Olá, a história de hoje não é 100% original, já que foi modificada a pedido de uns porongueiros que querem aparecer em um dos meus contos. Os lugares e o desenrolar da história são 100% reais, mas os fatos e/ou comentários só chegam a uns 70% ou 80% de verdade. De qualquer forma, espero que vocês gostem.
Dedicada ao Nicolás e à Sofía @partu0.
Tudo começa no centro de pesquisa ambiental onde a María e a Sofía trabalham. Lá, elas fazem uma descoberta importante sobre o clima atual e a última glaciação. Depois que o projeto é aprovado, María e Sofía se preparam para uma viagem emocionante para a Antártida. O Dr. Claus (o chefe da María e da Sofía) chama a minha empresa ("Viajes Poringeros S.L."), uma empresa de transportes especiais. Eu e o Nicolás fomos selecionados pra fazer esse trampo, que era levar o material científico de Buenos Aires (onde o Nico já tá nos esperando, porque ele é de lá) até Ushuaia, na Terra do Fogo (Patagônia, Argentina). De lá, ir pra 120 km da costa antártica, na base científica Juan Carlos I, e por último pra base americana McMurdo. Não era a primeira vez que eu e o Nicolás nos encontrávamos, já tínhamos trabalhado juntos várias vezes. Entre nós dois, já tínhamos dirigido todo tipo de veículo que existe. Quando aterrissei em Buenos Aires, ele já tava me esperando.
Eu e ele: — E aí, véio amigão, beleza?
Hahaha, a gente riu.
Ele: — Pois é, parece que vamos trampar juntos de novo.
Eu: — Sim, e sabe quem a gente vai levar?
Ele: — Não, nem ideia.
Eu: — Pois é, a María e a Sofía. Cê não gostava da Sofía, né?
Ele: — Sim, já te conto, tem novidade com a Sofía.
Eu: — Outra coisa, vamos ter que ficar de 5 a 8 dias em McMurdo.
Ele: (sarcasmo) — Que maravilha, lá você não pode nem respirar sem ser acusado de espião.
Subimos no caminhão com o material e os veículos especiais (os lagartas). Começamos a viagem de Buenos Aires até Ushuaia, e de lá pra Ilha Decepção, de onde vamos visitar várias bases antárticas, como a base Sobral, da Argentina, ou a McMurdo, dos Estados Unidos.
São 11 da noite e aproveitando a mudança de horário, eu tô dirigindo pela rodovia 3 sentido Las Flores pra pegar algo pra comer. Nicolás aproveitou pra me contar uma parada sobre os caras sensíveis de Flores. Quando chegamos, ele mandou eu parar num lugar, que valia a pena. Putz, que choripan! No fim, a gente falou sobre María e se a gente repetiria a mesma coisa da última viagem. Eu ri e falei que a gente ia ver. Continuei dirigindo até as 7 da manhã enquanto ele dormia. Tava chovendo e o vento tava muito forte. Eu já tava cansado, então ele me substituiu. Mas antes, a gente tomou café da manhã em Bahía Blanca, momento que aproveitei pra falar com María e ver onde eles tavam naquele momento. Parece que eles tavam chegando em Buenos Aires. E falando nisso, puta que pariu, como o vento tava soprando forte! A chuva doía de tanta força que pegava. Eu me tranquei na cabine do caminhão enquanto Nico pedia o café. Ele me perguntou se eu topava ela vir com a gente, já que Sofia pegava outro voo e viajar de ônibus é muito cansativo e chato. Pra mim, show de bola, mas a gente tava separado por umas 8 a 12 horas de viagem. Bem, se a gente dirigisse, eu ou Nico, claro. Falei que ia conversar com Nico pra ver o que dava pra fazer. Fui tomar café e comentei com ele. Ele já quis ir buscar ela na hora. Que filho da puta, tava com MUITO interesse que María viajasse com a gente. A gente seguiu a viagem e decidiu dar uma segurada pra que em um ou dois dias no máximo María nos alcançasse. Então, à noite a gente dormiu. Como a carga era muito valiosa, eu fiquei no caminhão pra dormir enquanto Nico foi pra uma pousada. Falei de novo com María e comentei que a gente ia buscar ela, o que deixou ela toda animada.
María: Boa, muito obrigada. Vou recompensar toda a viagem.
Eu: Ah é? E como?
María: Do jeito que você mais gosta.
Eu: E como é isso?
María: Vou ser sua putinha no caminhão e sua vadiazinha pelo resto da viagem.
Eu: Hummm, parece fantástico.
Infelizmente, a bateria dela acabou porque eu tava muito excitado. Duas semanas sem sexo e já dois dias sem me masturbar, e eu... Sou do tipo que bate umas várias vezes por dia quando tá na seca, mas de repente no caminhão da frente uma puta tava dando um trato no caminhoneiro. Eu, no escuro, olhava os dois enquanto me punhetava. Ela chupava o pau do caminhoneiro enquanto ele, com uma mão, empurrava a cabeça dela e, com a outra, enfiava os dedos no cu dela. Eu comecei a me despir, já que tava na cama (bem atrás dos bancos, pra quem não sabe como é um caminhão de longa distância). Dali eu via tudo muito bem e ninguém me via. Continuava chovendo, e quando eu tava bem à vontade vendo aquela puta sendo fodida na boca daquele jeito, aparece correndo bem na frente da cabine outra puta que me olhou diretamente e entrou sem pedir. E lá estava eu, sem roupa e com a bandeira hasteada. Era uma jovem puta de uns 18 ou 19 anos, com uma minissaia curta e o que um dia foi uma camiseta inteira. A coitada tava toda molhada.
Ela: Desculpa, se importa se eu me abrigar aqui? Olha como tá chovendo.
Eu: Eee... você podia passar minha roupa, sentou em cima.
Ela: Não tem problema. Se quiser, posso te ajudar no que você tava fazendo.
Eu: Não, tenho um relacionamento. É bem liberal, mas temos nossas regras: nunca fazemos nada sem o consentimento do outro.
Ela: Não preciso te tocar. Posso me tocar, gemer e falar umas sacanagens.
Na hora, ela pôs os peitos pra fora e, caralho, eram uns peitões enormes. Geralmente, não curto peitos grandes, até porque costumam ser castigados pela gravidade. Acho que isso vem de uma namorada da adolescência que tinha o costume de enfiar as tetas na minha boca enquanto me montava igual a um cavalo. Eu não conseguia respirar, e acho que isso ficou no meu subconsciente por muito tempo. Mas essa tinha uns peitos enormes e antinaturais — antinaturais porque se mantinham no lugar de um jeito erótico. A puta, além de super simpática e carinhosa, tava um tesão. Bobo com as ações dela e empurrado pela testosterona acumulada, demorei... consegui dizer que não, que muito obrigado mas não era necessário, fiquei com muita vontade de foder aquela puta, a dor nos ovos era inacreditável, a jovem puta foi embora aproveitando que a chuva parou e infelizmente o caminhão da frente terminou, então tentei me acalmar, a pika tava explodindo, nesse momento a Maria me ligou, beleza pensei, tudo caminhava bem, parecia que ia me ajudar a bater uma até eu contar a história, ela se irritou, não sei por que hoje em dia mas ela ficou puta, talvez por eu me tocar vendo os da frente foder, por não ter mandado a jovem puta embora desde o início ou por não ter fodido aquela jovem puta, com certeza não é a última opção, enfim, poucos minutos depois ela me liga de novo
Maria: desculpa, foi um ataque de ciúmes, me perdoa, você não fez nada de errado
Eu: eu sei que não fiz nada senão não estaria tão tarado
Maria: uuuy tá tarado? Então eu tô por Bahía Blanca.
E mesmo que estivesse na Espanha iria até ela a nado com o caminhão nas costas
Eu: então a gente tá bem perto, se quiser vou te buscar
Maria: siim, olha uma pergunta, se eu tivesse cercada por três pikas pedindo pra serem chupadas o que você me diria
Eu: que deixasse elas secas hehe
Ri, e pensei que tomara que acontecesse, adoro ver ela chupando pika, mas isso nunca acontece do nada, um dia vou mandar ela sair e chupar a pika dos três primeiros caras que cruzar.
Avisei o Nicolás e ele decidiu ir comigo o filho da puta, não queria perder a festa, chegando em Bahía Blanca umas 3 da manhã, ele foi pra cama e fechou as cortinas.
Lá está minha Maria, assim que subiu me deu uma boa apalpada, Nico ficou quieto, fomos pra um descanso e começa a chover de novo com uma tempestade da porra, ela começou a se despir, aaa sim porra, aqueles peitos daquela puta eram lindos... Mas porra esses são ainda mais, os peitos da Maria são redondinhos e perfeitos nem muito pequenos nem muito grandes, e esses biquinhos são uma delícia, Maria começou a chupar minha pika enquanto dizia
Maria: mmm que delícia, que vontade de rola que eu tô, depois te conto minhas histórias de viagem mas antes me fode.
Aí eu fiquei excitado e fiz ela engolir a rola toda, eu fico duro rápido, mas ela tava soltinha, chupava minha rola com uma voracidade imensa, sentou em cima de mim esfregando o clitóris na minha rola enquanto eu amarrei as mãos dela nas costas pra poder aplicar uma tortura doce nos peitos dela, mmmm que mamilos mais lindos e redondinhos, mordia os peitos dela, beijava, beliscava e puxava os biquinhos, colocava na boca e chupava os peitos dela, que eu tinha desejado tanto esses dias, enquanto ela esfregava o clitóris e a buceta na minha rola, de repente atrás das cortinas que estão bem na frente dela e nas minhas costas, Nicolás aparece com a rola entre as cortinas, uma rola solitária flutuando invadia o espaço da Maria, ela se assustou no começo, o pulinho que ela deu fez com que, por sorte, minha rola entrasse na buceta dela, aí ela soltou uns suspiros sensuais bem altos, quase gemidos, e depois de se acalmar e perceber quem era, colocou na boca, engoliu tudo, forçada pelo Nico, o Nico era o cara mais filho da puta com quem fizemos um menage e ele adora porque a Maria deixa ele fazer de tudo.
Nico: ah sim Maria, engole tudo, mmm vai vagabunda, dá, não tira não, aí mmmm
Eu metia forte e colocava os dedos atrás enquanto puxava ela pra perto, amarramos as mãos dela nas costas, ele ficou atrás dela e nós dois penetramos ao mesmo tempo, a pressão era enorme e ela gemia, acho que era tanta pressão que o melhor seria ela descrever essa parte, por isso agora a Maria vai escrever o ponto de vista dela sobre o que aconteceu.
Meu ponto de vista.
Por Maria
Oi piranha, beleza?
Queria descrever o que eu sentia enquanto Nicolás e Andrés me fodiam.
Quando terminei de falar com Andrés, comecei a ficar com tesão, minha fantasia voava e eu sentia meu corpo cada vez mais quente, aqueles calores que dá quando tudo arde de vontade. O que foi? Como iam demorar umas duas horas, fui tomar alguma coisa. Os caras me olhavam e eu provocava um pouquinho. De repente, me vi cercada por três rapazes que me diziam coisas muito quentes e que eu chupasse eles. Mesmo eles tendo tirado o pau pra fora e eu estar morrendo de vontade de ver aquelas pirocas lindas, não podia sem o consentimento do Andrés. Então mandei uma mensagem pra ele enquanto eles esperavam a resposta.
Eu: Andrés, se eu estivesse cercada por três caras fortes que tirassem umas pirocas enormes e deliciosas e me dissessem pra chupar, o que você diria pra eu fazer?
Andrés: hummm, então que você engolisse elas, do jeito que você já sabe.
Eu: ok, bom saber. Não demora muito, porque tô com muita vontade de você.
Naquela hora, eu disse que só ia chupar eles. Assim eu ficaria ainda mais excitada e, quando o Andrés chegasse, eu faria de tudo com ele, estaria bem entregue e disposta a tudo. Fomos pra um canto e eles começaram a me dar cock, mas... o Andrés me disse pra engolir do jeito que eu sei. Então peguei o cara de cock maior (aliás, que pedaço de pauzão que o moleque tinha, e olha que já engoli pirocas grandes) e olhei nos olhos dele, dizendo que ele não sabia foder uma boca. Pedi pra ele segurar minha cabeça com as mãos e, na sequência, engoli aquele pedaço de cock até o fim. O moleque ficou pasmo, só suspirava fundo. Quando reagiu, me segurou pelo cabelo e começou a me penetrar com mais força. Os outros dois logo tomaram o lugar dele, então me esforcei com eles pra ficar aproveitando aquela cock enorme. Chupei com toda a vontade e eles gozaram gostoso no meu peito, hummm, que tasty. Mas mais tasty era o que eu ia fazer com aquele pedaço de pauzão. Finalmente, agora é hora de aproveitar o sabor daquele pauzão. Me senti super slut. Cada vez que enfiam uma cock impossível de engolir, cada vez que tenho coragem de fazer garganta profunda em pirocas desse calibre, as lágrimas escorrem, tenho ânsias fortes e até às vezes vomito tudo. Mas cada vez que Isso acontece, me sinto a mulher mais puta e isso me excita muito. Não sei por quê, mas mesmo sofrendo, fico melada pra caralho e, além disso, a sensação de ter um pauzão enorme tão dentro da minha boca é incrível. O filho da puta... Me deixou num beco, ajoelhada na frente dele, contra a parede pra minha cabeça não conseguir recuar, com os peitos de fora, as mãos pra cima e toda molhada porque começou a chover de novo. E assim, encharcada na chuva, com meus peitos molhados de uma mistura de água da chuva e saliva, e com meu vestido fino e curto rasgado no decote de um jeito que meus peitos não tinham refúgio, e com aquele pauzão atravessando minha garganta, sentia que se não terminasse logo, eu ia acabar fodendo ele. Tava muito, muito tesuda. A água que caía no meu corpo quase evaporava ao tocar minha pele. Finalmente, com todo o pau dele na minha garganta, ele soltou uns jorros enormes direto na minha goela, e eu não tive escolha senão engolir. Ele disse que adorou, que nunca conheceu uma mina tão devota a paus como eu, e é verdade: eu amo paus, ser usada, penetrada, ver gozarem. Mmmm, definitivamente, eu amo paus. Entrei no banheiro, me limpei e me sequei, saí pra esperar o Andrés. Ele não demorou e, graças a Deus, eu tava tesuda pra caralho e, na verdade, lembrando daqueles três paus daqueles desconhecidos também. Assim que subi no caminhão, fomos pra um lugar afastado, fechamos as cortinas e, sem mais preliminares que uns amassos rápidos, ele me puxou bruscamente pra baixo, pro encontro do pau dele. Ele disse, com desdém: "Chupa meu pau, puta." Adoro quando me tratam mal na hora de foder. Engoli o pau dele com luxúria. Gosto de todos os paus, mas o dele me dá um prazer imenso só de pensar que é o do Andrés, que agora eu tinha ele na minha boca. Os dedos dele enfiados dentro de mim me deixavam toda elétrica. Pulei em cima dele e, enquanto molhava todo o pau dele com minha buceta e esfregava meu clitóris naquele falo delicioso, oferecia meus peitos, sabendo que ele adora. Ele logo... começou a beijá-las, beliscá-las, etc... Mas antes de aproveitar bem minhas tetas, ele amarrou minhas mãos para trás, deixando meus peitos sensíveis ainda mais expostos. Fez isso pra que eu não pudesse tirar nem me defender (ele faz muito bem o papel de filho da puta). Ele beliscava meus mamilos e esticava como se fossem de massinha, e de repente aparece uma rola bem na frente da minha cara. No começo, me assustei, o que fez com que Andrés entrasse dentro de mim por causa do meu pulinho. Depois eu ri, o que me fez mexer e sentir o prazer da rola de Andrés. E ao sentir aquilo, não perguntei nada — nem de quem era, nem o que fazia ali, nada, nada. Só chupei.
Siiim, finalmente. Agora sim estavam me fodendo. Que prazer.
Quando as cortinas se abriram, deu pra ver quem era o dono daquela rola mágica que flutuava no meio da cortina: era o Nico. E agora eu já podia ver seu sorriso de sádico. Ele mandou eu chupar como a puta que eu era e que sou, e foi o que fiz. Ele me agarrou pela cabeça e começou a empurrar com tanta força que me dava uns engasgos terríveis — e até hoje não sei explicar como algo tão nojento me faz tremer de prazer e me deixa mais e mais excitada. De repente, Nico vai pra frente, me viram e me sentam em cima da rola do Andrés. Lembra que eu estava amarrada? Essa posição fazia eu projetar o peito e arquear as costas, o que deixava minha bunda ainda mais empinada. E como eu estava com as mãos amarradas, não conseguia me apoiar em nada, o que resultava numa penetração anal profunda. Eu me sentia como uma puta sendo penetrada por um cachorro quando ele "dá o nó" e a rola fica presa dentro, sem conseguir sair. Pois é, exatamente assim — como se a rola dele tivesse feito vácuo, eu sentia a rola do Andrés dentro da minha bunda. A penetração era brutal e eu não conseguia me mexer pra fazer nada. Eu era simplesmente o brinquedo dele com buracos, feita pro prazer dele. E mmm, eu amei. Não sabia, mas adoro ser tão puta. Nico me fodeu com a firme convicção de que tinha que me partir no meio na base da porrada de rola. Porra. notei que eles estavam carentes de sexo, e o melhor era que faltavam uns 3 ou 4.000km, ou seja, de 4 a 6 dias num caminhão com dois homens tarados, logo começaram a empurrar e empurrar, os braços fortes deles empurravam na direção dos paus, a pressão me fazia sentir como uma pluma no meio de um furacão, a força que eu sentia era muito maior que a minha, estava totalmente à mercê deles e tão aberta que me sentia plena, Nico gozou inundando minha buceta, Andrés me soltou e me deitou na cama do caminhão, deitada de barriga pra cima e levantando vigorosamente minhas pernas ele conseguiu continuar fodendo meu cu, enquanto Nico deixava o pau dele na minha cara, comecei a me tocar enquanto eles enfiavam o pau no meu cu, decidi chupar e rechupar o pau do Nicolás pra ficar excitada e gozar, coisa que consegui em pouco tempo, e pouco depois ele gozou no meu cu dilatado.
Agora é a vez do Andrés, obrigado por nos ler, quando tiver mais tempo vou criar uma conta pra poder falar com vocês.
Depois dessa contribuição excitante da Maria, continuei contando a história eu.
Os 5 dias seguintes foram imbatíveis, enquanto um dirigia o outro fodia ela uma e outra vez, outras vezes parávamos e dávamos dose dupla de pau, ao chegar em Ushuaia nos esperava a Sofia que estava com o Dr. Claus pra dar novas ordens, Nico e Sofia iriam pra base Argentina San Martín, de lá pro polo sul magnético e de lá pra base americana McMurdo, enquanto Maria e eu iríamos pra base Espanhola Juan Carlos 1, de onde partiríamos pro polo sul geográfico e de lá nos reuniríamos em McMurdo, base americana, com Nico e Sofia, onde receberíamos as instruções pra extração, claro que a viagem apesar das latitudes seria muito quente.
Primeiro zarparíamos nós e no dia seguinte eles, no entanto isso seria no dia seguinte e nos hospedaríamos na pousada do fim do mundo enquanto a Sofia ficou no hotel o pelicano (ou algo assim, não lembro direito) e o Nico no velho lobo. De mar, ou pelo menos era o que parecia no começo. A gente combinou de tomar algo no La Tía Elvira, elas estavam brincando e a gente acabou no nosso quarto, já que era o maior. Elas se beijavam e provocavam a gente, e sem saber como, de repente estavam peladas e chupando os peitos uma da outra enquanto faziam sinal pra gente chegar perto. E a gente foi. Começamos a tocar elas. María estava deitada e a Sofía de quatro, enquanto se comiam a buceta (69). O Nico meteu na Sofía enquanto eu fazia ela chupar ele. María chupava a pica do Nico, que entrava e saía. Vendo a química dos dois, eu e a María fomos pra janela. Mesmo que naquela hora não passasse ninguém, me dá um tesão foder ela contra a janela, com os peitos dela colados no vidro. Pouco depois, bem do lado, a gente tinha nossos amigos repetindo a cena da janela. Pena que não deu pra tirar foto, devia ser linda aquela cena vista de fora, com aquelas duas gostosas colando os peitos lindos no vidro. E de repente, eu vi claro: as duas de mãos dadas.
Eu: Nico, tá vendo? É lindo. Duas mulheres gostosas se entregando aos nossos caprichos voluntariamente, tudo pra nos agradar. Elas merecem tudo. É lindo ver como se entregam de corpo e alma. As mulheres são perfeitas, são lindas, são delicadas e são superiores a nós, mas mesmo assim se entregam pra gente. María e Sofía se viram e abraçam a gente, e dizem: a gente se entrega a todos esses caprichos por amor, e por amor a gente é de vocês.
Sofía: É, Nico, por amor.
Que lindo. Nós quatro pelados e fodendo como loucos, e de repente descobrimos não um, mas dois casais. Nico e Sofía confessam que tão conversando há uns dois meses, e que eu e a María desvirginamos eles como casal liberal. Naquele momento a gente fez amor, e como é um pouco piegas, melhor parar por aqui. E tudo o que vem depois a gente conta em outro capítulo, já que acho que isso dá pra contar em mais ou menos seis capítulos. E tirando esse final, tudo o que vem é bem pesado. Sofía e María vão ser fodidas por uma porrada de picas. Tchau. e espero que vocês gostem, não peço pontos nem nada, só comentários pra Maria, vamos ver se ela se anima e cria uma conta no Poringa.
Dedicada ao Nicolás e à Sofía @partu0.
Tudo começa no centro de pesquisa ambiental onde a María e a Sofía trabalham. Lá, elas fazem uma descoberta importante sobre o clima atual e a última glaciação. Depois que o projeto é aprovado, María e Sofía se preparam para uma viagem emocionante para a Antártida. O Dr. Claus (o chefe da María e da Sofía) chama a minha empresa ("Viajes Poringeros S.L."), uma empresa de transportes especiais. Eu e o Nicolás fomos selecionados pra fazer esse trampo, que era levar o material científico de Buenos Aires (onde o Nico já tá nos esperando, porque ele é de lá) até Ushuaia, na Terra do Fogo (Patagônia, Argentina). De lá, ir pra 120 km da costa antártica, na base científica Juan Carlos I, e por último pra base americana McMurdo. Não era a primeira vez que eu e o Nicolás nos encontrávamos, já tínhamos trabalhado juntos várias vezes. Entre nós dois, já tínhamos dirigido todo tipo de veículo que existe. Quando aterrissei em Buenos Aires, ele já tava me esperando.
Eu e ele: — E aí, véio amigão, beleza?
Hahaha, a gente riu.
Ele: — Pois é, parece que vamos trampar juntos de novo.
Eu: — Sim, e sabe quem a gente vai levar?
Ele: — Não, nem ideia.
Eu: — Pois é, a María e a Sofía. Cê não gostava da Sofía, né?
Ele: — Sim, já te conto, tem novidade com a Sofía.
Eu: — Outra coisa, vamos ter que ficar de 5 a 8 dias em McMurdo.
Ele: (sarcasmo) — Que maravilha, lá você não pode nem respirar sem ser acusado de espião.
Subimos no caminhão com o material e os veículos especiais (os lagartas). Começamos a viagem de Buenos Aires até Ushuaia, e de lá pra Ilha Decepção, de onde vamos visitar várias bases antárticas, como a base Sobral, da Argentina, ou a McMurdo, dos Estados Unidos.
São 11 da noite e aproveitando a mudança de horário, eu tô dirigindo pela rodovia 3 sentido Las Flores pra pegar algo pra comer. Nicolás aproveitou pra me contar uma parada sobre os caras sensíveis de Flores. Quando chegamos, ele mandou eu parar num lugar, que valia a pena. Putz, que choripan! No fim, a gente falou sobre María e se a gente repetiria a mesma coisa da última viagem. Eu ri e falei que a gente ia ver. Continuei dirigindo até as 7 da manhã enquanto ele dormia. Tava chovendo e o vento tava muito forte. Eu já tava cansado, então ele me substituiu. Mas antes, a gente tomou café da manhã em Bahía Blanca, momento que aproveitei pra falar com María e ver onde eles tavam naquele momento. Parece que eles tavam chegando em Buenos Aires. E falando nisso, puta que pariu, como o vento tava soprando forte! A chuva doía de tanta força que pegava. Eu me tranquei na cabine do caminhão enquanto Nico pedia o café. Ele me perguntou se eu topava ela vir com a gente, já que Sofia pegava outro voo e viajar de ônibus é muito cansativo e chato. Pra mim, show de bola, mas a gente tava separado por umas 8 a 12 horas de viagem. Bem, se a gente dirigisse, eu ou Nico, claro. Falei que ia conversar com Nico pra ver o que dava pra fazer. Fui tomar café e comentei com ele. Ele já quis ir buscar ela na hora. Que filho da puta, tava com MUITO interesse que María viajasse com a gente. A gente seguiu a viagem e decidiu dar uma segurada pra que em um ou dois dias no máximo María nos alcançasse. Então, à noite a gente dormiu. Como a carga era muito valiosa, eu fiquei no caminhão pra dormir enquanto Nico foi pra uma pousada. Falei de novo com María e comentei que a gente ia buscar ela, o que deixou ela toda animada.
María: Boa, muito obrigada. Vou recompensar toda a viagem.
Eu: Ah é? E como?
María: Do jeito que você mais gosta.
Eu: E como é isso?
María: Vou ser sua putinha no caminhão e sua vadiazinha pelo resto da viagem.
Eu: Hummm, parece fantástico.
Infelizmente, a bateria dela acabou porque eu tava muito excitado. Duas semanas sem sexo e já dois dias sem me masturbar, e eu... Sou do tipo que bate umas várias vezes por dia quando tá na seca, mas de repente no caminhão da frente uma puta tava dando um trato no caminhoneiro. Eu, no escuro, olhava os dois enquanto me punhetava. Ela chupava o pau do caminhoneiro enquanto ele, com uma mão, empurrava a cabeça dela e, com a outra, enfiava os dedos no cu dela. Eu comecei a me despir, já que tava na cama (bem atrás dos bancos, pra quem não sabe como é um caminhão de longa distância). Dali eu via tudo muito bem e ninguém me via. Continuava chovendo, e quando eu tava bem à vontade vendo aquela puta sendo fodida na boca daquele jeito, aparece correndo bem na frente da cabine outra puta que me olhou diretamente e entrou sem pedir. E lá estava eu, sem roupa e com a bandeira hasteada. Era uma jovem puta de uns 18 ou 19 anos, com uma minissaia curta e o que um dia foi uma camiseta inteira. A coitada tava toda molhada.
Ela: Desculpa, se importa se eu me abrigar aqui? Olha como tá chovendo.
Eu: Eee... você podia passar minha roupa, sentou em cima.
Ela: Não tem problema. Se quiser, posso te ajudar no que você tava fazendo.
Eu: Não, tenho um relacionamento. É bem liberal, mas temos nossas regras: nunca fazemos nada sem o consentimento do outro.
Ela: Não preciso te tocar. Posso me tocar, gemer e falar umas sacanagens.
Na hora, ela pôs os peitos pra fora e, caralho, eram uns peitões enormes. Geralmente, não curto peitos grandes, até porque costumam ser castigados pela gravidade. Acho que isso vem de uma namorada da adolescência que tinha o costume de enfiar as tetas na minha boca enquanto me montava igual a um cavalo. Eu não conseguia respirar, e acho que isso ficou no meu subconsciente por muito tempo. Mas essa tinha uns peitos enormes e antinaturais — antinaturais porque se mantinham no lugar de um jeito erótico. A puta, além de super simpática e carinhosa, tava um tesão. Bobo com as ações dela e empurrado pela testosterona acumulada, demorei... consegui dizer que não, que muito obrigado mas não era necessário, fiquei com muita vontade de foder aquela puta, a dor nos ovos era inacreditável, a jovem puta foi embora aproveitando que a chuva parou e infelizmente o caminhão da frente terminou, então tentei me acalmar, a pika tava explodindo, nesse momento a Maria me ligou, beleza pensei, tudo caminhava bem, parecia que ia me ajudar a bater uma até eu contar a história, ela se irritou, não sei por que hoje em dia mas ela ficou puta, talvez por eu me tocar vendo os da frente foder, por não ter mandado a jovem puta embora desde o início ou por não ter fodido aquela jovem puta, com certeza não é a última opção, enfim, poucos minutos depois ela me liga de novo
Maria: desculpa, foi um ataque de ciúmes, me perdoa, você não fez nada de errado
Eu: eu sei que não fiz nada senão não estaria tão tarado
Maria: uuuy tá tarado? Então eu tô por Bahía Blanca.
E mesmo que estivesse na Espanha iria até ela a nado com o caminhão nas costas
Eu: então a gente tá bem perto, se quiser vou te buscar
Maria: siim, olha uma pergunta, se eu tivesse cercada por três pikas pedindo pra serem chupadas o que você me diria
Eu: que deixasse elas secas hehe
Ri, e pensei que tomara que acontecesse, adoro ver ela chupando pika, mas isso nunca acontece do nada, um dia vou mandar ela sair e chupar a pika dos três primeiros caras que cruzar.
Avisei o Nicolás e ele decidiu ir comigo o filho da puta, não queria perder a festa, chegando em Bahía Blanca umas 3 da manhã, ele foi pra cama e fechou as cortinas.
Lá está minha Maria, assim que subiu me deu uma boa apalpada, Nico ficou quieto, fomos pra um descanso e começa a chover de novo com uma tempestade da porra, ela começou a se despir, aaa sim porra, aqueles peitos daquela puta eram lindos... Mas porra esses são ainda mais, os peitos da Maria são redondinhos e perfeitos nem muito pequenos nem muito grandes, e esses biquinhos são uma delícia, Maria começou a chupar minha pika enquanto dizia
Maria: mmm que delícia, que vontade de rola que eu tô, depois te conto minhas histórias de viagem mas antes me fode.
Aí eu fiquei excitado e fiz ela engolir a rola toda, eu fico duro rápido, mas ela tava soltinha, chupava minha rola com uma voracidade imensa, sentou em cima de mim esfregando o clitóris na minha rola enquanto eu amarrei as mãos dela nas costas pra poder aplicar uma tortura doce nos peitos dela, mmmm que mamilos mais lindos e redondinhos, mordia os peitos dela, beijava, beliscava e puxava os biquinhos, colocava na boca e chupava os peitos dela, que eu tinha desejado tanto esses dias, enquanto ela esfregava o clitóris e a buceta na minha rola, de repente atrás das cortinas que estão bem na frente dela e nas minhas costas, Nicolás aparece com a rola entre as cortinas, uma rola solitária flutuando invadia o espaço da Maria, ela se assustou no começo, o pulinho que ela deu fez com que, por sorte, minha rola entrasse na buceta dela, aí ela soltou uns suspiros sensuais bem altos, quase gemidos, e depois de se acalmar e perceber quem era, colocou na boca, engoliu tudo, forçada pelo Nico, o Nico era o cara mais filho da puta com quem fizemos um menage e ele adora porque a Maria deixa ele fazer de tudo.
Nico: ah sim Maria, engole tudo, mmm vai vagabunda, dá, não tira não, aí mmmm
Eu metia forte e colocava os dedos atrás enquanto puxava ela pra perto, amarramos as mãos dela nas costas, ele ficou atrás dela e nós dois penetramos ao mesmo tempo, a pressão era enorme e ela gemia, acho que era tanta pressão que o melhor seria ela descrever essa parte, por isso agora a Maria vai escrever o ponto de vista dela sobre o que aconteceu.
Meu ponto de vista.
Por Maria
Oi piranha, beleza?
Queria descrever o que eu sentia enquanto Nicolás e Andrés me fodiam.
Quando terminei de falar com Andrés, comecei a ficar com tesão, minha fantasia voava e eu sentia meu corpo cada vez mais quente, aqueles calores que dá quando tudo arde de vontade. O que foi? Como iam demorar umas duas horas, fui tomar alguma coisa. Os caras me olhavam e eu provocava um pouquinho. De repente, me vi cercada por três rapazes que me diziam coisas muito quentes e que eu chupasse eles. Mesmo eles tendo tirado o pau pra fora e eu estar morrendo de vontade de ver aquelas pirocas lindas, não podia sem o consentimento do Andrés. Então mandei uma mensagem pra ele enquanto eles esperavam a resposta.
Eu: Andrés, se eu estivesse cercada por três caras fortes que tirassem umas pirocas enormes e deliciosas e me dissessem pra chupar, o que você diria pra eu fazer?
Andrés: hummm, então que você engolisse elas, do jeito que você já sabe.
Eu: ok, bom saber. Não demora muito, porque tô com muita vontade de você.
Naquela hora, eu disse que só ia chupar eles. Assim eu ficaria ainda mais excitada e, quando o Andrés chegasse, eu faria de tudo com ele, estaria bem entregue e disposta a tudo. Fomos pra um canto e eles começaram a me dar cock, mas... o Andrés me disse pra engolir do jeito que eu sei. Então peguei o cara de cock maior (aliás, que pedaço de pauzão que o moleque tinha, e olha que já engoli pirocas grandes) e olhei nos olhos dele, dizendo que ele não sabia foder uma boca. Pedi pra ele segurar minha cabeça com as mãos e, na sequência, engoli aquele pedaço de cock até o fim. O moleque ficou pasmo, só suspirava fundo. Quando reagiu, me segurou pelo cabelo e começou a me penetrar com mais força. Os outros dois logo tomaram o lugar dele, então me esforcei com eles pra ficar aproveitando aquela cock enorme. Chupei com toda a vontade e eles gozaram gostoso no meu peito, hummm, que tasty. Mas mais tasty era o que eu ia fazer com aquele pedaço de pauzão. Finalmente, agora é hora de aproveitar o sabor daquele pauzão. Me senti super slut. Cada vez que enfiam uma cock impossível de engolir, cada vez que tenho coragem de fazer garganta profunda em pirocas desse calibre, as lágrimas escorrem, tenho ânsias fortes e até às vezes vomito tudo. Mas cada vez que Isso acontece, me sinto a mulher mais puta e isso me excita muito. Não sei por quê, mas mesmo sofrendo, fico melada pra caralho e, além disso, a sensação de ter um pauzão enorme tão dentro da minha boca é incrível. O filho da puta... Me deixou num beco, ajoelhada na frente dele, contra a parede pra minha cabeça não conseguir recuar, com os peitos de fora, as mãos pra cima e toda molhada porque começou a chover de novo. E assim, encharcada na chuva, com meus peitos molhados de uma mistura de água da chuva e saliva, e com meu vestido fino e curto rasgado no decote de um jeito que meus peitos não tinham refúgio, e com aquele pauzão atravessando minha garganta, sentia que se não terminasse logo, eu ia acabar fodendo ele. Tava muito, muito tesuda. A água que caía no meu corpo quase evaporava ao tocar minha pele. Finalmente, com todo o pau dele na minha garganta, ele soltou uns jorros enormes direto na minha goela, e eu não tive escolha senão engolir. Ele disse que adorou, que nunca conheceu uma mina tão devota a paus como eu, e é verdade: eu amo paus, ser usada, penetrada, ver gozarem. Mmmm, definitivamente, eu amo paus. Entrei no banheiro, me limpei e me sequei, saí pra esperar o Andrés. Ele não demorou e, graças a Deus, eu tava tesuda pra caralho e, na verdade, lembrando daqueles três paus daqueles desconhecidos também. Assim que subi no caminhão, fomos pra um lugar afastado, fechamos as cortinas e, sem mais preliminares que uns amassos rápidos, ele me puxou bruscamente pra baixo, pro encontro do pau dele. Ele disse, com desdém: "Chupa meu pau, puta." Adoro quando me tratam mal na hora de foder. Engoli o pau dele com luxúria. Gosto de todos os paus, mas o dele me dá um prazer imenso só de pensar que é o do Andrés, que agora eu tinha ele na minha boca. Os dedos dele enfiados dentro de mim me deixavam toda elétrica. Pulei em cima dele e, enquanto molhava todo o pau dele com minha buceta e esfregava meu clitóris naquele falo delicioso, oferecia meus peitos, sabendo que ele adora. Ele logo... começou a beijá-las, beliscá-las, etc... Mas antes de aproveitar bem minhas tetas, ele amarrou minhas mãos para trás, deixando meus peitos sensíveis ainda mais expostos. Fez isso pra que eu não pudesse tirar nem me defender (ele faz muito bem o papel de filho da puta). Ele beliscava meus mamilos e esticava como se fossem de massinha, e de repente aparece uma rola bem na frente da minha cara. No começo, me assustei, o que fez com que Andrés entrasse dentro de mim por causa do meu pulinho. Depois eu ri, o que me fez mexer e sentir o prazer da rola de Andrés. E ao sentir aquilo, não perguntei nada — nem de quem era, nem o que fazia ali, nada, nada. Só chupei.
Siiim, finalmente. Agora sim estavam me fodendo. Que prazer.
Quando as cortinas se abriram, deu pra ver quem era o dono daquela rola mágica que flutuava no meio da cortina: era o Nico. E agora eu já podia ver seu sorriso de sádico. Ele mandou eu chupar como a puta que eu era e que sou, e foi o que fiz. Ele me agarrou pela cabeça e começou a empurrar com tanta força que me dava uns engasgos terríveis — e até hoje não sei explicar como algo tão nojento me faz tremer de prazer e me deixa mais e mais excitada. De repente, Nico vai pra frente, me viram e me sentam em cima da rola do Andrés. Lembra que eu estava amarrada? Essa posição fazia eu projetar o peito e arquear as costas, o que deixava minha bunda ainda mais empinada. E como eu estava com as mãos amarradas, não conseguia me apoiar em nada, o que resultava numa penetração anal profunda. Eu me sentia como uma puta sendo penetrada por um cachorro quando ele "dá o nó" e a rola fica presa dentro, sem conseguir sair. Pois é, exatamente assim — como se a rola dele tivesse feito vácuo, eu sentia a rola do Andrés dentro da minha bunda. A penetração era brutal e eu não conseguia me mexer pra fazer nada. Eu era simplesmente o brinquedo dele com buracos, feita pro prazer dele. E mmm, eu amei. Não sabia, mas adoro ser tão puta. Nico me fodeu com a firme convicção de que tinha que me partir no meio na base da porrada de rola. Porra. notei que eles estavam carentes de sexo, e o melhor era que faltavam uns 3 ou 4.000km, ou seja, de 4 a 6 dias num caminhão com dois homens tarados, logo começaram a empurrar e empurrar, os braços fortes deles empurravam na direção dos paus, a pressão me fazia sentir como uma pluma no meio de um furacão, a força que eu sentia era muito maior que a minha, estava totalmente à mercê deles e tão aberta que me sentia plena, Nico gozou inundando minha buceta, Andrés me soltou e me deitou na cama do caminhão, deitada de barriga pra cima e levantando vigorosamente minhas pernas ele conseguiu continuar fodendo meu cu, enquanto Nico deixava o pau dele na minha cara, comecei a me tocar enquanto eles enfiavam o pau no meu cu, decidi chupar e rechupar o pau do Nicolás pra ficar excitada e gozar, coisa que consegui em pouco tempo, e pouco depois ele gozou no meu cu dilatado.
Agora é a vez do Andrés, obrigado por nos ler, quando tiver mais tempo vou criar uma conta pra poder falar com vocês.
Depois dessa contribuição excitante da Maria, continuei contando a história eu.
Os 5 dias seguintes foram imbatíveis, enquanto um dirigia o outro fodia ela uma e outra vez, outras vezes parávamos e dávamos dose dupla de pau, ao chegar em Ushuaia nos esperava a Sofia que estava com o Dr. Claus pra dar novas ordens, Nico e Sofia iriam pra base Argentina San Martín, de lá pro polo sul magnético e de lá pra base americana McMurdo, enquanto Maria e eu iríamos pra base Espanhola Juan Carlos 1, de onde partiríamos pro polo sul geográfico e de lá nos reuniríamos em McMurdo, base americana, com Nico e Sofia, onde receberíamos as instruções pra extração, claro que a viagem apesar das latitudes seria muito quente.
Primeiro zarparíamos nós e no dia seguinte eles, no entanto isso seria no dia seguinte e nos hospedaríamos na pousada do fim do mundo enquanto a Sofia ficou no hotel o pelicano (ou algo assim, não lembro direito) e o Nico no velho lobo. De mar, ou pelo menos era o que parecia no começo. A gente combinou de tomar algo no La Tía Elvira, elas estavam brincando e a gente acabou no nosso quarto, já que era o maior. Elas se beijavam e provocavam a gente, e sem saber como, de repente estavam peladas e chupando os peitos uma da outra enquanto faziam sinal pra gente chegar perto. E a gente foi. Começamos a tocar elas. María estava deitada e a Sofía de quatro, enquanto se comiam a buceta (69). O Nico meteu na Sofía enquanto eu fazia ela chupar ele. María chupava a pica do Nico, que entrava e saía. Vendo a química dos dois, eu e a María fomos pra janela. Mesmo que naquela hora não passasse ninguém, me dá um tesão foder ela contra a janela, com os peitos dela colados no vidro. Pouco depois, bem do lado, a gente tinha nossos amigos repetindo a cena da janela. Pena que não deu pra tirar foto, devia ser linda aquela cena vista de fora, com aquelas duas gostosas colando os peitos lindos no vidro. E de repente, eu vi claro: as duas de mãos dadas.
Eu: Nico, tá vendo? É lindo. Duas mulheres gostosas se entregando aos nossos caprichos voluntariamente, tudo pra nos agradar. Elas merecem tudo. É lindo ver como se entregam de corpo e alma. As mulheres são perfeitas, são lindas, são delicadas e são superiores a nós, mas mesmo assim se entregam pra gente. María e Sofía se viram e abraçam a gente, e dizem: a gente se entrega a todos esses caprichos por amor, e por amor a gente é de vocês.
Sofía: É, Nico, por amor.
Que lindo. Nós quatro pelados e fodendo como loucos, e de repente descobrimos não um, mas dois casais. Nico e Sofía confessam que tão conversando há uns dois meses, e que eu e a María desvirginamos eles como casal liberal. Naquele momento a gente fez amor, e como é um pouco piegas, melhor parar por aqui. E tudo o que vem depois a gente conta em outro capítulo, já que acho que isso dá pra contar em mais ou menos seis capítulos. E tirando esse final, tudo o que vem é bem pesado. Sofía e María vão ser fodidas por uma porrada de picas. Tchau. e espero que vocês gostem, não peço pontos nem nada, só comentários pra Maria, vamos ver se ela se anima e cria uma conta no Poringa.
4 comentários - Viagem ao fundo mais quente da Antártida