Querid@s Poringuer@s:Tô escrevendo de novo depois de muitos anos. Deixo pra vocês essa história que tem várias partes, espero que vocês gostem, e lembra que comentar é de graça...
Já fazia um tempinho que a gente "tava conversando", a gente se conheceu pelo Facebook, ela usava o nome dela e eu meu apelido. A gente falava sobre tudo, até nasceu uma certa amizade e, sem dúvida, muita confiança. A gente contava um pro outro sobre o dia a dia, experiências, tristezas, compartilhava alegrias e tristezas, dava opiniões, se consolava em alguns momentos e isso, com certeza, fez com que com o tempo as conversas ficassem mais íntimas, chegando ao nível sexual. Eu contava minhas aventuras e ela as dela, nessas conversas a gente percebeu que tinha muito em comum, gostos iguais, nós dois éramos muito tarados, muito sexuais, a ponto de dizer o que faríamos um com o outro se um dia a gente se visse, o chat pegava fogo, rolava de tudo na nossa imaginação, eu tinha dificuldade de responder ou acompanhar o assunto, ficava a mil e mais de uma vez tinha que chamar alguma amiga com direito e ligava, outras vezes só batia uma até ficar seco, mas sempre pensando nela, minha musa sexual.
Com o tempo a gente começou a trocar fotos, ela me mandava fotos bem provocantes, de pose, com os peitos de fora ou de lingerie, nunca totalmente nua... vou descrever elas pra vocês... Romina tem uns 1,60 de altura, cabelo liso preto e olhos pretos, pele branca, a boquinha dela convida pra beijar e muito mais, peitos normais, nem pequenos nem volumosos, com certeza muito bonitos, daqueles que dá vontade de beijar e lamber até doer a boca. Uma barriguinha bonita assim como a cintura, e o que me deixava louco, uma bunda que me fascina, grande, redonda e empinada, ver as fotos de fio dental me deixava a mil, dava vontade de dar tapas, morder e enfiar minha boca ali, eu sonhava com aquela bunda, ela tinha virado minha obsessão e aumentava ainda mais com nossas conversas e as fotos dela.
Assim comecei a procurar quando podia viajar; não falei, sou uruguaio mas atualmente por trabalho moro em Buenos Aires, a Romi mora em Montevidéu. Sem dúvida qualquer um sabe que não é problema viajar de um lado pro outro, mas por questões de trabalho não dava. complicava, e além disso a gente tinha que coordenar com a Romi. Também não falei, mas ela tem namorado, então era mais uma variável pra considerar. Depois de tanto procurar e quebrar a cabeça, finalmente rolou: eu consegui um fim de semana inteiro livre e o namorado dela ia pro interior, sei lá pra que caralho, o que realmente não me importava nada.
Peguei o navio na sexta à meia-noite, tinha conseguido um pacote com hotel incluído. Cheguei em Colônia e de lá peguei o ônibus da companhia do navio até Tres Cruces, a rodoviária de Montevidéu. Cheguei umas 6h da manhã, de lá peguei um táxi pro hotel, não era longe, bem central. Chegamos em 15 minutos, fui fazer o check-in e fui atendido por uma moça na recepção, muito gostosa, loira, carinha de menina e uns peitos impressionantes, que ela mostrava no decote do uniforme que usava. Era difícil não olhar, é um problema que acho que todos os homens têm, ou pelo menos a maioria. Ela percebeu e ficou sorrindo, imagino que acostumada a isso e pelo visto não se importava. (Só pra deixar claro, não sou o Brad Pitt nem um galã, sou um cara normal, mas não sei por que sempre tive sorte com as mulheres, acho que meu jeito de ser conseguia isso). Depois de me registrar, ela se levantou e me entregou a chave, aí pude ver o corpo inteiro dela, dava vontade de aproveitar cada pedaço. Tinha pouco menos de 1,70, usava uma saia que mostrava uma bundinha pequena, mas redondinha, a clássica bunda, muito linda. Demorou um instante pra achar a chave. Ela se virou e disse:
— Sou a Mariana, fico até as 14h. Se precisar de algo, é só pegar o telefone do quarto e discar 1.
Eu olhei nos olhos dela, cor de mel, olhei pro decote, não conseguia evitar, como um reflexo, voltei pros olhos dela, sorri e falei:
— Obrigado, Mariana. Se precisar de algo, com certeza vou ligar. Você é muito gentil, um verdadeiro prazer.
E ela me deu um sorriso.
— Ah, o café da manhã é das 7h às 11h, o salão é por ali — apontando pra uma porta grande.
— Muito obrigado de novo.
Eu me Fui pro quarto, era no terceiro andar, entrei, não era nada demais, bem normal, cama de casal, um criado-mudo de cada lado com seus respectivos abajures, uma TV de 21 polegadas, um guarda-roupa, uma janelona que iluminava o quarto inteiro com a cortina aberta, um sofá num canto e uma mesinha com duas cadeiras de madeira; o banheiro era bom, com todos os itens e o mais importante um chuveirão, essencial.
Deitei um pouco na cama, passando os canais sem olhar pra nada, só esperando as horas passarem, perto das 8:30, separei roupa e tomei um banho, terminei, me vesti e desci pra tomar café, passei pela recepção, a Mariana tava lá e trocamos um sorriso.
— Bom apetite — ela falou
— Valeu, Mariana — respondi e entrei no salão. Tinha umas 15 mesas com 4 cadeiras cada, naquela hora quase não tinha ninguém, um casal de velhinhos e outro de jovens, os dois cumprimentaram minha chegada numa boa, tomei um café leve e enquanto isso mexia no Facebook no celular, esperando a mensagem tão esperada da Romina, umas 9:30 chegou.
"Oi meu amor <3, chegou bem?"
"Sim, já tô no hotel, louco pra te ver :-)"
"Ok, daqui a 1 hora tô na esquina do hotel, a gente se vê lá"
"Fechou, não demora"
"Beijinhos, lindo... Tô nervosa"
"Eu também". Era verdade, tava nervoso, mas também ansioso, adrenalina, tesão e sem dúvida uma puta vontade.
Fui até a recepção e perguntei pra Mariana.
— Desculpa, mas teria problema se alguém vier me visitar no hotel?
— Na verdade, se não estiver hospedado não pode, mas como tá tranquilo e se for embora antes do meu turno acabar, comigo não tem problema.
— Cê é foda, uma gênia — falei
— Tô aqui pro que você precisar — respondeu sorrindo — É familiar ou amigo? — perguntou.
— Na verdade é uma amiga — e não consegui evitar uma risada safada.
— Mmmm, tá bom — e sorriu igual a mim — se diverte — piscando um olho.
Saí do hotel e fui até a esquina combinada. Tava um dia lindo, ensolarado, a temperatura era agradável, dava pra ficar de boa só com uma camiseta fina. O trânsito tava leve, era sábado de manhã, e eu não tava numa avenida principal, então isso ajudava ainda mais. Mas quem conhece Mvdeo. sabe que é uma cidade bem tranquila.
Devo ter esperado uns 20 minutos, e aí vi ela virando a esquina a um quarteirão de distância. Aquele frio na barriga aumentou, e parecia que tudo tava em câmera lenta. Foi uma eternidade, eu via o jeito dela andar, se aproximando de mim. Ela vinha com uma legging preta que abraçava o corpo dela, destacando as curvas do quadril, uma camiseta vermelha sem manga que também marcava tudo, óculos escuros, e desde que me viu, com um sorriso lindo. O tempo pareceu não passar, foram vários minutos na minha cabeça, mas foi só um quarteirão até ela chegar do meu lado. Minhas mãos suavam. A voz dela me tirou do transe.
— Oi, como cê tá? — ela disse, me dando um beijo na bochecha. Era óbvio que a gente não ia se beijar na rua, vontade não faltava, mas nunca se sabe quem pode ver.
— Bem, e você? — respondi enquanto dava uma olhada no corpo dela, ela era realmente uma gostosa.
— Bem.
— Você é ainda mais gostosa pessoalmente — falei, sem parar de admirar.
— Valeu, você também — ela respondeu.
— Não precisa mentir pra mim — e a gente riu junto — Dá uma voltinha? — pedi, fazendo o gesto com a mão.
— Hummm, tá bom — ela disse, começando a girar. De novo, o tempo pareceu parar e ir bem mais devagar. Ela ficou de costas, e ali estava, minha obsessão: a bunda dela. A legging destacava tudo, redonda, grande, empinada, e ainda separava as nádegas. Era uma loucura, eu já queria apertar e pegar. Ela terminou de girar e falou:
— Pronto?
— Queria mais — e a gente riu de novo — Vamos? — perguntei.
— Pra onde? — ela disse.
— Pro hotel, falei na recepção e não tem problema, desde que a gente não passe das duas da tarde.
— Ok — e a gente seguiu pro hotel. Chegamos rapidinho, tava a meio quarteirão. Entramos, e Mariana... Olho sorrindo de forma cúmplice.
Fomos até o elevador, quando chega no térreo a gente entra e, enquanto fechava, ouvimos:
— Para, para — e a gente segurou abrindo a porta. Era o casal de jovens que tava no refeitório — Muito obrigado — ele me fala, com um sotaque centro-americano ou coisa assim.
— De nada — respondo.
— Vamos pro terceiro.
— Perfeito — falo — Centro-americano? — pergunto.
— Colombianos — ele responde.
— De férias?
— Sim, uns dias, depois daqui pra Buenos Aires — ele comenta.
— Espero que se divirtam — dou um sorriso pra eles.
— Valeu — ele fala — Sou Radamel e ela é Ana — enquanto aperta minha mão.
— Igual o Falcao — falo.
— Isso — ele responde rindo.
— Meu nome é... e ela é a Romina — apresento a gente enquanto a porta do elevador abre. Chegaram no quarto do lado do meu e, antes de entrar, falo:
— Qualquer coisa tô às ordens, tô no quarto ao lado — apontando pra ele.
— Valeu — escuto e eles somem atrás da porta fechando.
Era um cara alto, bem mais que eu, uns 1,80m, corpo bonito, dava pra ver que malhava, bem vestido, cabelo castanho claro e o rosto era bonitão, quase um modelinho. Ela mais baixa que ele, da minha altura mais ou menos, 1,70m, morena de pele, cabelo cacheado, bem cuidado, caindo além dos ombros, uma carinha de anjo, com lábios finos, um corpo muito harmônico, peitos e bunda normais, mas muito apetitosos, e uma cintura fininha.
A espera acabava. Enquanto colocava a chave na porta e girava pra abrir, sabia que do outro lado tudo ia pegar fogo, nossas conversas iam ficar de lado, as palavras escritas não fariam mais sentido, iam sumir, dando lugar à pele, ao sentir, tocar, cheirar, provar... Ao gozar. Ninguém falava de amor, os dois sabia que, além de nos querer bem e nos curtir pra caralho, o que movia era o desejo, a paixão carnal e aquele instinto animal que todo mundo tem. Ao cruzar aquela porta, a gente ia passar do limite das nossas fantasias mútuas, realizando elas. Girei a tranca. Abri a porta, Romina entrou e eu fui atrás dela, sem tirar os olhos dela. Ela parou na minha frente, eu de costas pra porta, empurrei ela, sentindo o barulho quando fechou. A gente se olhou em silêncio, de novo o tempo pareceu ir em câmera lenta. O frio na barriga, o nervosismo, a ansiedade e a adrenalina estavam no talo. Ela me encarava fixo enquanto esboçava um sorriso, imaginei que ela tava sentindo o mesmo que eu. Caminhei até ela, parei na ponta dos pés dela, peguei ela pela cintura com uma mão e a outra atrás do pescoço dela. Ela apoiou as mãos na minha cintura, o calor era intenso. Um silêncio nos envolveu, só dava pra ouvir nossa respiração ofegante e o coração batendo forte e acelerado. Nossos corpos se atraíam e aquela união tão desejada tava se aproximando...
Continua...
Já fazia um tempinho que a gente "tava conversando", a gente se conheceu pelo Facebook, ela usava o nome dela e eu meu apelido. A gente falava sobre tudo, até nasceu uma certa amizade e, sem dúvida, muita confiança. A gente contava um pro outro sobre o dia a dia, experiências, tristezas, compartilhava alegrias e tristezas, dava opiniões, se consolava em alguns momentos e isso, com certeza, fez com que com o tempo as conversas ficassem mais íntimas, chegando ao nível sexual. Eu contava minhas aventuras e ela as dela, nessas conversas a gente percebeu que tinha muito em comum, gostos iguais, nós dois éramos muito tarados, muito sexuais, a ponto de dizer o que faríamos um com o outro se um dia a gente se visse, o chat pegava fogo, rolava de tudo na nossa imaginação, eu tinha dificuldade de responder ou acompanhar o assunto, ficava a mil e mais de uma vez tinha que chamar alguma amiga com direito e ligava, outras vezes só batia uma até ficar seco, mas sempre pensando nela, minha musa sexual. Com o tempo a gente começou a trocar fotos, ela me mandava fotos bem provocantes, de pose, com os peitos de fora ou de lingerie, nunca totalmente nua... vou descrever elas pra vocês... Romina tem uns 1,60 de altura, cabelo liso preto e olhos pretos, pele branca, a boquinha dela convida pra beijar e muito mais, peitos normais, nem pequenos nem volumosos, com certeza muito bonitos, daqueles que dá vontade de beijar e lamber até doer a boca. Uma barriguinha bonita assim como a cintura, e o que me deixava louco, uma bunda que me fascina, grande, redonda e empinada, ver as fotos de fio dental me deixava a mil, dava vontade de dar tapas, morder e enfiar minha boca ali, eu sonhava com aquela bunda, ela tinha virado minha obsessão e aumentava ainda mais com nossas conversas e as fotos dela.
Assim comecei a procurar quando podia viajar; não falei, sou uruguaio mas atualmente por trabalho moro em Buenos Aires, a Romi mora em Montevidéu. Sem dúvida qualquer um sabe que não é problema viajar de um lado pro outro, mas por questões de trabalho não dava. complicava, e além disso a gente tinha que coordenar com a Romi. Também não falei, mas ela tem namorado, então era mais uma variável pra considerar. Depois de tanto procurar e quebrar a cabeça, finalmente rolou: eu consegui um fim de semana inteiro livre e o namorado dela ia pro interior, sei lá pra que caralho, o que realmente não me importava nada.
Peguei o navio na sexta à meia-noite, tinha conseguido um pacote com hotel incluído. Cheguei em Colônia e de lá peguei o ônibus da companhia do navio até Tres Cruces, a rodoviária de Montevidéu. Cheguei umas 6h da manhã, de lá peguei um táxi pro hotel, não era longe, bem central. Chegamos em 15 minutos, fui fazer o check-in e fui atendido por uma moça na recepção, muito gostosa, loira, carinha de menina e uns peitos impressionantes, que ela mostrava no decote do uniforme que usava. Era difícil não olhar, é um problema que acho que todos os homens têm, ou pelo menos a maioria. Ela percebeu e ficou sorrindo, imagino que acostumada a isso e pelo visto não se importava. (Só pra deixar claro, não sou o Brad Pitt nem um galã, sou um cara normal, mas não sei por que sempre tive sorte com as mulheres, acho que meu jeito de ser conseguia isso). Depois de me registrar, ela se levantou e me entregou a chave, aí pude ver o corpo inteiro dela, dava vontade de aproveitar cada pedaço. Tinha pouco menos de 1,70, usava uma saia que mostrava uma bundinha pequena, mas redondinha, a clássica bunda, muito linda. Demorou um instante pra achar a chave. Ela se virou e disse:
— Sou a Mariana, fico até as 14h. Se precisar de algo, é só pegar o telefone do quarto e discar 1.
Eu olhei nos olhos dela, cor de mel, olhei pro decote, não conseguia evitar, como um reflexo, voltei pros olhos dela, sorri e falei:
— Obrigado, Mariana. Se precisar de algo, com certeza vou ligar. Você é muito gentil, um verdadeiro prazer.
E ela me deu um sorriso.
— Ah, o café da manhã é das 7h às 11h, o salão é por ali — apontando pra uma porta grande.
— Muito obrigado de novo.
Eu me Fui pro quarto, era no terceiro andar, entrei, não era nada demais, bem normal, cama de casal, um criado-mudo de cada lado com seus respectivos abajures, uma TV de 21 polegadas, um guarda-roupa, uma janelona que iluminava o quarto inteiro com a cortina aberta, um sofá num canto e uma mesinha com duas cadeiras de madeira; o banheiro era bom, com todos os itens e o mais importante um chuveirão, essencial.
Deitei um pouco na cama, passando os canais sem olhar pra nada, só esperando as horas passarem, perto das 8:30, separei roupa e tomei um banho, terminei, me vesti e desci pra tomar café, passei pela recepção, a Mariana tava lá e trocamos um sorriso.
— Bom apetite — ela falou
— Valeu, Mariana — respondi e entrei no salão. Tinha umas 15 mesas com 4 cadeiras cada, naquela hora quase não tinha ninguém, um casal de velhinhos e outro de jovens, os dois cumprimentaram minha chegada numa boa, tomei um café leve e enquanto isso mexia no Facebook no celular, esperando a mensagem tão esperada da Romina, umas 9:30 chegou.
"Oi meu amor <3, chegou bem?"
"Sim, já tô no hotel, louco pra te ver :-)"
"Ok, daqui a 1 hora tô na esquina do hotel, a gente se vê lá"
"Fechou, não demora"
"Beijinhos, lindo... Tô nervosa"
"Eu também". Era verdade, tava nervoso, mas também ansioso, adrenalina, tesão e sem dúvida uma puta vontade.
Fui até a recepção e perguntei pra Mariana.
— Desculpa, mas teria problema se alguém vier me visitar no hotel?
— Na verdade, se não estiver hospedado não pode, mas como tá tranquilo e se for embora antes do meu turno acabar, comigo não tem problema.
— Cê é foda, uma gênia — falei
— Tô aqui pro que você precisar — respondeu sorrindo — É familiar ou amigo? — perguntou.
— Na verdade é uma amiga — e não consegui evitar uma risada safada.
— Mmmm, tá bom — e sorriu igual a mim — se diverte — piscando um olho.
Saí do hotel e fui até a esquina combinada. Tava um dia lindo, ensolarado, a temperatura era agradável, dava pra ficar de boa só com uma camiseta fina. O trânsito tava leve, era sábado de manhã, e eu não tava numa avenida principal, então isso ajudava ainda mais. Mas quem conhece Mvdeo. sabe que é uma cidade bem tranquila.
Devo ter esperado uns 20 minutos, e aí vi ela virando a esquina a um quarteirão de distância. Aquele frio na barriga aumentou, e parecia que tudo tava em câmera lenta. Foi uma eternidade, eu via o jeito dela andar, se aproximando de mim. Ela vinha com uma legging preta que abraçava o corpo dela, destacando as curvas do quadril, uma camiseta vermelha sem manga que também marcava tudo, óculos escuros, e desde que me viu, com um sorriso lindo. O tempo pareceu não passar, foram vários minutos na minha cabeça, mas foi só um quarteirão até ela chegar do meu lado. Minhas mãos suavam. A voz dela me tirou do transe.
— Oi, como cê tá? — ela disse, me dando um beijo na bochecha. Era óbvio que a gente não ia se beijar na rua, vontade não faltava, mas nunca se sabe quem pode ver.
— Bem, e você? — respondi enquanto dava uma olhada no corpo dela, ela era realmente uma gostosa.
— Bem.
— Você é ainda mais gostosa pessoalmente — falei, sem parar de admirar.
— Valeu, você também — ela respondeu.
— Não precisa mentir pra mim — e a gente riu junto — Dá uma voltinha? — pedi, fazendo o gesto com a mão.
— Hummm, tá bom — ela disse, começando a girar. De novo, o tempo pareceu parar e ir bem mais devagar. Ela ficou de costas, e ali estava, minha obsessão: a bunda dela. A legging destacava tudo, redonda, grande, empinada, e ainda separava as nádegas. Era uma loucura, eu já queria apertar e pegar. Ela terminou de girar e falou:
— Pronto?
— Queria mais — e a gente riu de novo — Vamos? — perguntei.
— Pra onde? — ela disse.
— Pro hotel, falei na recepção e não tem problema, desde que a gente não passe das duas da tarde.
— Ok — e a gente seguiu pro hotel. Chegamos rapidinho, tava a meio quarteirão. Entramos, e Mariana... Olho sorrindo de forma cúmplice.
Fomos até o elevador, quando chega no térreo a gente entra e, enquanto fechava, ouvimos:
— Para, para — e a gente segurou abrindo a porta. Era o casal de jovens que tava no refeitório — Muito obrigado — ele me fala, com um sotaque centro-americano ou coisa assim.
— De nada — respondo.
— Vamos pro terceiro.
— Perfeito — falo — Centro-americano? — pergunto.
— Colombianos — ele responde.
— De férias?
— Sim, uns dias, depois daqui pra Buenos Aires — ele comenta.
— Espero que se divirtam — dou um sorriso pra eles.
— Valeu — ele fala — Sou Radamel e ela é Ana — enquanto aperta minha mão.
— Igual o Falcao — falo.
— Isso — ele responde rindo.
— Meu nome é... e ela é a Romina — apresento a gente enquanto a porta do elevador abre. Chegaram no quarto do lado do meu e, antes de entrar, falo:
— Qualquer coisa tô às ordens, tô no quarto ao lado — apontando pra ele.
— Valeu — escuto e eles somem atrás da porta fechando.
Era um cara alto, bem mais que eu, uns 1,80m, corpo bonito, dava pra ver que malhava, bem vestido, cabelo castanho claro e o rosto era bonitão, quase um modelinho. Ela mais baixa que ele, da minha altura mais ou menos, 1,70m, morena de pele, cabelo cacheado, bem cuidado, caindo além dos ombros, uma carinha de anjo, com lábios finos, um corpo muito harmônico, peitos e bunda normais, mas muito apetitosos, e uma cintura fininha.
A espera acabava. Enquanto colocava a chave na porta e girava pra abrir, sabia que do outro lado tudo ia pegar fogo, nossas conversas iam ficar de lado, as palavras escritas não fariam mais sentido, iam sumir, dando lugar à pele, ao sentir, tocar, cheirar, provar... Ao gozar. Ninguém falava de amor, os dois sabia que, além de nos querer bem e nos curtir pra caralho, o que movia era o desejo, a paixão carnal e aquele instinto animal que todo mundo tem. Ao cruzar aquela porta, a gente ia passar do limite das nossas fantasias mútuas, realizando elas. Girei a tranca. Abri a porta, Romina entrou e eu fui atrás dela, sem tirar os olhos dela. Ela parou na minha frente, eu de costas pra porta, empurrei ela, sentindo o barulho quando fechou. A gente se olhou em silêncio, de novo o tempo pareceu ir em câmera lenta. O frio na barriga, o nervosismo, a ansiedade e a adrenalina estavam no talo. Ela me encarava fixo enquanto esboçava um sorriso, imaginei que ela tava sentindo o mesmo que eu. Caminhei até ela, parei na ponta dos pés dela, peguei ela pela cintura com uma mão e a outra atrás do pescoço dela. Ela apoiou as mãos na minha cintura, o calor era intenso. Um silêncio nos envolveu, só dava pra ouvir nossa respiração ofegante e o coração batendo forte e acelerado. Nossos corpos se atraíam e aquela união tão desejada tava se aproximando...
Continua...
2 comentários - Fantasias com a Romina... (parte 1)