavo me levantou no colo dele, me sentando na perna dele, enquanto continuava trabalhando no meu clitóris que tava prestes a explodir. Ibarra chegou mais perto e, enquanto observava a cena, enfiou dois dedos no meu centro ardente. Não aguentei muito tempo essa dupla investida e gozei quase na hora, com um grito que nem tentei abafar. Em vez de me relaxar, aquele orgasmo só aumentou minha excitação, algo dentro de mim tinha se soltado.
- olha que lindo como a putinha goza, Ibarra - foram as primeiras palavras de Gustavo.
- ainda não tamo convencidos de nada, certo, dude? - disse Ibarra, enquanto me empurrava até eu cair de joelhos no chão. Os dois ficaram de pé ao meu lado e finalmente eu tive os paus duros, cheios de veias, ansiosos pra me deliciar.
Peguei um com cada mão e os aproximei do meu rosto, enquanto passava minha língua e lábios num, esfregava o outro na minha cara, depois trocava de lugar, uma e outra vez, perdida num ponto entre a realidade e a embriaguez de duas texturas, dois sabores que na minha boca já eram um só...
Casa do Gustavo - GustavoLaura é muito... muito experiente, a sensação de que não é a primeira vez que faz isso me desconcentra, olho pro Ibarra e tenho a mesma suspeita, quem tá brincando com quem aqui? Ela me tira dos pensamentos chupando minhas bolas enquanto os dedos dela me levam pro paraíso, penso de novo... é demais... desabo no sofá, ela continua trabalhando minhas bolas e me batendo uma punheta, o Ibarra penetra ela por trás, ela suspira e se masturba com a mão livre, a temperatura e a velocidade aumentam, agora ela chupa meu pau inteiro enfiando tudo na boca... tenho que parar ela ou vou gozar...
Levanto, tento clarear a cabeça tomando outro gole, vejo os dois transando, ele penetra ela com força, mãos nos ombros, Laura me olha com uma expressão que não consigo decifrar:
- me come também - ela exige - vamos pro sofá - pede pro Ibarra, que levanta ela sem parar de penetrar e senta, ela fica me encarando - me enche toda
Me aproximo, ela abre as pernas, consigo ver como ele a penetra, tento beijar ela mas a língua dela entra na minha boca de forma pornográfica, algo mudou, ela tá muito quente? ou sou eu? me sinto enganado, meu pau começa a murchar, pego ela pelos cabelos e enfio brutalmente até a garganta...
- Chupa, puta desgraçada - pro Ibarra a situação é excitante e ele também empurra a cabeça dela pra entrar até as bolas, Laura geme e tenta segurar os engasgos que o choque do meu pau na campainha provoca, quando fico duro de novo, ordeno:
- levanta ela que vamos arrebentar essa buceta - pelos cabelos ele puxa ela pra perto e a Laurita fica à minha mercê, apoio meu pau no do Ibarra e abrindo ela ao máximo entramos na buceta dela, ela grita tentando frear minhas estocadas:
- vocês tão me partindo no meio, filhos da puta - levanto as pernas dela pra deixar ainda mais exposta, detonamos ela de porrada, Ibarra bate uma punheta nela e Laura se contorce entre nós dois, sinto que ela se mijou toda, ficamos encharcados três…
—vou arrebentar essa sua bunda, safada— sai da buceta e sem mais delongas encosta na rabeta dessa boneca de carne que virou a Laura, ela enfia sozinha com meu pau ainda dentro, agora tem mais espaço e eu me mexo mais rápido, o Ibarra também acelera, ela mal consegue respirar ocupada em nos receber, em aguentar nossos sexos que enchem todos os buracos dela, brilha de suor, a maquiagem borrada, os peitos pulando e batendo um no outro como se tivessem vida própria…
Laura arqueia pra trás uivando e outra enxurrada no meu pau… depois cai como se tivesse se entregado e nem se mexe mais, somos nós que a controlamos pra ela receber as estocadas mais longas e profundas ao mesmo tempo…

Casa do Gustavo, LauraCaí num torpor quase inconsciente, onde só sentia aqueles dois caras se mexendo dentro de mim. No último instante da batalha, eles se esvaziaram completamente no meu corpo trêmulo e exausto.
Depois de um tempo, abri os olhos e vi eles. O Ibarra, já vestido e falando no telefone, avisou que precisava ir e, antes de sair, disse: — Agora você explica pra ele, Laurinha? Concordei sem palavras e olhei pro Gustavo.
Ele me encarava fixamente com uma expressão misturada de raiva e perplexidade. Antes que ele reagisse de vez, pedi licença pra usar o chuveiro dele e me tranquei no banheiro pra aproveitar a água morna na minha pele. Por dentro, ainda ardia até a alma...
Quando saí, o Gustavo tava sentado na frente do computador, onde as imagens do encontro apareciam em alta qualidade.
— O que você tem que me explicar? — ele falou seco, sem tirar os olhos da tela.
— Antes de você se irritar, me escuta... a verdade é que eu e o Ibarra somos amantes há um tempão... e de vez em quando a gente inclui alguém nas nossas brincadeiras, às vezes uma gatinha, às vezes um cara... e bom, ele tinha te marcado, achou que você ia me agradar e acertou (falei enquanto acariciava o ombro dele, tentando acalmá-lo)... por isso ele montou toda a história.
— Que filhos da puta!!!! — ele gritou (a cara dele ficou vermelha e ele bateu na mesa com o punho).
— Calma, calma, deixa eu explicar. O Ibarra achou que, como você é tão sério e quieto no trabalho, não ia dar bola pra gente. Na real, eu nem sabia quem você era... por isso a gente bolou toda a história...
— E o da outra noite, foi o quê? Testar a mercadoria? — ele gritou pra mim.
— O da outra noite... a ideia era fazer você se envolver comigo, se interessar, mas as coisas rolaram do jeito que rolaram e acho que você não se divertiu, né? Também não é como se você tivesse saído prejudicado... e ainda temos o vídeo, você faz uma cópia pra cada um e todo mundo feliz.
Ele se levantou e começou a andar pela sala, nervoso...
Chegou perto, com os olhos fixos nos meus.
— Sua puta de merda... — foi a última coisa que ouvi. enquanto as mãos dele apertavam minha garganta até me sufocar
Casa do Gustavo - GustavoReagi a tempo, consegui segurar minha fúria, apesar de tudo eu amava ela, abracei até ela voltar a si.
- Quase me mata, Gustavo - ela disse chorando.
- Você já me matou, não percebeu? Vai embora, por favor, vai com o idiota do Ibarra e vão pra pussy da mãe de vocês!!
15 comentários - Señuelos Final (relato conjunto con @Lady_GodivaII)
¡Por dios chicos! ¡Que final! ¡ME ENCANTO!
Excelente el impredecible final !!!
Me encantó el cierre de la Historia !
A favoritos y volveré + Reco !!!
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
SON LA REENCARNACIÓN DE MAQUIAVELO USTEDES. LOS RE ODIO. SEPANLO!
TURROS.
(+10 y ni sé porqué, me rompieron el corazón!)
nunca lo hubiera imaginado
Muy bueno
Nunca se sabe quién es el gato y quién el ratón.
Tentado de comprarles los derechos para una película... 🎥
Mis 10 a cada uno!!! (cuando tenga efectivo, obvio)
Hay que ser hdp en esta vida...hasta en los relatos...
Impresionante...10 puntos es un insulto, pero no se puede dar más...
Excelente!! pero los odio...y admiro mucho sus creaciones...
Increible chicos!! Me encantó!!!
Hoy me dejaron sin puntos, por lo que mañana sin falta vuelvo!!!
Exitante totalmente...
Gracias por compartir!!
Besos
Mimilau 💕
Volví con lo prometido!