Noite fria, cama quente com Cele

Este é um dos meus tantos encontros com mulheres. Aproveitem o relato. O que vou contar é o primeiro encontro que tive com a Celeste. Ela tem 38 anos, é gordinha (pra mim, é uma graça), cabelo longo castanho. Ela trabalha numa casa como empregada interna, e isso torna tudo "perigoso" quando você entra escondido. Se o patrão ou a patroa te pegasse no meio da noite enquanto ela abre a porta, eu não estaria aqui contando essa história. Ela tem o quarto dela. Me fez entrar à 1h da madrugada, no meio do inverno. Embora eu tenha um tamanho normal de pau, o frio deixou ele literalmente um amendoim. Ela usava uma camisola branca com estampa de florzinhas, e eu sentia um perfume doce, muito gostoso. Como era a primeira vez que me via, além de algumas fotos num site de chat, ela me olhou de cima a baixo, me comeu a boca com um beijo apaixonado daqueles que realmente não deixam você respirar, e disse: "Você está espetacular, lindo. Vem comigo pra cama." Ela se deitou de barriga pra cima, me olhava com vontade e, enquanto sorria, dizia: "Tira a roupa, não acredito que você é tão gato." (Eu não me acho bonito, só normal, mas alguma coisa nela gostou de mim.) Tirei tudo, entrei de cueca na cama dela de solteiro, o que fazia a gente ficar bem mais juntinho. O corpo dela estava quente ao toque. Ela pegou minha mão gelada e fez eu tocar os peitos dela, de tamanho médio, mas deliciosos. "Desculpa, é que tá um frio danado lá fora", falei. "Não importa, eu te esquento", disse ela entre beijos. "Já tá duro, o frio passou", falou sorrindo, enquanto com uma mão esfregava meu pau. Comecei a tocar a buceta dela, já com a mão quente. Senti macia, estava depilada. Aproximei meus dedos do clitóris dela, e ele me pareceu maior do que já senti em outras mulheres. Ela já estava gemendo, não passaram nem 10 minutos de preliminares, de chupar e beijar os peitos dela, e enfiar meus dedos na vagina dela, molhadinha e quentinha. Ela se ajoelhou na cama e tirou minha cueca. Só disse: "Mmmmmmmhhh, sim", e tirou rápido. Eu tinha colocado Uns preservativos no criado-mudo, era uma cena surrealista. Naquela luz fraca, abri um, coloquei e ela me olhava de um jeito atrevido. "Sobe aqui" — falei. "Mmmh, tem certeza? Olha que eu pulo muito" — disse entre beijos. "Faz isso, que você gosta" e dei três tapas na bunda dela. Na hora deu pra ver que ela curtiu, e sem saber, soltei "uma gatinha" louca por prazer. Ali mesmo, ela se ajeitou no meu pau duro, começou devagar, conhecendo o terreno entre beijos e carícias, se deixou levar. Foram uns minutos tensos onde ela não parava e eu via como eu sorria de puro tesão entre gemidos, porque sendo gordinha como eu gosto, a barriguinha dela me tirava o ar, e isso a provocava a fazer mais forte. Já vinha apertando e acariciando os peitos dela, e dando tapas na bunda, então puxei ela pra perto, abraçando, deixando ela quase de joelhos. Como a bunda dela não tava em cima de mim, ali mesmo meti marcha, enfiei o mais forte e rápido que pude e ela disse: "Você quer me partir ao meio?" Respondi: "Sim, agora é minha vez" e não parei. Ela começou a querer gritar, então tampei a boca dela com a mão. Ela tava gozando pra caralho, e gozou. As pernas dela estavam molhadas, mas não tava cansada. "Quero mais, vai", ela ficou de quatro na cama, eu de pé meti sem parar por mais um tempão. "Me puxa pelo cabelo e me chama de puta" — dizia entre gemidos. O cabelo comprido dela batia na cintura e eu realizei o desejo dela, até que depois de um bom tempo em várias posições, ela tava muito cansada, mas feliz e satisfeita. Eu tocava o clitóris dela enquanto ela tava deitada na cama e ela tremia de tão excitada que ainda tava e dizia: "De novo?… Não, já não aguento mais". Eu disse sorrindo: "Você é demais, dessa noite eu nunca esqueço". Ela me olhou e disse: "De onde você tira tanta força? Gosto do seu sorriso". E eu respondi: "Eu gosto de mulheres cheinhas" e fechei o momento com um beijo muito apaixonado. Com a Cele, passo as melhores noites e ela sabe disso, e por isso de vez em quando a gente se encontra.

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