Olá, essa é minha primeira postagem e pra não queimar ninguém, não vou usar nomes reais.
Minha história começa assim: eu era atleta (a atividade não importa) e tava numa cidade que a gente representava com o time. Como era de costume, a maioria dos meus colegas comia geral, eu nunca fui muito de pegar geral e, honestamente, preferia mais me divertir dançando do que outra coisa. Infelizmente, naquela época, só pensava em treinar e jogar (até porque tava namorando e gostava de ser fiel). A questão é que um dia, num bar, quando o torneio acabou, enquanto meus colegas tavam na "CAÇADA", eu comecei a conversar com uma mina, chamada Yessy. A gente bateu um papo longo e riu pra caralho, coisas típicas, ser do mesmo signo e gostos parecidos. Num momento, quando todo mundo já tava indo embora, ela me fala: "Vai embora??, Não vai me dar um beijo antes de ir?", aí eu dei um beijo na bochecha. Ela me olhou fixo e disse: "Eu queria um na boca", e eu respondi: "Desculpa, mas não, tô namorando e não quero fazer merda, tudo bem, mas é só o que posso te dar". Ela me olhou como se não acreditasse, e eu fui embora com um sorriso. Na real, eu pensava: que delícia deixar uma mina no vácuo, já que quantas vezes eu tinha ficado na mão assim.
No ano seguinte, voltei pra esse time e, consequentemente, pra essa cidade. Numa das primeiras saídas, cruzo com ela. Ela me olha, sorri e fala: "Ah, você não sabe como senti sua falta". Eu olhei pra ela e falei: "Sério?" (Até ia acreditar, juro). E ela disse: "Sim, você não sabe como pensei em você esse tempo todo". Por dentro, eu pensava: "Tanto assim?". Vou ser sincero, eu tava em ótima forma física, mas nunca me achei nada, pelo contrário, sempre fui meio tímido. A questão é que passei meu celular, achando que era mentira e que ia cortar com o passar dos dias, o que não aconteceu. Pelo contrário, ela me escrevia e falava coisas tipo: "ME FAZ DO SEU JEITO" e "QUE?? VAI ME DEIXAR NA MÃO?". Eu, que não queria fazer nada, só dizia que não. vamos ser amigos, mas ela me dizia que era doida por mim.
A questão é que uma noite, enquanto a gente tava conversando num lugar afastado, ela me apertava e me apertava e eu não queria saber de nada, até que numa hora cansei e meti um beijo na boca dela, ela não acreditava, na verdade fazia um mês que ela vinha me apertando e eu dizia que não, que não queria trair minha namorada. Depois disso, sumi.
Um dia ela me chamou na casa dela pra tomar um mate e quando fui, ela começou a fazer massagem em mim, aí eu me entreguei, quando vi já tava no quarto dela deitado na cama e ela chupando minha pica, tinha uma boca e uma língua que faziam você ver estrelas, mas não ia deixar fácil, já que ela me correu tanto, agora eu ia correr atrás dela, então agarrei ela e comecei a fingir que não tava afim de verdade, primeiro deitei ela e chupei a buceta dela como nunca chuparam na vida, olhava pra ela e ela me empurrava, tinha aquilo no começo que não se deixava fazer tudo, se negava a aproveitar ou fingia, a verdade é que depois coloquei ela de quatro e comecei a meter como devia, ela gritava, "Para, para por favor" e eu parei pra saber o que tinha, perguntei e ela disse "tô com vergonha", de quê? perguntei, "é que tô com vergonha" respondeu. Não acreditei, tanto me correu pra nada. Então agarrei ela de novo e continuei fazendo TUDO que passava na minha cabeça. Assim terminou a primeira noite que ficamos juntos. No outro dia ela me escrevia dizendo "NUNCA NINGUÉM ME FEZ SENTIR COMO VOCÊ" e coisas assim, eu pensava essa é doida, também não é pra tanto, mesmo tendo feito tudo que ela queria e do jeito que ela queria, não acreditava que era pra tanto.
A segunda noite que ficamos juntos, ela começou a falar enquanto chupava minha pica:
Yessy: "Mmmmm, é a melhor pica que já comi"
Eu: "Adoro como você chupa"
Yessy: "Obrigada"
Eu: "Agora deita que é minha vez"
Yessy: "Não, tô com vergonha"
Aí na hora deitei ela e comecei chupando a buceta (Se tem uma coisa que eu amo é chupar uma buceta, é meu segundo vício).
Yessy: "Ai para, para"
Ela falava enquanto se molhava toda e eu me deliciava, e quando ela tentou me tirar dali com a mão, eu segurei a mão dela e fiz ela agarrar minha cabeça, aí ela se soltou e segurou minha cabeça até gozar.
Yessy: "Ai que vergonha, olha como eu tô, nunca me fizeram sentir assim"
Ela dizia, aí eu percebi que nunca tinham feito ela gozar com a boca. Depois comecei a meter bem devagar, enchia a boca dela com minha língua e beijava sem parar, eu tinha me proposto a fazer ela sentir tudo que os homens anteriores não fizeram sentir. E enquanto eu tocava a raba dela, falei:
Eu: "Mmm que rabinho lindo, meu amor, me dá"
Yessy: "Não, meu ex uma vez tentou fazer e doeu pra caralho, até sangrou, nunca mais"
Aí eu me propus a fazer ela me dar, mas sem forçar. Então continuei comendo ela, colocando em todas as posições possíveis e em cada canto da cama.
Eu: "Agora dá a boquinha que vou te dar a porra"
Yessy: "Ai na boquinha??" com cara de quem não gostou.
Eu: "SIM"
Ela se ajeitou na borda da cama e eu enchi a boquinha dela de porra, na hora ela pegou uma toalha do armário e cuspiu tudo. Nessa hora fiquei meio desiludido, tinha gozado tão rápido e no final ela era super sem graça na cama. Depois a gente começou a conversar e ela perguntou o que eu gostava na cama, eu respondi "Fazer o cu (meu vício número um) e que engulam minha porra" falei pensando que ela ia dizer que não fazia isso. Mas me surpreendi ao ouvir ela dizer:
Yessy: "Por você vou fazer tudo isso"
Eu levei na esportiva. Depois ela disse:
Yessy: "Melhor transa que tive aos 25 anos, que incrível"
Na terceira noite começou como as anteriores, ela chupando minha pica como uma louca, parecia que nunca queria soltar, me masturbava e enfiava na boca com uma vontade que fazia meu pau pulsar cada vez mais forte.
Yessy: Adoro como ele cresce na minha boca"
Eu: "Que delícia que você chupa, me deixa louco"
Yessy: "Mmm, obrigada, ninguém nunca me disse isso"
E ela continuava chupando sem parar, depois foi minha vez. Nessa hora ela já tinha se soltado, agora me segurava pela cabeça e dizia "Nunca me fizeram sentir assim" enquanto mordia os lábios e se molhava toda, falava "Ai que vergonha, tô toda molhada". Ali eu enlouquecia, lamber ela e dar tanto prazer me deixava ainda mais viciado. Até que ela GOZOU e não parava de falar "AI QUE VERGONHA, AI..." Aí mesmo eu comecei a comer ela de novo, de joelhos na beira da cama, apoiando os peitos no colchão, metia sem parar
Yessy: "Assim, não deixa nem um milímetro pra fora, quero ele todo"
E eu atendia o pedido dela, até ela gozar de novo. Aí ela me surpreendeu pedindo "faz meu cu". Já era, pensei, e coloquei ela na caminha. Mas como todo mundo sabe, um cu não se arromba na primeira vez, se prepara. E como não tinha nenhum lubrificante por perto, peguei um creme que ela tinha pra pele e comecei a passar de leve no cuzinho dela, bem suave, pra ela não se assustar e aproveitar, enquanto beijava o pescoço dela e sussurrava no ouvido devagar.
Yessy: "Vai doer???"
Eu: "Não, você vai adorar"
E aí mesmo comecei a enfiar de leve, bem devagar (É assim que se faz um cu). Quando entrou, ela gemia e mordia os lábios.
Eu: "Tá bom assim?"
Yessy: "Sim, sim, devagar Mmmmmmm"
E devagarinho meu pau inteiro entrou naquele cu, que se não era virgem, também não era muito usado. Com tudo lá dentro, comecei a fazer direito o serviço, sem parar, devagar e constante, meti naquele cuzinho até ela começar a reclamar e resolvi parar. Não queria machucar ela e correr o risco dela não se entregar de novo.
Eu: "Tá bem??"
Yessy: "Sim, adorei"
Eu: "Gostou??"
Yessy: "Sim, no começo doeu, mas depois Mmmmm"
Eu: "Viu que tem que saber fazer?"
Yessy: "Sim, agora enfia um pouquinho mais fundo"
Eu: "Sim, só vou lavar e a gente continua"
Yessy: "Lavar??"
Eu: Sim, não posso te comer depois de fazer a Booty, pode infeccionar" com uma piscadinha.
Daqui a pouco já estávamos fodendo de novo, era incrível como a gente suava, ela devorava minha boca e eu metia o pau como ela pedia, nunca vou esquecer como ela sempre dizia "QUERO TUDO PRA DENTRO, NÃO DEIXA NEM UM MILÍMETRO PRA FORA" ela falava tudo que tinha esperado pra se sentir assim, que ninguém nunca tinha feito ela se sentir daquele jeito, era incrível que aos 25 anos, ela fosse tão ingênua em algumas coisas.
Yessy: "Quero que você encha minha boquinha de porra"
Eu: "Sim, meu amor, vou encher ela toda"
Aí mesmo ela se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau e bater uma pra mim, não demorei muito pra encher a boquinha dela de porra e quando pensei que ela ia cuspir, ela me olhou e engoliu tudo, ali eu viajei, tudo que ela disse ela cumpriu, me deixou de boca fechada, me fez duvidar, mas logo o gesto que ela fez confirmou que foi a primeira vez que ela engoliu porra (Que tesão o meu) Ali mesmo eu levantei ela e dei um beijo na boca, isso a surpreendeu, ela não esperava, mas era o mínimo que eu podia fazer por todo o sacrifício que ela fez.
Assim passamos 2 meses de loucura, tenho mais algumas pra contar mas talvez esse relato ficou pesado, se vocês gostarem eu conto as outras.
Valeu por ler.
Minha história começa assim: eu era atleta (a atividade não importa) e tava numa cidade que a gente representava com o time. Como era de costume, a maioria dos meus colegas comia geral, eu nunca fui muito de pegar geral e, honestamente, preferia mais me divertir dançando do que outra coisa. Infelizmente, naquela época, só pensava em treinar e jogar (até porque tava namorando e gostava de ser fiel). A questão é que um dia, num bar, quando o torneio acabou, enquanto meus colegas tavam na "CAÇADA", eu comecei a conversar com uma mina, chamada Yessy. A gente bateu um papo longo e riu pra caralho, coisas típicas, ser do mesmo signo e gostos parecidos. Num momento, quando todo mundo já tava indo embora, ela me fala: "Vai embora??, Não vai me dar um beijo antes de ir?", aí eu dei um beijo na bochecha. Ela me olhou fixo e disse: "Eu queria um na boca", e eu respondi: "Desculpa, mas não, tô namorando e não quero fazer merda, tudo bem, mas é só o que posso te dar". Ela me olhou como se não acreditasse, e eu fui embora com um sorriso. Na real, eu pensava: que delícia deixar uma mina no vácuo, já que quantas vezes eu tinha ficado na mão assim.
No ano seguinte, voltei pra esse time e, consequentemente, pra essa cidade. Numa das primeiras saídas, cruzo com ela. Ela me olha, sorri e fala: "Ah, você não sabe como senti sua falta". Eu olhei pra ela e falei: "Sério?" (Até ia acreditar, juro). E ela disse: "Sim, você não sabe como pensei em você esse tempo todo". Por dentro, eu pensava: "Tanto assim?". Vou ser sincero, eu tava em ótima forma física, mas nunca me achei nada, pelo contrário, sempre fui meio tímido. A questão é que passei meu celular, achando que era mentira e que ia cortar com o passar dos dias, o que não aconteceu. Pelo contrário, ela me escrevia e falava coisas tipo: "ME FAZ DO SEU JEITO" e "QUE?? VAI ME DEIXAR NA MÃO?". Eu, que não queria fazer nada, só dizia que não. vamos ser amigos, mas ela me dizia que era doida por mim.
A questão é que uma noite, enquanto a gente tava conversando num lugar afastado, ela me apertava e me apertava e eu não queria saber de nada, até que numa hora cansei e meti um beijo na boca dela, ela não acreditava, na verdade fazia um mês que ela vinha me apertando e eu dizia que não, que não queria trair minha namorada. Depois disso, sumi.
Um dia ela me chamou na casa dela pra tomar um mate e quando fui, ela começou a fazer massagem em mim, aí eu me entreguei, quando vi já tava no quarto dela deitado na cama e ela chupando minha pica, tinha uma boca e uma língua que faziam você ver estrelas, mas não ia deixar fácil, já que ela me correu tanto, agora eu ia correr atrás dela, então agarrei ela e comecei a fingir que não tava afim de verdade, primeiro deitei ela e chupei a buceta dela como nunca chuparam na vida, olhava pra ela e ela me empurrava, tinha aquilo no começo que não se deixava fazer tudo, se negava a aproveitar ou fingia, a verdade é que depois coloquei ela de quatro e comecei a meter como devia, ela gritava, "Para, para por favor" e eu parei pra saber o que tinha, perguntei e ela disse "tô com vergonha", de quê? perguntei, "é que tô com vergonha" respondeu. Não acreditei, tanto me correu pra nada. Então agarrei ela de novo e continuei fazendo TUDO que passava na minha cabeça. Assim terminou a primeira noite que ficamos juntos. No outro dia ela me escrevia dizendo "NUNCA NINGUÉM ME FEZ SENTIR COMO VOCÊ" e coisas assim, eu pensava essa é doida, também não é pra tanto, mesmo tendo feito tudo que ela queria e do jeito que ela queria, não acreditava que era pra tanto.
A segunda noite que ficamos juntos, ela começou a falar enquanto chupava minha pica:
Yessy: "Mmmmm, é a melhor pica que já comi"
Eu: "Adoro como você chupa"
Yessy: "Obrigada"
Eu: "Agora deita que é minha vez"
Yessy: "Não, tô com vergonha"
Aí na hora deitei ela e comecei chupando a buceta (Se tem uma coisa que eu amo é chupar uma buceta, é meu segundo vício).
Yessy: "Ai para, para"
Ela falava enquanto se molhava toda e eu me deliciava, e quando ela tentou me tirar dali com a mão, eu segurei a mão dela e fiz ela agarrar minha cabeça, aí ela se soltou e segurou minha cabeça até gozar.
Yessy: "Ai que vergonha, olha como eu tô, nunca me fizeram sentir assim"
Ela dizia, aí eu percebi que nunca tinham feito ela gozar com a boca. Depois comecei a meter bem devagar, enchia a boca dela com minha língua e beijava sem parar, eu tinha me proposto a fazer ela sentir tudo que os homens anteriores não fizeram sentir. E enquanto eu tocava a raba dela, falei:
Eu: "Mmm que rabinho lindo, meu amor, me dá"
Yessy: "Não, meu ex uma vez tentou fazer e doeu pra caralho, até sangrou, nunca mais"
Aí eu me propus a fazer ela me dar, mas sem forçar. Então continuei comendo ela, colocando em todas as posições possíveis e em cada canto da cama.
Eu: "Agora dá a boquinha que vou te dar a porra"
Yessy: "Ai na boquinha??" com cara de quem não gostou.
Eu: "SIM"
Ela se ajeitou na borda da cama e eu enchi a boquinha dela de porra, na hora ela pegou uma toalha do armário e cuspiu tudo. Nessa hora fiquei meio desiludido, tinha gozado tão rápido e no final ela era super sem graça na cama. Depois a gente começou a conversar e ela perguntou o que eu gostava na cama, eu respondi "Fazer o cu (meu vício número um) e que engulam minha porra" falei pensando que ela ia dizer que não fazia isso. Mas me surpreendi ao ouvir ela dizer:
Yessy: "Por você vou fazer tudo isso"
Eu levei na esportiva. Depois ela disse:
Yessy: "Melhor transa que tive aos 25 anos, que incrível"
Na terceira noite começou como as anteriores, ela chupando minha pica como uma louca, parecia que nunca queria soltar, me masturbava e enfiava na boca com uma vontade que fazia meu pau pulsar cada vez mais forte.
Yessy: Adoro como ele cresce na minha boca"
Eu: "Que delícia que você chupa, me deixa louco"
Yessy: "Mmm, obrigada, ninguém nunca me disse isso"
E ela continuava chupando sem parar, depois foi minha vez. Nessa hora ela já tinha se soltado, agora me segurava pela cabeça e dizia "Nunca me fizeram sentir assim" enquanto mordia os lábios e se molhava toda, falava "Ai que vergonha, tô toda molhada". Ali eu enlouquecia, lamber ela e dar tanto prazer me deixava ainda mais viciado. Até que ela GOZOU e não parava de falar "AI QUE VERGONHA, AI..." Aí mesmo eu comecei a comer ela de novo, de joelhos na beira da cama, apoiando os peitos no colchão, metia sem parar
Yessy: "Assim, não deixa nem um milímetro pra fora, quero ele todo"
E eu atendia o pedido dela, até ela gozar de novo. Aí ela me surpreendeu pedindo "faz meu cu". Já era, pensei, e coloquei ela na caminha. Mas como todo mundo sabe, um cu não se arromba na primeira vez, se prepara. E como não tinha nenhum lubrificante por perto, peguei um creme que ela tinha pra pele e comecei a passar de leve no cuzinho dela, bem suave, pra ela não se assustar e aproveitar, enquanto beijava o pescoço dela e sussurrava no ouvido devagar.
Yessy: "Vai doer???"
Eu: "Não, você vai adorar"
E aí mesmo comecei a enfiar de leve, bem devagar (É assim que se faz um cu). Quando entrou, ela gemia e mordia os lábios.
Eu: "Tá bom assim?"
Yessy: "Sim, sim, devagar Mmmmmmm"
E devagarinho meu pau inteiro entrou naquele cu, que se não era virgem, também não era muito usado. Com tudo lá dentro, comecei a fazer direito o serviço, sem parar, devagar e constante, meti naquele cuzinho até ela começar a reclamar e resolvi parar. Não queria machucar ela e correr o risco dela não se entregar de novo.
Eu: "Tá bem??"
Yessy: "Sim, adorei"
Eu: "Gostou??"
Yessy: "Sim, no começo doeu, mas depois Mmmmm"
Eu: "Viu que tem que saber fazer?"
Yessy: "Sim, agora enfia um pouquinho mais fundo"
Eu: "Sim, só vou lavar e a gente continua"
Yessy: "Lavar??"
Eu: Sim, não posso te comer depois de fazer a Booty, pode infeccionar" com uma piscadinha.
Daqui a pouco já estávamos fodendo de novo, era incrível como a gente suava, ela devorava minha boca e eu metia o pau como ela pedia, nunca vou esquecer como ela sempre dizia "QUERO TUDO PRA DENTRO, NÃO DEIXA NEM UM MILÍMETRO PRA FORA" ela falava tudo que tinha esperado pra se sentir assim, que ninguém nunca tinha feito ela se sentir daquele jeito, era incrível que aos 25 anos, ela fosse tão ingênua em algumas coisas.
Yessy: "Quero que você encha minha boquinha de porra"
Eu: "Sim, meu amor, vou encher ela toda"
Aí mesmo ela se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau e bater uma pra mim, não demorei muito pra encher a boquinha dela de porra e quando pensei que ela ia cuspir, ela me olhou e engoliu tudo, ali eu viajei, tudo que ela disse ela cumpriu, me deixou de boca fechada, me fez duvidar, mas logo o gesto que ela fez confirmou que foi a primeira vez que ela engoliu porra (Que tesão o meu) Ali mesmo eu levantei ela e dei um beijo na boca, isso a surpreendeu, ela não esperava, mas era o mínimo que eu podia fazer por todo o sacrifício que ela fez.
Assim passamos 2 meses de loucura, tenho mais algumas pra contar mas talvez esse relato ficou pesado, se vocês gostarem eu conto as outras.
Valeu por ler.
2 comentários - Uma gostosa esportista!