Olá Comunidade!!!!!!!!
O relato de hoje é bem curtinho.
A gente tem, com o Andrés, um sítio em Bella Vista e em novembro de 2013, fui pro sítio pra arrumar tudo e resolver uns pendências, tipo pintar a parte de fora da casa. Quando cheguei no sítio, tava completamente sozinha e, pra não ficar entediada, comecei a fazer as coisas rápido, porque o Andrés tinha ficado na capital trabalhando.
Do lado do nosso sítio, tem outro que é cuidado por um caseiro. Uma manhã, fui no sítio vizinho perguntar pro caseiro se ele conhecia um pintor de confiança.
Quando cheguei no portão, bati palmas várias vezes até que alguém me ouviu e saiu no portão. Apareceu um homem grande, já de idade, mas bem conservado fisicamente. Mas quando me viu, me olhou de cima a baixo com cara de tarado. Mesmo assim, perguntei se ele conhecia um pintor de confiança. Ele pensou um pouco, disse que não, mas se ofereceu pra pintar a frente da casa.
Achei de boa e combinamos que na tarde do mesmo dia, ele passaria na minha casa pra ver a superfície a pintar e acertar o pagamento.
Eu passei a tarde de bobeira, vesti o biquíni e me deitei na beira da piscina pra pegar um sol, até que de repente acabei dormindo.
Umas 18h, ouço umas palmas no portão e lembrei que podia ser o caseiro do lado. Levantei e fui correndo até o portão, e era ele, que já tava batendo palmas fazia um tempão.
Quando me viu de biquíni, a cara dele mudou na hora, mas mesmo assim deixei ele entrar e levei até a casa pra mostrar e acertar os números.
Combinado os valores, ele aceitou o trabalho e começaria no sábado. No sábado de manhã, ele chegou na hora certa, se preparou e começou a trabalhar. Enquanto isso, eu fui pegar sol na beira da piscina.
Durante o dia todo, sentia que ele não parava de me olhar, mas não liguei muito. E assim se passaram 5 dias chatos pra caralho.
Um dia, não peguei sol e fiquei dentro de casa enquanto ele trabalhava, e cada vez que eu olhava pra fora, via ele me encarando com cara de punheteiro e assim em cada momento que eu olhava pra ele.
Um dia, já estava completamente entediada e o caseiro não terminava de pintar no prazo combinado, comecei a me maquiar e testar penteados na frente de um espelho que tem na sala, quando de repente, olhando no espelho, vejo o caseiro me encarando fixamente enquanto se tocava na rola.
Quando vi aquela cena, fiquei pensando um tempo no que fazer, e decidi, pra não ficar entediada e já que estava completamente sozinha, esquentar o velho.
Terminei de me maquiar e pentear e fui colocar uma minissaia bem curtinha, coloquei a chaleira no fogo e ofereci mate pra ele.
O velho aceitou na hora e fiquei do lado dele servindo mate e me fazendo de putona, perguntava a toda hora quando ele ia terminar e parece que o velho gostava, porque dava pra ver a rola bem inchada.
Fiquei assim por mais 2 dias, até ele terminar de uma vez por todas. Quando o trabalho acabou, eu tinha que pagar o combinado e mandei ele entrar na casa pra sentar, até eu dar o pagamento.
Quando ele sentou, me olhou de cima a baixo com vontade de me partir ao meio, e abriu bem as pernas mostrando o puta volume que tinha.
Naquela hora me veio a ideia de pagar com algum favor, em vez de dinheiro, e comecei a enrolar o pagamento, me fazendo bem de putona.
A primeira coisa que fiz, enquanto ele estava sentado me olhando, levantei da cadeira, passei por trás dele e enquanto passava, acariciei suas costas, seus ombros e passei meus peitos de leve na nuca dele e fui até um móvel fingindo que procurava algo e me abaixei mostrando a tanga.
Quando voltei, fiz exatamente a mesma coisa, sentei na frente dele e levantei mais a saia, mostrando mais minhas pernas.
O velho tava louco de tesão e olhava minhas pernas com muita vontade, eu me animei um pouco mais e entre risadas apoiei minhas mãos nas coxas dele e acariciei. sensualmente as pernas e olhando fixamente pro volume dele.
O velho, num surto de loucura, me agarrou pelas duas mãos e tentou me puxar pro lado dele, e aí eu falei:
EU: pussy, por que a gente não resolve isso? Eu te dou o que você quer de mim em troca do que tenho que te pagar pelo trabalho!!!
E naquele momento me levantei e, pra não deixar ele pensar, peguei a mão dele e deixei ele tocar minhas pernas. O velho embarcou na viagem sem pensar, me agarrou pelas pernas e começou a apalpar de cima a baixo, levantou minha minissaia e começou a passar a mão na minha bunda toda, até que eu tirei as mãos dele, me ajoelhei e, olhando na cara dele, comecei a apalpar o volume dele, até que abaixei o zíper e meti a mão, até tirar a cock grossa, preta, com cheiro de mijo e toda grudada de porra, e comecei a lamber ela toda de cima a baixo, até deixar limpinha, e aí sim comecei a engolir tudo e chupar bem a cock por um tempão.
Depois de um boquete foda, o velho me levantou e me fez cavalgar ele, enfiando a cock bem fundo, enquanto me olhava na cara e começava a passar a língua no meu pescoço todo, até que me agarrou pela nuca com força, imobilizando minha cara, e começou a chupar minha boca, enfiando a língua dele dentro da minha boca, algo nojento!!!!!
Ele me deixou cavalgando e chupando minha cara e boca toda por um bom tempo, depois me levantou com força e, tirando a cock, me virou, me abaixou e me apoiou de bruços na mesa da sala, ficou atrás de mim, levantou minha minissaia, puxou minha calcinha fio dental e começou a me comer com tudo, me segurando pela cintura com as mãos dele. Eu me sentia uma puta horrível!!!!
Ele me comeu por um bom tempo, até que o velho começou a gritar e encheu minha pussy de porra e desabou em cima de mim na mesa, com a cock ainda dentro.
Consegui tirar ele de cima de mim como pude e, pra ele não se esquecer de mim, fiz um último favor antes dele ir embora: me ajoelhei e dei mais um boquete final. deixando a pica bem limpinha.
Acompanhei ele até o portão, agradeci e me despedi!!!!
O relato de hoje é bem curtinho.
A gente tem, com o Andrés, um sítio em Bella Vista e em novembro de 2013, fui pro sítio pra arrumar tudo e resolver uns pendências, tipo pintar a parte de fora da casa. Quando cheguei no sítio, tava completamente sozinha e, pra não ficar entediada, comecei a fazer as coisas rápido, porque o Andrés tinha ficado na capital trabalhando.
Do lado do nosso sítio, tem outro que é cuidado por um caseiro. Uma manhã, fui no sítio vizinho perguntar pro caseiro se ele conhecia um pintor de confiança.
Quando cheguei no portão, bati palmas várias vezes até que alguém me ouviu e saiu no portão. Apareceu um homem grande, já de idade, mas bem conservado fisicamente. Mas quando me viu, me olhou de cima a baixo com cara de tarado. Mesmo assim, perguntei se ele conhecia um pintor de confiança. Ele pensou um pouco, disse que não, mas se ofereceu pra pintar a frente da casa.
Achei de boa e combinamos que na tarde do mesmo dia, ele passaria na minha casa pra ver a superfície a pintar e acertar o pagamento.
Eu passei a tarde de bobeira, vesti o biquíni e me deitei na beira da piscina pra pegar um sol, até que de repente acabei dormindo.
Umas 18h, ouço umas palmas no portão e lembrei que podia ser o caseiro do lado. Levantei e fui correndo até o portão, e era ele, que já tava batendo palmas fazia um tempão.
Quando me viu de biquíni, a cara dele mudou na hora, mas mesmo assim deixei ele entrar e levei até a casa pra mostrar e acertar os números.
Combinado os valores, ele aceitou o trabalho e começaria no sábado. No sábado de manhã, ele chegou na hora certa, se preparou e começou a trabalhar. Enquanto isso, eu fui pegar sol na beira da piscina.
Durante o dia todo, sentia que ele não parava de me olhar, mas não liguei muito. E assim se passaram 5 dias chatos pra caralho.
Um dia, não peguei sol e fiquei dentro de casa enquanto ele trabalhava, e cada vez que eu olhava pra fora, via ele me encarando com cara de punheteiro e assim em cada momento que eu olhava pra ele.
Um dia, já estava completamente entediada e o caseiro não terminava de pintar no prazo combinado, comecei a me maquiar e testar penteados na frente de um espelho que tem na sala, quando de repente, olhando no espelho, vejo o caseiro me encarando fixamente enquanto se tocava na rola.
Quando vi aquela cena, fiquei pensando um tempo no que fazer, e decidi, pra não ficar entediada e já que estava completamente sozinha, esquentar o velho.
Terminei de me maquiar e pentear e fui colocar uma minissaia bem curtinha, coloquei a chaleira no fogo e ofereci mate pra ele.
O velho aceitou na hora e fiquei do lado dele servindo mate e me fazendo de putona, perguntava a toda hora quando ele ia terminar e parece que o velho gostava, porque dava pra ver a rola bem inchada.
Fiquei assim por mais 2 dias, até ele terminar de uma vez por todas. Quando o trabalho acabou, eu tinha que pagar o combinado e mandei ele entrar na casa pra sentar, até eu dar o pagamento.
Quando ele sentou, me olhou de cima a baixo com vontade de me partir ao meio, e abriu bem as pernas mostrando o puta volume que tinha.
Naquela hora me veio a ideia de pagar com algum favor, em vez de dinheiro, e comecei a enrolar o pagamento, me fazendo bem de putona.
A primeira coisa que fiz, enquanto ele estava sentado me olhando, levantei da cadeira, passei por trás dele e enquanto passava, acariciei suas costas, seus ombros e passei meus peitos de leve na nuca dele e fui até um móvel fingindo que procurava algo e me abaixei mostrando a tanga.
Quando voltei, fiz exatamente a mesma coisa, sentei na frente dele e levantei mais a saia, mostrando mais minhas pernas.
O velho tava louco de tesão e olhava minhas pernas com muita vontade, eu me animei um pouco mais e entre risadas apoiei minhas mãos nas coxas dele e acariciei. sensualmente as pernas e olhando fixamente pro volume dele.
O velho, num surto de loucura, me agarrou pelas duas mãos e tentou me puxar pro lado dele, e aí eu falei:
EU: pussy, por que a gente não resolve isso? Eu te dou o que você quer de mim em troca do que tenho que te pagar pelo trabalho!!!
E naquele momento me levantei e, pra não deixar ele pensar, peguei a mão dele e deixei ele tocar minhas pernas. O velho embarcou na viagem sem pensar, me agarrou pelas pernas e começou a apalpar de cima a baixo, levantou minha minissaia e começou a passar a mão na minha bunda toda, até que eu tirei as mãos dele, me ajoelhei e, olhando na cara dele, comecei a apalpar o volume dele, até que abaixei o zíper e meti a mão, até tirar a cock grossa, preta, com cheiro de mijo e toda grudada de porra, e comecei a lamber ela toda de cima a baixo, até deixar limpinha, e aí sim comecei a engolir tudo e chupar bem a cock por um tempão.
Depois de um boquete foda, o velho me levantou e me fez cavalgar ele, enfiando a cock bem fundo, enquanto me olhava na cara e começava a passar a língua no meu pescoço todo, até que me agarrou pela nuca com força, imobilizando minha cara, e começou a chupar minha boca, enfiando a língua dele dentro da minha boca, algo nojento!!!!!
Ele me deixou cavalgando e chupando minha cara e boca toda por um bom tempo, depois me levantou com força e, tirando a cock, me virou, me abaixou e me apoiou de bruços na mesa da sala, ficou atrás de mim, levantou minha minissaia, puxou minha calcinha fio dental e começou a me comer com tudo, me segurando pela cintura com as mãos dele. Eu me sentia uma puta horrível!!!!
Ele me comeu por um bom tempo, até que o velho começou a gritar e encheu minha pussy de porra e desabou em cima de mim na mesa, com a cock ainda dentro.
Consegui tirar ele de cima de mim como pude e, pra ele não se esquecer de mim, fiz um último favor antes dele ir embora: me ajoelhei e dei mais um boquete final. deixando a pica bem limpinha.
Acompanhei ele até o portão, agradeci e me despedi!!!!
8 comentários - " Simplemente por amor a la Poronga "