Tava um calor do caralho, eu tava deitada na areia da praia. Adoro ouvir o mar e as ondas, é uma sensação maravilhosa. Sempre gostei de contemplar isso, é uma das poucas coisas bonitas que tenho o prazer de aproveitar na minha cidade.
Costumo ir todo dia e também gosto de ver o pessoal passeando ou os casalzinhos se beijando e brincando na areia. Era um daqueles dias que eu tava curtindo o sol, bem perto de mim tinha um casal com dois pequenos brincando. Eles mal se falavam, só trocavam palavra pra dar bronca nos dois baixinhos que não paravam de brincar com as pazinhas e baldinhos de praia e não paravam de gritar e se divertir. Do outro lado, tinha chegado um grupo de jovens que tinham tirado a bola pra jogar na areia. Me virei pra tostar as costas quando vi na minha frente um cara de óculos escuros. Ele tava sentado olhando na minha direção, mas eu não conseguia ver os olhos dele, escondidos atrás daqueles óculos escuros. Por um momento, pensei que ele tava me olhando, mas depois pensei que era besteira, podia estar olhando pro infinito. Mas sei lá, era como se eu sentisse os olhos dele na minha pele e isso me parecia tão excitante. Bom, me enfiei no meu livro, já tinha deixado ele de lado por dias e queria saber como acabava aquela novela interessante.
Continuei vidrada nele quando uma voz masculina me pediu fogo. Levantei os olhos e era ele. Já não lembrava onde tinha o isqueiro. Por um momento, pensei que tava me comportando como uma menina, até que consegui entregar pra ele. Mal vi os olhos dele, ele ainda tava com aqueles óculos escuros e por uns segundos o cheiro dele chegou até mim. Ele cheirava tão gostoso, todo o aroma dele veio até mim. Ele me agradeceu e voltou pro lugar dele, sentou na toalha. Virei meus olhos pra ele, mas eu não conseguia ver pra que direção ele olhava. Bom, continuei lendo, mas já não conseguia me concentrar. Só pensava naquele cara de óculos escuros e tava curiosa sobre ele. Juntei minhas coisas, já era hora de comer, meu estômago tava me lembrando disso. Cheguei num quiosque perto da praia e sentei. Em poucos minutos, o casal chegou com os pequenos. Eles continuavam gritando e brigando, era um poema ver aquilo. Eu gostava de ver as crianças se irritando umas com as outras e os pais tentando botar ordem sem conseguir, mas era divertido ver os quatro se pegando. Depois de um tempo, ele se aproximou. Agora sim, eu podia observá-lo bem. Ele tinha tirado os óculos escuros e eu conseguia ver seus olhos claramente: eram cor de mel, o cabelo escuro, a pele também bronzeada. Ele sentou na minha frente, então pude observá-lo sem impedimentos.
Não sabia por quê, mas me sentia atraída por aquele homem e tinha que fazer esforço pra não olhar pra ele, embora ele também não fizesse nada pra evitar me olhar. Na verdade, ele era descarado. Talvez fosse isso que eu gostava nele, o descaro. Assim que terminei de comer, saí de novo pra praia. Tava com vontade de dar um mergulho antes de deitar no sol. Comecei a entrar devagar na água, estava fresquinha e o sol forte, a tarde tava linda. Já estava dentro da água quando, de repente, senti um leve roçar na minha perna que me assustou de golpe. Quando me virei, vi ele saindo da água. Ele sorria, mas não dizia nada. De repente, senti um câimbra no pé e deslizei dentro d'água sem conseguir evitar. Como ele estava perto, percebeu que algo não ia bem e me envolveu com os braços. Me senti atordoada, sem saber o que dizer, e só sentia o corpo dele contra o meu, tão próximo que minha cabeça rodava. Ele praticamente me pegou no colo e me tirou da água, me deitou na toalha e disse: — Não se preocupa, foi só um susto leve, logo você vai ficar bem. Onde tá doendo? Respondi que era leve, só um câimbra no pé, e sem mais ele começou a massagear meu pé. Falei pra ele não se incomodar, que eu tava bem, mas ele continuou com a massagem. Me recomendou que eu deitasse e relaxasse, senão podia me machucar ainda mais. E segui os conselhos dele. A verdade é que eu... Abandonei nas mãos dele, que começaram a subir do meu tornozelo até minhas coxas por uns instantes. Mal tinha me dado conta de que estávamos sozinhos naquela praia.
A partir daí, mal me lembro de como tudo aconteceu. Foi tão rápido e inesperado. Só lembro que as mãos dele estavam sobre meu corpo, percorrendo praticamente tudo. Eu mal conseguia dizer nada, só sentia que estava ficando excitada com suas carícias. Senti ele enfiar os dedos acima do meu púbis e continuar tocando, suavemente. Ele se deitou sobre mim e começou a beijar meus lábios levemente, passava a língua e os lambia, desenhando-os com a língua. Devagar, foi descendo sobre meus seios e foi abaixando o biquíni devagarinho, deixando meus mamilos no ar, já duros e eretos, esperando ansiosos por seus lábios, sua língua. Achei que ia desmaiar ao sentir a boca dele nos meus seios. Ele chupava, lambia. Eu ouvia minha respiração ofegante, sentia uma vontade louca de que ele me penetrasse de uma vez. Sentia o pau dele duro roçando meu corpo enquanto continuava aproveitando o prazer da boca dele nos meus seios. Ele continuou descendo devagar, praticamente já tinha tirado todo o biquíni. Não pensava em nada, só no prazer que ele me causava com suas carícias. Ele abriu minhas pernas com delicadeza e enfiou a cabeça entre minhas coxas. Senti sua língua quente se introduzindo em mim como se fosse um pau. Eu ouvia ele gemer de prazer enquanto chupava minha buceta. Eu estava tão excitada que pedi para ele aproximar o pau dos meus lábios. E ele fez isso. Estava duro, grande, era como um doce maravilhoso esperando para ser devorado. Ele se sentou sobre meus seios e apontou para minha boca. Ah, quando comecei a chupar, quase com desespero, ele acariciava meu cabelo enquanto eu chupava o pau dele sem parar. Quando notei que ele estava muito excitado, abri minhas pernas, convidando ele a entrar. E começou o melhor. Ele foi entrando dentro de mim devagarinho, com movimentos suaves. Subiu as mãos até chegar aos meus seios e os acariciava com uma lentidão que me enlouquecia. louca, então peguei na cabeça dele e puxei pra mim, beijando ele com a língua, brincando com a dele, sentindo aquele calor e a loucura de estar possuída por ele até que chegou a hora do orgasmo, soltei um grito de prazer enquanto o beijava e senti toda a porra dele jorrar, me enchendo de prazer e me deixando exausta na areia, nua.
Um dia assim na praia nunca se esquece.
Costumo ir todo dia e também gosto de ver o pessoal passeando ou os casalzinhos se beijando e brincando na areia. Era um daqueles dias que eu tava curtindo o sol, bem perto de mim tinha um casal com dois pequenos brincando. Eles mal se falavam, só trocavam palavra pra dar bronca nos dois baixinhos que não paravam de brincar com as pazinhas e baldinhos de praia e não paravam de gritar e se divertir. Do outro lado, tinha chegado um grupo de jovens que tinham tirado a bola pra jogar na areia. Me virei pra tostar as costas quando vi na minha frente um cara de óculos escuros. Ele tava sentado olhando na minha direção, mas eu não conseguia ver os olhos dele, escondidos atrás daqueles óculos escuros. Por um momento, pensei que ele tava me olhando, mas depois pensei que era besteira, podia estar olhando pro infinito. Mas sei lá, era como se eu sentisse os olhos dele na minha pele e isso me parecia tão excitante. Bom, me enfiei no meu livro, já tinha deixado ele de lado por dias e queria saber como acabava aquela novela interessante.
Continuei vidrada nele quando uma voz masculina me pediu fogo. Levantei os olhos e era ele. Já não lembrava onde tinha o isqueiro. Por um momento, pensei que tava me comportando como uma menina, até que consegui entregar pra ele. Mal vi os olhos dele, ele ainda tava com aqueles óculos escuros e por uns segundos o cheiro dele chegou até mim. Ele cheirava tão gostoso, todo o aroma dele veio até mim. Ele me agradeceu e voltou pro lugar dele, sentou na toalha. Virei meus olhos pra ele, mas eu não conseguia ver pra que direção ele olhava. Bom, continuei lendo, mas já não conseguia me concentrar. Só pensava naquele cara de óculos escuros e tava curiosa sobre ele. Juntei minhas coisas, já era hora de comer, meu estômago tava me lembrando disso. Cheguei num quiosque perto da praia e sentei. Em poucos minutos, o casal chegou com os pequenos. Eles continuavam gritando e brigando, era um poema ver aquilo. Eu gostava de ver as crianças se irritando umas com as outras e os pais tentando botar ordem sem conseguir, mas era divertido ver os quatro se pegando. Depois de um tempo, ele se aproximou. Agora sim, eu podia observá-lo bem. Ele tinha tirado os óculos escuros e eu conseguia ver seus olhos claramente: eram cor de mel, o cabelo escuro, a pele também bronzeada. Ele sentou na minha frente, então pude observá-lo sem impedimentos.
Não sabia por quê, mas me sentia atraída por aquele homem e tinha que fazer esforço pra não olhar pra ele, embora ele também não fizesse nada pra evitar me olhar. Na verdade, ele era descarado. Talvez fosse isso que eu gostava nele, o descaro. Assim que terminei de comer, saí de novo pra praia. Tava com vontade de dar um mergulho antes de deitar no sol. Comecei a entrar devagar na água, estava fresquinha e o sol forte, a tarde tava linda. Já estava dentro da água quando, de repente, senti um leve roçar na minha perna que me assustou de golpe. Quando me virei, vi ele saindo da água. Ele sorria, mas não dizia nada. De repente, senti um câimbra no pé e deslizei dentro d'água sem conseguir evitar. Como ele estava perto, percebeu que algo não ia bem e me envolveu com os braços. Me senti atordoada, sem saber o que dizer, e só sentia o corpo dele contra o meu, tão próximo que minha cabeça rodava. Ele praticamente me pegou no colo e me tirou da água, me deitou na toalha e disse: — Não se preocupa, foi só um susto leve, logo você vai ficar bem. Onde tá doendo? Respondi que era leve, só um câimbra no pé, e sem mais ele começou a massagear meu pé. Falei pra ele não se incomodar, que eu tava bem, mas ele continuou com a massagem. Me recomendou que eu deitasse e relaxasse, senão podia me machucar ainda mais. E segui os conselhos dele. A verdade é que eu... Abandonei nas mãos dele, que começaram a subir do meu tornozelo até minhas coxas por uns instantes. Mal tinha me dado conta de que estávamos sozinhos naquela praia.
A partir daí, mal me lembro de como tudo aconteceu. Foi tão rápido e inesperado. Só lembro que as mãos dele estavam sobre meu corpo, percorrendo praticamente tudo. Eu mal conseguia dizer nada, só sentia que estava ficando excitada com suas carícias. Senti ele enfiar os dedos acima do meu púbis e continuar tocando, suavemente. Ele se deitou sobre mim e começou a beijar meus lábios levemente, passava a língua e os lambia, desenhando-os com a língua. Devagar, foi descendo sobre meus seios e foi abaixando o biquíni devagarinho, deixando meus mamilos no ar, já duros e eretos, esperando ansiosos por seus lábios, sua língua. Achei que ia desmaiar ao sentir a boca dele nos meus seios. Ele chupava, lambia. Eu ouvia minha respiração ofegante, sentia uma vontade louca de que ele me penetrasse de uma vez. Sentia o pau dele duro roçando meu corpo enquanto continuava aproveitando o prazer da boca dele nos meus seios. Ele continuou descendo devagar, praticamente já tinha tirado todo o biquíni. Não pensava em nada, só no prazer que ele me causava com suas carícias. Ele abriu minhas pernas com delicadeza e enfiou a cabeça entre minhas coxas. Senti sua língua quente se introduzindo em mim como se fosse um pau. Eu ouvia ele gemer de prazer enquanto chupava minha buceta. Eu estava tão excitada que pedi para ele aproximar o pau dos meus lábios. E ele fez isso. Estava duro, grande, era como um doce maravilhoso esperando para ser devorado. Ele se sentou sobre meus seios e apontou para minha boca. Ah, quando comecei a chupar, quase com desespero, ele acariciava meu cabelo enquanto eu chupava o pau dele sem parar. Quando notei que ele estava muito excitado, abri minhas pernas, convidando ele a entrar. E começou o melhor. Ele foi entrando dentro de mim devagarinho, com movimentos suaves. Subiu as mãos até chegar aos meus seios e os acariciava com uma lentidão que me enlouquecia. louca, então peguei na cabeça dele e puxei pra mim, beijando ele com a língua, brincando com a dele, sentindo aquele calor e a loucura de estar possuída por ele até que chegou a hora do orgasmo, soltei um grito de prazer enquanto o beijava e senti toda a porra dele jorrar, me enchendo de prazer e me deixando exausta na areia, nua.
Um dia assim na praia nunca se esquece.
2 comentários - LauriiiFB na praia - gostosa