Olá, sou o David e vou contar uma coisa que me deixou arrasado, porque minha namorada, com quem eu estava há cinco anos num namoro fiel e intenso, me traiu. Desde que a conheci, ela sempre foi uma mulher muito safada e tarada. Ela tem 25 anos, e eu dois a mais que ela. O nome dela é Natália, e ela é espetacular, tem um corpo muito bem proporcionado e uma bunda espetacular, que está cada dia melhor por causa do esporte que ela pratica.
Há um mês, decidimos nos inscrever num clube de trilha na serra de Madri, onde sempre conhecemos muita gente interessante e motivada como a gente com esporte e montanha. No clube, assim que entramos, fomos muito bem recebidos; tinha muita gente jovem e outros um pouco mais velhos, incluindo os próprios monitores, todos caras.
Lá conhecemos os monitores que, sempre que saíamos pra caminhar na montanha, iam nos guiar. Entre eles estava o Carlos, um cara de uns 35 anos, o típico montanhista forte e cheio de confiança. Também tinha outros que não interessam nessa história.
O inesperado que vou contar aconteceu num dia de muito frio, quando fomos com o grupo todo fazer uma travessia de três dias, dormindo em diferentes albergues na montanha. Desde o primeiro momento que começamos a caminhada, eu percebi como o Carlos olhava pra bunda da Natália e ficava muito perto dela, puxando conversa e fazendo ela rir, insistindo muito mais nela do que no resto da galera, que éramos um grupo de 23 pessoas. Pra ser sincero, eu não gostava nada da personalidade daquele cara… acho que quando você reconhece um homem mais seguro que você, seus instintos de defesa se ativam, e ele era assim. Ele tinha muita lábia e não se segurava em nada, além do físico bonito que ele tinha. Minha namorada, por outro lado, não parava de dizer que ele era muito legal e pra eu ver como ele era forte, o que me deixava com um pouco de ciúme.
A manhã passou tranquila, caminhamos uns 15 km e decidimos fazer uma pausa pra comer e recuperar as forças. Natália E eu e ela sentamos juntos ao lado de uma árvore e tiramos a comida. Não demorou nem um minuto pra Carlos chegar perto da gente e sentar do nosso lado pra comer também. A gente falou sobre várias coisas de esporte e, em várias vezes, ele me disse a sorte que eu tinha por estar com a Natalia. Ela ria e dizia que não era pra tanto. Essa atitude toda já tava me irritando, nunca tinha visto a Natalia tão receptiva com ninguém, e olha que ela sempre foi uma pessoa muito aberta e alegre.
A tarde foi igual à manhã, eu tava mais distante dela por causa de como as coisas tavam rolando, e ela percebia.
Lá pelas 19:00 a gente finalmente chegou num albergue, tava bem cansado da caminhada toda e, depois de um jantar rápido, fomos dormir cedo porque no dia seguinte íamos acordar bem cedinho. O quarto era misto (homens e mulheres), o típico de albergue de montanha, onde as camas ficam uma do lado da outra pra caber o máximo de gente possível.
A gente começou a pegar os sacos de dormir e, no começo, meio sem graça, observamos como o pessoal fazia pra se trocar. A surpresa foi grande quando vimos que o pessoal, sem nenhum pudor, tirava a roupa até ficar só de cueca e entrava no saco. Num determinado momento, percebi que a Natalia tava com o olhar fixo em algo… no Carlos, que tinha ficado só de cueca, mostrando que tinha um belo volume. Eu, entre a vergonha e o sentimento de não conseguir competir com ele, me troquei dentro do saco de dormir. Já a Natalia fez diferente, ela sempre foi muito extrovertida e sem vergonha nenhuma (muito mais do que eu gostaria), e se levantou, tirou a camiseta e deixou à mostra os peitos lindos e redondos, tamanho 90, dentro de um sutiã preto. Na sequência, tirou a calça se abaixando pra puxar, deixando todo mundo no quarto ver a bunda e a bucetinha dela, que tava coberta por uma calcinha fio dental da mesma cor. Cor do sutiã.
Essas coisas nunca tinham me agradado nela, porque sabia que no fundo ela gostava de provocar e se sentir desejada, mas com essa atitude fez com que muitos dos caras ali presentes não parassem de olhar pra ela com cara de safadeza.
Natalia subiu na cama e, me dando um beijo, entrou dentro do meu saco de dormir, juntando os dois corpos quentes quase por completo, já que ela estava só de calcinha. Me deu vários beijos no pescoço e insinuou que estava com muito tesão e que a gente podia fazer alguma coisa ali mesmo sem ninguém perceber. Na sequência, levou minha mão até a bucetinha dela e pude sentir que estava muito mais inchada do que o normal, e principalmente ensopada. Bateu uma raiva na hora de pensar no que o pessoal podia ter pensado ao ver a Natalia se abaixar e deixar aquele volume à vista de todo mundo, e ainda por cima daquele jeito molhado… era uma puta, e eu não gostava nada daquilo. Falei pra ela sair do meu saco e me deixar dormir, e a gente teve uma briguinha leve, porque ela dizia que eu era um careta e que não tinha nada demais, que era normal naquele tipo de ambiente.
A luz apagou e eu caí no sono de cansaço por um tempo, até que senti de novo a mão da Natalia percorrendo meu corpo e sussurrando no meu ouvido que não conseguia dormir, que estava muito excitada e queria foder de qualquer jeito. Eu, meio dormindo, falei pra ela me deixar em paz e virei pro lado oposto, de frente pra onde estava o resto do pessoal. Natalia estava num canto, no final da fileira de camas.
Entre um sono e outro, pareceu que ouvi um leve baque e vi a Natalia se mexendo e olhando pro outro lado, parecia que estava cochichando com alguém… era sem dúvida o Carlos.
- Carlos: Oi, gostosa, deixa eu dormir aqui? Meu lado caiu um chato que ronca pra caralho e não me deixa dormir.
- Natalia: Bom… sei lá, isso é muito pequeno, mas vou pedir pro David se encostar mais pra lá.
- Carlos: Não, não, deixa ele, a gente cabe de sobra. Por esse lado dá ali a galera é ainda mais apertada.
- Natalia: bom, tá… foi muito bom hoje (sem saber o que dizer).
- Carlos: você que é boa, nunca vi nada igual na minha vida, adoro esse seu jeito e esse corpaço, e quando você tirou tudo e se deixou ver… caralho, teria te comido ali mesmo…
- Natalia (absorta pelo que acabou de ouvir): buu, bom, obrigada.
- Carlos: O ruim é que não pude ver seus peitos, porque a visão era da sua bunda… e essa bucetinha, puta que pariu, que gordinha, linda.
- Natalia: porra, cara, você é meio direto, né? Além disso, eu sou só do meu namorado, nunca traí ele e não vou trair, e muito menos por uma noite, então vamos dormir logo.
- Carlos: eei, não fica assim, amor, até sua voz treme quando você fala, que foi? Tá nervosa por algum motivo?
- Natalia: vamos dormir.
- Carlos: com os elogios que tô te fazendo, no mínimo um beijo de prêmio, né?
- Natalia: tá, vamos…
(Tenho que dizer que eu não entendia o que tava rolando comigo, tava ouvindo tudo aquilo que esse cara falava pra minha mina, mas em vez de encarar ele, minha reação foi ficar parado com o canto do olho meio aberto, ouvindo cada coisa que eles diziam).
Natalia se levantou um pouco e eu pude ver no escuro como ele puxou o rosto dela e encostou a boca, segurando o pescoço dela e forçando um beijo mais forte. Natalia parecia querer se afastar dele, mas ao mesmo tempo tava entregue, como se não pudesse fazer nada. Depois de um beijo longo, ela empurrou ele e se separou, e Carlos meio que tirou ela do saco de dormir, deixando os peitos dela de fora. Sem pensar duas vezes, ele colou de novo na boca de Natalia, que parecia não entender o que tava acontecendo, e começou a acariciar os peitos dela devagar. Eu, sem saber o que fazer, ouvia Natalia com a respiração falhando e soltando uns gemidinhos. Nessa altura, já devia ter… Já tinha rolado umas quantas vezes. Carlos, num dos movimentos, passou a mão pelo corpo todo dela até encontrar a bucetinha dela encharcada, porque ela começou a tremer e a soltar gemidos cada vez mais fortes. Eu continuei ouvindo.
- Carlos: que puta você é, olha como você tá molhada.
- Natália (tremendo): Carlos, isso não tá certo, por favor, para.
- Carlos: não, hoje à noite você é minha, não do idiota do seu namorado. Vou te dar uma foda que você nunca vai esquecer na vida.
- Natália: Por favor, para já, não aguento mais, vou gozar.
Ouvi um gemido mais forte que os outros e Natália começou a tremer, e aí eu soube que ela tinha gozado.
- Carlos: olha só, putinha, agora é sua vez (Carlos sentou na cama e puxou o pau pra fora), chupa.
Pra minha surpresa, Natália, longe de recuar, se levantou um pouco e agarrou firme o pau de Carlos, começando a lamber a cabecinha e cada vez engolindo mais fundo. Passaram uns três minutos, dava pra ouvir a respiração pesada de Carlos, e ele gozou, enchendo a boquinha da minha namorada de porra.
- Carlos: vira de costas que vou te foder bem gostoso.
Eu já não aguentava mais, ao mesmo tempo que, pasmo, tava até excitado com a situação — o amor da minha vida tava me traindo com um garanhão — mas quando ouvi aquilo, resolvi agir pra acabar com tudo sem eles perceberem que eu tinha visto tudo.
- Eu: Natália, aconteceu alguma coisa?
- Natália (muito nervosa): não, não, não, amor, é que o Carlos vai dormir aqui porque no quarto dele tão roncando.
- Eu: tá bom, mas vem pra cá que quero sentir você perto.
- Carlos (cochichando pra Natália): isso não acaba aqui, putinha, você vai ver o que é uma foda de verdade.
Dormimos os três...
No dia seguinte, acordamos cedo. Eu não acreditava no que tinha acontecido naquela noite, e pelo visto Natália também não — ela tava com o rosto desfigurado, parecia que não conseguia acreditar. Não falamos nada. Só nos vestimos e fomos tomar café da manhã com o resto do grupo no refeitório. Ao passar pelo corredor, vi o Carlos dando um sorrisinho safado pra Natalia, ela olhava pra ele nervosa.
O dia foi igual ao anterior, muita caminhada e umas paradas pra comer e descansar. Chegamos no próximo albergue lá pelas 20:00, era quase idêntico ao anterior, todo mundo junto. A diferença é que nesse dava tempo pra fazer outras coisas, já que no dia seguinte era a última etapa do caminho e a gente ia acordar mais tarde. Quase todo mundo se apressou pra pegar a toalha e ir tomar banho, porque no dia anterior não tinha dado tempo e o cheiro tava realmente horrível. Eu e a Natalia, que não tínhamos conversado muito durante o trajeto, decidimos esperar e ir quando todo mundo já tivesse tomado banho, porque tava uma buceta incrível. Falei pra Natalia que ia falar no telefone e peguei a toalha pra ir tomar banho mais tarde.
Passaram dez minutos, nos quais falei no telefone com uns amigos, e sem passar pelo quarto fui direto pro banheiro. Vi que os chuveiros, que eram dois, já estavam livres e me preparei pra entrar num, o da esquerda. Enquanto tomava banho, ficava pensando em tudo que tinha rolado e como eu podia ter tido uma reação daquelas, não fazer nada vendo o que tava acontecendo. Os chuveiros eram daqueles de cabine, onde a separação entre os dois deixa ver uns meio metro do outro lado por baixo, e por cima, com um pulinho, você vê o outro chuveiro. De repente, ouvi uma voz feminina falando com outra mina que tava no banheiro e indicando onde ficavam os chuveiros. Era a Natalia, sem dúvida. Escutei o som da porta abrindo e como ela fechou depois que entrou, não ia falar nada porque pensei em dar um susto nela pela parte de cima. Quando, de repente, ouço a porta abrir e fechar de novo, me inclino levemente e vejo a Natalia só de calcinha, a última peça que faltava tirar pra começar a tomar banho. a Carlos... de novo não! penso.
- Natalia (muito nervosa e com voz trêmula): porra, que susto você me deu, sai daqui, me deixa em paz que ontem já era.
- Carlos (colocando o dedo sobre a boca de Natalia): cala a boca, putinha, que vim te foder, te falei ontem à noite que não acabava ali.
- Natalia: Por...
Carlos virou ela, pegando pela cintura, e a obrigou a ficar de quatro, quase de quatro. Eu, de cima, podia ver o tremendo volume da bucetinha de Natalia, que estava molhada de novo, a ponto de uma gota escorrer da calcinha dela perna abaixo.
Ele se abaixou e aproximou a boca da ppk dela, respirando forte e lambendo a umidade por cima da calcinha, que cada vez parecia mais encharcada. Natalia só olhava para baixo sem dizer nada, gemendo cada vez mais alto.
- Natalia: Carlos, para, por favor, isso não tá certo, eu amo o David...
- Carlos: e eu te amo, gostosa.
Carlos deslizou a língua pela calcinha molhada de cima a baixo, aproveitando os sucos da minha namorada, que eu nunca, em todo o nosso relacionamento, lembro de ter visto tão tesuda. Ele puxou a calcinha para o lado e a bucetinha inchada, rosada e deliciosa de Natalia apareceu, aberta de par em par, vibrando de desejo. Ele enfiou um dedo dentro e começou a mexer cada vez mais rápido, Natalia tentava não gemer, mas não conseguia, cada vez mais forte até que ela vibrou e um jato espirrou no peito de Carlos. Ela tinha gozado, e de que jeito, estava claro que aquele homem fazia ela sentir coisas que eu nunca imaginaria. Carlos lambeu a bucetinha dela de novo e se levantou. Ele tinha entrado com uma toalha enrolada na cintura, que largou na porta assim que entrou. Era inacreditável, ele tinha um pau que devia ter uns 20 cm, olhando de cima eu sentia vergonha do meu e entendi que nunca seria igual para Natalia. Carlos pegou Natalia, que ainda tremia do Antes do orgasmo, ele puxou a calcinha dela pra baixo, empurrou ela contra a parede e, de quatro na posição de cachorrinho, colocou o pau dele duro na frente da buceta dela, que não fez nenhuma resistência na primeira estocada, entrando fundo. A Natalia soltou um gemido forte que deu pra ouvir longe. Ainda bem que não tinha ninguém no chuveiro. Ele continuou bombando cada vez mais rápido, e a Natalia já não conseguia mais se segurar, gemia igual uma puta. Mais uma vez eu tava paralisado vendo como eles estavam fodendo a minha namorada. Eu via que, cada vez que o Carlos se afastava da bunda da Natalia numa estocada, ela tava cada vez mais molhada com os fluidos que ela soltava, ela tava realmente entregue a ele, tanto que o Carlos deu as últimas sacudidas fortes.
- Carlos: cê gosta, hein, puta?
- Natalia: tô muito tarada, não para.
- Carlos: quem diria.
- Natalia: vou gozar de novo.
- Carlos: já vou gozar.
- Natalia: tira ele!
Carlos não tirou e gozou dentro dela, que deu um grito ainda mais forte que o anterior, os dois gozaram juntos. Carlos tirou o pau e virou a Natalia, ela olhou pra ele com vergonha e desejo ao mesmo tempo. Ele levantou ela e apoiou na parede, se colocou embaixo e deixou ela cair até o pau dele entrar de novo dentro dela.
- Carlos: agora é sua vez.
- Natalia: tô gozando, tô gozando…
A Natalia agora era quem cavalgava que nem uma louca em cima do Carlos, que gostosa, ela tava me traindo e eu não fazia nada pra evitar. Ela cavalgou um bom tempo até o Carlos gozar de novo dentro dela, ele baixou ela no chão e obrigou ela a ficar de joelhos.
- Carlos: limpa meu pau, que isso foi você quem fez.
A Natalia aceitou e, que nem uma louca, limpou o pau enorme dele. Carlos empurrou ela pra trás e deu um beijo na testa dela.
- Carlos: que puta gostosa você é, que sorte tem o otário do seu namorado, você mandou muito bem.
Ele saiu pelo porta e a deixou de joelhos, pensativa, sem saber o que fazer. Ela se levantou e ficou matutando, pegou o chuveiro e se ensaboou. Eu fiquei olhando pra ela um instante com olhos tristes, desci de onde estava apoiado e fui rápido pro quarto, esperaria ela lá.
Ela demorou um pouco e veio meio caída, como se tivesse algo pra me contar. Perguntei se tava tudo bem e ela disse que sim, que onde eu tinha me metido aquele tempo todo e que tinha me procurado. Eu não fiz nem falei nada, até aquele momento a gente tinha tanta confiança que eu esperava que ela me contasse o que tava rolando.
Jantamos quase como estranhos e rapidinho fomos dormir de novo, era a última noite e o pessoal tava mais animado, fazendo mais piadas e sem muita vontade de dormir, mas lá pelas 2 da madrugada já dava pra ouvir roncos. Eu ficava pensando e pensando na minha atitude e em como eu não tinha quebrado a cara daquele cara e largado minha mina ali mesmo, mas não conseguia, tava completamente travado. Olhei pra cama do Carlos e ele não tava, nem o outro monitor, Jesus, muito amigo dele e do mesmo estilo. Peguei no sono, até que me virei umas horas depois e senti o espaço vazio da Natalia; ela não tava. Comecei a ficar nervoso e fui sem fazer barulho pro corredor, pra ver se ela tinha ido no banheiro, mas não tava lá. Continuei andando um pouco mais e vi uma porta entreaberta, de onde saía luz... e gemidos, mais gemidos. Já desconfiei do pior. Espiei e o que vi foi o que me fez não aguentar mais. A Natalia tava de quatro, com a tanga vestida mas puxada pro lado, chupando a pica do Carlos, mas dessa vez quem tava metendo forte nela era o Jesus, outro bombado da montanha, outro cara contra quem eu não teria chance.
Dessa vez me virei e fui dormir, tudo entre a gente no dia seguinte acabou.
Há um mês, decidimos nos inscrever num clube de trilha na serra de Madri, onde sempre conhecemos muita gente interessante e motivada como a gente com esporte e montanha. No clube, assim que entramos, fomos muito bem recebidos; tinha muita gente jovem e outros um pouco mais velhos, incluindo os próprios monitores, todos caras.
Lá conhecemos os monitores que, sempre que saíamos pra caminhar na montanha, iam nos guiar. Entre eles estava o Carlos, um cara de uns 35 anos, o típico montanhista forte e cheio de confiança. Também tinha outros que não interessam nessa história.
O inesperado que vou contar aconteceu num dia de muito frio, quando fomos com o grupo todo fazer uma travessia de três dias, dormindo em diferentes albergues na montanha. Desde o primeiro momento que começamos a caminhada, eu percebi como o Carlos olhava pra bunda da Natália e ficava muito perto dela, puxando conversa e fazendo ela rir, insistindo muito mais nela do que no resto da galera, que éramos um grupo de 23 pessoas. Pra ser sincero, eu não gostava nada da personalidade daquele cara… acho que quando você reconhece um homem mais seguro que você, seus instintos de defesa se ativam, e ele era assim. Ele tinha muita lábia e não se segurava em nada, além do físico bonito que ele tinha. Minha namorada, por outro lado, não parava de dizer que ele era muito legal e pra eu ver como ele era forte, o que me deixava com um pouco de ciúme.
A manhã passou tranquila, caminhamos uns 15 km e decidimos fazer uma pausa pra comer e recuperar as forças. Natália E eu e ela sentamos juntos ao lado de uma árvore e tiramos a comida. Não demorou nem um minuto pra Carlos chegar perto da gente e sentar do nosso lado pra comer também. A gente falou sobre várias coisas de esporte e, em várias vezes, ele me disse a sorte que eu tinha por estar com a Natalia. Ela ria e dizia que não era pra tanto. Essa atitude toda já tava me irritando, nunca tinha visto a Natalia tão receptiva com ninguém, e olha que ela sempre foi uma pessoa muito aberta e alegre.
A tarde foi igual à manhã, eu tava mais distante dela por causa de como as coisas tavam rolando, e ela percebia.
Lá pelas 19:00 a gente finalmente chegou num albergue, tava bem cansado da caminhada toda e, depois de um jantar rápido, fomos dormir cedo porque no dia seguinte íamos acordar bem cedinho. O quarto era misto (homens e mulheres), o típico de albergue de montanha, onde as camas ficam uma do lado da outra pra caber o máximo de gente possível.
A gente começou a pegar os sacos de dormir e, no começo, meio sem graça, observamos como o pessoal fazia pra se trocar. A surpresa foi grande quando vimos que o pessoal, sem nenhum pudor, tirava a roupa até ficar só de cueca e entrava no saco. Num determinado momento, percebi que a Natalia tava com o olhar fixo em algo… no Carlos, que tinha ficado só de cueca, mostrando que tinha um belo volume. Eu, entre a vergonha e o sentimento de não conseguir competir com ele, me troquei dentro do saco de dormir. Já a Natalia fez diferente, ela sempre foi muito extrovertida e sem vergonha nenhuma (muito mais do que eu gostaria), e se levantou, tirou a camiseta e deixou à mostra os peitos lindos e redondos, tamanho 90, dentro de um sutiã preto. Na sequência, tirou a calça se abaixando pra puxar, deixando todo mundo no quarto ver a bunda e a bucetinha dela, que tava coberta por uma calcinha fio dental da mesma cor. Cor do sutiã.
Essas coisas nunca tinham me agradado nela, porque sabia que no fundo ela gostava de provocar e se sentir desejada, mas com essa atitude fez com que muitos dos caras ali presentes não parassem de olhar pra ela com cara de safadeza.
Natalia subiu na cama e, me dando um beijo, entrou dentro do meu saco de dormir, juntando os dois corpos quentes quase por completo, já que ela estava só de calcinha. Me deu vários beijos no pescoço e insinuou que estava com muito tesão e que a gente podia fazer alguma coisa ali mesmo sem ninguém perceber. Na sequência, levou minha mão até a bucetinha dela e pude sentir que estava muito mais inchada do que o normal, e principalmente ensopada. Bateu uma raiva na hora de pensar no que o pessoal podia ter pensado ao ver a Natalia se abaixar e deixar aquele volume à vista de todo mundo, e ainda por cima daquele jeito molhado… era uma puta, e eu não gostava nada daquilo. Falei pra ela sair do meu saco e me deixar dormir, e a gente teve uma briguinha leve, porque ela dizia que eu era um careta e que não tinha nada demais, que era normal naquele tipo de ambiente.
A luz apagou e eu caí no sono de cansaço por um tempo, até que senti de novo a mão da Natalia percorrendo meu corpo e sussurrando no meu ouvido que não conseguia dormir, que estava muito excitada e queria foder de qualquer jeito. Eu, meio dormindo, falei pra ela me deixar em paz e virei pro lado oposto, de frente pra onde estava o resto do pessoal. Natalia estava num canto, no final da fileira de camas.
Entre um sono e outro, pareceu que ouvi um leve baque e vi a Natalia se mexendo e olhando pro outro lado, parecia que estava cochichando com alguém… era sem dúvida o Carlos.
- Carlos: Oi, gostosa, deixa eu dormir aqui? Meu lado caiu um chato que ronca pra caralho e não me deixa dormir.
- Natalia: Bom… sei lá, isso é muito pequeno, mas vou pedir pro David se encostar mais pra lá.
- Carlos: Não, não, deixa ele, a gente cabe de sobra. Por esse lado dá ali a galera é ainda mais apertada.
- Natalia: bom, tá… foi muito bom hoje (sem saber o que dizer).
- Carlos: você que é boa, nunca vi nada igual na minha vida, adoro esse seu jeito e esse corpaço, e quando você tirou tudo e se deixou ver… caralho, teria te comido ali mesmo…
- Natalia (absorta pelo que acabou de ouvir): buu, bom, obrigada.
- Carlos: O ruim é que não pude ver seus peitos, porque a visão era da sua bunda… e essa bucetinha, puta que pariu, que gordinha, linda.
- Natalia: porra, cara, você é meio direto, né? Além disso, eu sou só do meu namorado, nunca traí ele e não vou trair, e muito menos por uma noite, então vamos dormir logo.
- Carlos: eei, não fica assim, amor, até sua voz treme quando você fala, que foi? Tá nervosa por algum motivo?
- Natalia: vamos dormir.
- Carlos: com os elogios que tô te fazendo, no mínimo um beijo de prêmio, né?
- Natalia: tá, vamos…
(Tenho que dizer que eu não entendia o que tava rolando comigo, tava ouvindo tudo aquilo que esse cara falava pra minha mina, mas em vez de encarar ele, minha reação foi ficar parado com o canto do olho meio aberto, ouvindo cada coisa que eles diziam).
Natalia se levantou um pouco e eu pude ver no escuro como ele puxou o rosto dela e encostou a boca, segurando o pescoço dela e forçando um beijo mais forte. Natalia parecia querer se afastar dele, mas ao mesmo tempo tava entregue, como se não pudesse fazer nada. Depois de um beijo longo, ela empurrou ele e se separou, e Carlos meio que tirou ela do saco de dormir, deixando os peitos dela de fora. Sem pensar duas vezes, ele colou de novo na boca de Natalia, que parecia não entender o que tava acontecendo, e começou a acariciar os peitos dela devagar. Eu, sem saber o que fazer, ouvia Natalia com a respiração falhando e soltando uns gemidinhos. Nessa altura, já devia ter… Já tinha rolado umas quantas vezes. Carlos, num dos movimentos, passou a mão pelo corpo todo dela até encontrar a bucetinha dela encharcada, porque ela começou a tremer e a soltar gemidos cada vez mais fortes. Eu continuei ouvindo.
- Carlos: que puta você é, olha como você tá molhada.
- Natália (tremendo): Carlos, isso não tá certo, por favor, para.
- Carlos: não, hoje à noite você é minha, não do idiota do seu namorado. Vou te dar uma foda que você nunca vai esquecer na vida.
- Natália: Por favor, para já, não aguento mais, vou gozar.
Ouvi um gemido mais forte que os outros e Natália começou a tremer, e aí eu soube que ela tinha gozado.
- Carlos: olha só, putinha, agora é sua vez (Carlos sentou na cama e puxou o pau pra fora), chupa.
Pra minha surpresa, Natália, longe de recuar, se levantou um pouco e agarrou firme o pau de Carlos, começando a lamber a cabecinha e cada vez engolindo mais fundo. Passaram uns três minutos, dava pra ouvir a respiração pesada de Carlos, e ele gozou, enchendo a boquinha da minha namorada de porra.
- Carlos: vira de costas que vou te foder bem gostoso.
Eu já não aguentava mais, ao mesmo tempo que, pasmo, tava até excitado com a situação — o amor da minha vida tava me traindo com um garanhão — mas quando ouvi aquilo, resolvi agir pra acabar com tudo sem eles perceberem que eu tinha visto tudo.
- Eu: Natália, aconteceu alguma coisa?
- Natália (muito nervosa): não, não, não, amor, é que o Carlos vai dormir aqui porque no quarto dele tão roncando.
- Eu: tá bom, mas vem pra cá que quero sentir você perto.
- Carlos (cochichando pra Natália): isso não acaba aqui, putinha, você vai ver o que é uma foda de verdade.
Dormimos os três...
No dia seguinte, acordamos cedo. Eu não acreditava no que tinha acontecido naquela noite, e pelo visto Natália também não — ela tava com o rosto desfigurado, parecia que não conseguia acreditar. Não falamos nada. Só nos vestimos e fomos tomar café da manhã com o resto do grupo no refeitório. Ao passar pelo corredor, vi o Carlos dando um sorrisinho safado pra Natalia, ela olhava pra ele nervosa.
O dia foi igual ao anterior, muita caminhada e umas paradas pra comer e descansar. Chegamos no próximo albergue lá pelas 20:00, era quase idêntico ao anterior, todo mundo junto. A diferença é que nesse dava tempo pra fazer outras coisas, já que no dia seguinte era a última etapa do caminho e a gente ia acordar mais tarde. Quase todo mundo se apressou pra pegar a toalha e ir tomar banho, porque no dia anterior não tinha dado tempo e o cheiro tava realmente horrível. Eu e a Natalia, que não tínhamos conversado muito durante o trajeto, decidimos esperar e ir quando todo mundo já tivesse tomado banho, porque tava uma buceta incrível. Falei pra Natalia que ia falar no telefone e peguei a toalha pra ir tomar banho mais tarde.
Passaram dez minutos, nos quais falei no telefone com uns amigos, e sem passar pelo quarto fui direto pro banheiro. Vi que os chuveiros, que eram dois, já estavam livres e me preparei pra entrar num, o da esquerda. Enquanto tomava banho, ficava pensando em tudo que tinha rolado e como eu podia ter tido uma reação daquelas, não fazer nada vendo o que tava acontecendo. Os chuveiros eram daqueles de cabine, onde a separação entre os dois deixa ver uns meio metro do outro lado por baixo, e por cima, com um pulinho, você vê o outro chuveiro. De repente, ouvi uma voz feminina falando com outra mina que tava no banheiro e indicando onde ficavam os chuveiros. Era a Natalia, sem dúvida. Escutei o som da porta abrindo e como ela fechou depois que entrou, não ia falar nada porque pensei em dar um susto nela pela parte de cima. Quando, de repente, ouço a porta abrir e fechar de novo, me inclino levemente e vejo a Natalia só de calcinha, a última peça que faltava tirar pra começar a tomar banho. a Carlos... de novo não! penso.
- Natalia (muito nervosa e com voz trêmula): porra, que susto você me deu, sai daqui, me deixa em paz que ontem já era.
- Carlos (colocando o dedo sobre a boca de Natalia): cala a boca, putinha, que vim te foder, te falei ontem à noite que não acabava ali.
- Natalia: Por...
Carlos virou ela, pegando pela cintura, e a obrigou a ficar de quatro, quase de quatro. Eu, de cima, podia ver o tremendo volume da bucetinha de Natalia, que estava molhada de novo, a ponto de uma gota escorrer da calcinha dela perna abaixo.
Ele se abaixou e aproximou a boca da ppk dela, respirando forte e lambendo a umidade por cima da calcinha, que cada vez parecia mais encharcada. Natalia só olhava para baixo sem dizer nada, gemendo cada vez mais alto.
- Natalia: Carlos, para, por favor, isso não tá certo, eu amo o David...
- Carlos: e eu te amo, gostosa.
Carlos deslizou a língua pela calcinha molhada de cima a baixo, aproveitando os sucos da minha namorada, que eu nunca, em todo o nosso relacionamento, lembro de ter visto tão tesuda. Ele puxou a calcinha para o lado e a bucetinha inchada, rosada e deliciosa de Natalia apareceu, aberta de par em par, vibrando de desejo. Ele enfiou um dedo dentro e começou a mexer cada vez mais rápido, Natalia tentava não gemer, mas não conseguia, cada vez mais forte até que ela vibrou e um jato espirrou no peito de Carlos. Ela tinha gozado, e de que jeito, estava claro que aquele homem fazia ela sentir coisas que eu nunca imaginaria. Carlos lambeu a bucetinha dela de novo e se levantou. Ele tinha entrado com uma toalha enrolada na cintura, que largou na porta assim que entrou. Era inacreditável, ele tinha um pau que devia ter uns 20 cm, olhando de cima eu sentia vergonha do meu e entendi que nunca seria igual para Natalia. Carlos pegou Natalia, que ainda tremia do Antes do orgasmo, ele puxou a calcinha dela pra baixo, empurrou ela contra a parede e, de quatro na posição de cachorrinho, colocou o pau dele duro na frente da buceta dela, que não fez nenhuma resistência na primeira estocada, entrando fundo. A Natalia soltou um gemido forte que deu pra ouvir longe. Ainda bem que não tinha ninguém no chuveiro. Ele continuou bombando cada vez mais rápido, e a Natalia já não conseguia mais se segurar, gemia igual uma puta. Mais uma vez eu tava paralisado vendo como eles estavam fodendo a minha namorada. Eu via que, cada vez que o Carlos se afastava da bunda da Natalia numa estocada, ela tava cada vez mais molhada com os fluidos que ela soltava, ela tava realmente entregue a ele, tanto que o Carlos deu as últimas sacudidas fortes.
- Carlos: cê gosta, hein, puta?
- Natalia: tô muito tarada, não para.
- Carlos: quem diria.
- Natalia: vou gozar de novo.
- Carlos: já vou gozar.
- Natalia: tira ele!
Carlos não tirou e gozou dentro dela, que deu um grito ainda mais forte que o anterior, os dois gozaram juntos. Carlos tirou o pau e virou a Natalia, ela olhou pra ele com vergonha e desejo ao mesmo tempo. Ele levantou ela e apoiou na parede, se colocou embaixo e deixou ela cair até o pau dele entrar de novo dentro dela.
- Carlos: agora é sua vez.
- Natalia: tô gozando, tô gozando…
A Natalia agora era quem cavalgava que nem uma louca em cima do Carlos, que gostosa, ela tava me traindo e eu não fazia nada pra evitar. Ela cavalgou um bom tempo até o Carlos gozar de novo dentro dela, ele baixou ela no chão e obrigou ela a ficar de joelhos.
- Carlos: limpa meu pau, que isso foi você quem fez.
A Natalia aceitou e, que nem uma louca, limpou o pau enorme dele. Carlos empurrou ela pra trás e deu um beijo na testa dela.
- Carlos: que puta gostosa você é, que sorte tem o otário do seu namorado, você mandou muito bem.
Ele saiu pelo porta e a deixou de joelhos, pensativa, sem saber o que fazer. Ela se levantou e ficou matutando, pegou o chuveiro e se ensaboou. Eu fiquei olhando pra ela um instante com olhos tristes, desci de onde estava apoiado e fui rápido pro quarto, esperaria ela lá.
Ela demorou um pouco e veio meio caída, como se tivesse algo pra me contar. Perguntei se tava tudo bem e ela disse que sim, que onde eu tinha me metido aquele tempo todo e que tinha me procurado. Eu não fiz nem falei nada, até aquele momento a gente tinha tanta confiança que eu esperava que ela me contasse o que tava rolando.
Jantamos quase como estranhos e rapidinho fomos dormir de novo, era a última noite e o pessoal tava mais animado, fazendo mais piadas e sem muita vontade de dormir, mas lá pelas 2 da madrugada já dava pra ouvir roncos. Eu ficava pensando e pensando na minha atitude e em como eu não tinha quebrado a cara daquele cara e largado minha mina ali mesmo, mas não conseguia, tava completamente travado. Olhei pra cama do Carlos e ele não tava, nem o outro monitor, Jesus, muito amigo dele e do mesmo estilo. Peguei no sono, até que me virei umas horas depois e senti o espaço vazio da Natalia; ela não tava. Comecei a ficar nervoso e fui sem fazer barulho pro corredor, pra ver se ela tinha ido no banheiro, mas não tava lá. Continuei andando um pouco mais e vi uma porta entreaberta, de onde saía luz... e gemidos, mais gemidos. Já desconfiei do pior. Espiei e o que vi foi o que me fez não aguentar mais. A Natalia tava de quatro, com a tanga vestida mas puxada pro lado, chupando a pica do Carlos, mas dessa vez quem tava metendo forte nela era o Jesus, outro bombado da montanha, outro cara contra quem eu não teria chance.
Dessa vez me virei e fui dormir, tudo entre a gente no dia seguinte acabou.
0 comentários - Cornuda na frente dos alfas (Visão masculina)