PARTE 1
A história que vocês vão ler aconteceu há um tempo atrás, quando eu tinha 18 e ela 24. As fotos que tirei dela naquela época fazem parte da história. Depois, foram publicadas na internet, um tempo depois que Luciana terminou com meu primo e a gente continuou se vendo em segredo.
Meu nome é Jorge, hoje tenho 25 anos.
Naquela época, Luciana morava sozinha na capital; tinha saído do interior pra estudar psicologia, motivo pelo qual se afastou do meu primo e continuou mantendo o relacionamento à distância, na base de visitas esporádicas. Por minha parte, quase não tinha relação com a Luciana. Antes dela viajar pra capital, foram poucas as oportunidades que tivemos de trocar palavras. No entanto, no interior todo mundo a conhecia, por isso amigos e conhecidos sempre me zoavam com ela. É uma mina muito gostosa: loira, olhos azuis, peitos não muito grandes, mas durinhos e com uns bicos bem salientes. Sem dúvida, a melhor atração dela é a bunda. Chama muita atenção no corpo magro dela, e é principalmente por isso que os caras ficam loucos por ela.
Mas até minha viagem pra capital, eu nunca tinha reparado em tudo isso. Tive que ir pra fazer a pré-inscrição no curso de educação física, nos primeiros dias de dezembro e, cortesia da família, meu primo e ela se ofereceram pra eu ficar no apartamento deles durante a semana que ia durar minha estadia. E foi assim que acabei passando uns dias com ela, no apartamento dela no centro.
A recepção dela foi formal e educada. Me deu as boas-vindas, disse que o quarto em frente ao dela seria o meu, perguntou sobre a viagem, sobre meu primo e a família dele. Além disso, disse que estava muito cansada, que tinha acabado de voltar do trabalho, coisa que eu já tinha notado porque ela tava de calça e jaqueta comportada de secretária, trabalho que fazia junto com os estudos. Do jeito que a encontrei, tava longe da menina informal que eu conhecia na casa dos meus Cara. Com aquele uniforme e aquele cabelo loiro preso, as feições dela pareciam mais maduras, e os olhos verdes davam a ela o visual de uma mulher sensual, embora um pouco mais velha e mais séria do que realmente era. Depois de um tempo de conversa, ela sugeriu ligar pra cidade: primeiro pra minha família, pra avisar que eu tinha chegado bem; e depois pro meu primo pra contar que a gente já estava junto. Ela aproveitou a oportunidade pra cumprimentá-lo e foi com o telefone pro quarto pra falar em particular. Quinze minutos depois voltou, só pra me dizer pra ficar à vontade e levar minhas coisas pro quarto. Enquanto isso, ela me disse que ia pra academia, e que na volta traria coisas pra comer. Enquanto eu arrumava minhas coisas, ela fechou a porta do quarto dela. Minutos depois apareceu trocada pra malhar, e eu me surpreendi pela primeira vez naqueles dias, talvez pelo contraste com a roupa séria que ela usava no nosso encontro. Luciana agora vestia uma regata branca colada no corpo e umas leggings pretas justas. Acho que foi a primeira vez que vi a garota do meu primo como se olha pra uma mulher. Já não era mais a secretária séria que eu tinha encontrado; era uma gata fresca, de pele jovem e bicos provocantes que apareciam por baixo da regata. Na hora pensei se ela se vestiria daquele jeito se estivesse morando com meu primo; não porque ela fosse dessas mulheres que querem provocar, mas porque aquele corpo com aquela roupa apertada com certeza chamaria a atenção de todos os homens na academia. E essa teoria se confirmou de sobra quando ela foi pelo corredor, e eu pude ver a perfeição da bunda dela, redonda, carnuda, sem um único defeito que se denunciasse pelo tecido das leggings ao caminhar. Parecia firme e larga. Quando ela abriu a porta pra sair, me olhou pra se despedir. Tenho certeza que percebeu minha cara olhando ela de cima a baixo. Quando fiquei sozinho, não consegui deixar de me sentir envergonhado. Tentei pensar em Outra coisa, arrumando minhas roupas no guarda-roupa.
Uma hora e meia depois, Luciana voltou. Trouxe umas sacolas do supermercado. Agora vestia uma saia jeans até acima dos joelhos e uma camisa branca. Por um momento senti culpa, e imaginei que ela preferiu se cobrir apesar do calor, antes que o primo mais novo do namorado dela ficasse espiando ela na própria casa dela.
Mas esse pensamento foi embora, e no lugar veio a ideia do tesão. Isso foi motivado porque no jantar descobri que a camisa larga pregava uma peça suja na Luciana, e dobrava de um jeito estranho entre botão e botão, de modo que às vezes eu conseguia ver a curva dos peitos dela sumindo no sutiã que tampava os bicos.
Com essa imagem fui dormir, também com a sensação excitante e profana de ter descoberto que, sem querer, tinha desejado pela primeira vez a namorada do meu primo, que tão gentilmente tinha me aberto a porta.
No dia seguinte, acordei sozinho. Luciana tinha saído cedo pra faculdade, e disse que voltaria à tarde depois do trabalho. Como combinamos, usei as chaves que ela deixou na mesa pra poder sair e aproveitar a sexta-feira pra me familiarizar com a cidade. Na segunda-feira eu devia me apresentar na faculdade pra saber sobre os trâmites, e nos outros dias começar a perguntar por alojamentos. Mas naquele dia, passei a manhã toda e boa parte da tarde passeando.
Quando ela voltou, Luciana me encontrou vendo meus e-mails no computador. Tudo rolou como no dia anterior: uma conversa cordial, um mate no meio, o telefonema pro meu primo, e depois ela se desculpou pra ir pro quarto tirar o uniforme e se preparar pra academia.
Com o tempo, considero que o que vi depois que ela saiu do quarto foi o que mudou radicalmente minha forma de vê-la e a relação que tínhamos até então. Luciana saiu do quarto igualzinho ao dia anterior, com uma Musculosa também, mas agora as calças que elas usavam eram brancas. Vendo ela vindo de frente pelo corredor, comecei a ficar nervoso, prevendo o que poderia sentir quando a visse de costas. Uma parte de mim não queria que isso acontecesse, pra evitar o desconforto dos pensamentos ruins. Mas aconteceu: Luciana chegou na sala e se virou pra pegar as chaves em cima da estante. Pude contemplar a bunda dela como nunca tinha feito. Dava pra ver claramente o contorno de uma fio dental branca, de triângulo pequeno e elásticos finos. Até a cor do tecido deixava adivinhar as dobras da buceta dela, mal contida por aquelas calças justas que revelavam a perfeição da parte mais desejável do corpo dela: a bunda. A partir daí, comecei a duvidar da ingenuidade provocadora da namorada do meu primo. Por mais que todo o jeito dela indicasse o contrário, era quase impossível que ela não percebesse a atenção que chamaria com aquelas calças. E teve um detalhe que me fez confiar mais na minha hipótese, umas palavras da boca dela, ditas como quem não quer nada, que me deixaram pensando por um bom tempo: "Vesti essas calças novas e elas estão desconfortáveis", foi o que ela disse. E se ela esperava uma resposta, eu decepcionei. Não consegui falar nada. Só fiquei ali olhando enquanto ela ia embora e se virava mais uma vez pra me dar tchau antes de sair.
Fiquei sozinho de novo e, mais uma vez, procurei outra coisa pra pensar. Dessa vez, tentei me distrair com um joguinho de futebol no PC, mas não consegui ganhar uma partida. Não conseguia tirar a imagem sensual da Luciana da cabeça. Sempre tinha visto ela de outro jeito, como uma mina gostosa sim, mas nunca com essa figura de mulher de quadril fatal que tinha se apresentado no próprio apartamento dela, há pouco tempo.
Aí acendeu a luzinha do tesão. Comecei a fuçar no computador dela atrás de fotos. No começo não encontrei grandes surpresas: todas eram fotos normais, meio formais, como ela era. Mas depois de fuçar os álbuns por uns 10 minutos, achei algo que me tirou do sério, acabou com todo meu remorso e deu lugar a uma ereção dolorosa e incontrolável: era uma foto, uma só. Nela, a Luciana aparecia de costas, deitada no sofá da sala do apartamento dela, com o rosto virado pra parede e quase na posição fetal. O mais chamativo dessa foto era, nem mais nem menos, que ela tava com a minissaia jeans toda levantada, deixando à mostra a bunda gorda, redonda, firme e carnuda, coberta por uma fio-dental preta cheia de corações coloridos, num puta close.
Abandonei minha investigação exatos 10 minutos antes dela voltar. É que de repente me vi sentado, paralisado na frente da tela do computador sem fazer nenhum movimento, de boca aberta diante da foto, com a mão fechada sobre minhas bolas e a base do meu pau duro, que já começava a babar sozinho. Aí me toquei que a Luciana ia voltar, e me desesperei pra fechar tudo a tempo e não deixar nenhum rastro da minha operação.
Tudo em mim era uma mistura de angústia, culpa por cima do tesão reprimido por ter encarado aquela foto, e pelo fato de estar morando temporariamente com uma mulher daquele naipe, a namorada do meu primo. Comecei a imaginar um monte de coisa bagunçada, a maioria ligada a quem teria tirado a foto, e em que circunstâncias. Quando ouvi o elevador, eu tava no sofá da sala, de pernas abertas e o pau feito uma pedra debaixo do moletom.
Foi nessa posição que a Luciana ia me encontrar quando passasse pela porta, por isso encolhi as pernas e me levantei um pouco.
-Oi Jor, cheguei.
Eu tava vermelho, isso eu garanto, e talvez até com um suorzinho na testa.
-O que foi? Tá bem?
Não consegui fazer mais que responder que sim e devolver o cumprimento. Pra falar a verdade, também não consegui me recuperar totalmente durante o jantar. Acho que fiquei na minha, caladão. Já ela estava mais animada que o normal, disse que tava feliz por ser sexta, que ia aproveitar pra dormir bem e de manhã cedo ia treinar no parque. Eu, por outro lado, não sabia o que fazer: nem naquele momento, nem no dia seguinte, nem daí pra frente. Não tinha plano nenhum, nem conseguia decidir o que faria depois de ter visto aquela foto. Enquanto isso, Luciana se mexia de um lado pro outro, arrumando a mesa, com uma calça jeans que marcava tudo e só me deixava mais perturbado por dentro.
Depois de terminar as tarefas, ela acenou pra mim e avisou que ia pro quarto dela ver TV antes de dormir.
Ainda era cedo, ou nem tanto; mas eu não queria dormir. Mil ideias rodavam na minha cabeça, mas entendi que o melhor era deitar também, até porque não era certo ficar andando pela casa, ainda mais com uma culpa me corroendo por dentro.
Deitei só de cueca. Do meu quarto dava pra ver a porta do quarto da Luciana entreaberta. Mas não dava pra enxergar nada além do clarão da TV. Depois de deitar, consegui relaxar um pouco e comecei a pensar: a foto, quem teria tirado? Meu primo? Por que ela tava dormindo? Será que sabia que tinham fotografado ela com aquele rabão enorme bem na frente da câmera? Não era estranho uma foto assim numa garota tão recatada que nem a Luciana? Será que era certo eu ficar tão excitado com a namorada do meu primo? Será que eu tinha apagado todos os vestígios da minha fuçada no PC dela? Meu pau tava duro como uma pedra molhada, doía por baixo da cueca; mas esses últimos pensamentos começaram a me perturbar. Mesmo sendo improvável, imaginei a possibilidade dela descobrir que eu tinha mexido no computador dela. Assim, quente e perturbado, acabei dormindo naquela noite.
No sábado acordei cedo, umas 8:30, e não do melhor jeito. Tinha Fiquei dormindo com a porta entreaberta, e acordei destapado com o pau tão duro quanto tinha ficado na noite anterior. Envergonhado, fui até a cozinha bocejando, depois de vestir um shorts. Lá estava ela, fresca e novinha. Estava vestida pra fazer esporte, de novo. Agora usava uma regata verde e uma calça três quartos daquelas que têm uma saia curtinha, pouco acima das coxas. Ela tinha aula de tênis, segundo me disse. Ainda sonolento, sentei na mesa enquanto ela preparava um café com leite pra mim. Depois ouvi ela pegar as coisas na sala e se despedir antes de sair com um simples "tchau, Jor". Não demorou muito pra eu acordar de vez e perceber que estava sozinho. Poderia, mais uma vez, fuçar no PC pra encontrar alguma surpresa como a do dia anterior. Mas dessa vez a surpresa não foi legal. Descobri que o acesso estava bloqueado; a Luciana tinha colocado uma senha na inicialização do Windows. Isso me irritou. Tive certeza de que ela tinha descoberto que eu encontrei a foto dela. Então fiquei noiado, me perguntando como isso ia acabar, entendi por que tanta distância da parte dela, quase nem chegando perto de mim e me cumprimentando de longe. Mas aí aconteceu algo que mudou tudo: uma hora depois, meu celular tocou. Era uma mensagem dela. Dizia que já tinha terminado a aula de tênis e que só faltava tomar banho pra voltar e almoçar. O surpreendente foi que no final da mensagem ela explicou: "ah, e coloquei senha no PC, te falo caso queira ver os e-mails. É 'sweety', um beijo". Na hora não entendi por que ela disse isso, mas uns minutos depois comecei a desconfiar. Rapidamente (não tinha muito tempo) fui até a pasta onde tinha encontrado a foto em questão. Foi aí que encontrei as duas fotos seguintes da bunda da namorada do meu primo. Nas duas ela também estava dormindo, mas agora a bunda enorme dela aparecia mais em primeiro plano, como um balão redondo, com umas calcinhas fio dental fininhas (branca e vermelha) bem enfiadas entre as bandas dela.
CONTINUA...
A história que vocês vão ler aconteceu há um tempo atrás, quando eu tinha 18 e ela 24. As fotos que tirei dela naquela época fazem parte da história. Depois, foram publicadas na internet, um tempo depois que Luciana terminou com meu primo e a gente continuou se vendo em segredo.
Meu nome é Jorge, hoje tenho 25 anos.
Naquela época, Luciana morava sozinha na capital; tinha saído do interior pra estudar psicologia, motivo pelo qual se afastou do meu primo e continuou mantendo o relacionamento à distância, na base de visitas esporádicas. Por minha parte, quase não tinha relação com a Luciana. Antes dela viajar pra capital, foram poucas as oportunidades que tivemos de trocar palavras. No entanto, no interior todo mundo a conhecia, por isso amigos e conhecidos sempre me zoavam com ela. É uma mina muito gostosa: loira, olhos azuis, peitos não muito grandes, mas durinhos e com uns bicos bem salientes. Sem dúvida, a melhor atração dela é a bunda. Chama muita atenção no corpo magro dela, e é principalmente por isso que os caras ficam loucos por ela.
Mas até minha viagem pra capital, eu nunca tinha reparado em tudo isso. Tive que ir pra fazer a pré-inscrição no curso de educação física, nos primeiros dias de dezembro e, cortesia da família, meu primo e ela se ofereceram pra eu ficar no apartamento deles durante a semana que ia durar minha estadia. E foi assim que acabei passando uns dias com ela, no apartamento dela no centro.
A recepção dela foi formal e educada. Me deu as boas-vindas, disse que o quarto em frente ao dela seria o meu, perguntou sobre a viagem, sobre meu primo e a família dele. Além disso, disse que estava muito cansada, que tinha acabado de voltar do trabalho, coisa que eu já tinha notado porque ela tava de calça e jaqueta comportada de secretária, trabalho que fazia junto com os estudos. Do jeito que a encontrei, tava longe da menina informal que eu conhecia na casa dos meus Cara. Com aquele uniforme e aquele cabelo loiro preso, as feições dela pareciam mais maduras, e os olhos verdes davam a ela o visual de uma mulher sensual, embora um pouco mais velha e mais séria do que realmente era. Depois de um tempo de conversa, ela sugeriu ligar pra cidade: primeiro pra minha família, pra avisar que eu tinha chegado bem; e depois pro meu primo pra contar que a gente já estava junto. Ela aproveitou a oportunidade pra cumprimentá-lo e foi com o telefone pro quarto pra falar em particular. Quinze minutos depois voltou, só pra me dizer pra ficar à vontade e levar minhas coisas pro quarto. Enquanto isso, ela me disse que ia pra academia, e que na volta traria coisas pra comer. Enquanto eu arrumava minhas coisas, ela fechou a porta do quarto dela. Minutos depois apareceu trocada pra malhar, e eu me surpreendi pela primeira vez naqueles dias, talvez pelo contraste com a roupa séria que ela usava no nosso encontro. Luciana agora vestia uma regata branca colada no corpo e umas leggings pretas justas. Acho que foi a primeira vez que vi a garota do meu primo como se olha pra uma mulher. Já não era mais a secretária séria que eu tinha encontrado; era uma gata fresca, de pele jovem e bicos provocantes que apareciam por baixo da regata. Na hora pensei se ela se vestiria daquele jeito se estivesse morando com meu primo; não porque ela fosse dessas mulheres que querem provocar, mas porque aquele corpo com aquela roupa apertada com certeza chamaria a atenção de todos os homens na academia. E essa teoria se confirmou de sobra quando ela foi pelo corredor, e eu pude ver a perfeição da bunda dela, redonda, carnuda, sem um único defeito que se denunciasse pelo tecido das leggings ao caminhar. Parecia firme e larga. Quando ela abriu a porta pra sair, me olhou pra se despedir. Tenho certeza que percebeu minha cara olhando ela de cima a baixo. Quando fiquei sozinho, não consegui deixar de me sentir envergonhado. Tentei pensar em Outra coisa, arrumando minhas roupas no guarda-roupa.
Uma hora e meia depois, Luciana voltou. Trouxe umas sacolas do supermercado. Agora vestia uma saia jeans até acima dos joelhos e uma camisa branca. Por um momento senti culpa, e imaginei que ela preferiu se cobrir apesar do calor, antes que o primo mais novo do namorado dela ficasse espiando ela na própria casa dela.
Mas esse pensamento foi embora, e no lugar veio a ideia do tesão. Isso foi motivado porque no jantar descobri que a camisa larga pregava uma peça suja na Luciana, e dobrava de um jeito estranho entre botão e botão, de modo que às vezes eu conseguia ver a curva dos peitos dela sumindo no sutiã que tampava os bicos.
Com essa imagem fui dormir, também com a sensação excitante e profana de ter descoberto que, sem querer, tinha desejado pela primeira vez a namorada do meu primo, que tão gentilmente tinha me aberto a porta.
No dia seguinte, acordei sozinho. Luciana tinha saído cedo pra faculdade, e disse que voltaria à tarde depois do trabalho. Como combinamos, usei as chaves que ela deixou na mesa pra poder sair e aproveitar a sexta-feira pra me familiarizar com a cidade. Na segunda-feira eu devia me apresentar na faculdade pra saber sobre os trâmites, e nos outros dias começar a perguntar por alojamentos. Mas naquele dia, passei a manhã toda e boa parte da tarde passeando.
Quando ela voltou, Luciana me encontrou vendo meus e-mails no computador. Tudo rolou como no dia anterior: uma conversa cordial, um mate no meio, o telefonema pro meu primo, e depois ela se desculpou pra ir pro quarto tirar o uniforme e se preparar pra academia.
Com o tempo, considero que o que vi depois que ela saiu do quarto foi o que mudou radicalmente minha forma de vê-la e a relação que tínhamos até então. Luciana saiu do quarto igualzinho ao dia anterior, com uma Musculosa também, mas agora as calças que elas usavam eram brancas. Vendo ela vindo de frente pelo corredor, comecei a ficar nervoso, prevendo o que poderia sentir quando a visse de costas. Uma parte de mim não queria que isso acontecesse, pra evitar o desconforto dos pensamentos ruins. Mas aconteceu: Luciana chegou na sala e se virou pra pegar as chaves em cima da estante. Pude contemplar a bunda dela como nunca tinha feito. Dava pra ver claramente o contorno de uma fio dental branca, de triângulo pequeno e elásticos finos. Até a cor do tecido deixava adivinhar as dobras da buceta dela, mal contida por aquelas calças justas que revelavam a perfeição da parte mais desejável do corpo dela: a bunda. A partir daí, comecei a duvidar da ingenuidade provocadora da namorada do meu primo. Por mais que todo o jeito dela indicasse o contrário, era quase impossível que ela não percebesse a atenção que chamaria com aquelas calças. E teve um detalhe que me fez confiar mais na minha hipótese, umas palavras da boca dela, ditas como quem não quer nada, que me deixaram pensando por um bom tempo: "Vesti essas calças novas e elas estão desconfortáveis", foi o que ela disse. E se ela esperava uma resposta, eu decepcionei. Não consegui falar nada. Só fiquei ali olhando enquanto ela ia embora e se virava mais uma vez pra me dar tchau antes de sair.
Fiquei sozinho de novo e, mais uma vez, procurei outra coisa pra pensar. Dessa vez, tentei me distrair com um joguinho de futebol no PC, mas não consegui ganhar uma partida. Não conseguia tirar a imagem sensual da Luciana da cabeça. Sempre tinha visto ela de outro jeito, como uma mina gostosa sim, mas nunca com essa figura de mulher de quadril fatal que tinha se apresentado no próprio apartamento dela, há pouco tempo.
Aí acendeu a luzinha do tesão. Comecei a fuçar no computador dela atrás de fotos. No começo não encontrei grandes surpresas: todas eram fotos normais, meio formais, como ela era. Mas depois de fuçar os álbuns por uns 10 minutos, achei algo que me tirou do sério, acabou com todo meu remorso e deu lugar a uma ereção dolorosa e incontrolável: era uma foto, uma só. Nela, a Luciana aparecia de costas, deitada no sofá da sala do apartamento dela, com o rosto virado pra parede e quase na posição fetal. O mais chamativo dessa foto era, nem mais nem menos, que ela tava com a minissaia jeans toda levantada, deixando à mostra a bunda gorda, redonda, firme e carnuda, coberta por uma fio-dental preta cheia de corações coloridos, num puta close.
Abandonei minha investigação exatos 10 minutos antes dela voltar. É que de repente me vi sentado, paralisado na frente da tela do computador sem fazer nenhum movimento, de boca aberta diante da foto, com a mão fechada sobre minhas bolas e a base do meu pau duro, que já começava a babar sozinho. Aí me toquei que a Luciana ia voltar, e me desesperei pra fechar tudo a tempo e não deixar nenhum rastro da minha operação.
Tudo em mim era uma mistura de angústia, culpa por cima do tesão reprimido por ter encarado aquela foto, e pelo fato de estar morando temporariamente com uma mulher daquele naipe, a namorada do meu primo. Comecei a imaginar um monte de coisa bagunçada, a maioria ligada a quem teria tirado a foto, e em que circunstâncias. Quando ouvi o elevador, eu tava no sofá da sala, de pernas abertas e o pau feito uma pedra debaixo do moletom.
Foi nessa posição que a Luciana ia me encontrar quando passasse pela porta, por isso encolhi as pernas e me levantei um pouco.
-Oi Jor, cheguei.
Eu tava vermelho, isso eu garanto, e talvez até com um suorzinho na testa.
-O que foi? Tá bem?
Não consegui fazer mais que responder que sim e devolver o cumprimento. Pra falar a verdade, também não consegui me recuperar totalmente durante o jantar. Acho que fiquei na minha, caladão. Já ela estava mais animada que o normal, disse que tava feliz por ser sexta, que ia aproveitar pra dormir bem e de manhã cedo ia treinar no parque. Eu, por outro lado, não sabia o que fazer: nem naquele momento, nem no dia seguinte, nem daí pra frente. Não tinha plano nenhum, nem conseguia decidir o que faria depois de ter visto aquela foto. Enquanto isso, Luciana se mexia de um lado pro outro, arrumando a mesa, com uma calça jeans que marcava tudo e só me deixava mais perturbado por dentro.
Depois de terminar as tarefas, ela acenou pra mim e avisou que ia pro quarto dela ver TV antes de dormir.
Ainda era cedo, ou nem tanto; mas eu não queria dormir. Mil ideias rodavam na minha cabeça, mas entendi que o melhor era deitar também, até porque não era certo ficar andando pela casa, ainda mais com uma culpa me corroendo por dentro.
Deitei só de cueca. Do meu quarto dava pra ver a porta do quarto da Luciana entreaberta. Mas não dava pra enxergar nada além do clarão da TV. Depois de deitar, consegui relaxar um pouco e comecei a pensar: a foto, quem teria tirado? Meu primo? Por que ela tava dormindo? Será que sabia que tinham fotografado ela com aquele rabão enorme bem na frente da câmera? Não era estranho uma foto assim numa garota tão recatada que nem a Luciana? Será que era certo eu ficar tão excitado com a namorada do meu primo? Será que eu tinha apagado todos os vestígios da minha fuçada no PC dela? Meu pau tava duro como uma pedra molhada, doía por baixo da cueca; mas esses últimos pensamentos começaram a me perturbar. Mesmo sendo improvável, imaginei a possibilidade dela descobrir que eu tinha mexido no computador dela. Assim, quente e perturbado, acabei dormindo naquela noite.
No sábado acordei cedo, umas 8:30, e não do melhor jeito. Tinha Fiquei dormindo com a porta entreaberta, e acordei destapado com o pau tão duro quanto tinha ficado na noite anterior. Envergonhado, fui até a cozinha bocejando, depois de vestir um shorts. Lá estava ela, fresca e novinha. Estava vestida pra fazer esporte, de novo. Agora usava uma regata verde e uma calça três quartos daquelas que têm uma saia curtinha, pouco acima das coxas. Ela tinha aula de tênis, segundo me disse. Ainda sonolento, sentei na mesa enquanto ela preparava um café com leite pra mim. Depois ouvi ela pegar as coisas na sala e se despedir antes de sair com um simples "tchau, Jor". Não demorou muito pra eu acordar de vez e perceber que estava sozinho. Poderia, mais uma vez, fuçar no PC pra encontrar alguma surpresa como a do dia anterior. Mas dessa vez a surpresa não foi legal. Descobri que o acesso estava bloqueado; a Luciana tinha colocado uma senha na inicialização do Windows. Isso me irritou. Tive certeza de que ela tinha descoberto que eu encontrei a foto dela. Então fiquei noiado, me perguntando como isso ia acabar, entendi por que tanta distância da parte dela, quase nem chegando perto de mim e me cumprimentando de longe. Mas aí aconteceu algo que mudou tudo: uma hora depois, meu celular tocou. Era uma mensagem dela. Dizia que já tinha terminado a aula de tênis e que só faltava tomar banho pra voltar e almoçar. O surpreendente foi que no final da mensagem ela explicou: "ah, e coloquei senha no PC, te falo caso queira ver os e-mails. É 'sweety', um beijo". Na hora não entendi por que ela disse isso, mas uns minutos depois comecei a desconfiar. Rapidamente (não tinha muito tempo) fui até a pasta onde tinha encontrado a foto em questão. Foi aí que encontrei as duas fotos seguintes da bunda da namorada do meu primo. Nas duas ela também estava dormindo, mas agora a bunda enorme dela aparecia mais em primeiro plano, como um balão redondo, com umas calcinhas fio dental fininhas (branca e vermelha) bem enfiadas entre as bandas dela.
CONTINUA...
24 comentários - A bunda da namorada do meu primo
saludos
Espero mas!!!
Gracias por compartir