Sabe, às vezes acontece de ter uma amiga que aguenta tudo, mas que você sabe que tem um namorado que te apaga porque é mais alto, bonitão e com mais grana hahahaha. Enfim, foi assim que rolou com a Karen, uma amiga da faculdade que ao longo de 3 anos eu tinha conhecido, escutado, bebido e curtido dançando, mas que tinha um namorado de longa data e estava super apaixonada por ele.
Pois bem, há alguns meses saímos para dançar, vários colegas, entre eles a Karen. Naquela noite, ela tinha feito uma apresentação na faculdade e estava de vestido curto e umas botas que destacavam as pernas. Eu não tinha reparado muito nela porque estava pensando no meu filho e em outras amiguinhas, mas naquela noite eu a vi muito gostosa; aquele vestidinho destacava o quanto ela era linda e o quanto estava gostosa pra caralho. Enfim, estávamos no bar bebendo e dançando, e eu tinha dançado com uma ou duas das minhas colegas, mas não com ela. Aí começou a tocar um reggaeton e eu a chamei para dançar, já que gostava da música. Quando começamos a dançar, eu não estava tão bêbado (como já mencionei, gosto de beber muito), mas naquele dia a bebida não estava fazendo muito efeito. Eu a peguei pela cintura, ela começou a rebolando, e foi aí que minhas veias começaram a ferver. Não sabia que ela era tão sensual para dançar.
Me aproximei o suficiente para começar a sentir como ela roçava na minha calça com o corpo, e em um momento ela se virou e fiquei atrás dela. Obviamente, me aproximei com cautela para que ela não levasse a mal, e entre uma esfregada e outra, o calor foi subindo e começamos uma esfregadinha devagar, mas deliciosa. Passei minha mão direita pela cintura dela e a esfreguei contra mim. Naquele momento, meu pau estava a mil, então não demorou para ela sentir. Com medo, continuei esfregando ela contra mim. Ela me olhou de lado e sorriu, continuou como se nada e cada vez mais encaixava aquele rabinho na minha calça. Quando de repente a música acabou. Aqui na Colômbia, nos bares, tocam várias músicas seguidas, e quando ia começar a próxima... próxima música, eu girei e puxei ela, deixando-a de frente para continuar na brincadeira. Naquele momento, no meio de todos, recomeçamos o atrito de antes, mas agora o rosto dela estava contra o meu. Eu estava ofegante e não queria que ela saísse dali. Ela tinha um olhar estranho, mas estava eufórica pela dança e pelo álcool. Em segundos, a apertei um pouco mais, mas bem suavemente, então ela ergueu o rosto e eu, sem pensar mais, encarei ela e encostei minha bochecha na dela. Sutilmente, a afastei um pouco para poder olhá-la, mas mantendo minha boca bem perto da dela. Pouco a pouco nos aproximamos até deixar os lábios bem próximos e roçando o nariz um do outro. Eu, com meu pau a mil, já não aguentava a vontade de devorar aqueles lábios que me chamavam. E justo naquele momento a música acabou — bom, na verdade já tinham passado mais umas duas músicas e mudaram o ritmo. Ela me olhou e sorriu, mas tinha algo estranho. Pensei: "o que foi que aconteceu?", mas tudo bem, vida que segue.
Sentamos e eu me fiz ao lado dela. Continuamos bebendo e começamos a conversar. Chamaram ela para dançar várias vezes, mas ela disse que estava cansada e não quis. Aí conversamos e ela me contou que tinha terminado com o namorado há alguns dias e que uma amiga da faculdade tinha sugerido que ela fosse dançar com a gente para se distrair. Assim foi passando a noite e já estávamos todos na vibe. Eu disse a ela que estava cansado, que ia embora, e perguntei se queria que eu a levasse até em casa. Ela também já estava bem bêbada, então disse que sim. Pegamos nossas coisas e, muito cavalheiresco, ofereci minha jaqueta, o que fez ela sorrir. Nos despedimos e saímos.
Pegamos um táxi e eu não sabia como insinuar algo, mas ela disse que não queria ir para a casa dela, que era muito longe, e perguntou se podia ficar no meu apartamento. Eu concordei sem hesitar. Chegamos e o frio já estava fazendo efeito, estávamos muito tontos. Então chegamos alegres e conversando sobre nós dois. Sem pensar, antes de entrar no apartamento, a peguei pelo braço, a puxei contra mim e a beijei. Tava tão gostosa que eu queria comer ela ali mesmo no corredor do prédio. Nos beijamos com vontade, quase sem respirar, esfregando um no outro. Minhas mãos desceram por aquele quadril até chegar naquele bundinha que minutos antes tinha feito meu pau ficar a mil. Entramos e, sem acender a luz, encostei ela na parede, continuando aquele mesmo joguinho de antes. Com delicadeza, peguei a borda do vestido e fui levantando até deixá-lo na cintura dela. Aí avistei uma calcinha preta de renda que me deixa louco. Passei uma das mãos naquelas nádegas pequenas mas bem formadas e a outra desceu lentamente até sua buceta. Ela estava um pouco bebida e reagiu dizendo que fazia tempo que não ficava com alguém, já que com o ex quase não tinham relações. Então falei para ela se acalmar, que ela era uma rainha e assim a trataria. Levei-a para o quarto e no caminho já tinha tirado a camisa. Voltei a beijá-la devagar e terminei de tirar o vestido. Como era tão justo, ela não usava sutiã, deixando à vista uns seios médios deliciosos e uns mamilos duros de excitação. Ela me olhou sorrindo e deitou de bruços. Eu, sem perder tempo, tirei sapatos e calça, me coloquei sobre ela, esfregando meu pau que queria escapar na sua bunda, enquanto beijava seu pescoço e uma das orelhinhas.
Não aguentei mais e comecei a beijar suas costas. Pouco a pouco fui descendo até chegar na renda da calcinha que me deixava tão louco. Passei a língua na borda até chegar na entrada do seu cuzinho e da sua buceta. Ela se retorcia, mas estava muito bebida e meio dormindo. Aproveitei para passar um dedo por cima da calcinha. Ela gemeu e apertou as mãos. Sem mais delongas, puxei a calcinha devagar e percebi que ela estava bem molhadinha. Comecei a beijar aqueles lábios deliciosos que me enlouqueciam. Passei a língua lentamente várias vezes até enfiá-la nela, enquanto ao mesmo tempo esfregava o clitóris com os dedos. Ela gemeu mais. lentamente, repeti o processo várias vezes até só ouvir "não para" e afundei meu rosto, quase me afogando na sua buceta. eu já estava na minha tarefa, me masturbando com a outra mão, sentindo ela gemer cada vez mais até que, de repente, saiu dela um gemido suave mas atordoante "que delícia, nn" e começou a fluir dela um rio de fluidos que eu engolia e escorria pelo meu braço e rosto. eu não aguentava mais e a penetrei com força e, em alguns movimentos, gozei dentro dela. ela gemeu de novo e eu caí sobre ela.
Ficamos abraçados assim por um bom tempo. o álcool e tudo que tinha acontecido nos deixou muito cansados. dormimos e foi assim que ficamos naquela noite. depois conto o que aconteceu na manhã seguinte...
espero que tenham gostado, porque eu já estou excitado só de lembrar.
Pois bem, há alguns meses saímos para dançar, vários colegas, entre eles a Karen. Naquela noite, ela tinha feito uma apresentação na faculdade e estava de vestido curto e umas botas que destacavam as pernas. Eu não tinha reparado muito nela porque estava pensando no meu filho e em outras amiguinhas, mas naquela noite eu a vi muito gostosa; aquele vestidinho destacava o quanto ela era linda e o quanto estava gostosa pra caralho. Enfim, estávamos no bar bebendo e dançando, e eu tinha dançado com uma ou duas das minhas colegas, mas não com ela. Aí começou a tocar um reggaeton e eu a chamei para dançar, já que gostava da música. Quando começamos a dançar, eu não estava tão bêbado (como já mencionei, gosto de beber muito), mas naquele dia a bebida não estava fazendo muito efeito. Eu a peguei pela cintura, ela começou a rebolando, e foi aí que minhas veias começaram a ferver. Não sabia que ela era tão sensual para dançar.
Me aproximei o suficiente para começar a sentir como ela roçava na minha calça com o corpo, e em um momento ela se virou e fiquei atrás dela. Obviamente, me aproximei com cautela para que ela não levasse a mal, e entre uma esfregada e outra, o calor foi subindo e começamos uma esfregadinha devagar, mas deliciosa. Passei minha mão direita pela cintura dela e a esfreguei contra mim. Naquele momento, meu pau estava a mil, então não demorou para ela sentir. Com medo, continuei esfregando ela contra mim. Ela me olhou de lado e sorriu, continuou como se nada e cada vez mais encaixava aquele rabinho na minha calça. Quando de repente a música acabou. Aqui na Colômbia, nos bares, tocam várias músicas seguidas, e quando ia começar a próxima... próxima música, eu girei e puxei ela, deixando-a de frente para continuar na brincadeira. Naquele momento, no meio de todos, recomeçamos o atrito de antes, mas agora o rosto dela estava contra o meu. Eu estava ofegante e não queria que ela saísse dali. Ela tinha um olhar estranho, mas estava eufórica pela dança e pelo álcool. Em segundos, a apertei um pouco mais, mas bem suavemente, então ela ergueu o rosto e eu, sem pensar mais, encarei ela e encostei minha bochecha na dela. Sutilmente, a afastei um pouco para poder olhá-la, mas mantendo minha boca bem perto da dela. Pouco a pouco nos aproximamos até deixar os lábios bem próximos e roçando o nariz um do outro. Eu, com meu pau a mil, já não aguentava a vontade de devorar aqueles lábios que me chamavam. E justo naquele momento a música acabou — bom, na verdade já tinham passado mais umas duas músicas e mudaram o ritmo. Ela me olhou e sorriu, mas tinha algo estranho. Pensei: "o que foi que aconteceu?", mas tudo bem, vida que segue.
Sentamos e eu me fiz ao lado dela. Continuamos bebendo e começamos a conversar. Chamaram ela para dançar várias vezes, mas ela disse que estava cansada e não quis. Aí conversamos e ela me contou que tinha terminado com o namorado há alguns dias e que uma amiga da faculdade tinha sugerido que ela fosse dançar com a gente para se distrair. Assim foi passando a noite e já estávamos todos na vibe. Eu disse a ela que estava cansado, que ia embora, e perguntei se queria que eu a levasse até em casa. Ela também já estava bem bêbada, então disse que sim. Pegamos nossas coisas e, muito cavalheiresco, ofereci minha jaqueta, o que fez ela sorrir. Nos despedimos e saímos.
Pegamos um táxi e eu não sabia como insinuar algo, mas ela disse que não queria ir para a casa dela, que era muito longe, e perguntou se podia ficar no meu apartamento. Eu concordei sem hesitar. Chegamos e o frio já estava fazendo efeito, estávamos muito tontos. Então chegamos alegres e conversando sobre nós dois. Sem pensar, antes de entrar no apartamento, a peguei pelo braço, a puxei contra mim e a beijei. Tava tão gostosa que eu queria comer ela ali mesmo no corredor do prédio. Nos beijamos com vontade, quase sem respirar, esfregando um no outro. Minhas mãos desceram por aquele quadril até chegar naquele bundinha que minutos antes tinha feito meu pau ficar a mil. Entramos e, sem acender a luz, encostei ela na parede, continuando aquele mesmo joguinho de antes. Com delicadeza, peguei a borda do vestido e fui levantando até deixá-lo na cintura dela. Aí avistei uma calcinha preta de renda que me deixa louco. Passei uma das mãos naquelas nádegas pequenas mas bem formadas e a outra desceu lentamente até sua buceta. Ela estava um pouco bebida e reagiu dizendo que fazia tempo que não ficava com alguém, já que com o ex quase não tinham relações. Então falei para ela se acalmar, que ela era uma rainha e assim a trataria. Levei-a para o quarto e no caminho já tinha tirado a camisa. Voltei a beijá-la devagar e terminei de tirar o vestido. Como era tão justo, ela não usava sutiã, deixando à vista uns seios médios deliciosos e uns mamilos duros de excitação. Ela me olhou sorrindo e deitou de bruços. Eu, sem perder tempo, tirei sapatos e calça, me coloquei sobre ela, esfregando meu pau que queria escapar na sua bunda, enquanto beijava seu pescoço e uma das orelhinhas.
Não aguentei mais e comecei a beijar suas costas. Pouco a pouco fui descendo até chegar na renda da calcinha que me deixava tão louco. Passei a língua na borda até chegar na entrada do seu cuzinho e da sua buceta. Ela se retorcia, mas estava muito bebida e meio dormindo. Aproveitei para passar um dedo por cima da calcinha. Ela gemeu e apertou as mãos. Sem mais delongas, puxei a calcinha devagar e percebi que ela estava bem molhadinha. Comecei a beijar aqueles lábios deliciosos que me enlouqueciam. Passei a língua lentamente várias vezes até enfiá-la nela, enquanto ao mesmo tempo esfregava o clitóris com os dedos. Ela gemeu mais. lentamente, repeti o processo várias vezes até só ouvir "não para" e afundei meu rosto, quase me afogando na sua buceta. eu já estava na minha tarefa, me masturbando com a outra mão, sentindo ela gemer cada vez mais até que, de repente, saiu dela um gemido suave mas atordoante "que delícia, nn" e começou a fluir dela um rio de fluidos que eu engolia e escorria pelo meu braço e rosto. eu não aguentava mais e a penetrei com força e, em alguns movimentos, gozei dentro dela. ela gemeu de novo e eu caí sobre ela.
Ficamos abraçados assim por um bom tempo. o álcool e tudo que tinha acontecido nos deixou muito cansados. dormimos e foi assim que ficamos naquela noite. depois conto o que aconteceu na manhã seguinte...
espero que tenham gostado, porque eu já estou excitado só de lembrar.
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