Oi, depois de muito tempo!!! Fazia um tempão que tava com vontade de fazer um post, mas não tava encontrando o momento certo porque tô full no cursinho. Antes de começar, queria agradecer a todo mundo pelos pontos, pelos comentários e também pelas mensagens que me mandam.
Bom, vamos ao que interessa. A verdade é que minha ideia era contar sobre outra coisa, um pouco mais antiga, talvez eu faça isso outro dia. Mas como isso acabou de acontecer comigo há algumas horas e eu acabei de sentar na frente do computador, me deu vontade de contar pra vocês. Vou tentar ser breve, porque alguns disseram que o post anterior era muito longo. Espero que gostem, já que tô escrevendo agora mesmo. Então, vamos começar.
Como todo sábado à noite, eu tinha planos de sair. Dessa vez, combinei com a Juli e a Maca, umas amigas do colégio com quem ainda me encontro, que moram na capital, pra ir dançar. Até aí, nada fora do normal. Decidi vestir um mini short jeans bem justinho e tão curto que, por trás, dava pra ver a marca dos glúteos. A verdade é que ele já era curto, mas resolvi arregaçar um pouco, deixando ainda mais curto, tanto que na frente dava pra ver os bolsos. Em cima, coloquei uma regata branca que dizia "Fuck me and leave me" — quase uma declaração de princípios, hahaha. Tudo combinado com uma tanga bem fininha e sutiã, ambos pretos. Pra completar o look, decidi usar umas botas baixas com tachas, uma jaqueta de couro, cabelo solto e pouca maquiagem. Como meus pais iam sair naquela noite — primeiro indo ao teatro e depois jantar em Puerto Madero —, perguntei se eles podiam me levar até a casa da Juli pra eu não ir de táxi. Eles toparam na hora, mas aí minha mãe perguntou se eu ia voltar pra casa pra dormir ou ficar na casa da Juli. Respondi que ia ficar na casa dela. Então ela disse pra eu tentar voltar antes das 10:30 da manhã de domingo pra gente tomar café da manhã junto no Dia dos Pais. Além disso, ela me pediu... Se ela podia passar numa padaria e comprar um bolo, eu falei que sim, mesmo não gostando muito da ideia, mas aí ela me disse pra levar umas roupas porque eu não podia ir vestida daquele jeito numa padaria. Eu respondi que não se preocupasse, que ia pedir algo emprestado pra Juli.
Foi assim que a gente saiu e me deixaram na casa da Juli pra fazer a prévia antes de sair, enquanto eles continuaram com os planos deles. A verdade é que não tenho muito o que contar sobre a saída porque foi bem decepcionante. A noite toda fiquei com um cara que era mó gostoso, dançamos juntos, nos beijamos pra caralho, e na hora que a gente ia finalizar, ele falou que precisava ir embora. Assim, sem dar explicação nenhuma, simplesmente vazou!!! Imagina a caliente e a raiva que fiquei. Era quase 5 da manhã, então, muito a contragosto, decidimos ir dormir um pouco, pelo menos no meu caso.
Lá pelas 7 da manhã, o despertador toca, mas a verdade é que tava com uma preguiça danada de levantar e falei pra mim mesma: "fico mais 5 minutos e depois levanto". Óbvio que não rolou, porque acabei dormindo até as 8h (acho que é algo que acontece com todo mundo, achar que dá pra ficar 5 minutinhos a mais e depois levantar como se nada). Então levantei rápido, lavei o rosto, peguei minhas coisas e acordei a Juli pra ela abrir a porta lá embaixo. A coitada tava mais dormindo que eu, vinha de dois dias em que mal tinha dormido, então mal conseguia abrir os olhos. A gente se despediu e eu fui andando pela Callao até a Corrientes (ela mora perto da Lavalle e Callao) com a intenção de pegar um táxi até a área da 9 de Julho pra daí voltar pra casa numa kombi ou micro-ônibus. Quando cheguei na Corrientes, enquanto esperava um táxi, peguei o celular e entrei no Face pra zoar um pouco, como qualquer pessoa faria, e vi que alguém tinha postado uma homenagem pro pai. Naquela hora caiu a ficha e lembrei que era Dia dos Pais e que eu tinha que passar. fui na padaria comprar um bolo pro meu velho, mas claro, tinha dito pra minha mãe que ia pedir roupa emprestada pra Juli porque não dava pra ir do jeito que tava pra padaria, o problema é que se tivesse que voltar na casa da Juli ia demorar um pouco entre ela descer e me abrir, além de que com certeza ia acordar a família toda dela já que quando chegamos na casa dela o celular dela tava sem bateria e ela não colocou pra carregar porque o único carregador que achou naquela hora emprestou pra mim porque meu celular tava quase descarregado e eu pedi por favor pra deixar usar, além disso tava certa que com o sono que ela tava quando saí da casa dela a última coisa que passou pela cabeça dela foi carregar o celular, mesmo assim não perdia nada tentando então liguei pra ela mas nada, tentei mais duas vezes e como não respondeu falei, foda-se, vou voltar assim mesmo, se eu me apressar chego antes deles acordarem já que toda vez que saem à noite sempre ficam na cama até umas 10h da manhã seguinte.
Já decidida a voltar do jeito que tava, parei um táxi e fui até o Obelisco pra de lá voltar pra Lomas numa kombi, a viagem de táxi e depois de kombi foi super tranquila embora não faltaram olhares de mais de um homem mas nada além disso.
Foi assim que cheguei em Lomas de Zamora depois das 9h da manhã, se alguém quer saber se eu tava com frio a resposta é sim, mas fazer o quê, não dava pra fazer nada, fui assim pra padaria, que por motivos óbvios não vou nomear já que é a que costumo ir comprar com minha família, nesse trajeto de algumas quadras recebi olhares e cantadas de todo tipo, parece que os homens já tavam mais acordados kkkkkk, imaginem que a coisa mais leve que me falaram foi: –Loira vem cá que eu rasgo essa buceta– eu segui sem dar bola pra ninguém embora claro que não me incomodava o que falavam e ainda mais depois da decepção com o cara da balada, pelo contrário, me levantava o astral.
Quando cheguei na padaria, dava pra ver de fora que tava cheia de gente, por dentro eu xingava e pensava que sorte de merda a minha, não acerto uma, parece que o melhor que vai me acontecer hoje é ir dormir cedo e nada mais, então abro a porta e entro com resignação pra esperar ser atendida. Claro, vocês podem imaginar que todo mundo se virou e me olhou quando entrei, o que me deixou meio desconfortável, até dava pra ouvir umas risadas e murmúrios das senhoras que sem dúvida falavam de mim pelo jeito que eu tava vestida, tentei não ligar e focar no que era meu, que era comprar um bolo pro meu pai. A questão é que enquanto tava na fila pra ser atendida, ouço alguém entrar na padaria e, como tava entediada, me virei igual qualquer outra pessoa pra ver quem entrava, e aí vejo um homem aparentando uns 32 anos mais ou menos, não era feio de rosto, tinha quase minha altura, embora fosse um pouco mais alto que eu, e dava pra ver de cara que se cuidava e malhava pela definição do corpo. Claro que a primeira coisa que ele fez quando entrou foi olhar direto pra minha bunda e sorrir, com certeza não esperava encontrar uma imagem dessas quando saiu de casa hahahaha.
Rapidamente ele parou atrás de mim, bem perto, diga-se de passagem, e me perguntou se eu era a última da fila, óbvio que sim, ele só tava procurando um pretexto pra começar a falar comigo.
– Sim, sou a última – respondi sorrindo
– Tá esperando há muito tempo?
– Não, cheguei um pouco antes do senhor.
– Ah, tudo bem, mas não sou tão velho pra você me tratar de senhor, tenho 33 anos.
– Tem razão, desculpa – respondi.
– Tudo bem, sem problemas. E você, quantos anos tem?
– 18, respondi sorrindo. Dava pra ver a cara de felicidade que ele fez quando falei minha idade.
– Que legal, é a melhor idade pras minas. E me diz, é daqui?
– Sim, moro pela região, e você?
– Também, a umas quadras daqui na... (e ele falou a rua onde morava). Cê veio de dançar, né? Sim, e agora tenho que comprar um bolo pro meu pai, respondi rindo.
– Espero que não leve a mal, mas você é muito gostosa, além do mais, adorei como você tá vestida.
– Obrigada – respondi com um sorriso, já flertando na cara dura.
– Me diz, sua família não fala nada de você sair assim pra dançar?
– Não, já tão vacinados.
– Ah é? Então você sempre se veste assim?
– É, no geral sim – falei mordendo um pouco o lábio inferior.
– Olha só, dá pra ver que você é uma mina muito segura de si.
– Kkkk, sim, ou pelo menos eu tento.
– Além de ser muito linda e simpática, você tem uma bunda muito gostosa – ele disse, tentando ver até onde dava pra ir.
– Acha mesmo? – respondi, me fazendo de desentendida de propósito.
– Claro, mas você tem que se cuidar, com esse frio essa bunda minúscula pode pegar um resfriado – ele falou.
– Kkkk, então o que você acha, que eu cubro?
– Não, pelo amor de Deus, o que uma bunda como a sua precisa pra não resfriar é tomar muito leitinho quente.
– Ah é, e você tem muito cum quente pra me dar?
– Bebê, pra essa bunda eu tenho mais cum que um caminhão da Sereníssima (pra quem não sabe, Sereníssima é uma marca de laticínios), e eu só respondi rindo.
Nisso, chegou minha vez de ser atendida, então pedi um bolo de chocolate e fui pro caixa. Enquanto pagava, percebi que não tinha dinheiro suficiente pra pegar um Uber, então ia ter que ir andando pra casa. Me virei pra ver o que ele tava fazendo e vi que tava apressado tentando escolher salgados, mas por algum motivo tava demorando. Aí, enquanto eu ia saindo, a gente cruzou olhares, mandei um beijo e saí da padaria. A verdade é que eu tinha ficado com vontade de transar com o cara da balada, e a conversa com esse desconhecido reacendeu a tesão que tava guardada. Falei comigo mesma: se ele vier e me encarar, vou dar pra ele pra aliviar a tesão e a raiva que tava sentindo. Comecei a andar devagar, esperando ele sair e vir me buscar. Por sorte pra mim, assim que ele saiu da padaria, veio correndo direto me encontrar.
– Neném, me deixou com a pica duríssima, não pode ir embora assim e me deixar na seca, vamos pra outro lugar que quero te comer – essas eram as palavras que eu tanto queria ouvir kkkkkk.
– Beleza, mas só tenho 15 minutos no máximo porque tão me esperando.
– Tá bom, também tão me esperando – ele respondeu – Mesmo assim, com 15 minutos dá pra fazer sua bunda lembrar da minha pica pra sempre.
– Ah é? – respondi fazendo cara de putinha – Beleza, e aonde a gente vai?
– Olha, tenho um ponto aqui perto que hoje tá fechado, vamos lá que ninguém vai encher o saco.
Desculpa se não conto muito sobre isso, mas se eu disser a rua onde fica ou o ramo, alguém da área pode sacar.
Depois de me falar isso, a gente foi pro ponto dele. Quando chegou, ele puxou a portinha da cortina metálica, abriu a porta do local e me deixou entrar primeiro. A primeira coisa que fiz foi colocar a raba no balcão pra não estragar nada e fiquei olhando o lugar. Ele fez o mesmo com os pães que tinha comprado e, depois de fechar a porta, me encurralou contra uma parede e a gente começou a se beijar por um tempo, com a paixão típica de uma tesão, até que ele parou, deu um passo pra trás e desabotoou a calça. Eu me preparei, fiquei de joelhos, puxei a calça jeans e a cueca dele ao mesmo tempo e deixei a pica enorme dele à mostra. Parecia que finalmente minha sorte tava mudando.
– Vai, putinha, bota pra chupar – ele disse, já que a gente mal tinha tempo. Então comecei a chupar ele enquanto batia uma punheta com uma mão e acariciava os ovos dele com a outra.
– Que putinha que você é, neném, dá pra ver que você gosta de pica, hein? Vou te dar pica pra você ter – ele falou, segurou minha cabeça com as mãos e começou a me comer a boca por um tempo, enfiando até os ovos.
A gente ficou assim por um tempo até ele parar e tirar a pica da minha boca. boca completamente banhada na minha gozada, esfrego ela por todo o meu rosto, depois levanto do chão e ela me beija de novo, e enquanto fazia isso, tira minha jaqueta de couro e joga no chão. Em seguida, levanto minha regata e o sutiã sem tirá-los, e ela começa a me beijar e chupar meus peitos enquanto apertava eles com força. – Você não pode ter umas tetas assim, garota – disse e continuou chupando eles. Num momento, ela desabotoa meu minishort, me pega pela cintura e me vira bem rápido, fazendo eu apoiar minhas mãos na parede. Ela se abaixa, tira meu minishort, deixando só a tanga, e começa a beijar minha bunda enquanto levanta uma perna de cada vez para tirar o short completamente. Nisso tudo, eu tava explodindo, meu nível de tesão tava nas alturas. Então ela separa um pouco minhas pernas, afasta minha tanga e passa o pau dela pela racha da minha bunda e pela minha buceta.
Num pequeno momento de lucidez no meio do tesão, falo pra ela colocar camisinha, e ela responde – Camisinha? Uma putinha como você come de pé e sem camisinha! – e depois de falar isso, meteu na minha buceta e começou a me foder com tudo. Naquela hora, não liguei, a única coisa que eu queria era que aquele pau me comesse. Em determinado momento, enquanto me comia, ela enfiou um dedo na minha bunda, o que é claro que eu gostei. Ao ver minha reação, disse – Que puta que você é, dá pra ver que sua bunda é gulosa – Então parou, tirou o pau e meteu de uma vez na minha bunda, fazendo eu gritar de dor.
– Para, puta, não grita que eu nem coloquei a metade – disse, ficando parada por um instante, e depois me deu uma estocada seca, enfiando tudo.
– Agora sim vou arrebentar seu cu e você vai gritar como a puta que você é – disse e começou a me foder o cu com tudo, me segurando com força pela cintura.
Eu gritava de dor e prazer por como ela tava me comendo pela bunda, me fodendo sem nenhuma contemplação, que era exatamente o que queria.
– Gosta, sua putinha, hein?– ele me perguntava.
– Sim!!!– eu respondia gritando.
Então ele começou a me dar palmadas enquanto continuava me comendo, naquele momento eu tava voando de tesão, tava tão excitada que ia gozar, mas bem na hora ele parou. Eu, claro, pedi, quase mandando ele continuar, não podia me deixar assim, bem na hora que eu ia gozar.
– Calma, putinha, fica tranquila que você vai gozar – ele disse, e começou a apertar meus peitos com força e beijar meu pescoço e minhas costas, tudo sem tirar o pau da minha bunda.
Depois ele me segurou pela cintura de novo e começou a me comer de novo, mas dessa vez com mais força, parecia que ia me partir ao meio, mas a verdade é que era muito gostoso, parecia que eu ia explodir de tanto tesão e prazer. Naquela hora, uma sensação percorreu meu corpo todo, uma mistura de eletricidade e calor, finalmente eu tava tendo um orgasmo muito bom, e pelo jeito que ele gritava dava pra ver que também ia gozar. Eu quase não conseguia ficar de pé, minhas pernas tremiam de prazer e quase não respondiam, se não fosse ele me segurando pela cintura e eu apoiada na parede, com certeza eu caía no chão. Então sinto ele gozar, soltando a porra quente dentro da minha bunda, no meio dos meus gritos de prazer e dos dele também. Logo depois que ele gozou, deu duas estocadas secas e com muita força, parecia que ele queria mesmo arrebentar meu cu, literalmente. Aí ele me soltou da cintura e eu perdi o equilíbrio e fui parar no chão, completamente exausta pela fodida bestial que ele tinha me dado.
– Que puta foda boa, arrebentar o cu de uma mina como você é a melhor coisa que pode acontecer!! – ele disse e sentou do meu lado, também exausto.
Depois de um tempo, já mais calma, perguntei se ele tinha um banheiro pra eu me lavar um pouco. Ele disse que sim e me mostrou onde era. Peguei minhas roupas, levantei devagar e fui pro banheiro enquanto ele Continuei sentado. Me limpei um pouco, lavei o rosto e arrumei o cabelo. Quando saí do banheiro, ele estava subindo as calças e disse: – Com a gozada que te dei, teu cu não pega mais frio – e riu. Não dei muita bola, tava mais preocupada em chegar logo em casa, então falei que já tinha que ir. – Eu também, já tô meio atrasado – ele respondeu. Peguei o bolo no balcão, ele as contas, e saímos do lugar. Na hora de nos despedirmos, ele pediu meu telefone, mas respondi que era melhor ele passar o dele. Ele me deu na hora. A última coisa que ele disse antes de eu ir foi: – Quando quiser, passa aqui que eu arrebento teu cu com mais calma. Eu ri e fui pro lado oposto ao dele. Num momento, me virei e vi ele se afastando enquanto falava no celular. Talvez tivesse falando com quem tava esperando ele, inventando alguma desculpa pro atraso, ou era tudo mentira e ele tava contando pra um amigo o que tinha acabado de rolar. De qualquer forma, já não importava mais.
Minha preocupação agora era chegar antes dos meus pais acordarem, porque não queria um sermão da minha mãe por voltar naquele estado quando a gente tinha combinado outra coisa. Olhei a hora: faltava pouco pras 10 da manhã. Sorte que eu tava só a seis quadras de casa, então atravessei pra calçada onde batia um sol e fui andando o mais rápido que dá depois de alguém te fazer a Booty com tudo 🙂.
Pra quem se interessar, cheguei bem antes dos meus pais acordarem, então deu tempo de trocar de roupa e tomar café com eles como tinha planejado. Sinceramente, achei que ia ser um dia ruim, mas por sorte me enganei. A princesinha do papai, como ele ainda me chama, terminou com a buceta arrebentada de novo, mas feliz e celebrando o dia dos pais em família.
Bom, vamos ao que interessa. A verdade é que minha ideia era contar sobre outra coisa, um pouco mais antiga, talvez eu faça isso outro dia. Mas como isso acabou de acontecer comigo há algumas horas e eu acabei de sentar na frente do computador, me deu vontade de contar pra vocês. Vou tentar ser breve, porque alguns disseram que o post anterior era muito longo. Espero que gostem, já que tô escrevendo agora mesmo. Então, vamos começar.
Como todo sábado à noite, eu tinha planos de sair. Dessa vez, combinei com a Juli e a Maca, umas amigas do colégio com quem ainda me encontro, que moram na capital, pra ir dançar. Até aí, nada fora do normal. Decidi vestir um mini short jeans bem justinho e tão curto que, por trás, dava pra ver a marca dos glúteos. A verdade é que ele já era curto, mas resolvi arregaçar um pouco, deixando ainda mais curto, tanto que na frente dava pra ver os bolsos. Em cima, coloquei uma regata branca que dizia "Fuck me and leave me" — quase uma declaração de princípios, hahaha. Tudo combinado com uma tanga bem fininha e sutiã, ambos pretos. Pra completar o look, decidi usar umas botas baixas com tachas, uma jaqueta de couro, cabelo solto e pouca maquiagem. Como meus pais iam sair naquela noite — primeiro indo ao teatro e depois jantar em Puerto Madero —, perguntei se eles podiam me levar até a casa da Juli pra eu não ir de táxi. Eles toparam na hora, mas aí minha mãe perguntou se eu ia voltar pra casa pra dormir ou ficar na casa da Juli. Respondi que ia ficar na casa dela. Então ela disse pra eu tentar voltar antes das 10:30 da manhã de domingo pra gente tomar café da manhã junto no Dia dos Pais. Além disso, ela me pediu... Se ela podia passar numa padaria e comprar um bolo, eu falei que sim, mesmo não gostando muito da ideia, mas aí ela me disse pra levar umas roupas porque eu não podia ir vestida daquele jeito numa padaria. Eu respondi que não se preocupasse, que ia pedir algo emprestado pra Juli.
Foi assim que a gente saiu e me deixaram na casa da Juli pra fazer a prévia antes de sair, enquanto eles continuaram com os planos deles. A verdade é que não tenho muito o que contar sobre a saída porque foi bem decepcionante. A noite toda fiquei com um cara que era mó gostoso, dançamos juntos, nos beijamos pra caralho, e na hora que a gente ia finalizar, ele falou que precisava ir embora. Assim, sem dar explicação nenhuma, simplesmente vazou!!! Imagina a caliente e a raiva que fiquei. Era quase 5 da manhã, então, muito a contragosto, decidimos ir dormir um pouco, pelo menos no meu caso.
Lá pelas 7 da manhã, o despertador toca, mas a verdade é que tava com uma preguiça danada de levantar e falei pra mim mesma: "fico mais 5 minutos e depois levanto". Óbvio que não rolou, porque acabei dormindo até as 8h (acho que é algo que acontece com todo mundo, achar que dá pra ficar 5 minutinhos a mais e depois levantar como se nada). Então levantei rápido, lavei o rosto, peguei minhas coisas e acordei a Juli pra ela abrir a porta lá embaixo. A coitada tava mais dormindo que eu, vinha de dois dias em que mal tinha dormido, então mal conseguia abrir os olhos. A gente se despediu e eu fui andando pela Callao até a Corrientes (ela mora perto da Lavalle e Callao) com a intenção de pegar um táxi até a área da 9 de Julho pra daí voltar pra casa numa kombi ou micro-ônibus. Quando cheguei na Corrientes, enquanto esperava um táxi, peguei o celular e entrei no Face pra zoar um pouco, como qualquer pessoa faria, e vi que alguém tinha postado uma homenagem pro pai. Naquela hora caiu a ficha e lembrei que era Dia dos Pais e que eu tinha que passar. fui na padaria comprar um bolo pro meu velho, mas claro, tinha dito pra minha mãe que ia pedir roupa emprestada pra Juli porque não dava pra ir do jeito que tava pra padaria, o problema é que se tivesse que voltar na casa da Juli ia demorar um pouco entre ela descer e me abrir, além de que com certeza ia acordar a família toda dela já que quando chegamos na casa dela o celular dela tava sem bateria e ela não colocou pra carregar porque o único carregador que achou naquela hora emprestou pra mim porque meu celular tava quase descarregado e eu pedi por favor pra deixar usar, além disso tava certa que com o sono que ela tava quando saí da casa dela a última coisa que passou pela cabeça dela foi carregar o celular, mesmo assim não perdia nada tentando então liguei pra ela mas nada, tentei mais duas vezes e como não respondeu falei, foda-se, vou voltar assim mesmo, se eu me apressar chego antes deles acordarem já que toda vez que saem à noite sempre ficam na cama até umas 10h da manhã seguinte.
Já decidida a voltar do jeito que tava, parei um táxi e fui até o Obelisco pra de lá voltar pra Lomas numa kombi, a viagem de táxi e depois de kombi foi super tranquila embora não faltaram olhares de mais de um homem mas nada além disso.
Foi assim que cheguei em Lomas de Zamora depois das 9h da manhã, se alguém quer saber se eu tava com frio a resposta é sim, mas fazer o quê, não dava pra fazer nada, fui assim pra padaria, que por motivos óbvios não vou nomear já que é a que costumo ir comprar com minha família, nesse trajeto de algumas quadras recebi olhares e cantadas de todo tipo, parece que os homens já tavam mais acordados kkkkkk, imaginem que a coisa mais leve que me falaram foi: –Loira vem cá que eu rasgo essa buceta– eu segui sem dar bola pra ninguém embora claro que não me incomodava o que falavam e ainda mais depois da decepção com o cara da balada, pelo contrário, me levantava o astral.
Quando cheguei na padaria, dava pra ver de fora que tava cheia de gente, por dentro eu xingava e pensava que sorte de merda a minha, não acerto uma, parece que o melhor que vai me acontecer hoje é ir dormir cedo e nada mais, então abro a porta e entro com resignação pra esperar ser atendida. Claro, vocês podem imaginar que todo mundo se virou e me olhou quando entrei, o que me deixou meio desconfortável, até dava pra ouvir umas risadas e murmúrios das senhoras que sem dúvida falavam de mim pelo jeito que eu tava vestida, tentei não ligar e focar no que era meu, que era comprar um bolo pro meu pai. A questão é que enquanto tava na fila pra ser atendida, ouço alguém entrar na padaria e, como tava entediada, me virei igual qualquer outra pessoa pra ver quem entrava, e aí vejo um homem aparentando uns 32 anos mais ou menos, não era feio de rosto, tinha quase minha altura, embora fosse um pouco mais alto que eu, e dava pra ver de cara que se cuidava e malhava pela definição do corpo. Claro que a primeira coisa que ele fez quando entrou foi olhar direto pra minha bunda e sorrir, com certeza não esperava encontrar uma imagem dessas quando saiu de casa hahahaha.
Rapidamente ele parou atrás de mim, bem perto, diga-se de passagem, e me perguntou se eu era a última da fila, óbvio que sim, ele só tava procurando um pretexto pra começar a falar comigo.
– Sim, sou a última – respondi sorrindo
– Tá esperando há muito tempo?
– Não, cheguei um pouco antes do senhor.
– Ah, tudo bem, mas não sou tão velho pra você me tratar de senhor, tenho 33 anos.
– Tem razão, desculpa – respondi.
– Tudo bem, sem problemas. E você, quantos anos tem?
– 18, respondi sorrindo. Dava pra ver a cara de felicidade que ele fez quando falei minha idade.
– Que legal, é a melhor idade pras minas. E me diz, é daqui?
– Sim, moro pela região, e você?
– Também, a umas quadras daqui na... (e ele falou a rua onde morava). Cê veio de dançar, né? Sim, e agora tenho que comprar um bolo pro meu pai, respondi rindo.
– Espero que não leve a mal, mas você é muito gostosa, além do mais, adorei como você tá vestida.
– Obrigada – respondi com um sorriso, já flertando na cara dura.
– Me diz, sua família não fala nada de você sair assim pra dançar?
– Não, já tão vacinados.
– Ah é? Então você sempre se veste assim?
– É, no geral sim – falei mordendo um pouco o lábio inferior.
– Olha só, dá pra ver que você é uma mina muito segura de si.
– Kkkk, sim, ou pelo menos eu tento.
– Além de ser muito linda e simpática, você tem uma bunda muito gostosa – ele disse, tentando ver até onde dava pra ir.
– Acha mesmo? – respondi, me fazendo de desentendida de propósito.
– Claro, mas você tem que se cuidar, com esse frio essa bunda minúscula pode pegar um resfriado – ele falou.
– Kkkk, então o que você acha, que eu cubro?
– Não, pelo amor de Deus, o que uma bunda como a sua precisa pra não resfriar é tomar muito leitinho quente.
– Ah é, e você tem muito cum quente pra me dar?
– Bebê, pra essa bunda eu tenho mais cum que um caminhão da Sereníssima (pra quem não sabe, Sereníssima é uma marca de laticínios), e eu só respondi rindo.
Nisso, chegou minha vez de ser atendida, então pedi um bolo de chocolate e fui pro caixa. Enquanto pagava, percebi que não tinha dinheiro suficiente pra pegar um Uber, então ia ter que ir andando pra casa. Me virei pra ver o que ele tava fazendo e vi que tava apressado tentando escolher salgados, mas por algum motivo tava demorando. Aí, enquanto eu ia saindo, a gente cruzou olhares, mandei um beijo e saí da padaria. A verdade é que eu tinha ficado com vontade de transar com o cara da balada, e a conversa com esse desconhecido reacendeu a tesão que tava guardada. Falei comigo mesma: se ele vier e me encarar, vou dar pra ele pra aliviar a tesão e a raiva que tava sentindo. Comecei a andar devagar, esperando ele sair e vir me buscar. Por sorte pra mim, assim que ele saiu da padaria, veio correndo direto me encontrar.
– Neném, me deixou com a pica duríssima, não pode ir embora assim e me deixar na seca, vamos pra outro lugar que quero te comer – essas eram as palavras que eu tanto queria ouvir kkkkkk.
– Beleza, mas só tenho 15 minutos no máximo porque tão me esperando.
– Tá bom, também tão me esperando – ele respondeu – Mesmo assim, com 15 minutos dá pra fazer sua bunda lembrar da minha pica pra sempre.
– Ah é? – respondi fazendo cara de putinha – Beleza, e aonde a gente vai?
– Olha, tenho um ponto aqui perto que hoje tá fechado, vamos lá que ninguém vai encher o saco.
Desculpa se não conto muito sobre isso, mas se eu disser a rua onde fica ou o ramo, alguém da área pode sacar.
Depois de me falar isso, a gente foi pro ponto dele. Quando chegou, ele puxou a portinha da cortina metálica, abriu a porta do local e me deixou entrar primeiro. A primeira coisa que fiz foi colocar a raba no balcão pra não estragar nada e fiquei olhando o lugar. Ele fez o mesmo com os pães que tinha comprado e, depois de fechar a porta, me encurralou contra uma parede e a gente começou a se beijar por um tempo, com a paixão típica de uma tesão, até que ele parou, deu um passo pra trás e desabotoou a calça. Eu me preparei, fiquei de joelhos, puxei a calça jeans e a cueca dele ao mesmo tempo e deixei a pica enorme dele à mostra. Parecia que finalmente minha sorte tava mudando.
– Vai, putinha, bota pra chupar – ele disse, já que a gente mal tinha tempo. Então comecei a chupar ele enquanto batia uma punheta com uma mão e acariciava os ovos dele com a outra.
– Que putinha que você é, neném, dá pra ver que você gosta de pica, hein? Vou te dar pica pra você ter – ele falou, segurou minha cabeça com as mãos e começou a me comer a boca por um tempo, enfiando até os ovos.
A gente ficou assim por um tempo até ele parar e tirar a pica da minha boca. boca completamente banhada na minha gozada, esfrego ela por todo o meu rosto, depois levanto do chão e ela me beija de novo, e enquanto fazia isso, tira minha jaqueta de couro e joga no chão. Em seguida, levanto minha regata e o sutiã sem tirá-los, e ela começa a me beijar e chupar meus peitos enquanto apertava eles com força. – Você não pode ter umas tetas assim, garota – disse e continuou chupando eles. Num momento, ela desabotoa meu minishort, me pega pela cintura e me vira bem rápido, fazendo eu apoiar minhas mãos na parede. Ela se abaixa, tira meu minishort, deixando só a tanga, e começa a beijar minha bunda enquanto levanta uma perna de cada vez para tirar o short completamente. Nisso tudo, eu tava explodindo, meu nível de tesão tava nas alturas. Então ela separa um pouco minhas pernas, afasta minha tanga e passa o pau dela pela racha da minha bunda e pela minha buceta.
Num pequeno momento de lucidez no meio do tesão, falo pra ela colocar camisinha, e ela responde – Camisinha? Uma putinha como você come de pé e sem camisinha! – e depois de falar isso, meteu na minha buceta e começou a me foder com tudo. Naquela hora, não liguei, a única coisa que eu queria era que aquele pau me comesse. Em determinado momento, enquanto me comia, ela enfiou um dedo na minha bunda, o que é claro que eu gostei. Ao ver minha reação, disse – Que puta que você é, dá pra ver que sua bunda é gulosa – Então parou, tirou o pau e meteu de uma vez na minha bunda, fazendo eu gritar de dor.
– Para, puta, não grita que eu nem coloquei a metade – disse, ficando parada por um instante, e depois me deu uma estocada seca, enfiando tudo.
– Agora sim vou arrebentar seu cu e você vai gritar como a puta que você é – disse e começou a me foder o cu com tudo, me segurando com força pela cintura.
Eu gritava de dor e prazer por como ela tava me comendo pela bunda, me fodendo sem nenhuma contemplação, que era exatamente o que queria.
– Gosta, sua putinha, hein?– ele me perguntava.
– Sim!!!– eu respondia gritando.
Então ele começou a me dar palmadas enquanto continuava me comendo, naquele momento eu tava voando de tesão, tava tão excitada que ia gozar, mas bem na hora ele parou. Eu, claro, pedi, quase mandando ele continuar, não podia me deixar assim, bem na hora que eu ia gozar.
– Calma, putinha, fica tranquila que você vai gozar – ele disse, e começou a apertar meus peitos com força e beijar meu pescoço e minhas costas, tudo sem tirar o pau da minha bunda.
Depois ele me segurou pela cintura de novo e começou a me comer de novo, mas dessa vez com mais força, parecia que ia me partir ao meio, mas a verdade é que era muito gostoso, parecia que eu ia explodir de tanto tesão e prazer. Naquela hora, uma sensação percorreu meu corpo todo, uma mistura de eletricidade e calor, finalmente eu tava tendo um orgasmo muito bom, e pelo jeito que ele gritava dava pra ver que também ia gozar. Eu quase não conseguia ficar de pé, minhas pernas tremiam de prazer e quase não respondiam, se não fosse ele me segurando pela cintura e eu apoiada na parede, com certeza eu caía no chão. Então sinto ele gozar, soltando a porra quente dentro da minha bunda, no meio dos meus gritos de prazer e dos dele também. Logo depois que ele gozou, deu duas estocadas secas e com muita força, parecia que ele queria mesmo arrebentar meu cu, literalmente. Aí ele me soltou da cintura e eu perdi o equilíbrio e fui parar no chão, completamente exausta pela fodida bestial que ele tinha me dado.
– Que puta foda boa, arrebentar o cu de uma mina como você é a melhor coisa que pode acontecer!! – ele disse e sentou do meu lado, também exausto.
Depois de um tempo, já mais calma, perguntei se ele tinha um banheiro pra eu me lavar um pouco. Ele disse que sim e me mostrou onde era. Peguei minhas roupas, levantei devagar e fui pro banheiro enquanto ele Continuei sentado. Me limpei um pouco, lavei o rosto e arrumei o cabelo. Quando saí do banheiro, ele estava subindo as calças e disse: – Com a gozada que te dei, teu cu não pega mais frio – e riu. Não dei muita bola, tava mais preocupada em chegar logo em casa, então falei que já tinha que ir. – Eu também, já tô meio atrasado – ele respondeu. Peguei o bolo no balcão, ele as contas, e saímos do lugar. Na hora de nos despedirmos, ele pediu meu telefone, mas respondi que era melhor ele passar o dele. Ele me deu na hora. A última coisa que ele disse antes de eu ir foi: – Quando quiser, passa aqui que eu arrebento teu cu com mais calma. Eu ri e fui pro lado oposto ao dele. Num momento, me virei e vi ele se afastando enquanto falava no celular. Talvez tivesse falando com quem tava esperando ele, inventando alguma desculpa pro atraso, ou era tudo mentira e ele tava contando pra um amigo o que tinha acabado de rolar. De qualquer forma, já não importava mais.
Minha preocupação agora era chegar antes dos meus pais acordarem, porque não queria um sermão da minha mãe por voltar naquele estado quando a gente tinha combinado outra coisa. Olhei a hora: faltava pouco pras 10 da manhã. Sorte que eu tava só a seis quadras de casa, então atravessei pra calçada onde batia um sol e fui andando o mais rápido que dá depois de alguém te fazer a Booty com tudo 🙂.
Pra quem se interessar, cheguei bem antes dos meus pais acordarem, então deu tempo de trocar de roupa e tomar café com eles como tinha planejado. Sinceramente, achei que ia ser um dia ruim, mas por sorte me enganei. A princesinha do papai, como ele ainda me chama, terminou com a buceta arrebentada de novo, mas feliz e celebrando o dia dos pais em família.
103 comentários - Papai meteu no cu da princesinha de novo
Obvio que mi papá esta orgulloso 🙂
PD: Las argentinas son asi de putas?
exelente!!!!!!+10pts!!!!!!!!!!!!!!!
me dejaste re duro
pasate x mis post
me dejaste con la pija bien duro
asi vale la pena ir temprano a una panaderia jaja
van puntos...
me dejaste con la pija bien duro
van puntos...
me queda la duda si sos o vos la protagonista
para cuando el proximo?
Besito en esa colita!
gracias x compartir, buenos los 2, besis 😚