Estávamos um por cima do outro, formando um 69 delicioso, eu em cima chupando gulosamente aquela porção soberba de chocolate em barra que parecia derreter no meu paladar, enchendo minha boca com cada pedaço, saboreando, mastigando, entupindo minha garganta com carne preta e venosa. Ele embaixo, me mordendo, me chupando toda por dentro, esticando meus lábios com os dentes, sugando meu clitóris como se quisesse deixá-lo seco. Não achava que fosse possível, mas parecia que ele estava bem maior do que na primeira vez.
Desde aquele primeiro encontro já tinha passado mais de uma semana, a gente tinha se falado umas duas vezes, sempre mencionando a possibilidade de se ver de novo. Ele dizia que as portas do apartamento dele estavam sempre abertas pra mim (eu dizia a mesma coisa, que minha pussy estava sempre aberta pra ele... haha), que eu podia ir quando quisesse, mas já tinha ido no apê dele. O que eu queria agora era ir pra um hotel com ele, e não escondida na caminhonete 4x4 dele de vidros escuros e placa diplomática. Queria entrar pela porta de pedestres, andando, que me vissem entrar num hotel com um negão de braço dado, que vissem na minha cara a fome de morcela que eu tô.
Fomos pro mesmo motel do meu aniversário, aquele que eu frequentava com meu marido quando a gente namorava, o Rampa Car da Ravignani com Córdoba. Deixamos a caminhonete numa esquina e entramos pela entrada de pedestres, exatamente como eu queria.
As pessoas que nos viam olhavam duas vezes, e até três, haha. Até cruzamos com um casal na recepção e eu achava que adivinhava o que pensavam: "O que essa baba come!".
Sim, eu pensava, eu como ele, mastigo, babo, devoro tudo, tudo, tudo. Mais de uma que me cruzava com certeza me invejava.
Mal fechamos a porta da suíte, nos envolvemos num abraço intenso e emocionante. Me sentir rodeada pelos braços dele, colada no peito dele, me dava um formigamento impossível de ignorar. Eu me molhava só de pensar no que aquele O cara que ele carregava entre as pernas, o que muito em breve eu mesma carregaria dentro de mim. Já contei que ele tem quase dois metros, eu subia na cama pra beijar ele, e mesmo assim ele era praticamente uma cabeça mais alto que eu. Era enorme, gigante, uma montanha de pura energia e virilidade.
Enquanto eu curtia os lábios dele, a língua, o hálito quente, sentia as mãos dele deslizando por toda a minha retaguarda, com uma só ele já cobria todos os meus encantos traseiros, mas ele usava as duas, apertando, pressionando, me fazendo saber que podia me desintegrar com um apertão mínimo se quisesse. Entre beijos e carícias, fomos nos despindo, nos curtindo um ao outro.
– Hummm... que gostosuras! – exclamou ele ao ver meus peitos nus.
Dos meus lábios, ele desceu pra eles e chupou com gana, eu já tava com os bicos duros há um tempão, mas parece que endureceram ainda mais ao sentir a voracidade com que ele me devorava.
Quando não sobrou nenhuma peça de roupa, me rendi à magnificência escura que se erguia na minha frente. De joelhos na cama, esfregando o pau dele com as duas mãos, perguntei com um sorriso entre safado e tarado.
– É impressão minha ou ele cresceu desde a última vez?
– É por sua causa que ele fica assim, só por sua causa.
Sem tirar os olhos dele, passei a língua de cima a baixo, me deliciando com aquele gosto único e marcante, subindo e descendo, subindo e descendo, como se lamber aquela pica colossal fosse questão de sobrevivência. Chegando na ponta, engulo até onde cabe, que não é muito, um pouco menos da metade, mas mesmo assim já dá.
– Adoro chupar seu pau – falo numa pausa pra respirar, pegando ar só pra voltar a chupar com muito mais gosto ainda.
– E eu adoro quando você chupa – ele diz, segurando os gemidos que meu boquete provoca.
Enfio na boca até as amígdalas, bem fundo, fazendo um "garganta profunda" que arranca uns suspiros emocionados dele.
– Ahhh... isso... assim... ahhh...! – ele exclama entre gemidos calmos e excitados, se entregando pra mim. até o último pedaço dessa virilidade suprema.
- Mmm... ahhh... mmm... ahhhh...! - eu como e como de novo, deslizando até minha garganta, indo e vindo, enchendo minha boca com esse excesso de testosterona que se desfaz no meu paladar para se misturar com minha própria saliva.
Junto o fluido dos dois num gole e cuspo sobre a pica do africano, espalhando essa baba e líquido pré-seminal por todo o contorno dela, envolvendo-a numa espécie de melaço que depois eu saboreio com intensa fruição. Mmmm... uma delícia!
Com uma mão, empurro a pica dele para cima, colando na barriga dele, e acaricio os ovos, coço, chupo, até enfio na boca pra sentir ainda mais nitidamente essa ebulição vulcânica.
A devolução de gentilezas da parte dele é digna de um relato à parte, mas pra não me alongar demais, vou dizer que ele até chupou meu cu. Sim, me deitando de costas na cama, empurrou meus joelhos contra meu peito, deixando minha bunda bem exposta, e depois de uma boa lambida na buceta, pegou meu cu com a língua. Enfiava bem fundo e lambia tudo ao redor, abrindo bem as bandas da raba com as mãos enormes dele. Deixou meu buraco todo babado, aí se levantou em armas e, sem camisinha nem lubrificante, apoiou a cabeça na entrada...
Meu Deus... aquilo era impressionante!
Uma coisa é sentir, outra bem diferente é ver ao vivo e a cores como ele vai metendo, palmo a palmo, te abrindo, rasgando, rompendo tudo que encontra pelo caminho, ver aquela mole imensa de carne entrando, preenchendo até o último cantinho com sua dureza e vigor... e sem enfiar tudo ainda. A maior parte ficava pra fora, mas com o que ele enfiava (a cabeça e um pouco mais), já era o suficiente pra tampar bem meu cu. Flexionando as pernas, subia e descia, deslizando aquele pedaço (o que entrava) por todo meu reto, me fazendo sentir cada vez que chegava no fundo, que com um Mais um empurrão e ele estouraria meu útero na base da pica. O que é melhor que isso?
De vez em quando, ele cuspia na área de fricção, pra as partes fluírem num ritmo melhor, eu também cuspia na mão e molhava meu clitóris com minha própria saliva, esfregando com força, balançando em sincronia com as picaças certeiras que o AwekonoseiLá me acertava uma atrás da outra. Aí ele tira do meu cu, abre minhas pernas e parte pra cima da minha pussy, que já espera molhada e ansiosa, com mais fome de linguiça do que nunca. É incrível como eu me molho, uma fonte caramelada e grossa escorre entre minhas pernas, molhando o sexo dele e o meu, nos afogando na nossa própria luxúria.
Nunca tinha gostado tanto de chocolate... duro, quente, tentador, eu sentia escorrendo por todo meu interior e me surpreendia de conseguir abrigar um pedaço desses, verdade que não entrava tudo, mas o que entrava era mais que suficiente pra me fazer sentir completamente cheia.
Mete e tira o troféu viril dele, falando algo na língua nativa, uma jeringoça totalmente incompreensível, mas que me excitava do mesmo jeito, ouvir ele falar assim comigo, com a cara num ricto feroz e tarado, era parte do tesão. Aí ele deixa enfiado dentro, a parte que entra, sorri maliciosamente e de um puxão me levanta no colo, me segurando contra o corpo dele bem agarrada pela parte de baixo das minhas nádegas. Ele não precisa fazer muita força, digamos, pra ele sou uma pluma, então começa a me empurrar com maldade, enquanto com as mãos me atrai pro corpo dele. Me tem à mercê, me manejando como uma boneca sem vontade própria. Eu grito, gemo, ofego, me espatifando uma e outra vez contra uma parede preta e musculosa que me atravessa sem piedade alguma. Fica um bom tempo me comendo assim de pé, me sacudindo entre os braços dele, me fazendo sentir na pele a insignificância da minha existência, cada batida dos nossos corpos, cada PLAP-PLAP ecoa na minha alma, me embriagando de luxúria e prazer.
Depois de um tempo, ele me deita de novo na cama e, montando em cima de mim, coloca a pica entre meus peitos. Prende aquela barra de carne entre eles e começa a deslizar no meio, pelo túnel que minha carne cheia e pulsante forma. Mesmo sendo peituda, meus peitos não dão conta de envolver tamanha enormidade, a carne preta, venosa, pulsante, sobressai por entre a minha, nívea e aveludada, e cada vez que emerge pontuda e vitoriosa, encontra minha língua, meus lábios, minha boca gulosa e ansiosa, eu chupo, mordo, dou lambidas sensuais aqui e ali, cuspo e chupo de novo, saboreando minha própria saliva misturada com a delícia leitosa que jorra do seu onisciente terceiro olho.
Quando ele me põe de quatro, meu corpo inteiro treme, na verdade eu não me mexo, ele me manobra como quer, como se eu não tivesse vontade própria, me joga como uma puta no cio na cama e se posiciona atrás de mim... sinto a cabeça da pica tateando a entrada do meu santuário amoroso. Ele me agarra pela cintura e vai enfiando devagar, mesmo sendo a segunda vez que estamos juntos, ainda sinto que ele me rasga, que me atravessa toda com essa ferramenta de prazer que ele manuseia com tanta habilidade e desenvoltura. Ele deixa ela dentro por um instante, sem se mexer, deixando minha buceta se adaptar ao volume, e então começa a se mover, pra dentro e pra fora, enfiando um pouco mais a cada estocada, entrando e saindo com a força de um orangotango, fazendo lágrimas escorrerem cada vez que ele chega no fundo. Não é que doa, já tínhamos superado isso, mas quando ele enfia tudo, sinto como se empurrasse tudo mais pra dentro, útero, matriz, bexiga, o que me dá uma sensação de estouro que só consigo canalizar através das lágrimas.
Não sei quanto tempo ele me comeu assim de quatro, o tempo que fosse era pouco pra mim, queria mais, sempre quero mais, mas com Awekonosei o quê "mais". Isso se traduz em muito, muito mais. Quando ele tirou de dentro de mim, me dando uma breve trégua, me virei e fiquei de frente para ele, de pernas abertas, os peitos transbordando. Ele colocou de novo entre meus lábios e me penetrou suave, delicadamente, fluindo através de mim, indo se aninhar no fundo da minha intimidade.
— Ahhhhhhhhhh...! — gemi ao tê-lo dentro de mim, me enchendo, transbordando, colapsando minha carne com a carne dele.
Com uma mão, segurei sua nuca e o puxei para mim, para beijá-lo, me perdendo nos lábios dele, enquanto com a outra agarrava sua bunda e o empurrava contra meu corpo, me sentindo cada vez mais cheia, mais fodida, mais arrombada.
— Me fode... me fode...! — pedia entre suspiros, mesmo sem precisar, porque logo ele, por conta própria, começou aquele delicioso vai e vem que parecia chegar até minha garganta.
Eu olhava pra baixo e via aquela imensa escuridão entrando até nos meus pelos, entrando e saindo, deslizando com a maior fluidez, arrastando uma substância branca e pegajosa que parecia sair de dentro de mim e que molhava nós dois por igual.
Às vezes, Awekonoseiquelá podia ser suave, carinhoso, até romântico, mas quando o tesão tomava conta, ele ficava furioso, aguerrido, impetuoso. Minha buceta já tinha se acostumado com aquelas investidas, que eu esperava com muita ansiedade, porque era o que eu mais gostava: que me comesse igual a um animal, como se eu não tivesse fundo, que sacudisse minhas pernas como se fosse arrancá-las do corpo e fazê-las voar pelos ares de tanto me foder.
Uma última estocada e ele ficou lá dentro, eu podia sentir os tremores antes do jorro, aquela força contida prestes a explodir, as veias inchando ao máximo, a carne tensa e pulsando, os suspiros aumentando e então, sim... a porra escorrendo como se aquele fosse o leito natural dela, a essência natural do homem se misturando com a minha, formando uma única torrente indissolúvel, caudalosa, viva, latente. A própria essência da vida queimando entre minhas pernas. Eu tinha pedido no momento de maior excitação:
– Quero que você goze dentro de mim... quero sentir você, ter você sempre comigo –
Ele não recusou, e ali estava derramando sua semente dentro de mim, regando minhas entranhas com uma descarga tão violenta e efusiva que senti o impacto. Fiquei como desmaiada, gozando com ele, me misturando com ele, "morrendo" com ele, tremendo, desfalecendo a cada bombeada.
Abracei ele, beijei ele, devorei a boca dele, os lábios dele, a língua dele, teria devorado o pau dele se não estivesse enterrado na minha pussy, me enchendo de cum até morrer.
Ficamos um bom tempo deitados na cama, ele sobre mim, dentro de mim, suspirando um para o outro, nos liquefazendo um dentro do outro, deixando o prazer virar carne nos nossos corpos.
Quando me levantei, ajudada pelos braços fortes dele, o sêmen do Awekonoseiquanto escorria entre minhas coxas, morno, grosso, carregado de testosterona. Tomamos banho juntos, sem parar de nos beijar nem nos acariciar, parecíamos magnetizados um pelo outro, nos percorrendo, nos apalpando, nos chupando.
Saímos juntos do Rampa Car, de mãos dadas, caminhamos até onde eu tinha deixado a caminhonete com placa diplomática e subimos. Ele me deixou a uma distância prudente da minha casa, de lá peguei um táxi e voltei para o aconchego do lar. Minha sogra (divina!) tinha passado para buscar o Ro na creche e já estava banhado e alimentado. Daqui a pouco chega meu marido. Num piscar de olhos preparo um macarrão com um molho de sachê e jantamos os três juntos. Enquanto falamos dos acontecimentos do dia e das atividades de cada um, não consigo evitar relembrar meu encontro com o Awekonoseiquanto, sentindo ainda a semente dele dentro de mim, alojada em algum lugar destinado só para ele.
Não é a primeira vez que isso me acontece, essa coisa de me apaixonar por alguém com quem eu só deveria pensar em transar. Penso no meu tio Carlos, no Bruno, no Vicente, e agora no Awekonoseiquanto. Até quando? Não sei, pelo menos até que possa me satisfazer, depois Deus que sabe.
Desde aquele primeiro encontro já tinha passado mais de uma semana, a gente tinha se falado umas duas vezes, sempre mencionando a possibilidade de se ver de novo. Ele dizia que as portas do apartamento dele estavam sempre abertas pra mim (eu dizia a mesma coisa, que minha pussy estava sempre aberta pra ele... haha), que eu podia ir quando quisesse, mas já tinha ido no apê dele. O que eu queria agora era ir pra um hotel com ele, e não escondida na caminhonete 4x4 dele de vidros escuros e placa diplomática. Queria entrar pela porta de pedestres, andando, que me vissem entrar num hotel com um negão de braço dado, que vissem na minha cara a fome de morcela que eu tô.
Fomos pro mesmo motel do meu aniversário, aquele que eu frequentava com meu marido quando a gente namorava, o Rampa Car da Ravignani com Córdoba. Deixamos a caminhonete numa esquina e entramos pela entrada de pedestres, exatamente como eu queria.
As pessoas que nos viam olhavam duas vezes, e até três, haha. Até cruzamos com um casal na recepção e eu achava que adivinhava o que pensavam: "O que essa baba come!".
Sim, eu pensava, eu como ele, mastigo, babo, devoro tudo, tudo, tudo. Mais de uma que me cruzava com certeza me invejava.
Mal fechamos a porta da suíte, nos envolvemos num abraço intenso e emocionante. Me sentir rodeada pelos braços dele, colada no peito dele, me dava um formigamento impossível de ignorar. Eu me molhava só de pensar no que aquele O cara que ele carregava entre as pernas, o que muito em breve eu mesma carregaria dentro de mim. Já contei que ele tem quase dois metros, eu subia na cama pra beijar ele, e mesmo assim ele era praticamente uma cabeça mais alto que eu. Era enorme, gigante, uma montanha de pura energia e virilidade.
Enquanto eu curtia os lábios dele, a língua, o hálito quente, sentia as mãos dele deslizando por toda a minha retaguarda, com uma só ele já cobria todos os meus encantos traseiros, mas ele usava as duas, apertando, pressionando, me fazendo saber que podia me desintegrar com um apertão mínimo se quisesse. Entre beijos e carícias, fomos nos despindo, nos curtindo um ao outro.
– Hummm... que gostosuras! – exclamou ele ao ver meus peitos nus.
Dos meus lábios, ele desceu pra eles e chupou com gana, eu já tava com os bicos duros há um tempão, mas parece que endureceram ainda mais ao sentir a voracidade com que ele me devorava.
Quando não sobrou nenhuma peça de roupa, me rendi à magnificência escura que se erguia na minha frente. De joelhos na cama, esfregando o pau dele com as duas mãos, perguntei com um sorriso entre safado e tarado.
– É impressão minha ou ele cresceu desde a última vez?
– É por sua causa que ele fica assim, só por sua causa.
Sem tirar os olhos dele, passei a língua de cima a baixo, me deliciando com aquele gosto único e marcante, subindo e descendo, subindo e descendo, como se lamber aquela pica colossal fosse questão de sobrevivência. Chegando na ponta, engulo até onde cabe, que não é muito, um pouco menos da metade, mas mesmo assim já dá.
– Adoro chupar seu pau – falo numa pausa pra respirar, pegando ar só pra voltar a chupar com muito mais gosto ainda.
– E eu adoro quando você chupa – ele diz, segurando os gemidos que meu boquete provoca.
Enfio na boca até as amígdalas, bem fundo, fazendo um "garganta profunda" que arranca uns suspiros emocionados dele.
– Ahhh... isso... assim... ahhh...! – ele exclama entre gemidos calmos e excitados, se entregando pra mim. até o último pedaço dessa virilidade suprema.
- Mmm... ahhh... mmm... ahhhh...! - eu como e como de novo, deslizando até minha garganta, indo e vindo, enchendo minha boca com esse excesso de testosterona que se desfaz no meu paladar para se misturar com minha própria saliva.
Junto o fluido dos dois num gole e cuspo sobre a pica do africano, espalhando essa baba e líquido pré-seminal por todo o contorno dela, envolvendo-a numa espécie de melaço que depois eu saboreio com intensa fruição. Mmmm... uma delícia!
Com uma mão, empurro a pica dele para cima, colando na barriga dele, e acaricio os ovos, coço, chupo, até enfio na boca pra sentir ainda mais nitidamente essa ebulição vulcânica.
A devolução de gentilezas da parte dele é digna de um relato à parte, mas pra não me alongar demais, vou dizer que ele até chupou meu cu. Sim, me deitando de costas na cama, empurrou meus joelhos contra meu peito, deixando minha bunda bem exposta, e depois de uma boa lambida na buceta, pegou meu cu com a língua. Enfiava bem fundo e lambia tudo ao redor, abrindo bem as bandas da raba com as mãos enormes dele. Deixou meu buraco todo babado, aí se levantou em armas e, sem camisinha nem lubrificante, apoiou a cabeça na entrada...
Meu Deus... aquilo era impressionante!
Uma coisa é sentir, outra bem diferente é ver ao vivo e a cores como ele vai metendo, palmo a palmo, te abrindo, rasgando, rompendo tudo que encontra pelo caminho, ver aquela mole imensa de carne entrando, preenchendo até o último cantinho com sua dureza e vigor... e sem enfiar tudo ainda. A maior parte ficava pra fora, mas com o que ele enfiava (a cabeça e um pouco mais), já era o suficiente pra tampar bem meu cu. Flexionando as pernas, subia e descia, deslizando aquele pedaço (o que entrava) por todo meu reto, me fazendo sentir cada vez que chegava no fundo, que com um Mais um empurrão e ele estouraria meu útero na base da pica. O que é melhor que isso?
De vez em quando, ele cuspia na área de fricção, pra as partes fluírem num ritmo melhor, eu também cuspia na mão e molhava meu clitóris com minha própria saliva, esfregando com força, balançando em sincronia com as picaças certeiras que o AwekonoseiLá me acertava uma atrás da outra. Aí ele tira do meu cu, abre minhas pernas e parte pra cima da minha pussy, que já espera molhada e ansiosa, com mais fome de linguiça do que nunca. É incrível como eu me molho, uma fonte caramelada e grossa escorre entre minhas pernas, molhando o sexo dele e o meu, nos afogando na nossa própria luxúria.
Nunca tinha gostado tanto de chocolate... duro, quente, tentador, eu sentia escorrendo por todo meu interior e me surpreendia de conseguir abrigar um pedaço desses, verdade que não entrava tudo, mas o que entrava era mais que suficiente pra me fazer sentir completamente cheia.
Mete e tira o troféu viril dele, falando algo na língua nativa, uma jeringoça totalmente incompreensível, mas que me excitava do mesmo jeito, ouvir ele falar assim comigo, com a cara num ricto feroz e tarado, era parte do tesão. Aí ele deixa enfiado dentro, a parte que entra, sorri maliciosamente e de um puxão me levanta no colo, me segurando contra o corpo dele bem agarrada pela parte de baixo das minhas nádegas. Ele não precisa fazer muita força, digamos, pra ele sou uma pluma, então começa a me empurrar com maldade, enquanto com as mãos me atrai pro corpo dele. Me tem à mercê, me manejando como uma boneca sem vontade própria. Eu grito, gemo, ofego, me espatifando uma e outra vez contra uma parede preta e musculosa que me atravessa sem piedade alguma. Fica um bom tempo me comendo assim de pé, me sacudindo entre os braços dele, me fazendo sentir na pele a insignificância da minha existência, cada batida dos nossos corpos, cada PLAP-PLAP ecoa na minha alma, me embriagando de luxúria e prazer.
Depois de um tempo, ele me deita de novo na cama e, montando em cima de mim, coloca a pica entre meus peitos. Prende aquela barra de carne entre eles e começa a deslizar no meio, pelo túnel que minha carne cheia e pulsante forma. Mesmo sendo peituda, meus peitos não dão conta de envolver tamanha enormidade, a carne preta, venosa, pulsante, sobressai por entre a minha, nívea e aveludada, e cada vez que emerge pontuda e vitoriosa, encontra minha língua, meus lábios, minha boca gulosa e ansiosa, eu chupo, mordo, dou lambidas sensuais aqui e ali, cuspo e chupo de novo, saboreando minha própria saliva misturada com a delícia leitosa que jorra do seu onisciente terceiro olho.
Quando ele me põe de quatro, meu corpo inteiro treme, na verdade eu não me mexo, ele me manobra como quer, como se eu não tivesse vontade própria, me joga como uma puta no cio na cama e se posiciona atrás de mim... sinto a cabeça da pica tateando a entrada do meu santuário amoroso. Ele me agarra pela cintura e vai enfiando devagar, mesmo sendo a segunda vez que estamos juntos, ainda sinto que ele me rasga, que me atravessa toda com essa ferramenta de prazer que ele manuseia com tanta habilidade e desenvoltura. Ele deixa ela dentro por um instante, sem se mexer, deixando minha buceta se adaptar ao volume, e então começa a se mover, pra dentro e pra fora, enfiando um pouco mais a cada estocada, entrando e saindo com a força de um orangotango, fazendo lágrimas escorrerem cada vez que ele chega no fundo. Não é que doa, já tínhamos superado isso, mas quando ele enfia tudo, sinto como se empurrasse tudo mais pra dentro, útero, matriz, bexiga, o que me dá uma sensação de estouro que só consigo canalizar através das lágrimas.
Não sei quanto tempo ele me comeu assim de quatro, o tempo que fosse era pouco pra mim, queria mais, sempre quero mais, mas com Awekonosei o quê "mais". Isso se traduz em muito, muito mais. Quando ele tirou de dentro de mim, me dando uma breve trégua, me virei e fiquei de frente para ele, de pernas abertas, os peitos transbordando. Ele colocou de novo entre meus lábios e me penetrou suave, delicadamente, fluindo através de mim, indo se aninhar no fundo da minha intimidade.
— Ahhhhhhhhhh...! — gemi ao tê-lo dentro de mim, me enchendo, transbordando, colapsando minha carne com a carne dele.
Com uma mão, segurei sua nuca e o puxei para mim, para beijá-lo, me perdendo nos lábios dele, enquanto com a outra agarrava sua bunda e o empurrava contra meu corpo, me sentindo cada vez mais cheia, mais fodida, mais arrombada.
— Me fode... me fode...! — pedia entre suspiros, mesmo sem precisar, porque logo ele, por conta própria, começou aquele delicioso vai e vem que parecia chegar até minha garganta.
Eu olhava pra baixo e via aquela imensa escuridão entrando até nos meus pelos, entrando e saindo, deslizando com a maior fluidez, arrastando uma substância branca e pegajosa que parecia sair de dentro de mim e que molhava nós dois por igual.
Às vezes, Awekonoseiquelá podia ser suave, carinhoso, até romântico, mas quando o tesão tomava conta, ele ficava furioso, aguerrido, impetuoso. Minha buceta já tinha se acostumado com aquelas investidas, que eu esperava com muita ansiedade, porque era o que eu mais gostava: que me comesse igual a um animal, como se eu não tivesse fundo, que sacudisse minhas pernas como se fosse arrancá-las do corpo e fazê-las voar pelos ares de tanto me foder.
Uma última estocada e ele ficou lá dentro, eu podia sentir os tremores antes do jorro, aquela força contida prestes a explodir, as veias inchando ao máximo, a carne tensa e pulsando, os suspiros aumentando e então, sim... a porra escorrendo como se aquele fosse o leito natural dela, a essência natural do homem se misturando com a minha, formando uma única torrente indissolúvel, caudalosa, viva, latente. A própria essência da vida queimando entre minhas pernas. Eu tinha pedido no momento de maior excitação:
– Quero que você goze dentro de mim... quero sentir você, ter você sempre comigo –
Ele não recusou, e ali estava derramando sua semente dentro de mim, regando minhas entranhas com uma descarga tão violenta e efusiva que senti o impacto. Fiquei como desmaiada, gozando com ele, me misturando com ele, "morrendo" com ele, tremendo, desfalecendo a cada bombeada.
Abracei ele, beijei ele, devorei a boca dele, os lábios dele, a língua dele, teria devorado o pau dele se não estivesse enterrado na minha pussy, me enchendo de cum até morrer.
Ficamos um bom tempo deitados na cama, ele sobre mim, dentro de mim, suspirando um para o outro, nos liquefazendo um dentro do outro, deixando o prazer virar carne nos nossos corpos.
Quando me levantei, ajudada pelos braços fortes dele, o sêmen do Awekonoseiquanto escorria entre minhas coxas, morno, grosso, carregado de testosterona. Tomamos banho juntos, sem parar de nos beijar nem nos acariciar, parecíamos magnetizados um pelo outro, nos percorrendo, nos apalpando, nos chupando.
Saímos juntos do Rampa Car, de mãos dadas, caminhamos até onde eu tinha deixado a caminhonete com placa diplomática e subimos. Ele me deixou a uma distância prudente da minha casa, de lá peguei um táxi e voltei para o aconchego do lar. Minha sogra (divina!) tinha passado para buscar o Ro na creche e já estava banhado e alimentado. Daqui a pouco chega meu marido. Num piscar de olhos preparo um macarrão com um molho de sachê e jantamos os três juntos. Enquanto falamos dos acontecimentos do dia e das atividades de cada um, não consigo evitar relembrar meu encontro com o Awekonoseiquanto, sentindo ainda a semente dele dentro de mim, alojada em algum lugar destinado só para ele.
Não é a primeira vez que isso me acontece, essa coisa de me apaixonar por alguém com quem eu só deveria pensar em transar. Penso no meu tio Carlos, no Bruno, no Vicente, e agora no Awekonoseiquanto. Até quando? Não sei, pelo menos até que possa me satisfazer, depois Deus que sabe.
20 comentários - Ébano e Marfim (3ª Parte)
van puntos
Muuuy caliente!!
Me encanto!
Gracias por compartir
Adoro tus relatos!
Feliz cumpleaños!
Besos
sos lo mas marita, segui por favor
Frases como: "Cogeme...cogeme, le pedía entre suspiros" y "Quiero que me acabes dentro...quiero sentirte, tenerte siempre conmigo", me vuelven loco de la calentura linda-
Eres una extraordinaria narradora erótica querida, sin duda LA MEJOR!!
Y a la espera ansioso del próximo relato mi niña...Besos!! +10
¿que significa aterciopelado? Lo usas mucho en: "ébano y marfil".