Essa semana foi só sexo puro, Daiana e eu vivíamos no fogo, Gime foi nossa vítima, era só transar toda noite e meter nas duas por todos os lados.
Na quinta à noite levamos a Gime pra casa dela, na sexta ela tinha uma festa e não queria perder, voltamos pra casa e jantamos tranquilos, entre nós se formou um vínculo mais forte do que o que tínhamos, essa noite transamos devagar, com carinho, Dai é uma mina muito doce, ela me encheu de beijos e lambeu meu peito, eu fico louco quando chupam meus mamilos, ela adora me ver assim e a língua dela é fenomenal, fizemos um 69 lindo, ela tem mel entre as pernas, penetrei devagar, aproveitando a buceta divina dela, ela deitada, me beijando sem parar, gemendo como um anjo, me deu uns orgasmos deliciosos, eu joguei toda minha porra nos peitos lindos dela.
Deitados, pelados, conversamos até tarde, desde a primeira vez que transamos ela dorme comigo, me fez muitas perguntas sobre a mãe dela, sobre a vida sexual que tínhamos, intensa por si só, sobre como nos conhecemos, contei que na primeira noite que nos vimos já tínhamos transado (Marcia era tão safada quanto eu), contei todas as nossas aventuras, as que fizemos namorando e casados, assustada ela ouvia eu contar que uma vez, ainda namorando, a gente surtou com dois primos dela, sobre a bissexualidade da Marcia, contei da nossa vibe liberal que continuou depois de casados, de Anchorena, lá conheci Dani, um grande amigo, das fodas que dávamos com casais que íamos conhecendo, os olhões da Dai estavam arregalados quando eu dizia que a mãe dela adorava um hermético (dupla penetração mais uma na boca).
Por sua vez, minha filha confessou os pensamentos e fantasias dela, queria experimentar com dois caras, queria que um cara comesse ela na minha frente.
Ela disse que amava o que a gente fazia, que ficava louca transando comigo e que eu comesse as amigas dela, que há uns anos fantasiava comigo, até me contou que tinha me espionado quando eu dormia ou tomava banho.
Enchi ela de carinho de novo naquela noite, fiz uma massagem no corpo inteiro com óleo de bebê, percorri com prazer toda a pele macia e branca dela, que rabo lindo, duro e branco, a cintura que eu conseguia abraçar com minhas mãos, as pernas dos sonhos, colunas de alabastro do cântico dos cânticos, amassei devagar os peitos dela, macios, grandinhos, com uns bicos escuros e durinhos.
Ela virou, ficou de costas, me abraçou, me beijou e me olhou fazendo caretas engraçadas, voltou a ser a menininha.
— Pussy, bota teu negócio duro de novo.
Fiz ela chupar minha rola, que boca deliciosa, eu olhava ela mamar segurando pela nuca, ela chupava com uma mão enquanto com a outra se masturbava devagar, Dai deixou ela dura igual aço, mandei ela ficar de quatro, ela me olhou mandando beijinho, mordendo o lábio, que mina doida.
— Come a neném, pussy, enfia teu negocinho grandão até o fundo.
Penetrei devagar pra ela curtir, fiquei um tempão comendo ela assim, a buceta dela era veludo, ela gozava com aqueles aaahhh aaahhh curtinhos e repetidos que me enlouquecem.
Quando tirei, ela me abraçou de novo e depois de me beijar com paixão falou que adorava sentir dentro, coloquei ela por cima de mim e enfiei de novo, ela cavalgou com tesão, gozando de novo, faz uma cara linda quando goza.
Ficamos de conchinha e de novo dentro do anelzinho jovem dela, comi ela abraçado enquanto beijava o pescoço e estimulava o clitóris.
— Vou gozar, pussy, mete forte. — ela falou e eu obedeci ouvindo ela gemer.
Deitei ela e meti, eu já tava louco, ela enrolou as pernas na minha cintura, arranhava minhas costas, gozou gritando igual a puta que era, aproveitando a posição enfiei no cu, ajudado pelos sucos da buceta entrou relativamente fácil, ela gritava pra eu meter mais.
— Arrebenta, papai, arrebenta. — repetia com tesão, eu perfurava forte, beijava ela, olhava os olhos brilhantes dela, cara de puta safada, foi uma foda impressionante, gozei tudo dentro da buceta dela, quando tirei, ela se mexeu pra chupar, deixou ela limpinha.
Me beijou desejando boa noite e dormiu abraçada em mim.
Na quinta à noite levamos a Gime pra casa dela, na sexta ela tinha uma festa e não queria perder, voltamos pra casa e jantamos tranquilos, entre nós se formou um vínculo mais forte do que o que tínhamos, essa noite transamos devagar, com carinho, Dai é uma mina muito doce, ela me encheu de beijos e lambeu meu peito, eu fico louco quando chupam meus mamilos, ela adora me ver assim e a língua dela é fenomenal, fizemos um 69 lindo, ela tem mel entre as pernas, penetrei devagar, aproveitando a buceta divina dela, ela deitada, me beijando sem parar, gemendo como um anjo, me deu uns orgasmos deliciosos, eu joguei toda minha porra nos peitos lindos dela.
Deitados, pelados, conversamos até tarde, desde a primeira vez que transamos ela dorme comigo, me fez muitas perguntas sobre a mãe dela, sobre a vida sexual que tínhamos, intensa por si só, sobre como nos conhecemos, contei que na primeira noite que nos vimos já tínhamos transado (Marcia era tão safada quanto eu), contei todas as nossas aventuras, as que fizemos namorando e casados, assustada ela ouvia eu contar que uma vez, ainda namorando, a gente surtou com dois primos dela, sobre a bissexualidade da Marcia, contei da nossa vibe liberal que continuou depois de casados, de Anchorena, lá conheci Dani, um grande amigo, das fodas que dávamos com casais que íamos conhecendo, os olhões da Dai estavam arregalados quando eu dizia que a mãe dela adorava um hermético (dupla penetração mais uma na boca).
Por sua vez, minha filha confessou os pensamentos e fantasias dela, queria experimentar com dois caras, queria que um cara comesse ela na minha frente.
Ela disse que amava o que a gente fazia, que ficava louca transando comigo e que eu comesse as amigas dela, que há uns anos fantasiava comigo, até me contou que tinha me espionado quando eu dormia ou tomava banho.
Enchi ela de carinho de novo naquela noite, fiz uma massagem no corpo inteiro com óleo de bebê, percorri com prazer toda a pele macia e branca dela, que rabo lindo, duro e branco, a cintura que eu conseguia abraçar com minhas mãos, as pernas dos sonhos, colunas de alabastro do cântico dos cânticos, amassei devagar os peitos dela, macios, grandinhos, com uns bicos escuros e durinhos.
Ela virou, ficou de costas, me abraçou, me beijou e me olhou fazendo caretas engraçadas, voltou a ser a menininha.
— Pussy, bota teu negócio duro de novo.
Fiz ela chupar minha rola, que boca deliciosa, eu olhava ela mamar segurando pela nuca, ela chupava com uma mão enquanto com a outra se masturbava devagar, Dai deixou ela dura igual aço, mandei ela ficar de quatro, ela me olhou mandando beijinho, mordendo o lábio, que mina doida.
— Come a neném, pussy, enfia teu negocinho grandão até o fundo.
Penetrei devagar pra ela curtir, fiquei um tempão comendo ela assim, a buceta dela era veludo, ela gozava com aqueles aaahhh aaahhh curtinhos e repetidos que me enlouquecem.
Quando tirei, ela me abraçou de novo e depois de me beijar com paixão falou que adorava sentir dentro, coloquei ela por cima de mim e enfiei de novo, ela cavalgou com tesão, gozando de novo, faz uma cara linda quando goza.
Ficamos de conchinha e de novo dentro do anelzinho jovem dela, comi ela abraçado enquanto beijava o pescoço e estimulava o clitóris.
— Vou gozar, pussy, mete forte. — ela falou e eu obedeci ouvindo ela gemer.
Deitei ela e meti, eu já tava louco, ela enrolou as pernas na minha cintura, arranhava minhas costas, gozou gritando igual a puta que era, aproveitando a posição enfiei no cu, ajudado pelos sucos da buceta entrou relativamente fácil, ela gritava pra eu meter mais.
— Arrebenta, papai, arrebenta. — repetia com tesão, eu perfurava forte, beijava ela, olhava os olhos brilhantes dela, cara de puta safada, foi uma foda impressionante, gozei tudo dentro da buceta dela, quando tirei, ela se mexeu pra chupar, deixou ela limpinha.
Me beijou desejando boa noite e dormiu abraçada em mim.
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10 comentários - hija entregadora 9