Me Descobrindo - Episódio 4Chorava, chorava intensamente. Minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto e, quando o próprio peso vencia a resistência delas de ficarem grudadas na minha pele, caíam no chão. O silêncio era tanto que eu conseguia ouvir o som das minhas lágrimas se estilhaçando contra o solo. Eu quase não emitia som, só soluços abafados. De vez em quando, a dor na minha cabeça diminuía. Se não ia embora de vez, pelo menos me deixava pensar. Mas isso só durava uns instantes, logo a dor me invadia de novo, arrasando meus sentidos com ondas intensas. Quando a dor diminuía, eu pensava em Deus. Cadê Ele agora? Será que eu merecia isso? O que eu fiz pra isso acontecer comigo? Pensei no João. Será que ele tá bem? Será que tá passando pelo mesmo que eu ou tá pior? E se ele fosse cúmplice? Não, não. Não pode ser. João seria incapaz. AAAAUUGGGHH!! A dor de novo.
Enquanto a dor me invadia com força, ouvi o rangido das dobradiças de uma porta. A luz entrava no quarto pelo meu lado esquerdo. Meu corpo tava girando da direita pra esquerda e, quando com esse movimento consegui olhar pra luz, vi umas figuras humanas caminhando na minha direção. Não consegui contar direito. A dor na minha cabeça não deixava. Mas de uma coisa eu tinha certeza: eram mais de três pessoas que entraram no quarto. Uma delas, provavelmente a última que entrou, fechou a porta e a escuridão tomou conta de novo. Eu ouvia os passos dessas pessoas, que pareciam se posicionar ao meu redor. Nenhuma disse nada. Comecei a sentir algo estranho na pele. Parecia que dezenas de dedos percorriam minha pele nas costas, na minha bunda e nas minhas pernas. Mas não eram exatamente dedos, embora fossem muito macios. Aqueles dedos estranhos acariciavam minha pele.—Quem são vocês? Podem me soltar? Me soltem!Ninguém respondeu. Percebi que alguém se aproximava na minha frente. Pegou um dos meus braços e parou meu movimento circular. Acariciou minha cabeça devagar. Eu abaixei o máximo que pude. Queria evitar que me tocasse.—Me solta! Pelo amor de Deus, me solta, pelo amor.Sem responder ao meu pedido, senti um pedaço de pano macio cobrindo parte do meu rosto. Tava vendando meus olhos. Tentei resistir, mas imediatamente comecei a sentir várias mãos me segurando em todas as partes do corpo pra evitar que eu me mexesse. Quando essa pessoa terminou de amarrar aquele pedaço de pano no topo da minha cabeça, todas aquelas mãos foram me soltando aos poucos.-SOCORRO! ME AJUDEM!
—Gritar vai ser inútil.— Disse uma voz grave que vinha de diante de mim.—Quem é você? QUEM É VOCÊ?
—Você tá aqui pra ser disciplinada. Vamos limpar todos os seus pecados.
—ME SOLTA, FILHO DA PUTA! ME SOLTA!Um estalo ecoou no ar. Em menos de um segundo, senti um calor nas minhas costas, seguido de uma dor aguda e uma queimação indescritível.- AAAAAHHHHH!
-Espero que seja a última vez que você me interrompe. Isso é só um aviso, pode ser pior.Fiquei em silêncio. Não disse mais nada. Só deixava as lágrimas anestesiarem minha dor.— Se você se comportar direitinho, a gente pode limpar suas impurezas do corpo e da alma. Só precisa deixar a gente fazer nosso trabalho. Você vai ver que vai acabar gostando e com certeza vai pedir mais.Eu não entendia nada. Não conseguia processar nada. Minhas costas doíam, minha cabeça também, mas a dor na pele das minhas costas era extrema. Nunca tinha sentido tanta dor na minha vida.
Umas mãos suaves, aparentemente de mulher, começaram a acariciar meus peitos. Eu sentia as pontas dos dedos fazendo um trajeto desde a base dos meus peitos, percorrendo-os até se encontrarem nos meus mamilos. Faziam isso ritmicamente e com tanta sutileza que eu sentia minha pele se arrepiar, apesar da dor. Meus mamilos começavam a endurecer. Quando isso aconteceu, começaram a acariciá-los, fazendo círculos pequenos sobre eles. Eu estava irritada. Irritada, confusa, dolorida e excitada. Excitada? Aquelas mãos tinham conseguido. Não consegui evitar. Entre lágrimas, escapou um gemido.É hora.— Disse o homem de voz grave.
Imediatamente, todas as minhas sensações se dissiparam quando uma nova sensação me tomou. Algo apertou meus mamilos com violência. Pareciam pinças. Embora a dor não fosse nem de longe parecida com a que senti instantes atrás nas minhas costas, foi intensa o suficiente para fazer o resto dos meus sentidos se desconectarem. Agora éramos só a dor e eu.
Uns segundos depois, um hálito quente fez contato com a minha pele nas nádegas. Minha pele se arrepiou na hora. O sussurro de vozes femininas bem perto dos meus ouvidos, vocalizando palavras soltas, me desconcertava, mas ao mesmo tempo dava um certo erotismo àquela sensação na pele das minhas nádegas. "Intensidade", "dor", "sexo", "love", "dúvida", "luxúria", "prazer", "paixão", "medo" foram algumas das palavras que lembro. Senti as pontas de uns dedos percorrendo a parte interna das minhas coxas, dos joelhos até quase chegar na minha buceta. Esses dedos iam e vinham. Não dava pra saber quantos eram, mas tenho certeza que eram de mais de uma pessoa. Enquanto esses dedos percorriam a pele das minhas coxas, sentia o calor do hálito de alguém na minha buceta. No começo, senti o fluxo de ar vindo de cima e arrepiando a pele da minha raba, mas aos poucos foi descendo e aquele calor invadiu também a minha boceta. O que aquilo me causou não estava nos meus planos. Eu estava ficando com tesão! Alguns dos dedos que percorriam minhas coxas continuaram até a minha buceta e começaram a acariciar meus lábios externos e meu monte de vênus. Senti um deles parar no capuz do meu clitóris e pressioná-lo com delicadeza. Eu gemi. Foi breve, foi um gemido bem sutil. Não sei se alguém entre os presentes percebeu, mas não consegui evitar e me deixei levar. Outros dedos pegaram meus lábios externos e, exercendo pressão sobre eles, os separaram, deixando meu tesouro ao alcance para que fizessem o que quisessem com ele. Agora, o hálito quente... Me invadiu profundamente e comecei a sentir como a umidade dos meus fluidos molhava minha buceta. Uma umidade que se misturou com a umidade de uma língua furtiva que fez contato com a minha xota. Uma língua diligente que percorria milímetro por milímetro meus lábios vaginais até chegar ao meu clitóris. Eu estava tremendo, e era de prazer que eu fazia isso.
Nessa altura, meus sentimentos começavam a entrar em conflito. Eu estava amarrada, imobilizada, tinha os olhos vendados, estava sequestrada, tinham me batido e eu estava em um estado de choque tremendo, mas ao mesmo tempo o que faziam comigo estava me excitando muito e eu estava curtindo.
Aquela língua me fazia arrepiar. Aqueles dedos me faziam arrepiar. E aquela dor nas minhas costas e aquelas pinças nos meus mamilos traziam às minhas sensações uma dor arrepiante e doce.—Quem são vocês? O que querem de mim?- Silêncio. Ninguém respondeu. Todos continuaram cuidando da própria vida.
Enquanto alguém seguia trabalhando na minha entreperna, comecei a sentir umas gotas de um líquido viscoso caindo sobre meus glúteos. Primeiro foram umas gotas isoladas, uma no meu glúteo esquerdo, duas ou três no direito, mais duas na esquerda, mas agora mais perto do centro, e então um jorro que caiu bem no meio e percorreu aquele canal desde meu ânus, escorrendo até chegar no meu clitóris. Quando isso aconteceu, a língua já tinha se retirado e deixado o trabalho para dois dedos enérgicos que esfregavam com força meu botãozinho, enquanto outros dois dedos se enfiavam na minha buceta. Agora se juntava um novo dedo que desenhava círculos no meu asterisco. Eu estava tão empolgada que me relaxei completamente, permitindo que esse último dedo tivesse a liberdade de entrar por trás quase sem resistência. A entrada dele foi muito suave, quase como pedindo permissão. Consegui sentir como ele deslizava devagar dentro de mim, ajudado por aquele líquido viscoso que parecia ser uma espécie de lubrificante. Mas, para minha surpresa, aquilo que parecia ser mais um dedo foi forçando meu anel anal a se expandir cada vez mais, o que me deu a certeza de que não era um dedo. Era algo macio com uma ponta arredondada, cuja espessura ia aumentando. Na medida em que meu cu se dilatava para deixar entrar, eu aproveitava cada vez mais. Os outros quatro dedos faziam um trabalho estupendo, e isso estava me levando ao auge. De repente, aquela dilatação crescente forçada por aquele artefato que me penetrava se transformou numa contração repentina. Aquele troço continuava dentro de mim, mas seu diâmetro tinha diminuído consideravelmente. A pressão no meu cu continuava no mesmo ritmo, aquele aparelho seguia penetrando ainda mais fundo. Meu cu começou a dilatar novamente. Imaginei um brinquedo anal como aquele que a gente comprou com o Juan numa sex-shop. Chamava-se inexpulsável, e na sua extensão, o diâmetro dela crescia e diminuía várias vezes. Brincar com aquele dildo sempre me deu muito prazer. Agora eu sentia o mesmo prazer, potencializado por tudo que meu corpo percebia. Tanto prazer fez com que, inconscientemente, eu abrisse a boca para deixar escapar alguns gemidos. Já não tentava escondê-los, agora eu me deixava levar. Comecei a sentir o cheiro inconfundível de um pênis. Porra, tanta excitação me fazia imaginar coisas! pensei... Mas... e se isso não fosse minha imaginação? E se realmente tivesse um pau ereto perto do meu rosto? Quase sem perceber, abri ainda mais a boca e estiquei a língua o máximo que pude. Nada. Mas o cheiro continuava ali. Mmmmm... Que vontade de chupar uma rola! Enquanto isso, tinha quatro dedos na minha buceta que estavam me matando e um brinquedo no meu cu que estava me deixando louca, e que não parava de entrar cada vez mais fundo. Meu ânus se contraiu de novo para começar a dilatar instantes depois. Eu estava convencida de que era algo inexpulsável, parecido com o meu. E aquele cheiro de sexo na minha cara. Meu cérebro e a privação de certos sentidos, como a visão, estavam pregando uma peça em mim. Minha língua já não procurava às cegas, agora só umedecia meus lábios enquanto minha boca ficava aberta para gemer. E eu gemia com gosto. Porra! Como eu estava aproveitando aquilo!-Aaaaahhh! Aaaaahhh! Siimmm! Aaaaahhh...Meu último gemido foi abafado por um falo que se enfiou com decisão na minha boca, ao mesmo tempo que um par de mãos pegava minha cabeça por trás, empurrando-a na direção daquele falo lindo. Era real! Aquele cheiro não foi parte da minha imaginação nem de nenhum truque da minha mente, aquela pica esteve na frente da minha boca o tempo todo e agora tinha resolvido estuprar minha boca. Era uma pica grossa. Eu podia sentir com os lábios aquelas veias inchadas. A cabeça era macia e redonda, e eu sentia ela na minha garganta de vez em quando. Sem sair da minha boca, fazia movimentos rítmicos de trás pra frente. Num dado momento, uma das duas mãos que seguravam minha cabeça por trás se afastou, e eu senti outra mão me pegar pelos cabelos da nuca. Um segundo depois, a outra mão soltou minha cabeça, deixando só aquela que me segurava pelos cabelos, e aquele pênis se afastou da minha boca. Eu podia sentir um fio de baba pendurado no canto esquerdo da minha boca. Passei a língua pra saborear aquele líquido, mas antes que eu pudesse percorrer meus lábios com ela, senti outra pica na minha boca. Essa pica era diferente, era mais macia, menos grossa, e o gosto era mais salgado. As estocadas dela também eram mais violentas. Enquanto me obrigavam (embora não muito) a chupar aquela pica, comecei a sentir como aquele falo que instantes antes tinham enfiado no meu cuzinho agora se retirava, e cada seção, ao dilatar meu cu, me fazia sentir o prazer mais profundo. Não demorou muito pra sair, mesmo eu tendo contraído meu cuzinho de propósito pra segurá-lo. Eu sentia que meu cu agora era mais como um pequeno "o". Antes que minha bunda recuperasse a forma, senti de novo a pressão pra entrar em mim de novo, só que dessa vez era muito maior, e eu tinha certeza de que era uma pica. Duas mãos enormes tinham me pegado pelas coxas, na altura do quadril, e ajudavam na penetração. Eu curtia tanto o anal quanto o estupro oral, embora de estupro a essa altura não tivesse nada — eu estava totalmente entregue e curtia cada instante. De repente, minha boca se encheu de um líquido suave, morno e viscoso. Eles estavam gozando.-Engole!- Fui mandada. Não resisti.
Tava toda empolgada pra catar cada gota daquele esperma quando tiraram a pica da minha boca, mas pra minha alegria foi só o começo de uma nova visita. Agora eu tava mamando uma pica bem grossa, embora um pouco mais curta. Os pelos pubianos faziam cócegas no meu nariz. A cabeça era levemente mais áspera que a anterior e terminava em ponta. Dessa vez não me seguravam pela cabeça nem pelos cabelos, só aproveitavam o vai e vem do meu corpo causado pelas estocadas de quem tava me comendo no cu.
Uma sensação repentina de calor dentro de mim foi o sinal de uma longa gozada na minha bunda. Senti os movimentos espasmódicos do meu pseudo-estuprador. Ele tirou a pica só pra dar lugar a uma pica ainda mais comprida. Com movimentos mais calculados e lentos, começou a me comer por trás, forçando a pessoa que eu tava chupando a pegar minha cabeça pelas orelhas e meter na minha boca. Parece que isso excitou ele, porque quase na hora senti o calor do esperma dele. Ele tirou o pau da minha boca e senti um jatinho daquele líquido grosso batendo na minha testa. Abri a boca esperando um novo visitante, mas não aconteceu nada. Quem me comia por trás gozou dentro de mim e, enquanto dava as últimas estocadas, comecei a sentir todo aquele esperma escorrendo pelo meu cu e saindo pra fora, deslizando pelos lábios da minha buceta que tava toda molhada.
Tava exausta.
Ouvi uns passos se afastando. O mesmo barulho de antes, de uma porta com problema de lubrificação e o baque dela se fechando.
De novo o silêncio.
E agora?Descobrindo-me - Episódio 6
Enquanto a dor me invadia com força, ouvi o rangido das dobradiças de uma porta. A luz entrava no quarto pelo meu lado esquerdo. Meu corpo tava girando da direita pra esquerda e, quando com esse movimento consegui olhar pra luz, vi umas figuras humanas caminhando na minha direção. Não consegui contar direito. A dor na minha cabeça não deixava. Mas de uma coisa eu tinha certeza: eram mais de três pessoas que entraram no quarto. Uma delas, provavelmente a última que entrou, fechou a porta e a escuridão tomou conta de novo. Eu ouvia os passos dessas pessoas, que pareciam se posicionar ao meu redor. Nenhuma disse nada. Comecei a sentir algo estranho na pele. Parecia que dezenas de dedos percorriam minha pele nas costas, na minha bunda e nas minhas pernas. Mas não eram exatamente dedos, embora fossem muito macios. Aqueles dedos estranhos acariciavam minha pele.—Quem são vocês? Podem me soltar? Me soltem!Ninguém respondeu. Percebi que alguém se aproximava na minha frente. Pegou um dos meus braços e parou meu movimento circular. Acariciou minha cabeça devagar. Eu abaixei o máximo que pude. Queria evitar que me tocasse.—Me solta! Pelo amor de Deus, me solta, pelo amor.Sem responder ao meu pedido, senti um pedaço de pano macio cobrindo parte do meu rosto. Tava vendando meus olhos. Tentei resistir, mas imediatamente comecei a sentir várias mãos me segurando em todas as partes do corpo pra evitar que eu me mexesse. Quando essa pessoa terminou de amarrar aquele pedaço de pano no topo da minha cabeça, todas aquelas mãos foram me soltando aos poucos.-SOCORRO! ME AJUDEM!
—Gritar vai ser inútil.— Disse uma voz grave que vinha de diante de mim.—Quem é você? QUEM É VOCÊ?
—Você tá aqui pra ser disciplinada. Vamos limpar todos os seus pecados.
—ME SOLTA, FILHO DA PUTA! ME SOLTA!Um estalo ecoou no ar. Em menos de um segundo, senti um calor nas minhas costas, seguido de uma dor aguda e uma queimação indescritível.- AAAAAHHHHH!
-Espero que seja a última vez que você me interrompe. Isso é só um aviso, pode ser pior.Fiquei em silêncio. Não disse mais nada. Só deixava as lágrimas anestesiarem minha dor.— Se você se comportar direitinho, a gente pode limpar suas impurezas do corpo e da alma. Só precisa deixar a gente fazer nosso trabalho. Você vai ver que vai acabar gostando e com certeza vai pedir mais.Eu não entendia nada. Não conseguia processar nada. Minhas costas doíam, minha cabeça também, mas a dor na pele das minhas costas era extrema. Nunca tinha sentido tanta dor na minha vida.
Umas mãos suaves, aparentemente de mulher, começaram a acariciar meus peitos. Eu sentia as pontas dos dedos fazendo um trajeto desde a base dos meus peitos, percorrendo-os até se encontrarem nos meus mamilos. Faziam isso ritmicamente e com tanta sutileza que eu sentia minha pele se arrepiar, apesar da dor. Meus mamilos começavam a endurecer. Quando isso aconteceu, começaram a acariciá-los, fazendo círculos pequenos sobre eles. Eu estava irritada. Irritada, confusa, dolorida e excitada. Excitada? Aquelas mãos tinham conseguido. Não consegui evitar. Entre lágrimas, escapou um gemido.É hora.— Disse o homem de voz grave.
Imediatamente, todas as minhas sensações se dissiparam quando uma nova sensação me tomou. Algo apertou meus mamilos com violência. Pareciam pinças. Embora a dor não fosse nem de longe parecida com a que senti instantes atrás nas minhas costas, foi intensa o suficiente para fazer o resto dos meus sentidos se desconectarem. Agora éramos só a dor e eu.
Uns segundos depois, um hálito quente fez contato com a minha pele nas nádegas. Minha pele se arrepiou na hora. O sussurro de vozes femininas bem perto dos meus ouvidos, vocalizando palavras soltas, me desconcertava, mas ao mesmo tempo dava um certo erotismo àquela sensação na pele das minhas nádegas. "Intensidade", "dor", "sexo", "love", "dúvida", "luxúria", "prazer", "paixão", "medo" foram algumas das palavras que lembro. Senti as pontas de uns dedos percorrendo a parte interna das minhas coxas, dos joelhos até quase chegar na minha buceta. Esses dedos iam e vinham. Não dava pra saber quantos eram, mas tenho certeza que eram de mais de uma pessoa. Enquanto esses dedos percorriam a pele das minhas coxas, sentia o calor do hálito de alguém na minha buceta. No começo, senti o fluxo de ar vindo de cima e arrepiando a pele da minha raba, mas aos poucos foi descendo e aquele calor invadiu também a minha boceta. O que aquilo me causou não estava nos meus planos. Eu estava ficando com tesão! Alguns dos dedos que percorriam minhas coxas continuaram até a minha buceta e começaram a acariciar meus lábios externos e meu monte de vênus. Senti um deles parar no capuz do meu clitóris e pressioná-lo com delicadeza. Eu gemi. Foi breve, foi um gemido bem sutil. Não sei se alguém entre os presentes percebeu, mas não consegui evitar e me deixei levar. Outros dedos pegaram meus lábios externos e, exercendo pressão sobre eles, os separaram, deixando meu tesouro ao alcance para que fizessem o que quisessem com ele. Agora, o hálito quente... Me invadiu profundamente e comecei a sentir como a umidade dos meus fluidos molhava minha buceta. Uma umidade que se misturou com a umidade de uma língua furtiva que fez contato com a minha xota. Uma língua diligente que percorria milímetro por milímetro meus lábios vaginais até chegar ao meu clitóris. Eu estava tremendo, e era de prazer que eu fazia isso.
Nessa altura, meus sentimentos começavam a entrar em conflito. Eu estava amarrada, imobilizada, tinha os olhos vendados, estava sequestrada, tinham me batido e eu estava em um estado de choque tremendo, mas ao mesmo tempo o que faziam comigo estava me excitando muito e eu estava curtindo.
Aquela língua me fazia arrepiar. Aqueles dedos me faziam arrepiar. E aquela dor nas minhas costas e aquelas pinças nos meus mamilos traziam às minhas sensações uma dor arrepiante e doce.—Quem são vocês? O que querem de mim?- Silêncio. Ninguém respondeu. Todos continuaram cuidando da própria vida.
Enquanto alguém seguia trabalhando na minha entreperna, comecei a sentir umas gotas de um líquido viscoso caindo sobre meus glúteos. Primeiro foram umas gotas isoladas, uma no meu glúteo esquerdo, duas ou três no direito, mais duas na esquerda, mas agora mais perto do centro, e então um jorro que caiu bem no meio e percorreu aquele canal desde meu ânus, escorrendo até chegar no meu clitóris. Quando isso aconteceu, a língua já tinha se retirado e deixado o trabalho para dois dedos enérgicos que esfregavam com força meu botãozinho, enquanto outros dois dedos se enfiavam na minha buceta. Agora se juntava um novo dedo que desenhava círculos no meu asterisco. Eu estava tão empolgada que me relaxei completamente, permitindo que esse último dedo tivesse a liberdade de entrar por trás quase sem resistência. A entrada dele foi muito suave, quase como pedindo permissão. Consegui sentir como ele deslizava devagar dentro de mim, ajudado por aquele líquido viscoso que parecia ser uma espécie de lubrificante. Mas, para minha surpresa, aquilo que parecia ser mais um dedo foi forçando meu anel anal a se expandir cada vez mais, o que me deu a certeza de que não era um dedo. Era algo macio com uma ponta arredondada, cuja espessura ia aumentando. Na medida em que meu cu se dilatava para deixar entrar, eu aproveitava cada vez mais. Os outros quatro dedos faziam um trabalho estupendo, e isso estava me levando ao auge. De repente, aquela dilatação crescente forçada por aquele artefato que me penetrava se transformou numa contração repentina. Aquele troço continuava dentro de mim, mas seu diâmetro tinha diminuído consideravelmente. A pressão no meu cu continuava no mesmo ritmo, aquele aparelho seguia penetrando ainda mais fundo. Meu cu começou a dilatar novamente. Imaginei um brinquedo anal como aquele que a gente comprou com o Juan numa sex-shop. Chamava-se inexpulsável, e na sua extensão, o diâmetro dela crescia e diminuía várias vezes. Brincar com aquele dildo sempre me deu muito prazer. Agora eu sentia o mesmo prazer, potencializado por tudo que meu corpo percebia. Tanto prazer fez com que, inconscientemente, eu abrisse a boca para deixar escapar alguns gemidos. Já não tentava escondê-los, agora eu me deixava levar. Comecei a sentir o cheiro inconfundível de um pênis. Porra, tanta excitação me fazia imaginar coisas! pensei... Mas... e se isso não fosse minha imaginação? E se realmente tivesse um pau ereto perto do meu rosto? Quase sem perceber, abri ainda mais a boca e estiquei a língua o máximo que pude. Nada. Mas o cheiro continuava ali. Mmmmm... Que vontade de chupar uma rola! Enquanto isso, tinha quatro dedos na minha buceta que estavam me matando e um brinquedo no meu cu que estava me deixando louca, e que não parava de entrar cada vez mais fundo. Meu ânus se contraiu de novo para começar a dilatar instantes depois. Eu estava convencida de que era algo inexpulsável, parecido com o meu. E aquele cheiro de sexo na minha cara. Meu cérebro e a privação de certos sentidos, como a visão, estavam pregando uma peça em mim. Minha língua já não procurava às cegas, agora só umedecia meus lábios enquanto minha boca ficava aberta para gemer. E eu gemia com gosto. Porra! Como eu estava aproveitando aquilo!-Aaaaahhh! Aaaaahhh! Siimmm! Aaaaahhh...Meu último gemido foi abafado por um falo que se enfiou com decisão na minha boca, ao mesmo tempo que um par de mãos pegava minha cabeça por trás, empurrando-a na direção daquele falo lindo. Era real! Aquele cheiro não foi parte da minha imaginação nem de nenhum truque da minha mente, aquela pica esteve na frente da minha boca o tempo todo e agora tinha resolvido estuprar minha boca. Era uma pica grossa. Eu podia sentir com os lábios aquelas veias inchadas. A cabeça era macia e redonda, e eu sentia ela na minha garganta de vez em quando. Sem sair da minha boca, fazia movimentos rítmicos de trás pra frente. Num dado momento, uma das duas mãos que seguravam minha cabeça por trás se afastou, e eu senti outra mão me pegar pelos cabelos da nuca. Um segundo depois, a outra mão soltou minha cabeça, deixando só aquela que me segurava pelos cabelos, e aquele pênis se afastou da minha boca. Eu podia sentir um fio de baba pendurado no canto esquerdo da minha boca. Passei a língua pra saborear aquele líquido, mas antes que eu pudesse percorrer meus lábios com ela, senti outra pica na minha boca. Essa pica era diferente, era mais macia, menos grossa, e o gosto era mais salgado. As estocadas dela também eram mais violentas. Enquanto me obrigavam (embora não muito) a chupar aquela pica, comecei a sentir como aquele falo que instantes antes tinham enfiado no meu cuzinho agora se retirava, e cada seção, ao dilatar meu cu, me fazia sentir o prazer mais profundo. Não demorou muito pra sair, mesmo eu tendo contraído meu cuzinho de propósito pra segurá-lo. Eu sentia que meu cu agora era mais como um pequeno "o". Antes que minha bunda recuperasse a forma, senti de novo a pressão pra entrar em mim de novo, só que dessa vez era muito maior, e eu tinha certeza de que era uma pica. Duas mãos enormes tinham me pegado pelas coxas, na altura do quadril, e ajudavam na penetração. Eu curtia tanto o anal quanto o estupro oral, embora de estupro a essa altura não tivesse nada — eu estava totalmente entregue e curtia cada instante. De repente, minha boca se encheu de um líquido suave, morno e viscoso. Eles estavam gozando.-Engole!- Fui mandada. Não resisti.
Tava toda empolgada pra catar cada gota daquele esperma quando tiraram a pica da minha boca, mas pra minha alegria foi só o começo de uma nova visita. Agora eu tava mamando uma pica bem grossa, embora um pouco mais curta. Os pelos pubianos faziam cócegas no meu nariz. A cabeça era levemente mais áspera que a anterior e terminava em ponta. Dessa vez não me seguravam pela cabeça nem pelos cabelos, só aproveitavam o vai e vem do meu corpo causado pelas estocadas de quem tava me comendo no cu.
Uma sensação repentina de calor dentro de mim foi o sinal de uma longa gozada na minha bunda. Senti os movimentos espasmódicos do meu pseudo-estuprador. Ele tirou a pica só pra dar lugar a uma pica ainda mais comprida. Com movimentos mais calculados e lentos, começou a me comer por trás, forçando a pessoa que eu tava chupando a pegar minha cabeça pelas orelhas e meter na minha boca. Parece que isso excitou ele, porque quase na hora senti o calor do esperma dele. Ele tirou o pau da minha boca e senti um jatinho daquele líquido grosso batendo na minha testa. Abri a boca esperando um novo visitante, mas não aconteceu nada. Quem me comia por trás gozou dentro de mim e, enquanto dava as últimas estocadas, comecei a sentir todo aquele esperma escorrendo pelo meu cu e saindo pra fora, deslizando pelos lábios da minha buceta que tava toda molhada.
Tava exausta.
Ouvi uns passos se afastando. O mesmo barulho de antes, de uma porta com problema de lubrificação e o baque dela se fechando.
De novo o silêncio.
E agora?Descobrindo-me - Episódio 6
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