PARTE II
Depois de ter encontrado aquelas fotos novas no PC, na hora fiquei com uma ereção como nunca antes, e naquele momento não medi as possíveis consequências por causa da volta iminente da namorada do meu primo. Sem querer, levei as mãos para dentro da calça e tirei o pau todo pra fora. Ele estava duro e inchado. Da cabeça escorria líquido seminal, que começou a sair em maior quantidade enquanto eu me masturbava e olhava principalmente pra foto em que a Luciana aparecia de fio dental branco, com aquele rabo gostoso, cor de leite. Imaginava que meu primo tinha sido quem tinha tirado as fotos. Ficava ainda mais excitado só de pensar em dormir do lado daquela mulher com o rabo todo de fora.
Sentia que ia gozar a qualquer momento uma porrada de esperma. Não tava nem aí, ou nem parei pra pensar que ia sujar o lugar inteiro. Mas senti o elevador subindo, e aí percebi que podia ser a namorada do meu primo, já de volta.
Infelizmente, não me enganei. Mal deu tempo de enfiar o pau de volta na calça. A Luciana já tava destrancando a porta do apartamento. Desliguei o computador na pressa. Quando ela me viu, a sessão tava fechando e eu todo suado, mas mesmo assim ela veio na minha direção com um sorriso e, pela primeira vez, me cumprimentou com um beijo amigável no rosto.
Mesmo assim, não consegui me recompor. A Luciana andava pela casa como se nada tivesse acontecido. Eu tinha ficado chocado com o que acabara de ver, com o pau duro, cheio de dúvidas se aquilo tudo tinha sido de propósito da parte dela. Durante o almoço inteiro, fiquei com a suspeita de que ela tava rindo de mim, que tava no controle da situação. Ela tava sentada na minha frente, usando uma regata justa que marcava todos os peitos. Quando ela se levantou pra arrumar a mesa, consegui adivinhar o fio dental minúsculo que ela usava por baixo da saia florida de tecido leve.
Depois disso, tudo piorou. A tarde ficou escura e a cidade foi atingida por uma daquelas tempestades violentas de antes do Verão. Antes de se mandar, a Luciana comentou que era a tarde ideal pra tirar um cochilo gostoso, e depois me convidou pra ver TV no sofá da sala. Eu não entendia como ela queria dormir antes e ainda pretendia ver TV. Ela me explicou que era o único jeito que ela tinha de pegar no sono rápido. Também não entendi por que ela não faria isso sozinha no quarto dela, e não comigo no sofá, mas disso eu não falei nada.
Quando a gente já tava sentado, deixamos rolar o filme Forrest Gump, que tinha acabado de começar. Cinco minutos depois, ela se desculpou e saiu pro quarto dela. Na hora eu entendi que ela tava indo se deitar. Aí eu relaxei, me senti confortável na minha solidão, e comecei a pensar no que tinha visto na tela do PC uns momentos antes.
Minha paz não durou muito. Ouvi a porta do quarto abrir e a Luciana andando pelo corredor. Quase não tive tempo de me ajeitar. Meu pau tava durasso e meu short era de pano de avião, então ia aparecer de qualquer jeito. Mas esqueci tudo quando vi como a Luciana tava. Ela tinha trocado a regata justa por uma camiseta folgada – sem dúvida a que usava pra dormir – que tinha tanto o decote quanto os buracos das mangas bem pronunciados, de modo que às vezes, dependendo dos movimentos dela, dava pra ver o perfil dos peitos dela (sem sutiã), brancos e empinados. O melhor era a calça que ela usava como pijama. Era de pano fino, cor de rosa, e extremamente curta. Mal chegava onde terminava a curva da bunda gorda dela, que fazia pressão em cada dobra da roupa, de modo que dessa vez, mais do que nunca, pude admirar a anatomia perfeita e safada das nádegas dela.
Na hora entendi que algo tava errado. O parâmetro disso foi pensar se aquela cena teria acontecido se meu primo tivesse ali. Com certeza não, ela teria se mostrado mais recatada, como de costume. Por mim, eu me sentia desconfortável, sem saber como lidar com aquilo. Situação em que a namorada do meu primo estava do meu lado no sofá, vendo TV com os pés apoiados numa almofada, e começando a pegar no sono.
Conforme isso foi acontecendo, meu olhar começou a desviar da televisão pro corpo dela: embora larga, a camiseta era curta, então a parte de baixo da barriga dela ficava à mostra. Era lisa, de pele macia. Uma linha quase imperceptível de pelinhos loiros e finos se estendia do umbigo até sumir por baixo do elástico da calça. Logo ela dormiu, percebi pela respiração, aí contemplei com mais calma. Mesmo relaxadas, as pernas esticadas dela eram firmes, carnudas. A linha do quadril se alargava pela pompa das nádegas espremidas naquele momento contra o sofá.
Mais tarde, enquanto ela parecia num sono profundo, eu tava numa espécie de êxtase cego. Meu pau marcava feito um tronco por baixo da calça, e já não ligava mais pro que tava passando na TV. Naquela hora, eu olhava descaradamente pra namorada do meu primo, que dormia do meu lado, no mesmo sofá onde tinha estado deitada quando tiraram aquela primeira foto que encontrei no pc dela.
No momento em que notei que ela se mexia pra ficar na posição fetal, meu coração virou um nó na garganta. E quando contemplei o resultado daquela manobra, senti que podia gozar seco ali mesmo. De repente, a bunda gorda dela ficou na minha frente. A calcinha pequena deixava ver como cada um daqueles enormes glúteos se diferenciava um do outro, e eram separados por uma tanga — com certeza clara — que aparecia na parte de cima daquela maçã voluptuosa. O melhor, o que pra mim foi a maior surpresa, foi que a calça era tão curta que, nessa posição, uma parte mínima daqueles glúteos aparecia por baixo, de modo que, finalmente, a pele macia e branca daquele cuzão monumental tava pra mim, ao vivo e a cores.
Por um Na hora, fiquei paralisado, analisando a situação, totalmente ciente dos riscos de tudo aquilo, calculando a distância que me separava do contato com ela: eram só alguns centímetros. Não lembro qual foi o instante em que deixei de lado algum dos meus medos, mas o fato é que de repente me vi com a palma da mão esquerda apoiada na parte de fora da panturrilha dela, e com a direita segurando firme meu pau. Com a ação da primeira, o espaço entre meu corpo e o da Luciana diminuía; eram milímetros que nos separavam. Depois de um tempo — por um movimento meu ou dela —, como dois ímãs se atraindo, a pele do meu dedo mindinho estava roçando os fios invisíveis da pele dela, bem naquela parte do corpo que a calça não conseguia cobrir. Foi aí que começou a se ouvir um certo movimento, o atrito de um tecido sintético: eu estava me masturbando por cima da calça, sem nem ter percebido.
Na verdade, não sei se primeiro ouvi o som. Acho que entendi aquilo como um incentivo pra Luciana acordar. Com certeza ela já devia estar ouvindo antes de mim, antes mesmo de se virar nos ombros e me olhar.
— O que cê tá fazendo?
— O quê?
— To perguntando o que cê tava fazendo.
Ela falava calma, num tom baixo, ainda meio sonolenta, mas firme. Não parava de me olhar enquanto se virava pra voltar à posição original.
— O que eu fiz? Tava vendo TV, aqui. Sei lá. Acho que tava quase dormindo.
— Que barulho foi esse, Jorge. Sua calça.
— Não sei do que cê tá falando, Luciana.
Então, sem nenhum preâmbulo ou atitude decidida da parte dela, tudo veio à tona.
— Cê viu minhas fotos, Jorge.
— Que fotos?
— Chega, não se faz que isso me irrita. No meu computador.
"Isso me irrita?" E o resto não? Foi o que pensei instintivamente. De qualquer forma, o caminho que eu tinha tomado com minhas respostas não era o certo.
Ela insistiu no meu silêncio.
— Jorge, cê viu minhas Fotos no computador. Você viu minha raba.
- Juro que foi sem querer.
- Não importa. Não tá certo.
- Já sei, beleza. Não fica brava. Já esqueci. Pensa em todas as vezes que você me viu de biquíni.
Em parte, um pouco do meu medo tinha ido embora; ajudou ter lembrado que duas das fotos tinham aparecido "como num passe de mágica". Eu tava errado, mas de algum jeito podia me defender.
- É, já sei, beleza. O problema não é como você me vê. O problema é você ficar assim. Não tá certo, Jorge, sou a namorada do seu primo mais velho, sabia?
- Assim como, Luciana?
Nesse sentido, minhas desculpas iriam até as últimas consequências. Ela fez um silêncio de quem já tinha entendido. Depois, sozinha, me revelou um enigma.
- Olha, essas fotos que você viu foram tiradas por um ex-namorado. Te peço, pelo amor de Deus, esquece isso e não fala nada.
- Claro que sim, já esqueci. Mas por que você tá dormindo nas fotos?
- Ele gostava de me tirar foto com a roupa que eu uso pra dormir.
Essa última frase ficou ecoando na minha cabeça a tal ponto que eu saí da conversa em silêncio. Aquela roupa que a namorada do meu primo usava pra dormir, umas tangas minúsculas, que pareciam ainda menores na bunda dela. Num instante só, pensei em quem seria realmente aquela garota tão recatada e formal na vida em família, mas que, no entanto, pro deleite ou sofrimento dos namorados, acompanhava eles no sono usando essas peças de matar, dando a raba numa posição generosa de conchinha, e até oferecendo o objeto da sacanagem pra aquele cara (que não era meu primo) que tirava as fotos que ela ainda guardava. Eu tava confuso e profundamente excitado. Se não tivesse engolido tudo no momento de maior angústia, acho que um fio de baba teria escorrido pelo canto da boca. Minhas têmporas doíam, sentia ardor nos pulmões.
- Jorge.
- O quê?
- To perguntando se você realmente não vai falar nada, é uma coisa do passado que ficou lá.
- Não, não falo nada.
- Além disso, é como você disse.
Ela falava como se estivesse sozinha, como quem precisa se convencer. Do seu jeito, ela propõe um pacto tácito.
— O que eu disse?
— Que você já me viu assim várias vezes na piscina.
— Sim, claro.
— É normal, ninguém vai morrer por me ver assim, você já me viu mil vezes.
— Sim, não esquenta.
— Quer?
— Querer o quê?
Ela riu, os olhos brilharam.
— Vai, idiota, me ver como na foto. Mas ninguém sabe, ok? Fala “ninguém”.
— Ninguém, Luciana.
— Beleza, então. Senta aí.
Com um gesto, me mandou ir pra cadeira na frente do sofá.
— Pega a câmera se quiser?
— O quê?
— Você não curte fotos? — Foi o que ela disse enquanto se virava pro sofá e me dava as costas pro show que vinha. Antes de eu reagir, fiquei admirando: na minha frente, a namorada do meu primo, de pé, meio inclinada, com aquele rabo carnudo apontando na minha direção, naqueles shorts que pareciam sofrer com a pressão de tanta carne. Agora, pela primeira vez, eu via tudo de frente, exposto pro meu prazer.
— Beleza, lá vou eu.
— Para. — Reagi, olhei pros lados até achar uma câmera em cima da mesinha. Liguei ela desesperado e esperei.
O instante em que Luciana enfiou os polegares por baixo do elástico do short e começou a puxar pra baixo, com a bunda empinada, foi uma eternidade pra mim. Comecei a ver as tiras de uma fio-dental clara, amarelo pastel, que coroava perfeitamente a redondeza e a voluptuosidade daquele rabo branco, profundo, que aparecia conforme ela tirava a roupa. Quando ficou tudo de fora, eu já tava sem fôlego. Na hora, como pude, tirei a foto. Definitivamente, tudo que a gente tinha falado antes carregava um pouco de mentira. O que eu vi não se comparava a todas as vezes que a tinha visto de biquíni. Nunca, em nenhuma situação, eu a tinha visto tão de rabo de fora. Aquilo não passaria despercebido, nem pra mim nem pra ninguém que tivesse dividido a piscina ou a praia.
Quando ouviu o clique, Luciana se vestiu de novo.
— Beleza, pronto. Vamos ver como ficou?
Na sequência inteira, não consegui falar uma palavra. Ela se aproximou e, junto comigo, olhou o visor da câmera.
— Não, eu. Você tirou muito de perto. — Me repreendeu.
— Olha, aqui tenho uma que saí mais gostosa. — Não consegui entender o que ela queria dizer. Ela pegou a câmera e voltou as fotos. Quando encontrou a que queria, me mostrou sem dizer nada. Dava pra ver ela deitada na cama de bruços, com uma camiseta branca, e o edredom puxado, deixando a bunda de fora, exibindo uma pequena fio dental vermelha.
Aquela foto, com certeza era recente. Na hora me perguntei quem tinha tirado, e minhas suspeitas sobre uma dupla personalidade na namorada do meu primo, que eu tava descobrindo naqueles dias, só aumentaram.
— Qual foi a foto que você mais gostou?
— A que vi, você dormindo de calcinha branca. — Gaguejei de um jeito ridículo.
— Viu, Jorge? Não é errado você me olhar, o problema é você ficar desse jeito. — Luciana recuperou o tom sério.
— Ficar como?
— Olha como você tá?
E eu olhei. Percebi que de algum jeito ela tinha razão. Além de gago, eu tava completamente duro. Parado daquele jeito, dava pra ver a pica como uma viga horizontal crescendo por baixo da minha calça.
— Beleza, acabou aqui. Agora vamos dormir a sesta. E as fotos eu fico com elas.
Me senti mais confuso do que nunca. O que ela quis dizer com aquilo de ir dormir? Não consegui continuar me perguntando e fui com ela pelo corredor, seguindo ela por trás.
Ela chegou na porta do quarto, segurou no batente e me olhou. Meu coração parou.
— Beleza, umas 6 horas eu acordo. — E eu voltei a respirar. Ela entrou e fechou a porta. Eu me senti destruído, minha cabeça doía. Na cidade, tinha virado noite no meio da tarde, chovia pra caralho e tinha trovão. Fechei a porta, tirei a calça e desabei na cama.
Com uma mão segurando meu pau dolorido comecei a me acalmar, e a tentar entender a situação. Não conseguia imaginar como aquilo podia continuar. Menos ainda conseguia definir o que eu podia e queria fazer. Algo estava muito errado, e algo me parecia um presente de sorte.
Dez minutos depois, senti a maçaneta girar. Na penumbra, distingui a forma clara das pernas da Luciana. O clarão de um relâmpago me fez vê-la de costas no momento em que ela se virou para fechar a porta silenciosamente. Ela não usava nada além da regata, e a tanga branca minúscula, que eu tinha visto na foto que mais gostei. De novo a escuridão tomou conta, e, de novo, eu parei de respirar.
Senti ela perto, ouvi sua respiração. Não tinha escutado seus passos. Era óbvio que ela estava tentando fazer o menor barulho possível. Como se eu estivesse dormindo e ela não quisesse me acordar. Depois, senti que ela apoiava um dos joelhos no colchão, enquanto passava a outra perna por cima de mim. A namorada do meu primo estava prestes a me montar. E eu, instintivamente, levei minhas mãos para aqueles quadris e aquela bunda, que estavam a poucos centímetros de entrar em contato com a pele das minhas pernas e minha cueca.
— Não. — Foi categórica. Ela segurou firme meus pulsos e os levou até a altura dos meus ombros. Nesse mesmo ato de repreensão, Luciana abaixou a bunda. E eu senti o peso dela, a frieza da pele, a sensibilidade do meu pau através da qual eu distinguia como ele se encaixava perfeitamente entre as bandas dela e os lábios da buceta dela.
— Quietinho. — Ela sussurrou no meu ouvido, e começou a se esfregar suavemente contra mim. Na primeira empurrada para trás, com a força da bunda dela e a contração dos músculos, puxou toda a pele da minha glande para trás e a cabeça do meu pau babento apareceu para fora da cueca: Evidentemente, ela sentiu ela encostada na barriga dela, talvez por isso se ergueu, ficando sentada no meu pau, e agora mais do que nunca com a bunda dela esmagando os meus ovos.
Os movimentos não pararam, mas foram breves. Começaram a ficar mais curtos e rápidos. A respiração dela ficou mais ofegante e entrecortada. Mais uma vez, ela se recostou em mim e levou a boca até meu ouvido.
– Que larga que é… – disse bem baixinho, como se falasse sozinha, e na garganta dela ouvi um gemido abafado, como se ela tivesse puxado o ar de uma vez, sem querer, no mesmo instante em que a bunda dela deu uma última enfiada e os lábios da buceta dela cravaram na base dos meus ovos. Foi aí que eu joguei fora toda a minha porra. Senti jatos saindo com pressão pelo prepúcio. Acabei me sujando a barriga inteira, o peito, e um respingo chegou até no meu rosto.
Quando consegui me recuperar e abrir os olhos, a Luciana já não estava mais no quarto. Antes de cair no sono, ouvi ela no banheiro, abrindo a torneira do chuveiro. Mais tarde, quando fui mijar depois de acordar, descobri a calcinha fio dental dela encharcada de fluidos, e a regata que ela usava toda manchada com o meu sêmen.
CONTINUARÁ
Depois de ter encontrado aquelas fotos novas no PC, na hora fiquei com uma ereção como nunca antes, e naquele momento não medi as possíveis consequências por causa da volta iminente da namorada do meu primo. Sem querer, levei as mãos para dentro da calça e tirei o pau todo pra fora. Ele estava duro e inchado. Da cabeça escorria líquido seminal, que começou a sair em maior quantidade enquanto eu me masturbava e olhava principalmente pra foto em que a Luciana aparecia de fio dental branco, com aquele rabo gostoso, cor de leite. Imaginava que meu primo tinha sido quem tinha tirado as fotos. Ficava ainda mais excitado só de pensar em dormir do lado daquela mulher com o rabo todo de fora.
Sentia que ia gozar a qualquer momento uma porrada de esperma. Não tava nem aí, ou nem parei pra pensar que ia sujar o lugar inteiro. Mas senti o elevador subindo, e aí percebi que podia ser a namorada do meu primo, já de volta.
Infelizmente, não me enganei. Mal deu tempo de enfiar o pau de volta na calça. A Luciana já tava destrancando a porta do apartamento. Desliguei o computador na pressa. Quando ela me viu, a sessão tava fechando e eu todo suado, mas mesmo assim ela veio na minha direção com um sorriso e, pela primeira vez, me cumprimentou com um beijo amigável no rosto.
Mesmo assim, não consegui me recompor. A Luciana andava pela casa como se nada tivesse acontecido. Eu tinha ficado chocado com o que acabara de ver, com o pau duro, cheio de dúvidas se aquilo tudo tinha sido de propósito da parte dela. Durante o almoço inteiro, fiquei com a suspeita de que ela tava rindo de mim, que tava no controle da situação. Ela tava sentada na minha frente, usando uma regata justa que marcava todos os peitos. Quando ela se levantou pra arrumar a mesa, consegui adivinhar o fio dental minúsculo que ela usava por baixo da saia florida de tecido leve.
Depois disso, tudo piorou. A tarde ficou escura e a cidade foi atingida por uma daquelas tempestades violentas de antes do Verão. Antes de se mandar, a Luciana comentou que era a tarde ideal pra tirar um cochilo gostoso, e depois me convidou pra ver TV no sofá da sala. Eu não entendia como ela queria dormir antes e ainda pretendia ver TV. Ela me explicou que era o único jeito que ela tinha de pegar no sono rápido. Também não entendi por que ela não faria isso sozinha no quarto dela, e não comigo no sofá, mas disso eu não falei nada.
Quando a gente já tava sentado, deixamos rolar o filme Forrest Gump, que tinha acabado de começar. Cinco minutos depois, ela se desculpou e saiu pro quarto dela. Na hora eu entendi que ela tava indo se deitar. Aí eu relaxei, me senti confortável na minha solidão, e comecei a pensar no que tinha visto na tela do PC uns momentos antes.
Minha paz não durou muito. Ouvi a porta do quarto abrir e a Luciana andando pelo corredor. Quase não tive tempo de me ajeitar. Meu pau tava durasso e meu short era de pano de avião, então ia aparecer de qualquer jeito. Mas esqueci tudo quando vi como a Luciana tava. Ela tinha trocado a regata justa por uma camiseta folgada – sem dúvida a que usava pra dormir – que tinha tanto o decote quanto os buracos das mangas bem pronunciados, de modo que às vezes, dependendo dos movimentos dela, dava pra ver o perfil dos peitos dela (sem sutiã), brancos e empinados. O melhor era a calça que ela usava como pijama. Era de pano fino, cor de rosa, e extremamente curta. Mal chegava onde terminava a curva da bunda gorda dela, que fazia pressão em cada dobra da roupa, de modo que dessa vez, mais do que nunca, pude admirar a anatomia perfeita e safada das nádegas dela.
Na hora entendi que algo tava errado. O parâmetro disso foi pensar se aquela cena teria acontecido se meu primo tivesse ali. Com certeza não, ela teria se mostrado mais recatada, como de costume. Por mim, eu me sentia desconfortável, sem saber como lidar com aquilo. Situação em que a namorada do meu primo estava do meu lado no sofá, vendo TV com os pés apoiados numa almofada, e começando a pegar no sono.
Conforme isso foi acontecendo, meu olhar começou a desviar da televisão pro corpo dela: embora larga, a camiseta era curta, então a parte de baixo da barriga dela ficava à mostra. Era lisa, de pele macia. Uma linha quase imperceptível de pelinhos loiros e finos se estendia do umbigo até sumir por baixo do elástico da calça. Logo ela dormiu, percebi pela respiração, aí contemplei com mais calma. Mesmo relaxadas, as pernas esticadas dela eram firmes, carnudas. A linha do quadril se alargava pela pompa das nádegas espremidas naquele momento contra o sofá.
Mais tarde, enquanto ela parecia num sono profundo, eu tava numa espécie de êxtase cego. Meu pau marcava feito um tronco por baixo da calça, e já não ligava mais pro que tava passando na TV. Naquela hora, eu olhava descaradamente pra namorada do meu primo, que dormia do meu lado, no mesmo sofá onde tinha estado deitada quando tiraram aquela primeira foto que encontrei no pc dela.
No momento em que notei que ela se mexia pra ficar na posição fetal, meu coração virou um nó na garganta. E quando contemplei o resultado daquela manobra, senti que podia gozar seco ali mesmo. De repente, a bunda gorda dela ficou na minha frente. A calcinha pequena deixava ver como cada um daqueles enormes glúteos se diferenciava um do outro, e eram separados por uma tanga — com certeza clara — que aparecia na parte de cima daquela maçã voluptuosa. O melhor, o que pra mim foi a maior surpresa, foi que a calça era tão curta que, nessa posição, uma parte mínima daqueles glúteos aparecia por baixo, de modo que, finalmente, a pele macia e branca daquele cuzão monumental tava pra mim, ao vivo e a cores.
Por um Na hora, fiquei paralisado, analisando a situação, totalmente ciente dos riscos de tudo aquilo, calculando a distância que me separava do contato com ela: eram só alguns centímetros. Não lembro qual foi o instante em que deixei de lado algum dos meus medos, mas o fato é que de repente me vi com a palma da mão esquerda apoiada na parte de fora da panturrilha dela, e com a direita segurando firme meu pau. Com a ação da primeira, o espaço entre meu corpo e o da Luciana diminuía; eram milímetros que nos separavam. Depois de um tempo — por um movimento meu ou dela —, como dois ímãs se atraindo, a pele do meu dedo mindinho estava roçando os fios invisíveis da pele dela, bem naquela parte do corpo que a calça não conseguia cobrir. Foi aí que começou a se ouvir um certo movimento, o atrito de um tecido sintético: eu estava me masturbando por cima da calça, sem nem ter percebido.
Na verdade, não sei se primeiro ouvi o som. Acho que entendi aquilo como um incentivo pra Luciana acordar. Com certeza ela já devia estar ouvindo antes de mim, antes mesmo de se virar nos ombros e me olhar.
— O que cê tá fazendo?
— O quê?
— To perguntando o que cê tava fazendo.
Ela falava calma, num tom baixo, ainda meio sonolenta, mas firme. Não parava de me olhar enquanto se virava pra voltar à posição original.
— O que eu fiz? Tava vendo TV, aqui. Sei lá. Acho que tava quase dormindo.
— Que barulho foi esse, Jorge. Sua calça.
— Não sei do que cê tá falando, Luciana.
Então, sem nenhum preâmbulo ou atitude decidida da parte dela, tudo veio à tona.
— Cê viu minhas fotos, Jorge.
— Que fotos?
— Chega, não se faz que isso me irrita. No meu computador.
"Isso me irrita?" E o resto não? Foi o que pensei instintivamente. De qualquer forma, o caminho que eu tinha tomado com minhas respostas não era o certo.
Ela insistiu no meu silêncio.
— Jorge, cê viu minhas Fotos no computador. Você viu minha raba.
- Juro que foi sem querer.
- Não importa. Não tá certo.
- Já sei, beleza. Não fica brava. Já esqueci. Pensa em todas as vezes que você me viu de biquíni.
Em parte, um pouco do meu medo tinha ido embora; ajudou ter lembrado que duas das fotos tinham aparecido "como num passe de mágica". Eu tava errado, mas de algum jeito podia me defender.
- É, já sei, beleza. O problema não é como você me vê. O problema é você ficar assim. Não tá certo, Jorge, sou a namorada do seu primo mais velho, sabia?
- Assim como, Luciana?
Nesse sentido, minhas desculpas iriam até as últimas consequências. Ela fez um silêncio de quem já tinha entendido. Depois, sozinha, me revelou um enigma.
- Olha, essas fotos que você viu foram tiradas por um ex-namorado. Te peço, pelo amor de Deus, esquece isso e não fala nada.
- Claro que sim, já esqueci. Mas por que você tá dormindo nas fotos?
- Ele gostava de me tirar foto com a roupa que eu uso pra dormir.
Essa última frase ficou ecoando na minha cabeça a tal ponto que eu saí da conversa em silêncio. Aquela roupa que a namorada do meu primo usava pra dormir, umas tangas minúsculas, que pareciam ainda menores na bunda dela. Num instante só, pensei em quem seria realmente aquela garota tão recatada e formal na vida em família, mas que, no entanto, pro deleite ou sofrimento dos namorados, acompanhava eles no sono usando essas peças de matar, dando a raba numa posição generosa de conchinha, e até oferecendo o objeto da sacanagem pra aquele cara (que não era meu primo) que tirava as fotos que ela ainda guardava. Eu tava confuso e profundamente excitado. Se não tivesse engolido tudo no momento de maior angústia, acho que um fio de baba teria escorrido pelo canto da boca. Minhas têmporas doíam, sentia ardor nos pulmões.
- Jorge.
- O quê?
- To perguntando se você realmente não vai falar nada, é uma coisa do passado que ficou lá.
- Não, não falo nada.
- Além disso, é como você disse.
Ela falava como se estivesse sozinha, como quem precisa se convencer. Do seu jeito, ela propõe um pacto tácito.
— O que eu disse?
— Que você já me viu assim várias vezes na piscina.
— Sim, claro.
— É normal, ninguém vai morrer por me ver assim, você já me viu mil vezes.
— Sim, não esquenta.
— Quer?
— Querer o quê?
Ela riu, os olhos brilharam.
— Vai, idiota, me ver como na foto. Mas ninguém sabe, ok? Fala “ninguém”.
— Ninguém, Luciana.
— Beleza, então. Senta aí.
Com um gesto, me mandou ir pra cadeira na frente do sofá.
— Pega a câmera se quiser?
— O quê?
— Você não curte fotos? — Foi o que ela disse enquanto se virava pro sofá e me dava as costas pro show que vinha. Antes de eu reagir, fiquei admirando: na minha frente, a namorada do meu primo, de pé, meio inclinada, com aquele rabo carnudo apontando na minha direção, naqueles shorts que pareciam sofrer com a pressão de tanta carne. Agora, pela primeira vez, eu via tudo de frente, exposto pro meu prazer.
— Beleza, lá vou eu.
— Para. — Reagi, olhei pros lados até achar uma câmera em cima da mesinha. Liguei ela desesperado e esperei.
O instante em que Luciana enfiou os polegares por baixo do elástico do short e começou a puxar pra baixo, com a bunda empinada, foi uma eternidade pra mim. Comecei a ver as tiras de uma fio-dental clara, amarelo pastel, que coroava perfeitamente a redondeza e a voluptuosidade daquele rabo branco, profundo, que aparecia conforme ela tirava a roupa. Quando ficou tudo de fora, eu já tava sem fôlego. Na hora, como pude, tirei a foto. Definitivamente, tudo que a gente tinha falado antes carregava um pouco de mentira. O que eu vi não se comparava a todas as vezes que a tinha visto de biquíni. Nunca, em nenhuma situação, eu a tinha visto tão de rabo de fora. Aquilo não passaria despercebido, nem pra mim nem pra ninguém que tivesse dividido a piscina ou a praia.
Quando ouviu o clique, Luciana se vestiu de novo.
— Beleza, pronto. Vamos ver como ficou?
Na sequência inteira, não consegui falar uma palavra. Ela se aproximou e, junto comigo, olhou o visor da câmera.
— Não, eu. Você tirou muito de perto. — Me repreendeu.
— Olha, aqui tenho uma que saí mais gostosa. — Não consegui entender o que ela queria dizer. Ela pegou a câmera e voltou as fotos. Quando encontrou a que queria, me mostrou sem dizer nada. Dava pra ver ela deitada na cama de bruços, com uma camiseta branca, e o edredom puxado, deixando a bunda de fora, exibindo uma pequena fio dental vermelha.
Aquela foto, com certeza era recente. Na hora me perguntei quem tinha tirado, e minhas suspeitas sobre uma dupla personalidade na namorada do meu primo, que eu tava descobrindo naqueles dias, só aumentaram.
— Qual foi a foto que você mais gostou?
— A que vi, você dormindo de calcinha branca. — Gaguejei de um jeito ridículo.
— Viu, Jorge? Não é errado você me olhar, o problema é você ficar desse jeito. — Luciana recuperou o tom sério.
— Ficar como?
— Olha como você tá?
E eu olhei. Percebi que de algum jeito ela tinha razão. Além de gago, eu tava completamente duro. Parado daquele jeito, dava pra ver a pica como uma viga horizontal crescendo por baixo da minha calça.
— Beleza, acabou aqui. Agora vamos dormir a sesta. E as fotos eu fico com elas.
Me senti mais confuso do que nunca. O que ela quis dizer com aquilo de ir dormir? Não consegui continuar me perguntando e fui com ela pelo corredor, seguindo ela por trás.
Ela chegou na porta do quarto, segurou no batente e me olhou. Meu coração parou.
— Beleza, umas 6 horas eu acordo. — E eu voltei a respirar. Ela entrou e fechou a porta. Eu me senti destruído, minha cabeça doía. Na cidade, tinha virado noite no meio da tarde, chovia pra caralho e tinha trovão. Fechei a porta, tirei a calça e desabei na cama.
Com uma mão segurando meu pau dolorido comecei a me acalmar, e a tentar entender a situação. Não conseguia imaginar como aquilo podia continuar. Menos ainda conseguia definir o que eu podia e queria fazer. Algo estava muito errado, e algo me parecia um presente de sorte.
Dez minutos depois, senti a maçaneta girar. Na penumbra, distingui a forma clara das pernas da Luciana. O clarão de um relâmpago me fez vê-la de costas no momento em que ela se virou para fechar a porta silenciosamente. Ela não usava nada além da regata, e a tanga branca minúscula, que eu tinha visto na foto que mais gostei. De novo a escuridão tomou conta, e, de novo, eu parei de respirar.
Senti ela perto, ouvi sua respiração. Não tinha escutado seus passos. Era óbvio que ela estava tentando fazer o menor barulho possível. Como se eu estivesse dormindo e ela não quisesse me acordar. Depois, senti que ela apoiava um dos joelhos no colchão, enquanto passava a outra perna por cima de mim. A namorada do meu primo estava prestes a me montar. E eu, instintivamente, levei minhas mãos para aqueles quadris e aquela bunda, que estavam a poucos centímetros de entrar em contato com a pele das minhas pernas e minha cueca.
— Não. — Foi categórica. Ela segurou firme meus pulsos e os levou até a altura dos meus ombros. Nesse mesmo ato de repreensão, Luciana abaixou a bunda. E eu senti o peso dela, a frieza da pele, a sensibilidade do meu pau através da qual eu distinguia como ele se encaixava perfeitamente entre as bandas dela e os lábios da buceta dela.
— Quietinho. — Ela sussurrou no meu ouvido, e começou a se esfregar suavemente contra mim. Na primeira empurrada para trás, com a força da bunda dela e a contração dos músculos, puxou toda a pele da minha glande para trás e a cabeça do meu pau babento apareceu para fora da cueca: Evidentemente, ela sentiu ela encostada na barriga dela, talvez por isso se ergueu, ficando sentada no meu pau, e agora mais do que nunca com a bunda dela esmagando os meus ovos.
Os movimentos não pararam, mas foram breves. Começaram a ficar mais curtos e rápidos. A respiração dela ficou mais ofegante e entrecortada. Mais uma vez, ela se recostou em mim e levou a boca até meu ouvido.
– Que larga que é… – disse bem baixinho, como se falasse sozinha, e na garganta dela ouvi um gemido abafado, como se ela tivesse puxado o ar de uma vez, sem querer, no mesmo instante em que a bunda dela deu uma última enfiada e os lábios da buceta dela cravaram na base dos meus ovos. Foi aí que eu joguei fora toda a minha porra. Senti jatos saindo com pressão pelo prepúcio. Acabei me sujando a barriga inteira, o peito, e um respingo chegou até no meu rosto.
Quando consegui me recuperar e abrir os olhos, a Luciana já não estava mais no quarto. Antes de cair no sono, ouvi ela no banheiro, abrindo a torneira do chuveiro. Mais tarde, quando fui mijar depois de acordar, descobri a calcinha fio dental dela encharcada de fluidos, e a regata que ela usava toda manchada com o meu sêmen.
CONTINUARÁ
26 comentários - O Cu da Noiva do Meu Primo II
Van puntos.
Espero la 3ra parte. Buenos relatos!