O Momento da Infidelidade

(Continua minha aventura)
Depois de marcar o encontro com o Miguel, muita coisa passou pela minha cabeça: cancelar, encarar meu marido e minha prima, deixar tudo como está e pensar que é algo passageiro.
Mas pensei melhor e conversei com a Naty, minha amiga. Ela me disse: "Vai fundo, os homens nunca descobrem mesmo", "Sério?" respondi. "Sim, gata, sabe quantas vezes eu traí meu namorado e ele nunca percebeu?" E por fim ela falou: "Experimentar não é errado, desde que não vire vício." Combinamos de ir na casa da Nati antes do encontro. O encontro com o Miguel era às 8 da noite, então eu saía do trampo, ia pra casa dela, tomava banho, me arrumava e ia pra lá. Ainda tinha um tempão de sobra, tipo umas 4 horas, e caiu como uma luva. Mas o problema era o que dizer pro meu marido. Falei: "Olha, vou sair com minhas amigas." Pensei que ele fosse perguntar "Quais?" e ficar com ciúmes, mas foi o contrário. Pensei comigo: "Filho da puta, dessa vez você me paga, e com juros." Bom, o dia chegou. Não sei explicar, mas foi o dia mais longo e o que mais me deixou nervosa.
Depois de terminar o expediente, fui direto pra casa da Naty, tomei banho lá. Quando terminei de me secar, ela disse: "Já tá pronta?" "Tô", respondi. "Se apressa que temos horário no salão pra você se arrumar." Falei: "Vai, não seja besta." Fui pro salão. A verdade é que fizeram um penteado e uma produção maravilhosos. Daí voltamos pra casa dela e a Naty tira umas caixas e fala: "Aqui, trouxe uma calcinha e um sutiã pra você vestir." "Mas são muito provocantes, eu não uso isso", falei. "Vai, veste", ela insistiu, e depois me deu um vestido preto curto e, por fim, uns saltos ou plataformas que me deixavam uns 6 cm mais alta — são sempre ótimas aliadas pra realçar as pernas e a bunda. Eu tava sexy, mas sem ser vulgar nem nada. E ela disse: "Viu que puta que você tá?" Eu sorri e falei "obrigada", chorando. "Por que você tá chorando?" ela perguntou. Respondi: "Sempre me achei 'feia'." Ela falou: "Para de chorar, senão estraga a maquiagem."
Já tava pronta. Ele chegou. Ponto Miguel com o carro dele. Ele bem vestido, uma camisa azul que deixava ver bem marcados seus braços fortes e com um botão desabotoado deixava ver seu peito bronzeado. Mal subi no carro, ele me deu um beijo quase roçando minha boca. Ele disse: "Como você está linda esta noite, obrigado". Eu disse, corando, me sentindo uma debutante de tão boba que estava.

Fomos comer, depois fomos para uma balada, e entre a música e os drinks veio o inevitável: o roçar, as risadas, as carícias e os beijos. Beijos apaixonados que, por alguma razão, eram melhores que os do meu marido. O beijo era o proibido. Havia mais intimidade num beijo do que no próprio ato sexual. O beijo significava amor, entrega, carinho, algo mais que um simples contato entre os lábios. Não sei se era o proibido, o excitante de fazer algo que nunca fez, que fazia com que eu gostasse daquilo. Mas eu estava molhada. Decidi que era hora de acabar com isso, queria voltar pra casa da Naty, terminar com isso e cada um pro seu lado. O sentimento de amor me venceu e a razão tomou conta de mim, então eu disse: "Miguel, quero ir embora". Imediatamente ele me pegou pela mão, saímos pra rua e os beijos continuavam, mas a razão ainda estava presente e o amor pelo meu marido ainda me dominava. Ele começou a me beijar no pescoço, a lamber como um selvagem, eu empurrei ele. Era a primeira vez que eu me comportava como uma mal-educada, mas queria ir embora, não queria continuar, eu não era assim.

Miguel trouxe o carro, subimos e partimos. Ele começou a dirigir, mas eu ainda notava que a excitação estava em nós, via um volume entre as pernas dele e ele me olhava com um desejo selvagem. Quando me dei conta, estávamos na frente de um motel.

Eu disse: "Miguel, não quero". Ele falou: "Pensei que você queria". "Não sei, você é muito lindo, um bom garoto, mas eu tenho marido, não sei qual é a sua situação com a Ayelen, se vocês são um casal aberto e tudo mais, mas eu não sou", eu disse. Ele respondeu: "Sabe, o Leo tem sorte de ter você, com certeza ele é muito fiel a você". Quando ele disse isso, foi como um pavio explosivo, algo... Explodi o recorde do que ela fez com a puta da minha prima. Tudo foi pro caralho na hora. Falei pra ele: "vamos entrar", ele hesitou e ia responder, eu disse: "não pergunta, só entra, vai".
Entramos no hotel, pedimos um quarto e quando entramos no quarto ele disse que precisava me falar uma coisa. Me perguntou se eu já não queria mais fazer aquilo, que era melhor cancelar tudo e vazar dali, mas eu respondi que não era isso que eu tava pensando. Mesmo que o amor e tudo mais já tivesse acabado e sido substituído por um tesão, um desejo e, principalmente, vingança. Um quartinho pequeno, nada luxuoso, mas bem limpinho. Tinha uma cama de casal, no fundo um banheiro pequeno e uma janela totalmente aberta com uma cortina vermelha corrida, que dava um tom avermelhado perfeito pra ocasião. Por um momento, o quarto ficou em silêncio e nervosismo, o silêncio foi quebrado quando ele disse: "vou tomar banho, depois você entra pra tomar também". Tava nervosa, tanto que liguei a TV e tava passando um pornô. Quando vi a cena por um segundo, lembrei por que tava ali, qual era o motivo e que não dava pra voltar atrás. Era hora de ser forte e corajosa. Ele terminou o banho, disse: "vou pegar umas coisas e volto". Falei "sim", dei um beijo apaixonado nele e fui tomar banho.
Depois do banho, meditei um pouco, pensei: "não pode ser, mas tô aqui, impossível voltar atrás, tenho que ir". Me deitei na cama, me cobri com o lençol. Ele entrou com alguma coisa, apagou a luz, sentou na cama do meu lado e começou a beijar minha bochecha, meu pescoço, começou a me tocar. Eu chorei, e ele perguntou o que foi, eu disse: "não consigo". Ele me abraçou. Quando me abraçou, sussurrou no meu ouvido: "Deixa tudo comigo, fica tranquila". Secou minhas lágrimas, tirou os lençóis do meu corpo.
Me acariciou, beijou meu pescoço, eram beijos suaves, doces, por todo meu pescoço, umbigo e peitos. Isso fez eu sentir um formigamento na região da minha buceta. Ele continuou me beijando e começou a apertar meus peitos com muita vontade. tocava minha entreperna e em certos momentos já estava tocando por cima a mão dele na minha intimidade… era muito excitante sentir as mãos dele no meu corpo.
Ele abaixa a cabeça, abre minhas pernas e, pela primeira vez, alguém me faz sexo oral. Foi um prazer total. Já não aguentava mais, as lambidas dele me transformaram numa louca desenfreada e eu queria mais. Ele parou ao ver minha excitação. Algo despertou em mim, eu era uma gata. Falei: acende a luz. Eu me levantei da cama rápido, liguei a TV e aumentei o volume. Tava passando um pornô de ménage, uma morena chupando duas pirocas. Ele se jogou na cama.
— Tá com o que, muito tarada? Agora vou tirar essa quentura de você.
Ele colocou o pênis dele na minha boca. Agora já não me importava mais nada, era do mesmo tamanho que o do meu marido, mas mais grosso.
No começo, só lambia devagar, era meio salgadinho, depois comecei a meter na boca. Ele falou: cuidado.
— Desculpa — falei. — É a primeira vez.
— Sério? — ele disse.
Ele me colocou de quatro na cama e pegou um gel.
— Deita de barriga pra baixo e levanta a bunda. O que vem a seguir você vai adorar — falou, enquanto se afastava de mim.
Ele passou na minha bunda, era frio.
— O que cê tá fazendo? — perguntei.
— Vou te comer a bunda — respondeu.
— A bunda? Cê tá louco? — falei.
— Sim, por isso sou louco. Sempre quis comer esse pão doce. Fica tranquila, pequena, aproveita.
Deixei tudo por conta dele. Ele levantou minha perna e começou a se masturbar com minhas nádegas, depois passou o pau dele no meu cu. Eu só conseguia gemer, tava excitada, e ele sabia. Depois de um tempo, ele meteu de uma vez, sem avisar.
— Ai! Devagar, você me machuca!
— Cala a boca e aproveita!
Fiquei surpresa, mas não liguei. Apesar da grosseria, tava gostando. Ele ficou parado, dentro de mim.
— Gosto como você aperta — disse.
Começou a entrar e sair sem controle.
Gemo, gemo e gemo numa sequência infinita, sem ordem certa. Grito: ai, puta que pariu, merda, e outras coisas que não lembro. Comecei a chorar.
— Não seja mau — falei, mas fiquei quieta. Então ele começou a... Me penetrar de um jeito suave.
Sabia que não ia parar, depois de um bom tempo, comecei a gostar porque era uma dor misturada com um prazer indescritível. Aí gritei: "me dá mais, vagabundo", e ele disse: "você é minha puta". "Sim, sou, então me fode". Um orgasmo do caralho veio na sequência, e depois nos beijamos. Continuamos até acabar o nosso turno. Daí em diante, não hesitei: me senti completa pela primeira vez, sem medo. Agora queria conhecer coisas novas e continuar me vingando do meu marido, ou melhor, do corno.

5 comentários - O Momento da Infidelidade

Que buen relato esxitante me gusto.. me dejaste caliente con ganas
Excelente!!!
Me encanto!!
Muuuy caliente!
Gracias por compartir
muy lindo y se empieza por los cuernitos por lo que sea pero luego no se puede dejar bechitos
EXITNTE NCE UN NUEVA PERRA..FELICIDDES POR LA BUENA DECICION DE SER PUTITA
Me encanta lo que escribes, te invito a que conozcas lo que escribo: Face: Lucas Marx