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Compêndio IProvavelmente, vocês tão pensando algo tipo: "Foda, mano! Toda noite, um trisal e as outras, rebolando a bunda pra esperar a vez na noite seguinte!"
Não nego que é mais ou menos isso, mas como a gente descobriu naquela noite junto com a Marisol, nem todo trisal tem final feliz... quer dizer, até tem, mas não no sentido que eu tô falando.
A Violeta não teve nada grave e, além de uns remédios e calmantes, deixaram ela de molho pelos próximos 2 dias. Por causa disso, a Verónica aceitou o convite da Marisol, porque precisava espairecer.
Diferente das noites anteriores, quando a Pamela e a Amelia interagiam com a gente, a Verónica só ficava olhando.
Não era que ela tivesse medo do tesão ou do incesto (infelizmente pra mim, que ainda tô buscando um jeito de ter uma relação mais normal), mas ela parecia meio triste ao ver a gente transando. Já tinha aproveitado a bunda da minha sogra, mas ver a gente se amando parecia deixá-la pra baixo.
"Quer fazer também?" perguntei. Não tava no meu melhor momento. Dava pra gozar mais uma ou duas vezes, porque o dia tinha sido puxado e, bom... não vou negar que ver duas mulheres como elas é muito excitante; pensar no que fiz com a Pamela umas horas atrás foi muito gostoso; o que fiz no trabalho com a Sônia foi foda e a lembrança do olhar da Elena, aquela puta peituda e gulosa assistente do advogado, me olhando como se quisesse me chupar e talvez mais outras coisas, não me deixava sem vontade, mas eu tava cansado e, embora transar seja bem gostoso, também curto muito ficar de conchinha e dormir agarrado com uma mulher... ou, como nessas noites, com duas mulheres.
"Não, não se preocupem!" ela disse, meio triste. "Tô bem!"
"Tem... certeza, mãe?" perguntou a Marisol, ainda ofegante. "Porque o Marco... ainda tem lenha!" ela disse, acariciando minha vara dura.
"Aconteceu alguma coisa?" perguntei. Como tava meio satisfeito, dava pra perceber. da sua inquietação sem me distrair com seus lindíssimos e generosos peitos.
“Não, Marco!... Não tem nada não!” disse ela, dando um leve suspiro. “Só sinto um pouco de inveja da Marisol!”
“Mas mãe… se você quiser… pode fazer com o Marco aqui!... Foi por isso que te convidei!” disse a filha, ainda tentando recuperar o fôlego.
“Eu sei, minha vida!... Mas não é disso que estou falando!” disse Verônica, acariciando a barriga, enquanto uma lágrima escorria pela bochecha. “É que a sua mãe ainda tem vontade de ter um bebê!”
Nós a abraçamos. Nem Marisol nem eu sabíamos por que ela tinha ficado estéril, embora eu soubesse que Violeta era meia-irmã da Marisol, mas imaginava que estava ligado ao que a fazia sofrer.
Obviamente, se Violeta tem 5 anos e pouco, tudo começou 6 anos e pouco atrás.
Naquela época, Amélia e Marisol iam para a escola. Amélia tinha resolvido os problemas de dislexia, mas ainda estava um pouco atrasada em relação ao rendimento normal. Marisol, por sua vez, já era uma estudante responsável.
Embora Sérgio fosse igualmente amoroso até a separação, Verônica continuava sendo uma esposa fiel. Para ela, só existia o marido e mais ninguém, não importava o quão feio ele fosse.
No entanto, a irmã dela estava numa baita briga judicial pela guarda da Pamela. Tinham se separado 1 ano antes e Lúcia, a mãe da Pamela, tinha voltado ao país e estava dando uma briga feroz pela tutela e pensão da filha.
Diego, “o cuzão espanhol” e pai da Pamela, tinha muitas empresas e propriedades no velho continente, que não queria arriscar com uma “vagabunda traidora e interesseira” como a Lúcia, então decidiu vir pessoalmente enfrentá-la nos tribunais locais.
As relações entre Verônica e a irmã eram normais naquela época e, vendo a confusão que estava se formando, ela a convidou para almoçar um dia.
Os motivos do divórcio eram as inúmeras traições do Diego, que era um sedutor e manipulador. Incurável. Aproveitando seu status social e poder, não hesitava em botar chifre na Lúcia com toda secretária, empregada ou esposa bonita de algum funcionário que aparecesse na frente.
Chegou a revelar pra Verônica que algumas de suas vitórias empresariais se deviam principalmente a ele ter seduzido as esposas dos concorrentes, chantageando-os com a ameaça de vazar os relatos escabrosos das infidelidades das parceiras pra imprensa, caso não vendessem suas empresas e/ou aceitassem as condições que ele propunha.
Mas Sérgio, amante de dinheiro fácil, trataria de dinamitar irremediavelmente essa ponte… e, ao mesmo tempo, prejudicar o próprio casamento.
Ao ver a chance de ganhar uma grana extra, Sérgio convidou Diego pra ficar na casa dele. O filho da puta aceitou, desde que dessem um quarto pra ele e pra sua querida filha, de quem já tinha roubado a inocência.
Foi aí que começou um rolo entre Verônica e Diego. Ao recebê-lo em casa, ela ganhou de imediato a inimizade da irmã e, embora a situação fosse complicada — já que ela não teve participação nenhuma na decisão do marido —, Diego sabia se passar por bonzinho, pedindo desculpas pela situação.
Odeio ter que descrever um cuzão desse naipe, mas Diego é um cara alto, uns 1,85m, atlético, cabelo preto, olhos castanhos, ombros largos, boa aparência, com uma personalidade dominante e manipuladora, e provavelmente muito inteligente.
Verônica começou a cair devagar nos encantos do cunhado, cuja lábia tratava de transformar os argumentos de divórcio da irmã em mentiras, ousando declarar que “ele era um pai afetuoso e carinhoso, cuja única felicidade era o bem-estar da Pamela”.
Foi a primeira vez que Verônica viu que “a grama do vizinho era mais verde” e começaram um caso discreto, aproveitando as horas de escola das meninas e de trabalho do Sérgio.
Verônica tentou resistir, mas... Os beijos do Diego eram muito melhores que os do Sergio, e o físico dele, muito mais atraente também. No entanto, ele não hesitava em tocar ela de jeitos que a Verónica não gostava nada, e a primeira experiência sexual dela foi forçada… até que era de se esperar de um merda como ele.
Com ele, Verónica descobriu que o sexo era gostoso e algo mais do que umas sacudidas sem graça que acabavam dentro dela, sem sentir prazer.
Ela não hesitava em se entregar de forma submissa aos desejos dele. Graças a ele, descobriu que os peitos dela eram muito sensíveis, e os apertões e beliscões constantes aumentaram ainda mais essa sensibilidade; também aprendeu a fazer boquetes e a curtir as penetrações anais, que, apesar de serem mais grossas e compridas que a minha, não tinham a delicadeza de penetrar ela sem que ela sentisse um pouco de dor. Provavelmente, o que ela mais amava nele era o fato de que ele a inundava com os fluidos dele, depois de várias gozadas, já que, diferente de mim, pouco ou nada se importava se a Verónica ou outra mulher, além da que ele amava, engravidasse.
No entanto, depois de 3 meses de deliberação (o Diego trouxe membros do escritório de advocacia dele pra acelerar o processo), a justiça local não favoreceu o Diego, e os tribunais concederam a guarda total pra Lucía, apesar de as acusações de infidelidade não poderem ser provadas e mesmo que o próprio Diego tivesse subornado os psicólogos que examinaram a filha dele e pudessem ter denunciado o estupro, o juiz determinou, de alguma forma, que criar uma filha com um pai constantemente ausente seria prejudicial pra menor.
Foi nesses momentos que a Verónica revelou que estava grávida, já que tava com um mês de atraso na menstruação e que a Violeta era filha dela, mas ele é um filho da puta e, pensando que agora a Verónica queria processar ele, não hesitou em abusar dela de um jeito violento e doloroso.
Enquanto a penetrava de um jeito animal e sem piedade, o Diego revelou que não amava ela e que só tava usando ela como vingança pra Lucía, vendo ela como um receptáculo de sêmen.
O filho da puta nem hesitou em agredir fisicamente ela e, depois de uma surra horrível, conseguiu chegar a um hospital.
Embora Violeta estivesse saudável, os médicos fizeram de tudo pra reparar o dano, mas os esforços foram inúteis e Violeta seria sua última filha, o que a encheu de tristeza.
Ela pediu pros médicos não contarem a verdade, pra dizerem ao marido que ela tinha sido estuprada e assaltada no ônibus, o que de certa forma os confundiu, já que Verônica realmente tinha sido estuprada.
Desde então, se Sérgio sentia algum carinho por ela, ficou mais distante e frio. A infertilidade da sua esposa fiel e enganada virou o "cavalo de batalha" dele em toda discussão, e foi o que forçou ela a buscar o carinho de outros homens, só pra manter o marido minimamente satisfeito com a companhia dela.
Marisol chorava, assim como a mãe dela, e eu abraçava as duas.
"Lembro que você disse que tinha caído!" a filha falava, abraçando ela. "Me assustou pra caralho!"
"Eu sei, minha princesa, mas não podia contar o que aconteceu!... Me remordia a consciência por ter sido tão idiota!... E seu pai teria nos expulsado se descobrisse a verdade!"
"Então... Pamela é..." eu falei, bem surpreso.
"Sim, Marco, mas por favor, não conta pra ela!" Verônica disse, me abraçando. "Agora sei que a vida dela também foi uma merda por causa do Diego, mas não quero que ela pense que eu a traí!"
"Coitadinha!" eu pensava. "Ela sempre se sentiu tão sozinha!... Se ao menos soubesse que tem mais uma irmã!..."
"Por isso tô tão feliz por você e pelo Marco, Marisol!" ela falava, olhando nos olhos da filha, ainda chorando. "Quando vi ele, pensei que era um cara diferente!... Mesmo você também passando por algo tão horrível quanto o que eu vivi, ele ainda quer ficar do seu lado!... Realmente, tenho inveja de você, minha filha!... Talvez você não saiba, Marisol, mas já fiquei com muitos homens, embora nenhum tão Nobre como ele!... E não sei se te importa, mas eu amo ele, com todo meu coração e o que ele me pedir, eu faço!”
“Sim, mãe!...” confessou a filha “Eu sabia e por isso queria que ele estivesse com você… pra te fazer sentir melhor!”
Não era o melhor começo pra um trisal, já que mãe e filha me beijavam, tentando receber meu consolo.
“Sempre gostei… do jeito que o Marco me come!” dizia Verônica, enquanto me montava devagar. “Ele é sempre tão carinhoso!... Tão atencioso!... Lembro que nas primeiras vezes… ele tinha dificuldade, porque pensava em você… e me fazia sentir tão culpada… porque desde que o conheci… queria ele só pra mim…”
“Sim, mãe! Eu sei!” dizia Marisol, beijando ela na boca e chupando o peito esquerdo, enquanto eu chupava o direito. “Por isso, se você se sentir triste, não vou ter problema em emprestar ele!”
“Obrigada, princesa!” dizia ela, beijando-a suavemente “E obrigada por me amar… Marco!... Você me encheu de alegrias!”
Nossos beijos começavam a ficar mais intensos e esquecíamos nossas tristezas. Nossas mãos exploravam nossos corpos nus, tomados pelo prazer e luxúria, e eram calorosamente recebidas com gemidos de aprovação.
Enquanto minha mão pousava na bunda de Marisol, a mão da mãe dela acariciava seu clitóris e buceta. A filha, sabendo dos gostos da mãe, me imitava, enfiando alguns dedos no cu da progenitora, o que fazia Verônica rugir de prazer, mas esses rugidos eram calados pelos lábios da filha.
Eu me deitava e agarrava o peito gigante e balançante da minha sogra, enquanto ela se sacudia de um jeito delicioso em cima do meu pau, enquanto suas mãos tateavam os peitos crescendo da filha, carícias que eram retribuídas da mesma forma, tanto pelas mãos habilidosas quanto pelos beijos carinhosos.
Elas começavam a gozar e Verônica se deitou sobre mim, rebolando de um jeito impressionante, com seus peitos macios e quentes se enterrando nos meus, mas não esquecíamos da Marisol. Continuávamos penetrando ela com nossos dedos nos buracos dela, enquanto ela beliscava levemente os próprios peitos. Como a bunda da Verônica estava livre, enfiei dois dedos com a mão que sobrou, e ela curtiu com um gemido delicioso e excitante.
A gente se beijava de um jeito selvagem e, quando eu ia gozar dentro dela, me agarrei com as duas mãos na cintura dela, tentando entrar no fundo do ser dela, enquanto ela se segurava firme nos meus ombros, me recebendo com muito prazer.
A Marisol nos olhava com olhos de sonho, porque ela também tinha chegado ao céu com nossas carícias e veio dividir nossos beijos, enquanto esperávamos para nos soltar.
Deixamos a Marisol no meio da cama, pra ela acariciar a mãe. Elas se sentiam mais unidas, depois de saber a verdade e o fato de a Pamela ser meia-irmã da Violeta enchia ela de alegria, já que de certa forma fazia a Pamela ser meia-irmã dela também.
Enquanto elas se acariciavam, se deixando levar pelo cansaço e pelas lágrimas, me deu na telha pegar o computador e comecei a fazer os primeiros esboços desse diário.
Sei que parece que a gente tá chegando no fim das minhas experiências, mas não é bem assim. Como eu falo, ainda tem coisa pra contar e mistério pra revelar, mas fiz isso porque não queria esquecer de onde eu tinha saído até onde a gente tava chegando.
Não queria esquecer do garoto apaixonado pela Marisol, que sofria por deixar ela tantos dias sozinha naqueles turnos na montanha, nem da minha linda namorada otaku, cujo jeito de pensar tinha permitido tudo isso. Também não queria esquecer da orgulhosa Pamela, que agora era uma garota mais normal e feliz, igual à minha honrada sogra e à minha tímida cunhada Amelia.
E o melhor de tudo, o desgraçado do Diego tá atrás das grades por um bom tempo e, o que foi pior pra ele, muito, muito longe das influências do velho continente que poderiam ter resgatado ele fácil.
As coisas tinham mudado tanto, a gente era todos tão felizes… e eu me emocionava esperando que outras surpresas o destino me trouxesse.Post seguinte
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