Olá, me chamo Alejandra, mas gosto que me chamem de (Ale). E não é por me gabar, mas vou me descrever pra vocês saberem como sou: tenho 1,77m, olhos castanhos escuros, a bunda empinadinha e meus peitos não são grandes nem pequenos demais. Aos meus 22 anos, meu corpo se desenvolveu meio rápido, porque qualquer homem quer me pegar.
Vou contar esse relato que é uma fantasia sexual.
Tudo começou quando as férias chegaram. Não sabia o que fazer, sozinha em casa, sem nada pra fazer. Tive a ideia de ir num cruzeiro, sozinha, sem companhia. Um mês inteira sozinha, fazendo o que quisesse, sem regras, sem obrigações. Chegou o momento, o navio partiu, todo mundo estava feliz. Eu saía todo dia pra me bronzear, aproveitando o sol. Costumava usar um top branco e uma tanga também branca. Um dia, enquanto me bronzeava de bruços, um grupo de caras se aproximou querendo me pegar. Um deles me convidou pra um evento que ia rolar no salão principal do navio. Virei, olhei pra eles e aceitei o convite.
A noite chegou, e o evento também. Todo mundo arrumado, com roupa formal: vestidos, saias e todo tipo de roupa elegante. Naquela noite, no meu quarto, não sabia que vestido usar. Escolhi um vestido com abertura nas costas e que batia na coxa, e uns saltos. De calcinha, não usei nada, porque não tinha nada que combinasse. Quando entrei no salão, todo mundo ficou me olhando, alguns com um olhar bem tarado, mas isso não me afetava. Sempre gostei de ser o centro das atenções. Quando cheguei, logo o grupo de caras veio até mim, feito uma matilha de cachorros, e me levaram pra mesa deles.
O que eu não sabia é que cada um deles tinha namorada ou era noivo. Foi quando as namoradas deles chegaram, por acaso, na mesa onde eu estava, e começaram a perguntar quem eu era. Um dos caras disse: "É uma amiga nova, se chama Alejandra, mas gosta que chamem de (Ale)."
Eu fiquei sem graça, porque não sabia que eles tinham namoradas. Logo começaram as apresentações.
Olá, eu me chamo... Valery, muito prazer
Eu (Ale) – Oi, muito prazer
Valery – E com quem você veio?
Eu (Ale) – Sozinha, gosto de ir sozinha em lugares assim pra ninguém me encher o saco
Valery e as outras duas garotas que não lembro os nomes me chamaram pra sentar na mesa delas, falaram que ia ser mais confortável. Aceitei e fui pra mesa das minas. Ficamos conversando um tempão, acabamos com as duas garrafas de champanhe que já estavam na mesa e pedimos mais uma. Pra ser sincera, já tava meio, na verdade muito bêbada
Valery – Te desafio a uma parada, Ale
Eu (Ale) – Fala, nunca tive medo de nada
Valery – O desafio é você seduzir o capitão e fazer ele parar na próxima ilha pra gente descer, nadar e explorar a ilha. Depois de um tempo, a gente volta pro navio. O que cê acha, Ale? Ou tá com medo?
Eu (Ale) – Nunca tive medo de nada
Talvez eu tenha dito isso porque tava muito bêbada. Quando cheguei na cabine do capitão, bati várias vezes até ele falar "entra". O capitão ficou de boca aberta quando viu minha roupa
Eu (Ale) – Oi, seu capitão, queria te pedir um favor
Capitão – Pois não, senhorita, pode falar
Eu (Ale) – Queria que você parasse na próxima ilha. É um desafio entre eu e minhas amigas. O que me diz?
Capitão – Não sei, é muito arriscado, senhorita. Mas se eu fizer, o que você me dá em troca?
Eu virei de costas, abaixei o zíper do vestido e deixei ele cair, me mostrando completamente nua. Falei pra ele se deitar no chão. Ele se deitou, eu abaixei o zíper da calça dele, puxei o pau dele pra fora e comecei a lamber e beijar. Foi quando percebi que não tinha camisinha, e ele também não. Levantei e pedi pra ele cuspir no meu cu pra não doer. Ele cuspiu e senti uma enfiada rápida no meu cu, uma e outra vez, até ele me ajoelhar e falar "engole". Acho que aquele capitão tava há vários dias sem sexo, igual a mim, porque era muito leite acumulado, quase encheu minha boca. Levantei e me recomponho
Capitão – Tá bom, na próxima ilha eu paro Três horas para que você e suas amigas se divirtam, mas temos que deixar as pessoas do barco dormindo pra não se alarmarem.
Eu (Ale) – Tá bom, obrigada.
Saí da cabine e percebi que as meninas viram tudo pela janelinha.
Chegou a hora, o capitão falou: "Tá tudo pronto, voltem em três horas, senão vou ter que zarpar, entendido?"
Todas dissemos que sim, descemos com a roupa que a gente tava usando, que eram vestidos e saltos. A Valery levava uma corda e uma bolsa.
Eu (Ale) – Por que você tá com uma corda e a bolsa?
Valery – A corda é pra amarrar num galho, e na hora de voltar é só seguir a corda. A bolsa é porque trouxe champanhe e umas taças.
Acreditei nela na hora. Descemos pela escada principal do barco. Primeiro nadamos um pouco no mar. Todas as meninas estavam de calcinha e sutiã ou biquíni. Eu não tava usando nada por baixo do vestido. Fazer o quê, tirei o vestido e fiquei pelada assim, até quando fomos explorar a ilha. Deixamos os vestidos na beira do mar. A Valery pegou o champanhe e bebemos a garrafa inteira. Foi quando comecei a ficar tonta e caí no chão, muito fraca, como se tivesse drogada, sei lá.
Valery e as amigas dela – Agora sim, Ale, foi mal, tivemos que te drogar. Colocamos um pouco de tranquilizante na sua bebida.
Eu (Ale) – Por que vocês tão fazendo isso? O que eu fiz pra vocês?
Valery – Você quis roubar nossos namorados, por isso.
Valery e as amigas dela me levantaram do chão e com a corda me amarraram num tronco. Saíram rindo. Não sei quando foi que apaguei de vez, e ainda por cima completamente pelada. Bom, só de salto. Acordei no dia seguinte, ainda meio fraca, e dois macacos estavam bem perto de mim, tocando meus peitos. Do jeito que deu, espantei eles. Um deles chegou bem perto e com os dentes mordeu a corda, arrebentando ela. Caí no chão. Os dois macacos sumiram e voltaram depois de um tempo com um monte de fruta. Comi tudo, parecia que não comia há dias. Depois de um tempo, eles... Os macacos sumiram de novo. Caminhei até a beira do mar pra ver se tinha alguém ou se meu vestido ainda estava lá. Não tinha ninguém, nem o vestido, nem o barco. Tava toda suja, então decidi tomar um banho na beira do mar. Mergulhei. Qual não foi minha surpresa quando saí da água? Um macaco me olhando, se tocando no aparelho reprodutor dele. Fiquei apavorada demais com o jeito que ele me olhava. Caminhei um pouco pela beira do mar, nua, e aquele macaco me seguia. Resolvi correr, mas o macaco me seguia muito rápido. Quando virei, o macaco tava perto demais. Ele se jogou em cima de mim e me derrubou na areia da ilha. Não consegui tirar ele de cima. Ele tentava me virar, talvez o que ele queria era acasalar, me penetrar. Aquele macaco passava as mãos pelos meus peitos. Quando me segurou com mais força, senti a primeira investida dele. Já tava dentro da minha buceta. Ele se mexia muito rápido e eu nunca consegui me soltar. No começo, chorei e gritei, mas depois de um tempo, aquilo começou a me dar prazer e até eu comecei a me mexer também. O macaco ficou surpreso com a minha rapidez em ceder aos pedidos dele. Aquele macaco gozou rápido e ficou me abraçando por quase meio dia na beira da ilha. Eu, nua, ainda sentia o pau dele duro entre minhas coxas. Minha buceta tava cheia de sêmen daquele macaco, escorrendo pelo meu cu e deslizando pelas minhas nádegas. Não demorou pro macaco acordar e me dar um empurrão pra frente. Ele se levantou e, bruscamente, me puxou pra cima também. Me pegou pela mão e me levou pra comunidade dele. Logo, todos os macacos e fêmeas se aproximaram de mim, tocando meu corpo. Eu, de medo, não me mexia. Ele me levou pra uma choça grande. Todos começaram a me trazer frutas, e o macaco começou a gritar com eles. Pensei que ia espantar eles. Ele saiu rápido, pegou fruta e me deu na mão. Aceitei. De repente, ele me virou e começou a me foder de um jeito tão especial na frente de todos os macacos. Aquilo me excitou pra caralho. Meus peitos iam pra cima e pra baixo. Me desmontei do meu macaco e comecei a chupar o pau dele. Ele quase gozou. Foi quando, num tipo de vaso, ele gozou. Era sêmen demais. aquele vaso estava muito fundo, não sabia pra que servia, pensei que ia ter que beber ele, mas não foi. quando o macaco, os macacos começaram a gritar e todos os macacos gritaram igual. meu macaco amarrou minha mão num tronco que estava atravessado entre uns galhos da cabana, me assustei. foi quando entrou outro macaco que estava numa fila de 20 macacos fora da cabana. aquele macaco era maior que o meu. ele entrou e me deu um monte de bananas. com a mão que não estava amarrada, eu recebi e entendi o que tava rolando. o macaco ia me foder e os 19 macacos que estavam na fila também. isso não me agradava, mas a ideia me excitou. o macaco começou a me tocar, eu tava muito molhada. o pau dele era muito grande. ele foi ver minha parte de trás com as mãos gigantes dele, abriu minhas nádegas e colocou o pau na entrada da minha buceta e introduziu devagar. parecia um homem, tipo um humano. o pau dele quase batia no meu útero. começou devagar e depois mais rápido, eu gostava. ele tirou e colocou no meu cu. isso cada vez mais me agradava, já sabia por que o macaco trocaria pelo meu. ele saiu muito rápido, logo gozou naquele vaso e se retirou. assim seguiram os 18 macacos. no final, faltava o último. esse macaco me assustou mesmo. trouxeram ele numa jaula de paus de bambu. meu macaco me desamarrou e me colocou naquela jaula. meu cu e minha buceta estavam muito molhados e bem abertos. esse macaco estava sentado. quando vi ele, acho que media um metro a menos que os outros, era um pouco mais magro que os demais. quando ele se levantou, percebi que esse macaco não era igual aos outros. nasceu geneticamente errado, tinha dois aparelhos reprodutores, dois paus e eles eram maiores que o pau do macaco número 2. logo ele se jogou em cima de mim, me derrubou e me penetrou. a jaula balançava muito rápido. os dois paus dentro de mim era como se tivessem enfiado dois consolos gigantes. mas aquilo terminou rápido, o macaco gozou no vaso. no final de tudo isso, o sêmen coletado, meu macaco jogou no meu cu e me fez empurrar, cuspindo tudo no chão da cabana e me fez lamber e engolir. Entraram 4 gostosas, me trouxeram água e me deram um banho. Tudo isso aconteceu porque me coroaram como rainha desse lugar. Agora tô vendo como voltar pra casa. O barco passa daqui a um mês por essa ilha, porque tá na lista de lugares turísticos pra visitar.
Até mais, amores, e esperem a segunda parte dessa história.
Vou contar esse relato que é uma fantasia sexual.
Tudo começou quando as férias chegaram. Não sabia o que fazer, sozinha em casa, sem nada pra fazer. Tive a ideia de ir num cruzeiro, sozinha, sem companhia. Um mês inteira sozinha, fazendo o que quisesse, sem regras, sem obrigações. Chegou o momento, o navio partiu, todo mundo estava feliz. Eu saía todo dia pra me bronzear, aproveitando o sol. Costumava usar um top branco e uma tanga também branca. Um dia, enquanto me bronzeava de bruços, um grupo de caras se aproximou querendo me pegar. Um deles me convidou pra um evento que ia rolar no salão principal do navio. Virei, olhei pra eles e aceitei o convite.
A noite chegou, e o evento também. Todo mundo arrumado, com roupa formal: vestidos, saias e todo tipo de roupa elegante. Naquela noite, no meu quarto, não sabia que vestido usar. Escolhi um vestido com abertura nas costas e que batia na coxa, e uns saltos. De calcinha, não usei nada, porque não tinha nada que combinasse. Quando entrei no salão, todo mundo ficou me olhando, alguns com um olhar bem tarado, mas isso não me afetava. Sempre gostei de ser o centro das atenções. Quando cheguei, logo o grupo de caras veio até mim, feito uma matilha de cachorros, e me levaram pra mesa deles.
O que eu não sabia é que cada um deles tinha namorada ou era noivo. Foi quando as namoradas deles chegaram, por acaso, na mesa onde eu estava, e começaram a perguntar quem eu era. Um dos caras disse: "É uma amiga nova, se chama Alejandra, mas gosta que chamem de (Ale)."
Eu fiquei sem graça, porque não sabia que eles tinham namoradas. Logo começaram as apresentações.
Olá, eu me chamo... Valery, muito prazer
Eu (Ale) – Oi, muito prazer
Valery – E com quem você veio?
Eu (Ale) – Sozinha, gosto de ir sozinha em lugares assim pra ninguém me encher o saco
Valery e as outras duas garotas que não lembro os nomes me chamaram pra sentar na mesa delas, falaram que ia ser mais confortável. Aceitei e fui pra mesa das minas. Ficamos conversando um tempão, acabamos com as duas garrafas de champanhe que já estavam na mesa e pedimos mais uma. Pra ser sincera, já tava meio, na verdade muito bêbada
Valery – Te desafio a uma parada, Ale
Eu (Ale) – Fala, nunca tive medo de nada
Valery – O desafio é você seduzir o capitão e fazer ele parar na próxima ilha pra gente descer, nadar e explorar a ilha. Depois de um tempo, a gente volta pro navio. O que cê acha, Ale? Ou tá com medo?
Eu (Ale) – Nunca tive medo de nada
Talvez eu tenha dito isso porque tava muito bêbada. Quando cheguei na cabine do capitão, bati várias vezes até ele falar "entra". O capitão ficou de boca aberta quando viu minha roupa
Eu (Ale) – Oi, seu capitão, queria te pedir um favor
Capitão – Pois não, senhorita, pode falar
Eu (Ale) – Queria que você parasse na próxima ilha. É um desafio entre eu e minhas amigas. O que me diz?
Capitão – Não sei, é muito arriscado, senhorita. Mas se eu fizer, o que você me dá em troca?
Eu virei de costas, abaixei o zíper do vestido e deixei ele cair, me mostrando completamente nua. Falei pra ele se deitar no chão. Ele se deitou, eu abaixei o zíper da calça dele, puxei o pau dele pra fora e comecei a lamber e beijar. Foi quando percebi que não tinha camisinha, e ele também não. Levantei e pedi pra ele cuspir no meu cu pra não doer. Ele cuspiu e senti uma enfiada rápida no meu cu, uma e outra vez, até ele me ajoelhar e falar "engole". Acho que aquele capitão tava há vários dias sem sexo, igual a mim, porque era muito leite acumulado, quase encheu minha boca. Levantei e me recomponho
Capitão – Tá bom, na próxima ilha eu paro Três horas para que você e suas amigas se divirtam, mas temos que deixar as pessoas do barco dormindo pra não se alarmarem.
Eu (Ale) – Tá bom, obrigada.
Saí da cabine e percebi que as meninas viram tudo pela janelinha.
Chegou a hora, o capitão falou: "Tá tudo pronto, voltem em três horas, senão vou ter que zarpar, entendido?"
Todas dissemos que sim, descemos com a roupa que a gente tava usando, que eram vestidos e saltos. A Valery levava uma corda e uma bolsa.
Eu (Ale) – Por que você tá com uma corda e a bolsa?
Valery – A corda é pra amarrar num galho, e na hora de voltar é só seguir a corda. A bolsa é porque trouxe champanhe e umas taças.
Acreditei nela na hora. Descemos pela escada principal do barco. Primeiro nadamos um pouco no mar. Todas as meninas estavam de calcinha e sutiã ou biquíni. Eu não tava usando nada por baixo do vestido. Fazer o quê, tirei o vestido e fiquei pelada assim, até quando fomos explorar a ilha. Deixamos os vestidos na beira do mar. A Valery pegou o champanhe e bebemos a garrafa inteira. Foi quando comecei a ficar tonta e caí no chão, muito fraca, como se tivesse drogada, sei lá.
Valery e as amigas dela – Agora sim, Ale, foi mal, tivemos que te drogar. Colocamos um pouco de tranquilizante na sua bebida.
Eu (Ale) – Por que vocês tão fazendo isso? O que eu fiz pra vocês?
Valery – Você quis roubar nossos namorados, por isso.
Valery e as amigas dela me levantaram do chão e com a corda me amarraram num tronco. Saíram rindo. Não sei quando foi que apaguei de vez, e ainda por cima completamente pelada. Bom, só de salto. Acordei no dia seguinte, ainda meio fraca, e dois macacos estavam bem perto de mim, tocando meus peitos. Do jeito que deu, espantei eles. Um deles chegou bem perto e com os dentes mordeu a corda, arrebentando ela. Caí no chão. Os dois macacos sumiram e voltaram depois de um tempo com um monte de fruta. Comi tudo, parecia que não comia há dias. Depois de um tempo, eles... Os macacos sumiram de novo. Caminhei até a beira do mar pra ver se tinha alguém ou se meu vestido ainda estava lá. Não tinha ninguém, nem o vestido, nem o barco. Tava toda suja, então decidi tomar um banho na beira do mar. Mergulhei. Qual não foi minha surpresa quando saí da água? Um macaco me olhando, se tocando no aparelho reprodutor dele. Fiquei apavorada demais com o jeito que ele me olhava. Caminhei um pouco pela beira do mar, nua, e aquele macaco me seguia. Resolvi correr, mas o macaco me seguia muito rápido. Quando virei, o macaco tava perto demais. Ele se jogou em cima de mim e me derrubou na areia da ilha. Não consegui tirar ele de cima. Ele tentava me virar, talvez o que ele queria era acasalar, me penetrar. Aquele macaco passava as mãos pelos meus peitos. Quando me segurou com mais força, senti a primeira investida dele. Já tava dentro da minha buceta. Ele se mexia muito rápido e eu nunca consegui me soltar. No começo, chorei e gritei, mas depois de um tempo, aquilo começou a me dar prazer e até eu comecei a me mexer também. O macaco ficou surpreso com a minha rapidez em ceder aos pedidos dele. Aquele macaco gozou rápido e ficou me abraçando por quase meio dia na beira da ilha. Eu, nua, ainda sentia o pau dele duro entre minhas coxas. Minha buceta tava cheia de sêmen daquele macaco, escorrendo pelo meu cu e deslizando pelas minhas nádegas. Não demorou pro macaco acordar e me dar um empurrão pra frente. Ele se levantou e, bruscamente, me puxou pra cima também. Me pegou pela mão e me levou pra comunidade dele. Logo, todos os macacos e fêmeas se aproximaram de mim, tocando meu corpo. Eu, de medo, não me mexia. Ele me levou pra uma choça grande. Todos começaram a me trazer frutas, e o macaco começou a gritar com eles. Pensei que ia espantar eles. Ele saiu rápido, pegou fruta e me deu na mão. Aceitei. De repente, ele me virou e começou a me foder de um jeito tão especial na frente de todos os macacos. Aquilo me excitou pra caralho. Meus peitos iam pra cima e pra baixo. Me desmontei do meu macaco e comecei a chupar o pau dele. Ele quase gozou. Foi quando, num tipo de vaso, ele gozou. Era sêmen demais. aquele vaso estava muito fundo, não sabia pra que servia, pensei que ia ter que beber ele, mas não foi. quando o macaco, os macacos começaram a gritar e todos os macacos gritaram igual. meu macaco amarrou minha mão num tronco que estava atravessado entre uns galhos da cabana, me assustei. foi quando entrou outro macaco que estava numa fila de 20 macacos fora da cabana. aquele macaco era maior que o meu. ele entrou e me deu um monte de bananas. com a mão que não estava amarrada, eu recebi e entendi o que tava rolando. o macaco ia me foder e os 19 macacos que estavam na fila também. isso não me agradava, mas a ideia me excitou. o macaco começou a me tocar, eu tava muito molhada. o pau dele era muito grande. ele foi ver minha parte de trás com as mãos gigantes dele, abriu minhas nádegas e colocou o pau na entrada da minha buceta e introduziu devagar. parecia um homem, tipo um humano. o pau dele quase batia no meu útero. começou devagar e depois mais rápido, eu gostava. ele tirou e colocou no meu cu. isso cada vez mais me agradava, já sabia por que o macaco trocaria pelo meu. ele saiu muito rápido, logo gozou naquele vaso e se retirou. assim seguiram os 18 macacos. no final, faltava o último. esse macaco me assustou mesmo. trouxeram ele numa jaula de paus de bambu. meu macaco me desamarrou e me colocou naquela jaula. meu cu e minha buceta estavam muito molhados e bem abertos. esse macaco estava sentado. quando vi ele, acho que media um metro a menos que os outros, era um pouco mais magro que os demais. quando ele se levantou, percebi que esse macaco não era igual aos outros. nasceu geneticamente errado, tinha dois aparelhos reprodutores, dois paus e eles eram maiores que o pau do macaco número 2. logo ele se jogou em cima de mim, me derrubou e me penetrou. a jaula balançava muito rápido. os dois paus dentro de mim era como se tivessem enfiado dois consolos gigantes. mas aquilo terminou rápido, o macaco gozou no vaso. no final de tudo isso, o sêmen coletado, meu macaco jogou no meu cu e me fez empurrar, cuspindo tudo no chão da cabana e me fez lamber e engolir. Entraram 4 gostosas, me trouxeram água e me deram um banho. Tudo isso aconteceu porque me coroaram como rainha desse lugar. Agora tô vendo como voltar pra casa. O barco passa daqui a um mês por essa ilha, porque tá na lista de lugares turísticos pra visitar.
Até mais, amores, e esperem a segunda parte dessa história.
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